
Posenk é um Bio-computador vivente, ou Intelector.
Os corpos dos Intelectores são psídicos, feitos de realidade
supravirtual, uma espécie de imagem de computação
gráfica avançadíssima, que se pode tocar e
age como se fosse de matéria sólida.
Posenk está no avesso do continuum espaço-tempo, onde é mantido
precariamente pelo poder da esférula (pequena esfera) alaranjada,
instalada no painel do disco voador Laranja.
Súbito, Posenk sente que algo se sobrecarrega na distante Laranja.
De imediato a réplica da esférula em sua testa avermelha. Podemos
ver o reflexo dessa cor no cabelo da menina terráquea Talia,
preocupada com Posenk e o destino do Universo Fractálico,
o qual depende dele, dela e também do jovem
geóctone
Rá e de Tóxia, a telária da peçonha mortal.
Os protagonistas de Geínha (inclusive certos aracnopólipos, do
temível
planeta cristalino Penta Ro Bolinei, que mantêm vigilantíssimos os
seus ocelos***) tentam salvar da "coisa" o Universo Fractálico.
Essa tentativa ocorre bem longe da "casa meio bonita"*, onde
moram os Cromat Geócton (Clausar, Gia e Rá) bem como
a menina terráquea Talia. Isso não está contado na magna
obra Géa... que não é preciso percorrer para ler e
entender Geínha.
Entretenha-se** com essa
e muitas outras aventuras, abaixo e acima da
velocidade do géon (a luz), aquém e além da
fissura do continuum, nos livros
miríficos de Geínha!
Em Penta o sol nasce descendo (animação).
Penta girando (animação).
Altaré ronda Penta (animação).
O passadiço de Altaré (animação).
Lista geral de personagens de meus livros (PDF 640KB). - CCDB
Lista das naves da obra Géa (PDF 59KB).
*Galeria de fotos da família CCDB, Dalgiza e RDB, a partir da qual
você pode ver fotos da casa citada acima, no texto verde.
Mais sobre o Universo Fractálico.
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Mais sobre Géa.
***"Ocelo" quer dizer "pequeno olho"; e o nome que se dá aos
órgãos visuais dos aracnopólipos, como é o caso de Félix, é aparentemente
impróprio, pois seus "ocelos" são bem grandes. Porém, tal nome se deve
a serem
os aracnopólipos em parte polvos e em parte telárias (aranhas). Já que os
olhos das aranhas comuns (não das telárias gigantes de Umalfa...)
são relativamente pequenos, os cientistas do planeta Penta
chamaram seus próprios órgãos visuais de ocelos, por se
orgulharem de serem meio aranhas - ou telárias, que são
as aranhas de Penta, de Géa e de certos
outros
planetas da Constelação da Telária.
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