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A foto de CCDB é detalhe de foto maior, batida por Dalgiza Borges durante a aventura A Grávida e a Cobra.

Tipo de obra, estilo, qualidade, sucesso de venda e tal

Grandiosidade, caráter épico, alcance, perenidade

Autor, ou autor e obra (entre outras)

Homero: Ilíada, Odisséia;

Vergílio: A Eneida;

Heródoto: História - o relato clássico da guerra entre gregos e persas;

Horácio: Sátiras;

Ovídio: Os Fastos, Os Amores e Arte de Amar;

Euclides da Cunha: Os Sertões, à Margem da História;

Aldous Huxley: As Portas da Percepção*, Admirável Mundo Novo, Island;

Vítor Hugo: Os Miseráveis;

Cervantes: Dom Quixote;

Bram Stoker: Dracula;

J.R.R. Tolkien (e seu filho): The Silmarillion;

Milton: O Paraíso Perdido;

Charles Baudelaire: As Flores do Mal;

Emily Dickinson: Selected Poems & Letters of;

Walt Whitman: Leaves of Grass;

Dante: A Divina Comédia;

Camões: Os Lusíadas;

Shakespeare: Hamlet e o resto inteiro da obra shakespeariana;

Thomas More: A Utopia;

Sir Walter Scott: Ivanhoé;

Léon Tolstoi: Guerra e Paz;

Fyodor Dostoyevsky: O Idiota;

Gustave Flaubert: A Educação Sentimental;

Guy de Maupassant: Contos (Horla, Boule de suif, etc.), Livros (Pierre et Jean, e outros);

Herman Melville: Moby Dick;

James Clavell (5): Shogun, Gai-Jin;

Marion Zimmer Bradley: The Fall of Atlantis;

Yukio Mishima: Thirst For Love;

Roald Dahl: Boy;

Jack London: The Call of the Wild; White Fang; and other stories;

Mary Shelley: Frankenstein;

Thomas Mann: Doctor Faustus (Doktor Faustus, no título original alemão);

Vários autores: *As Escrituras.

Nota: nem todos os autores citados nesta página se acham mencionados neste subtítulo. Por gentileza, leia os outros subtítulos, onde estes e outros autores aparecem segundo suas mais destacadas qualidades ou seu estilo, ou a Lista geral, onde todos os autores aparecem.


 

Estro, poesia

Vergílio: A Eneida;

Homero: Ilíada, Odisséia;

Charles Baudelaire: As Flores do Mal;

Milton: O Paraíso Perdido;

Ovídio: Os Fastos, Os Amores e Arte de Amar;

Horácio: Sátiras;

Emily Dickinson: Selected Poems & Letters of;

Walt Whitman: Leaves of Grass.

 


 

Qualidade

Gustave Flaubert: A Educação Sentimental;

Euclides da Cunha: Os Sertões, à Margem da História.

 


 

Vernáculo, léxicon (vocabulário completo do autor, nas obras aqui citadas e nas demais)

Shakespeare: Hamlet e o resto inteiro da obra shakespeariana;

Gustave Flaubert: A Educação Sentimental;

Monteiro Lobato: série literatura;

Camilo Castelo Branco: livro Coisas Espantosas;

A. Garrett: Frei Luís de Souza;

Euclides da Cunha: Os Sertões, à Margem da História;

Tolkien: The Silmarillion (aqui me refiro ao idioma inglês);

George Eliot (Mary Ann Evans): Middlemarch (aqui me refiro ao idioma inglês).

 


 

Literatura Infantil e personagens

Monteiro Lobato: *obra completa para crianças, personagens;

Rudyard Kypling: Kim;

J. K. Rowling: Harry Potter e a Pedra Filosofal;

Lewis Carroll: Alice´s Adventures in Wonderland;

Roald Dahl: Boy.

 


 

Q.I. do autor, revelado na obra

(a seqüência dos autores NÃO se relaciona com o seu nível de Q.I.; sim, com o lançamento nesta página, aproximadamente pela ordem em que foram lidos)

Chordelos de Laclos: Relações Perigosas;

Nietzche: A Gaia Ciência;

Voltaire: Cartas Inglesas, Dicionário Filosófico, O Filósofo Ignorante;

Maquiavel: O Príncipe;

Goethe: Werther;

Marquês de Sade: A Filosofia na Alcova;

Stephen Hawking: O Universo numa Casca de Noz;

Lawrence M. Krauss: The Physics of Star Trek;

James Clavell: Shogun, Gai-Jin;

Bram Stoker: Dracula.

 


 

Trama

Chordelos de Laclos: Relações Perigosas;

James Clavell: Shogun;

George Eliot (Mary Ann Evans): Middlemarch;

Marion Zimmer Bradley: The Fall of Atlantis.

 


 

Terror

Edgar Allan Poe: Histórias Extraordinárias;

Guy de Maupassant: Contos, *O Horla;

Charles Baudelaire: As Flores do Mal;

Henry James: The Turn of the Screw;

Bram Stoker: Dracula;

Mary Shelley: Frankenstein.

 


 

Erotismo

Pierre Louÿs: Afrodite.

 


 

Filosofia

Walt Whitman: Leaves of Grass (1);

Iogue Ramacharaka: *Gnany Yoga;

Platão: Diálogos;

Aldous Huxley: Island (embora apresentado como "romance"...);

Shirley MacLaine (3) : You Can Get There From Here.

 


 

Misticismo

*Obras da coleção rosacruz (ou rosa-cruz).

 


 

Tragédia

Eurípides: Medéia, As Bacantes, Electra, Alceste, Hipólito;

Sófocles: Rei Édipo, Antígone;

Ésquilo: Prometeu Acorrentado;

Goethe: Fausto;

Yukio Mishima: Thirst For Love.

 


 

Drama

Budd Schulberg: The Disenchanted.

 


 

Romance histórico, porém na parte de ficção

Alexandre Dumas: *Memórias de um médico;

Don Coldsmith: Return of the Spanish (saga de nativos norte-americanos).

 


 

História

Heródoto: História - o relato clássico da guerra entre gregos e persas (2) .

 


 

Ficção

Júlio Verne: Viagem ao redor da Lua;

H. G. Wells: As Rodas do Acaso - A Máquina de Explorar o Tempo (The Time Machine);

Isaac Asimov: Eu, Robô;

Aldous Huxley: Admirável Mundo Novo, Regresso ao Admirável Mundo Novo;

Edgar Rice Burroughs: *série Tarzan;

Jack London: The Call of the Wild; White Fang; and other stories.

 


 

Fantasia

J. R. R Tolkien: * O Hobbit; * O Senhor dos Anéis;

Tolkien (filho, sobre a obra não publicada do pai): The Silmarillion (em inglês);

Ver nota "The Silmarillion" na página deste site Nem plágio nem coincidência. Para voltar a este ponto da leitura, use a seta "voltar" do browser.

Sean Russel: World Without End;

Marion Zimmer Bradley: The Fall of Atlantis.

 


 

Sátira

Horácio: Sátiras;

Petrônio: O Satíricon.

 


 

Romance

Balzac: O lírio do vale, *A Mulher de Trinta Anos;

Lawrence: O amante de Lady Chatterley;

Anatole France: O Lírio Vermelho;

Guy de Maupassant: Pierre et Jean, e outros livros;

Fyodor Dostoyevsky: O Idiota;

George Eliot (Mary Ann Evans): Middlemarch;

Jane Austen: Pride and Prejudice;

Virginia Woolf: Mrs. Dalloway.

 


Realismo

Emile Zola: Germinal;

Steven Kedrowsky: Love Song for the Bad Priestess.

 


 

Pungência, clareza na descrição do mundo interior, elevação, profundidade, dilema de consciência, alcance

Vítor Hugo: Os Miseráveis;

Fyodor Dostoyevsky: O Idiota;

Aldous Huxley: Island;

 


 

Ciência, cosmogonia, física

Stephen Hawking: O Universo numa Casca de Noz.

Lawrence M. Krauss (4): The Physics of Star Trek.

 


 

Contraste

Charles Dickens: The Old Curiosity Shop.

 


 

Romance de aventura

Herman Melville: Moby Dick;

Malcolm Lowry: Ultramarine.


 

Romance épico


Thomas Mann: Doctor Faustus (Doktor Faustus, no título original alemão).

 


 

Contos

Guy de Maupassant: Contos (Horla, Boule de suif, etc.);

Katherine Mansfield: The Garden Party.

 


 

Mitologia

A. W. Reed: Aboriginal Myths, Legends & Fables.

 

 


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* NOTA IMPORTANTE

APENAS os livros arrolados acima cujos títulos estão precedidos de um asterisco (*) foram lidos pelo autor de Géa ANTES de escrever essa obra-prima.

Os demais foram lidos DEPOIS de Géa estar escrita; sendo alguns, antes da correção e do aperfeiçoamento final da obra; e outros, depois.

Ao se dispor a iniciar o magno trabalho, o autor de Géa meditou e resolveu NÃO ler os clássicos e mais grandes livros supracitados (os que não aparecem com asterisco) justamente para se conservar o mais longe possível de plágios e similitudes.

Decidiu, também, ler tais livros todos logo que terminasse a escrita de Géa, para, só então, comparar seu trabalho com o dos outros.

E ficou satisfeitíssimo com o resultado!

Concluído o escrito Géa, seu autor passou a ler tais clássicos e grandes livros (fora aqueles, desta lista, que então desconhecia ou na época inexistiam, é óbvio...), dos quais aproveitou tão-somente os vocabulários, para criar com estes o Leitmotiv de cada autor, fosse como homenagem, fosse como ambientação da narrativa; jamais, como plágio; porquanto Géa já estava escrita, com o enredo e os diálogos inalteráveis, podendo simplesmente ser aprimorada no uso da palavra exata para cada situação.

E assim Géa foi aperfeiçoada inda mais; e assim seu autor alcançou, na obra, um léxicon duas vezes maior que o de Shakespeare.

Os capítulos “Longas Plumas Azuis” e “As Cavaleiras (sic) da Távola Reta” passaram a conter, INTEIRO, o vocabulário mais incomum e nobre da Ilíada, da Odisséia e de A Eneida.

Isso em nada lhes mudou o tema e a narrativa, mas aclimatou-os à época e ao cenário dessas obras imortais, recriando, para quem as leu, as cores das mesmas palavras, porém ambientadas num planeta distante e sob a luz de uma supergigante vermelha: Alfa Telariae.

Você pode ver agora mesmo essa estrela no ocelo direito da telária, a constelação que aparece na capa do Livro Treze, apresentada neste site: basta clicar AQUI! E não se preocupe: há um retorno a este mesmo ponto quando lá chegar.

Outros capítulos trazem o vocabulário mais típico da obra culta de Monteiro Lobato e rendem-lhe homenagem sem copiá-lo ou plagiá-lo nunca.

E assim por diante, filtrada pelas tintas dos vários mestres, e máxime pintada coas suas próprias, o autor de Géa a pôs no mundo, donde os primeiros vagidos já pasmam o Universo e a voz calará os descrentíssimos dos sorrisos.

(1) Tal não significa que eu concorde com o pensamento igualizador de Walt Whitman, sua valorização da mediocridade, seu abandono dos recursos poéticos de rima e métrica (valiosos, sim), expressos na parte final ("A BACKWARD GLANCE O'ER TRAVEL'D ROADS") de seu livro "LEAVES OF GRASS", mas, sim, apenas, que o compreenda na percepção lisérgica (antes do LSD...) do Universo e nas cogitações onde soube formular e aplicar isso em seus "cantos" - os quais eu não chamaria de "poesias". Acrescento, sobre "LEAVES OF GRASS": centrar o protagonista da obra inteira na pessoa do autor elimina a possibilidade de Leitor e autor se sentirem juntos na platéia, "verem" o protagonista durante a leitura e se irmanarem nisso e na empatia para com ele, sem barreiras e sem se defrontarem, mesmo se o Leitor conservar o estado normal de atenção e percepção. Centrado o protagonista no próprio autor, como nas autobiografias, este se defronta em cena com o Leitor, separa-se deste num egotismo (auto-elogiado por Whitman) que só se romperia se o Leitor se despersonalizasse como na experiência lisérgica e na experiência mística, ou se se entregasse à condição psicológica do homossexual, para poder irmanar-se com o autor que o encara. Centrar o protagonista na pessoa do autor, por si reduz ou elimina outros possíveis protagonistas, e os coadjuvantes, e as cenas variadas, as interações entre eles todos - e a riqueza da obra decai, crescendo-lhe a monotonia. Quanto ao ponto de vista da Leitora de Whitman (aqui comento apenas a do Leitor - másculo - que é a minha), cabe a quaisquer delas opinarem, conquanto eu pudesse entrar-lhes na alma e na perspectiva. Atitude egotista fica bem para mim, neste site, cujo propósito é chamar a atenção sobre minha pessoa, único jeito para redirigi-la rápido à minha obra (e à co-autoria com meu filho) e obter-lhe a publicação. Porém, na obra em si, egotismo e ausência de outros protagonistas que não o próprio autor, e de coadjuvantes, e de diálogos e tal não funciona tão bem - e convido-o(a) a ler-me os livros, para comprovar ou não se estou certo.

(2) O escrito Géa contém a história verídica do Universo, apresenta a história verdadeira de vários protagonistas do mundo chamado real e também a saga de inúmeros heróis fictícios - que simbolizam seres em verdade viventes e alegorizam fatos; portanto, e máxime por apresentar os dois primeiros casos, pode ser considerada (entre muitas outras coisas) como história, na acepção científica do termo, e cotejada à obra de Heródoto.

(3) Fui tentado a criar, nesta página, uma classificação especial chamada "Viagem (...)" para o livro "You Can Get There From Here", de Shirley MacLaine. Mas nenhum autor sincero merece escárnio, principalmente de outro autor. Shirley é sincera nesse seu escrito - conquanto se possa supor que o não fosse, já que na campanha de McGovern (contra Nixon) para presidente dos EUA sugeriu aos membros do partido que votassem com as idéias do partido, mas depois disse ter votado com sua consciência, na questão do aborto, manifestando então o comportamento maquiavélico do "façam o que digo; mas, não, o que faço". Existiria porém um motivo sério para que eu classificasse tal obra como "Viagem (...)", e esse motivo é, além do relato da viagem da autora pela China vermelha (levada por ruiva tendência), a sua semelhança com a "viagem" lisérgica e forte semelhança com o livro "Island", de Aldous Huxley (escrito bem antes e citado neste site). Embora Shirley afirme que não é filósofa, preferi incluir esse seu livro com o de Aldous Huxley e outros no subtítulo "Filosofia", porquanto é, sim, principalmente filosófico, apresentando a filosofia política da autora em movimento (não necessariamente em evolução...) durante suas experiências reais com campanhas políticas e sua viagem à China da década de 1970 liderando uma delegação de mulheres norte-americanas, onde sofreu um choque cultural e político que alguns chamariam de lavagem cerebral - mas do qual se recuperou com certo sucesso, porém com idéias (infelizmente) falsas. O comunismo que ali presenciou Shirley diferencia do que viu na U.R.S.S., preferindo Shirley o primeiro. A "felicidade" que diz ter encontrado no povo chinês com a restrição do individualismo (restrição essa que impede a arte e até certo ponto secundariza o prazer do sexo e se parece com o efeito despersonalizador do LSD e de certas práticas místicas) é nefasto, é a ida à despersonalização sem a volta à personalização - semelha a morte; e, não, a verdadeira felicidade. Essa "felicidade" que Shirley elogia é a do esmagado, a de quem é condicionado desde a infância e não tem saída senão aderir ao maoísmo, conquanto pareça estar livre para comentar seu comportamento e o dos companheiros de desdita em reuniões onde praticamente se confessam uns aos outros - uma desdita que, para quem saiu da inda mais esmagadora condição do camponês no regime anterior pode ser compreendida - mas nunca deveria ser desejada e lembra a gargalhada histérica do homem que amputa a própria mão e instala em seu lugar a motossera, no filme de terror... O grupo não existe in se. Quem existe é o indivíduo! Sem a liberdade do indivíduo não pode haver arte, e a própria Shirley não poderia ter escrito esse livro. Se ela viajou à China, foi porque a América, apesar dos defeitos que Shirley critica, a deixou ir, pois é norte-americana e livre. Na página mais visitada deste site, "Nem plágio nem coincidência", no subtítulo "Não coincide: ultrapassa... 1, 2, 3, 5, 6, 7, 8, 9, 10 ", você encontrará um comentário meu sobre as filosofias e práticas místicas que também oferecem uma "ida", mas não uma "volta". O quadro da vida dos chineses descrito por Shirley lembra a rotina das formigas e das abelhas, onde nem todas participam do "comunismo" e existem rainhas e zangões (tal como no comunismo há oficiais ocultos detrás da palavra Estado e, naquela China, havia a figura tremebunda de Mao a vigiar do alto de cartazes imensos, onipresentes, e de dentro de cada um de seus milhões de "felizes" olhos). Certamente a Natureza aceita vidas assim... Mas não é isso o que o Homem conquistou, até para seus genes. Tornar-se formiga ou abelha é retrocesso, para os seres humanos, que devem cuidar-se em livrarem-se de escravidões e totalitarismos. Meu personagem Clausar, com sua biorrelatividade, exposta na obra Géa, diria: "e que devem relacionar-se mais para existirem mais" onde eu complementaria: "porquanto um relacionamento, para existir deveras, exige no mínimo DOIS indivíduos, e o comunismo transforma a sociedade em apenas UM (e esconde o OUTRO, o tirano, o que tudo lucra e a tudo domina sem discussões, detrás da palavra Estado)". Nem mesmo os chineses são capazes de se furtarem às vantagens que a existência do dinheiro oferecem, porque o dinheiro não é um mal, assim como também o não são a energia nuclear e as drogas - e estes podem ser usados conscientemente para o benefício da humanidade. O capitalismo tem seus defeitos, mas o comunismo é muito pior. Se o lucro no capitalismo pode gerar distorções e manter alguns (tolos incapazes) a viverem sem trabalho e propósito, ele acaba acumulando energia, a qual não tarda em ser dirigida pelo interesse (ou a verter por si própria) para onde a eficiência a atraia e exija, o que enfim rende benefício a todos, tendendo a sociedade a distribuir-se numa curva de Gauss, em vez de numa curva achatada e nivelada pela base (com o pico estreitíssimo, altíssimo e semi-invisível do ditador no meio...). Que o Brasil se cuide! esse meu alerta seria um bom resultado da leitura inteligente de "You Can Get There From Here", seja esse "There" a China de Mao, a Cuba de Fidel ou o que se está tornando a Venezuela de Chaves. Cuidado, Brasil: They Can Get Here From There!... (Esta crítica não me impede de admirar profundamente Shirley McLaine como dançarina, atriz e ser humano, que se esforçou ao extremo em busca da verdade e em prol da humanidade - nisto ela realmente é sincera, inclusive ao começar este seu livro pelo fim e a tal fim retornar, no ato de uma dança. Que o sisifismo se interrompa, que Uróboro solte da boca a cauda e que a autora dance nas mais altas espirais da evolução!) - CCDB 25-10-2007.

(4) Mais sobre Krauss.

(5) Mais sobre James Clavell e Shogun.

Cláudio César Dias Baptista - CCDB


Se veio de "Questionário sobre Géa" para ler "Se não acredita" pode voltar ao mesmo ponto da leitura clicando AQUI!

 

Lista geral de todos os autores citados nesta página, em ordem alfabética

  1. A. Garrett: Frei Luís de Souza;
  2. Admirável Mundo Novo, Island;
  3. Aldous Huxley: As Portas da Percepção*, Admirável Mundo Novo, Regresso ao 
  4. Alexandre Dumas: *Memórias de um médico;
  5. Anatole France: O Lírio Vermelho;
  6. A. W. Reed: Aboriginal Myths, Legends & Fables;
  7. Balzac: O lírio do vale, *A Mulher de Trinta Anos;
  8. Bram Stoker: Dracula;
  9. Budd Schulberg: The Disenchanted;
  10. Camilo Castelo Branco: livro Coisas Espantosas;
  11. Camões: Os Lusíadas;
  12. Cervantes: Dom Quixote;
  13. Charles Baudelaire: As Flores do Mal;
  14. Charles Dickens: The Old Curiosity Shop;
  15. Chordelos de Laclos: Relações Perigosas;
  16. Dante: A Divina Comédia;
  17. Don Coldsmith: Return of the Spanish (saga de nativos norte-americanos);
  18. Edgar Allan Poe: Histórias Extraordinárias;
  19. Edgar Rice Burroughs: *série Tarzan;
  20. Emile Zola: Germinal;
  21. Emily Dickinson: Selected Poems & Letters of;
  22. Ésquilo: Prometeu Acorrentado;
  23. Euclides da Cunha: Os Sertões, à Margem da História;
  24. Eurípides: Medéia, As Bacantes, Electra, Alceste, Hipólito;
  25. Fyodor Dostoyevsky: O Idiota;
  26. George Eliot (Mary Ann Evans): Middlemarch (aqui me refiro ao idioma inglês);
  27. Goethe: Fausto;
  28. Gustave Flaubert: A Educação Sentimental;
  29. Guy de Maupassant: Contos (Horla, Boule de suif, etc.), Livros (Pierre et Jean, eoutros);
  30. H. G. Wells: As Rodas do Acaso - A Máquina de Explorar o Tempo (The Time Machine);
  31. Henry James: The Turn of the Screw;
  32. Herman Melville: Moby Dick;
  33. Heródoto: História - o relato clássico da guerra entre gregos e persas;
  34. Homero: Ilíada, Odisséia; 
  35. Horácio: Sátiras;
  36. Iogue Ramacharaka: *Gnany Yoga;
  37. Isaac Asimov: Eu, Robô;
  38. J. K. Rowling: Harry Potter e a Pedra Filosofal;
  39. J. R. R. Tolkien: : O Hobbit; O Senhor dos Anéis;
  40. Jack London: The Call of the Wild; White Fang; and other stories;
  41. James Clavell: Shogun, Gai-Jin;
  42. Jane Austen: Pride and Prejudice;
  43. Júlio Verne: Viagem ao redor da Lua;
  44. Katherine Mansfield: The Garden Party;
  45. Lawrence M. Krauss: The Physics of Star Trek;
  46. Lawrence: O amante de Lady Chatterley;
  47. Léon Tolstoi: Guerra e Paz;
  48. Lewis Carroll: Alice´s Adventures in Wonderland;
  49. Malcolm Lowry: Ultramarine;
  50. Marion Zimmer Bradley: The Fall of Atlantis;
  51. Mary Shelley: Frankenstein;
  52. Milton: O Paraíso Perdido;
  53. Monteiro Lobato: série literatura, obra completa para crianças, personagens;
  54. Obras da coleção rosacruz (ou rosa-cruz);
  55. Ovídio: Os Fastos, Os Amores e Arte de Amar;
  56. Petrônio: O Satíricon;
  57. Pierre Louÿs: Afrodite;
  58. Platão: Diálogos;
  59. Roald Dahl: Boy;
  60. Rudyard Kypling: Kim;
  61. Sean Russel: World Without End;
  62. Shakespeare: Hamlet e o resto inteiro da obra shakespeariana;
  63. Shirley MacLaine: You Can Get There From Here;
  64. Sir Walter Scott: Ivanhoé;
  65. Sófocles: Rei Édipo, Antígone;
  66. Stephen Hawking: O Universo numa Casca de Noz.
  67. Steven Kedrowsky: Love Song for the Bad Priestess;
  68. Thomas Mann: Doctor Faustus;
  69. Thomas More: A Utopia;
  70. Tolkien (filho, sobre a obra não-publicada do pai): The Silmarillion;
  71. Vários autores: *As Escrituras.
  72. Vergílio: A Eneida;
  73. Virginia Woolf: Mrs. Dalloway;
  74. Vítor Hugo: Os Miseráveis;
  75. Walt Whitman: Leaves of Grass;
  76. Yukio Mishima: Thirst For Love;