OS NOVECENTOS VERBOS DO CAPÍTULO NU - Primeiro Lugar no Google!

Nesta mesma página, Você encontrará a lista dos aproximadamente NOVECENTOS verbos de “Nu”, um dos capítulos do escrito Géa.

Na lista, contei novecentos e três.

É interessante notar: nesse capítulo, de apenas vinte páginas e meia, nenhum verbo é repetido! Nem mesmo os verbos mais costumeiros e indispensáveis, como “ser” e “estar”, aparecem mais de uma vez.

Note bem: a lista não é apenas dos verbos não repetidos: nenhum verbo aparece mais de uma vez em “Nu”.

Não sei se existem outras obras onde o autor se tenha preocupado em absolutamente não repetir verbos; mas, mesmo se existirem, talvez a do capítulo “Nu” seja um recorde mundial, em todas as línguas, tanto pela densidade quanto pela quantidade de verbos não repetidos, num texto dessas dimensões.

Embora não existam repetições de verbos, Nu é fluente e rico, fácil de ler, e não trata de assunto complexo; sim, da luta do personagem Clausar contra os guardas de um teatro.

Como lutas desse tipo (não incluo aqui combates, guerras e tal; tema onde, na própria língua portuguesa, temos o rigorismo da palavra exata de Euclides da Cunha) costumam ser descritas com vocábulos simples, às vezes brutos feito elas, esse requinte dos verbos não repetidos cria um modo todo especial e saboroso de relatá-las (que nem mesmo Euclides da Cunha alcançou, pois repisava verbos).

Essa conquista é só uma, das incontáveis, presentes no trabalho Géa, e foi dedicada por mim a Dalgiza, minha amada mulher, conforme fiz notar na última página do Livro Sexto de Géa, logo após o término do capítulo “Nu”.

Mais fotos de Dalgiza, geralmente no papel de Gia.

Cláudio César Dias Baptista - CCDB

Nota 1: os verbos iniciados por asterisco (*) são da língua teruzesa, falada no país Teruz, planeta Géa. Pode haver homografia com verbos da língua portuguesa: é o caso de “iriar”. A acepção desses verbos, em teruzês, e de outros, noutras línguas, não constantes do capítulo “Nu” nem desta lista, encontra-se no Livro Treze.

Nota 2: os verbos da lista anexa não foram revisados neste arquivo, ou seja: pode haver algum repetido. Essa revisão, mui detalhada, foi feita somente no texto do capítulo Nu.

Nota 3: pelos motivos expostos na página Prêmios, não insiro eu mesmo os meus livros em competições com os de outros autores. Porém, se algum Visitante deste site ou futuro editor de meus livros achar oportuno (consultando-me diretamente antes), poderá inscrever tais livros nessas competições. Nesse caso, quem sabe o capítulo "Nu" abrisse nova categoria em livros de recordes, como o Guiness, onde se mantivesse em primeiro lugar por longo tempo, o que talvez beneficiasse o Brasil e o nosso idioma.

- CCDB

Clicando na imagem acima, à esquerda, você verá Manitsa (a primeira mulher a dançar na Terra, há quarenta mil anos) em janela separada com máxima resolução.

Se o seu browser for o iExplorer, surgirá um botão com setas eferentes sobre a imagem, embaixo e à direita. Se o botão não surgir logo, clique duas vezes fora dessa imagem e clique de novo sobre ela, que o botão aparecerá. Noutros browsers (como o Firefox ou o Opera), configure o programa para exibir a imagem em janela separada; não, em "orelhas". - CCDB 13-04-2009


Depois desta "coincidência", resolvi publicar neste site o texto integral do capítulo "Nu" (PDF 349KB), que, para fazer pleno sentido, está precedido do texto integral do capítulo "Ansata", ambos do Livro Sexto de Géa.

Esses capítulos acham-se na metade da obra Géa, onde quem lê já dominou as palavras alienígenas*, por ter percorrido os cinco livros precedentes e a maior parte do sexto - terá aprendido fácil essas palavras, com ou sem a ajuda do Glossário do Livro Treze.

*Antes de ler os capítulos "Ansata" e "Nu", vale a pena conhecer o Glossário das Palavras Alienígenas dos capítulos "Ansata" e "Nu", mais abaixo nesta página.

 

NOTA GRAMATICAL SOBRE O CAPÍTULO "ANSATA"

"Às custas de" ou "à custa de"? Convém saber que adrede utilizo a expressão "às custas de" (na página 1372) no plural, porquanto não me quis ater à forma dicionarizada "à custa de". Na frase onde aparece ("conseguidos às custas dos enormes riscos do KSE"), prefiro o plural de "custa", mesmo sabendo que a palavra "custas", um substantivo feminino plural, tem a acepção de "despesas feitas em processo judicial". Tal preferência, nesse caso específico, não é apenas um dos meus "erros propositais", em geral ligados à fala mais ou menos culta de uma personagem: serve como alusão subliminar aos problemas judiciais envolvidos no uso do KSE (o LSD do planeta Géa) e também impõe um tom "lisérgico" à fala, quase uma prece, emitida em surdina por Clausar, sob o encantamento do teatro, bailado quase a iniciar-se, e à tempestade mental disparada pela intuição do que está próximo de ocorrer, bem como pela perspectiva de uma iniciação sua na Ordem Rodotrígona. Quem fala é a personagem; não, o autor - embora Clausar saiba expressar-se à perfeição. Além de pelo acima exposto, Clausar tem a psique em turbulência, porque, na época onde transcorre a cena, acabava de separar-se da esposa, Badiú Maboa, e isso lhe mantém alerta no subconsciente o tema judicial a atrair e trair-lhe as palavras. Essa separação está narrada em capítulo próximo anterior, intitulado de "Dezoito Espectros", não incluído na amostra dos capítulos "Ansata" e "Nu", a qual se acessa por um link desta mesma página. Na página 1374 sigo o cânon gramatical, mantendo no singular a locução "à pressa" em lugar do corriqueiro "às pressas", que não gosto chamar de "brasileirismo", neste país tão vasto, onde se escreveu a máxima obra da língua portuguesa. - CCDB

Clicando na imagem acima, à direita,, você verá Ky (na dança com a aranha armadeira) em janela separada com máxima resolução

- CCDB, 05 de Junho de 2008



LISTA DOS MAIS DE NOVECENTOS VERBOS DO CAPÍTULO "NU"

superar organizar dominar consentir despreocupar agigantar entusiasmar soar enciumar invadir empolgar * gedianciar perfurar amarelejar recortar reassumir prosseguir descongelar examinar retardar englobar reconhecer pedir perder ignorar pesquisar desanimar destinar prezar sujar falsar desbotar amassar puir despir desnudar disfarçar roçar descobrir contar avisar encalçar ziguezaguear marcar escutar compartilhar retinir aquecer derreter sacar atapetar carpetar apear acolchoar regirar reerguer espalmar triunfar presumir lidar iluminar cogitar aninhar compreender querer atrapalhar fingir afrouxar chicotear enrolar segurar surpreender prensar demorar jazer adormecer abalar receber distender expor empinar pintar tropeçar interpor recuperar nocautear fitar gritar completar intumecer descrever prostar gravar maximizar divertir manufaturar alimentar lutar pugnar borbotar sitiar obstruir planejar barrar ruir projetar despejar arrecadar sustentar apontar machucar rastrear desenroscar lubrificar cuspir beijar * subrir cessar desligar teclar mandar cobrir abismar * desnoruar tapar anular premer proceder rentear realimentar amplificar evolver estabelecer suplantar incrementar excitar aumentar suster desperceber aceitar estimular urgir acalmar indicar cumprir pronunciar reter reprimir dizer vibrar ponderar pensar normalizar piscar nascer emanar esmaecer reverberar anunciar terminar contemplar estrondar ler consistir diferir acolher polir dirigir provocar telecomandar pisar comandar religar imobilizar pear envolver limpar escorregar engraxar começar tontear usar utilizar acudir enxergar perscrutar destacar interferir limitar avermelhar enviar exigir perseguir refrear montar sonorizar configurar ligar galgar juntar guiar socorrer empalidecer instaurar ensangüentar estacar substituir chamar intitular despertar contrair incidir amortecer trançar entrelaçar cingir especar escorar desequilibrar agredir emboscar supor desperdiçar privar consumir espalhar fardar direcionar orientar mirar demarcar pontar focalizar obedecer estacionar ordenar viajar conduzir formar pulsar clarear atrair sofrer arremeter derrear arriscar casquinar rir sorir chasquear recair ministrar clamar berrar empenar torcer amarrar estrangular habituar topar principiar engrossar chutar pontapear meter converter circular acrescentar basear virar tentar intentar intimidar quedar assistir acabar conter represar significar matizar entreluzir acossar adiantar resolver desofuscar desamarrar obsequiar cooperar privilegiar ajudar arroubar colidir recuar bastar bramir enviesar golpear obliquar persistir mudar encolher delongar envergar desmoronar aluir desabar ressequir ressequir murchar derruir dispor maniatar acordar derribar esborrachar gargalhar chover eriçar parecer semelhar rasgar achar quadrar grudar visar deixar acorrer colocar transferir perambular seguir transformar dilatar esvaziar assanhar assomar garantir desejar amordaçar preocupar enfeixar precaver desfalecer desmaiar amolecer enfiar revestir embolsar fincar espetar encostar ajuntar flexionar flexuar munir ausentar esperar expectar obstar cortar acostumar enjoar flectir firmar afirmar escancarar arrebentar lascar lancear empurrar empuxar brilhar reluzir quebrar entortar desentortar imprimir imitar redobrar rebater ver selar vir responder reagir indagar desenrolar desembrulhar alagar calçar menear transmutar rutilar oscular atemorizar questionar puxar retesar retrair tracionar pôr emergir botar dar ofertar reenvidar rugir * eriar crepitar atender estalar apertar comprimir estreitar pasmar fechar restringir estar * agienar obrigar constranger coagir forçar honrar * textorar empregar renovar mergulhar submergir poder expandir desenvolver aclarar facultar perceber indigitar estender espichar alastrar entesar alinhar ter colimar fruir assestar espiar espreitar observar alargar abrir soabrir desabrochar descerrar zombar abater subjugar vencer derrotar desbaratar provir improvisar arranjar apropinquar deflagar ser resultar ousar patentear partir retirar beirar demonstrar postar constituir atrasar transmitir propagar eleger preferir peregrinar tratar exibir ostentar transmudar desferir entremostrar * entreiriar * iriar enfitar explorar sondar trabalhar ranger entreabrir bater percutir grimpar esculpir divisar notar atentar reparar assustar contornar saltitar bailar expluir precisar esquiar transfazer percorrer instalar inserir banhar ficar repousar endireitar debater ir dormir passar escoar esvair sobrepor comutar transitar andar sair esgueirar esfregar amuar aborrecer apagar embaciar extinguir unir deslocar embrenhar retroceder desarraigar apoiar estear cruzar singrar ultrapassar extrapolar exceder trancender penetrar impregnar afastar coibir varar abandonar despedir desdenhar desamparar alijar esquecer apresentar representar simbolizar assentar sentar dobrar desdobrar tombar cerrar encerrar vedar guindar marinhar denominar cavalgar controlar sobrepujar possuir estudar conhecer discernir haver * perlumiar inexistir baixar derramar funcionar repetir reservar restar captar consolidar granjear emitir aprisionar haurir defender amparar elevar contrapor culminar reproduzir estresir repisar remanescer sobejar sobrar travar apreender enconchar discriminar rejeitar refratar advir tempestuar permanecer prolongar perseverar marchar acionar parar deter sustar rodar rolar arriar safar aproveitar valer prevalecer fugir debandar escapar arredar subtrair produzir gerar causar circundar transpor planar esticar impedir evitar talhar pregar serrar parafusar manter resguardar abrigar preservar conservar atarraxar engonçar atravessar ingressar tatear conseguir franquear encontrar defrontar atinar deparar distinguir encurralar esbarrar entrever ganhar adquirir topar interceptar procurar esquadrinhar circunvagar brechar forcejar buscar desviar driblar furtar ladear flanquear vazar subir trepar cair soltar desmantelar desempunhar desagarrar liberar desobrigar descingir pousar desprender deslizar derivar resvalar mover * sinritmizar governar girar volutear rotar mobilizar circungirar circunvolver revolver retrogradar piruetar suspender trasladar levar alar nivelar regular ajustar acender ascender exaltar levantar arvorar hastear erigir içar empertigar aprumar largar cambalhotar vergar arriar derrubar desfechar espancar tornar sobrevir retornar voltar revirar reascender refluir recair volver correr galopar palpitar rodopiar refugir regressar voltear avançar vaguear engalfinhar assediar transitar progredir atacar afrontar ofender atrever abalançar alongar disparar distribuir suscitar dispersar agarrar enlaçar unhar atar tomar prender aderir desconectar empunhar agafanhar pegar acobertar aferrar jogar alçar traçar despenhar agadanhar repelir impelir embater agachar abaixar reduzir descer transmigrar prender descair declinar decair descender revidar atuar agir atingir rasteirar rentear incluir abranger descalçar despojar remover arrancar sopear interromper escapulir erguer atalhar estatelar esquivar impulsionar desfazer despencar lançar balançar pendular arrojar deitar sobrepairar arremessar arrasar rojar voar alvejar tocar afluir adentrar convergir saltar pular brotar rebrotar surgir ressurgir aparecer desaparecer romper irromper precipitar-se espirrar jorrar acometer investir arrastar arrostar enfrentar colher recolher impingir pespegar aplicar atirar tirar lançar expedir expulsar garrear alcançar acercar avizinhar aproximar introduzir chegar abordar comparecer entrar aviltar permitir apojar cercear sotopor pospor registrar requintar administrar desarticular superpor exalçar enredar procumbir subsultar rebaixar rebrilhar encaixar roçagar fremir determinar libertar encarar frender embarrar desasar colar ressupinar retrosseguir altear escandir

Cláudio César Dias Baptista - CCDB

Clicando na imagem acima, à direita, você verá Ky (tal como dançou no asteróide) em janela separada com máxima resolução.

A imagem logo abaixo levará você até a página "Ky, amo perdidamente minhas personagens", onde apresento a evolução da figura de Ky, realizada por mim em computação gráfica de terceira dimensão.


GLOSSÁRIO DAS PALAVRAS ALIENÍGENAS DOS CAPÍTULOS "ANSATA" E "NU" - na ordem de seu aparecimento no texto.

As acepções das palavras estão muito mais detalhadas e bem mais fáceis de consultar na ordem alfabética dos verbetes do Livro Treze de Géa.


Sugiro ler este Glossário antes de ler os capítulos supracitados, o que facilitará (ou mesmo evitará) a consulta durante a leitura.
A correspondência de pessoas, coisas e lugares entre o planeta Géa e a Terra explica-se por meio do Teorema de Clausar.


As palavras que não constem deste pequeno Glossário (como por exemplo "interfemínio", "undiflavo", "alfim", "plaudirem", "ceráunia", "termestesia" e "per") mas que estejam nos capítulos supramencionados são da língua portuguesa! Para quem lê a obra "Géa" estarão, sim, no Livro Treze, mas no caso deste site, sugiro a você que procure o significado num dicionário da língua portuguesa. Vale a pena procurar, caso você não as conheça - então verá como enriquecem o texto e se tornam facílimas e insubstituíveis!

-------------------fim do capítulo "Ansata", início do capítulo "Nu"----------------

NOTE QUE NESTE CAPÍTULO, "NU", O NÚMERO DE VERBOS ALIENÍGENAS É REDUZIDO, PARA NÃO FALSIFICAR OU FACILITAR O MEU OBJETIVO DE NÃO REPETIR VERBOS - VER LISTA DE VERBOS DO CAPÍTULO "NU"

FIM DO GLOSSÁRIO DAS PALAVRAS ALIENÍGENAS DOS CAPÍTULOS "ANSATA" E "NU"

Palavras alienígenas nos textos sob as ilustrações de meus livros

Conhecidas as palavras alienígenas, mesmo que você não se lembre de todas, é muito mais fácil entender o Texto integral dos capítulos "Ansata" e "Nu" da obra Géa!

 


SOBRE A COREOGRAFIA DO BAILADO "KY" DESCRITA NO CAPÍTULO "ANSATA" - EIS UM EXCERTO DO LIVRO TREZE DE GÉA (PÁGINA 3610 DA VERSÃO NÃO-ILUSTRADA), REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL COM O RESTO DA OBRA MUITO ANTES DE ESTE SITE EXISTIR:

"Proust: Marcel Proust nasceu na França em 10/07/1871 e passou pela transição em 18/11/1922. Assim como a tantos outros grandes, jamais o li, e por tudo isso e tal não me considero um letrado. As enciclopédias contam muito mais da história e da obra de Proust; porém, o essencial é: seu romance “À procura do tempo perdido” (A la Recherche du temps perdu) mudou esse gênero de literatura. A obra refere-se à tentativa do narrador de recapturar o passado por meio de contínuo esforço de memória, cujas recriações de experiências se estribam em séries de associações disparadas por eventos da sorte. Proust tratou de literatura, pintura, música, emoções e pintou “como ninguém” (isso rezam as enciclopédias, pois, como afirmei, não o li, ainda) os fatos comuns da vida real. Há um bailado com o nome Proust, cuja coreografia se assemelha à dança Ky, narrada por mim no texto de Géa. A música do bailado Proust (não, a do bailado Ky, a qual está para ser inventada por quem se habilite, pois só lhe descrevi o clima) é a mesma citada por mim no texto de Géa, tocada na Blue Chaos quando a navícula se eleva do castelo, levando a távola de Umalfa: certo trecho da Dança Macabra, Opus 40, de Camille Saint-Saëns. Pela contagem em minutos feita por Gia, é possível identificar o começo desse trecho. A semelhança da coreografia e da música do bailado Proust coa dança Ky, interpretada por meus personagens Ansata e Nysio Degan, é proposital; não, um plágio: a coreografia traçada por mim no texto de Géa, movimento por movimento, supera a desse bailado, bem como os efeitos especiais (por exemplo, o do pano caindo na cena final e, em vez de ficar no chão, de súbito se eleva e voa por uma abertura para fora do Laboratório) transcendem os dele, e de propósito, surpreendem o espectador, pois este esperaria aparecerem ou terminarem como no bailado Proust. Exatamente para evidenciar o propósito de assemelhar a dança Ky ao bailado Proust, superando-o, compus o nome de meu personagem Nysio Degan (o bailarino da dança Ky) a partir do nome do bailarino terráqueo “de verdade” o qual costuma bailar Proust com Natalia (Natasha) Makarova (ver). Deixo o nome desse bailarino a Você, para o prazer de descobri-lo. A composição do nome de Nysio Degan é, também, minha sincera homenagem ao insigne bailarino do mundo real. Já a semelhança dos nomes Natasha e Ansata, como afirmo no verbete “Natalia (Natasha) Makarova”, não foi proposital: só a descobri bem mais tarde. A história da dança Ky é completamente diferente da história do balé Proust, contém outras alegorias apreciadas pelos amantes da Dança, bem como várias idéias novas e originais - o texto de Géa está aí, para ser relido e comprovar -, mas ambos têm em comum o domínio do bailarino sobre a bailarina, bem como os passos de balé; afinal, como no caratê, os movimentos são aqueles possíveis (e mesmo alguns quase impossíveis) aos seres humanos e semelhantes aos humanos, como é o caso de Nysio Degan, um terráqueo, e de Ansata, uma geóctone, a mesma Ky, filha de Clausar. Quem ainda duvidar de minha capacidade para criar bailados, leia, por favor, com atenção, o capítulo “Eu sou Ky...”. Os melhores compositores musicais, os coreógrafos e os cenógrafos estão convidados a criarem sua parte e a tornarem física a realidade literária do balé Ky, caso encontrem bailarina à altura de Ansata, e bailarino feito Nysio Degan... Nesses futuros trabalhos, a menção ao escrito Géa é, evidente e amodestamente, indispensável! Ver “amodesto” no GG."

Os links no texto acima não existem no Livro Treze; acrescentei-os a esta página para relacioná-la a outras deste site.

- CCDB 04-09-2008

Veja mais uma "coincidência" entre a minha obra e as novelas "Os Mutantes - Caminhos do Coração" e "Promessas de Amor"...

 

Baixar grátis os capítulos "ANSATA" E "NU", da obra Géa - (PDF 349KB - © CCDB 2009)