CCDBESTA PÁGINA E ESTE SITE

Por favor, leia este texto inteiro; sim? Esta página é uma das mais visitadas deste site. Tal como tudo mais neste site, esta página só está aqui para lhe convidar a conhecer e ler os livros de minha autoria em CCDB Livros, seção deste mesmo site. O próprio site é sustentado pela compra de tempo de leitura de quem me honra ao ler em CCDB Livros - se CCDB Livros não existisse, também não haveria este site e você não teria ao seu dispor o que ele oferece para baixar de graça: poesia, animação, músicas, filmes, arquivos, amostras, milhares de ilustrações, segurança, velocidade VPS e muito mais. Se gostar desta página, não se esqueça de visitar CCDB Livros, onde verá completa, objetiva e fácil exposição sobre como ler, inclusive filmes curtos com demonstrações simplíssimas de entender e lembrar. Só em CCDB Livros se podem ler os livros que escrevi. Esses livros ultrapassam tudo quanto criei antes, na vida de artesão, músico, articulista e técnico em eletrônica - o que inclui as Guitarras de Ouro, as Caixas Acústicas, os Aparelhos de Áudio, os Mutantes e qualquer outra coisa pela qual você creia conhecer-me. A sonoridade de “Géa” supera a das Guitarras de Ouro! Se achar que mereço ser conhecido de verdade; se ler, gostar, quiser promover o Brasil e o nosso idioma, divulgue CCDB Livros e a obra! Na leitura ecológica ® não se matam árvores para ler on-line. Os livros se abrem de imediato, não é preciso baixá-los nem ocupar espaço em seu computador. O dicionário Livro Treze on-line, exclusivo de “Géa”, é fruto de vários anos de meu trabalho em tempo integral e contém mais de trinta mil verbetes - o léxicon em “Géa” é o dobro do de William Shakespeare em toda a sua obra e seis vezes o de Camões em “Os Lusíadas” - e não é “só” por isso que “Géa” excele! Para criar as duas primeiras Guitarras de Ouro trabalhei oito meses; para criar “Géa”, oito anos. Para o Livro Treze de “Géa”, mais cinco anos. No total da obra e sua divulgação, várias décadas. Peço-lhe! Valorize o trabalho de um brasileiro! Leia!!!

- CCDB 16-02-2013

 

NEM PLÁGIO NEM COINCIDÊNCIA

Primeira Página no Google!

Assim como Você gosta poesia?, esta vem sendo a página mais visitada deste site;
recebe freqüentes acréscimos e atualizações. Se já a leu, convém reler!

Use o botão "refresh" do seu browser pra ver as últimas novidades. Nem sempre o browser atualiza automaticamente uma página. Ocorrem situações em que só apagando os arquivos temporários de Internet (via menu de seu browser em Ferramentas > Opções de Internet) uma página é apresentada com toda a atualização. Certifique-se!

Para voltar ao mesmo ponto desta página depois de clicar num link use a seta do browser.


Géa já estava escrita há vários anos; e mesmo os três levados por mim, o autor, em sua correção tinham transcorrido. Estava registrada na Biblioteca Nacional, com o título e o sumário de nomes dos capítulos desde 27-09-1996, se não considerarmos a minha série de artigos publicada desde 1977 na Nova Eletrônica - EDITELE, onde as personagens e o nome Géa apareceram pela vez primeira (mas cuja saga começara lá no passado distante, quando, aos oito anos de idade e além, eu criava e contava as fábulas do Mundo dos Feiticeiros a meus irmãos Arnaldo e Sérgio), e registrada antes disso em tal biblioteca. No Livro Treze encontram-se as datas do avanço da correção do texto da história e da elaboração do Glossário e Dicionário. Géa foi novamente registrada na Biblioteca Nacional em 06-08-2002, depois da correção.

Histórico e dados completos sobre as datas dos registros de Géa e dos outros livros de minha autoria

As primeiras personagens aparecidas na revista Nova Eletrônica foram: Ra-El, Ardo, Clausar, o grupo musical Atlantes, Sérias e a bebida so-ma, na página 37 do número 82 - dezembro 1983. A primeira citação do planeta Géa está na página 41. A personagem Gia aparece pouco mais tarde.

No início de outubro de 2002, eu acabara de enviar a mais de duzentos editores a Primeira Apresentação de Géa (que, é claro, inda não incluía este arquivo), quando fui contar a um deles, pelo telefone, algo sobre as corridas de motoquadrigas de Umalfa, um episódio de Géa, o qual, aliás, tem de mais importante o estilo literário e, um pouco menos, o tema, conquanto este seja eletrizantíssimo.

Esse editor cortou-me a narrativa para perguntar se eu havia assistido "A Ameaça Fantasma (The Phantom Menace)", quarto filme da série "Starwars", lançado recentemente e bem depois dos três primeiros.

Não havia. Juro por Géa!

Fiquei curioso, aluguei a fita desse filme e assisti a ele pela prima vez. No filme, há importantes semelhanças entre a corrida de pods e a de motoquadrigas em Umalfa (embora eu prefira muito esta última, descrita em Géa). Há também blindagens e esferas as quais se parecem com o fotofrátax e os Globos Ventosas de Penta, do escrito Géa. Por último, no fim do filme, há um globo símil à Mensfera, outro item de Géa.

Um de meus maiores cuidados, fruto de convicção e de minha maneira de ser, foi o de jamais plagiar: Géa não contém um plágio sequer. Aliás, há outras situações onde passagens de Géa semelham as de filmes e até de comerciais da televisão, todos lançados depois de eu ter escrito Géa, ou, ao menos, desconhecidos para mim até Géa estar terminada. Incluí no início do Livro Treze a indicação de alguns desses casos - e, já depois de o ter escrito e registrado, tive de acrescentar mais uma, sobre o filme "A Ameaça Fantasma".

Quem ler Géa sentirá e conhecerá pelo uso da razão a minha sinceridade. Uma obra desse vulto e propósito não necessita de mentiras e plágios, e Géa não os tem. Até se tivesse, essa coisa abominável não ofuscaria o mérito da mensagem nem lhe roubaria o estilo, o qual se perenizará, mesmo quando se obsoletarem (se isso for possível...) as idéias contidas na obra.

Leia o capítulo "Longas Plumas Azuis" de Géa, note-lhe o estilo supremo e compare a semelhança com a corrida de pods de "A Ameaça Fantasma". E não olvide "Ben Hur"; esse sim, escrito antes. Nem a Ilíada e A Eneida, bem antes ainda de todos eles, onde corridas mui parecidas são genialmente narradas por Homero e Vergílio.

Eis, então, algo interessante para pensarmos; Você, editor; Você, Leitora, Leitor; e eu: se não é plágio nem coincidência, qual coisa seria?

Uma possibilidade fortíssima é estarem as mentes de todos os homens ligadas dalguma forma, no plano mens e na Géa, como conto em Géa. Assim, os autores dessas outras obras e eu estaríamos interligados e visualizamos coisas semelhantes. Mas não, iguais.

Cláudio César Dias Baptista - CCDB

Você pode ler Géa agora mesmo em CCDB Livros!
Veja como: demo com filme de compra de tempo e leitura - assista ou baixe ao seu computador os filmes demo!



Nota interessante sobre José de Alencar e Edgar Rice Burroughs

Considerações sobre plágios são sempre perigosas. Não bastaria afirmar que José de Alencar viveu em corpo físico de 1829 a 1887 e publicou "O Guarani" em 1857; que Edgar Rice Burroughs viveu em corpo físico de 1875 a 1950 e publicou "Tarzan of the apes" num magazine em 1912 e num livro em 1914; que as similitudes nas duas personagens de ambas as obras, nos ambientes e mesmo nas peripécias (tesouro enterrado, lutas com animais, dedicação à amada, combate a malfeitores, espirituosidade às ocultas e tal); e ainda convidar Você a ler ou reler ambos os livros, para garantir que Burroughs plagiou Alencar. Teriam os dois se estribado em obra mais antiga? Estaria o tema no ar nessa época, feito subiram os aviões de Alberto Santos-Dumont e catapultaram-se os de Orville e Wilbur Wright? Seria aquela ligação das psiques supracitada? Não sei. Só sei que "O Guarani" e "Tarzan of the apes" são obras admiráveis e adoro lê-las e relê-las, a bordo de uma nave inventada no planeta Géa. - CCDB.


Se Você veio da página Se não acredita ler sobre a série Tarzan (no parágrafo acima), pode voltar ao mesmo ponto da leitura, clicando AQUI!

Mais semelhanças em Géa

Quem ler o encantador capítulo "Selvespessa"; ao ver Únia e o cenário, lembrar-se-á da Ceci de José de Alencar e da Jane de Edgar Rice Burroughs, máxime se assistiu ao filme com Bo Derek no papel da segunda loura. Não saberá, entanto, que só vi esse filme depois de escrever Géa, embora tenha lido "O Guarani" e "Tarzan of the apes" ("Tarzan, o filho das selvas") em criança. E alguém recordaria  "Sheena", coa magnífica Tanya Roberts, melhor que todos os tarzans em seu papel dela. Minha Leitora, meu Leitor, pasmaria, contudo, se cogitasse de leve: "- Houve uma Únia na vida de CCDB?!? Existiu e existe uma Selvespessa cá mesmo no Brasil?". E eu responderia, emocionado, levantando a pontinha do véu: "- Houve, existiu e existe! para minha extrema fortuna, delícia e glória. E não apenas Únia, que não mais contemplei: moro com minha Gia, acima de todas as Únias, e tenho com ela o meu ! Porém Ky... ah! essa, nunca: ela é tão-somente a alegoria que representa a obra Géa.".


Se Você veio da página Resenha e público-alvo para ver a nota sobre Únia, pode voltar ao mesmo ponto da leitura, clicando AQUI!

Mais coincidências

Além da coincidência, já citada neste site, de, um ano depois de Géa ter sido enviada a editores para análise, aparecer um comercial dos Correios onde o estafeta entra em meio a plena maratona e vai passando os maratonistas (feito Clausar atrás de Ansata...); inda mais recentemente apareceu um anúncio da Força Aérea Brasileira, onde um garoto lança um avião de papel que se transforma em caça da FAB. A invenção do aeroplano a partir de um avião de papel é narrada em Géa, na qual Ars, o maior poeta de certo planeta, incompreendido pelo povo empós cantar sua ode, lança de um rochedo sobre o oceano ao ar aviões de papel que faz coas páginas de sua obra-prima, a melhor poesia de todos os tempos. Depois, frustradíssimo, Ars se atira do alto às ondas e é levado por elas, morto entre as espumas. Agora, sim, ele é aclamado pelo povo; não, como o maior poeta de todos os tempos; sim, como o inventor do avião...

Se Você veio da página Resenha e público-alvo para ver a coincidência sobre a maratona, pode voltar ao mesmo ponto da leitura, clicando AQUI!


Outra!

Acabo de assistir, como raramente faço e per (sic) coincidência (...), a um capítulo duma novela passada ontem à noite na Rede Globo. E não deu outra: ei-la, a outra coincidência, um ano depois de eu ter remetido cópias eletrônicas do escrito Géa a vários editores e mais de um ano empós estar registrada na Biblioteca Nacional: quem ler a passagem trágica da contenção de Ardo por seu irmão Clausar, Badiú Maboa e um psiquiatra geóctone, inclusive até o ponto onde, ao som da "brilhiquena" (sereia), Ardo é levado de "robolância" (a ambulância guiada por robô, do planeta Géa) ao hospital psiquiátrico de lá, cogitará seriamente na teoria da mente universal, onde todas as mentes se unem...

CCDB - 08-10-2003


Até o Teorema de Clausar!

Não bastou a cena da novela, parecidíssima com a da contenção de Ardo: hoje de manhã tive o prazer de assistir a uma entrevista no jornal da Rede Globo, onde se falava na mais recente "descoberta" dos cientistas terráqueos: o Universo finito repetitivo, contido num dodecaedro, formado por pentágonos (ah! se os pêntios soubessem...). Aliás, tinha de ser doze o número de faces, para alegria dos místicos e dos autores de coleções de doze livros mais um... Não só Clausar expôs seu teorema sobre o universo repetitivo, fractálico, infinito e concomitantemente finito: eu próprio, cursando o Mackenzie na juventude, apresentei o mesmíssimo Teorema de Clausar (na época, Teorema de Cláudio) durante a aula do professor "Gugu", perante os alunos... e o mestre nada entendeu, tendo citado Einstein para contradizer-me! Aqueles dos meus colegas de então que se recordarem do fato poderão enviar confirmações ao meu endereço de contato . Não só o Teorema de Clausar é tangenciado pelos cientistas da Terra, mas também certa passagem de Géa, onde o bio ensina a "Teoria de Bubble" a e Tóxia, sobre o reflexo do Universo em si próprio além de certa distância. Leia Géa e confirmará mais essoutra "coincidência"!

O Teorema de Clausar NÃO é a antiga idéia dos universos repetitivos, já vista em livros e filmes de ficção, a qual não trazia explicações plausíveis. O Teorema de Clausar EXPLICA de um jeito irrefutável a obrigatoriedade dessa repetição, desde que o Universo seja infinito; mas existe (descrita abaixo) a possibilidade não imaginada té agora de ser infinito e finito; nesse caso, o teorema é a expressão irrefutável da Verdade. Eis um resumo facilitado da demonstração desse teorema, sem pretensões de fidelidade às regras da matemática:

O Universo é infinito (há teorias inda hoje contraditórias que o dizem finito, e outras que o descrevem como infinito. Os cientistas e os filósofos da Terra não estão certos de uma ou de outra coisa; mas nenhum cogitou de substituir o "ou" por "e").

Não existe uma estrela, que é a maior concentração de matéria num só corpo celeste, dentro da qual estejamos. Isso vale para qualquer outro corpo que a ciência prefira considerar "maior", comparado a estrelas, mas não vale para galáxias, que não são um só corpo; sim, um conjunto deles, entre os quais há espaço "vazio".

Portanto, as estrelas e os corpos celestes não ultrapassam um certo tamanho.

Os elementos que compõem a matéria são os mesmos em todo o Universo.

Há um número limitado desses elementos.

Logo, sendo as estrelas, os planetas, os minerais, os vegetais, os animais e todas as formas de matéria compostos desses elementos, e havendo limite ao tamanho das estrelas e dos outros corpos celestes, necessariamente ocorrerá uma repetição de combinações desses elementos, que resultará, na sua forma simples, em uma repetição de moléculas iguais. Essas moléculas, por sua vez, se repetirão em suas combinações, forçando a repetição dos corpos que compõem. Prosseguindo nesse raciocínio, corpos cada vez mais complexos repetir-se-ão ao longo do infinito espaço, ao mesmo tempo, até que todo um planeta se repita exatamente igual, havendo também repetições quase iguais, e em muito maior número. Não só um planeta e uma estrela; os habitantes dos planetas também se repetirão. E os conjuntos de corpos celestes, como o sistema solar, e mesmo a Via Láctea, chegarão a repetirem-se. O próprio Universo conhecido pelo alcance limitado e mesmo pela teoria dos cientistas terráqueos acabará se repetindo. E o padrão dessas repetições semelhará, se deveras não for, um fractal.

Uma questão surge nesse ponto: seriam as repetições exatas os mesmos objetos? os mesmos lugares? as mesmas pessoas? as mesmas almas?

E outra questão ainda! O universo pode ser infinito E finito ao mesmo tempo. Infinito, se considerarmos cada repetição como uma "continuidade do continuum", um prolongamento do espaço em certa direção, e cada repetição, mesmo se exata, não for a mesma coisa que a(s) sua(s) réplica(s). Porém finito, se considerarmos cada repetição como a mesma coisa, o mesmo lugar donde teríamos saído, até encontrarmos a repetição exata. Neste caso, rumando num universo "infinito", e sem descrevermos uma curva (...), chegaríamos ao mesmo lugar, ao toparmos a repetição exata. Para resolver tal paradoxo, só mesmo quando os homens alcançarem aquilo que para Clausar é conhecimento velho: o plano mens, e depois, por trás deste, a própria Géa, essência mais íntima de tudo.

E mais outra questão: ao longo do tempo, quando num par ou mais de repetições, uma partícula sequer, ou algo mais complexo como um organismo, alterar sua posição e ação relativamente às partículas ou organismos das outras repetições, estar-se-á criando algo? as repetições que "seriam as mesmas coisas" deixarão de sê-las, tornando-se coisas distintas?

As respostas iniciais às questões acima transcendem a simples lógica, a filosofia hodierna, e por enquanto, na Terra, precisam ser obtidas pela experiência mística, que mostra ao Iluminado (que se mantenha com um pé atrás...) diretamente a Verdade. O futuro permitirá então à ciência e à tecnologia terrestres comprovarem tal Verdade, bem como originará uma lógica mais flexível e vasta. O capítulo "A visita de Terrar", no Livro Primeiro de Géa, acrescenta uma alegoria do Cosmo assaz útil para a introdução dessa lógica.

Tudo isso e MUITO mais é apresentado em Géa, a obra suprema.

Se você veio para este subtítulo a partir da página "Melhor que o resto do site (também chamada "Prefácio de Sergio Sacco)", pode voltar a ela clicando AQUI!

Se você veio para este subtítulo a partir da página "Outra abordagem", pode voltar a ela clicando AQUI!

CCDB - 08-10-2003

Mais sobre Einstein

Ainda Einstein

Conversação entre mim e Marcio H. Saracuza sobre o Teorema de Clausar, com link para PDF com teorias de Universos Paralelos - CCDB - 26-02-2009


Coincidem as faces...

As capas dos livros de Géa já haviam passado pela Internet (...) rumo a certa editora que estudava publicá-la e a alguns amigos de confiança. Isso inclui a capa do Livro Segundo (Kys), onde se vê a ilustração da metamorfose de Jesus em Nefertiti, simbolizada pelas metades das duas faces, uma à esquerda, outra à direita, fundindo-se numa só. Passado não muito tempo, eis que surge na televisão um comercial onde o mesmo efeito é obtido, unindo-se metades de faces de fera com criança, de criança negra com branca e tal. Mais outra coincidente coincidência...


A aranha armadeira!

Anos atrás, nos tempos da revista Nova Eletrônica, morei no alto da Serra da Cantareira, onde quase toda tardinha me deparava em casa com uma Phoneutria Nigriventer, cujo nome significa "Feroz Matadora de Barriga Negra". Era a famigerada porém magnífica aranha "armadeira", que eu capturava, estudava e doava ao instituto o qual produzia o soro contra o seu veneno, às vezes letal para os humanos. Em 1997 mudei-me para os arredores duma cidade junto ao mar, no Rio de Janeiro, onde vivo até hoje (2004). Desde que moro aqui, nunca apareceu uma armadeira; e eu via que assaz rareavam nesta região, onde a espécie é Phoneutria Ochracea (Feroz Matadora de cor Ocra). Nem bem instalei neste site a quinta ilustração da Opção 3 do Livro Oitavo de Géa (onde Ky, filha de Clausar, dança com uma aranha armadeira na Serra da Cantareira), eis que, na manhã seguinte, fui brindado coa perigosa visita de uma Phoneutria Ocrhacea! Ela está aqui agorinha mesmo, bem instalada e alimentada num vidro; e gostaria de doá-la ao devido instituto de pesquisas (cuja manifestação solicito), porquanto a lei não me permite ficar com o monstrinho em casa - e não quero soltá-la, pondo vidas humanas em risco. Temos, portanto, mais uma "coincidência significativa", daquelas mesmas cogitadas por Jung e filósofos orientais, quando pensavam sobre relações diferentes das de causa e efeito entre os acontecimentos no Cosmos: sete anos (conta de mentiroso mas verdadeira neste caso) sem armadeira alguma; e ela me visita, "em pessoa", justo quando a ponho em evidência no site. Se você quiser saber algo mais a respeito desse tema fascinante, um passo além de Jung, leia o Teorema de Clausar e a Lei da Biorrelatividade na magna obra Géa!

Se veio para este ponto da leitura a partir da ilustração de Ky dançando com a armadeira, pode voltar para o mesmo lugar, clicando AQUI!

Se veio para este ponto da leitura a partir da página "A soltura da armadeira", pode voltar para essa página clicando AQUI!

Mais uma "coincidência" com nossas amigas aranhas?


Total Recall

Um amigo meu acaba de apontar, numa de suas mensagens de Junho de 2004, mais uma coincidência significativa, que há entre o "robocar" de Géa e os "táxis dirigidos por robôs", vistos no filme "Total Recall", estrelado por Arnold Schwarzenegger. É sempre bom lembrar que, muitos anos antes de esse filme surgir, já estavam os "robocars" nas páginas da revista Nova Eletrônica, dentro dos artigos de minha autoria.

CCDB 22-06-04


Montanhas de Cristal

Também é interessante a coincidência de, vários anos depois de Géa estar escrita, registrada na Biblioteca Nacional, dada como brinde a amigos e para análise a vários editores, bem como de este site apresentar a fotografia das Montanhas de Cristal, citadas na magna obra, aparecer na letra da canção, tema da novela da Rede Globo denominada "Cabocla", a menção a "Montanha de Cristal".

CCDB 12-07-04


Duas calcinhas!

Quem leu ou está lendo Géa sabe que a magnífica Gia costuma usar, uma por cima da outra, duas "suminhas", que são calcinhas em sua língua. Gia faz isso porque tem algum medo escondido desde a infância. É mais uma coincidência, vários anos depois de Géa estar escrita, registrada na Biblioteca Nacional, dada como brinde a amigos e para análise a vários editores, eu ter assistido há poucos dias, num programa da Rede Bandeirantes, à apresentação de um desfile de calcinhas... usadas igualzinho Gia as veste.

CCDB 12-07-04


Até James Bond!...

Durante uma pausa no trabalho de ilustração do Livro Onze de Géa - "O Desrelacionador", enquanto meu filho Rafael extraía uns dados do micro onde as crio, assisti pela televisão à abertura do filme "007 - O Amanhã Nunca Morre" - apenas à abertura, pois logo o trabalho de Rá terminou e retornei ao micro. Nessa abertura, aparece na pele de mulheres nuas o mesmo efeito que inventei, ao escrever o texto de Géa (muitos anos antes de tal filme ser rodado), para o traje do bio (o mesmo bio-computador chamado Posenk nos livros finais de Géa). Esse efeito também se encontra nas ilustrações dos livros precedentes ao Livro Onze de Géa Ilustrada, registradas na Biblioteca Nacional - por exemplo, nesta.

CCDB 15-08-04
Agente Galáctico 0,07
Parágrafo ampliado por CCDB em 29-03-2008
 

O Abrigo

Em 02-09-04 meu amigo Mário Pacheco me sugeriu que lesse o conto "O Abrigo", de meu irmão do meio, o querido Arnaldo (Dias) Baptista. Esse conto está no magnífico site de Mário, (endereço retirado, porque o site está fora do ar). Como eu nunca lera tal escrito e não sabia do Arnaldo contista, entrei no site do Mário, baixei o conto a meu computador e o li, com intenso prazer. O trabalho é o Arnaldo mesmo e genial. Breve, igual soem os contos, soa semelhante à obra Géa. Segundo o site de Mário, "O Abrigo" foi registrado em 1980. Quero lembrar que Géa se iniciou na revista Nova Eletrônica, numa série de artigos CCDB que publiquei desde 1977; que as minhas personagens ali surdiram caracterizadas como tal em 1983; mas que de longa data eu preparava isso, porquanto - não só atávica, genética, mas cósmica - a idéia me vinha, mui longe, dantes desta encarnação. Se nos ativermos a esta existência; meu irmão caçula, Sérgio Dias (Baptista) poderá confirmar, a quem lhe pergunte, que eu contava a ele, quando os três irmãos éramos crianças, a história de minha invenção chamada "O Mundo dos Feiticeiros", da qual Arnaldo estava muito bem informado desde pequeno. Essa história já se parecia com a de Géa, de cujo embrião fez parte. Aliás, no escrito Géa, há uma aventura de Clausar e Sérias em enkinhos (crianças) que menciona o Mundo dos Feiticeiros. Isso é recontado (em inglês) no livro de minha autoria, "We, Mutantes". Quero afirmar: nem Arnaldo nem eu nos "entreplagiamos". Quaisquer parecenças em nossos escritos dever-se-ão àquele tipo de coincidência (ou "sincronicidade", qual diriam os orientais e depois Jung) tratado nesta página, se não considerarmos o convívio em crianças, a consangüinidade e a aventura lisérgica, a tornarem-me uma só pessoa com Arnaldo e Sérgio.


O Sexto Sentido

Escrevi o capítulo "Ali... no canto escuro!..." (e você me honrará se o ler no Livro Segundo de Géa) muitos anos antes de assistir, pela vez primeira, ao filme "O Sexto Sentido", com Bruce Willys e outros artistas; entre estes, um menino talvez melhor, ao pé de Willys. Em "Ali... no canto escuro!...", o pré-adolescente , filho de Clausar, recebe o Ky (a Alma, o "espírito") do terrível aracnopólipo Octopodeimos, morto por Clausar, que vem pedir ajuda ao enkinho (menino geóctone; no caso, Rá), o que só consegue depois de lhe picar (sem querer e não querendo...) o "corpo-Ky" em pedaços e quase o matar. Com tal experiência, Rá, antes aterrorizado, torna-se mais poderoso e calmo. Você pode ler uma cena (a essa altura, já divertidíssima) desse episódio no texto que sublinha uma das ilustrações de "Géa Ilustrada", expostas neste sítio. Não vou contar qual é a ilustração nem fazer link direto daqui até ela, pra que você a procure entre todas - se não se zangar comigo e desistir... Desde já afirmo que não é uma das ilustrações às quais os links neste parágrafo o endereçam.

CCDB 10-10-04


Loucas lágrimas que gelam

Escrevi há vários anos, no Livro Doze de Géa, passagem onde Gia roga pela salvação de Clausar e recebe a própria Beldite, sua deusa, na congelada nave de Terrar, a frase "e as lágrimas rolam e gelam". Há poucos dias assisti pela primeira vez a um filme onde uma lágrima congela na face de alguém, imerso num ambiente gélido. Porém não nego que, em criança, vi algo parecido congelar-se na pontinha do bico de Woody Woodpecker, o Pica-pau, de Walter Lantz, nem que "- Dizem que sou louco...", início da imortal "Balada do Louco" de meu querido irmão Arnaldo difira de "- Everybody says I'm crazy", começo da canção que o mesmo Pica-pau cantava e se nos gravava, indelével, nos corações infantis. Nesse caso, seríamos ambos, Arnaldo e eu, plagiadores de Woodpecker, de Lantz? Ou aprendemos com ele a cantar, a chorar e a enlouquecermos? Você decide, Leitora, Leitor, e quem sabe cante e chore e varra lágrimas geladas por todos nós, enceradeiramente loucos...

CCDB 12-10-2004 - este parágrafo foi escrito bem antes de, recentemente, Arnaldo tocar ao piano a supracitada canção de Woody (logo em seqüência com Balada do Louco...) no documentário curta-metragem de Isabella Monteiro - Canal Brasil sobre sua vida, do qual a autora gentilmente me presenteou um exemplar em DVD. Outra coincidência? ou Arnaldo ter-me-á honrado coa leitura desta página... - nota CCDB de 03-02-2008


Filmes "O Sexto Dia" e "Ultraviolet"

Escrevi na suprema obra, e registrei há muitos anos na Biblioteca Nacional, a história da menina terráquea Talia, com sua pele alva feito a neve, seus olhos azuis como só o céu de São Paulo despoluído, seu cabelo negro qual* buracos negros. Escrevi também na obra superna e registrei a história da bio-computadora bia, mais tarde Bia com inicial maiúscula e com o nome de Ormasde, o qual ganhou de seu dono, o terráqueo Terrar, ao adquirir vida. Bia acabou casando-se com Terrar. A bia desde cedo, antes de viver e logo nos primeiros livros de Géa - vide capítulo Apogeose -, já se vestia de novos trajes virtuais a cada minuto, igual um desfile de modas ambulante, muitos anos antes de ser rodado o filme "O Sexto Dia", estrelado por Arnold Schwarzenegger, de eu assistir a ele pela televisão e de episódio similar surgir noutros filmes. Em "O Sexto Dia" há certo clone também chamado Talia e com o mesmo colorido da minha menina, conquanto o clone seja bem mais idoso. Há nesse filme outrossim um ente virtual feminino que troca de roupa a cada instante, o qual é a companheira de certo personagem humano.

CCDB 18-10-2004

No filme "Ultraviolet", (2006), dirigido por Kurt Wimmer, ao qual assisti pela vez primeira faz poucos dias, a personagem principal também tem trajes que mudam de cor.

CCDB 18-06-2011

*de quando em quando algum "entendido" em nosso vernáculo resolve me insinuar, em seus doutíssimos e-mails, que eu deveria escrever "quais" em casos como o seguido do asterisco, neste parágrafo. Que me dizem, então, deste extrato (em cor castanha, logo abaixo) do verbete "qual" do Dicionário Aurélio Eletrônico (no caso, o Dicionário Aurélio Eletrônico, Versão “V.1A” de Dezembro 1994, adquirida legalmente por mim com o número de série: 7144895 - e verificado por um amigo na versão 3.0 Século XXI) ?

"Conj.
4. Como; assim como; tal qual: "Retida em casa, D. Ana, / Qual num cárcere, vivia" (Raimundo Correia, Poesias, p. 183); "Nossas roupas comuns dependuradas / Na corda, qual bandeiras agitadas, / Pareciam um estranho festival" (Orestes Barbosa, Chão de Estrelas, p. 275).
"

Estaria Orestes Barbosa tão errado quanto eu ao compor Chão de Estrelas? (...) Muito certo do que grafo, utilizo de cabo a rabo em meus livros escritos em português** as (aqui conjunções e, portanto, invariáveis) palavras "qual", "feito" e "igual" em lugar de "como", evitando a insonora repetição, que incomoda.... - CCDB 03-02-2008

** escrevi um em inglês


A Grande Coincidência

Conheça a Grande Coincidência, clicando AQUI!


As aventuras do Barão de Munchausen

Nota: se você clicar nos links deste subtítulo, use o botão "voltar" do browser para retornar a este mesmo ponto - pois não há links nas páginas aonde será remetido, para voltar aqui.

Assisti pela televisão ao filme "As aventuras do Barão de Munchausen" dia 25-04-93, portanto, antes, sim, de escrever Géa, e inclusive de escrever O Poema de Ars, que consta de Géa e descreve uma cena símil à que se vê no filme, a da mão de um navegante roçando a superfície do mar. Também nesse filme há outra semelhança com O Poema de Ars, que é os heróis atravessarem o planeta e saírem no mar do outro lado do mundo, pois os navegantes, no Poema de Ars, se dão as mãos através da Terra. Aliás, eu já conhecia o Barão de leituras em criança, pelo Tesouro da Juventude. Porém, o que me motivou a escrever o Poema de Ars, mesmo aceitando as semelhanças, foi a leitura de A Eneida, que fiz depois de escrever Géa, mas antes de revisar esta obra, revisão essa que durou três anos de trabalho em tempo integral. Uma das poucas coisas que acrescentei a Géa depois de ler A Eneida, além dos adjetivos e palavras nobres colhidas na tradução de Vergílio para o português, foi O Poema de Ars. E o fiz talvez por motivo igual ao do autor do livro donde saiu o filme As Aventuras do Barão de Munchausen: parodiar Vergílio, brincando de o querer superar, porque este magno vate nos mostra o fundo do mar, e a terra sob este, na imorredoura cena da tempestade - então resolvi mostrar mais fundo, o outro lado do mar, atravessando a Terra. A importância disso tudo se apequena ao pé do que me veio à mente, já a sério: a amizade. A amizade que fez dois amigos se darem as mãos através do planeta; e, não, o mero "efeito especial" de ultrapassar a "profundidade" de Vergílio. A ode à amizade me fez achar que valia a pena passar por plagiador para alguns e escrever O Poema de Ars, inclusive porque essa idéia é nova e em nada se parece com o trabalho de Vergílio e tal. E não menos importante foi descrever a cena onde essa poesia aparece, que você pode conhecer neste site, clicando AQUI. A última coisa que eu imaginaria ao escrever O Poema de Ars foi tornar-me letrista, o que acaba de acontecer, desde o instante em que Bruno Tavares criou "Uma canção para Ars", cuja partitura você pode ler, clicando AQUI. Logo na página dois do escrito Géa, escrevi o seguinte: "7 - Você está para ler, ou não ler, um trabalho original. Se errei ao concebê-lo, foi por orgulhar-me de meu labor, ser avesso a plágios e esquivar-me destes, mas jamais me desviar do objetivo, mesmo incluindo, se necessário, fatos similares a outros já ocorridos, sem perpetrar a vil antropofagia, hoje tão aceita.". É o caso de O Poema de Ars, assim como é o caso do ambiente onde apresento a dança chamada Ky, o qual acinte semelhei a outras obras tão a gosto dos coreógrafos e de quem adora a dança, feito eu. Isso está mui bem explicado no Livro Treze, que o convido a ler. Em tempo: este texto sobre As aventuras do Barão de Munchausen é iniciativa minha. Ninguém me apontou as supracitadas semelhanças para que eu precisasse responder aqui.

CCDB 22-10-04


Terminator 3

Assisti neste mês de outubro 2004 ao filme "Terminator 3" pela primeiríssima vez, num toca-DVD que meu filho experimentou empós adquirir mas devolveu à loja, porque tal aparelho só conseguiu funcionar com o primeiro DVD, e depois disso nenhum outro disco aceitou. Era de conhecida marca originária do Japão, e temos documentação da tentativa malograda de compra. Não dou aqui nem darei se me perguntarem informação sobre tal marca, porque um só aparelho defeituoso não é base segura para reprovar a marca; mas que o seu cartão de visitas ficou manchado para nós, ficou. Nesse filme vi o efeito especial que mostrava o ciborgue feminino chamado TX dobrando os membros ao contrário das juntas de um ser humano, enquanto lutava com o ciborgue T-101, representado por Arnold Schwarzenegger. No Livro Doze da obra superna, Géa, existe um diálogo de Clausar com Geárion, onde o primeiro imagina e diz que o segundo, quando personificava o Desrelacionador, poderia ter usado recursos ignóbeis durante a pugna, e explicita que um destes seria dobrar os membros ao contrário das juntas, para surpreendê-lo na luta. Isso eu escrevi há vários anos, não sei se antes ou depois de Terminator 3 ser concebido e rodado, porém absolutamente desconhecendo a cena do filme, ao qual inda não havia assistido e de que não vira trailers nem ouvira falar.

CCDB 16-11-04


O Fim dos Dias

Escrevi num dos livros de Géa a cena, que mais tarde ilustrei e cuja ilustração se encontra neste site, na qual Iulia e Cleona fundem seus psidos (corpos de realidade supravirtual) enquanto copulam com Terrar. Muitos anos depois de escrever isso, assisti ao filme "O Fim dos Dias" (que felizmente não o é dos Dias Baptista), estrelado por Arnold Schwarzenegger. Nesse filme vi a relação sexual do sujeito que estaria tomado pelo Demônio com duas mulheres, mãe e filha, cujos corpos se fundem pelas pernas.

CCDB 16-11-04


Marte Ataca

A cena cômica onde Clausar faz a Laranja absorver no ducto de ré uma explosão nuclear já estava escrita no Livro Primeiro da obra Géa desde 1994, muito antes de eu assistir pela primeira vez ao filme "Marte Ataca", onde cena similar, também cômica, aparece.


Buraco negro reboca uma estrela...

Meu amigo Marconi Ricciardi, aquele mesmo o qual serviu de modelo ao personagem e às ilustrações de Marhá Marardi, acaba de me informar e eu já conferi: no site do IG, seção "Ultimo Segundo", pode-se encontrar uma notícia da Agência EFE, das 22:35 horas de 08-02-2005, intitulada: "Buraco negro expulsa uma estrela da Via Láctea " e "subtitulada": "Astrônomos americanos do Observatório MMT em Tucson, no Arizona, descobriram que uma a estrela está sendo expulsa da Via Láctea por um buraco negro.". Ora! quem ler a obra suprema, Géa, e mesmo quem navegar cá neste site com atenção e contemplar as ilustrações que fiz para essa obra, encontrará Rá, o enkinho filho de Clausar e Gia, rebocando uma íria (estrela) com os buracos negros dos quais sua cosmonave, a Laranja, era dotada nessa parte da obra (mais tarde substituídos pelos mais poderosos Imaginátores). Com a matéria dessa estrela, Rá salvou outra, chamada Ro Bolinei, aquela derredor da qual gira o planeta Penta Ro Bolinei. Eis, portanto, mais uma "coincidência significativa" entre o conteúdo do escrito Géa e a realidade, embora Géa fosse escrita muitos anos antes de os pobres (desculpem...) astrônomos terráqueos descobrirem o fenômeno. Aliás, em Géa está previsto e contado justamente o espanto dos astrônomos quando, muito depois do salvamento de Ro e Penta, esse ato pudesse ser contemplado na Terra e noutros planetas, assim que a luz, com seu tardio moto, os (nos) alcançasse...

Leia o parágrafo acima numa página específica.

CCDB 13-02-05

Veja ilustração e texto de Géa sobre buracos negros a rebocarem írias (estrelas). - CCDB - 30-03-2008


Somos um só

Muito antes de minha primeiríssima leitura da Ilíada, de Homero; em 1994 DC, no Livro Primeiro de Géa, eu, cego perante o computador, escrevia isto:

"Preparamos o pouso.

De dentro da sombra, brota e cresce branco foco de Géon. Em meio à Lúmia, Rio de Luminância expande-se para nós como firmamento em Géa, abrindo os braços para receber mais um astro, a Laranja, entre as dezenas, agora centenas e logo milhares de géons, cada vez mais e mais perto, já a fugir para além dos limites da visão periférica nesta vertiginosa queda."

- onde "géon" significa "luz", no idioma teruzês do país Teruz, planeta Géa, e "Rio de Luminância" é o nome de certa metrópole. Note que comparo as luzes da cidade às estrelas do céu.

No Século IX AC, no final do Livro VIII da Ilíada, Homero, um cego, perante suas lembranças visuais, escrevia isto:

"......
Ante os fogos pernoitam, quando no éter
As formosas estrelas aparecem,
Grutas, serros e brenhas aclarando:
Abre-se imensa a região sidérea,
E o pastor em si folga: de Ílio em face
Iam-se tantos lumes acendendo
Entre o Xanto e os baixéis. De mil fogueiras
Homens cinqüenta a cada uma assistem.
Farro e espelta os corcéis comendo, esperam
A Aurora apoltronada em pulcro sólio."
  
- onde com "tantos lumes" o poeta compara as luzes das fogueiras às estrelas do céu.
Sim, somos um só. Três mil anos é nada, para uma espécie animal como a dos humanos.
 
Você quer um pouco mais de Homero? Então, clique AQUI!

- CCDB 18-02-05.

ADENDA: Desfrute mais um pouco desse tema, porquanto, no Livro Quarto de Géa, página 1008 da versão ilustrada, escrevi a frase aspeada abaixo, muito antes de ter lido Homero. Foi quando Tóxia esteve prestes a morrer, dando a gédia (vida) por seus amigos Rá e Terrar. Tóxia ia picar a esférula (espécie de circuito integrado) a qual controlava a tortura eletrônica que os aracnopólipos aplicavam nesses amigos. Ao picar tal esfera, Tóxia interromperia a tortura, à custa da própria vida. A telária da peçonha mortal (Tóxia) foi salva no último instante de ser eletrocutada, pois, com um ataque inesperado da Laranja, mui distante do recinto no qual se dava a tortura e sem desta saberem seus tripulantes, apagaram-se as luzes da Base Central do Núcleo do Orbe, onde Rá e Terrar eram prisioneiros dos militares aracnopólipos:

"Forte alarido dos batalhões se eleva; qual, na noite ofuscante da metrópole térrea, se falta energia, sobe a luz e o escuro desce, quando o céu amante recaptura os luminares, transformando ácidas lâmpadas em plácidas estrelas."

- CCDB 06-10-2008


O Asno de Ouro

Na obra perene de Lúcio Apuleio (~125 d.C. - 170 d.C.), "O Asno de Ouro", página 107, terceira edição de Clássicos de Bolso EDIOURO 31024, encontramos esta frase, dita por Lúcio, um moço que se transformou sem querer em asno ao passar a pomada errada (o resto você descobre no livro) e tentava livrar-se de uma condenação injusta: "...ficava sempre nesta única sílaba e repetia vociferando: 'Não, não' ". Apuleio é citado por Monteiro Lobato em "Os Doze Trabalhos de Hércules" - que li muitas vezes em criança; e várias, já adulto (se é que me tornei isso...) - e mesmo o asno em que Lúcio se transformou faz parte da história, como cavalgadura dos picapauzinhos. Mas Lobato não reproduz essa passagem do "Não, não".

Na obra Géa, Livro Primeiro, capítulo "No escuro da noite", escrito por mim uns dez anos antes de ler Apuleio, o elasto chamado Poder também tenta falar para livrar-se de uma condenação injusta, mas só consegue dizer: "Não! Não". Esse capítulo não está reproduzido neste site, nem mesmo aqui existem excertos dele, e também não lhe fiz ilustração alguma: é uma jóia que só se pode conhecer lendo Géa.

- CCDB 21-03-05


Fotofrátax?

O fotofrátax foi descrito na obra Géa em 1994, e esta, como informo no topo desta página, foi registrada com os títulos dos capítulos e parte do texto pela primeira vez em 27-09-1996. Ao consultar esta semana meu amigo e prefaciador de Géa, o engenheiro eletrônico Sergio Sacco a respeito de inventarem-se filmes inteligentes etaut (e/ou) obedientes para o controle da luz que penetra e sai de janelas preexistentes etaut novas, este me respondeu com o envio de certa matéria, de autoria de Paulo C. Nascimento, publicada no Jornal da Unicamp 168, de Campinas, em novembro de 2001, onde se expõem notícias sobre janelas assim, e principalmente do avanço desses nossos irmãos brasileiros em relação aos estrangeiros. Mesmo talvez evidente pelo texto acima, convém esclarecer que, até receber a referida mensagem de Sergio Sacco, eu jamais tivera notícias desse trabalho na Unicamp e também não do que se realiza no exterior para o desenvolvimento de tais janelas. Nem mesmo a idéia de janelas ou superfícies criadas com esse objetivo eu conhecia té hoje de outra fonte que não a minha, apresentada em Géa. Parabéns, pessoal da Unicamp!

Você pode saber mais sobre o fotofrátax lendo Géa, ou, um pouco menos, se clicar AQUI!

- CCDB 25-03-05

Algumas das mensagens de Sergio Sacco se acham na página Opiniões sobre Géa e Geínha - CCDB 03-02-2008


Júlio Verne

Géa já estava escrita e publicada em livros eletrônicos, quando, em 02-08-03, li pela primeira vez a segunda edição, de 1965, do livro "Viagem ao redor da Lua", que é a conjunção de dois outros de Júlio Verne, chamados "Da Terra à Lua" (com cortes) e "Ao Redor da Lua" (texto integral), realizada pela Editora Matos Peixoto, S.A. para sua "Coleção Júlio Verne". Na página 103, encontra-se o texto "....... a pontaria era feita adiante do alvo, como faz o caçador que aponta adiante da lebre que quer ferir.". Existe uma coincidência significativa entre esse texto e o de Géa, no qual, baseado exclusivamente em minha própria experiência de tiro, criei passagem semelhante. Você descobrirá qual é, se me der a honra de ler Géa!

- CCDB 17-04-05


E.T. de... H. G. Wells???

Géa já estava escrita quando li pela primeira vez "As Rodas do Acaso" e "A Máquina de Explorar o Tempo", traduções respectivas de "The Wheels of Chance" e "The Time Machine", de H. G. Wells, publicadas juntas num só volume em 1946 pela Editora Brasiliense Limitada, na coleção "A Marcha do Tempo". Ao filme "The Time Machine", eu já havia assistido na década de 60, mas nele não havia a passagem que ora descrevo (páginas 53 e 54 do referido volume, capítulo XII  "Os sonhos de Mr. Hoopdriver", onde os negritos são meus): "A gente atravessa o País dos Sonhos em maravilhosas bicicletas de sonho que se transformam e crescem; pedala-se por cima de agulhas de igrejas, escadas e precipícios; pende em horrível espectativa, por sobre cidades habitadas, buscando debalde um breque que a mão não consegue encontrar e que seja o único jeito de evitar uma queda de cabeça;...... - "Despertou, virou-se, viu a lua nova pela janela....." - ".....e então Mr. Hoopdriver percebeu que o outro homem de marrom era o inspetor e diferia de todos os outros inspetores por ser transparente e iluminado por dentro, como uma lanterna chinesa.". Será que é preciso relacionar a cena da bicicleta voando por cima das cidades com as bicicletas voadoras que se tornaram o símbolo de Spielberg com o filme "E.T"? Será necessário dizer que o personagem "E.T." é o homem "transparente e iluminado por dentro, como uma lanterna chinesa" de Wells? (...). Daí se pode concluir que Spielberg haja conscientemente, ou mesmo inconscientemente, plagiado Wells? E poder-se-ia afirmar que o espirituosíssimo "O causo (sic) da bicicleta", contado no CD "Trechos do show Trova, Prosa e Viola", por Geraldinho baseou-se nas aventuras de Mr. Hoopdriver, o personagem de Wells? Concluir-se-ia outrossim que o vôo (imaginário?) de Clausar em sua bigiróscopa (bicicleta do planeta Géa) foi tirado do vôo de E.T. ou do sonho de Mr. Hoopdriver? No caso de Clausar, meu personagem na obra Géa, esse vôo coincide com os que eu próprio fazia, em criança, lá pelos oito ou nove anos de idade, com minha vitoriosa bicicleta Monark bordô no declive de asfalto perfeito próximo à loja Sears Roebuck, na lendária Vila Pompéia (São Paulo - SP), quando nem o filme com a incomparável Weena, se não Yvette, fora sequer pensado pelo autor e Russell Garcia não lhe cogitara a fantástica música. E o vôo de Clausar ao espaço exterior, deixando no caminho um fio de télia (teia), trocando mais marchas do que a motocicleta possuía, já transformado no Kyenk, o Ky Único da espécie enkóide, teria alguma relação com a obra de Wells e a de Spielberg? Ou eu o teria descrito porque tive a glória de possuir e a infinita tristeza de despossuir uma incomparável motocicleta H. R. D. Vincent, a mesma que aparece em várias ilustrações deste site? Ou, ainda, seriam todas essas coincidências significativas mais um indício daquela possibilidade que menciono lá em cima nesta página, no último parágrafo do primeiro texto? Será a aventura lisérgica de Clausar, descrita na obra Géa, a reprodução da minha própria, ou de minha experiência mística posterior no Sanctum e sem o ácido; ou seria um plágio do homem "transparente e iluminado por dentro" de Wells, ou do E.T. de Spielberg? Você raciocina, ou intui, e chega a sua própria conclusão, querida, querido, Navegante deste site.

- CCDB 27-04-05.


Cidades Mortas

Os doze livros de texto de Géa já estavam escritos, e ia longe o meu trabalho no Livro Treze (Glossário e Dicionário), quando li pela primeira vez, começando em 10-10-2001, "Cidades Mortas", de Monteiro Lobato, Editora Brasiliense Limitada, 1951, quarta edição, em cujas páginas 92 e 93 encontra-se esta frase: "Seu dedo pontificial coleia riscos explicatórios.". Relendo hoje Cidades Mortas, lembrei-me do vôo da nave Laranja, narrado por mim na obra Géa, onde o movimento do dedo de Clausar (Livro Primeiro, escrito por mim em 1994) e mais tarde, noutro vôo, de seu filho Rá (Livro Segundo), é respectivamente "preciso como o benzer do Sumo Pontífice do Um" e "mais preciso comparado ao benzer do Sumo Pontífice do Um.". Note a mesma alegoria nos dois autores, onde um movimento digital preciso é comparado com o dos dedos pontificiais.

- CCDB 18-05-05


Mundo da Lua e Miscelânea

Eu não havia lido ainda obra nenhuma da série Literatura Geral de Monteiro Lobato e escrevi, no Livro Terceiro de Géa, página 601 da versão não-ilustrada, esta frase: ".....completam a dádiva dois tarraços replenos de espumífero leite recém-ordenhado de uberévea, uma árvore com tetas!". Alguns anos mais tarde, li pela primeira vez "Mundo da Lua e Miscelânea", da série supracitada, e encontrei, na página 257 da quarta edição, ano 1951, Editora Brasiliense Ltda., a seguinte sentença de Monteiro Lobato: ".....na ânsia de ordenhar as vacas vegetais produtoras de látex coagulável.".

- CCDB 23-06-05


Alceste e Marianinha

Escrevi na página 1005 da obra Géa, Livro Quinto, versão não-ilustrada, capítulo "Retira o véu!" o seguinte:

"Antes de alguém mais pronunciar palavra, suave ruído de pouso (igual o da Laranja, quando inda não tinha o quasar) entra pelas janelas abertas. Em trínticos, dois toques conhecidíssimos fretenem! O feliz ziziamento parte da trinócula, instalada de manhã. Testes à parte, eis o primeiro dedo a campainhar na nova casa!

- Terrar! - exclama Clausar. Sim, é o tridéltico.

- Oi, turma! O projeto da descarguinha... Meu Deus!!! - e o terráqueo prostra-se no chão, desmaiado. O bio acorre; o velho adianta-se e estende a destra. Sem géons ou efeitos especiais, Terrar abre olhos de acentos patéticos e assenta mudo onde está.

- Retorna! Desperta! Retira o véu! - ordena o velho ao vulto, na segunda pessoa (como em Géa se fala aos mortos, a quem vai morrer ou aos intimíssimos). No estato, a imagem do velho e o próprio ar, no contorno de sua figura, contraem-se, distorcidos. A imensa gravidade e o incomensurável tamanho, compactados naquele corpo físico, superam quasares e buracos negros. Tal como flutua a agulha, sustentada pela tensão da líqua, recurvando a superfície bidimensional aquosa, o espaço-ritmo retrai-se, bem junto à silhueta do velho: ele não parece subsistir ali; sim, acolá, fora do mundo.

O vulto move-se e, graciosamente, puxa o véu a o chão... e puxa-lhe, outrossim, a os poros de cimento duro, temperadoras lágrimas, aos borbotões, dos másculos olhos tridélticos. Clausar sente o peso das írias nos ombros e cai de joelhos. Gia corre para o marido, pára e ampara-o de um lado; Rá, do outro.

- Terrar... - pronuncia a menina vestida de verde, como se acordasse de um sonho. Em vez de boneca... “- Miau!” - faz o felídeo cinzento, liso, pulando do colo a o pranto no piso, pisando entre as achatadas lágrimas, olhos anilíssimos. Nesse estato, a figura do gatinho no volante da 337 anima-se e captura maciamente a estrela entre protraídas garras, para nunca mais sol tal soltar...".

Depois de eu ter terminado de escrever Géa, fui ler pela primeira vez nesta vida a tragédia Alceste, de Eurípides (ou Eurípedes), onde, à página 109 de um livro sem a primeira capa nem as primeiras páginas, adquirido num sebo (o que me não permitiu identificar a edição), mas da coleção "Universidade de Ouro" da editora "Ediouro" (como pude ver na última capa), encontrei a a seguinte fala de Hércules (ou Héracles) quando apresentou a Admeto üa mulher coberta por um véu e retirou esse véu:

"Pois então fica certo de que a guardarás contigo, e dirás sempre que o filho de Júpiter sabe ser um hóspede grato. (Retira o véu que cobre a mulher) Contempla-a, agora! Vê se não é, realmente, muito parecida com Alceste! Eis-te feliz, de novo Admeto! Para longe, o luto e o desespero!".

E Admeto diz para Hércules:

"Deuses imortais! Que vejo! Que direi? Ó prodigioso inesperado! Será verdadeiramente Alceste, a quem eu vejo, ou algum deus zomba de mim concedendo-me uma alegria ilusória?".

E Hércules, para Admeto:

"Não! É Alceste, tua esposa, que tens diante de ti!".

Para quem não sabe (feito eu, quando escrevi Géa), Alceste era a mulher de Admeto e ofereceu sua vida para que o marido não morresse, mas foi salva por Hércules - mais detalhes... leia em Alceste! E para quem não leu Géa (feito Eurípides, quando escreveu Alceste), quem descobre a menina de sob o véu é Geárion, e a menina é Marianinha, irmã de Terrar. Com seus poderes de Ky Único de espécie, Geárion salvara Marianinha da morte, mesmo quando o corpo da menina (e o do gatinho) foi destruído pelos tentáculos de Octopodeimos - mais detalhes... leia em Géa! Note a coincidência do próprio título do capítulo de Géa com as palavras entre parênteses "Retira o véu" que se acham no texto de Eurípides.

- CCDB 07-07-05


John Milton com "Paraíso Perdido", Satã, Pecado e Morte; CCDB com Géa, Clausar e Ky

Escrevi Géa muito antes de ler Milton. Aliás, estou começando hoje a minha primeiríssima leitura de tal autor inglês, nascido em 1608. Durante esse início de leitura, não me escapou a coincidência: no trabalho de Milton, Satã apaixonou-se por sua filha, chamada Pecado, com quem gerou um filho, a Morte; no meu trabalho, Clausar apaixonou-se por sua filha, chamada Ky, com quem não gerou filho algum, pois a poderosa Ky adrede guardou em si o germen dessa união.

A coincidência entre a obra de Milton e a minha começa na relação entre pai e filha: seja em ficção alegórica, ou em vida real seja, pais e filhas já se amavam, mui antes de Milton nascer - digam-no a mitologia grega, ou os matrimônios dos faraós o digam. O beldo (amor) de Clausar e Ky nada tem de pecado nem de morte (e muito menos da simbólica hediondez das personagens Satã, Pecado e Morte): Ky representa a obra Géa, belíssima e amada apaixonadamente por mim, o autor, que com dificuldade a liberto ao mundo.

A coincidência entre a relação de Satã com Pecado e a de Clausar com Ky prossegue e termina com a libertação: Pecado libertou Satã do Orco (o Inferno); Ky foi libertada por Clausar quando este lhe devolveu a faixa que lhe tomara (detalhes na obra Géa...), mas enfim Ky acabou libertando Clausar quando só aceitou a devolução da faixa depois de o ver livre do obsessivo beldo (amor).

O beldo de Clausar e Ky é outrossim um desafio rebelde ao preconceito; e Géa é o próprio Desafio: pela primeira vez no planeta Terra uma obra (mais que literária) soluciona a questão do sisifismo universal e, melhor que todas as religiões e a filosofia, dá uma resposta esplêndida à relação Homem-Deus, arrancando a cauda à boca da serpe mística e criando uma espiral evolvente para a Criação, onde o "trono" do próprio Géo (Deus) é cedido, num ato de suprema confiança, de infinito amor, pelo Criador à Criatura - e, não, retido pelo Onipotente contra seus anjos, nem tomado pelo Tonante a seu pai.

A confiança de Géo se baseia na sua contraparte feminina, a Géa - mais detalhes, em Géa, a maior obra ESCRITA de todos os tempos.

Neste espaço vazio existiu uma ilustração de minha autoria, com certa cena do teto da Capela Sistina, cujo original editei para ilustrar bem-humoradamente o conteúdo deste subtítulo. Retirei hoje tal ilustração porque começou a chamar a atenção dos "donos" desse deus, proprietários dos direitos autorais de "Suas" imagens, das quais meus escritos não necessitam para se mostrarem superiores aos deles. - CCDB 22-01-2008

A "liberdade" que o Deus de "Paraíso Perdido" (e de certas insistentíssimas religiões até hoje) dá a sua criatura, o Homem (e mesmo aos anjos), é incompleta e falsa; pois, se esse Deus permite a rebeldia, sempre a punirá, conforme seja a escolha da criatura entre o "bem" e o "mal". A escolha que esse Deus dá ao Homem não o é, porquanto se resume em submissão ou danação. É, isto sim, destino, tão inexorável quanto o acreditavam os antigos gregos e mais dura que a lei pétrea de Hamurabi.

Géa, o meu escrito, supera tal perspectiva péssima, pois até o "trono" de Deus a Criatura pode alcançar. Só Géo e a Géa, que juntos formam o Um, oferecem o verdadeiro e incondicional Amor.

Passar pela morte, mas certo da ressureição, não é amor bastante. Deixar que o Filho fizesse isso é tragicômico. Se Deus fosse assim, eu teria Satã a meus pés, honrando um Rebelde* maior.

A quem retruque: Géo abdicou, mas virou a menor partícula do Universo, na certeza de retornar ao trono per (sic) confiar na Géa, replico: tal retorno era incerto, pois o substituto de Géo no trono teve o poder de exterminar a partícula e, portanto, ao velho Géo. Se Géo retornou ou não; isso é uma outra história, contada no livro )que(.

- CCDB 14-07-05

Mais sobre a pessoalidade de Deus, mais adiante nesta mesma página

O livro chamado )que(

*Sobre rebeldia, ninguém melhor que Tóxia, a telária da peçonha mortal, para opinar -
...e sua opinião sobre os "enks" se aplica aos seres humanos:
"Sssiiiiiiií!!! Lá embaixo! Os Enks! Gosto de enks! Maw! São
rebeldes! Não vão para onde sabem e não sabem para onde vão... Mas vão!... Mawmawmaw...
"
- excerto da página 354 do Livro Segundo de Géa Ilustrada (onde "enks" são os homens do planeta Géa;
e "Maw" e "Mawmawmaw" são palavras gesticuladas com os palpos, que Tóxia,
uma espécie de aranha papa-moscas, costuma utilizar a todo momento e com inúmeros propósitos). - CCDB 29-03-2008


A cosmonave Altaré e o navio Almirante Tamandaré

Géa está escrita há anos e, faz mais tempo ainda, o meu livro CCDB - Gravação Profissional. Neste livro, desde a primeira edição, estadeia-se o veleiro espacial Altaré, cujo nome criei (e aqui, pela primeira vez, o explico) em homenagem ao clíper da Marinha Brasileira, Almirante Tamanda, do qual infelizmente ignoro o destino. Eu jamais lera ou tivera notícia sobre o Tamandaré, nada sabia de sua história quando, ao ver-lhe um dia a imagem imponente, decidi honrá-lo como descrevo acima. Porém, estou lendo pela vez primeira "Contrastes e Confrontos" de Euclides da Cunha (1) e, na página 180, da edição de 1975, editora e distribuidora Record Cultural, acabo de encontrar este magnífico texto:

"Em frente, no mar inteiramente calmo, avultavam, mal percebidos, os navios de guerra estrangeiros, destacando-se melhor os couraçados brancos da esquadra americana. Ao fundo, um cordão de pontos luminosos - Niterói. Adivinhavam-se ainda uns perfis de ilhas, as da Conceição e Mocanguê, vagos, numa difusão de sombras; e a silhueta apagada do Tamandaré junto à última, imóvel, calada a artilharia formidável, mudo na solidão das águas...".

Embora esta página se dedique às "coincidências" significativas, e este assunto não seja uma delas, não resisti e acrescentei acima o texto euclidiano sobre o Tamandaré; mas passo a inserir abaixo um dos meus, a respeito de Altaré:

"A fuselagem de Altaré é afilada e donairosíssima, cheia de conveses; alas; corredores; cabinas com largas vigias; pequenos e vastos compartimentos; severo tombadilho; porões limpos igual laboratórios genéticos; cozinhas silenciosas e impecáveis como as melhores bibliotecas; bibliotecas apetitosas e inodoras como as melhores cozinhas; casa de máquinas apta a alimentar vivedouros sonhos em qualquer engenheiro, antes de este cogitar o passadiço avançadíssimo; auditórios e muitos outros ambientes adequados a sua tripulação de escol, nenhum petecado qual os palácios estilo rococó e os transatlânticos atuais, onde os fuscos olhos ofuscados dos turistas idosos jamais obtêm o almejado repouso: do branco, do aço e do cristal, o esmero fosca as estelantes rutilâncias, e só brilha o tino da elite. Conquanto recorde o futurismo, a forma da nave lembra os grandes veleiros de treinamento remanescentemente utilizados pelas marinhas de Géa e da Terra. Fulcro da Nau, sobre o convés superior avulta a esfera de enerfrátax contentora da ponte de comando, em cujo centro se alça o ampletivo sólio de Intáctia.".

Quero deixar o meu efusivo agradecimento a Euclides da Cunha por proporcionar-me, lá do passado, a satisfação imensa de conhecer algo sobre o Tamandaré. Possa Euclides imortal (lá no Além, onde já terá aprendido que o triunfo do socialismo e da revolução não é, felizmente, inevitável) honrar-me coa leitura de Géa e, feito eu ao lê-lo, fremir de júbilo ao deletrear os parágrafos onde descrevo as aventuras de Altaré!

Você, Leitora, Leitor, pode conhecer melhor Altaré, se contemplar as ilustrações deste site e, muito mais, se ler Géa!

- CCDB 23-07-05

(1) Algo mais sobre Euclides da Cunha


A Filosofia na Alcova - Marquês de Sade

Géa está escrita e registrada na Biblioteca Nacional há vários anos quando, pela primeira vez, inicio a leitura de "A Filosofia na Alcova", do Marquês de Sade. Encontro, então, no final da página 64, da terceira edição, 2003, Editora Iluminuras Ltda., o seguinte período: "Se, numa palavra, o amor nasce da semelhança, onde esta pode ser mais perfeita do que entre irmão e irmã ou pai e filha?".

No Livro Oitavo de Géa escrevi, muito antes de ler qualquer obra de Sade: "Roçagado por erotizada Lógica, Clausar cogita: '- Quamnum havia pensado em como pode ser absolutamente perfeita a união de pai e filha! Decerto nenhuma outra (nem mesmo a de irmãos, por inexistir a avigorante diferença de idade) suportará equiparar-se, porquanto os genes são os mesmos, e a atuação dos corpos físico e psíquico obedece a idêntico processo. E a diferença de idade aumenta a complementaridade e intensifica o desejo; meu, pela juventude; e, dela, pela experiência.' ". - onde a palavra "Quamnum" significa "Nunca", na língua alienígena de Clausar.

- CCDB 14-08-05


Coração

Géa está escrita e registrada na Biblioteca Nacional há vários anos quando, pela primeira vez, inicio a leitura do dulcíssimo livro "Coração", de Edmundo De Amicis - Livraria Francisco Alves - Editora Paulo de Azevedo Ltda., qüinquagésima terceira edição, 1964, em cuja página 234 encontrei isto: "Amigo, escuta-me! A morte não existe*, a morte nada é.".

No Livro Sexto de Géa, página 1269 da versão não-ilustrada, capítulo "O Portal Laranja", onde descrevo a viagem lisérgica de Clausar, porporcionada pelo KSE, o LSD do mundo chamado Géa, encontra-se este diálogo, onde a loura, e ruiva, etc. é Ree, "cílias" é a palavra de seu idioma para "pálpebras", "lúmia" quer dizer "noite", "engienaram" significa "enterraram" (pois se encontram defronte ao muro de um cemitério), a acepção de "gédia" é "vida", "enk" é o "homem" do planeta Géa, e "a Géa" é a Essência das essências, a parte feminina do Um, de Géo, de Deus:

"- Aqui, perante os mortos, diga: existe a morte?!? - inquire a loura, e ruiva, e platinada, e jalne, e azul, e multicor, no volante, e estaciona o rola-jétia. Clausar volta os írios de pupilas imensas para o muro amarelo. Abre bem as cílias; e, mesmo no escuro da lúmia, os Amigos pressentem aqueles dois círculos negros vencerem a impávida barreira material da cidade dos defuntos e penetrarem o solo úmido, e tetro, e triste, dos túmulos intramuros: o chão dos enks: o teto dos cadáveres... Todos se arrepiam; e o ar glacial desta lúmia não atinge o enk: Clausar sente a pele aquecida e morna. Sabe quanto está frio, e pode perceber como desejar: impera os sentidos.

- Não... existe... morte*. - responde, pausadamente, Clausar. - Não há ninguém ali, atrás do muro. Os parentes não engienaram seus mortos. Trabalharam à toa, pondo os corpos nos caixões, pagando serviços funerários. Prantearam sem motivo. Só podem sentir a ausência física... Não existe morte. A gédia é uma só e retorna para a Géa, detrás do ar..."

- CCDB 23-08-05

*Nota de CCDB: eu próprio disse a mesma frase que Clausar ("Não... existe... morte") a meus irmãos e a Rita Lee, quando fui o pioneiro numa viagem de LSD (realizada por motivos místicos e narrada como se fosse do personagem Clausar, na obra Géa) durante a qual me levaram no jipe a ver um cemitério e me fizeram as mesmas perguntas que Ardo, Sérias e Ree fazem a Clausar no capítulo "O Portal Laranja", do Livro Sexto de Géa. Nessa época eu tinha uns dezoito anos de idade; e nem passava pela cabeça de Steven Spielberg fazer sua personagem Tangina Barrons (encarnada por Zelda Rubinstein), a mini-mística rechonchudinha, em "Poltergeist" (o primeiro da série, que prosseguiu com filmes de outros diretores), dizer: "Não existe a morte" (na versão em português...), ou, se esse filme é tão velho, eu não havia assistido a ele.

MAIS, sobre LSD e KSE.


O Lírio Vermelho

Escrita e registrada na Biblioteca Nacional Géa há vários anos, leio pela vez primeira o romance "O Lírio Vermelho" de Anatole France, livro comprado num sebo e aparentemente percorrido por alguém antes de mim, pois suas folhas estavam desde o início abertas a espátula. Porém, quando lhe chego à página 177, depara-se-me fato mais trágico do que o descrito no livro: a folha dessa página estava ligada à sua correspondente no caderno, lá adiante, e bem assim todas as folhas internas interligavam-se, fechadas. Não fora lida a página 177! Talvez nenhuma outra! O livro era virgem! Ou pior: abandonaram-no em meio à leitura; se não por desencanto da Leitora, do Leitor, quem sabe por lhe haver ocorrido algo também trágico... Não venho, todavia, relatar a curiosidade triste; sim, a coincidência significativa, pois tal é o tema desta página deste site. Já lendo a página 216, desse livro impresso em 1957 por Irmãos Pongetti - Editores, Rio de Janeiro, cujo número de edição não encontrei, descobri a seguinte passagem, para cá transcrita coa ortografia ali presente, onde o amante Jacques narra como se lhe defrontou a imagem da amada Teresa: "Oh! tão pequena como te vi um dia, do alto do Camponilho, na praça do Domo, em Florença. E me ponho a dizer, como dizia nesse dia: 'Bastaria uma erva para ma esconder tôda, e é para mim todo o infinito da alegria e da dôr' ".

No Livro Décimo de Géa, página 2228 da versão não-ilustrada, eu escrevera, mui antes de sequer saber a existência do livro supracitado: "A loura assume o comando e dispensa Cleona. Insoniosa, a mestra quer ficar na grande bolha do passadiço escuro, a cismar, sentada no sólio, cingida pelos astros dalém enerfrátax, pensando em seu futuro livro. Os luzeiros celestes não tremeluzem no espaço exterior: são firmes feito os devaneios de Louriage. Altaré aderna e volta numa onda gravífica; e a coma da valquíria cobre-lhe um olho. Súbito, ao leve balanço de um suspiro, a silhueta aneliforme dum pêlo invisível interpõe-se entre a pupila livre e as estrelas e, ao cruzar o caminho por onde vem lenta a luz e vai lesto o pensamento, tremelica-as; já furtivas e tímidas, já metediças e petulantes; prontas a plagiarem-lhe galáxias... Louriage olvida o livro, onde tudo pode, e reflete: “- Como pode um fio de cabelo eclipsar estrelas?!...”.".

- CCDB 25-08-05


Os Miseráveis

Vários anos depois de escrever e registrar Géa, comecei a ler (em 01-09-2005) pela primeira vez Vítor Hugo, entre outras coisas porque um amigo meu, chamado Henrique, respondendo a outro, disse-lhe que meu jeito de escrever não se parecia tanto com o de um autor citado pelo segundo; sim, e mais, com o de Vítor Hugo, pois de vez em quando a leitura lhe "dava um murro no estômago". Não me esqueci. Afinal minha amada Giza conseguiu-me "Os Miseráveis" num sebo... e me pus a ler o primeiro dos cinco volumes, livro de bolso chamado "Fantina", edição 40 855/3416, Publicações Europa-América Ltda., Portugal. Na página 292 encontrei isto: "De repente, sem que ele mesmo soubesse por que modo, achou-se junto à porta, deitou convulso a mão ao fecho e abriu-a. Estava na sala da audiência.".

Não descreverei aqui, desta vez, uma coincidência ou a semelhança entre o texto de Hugo e o meu, inclusive por narrarem histórias completamente diversas: Madaleno estava para entregar-se ou não e salvar um condenado da punição injusta; Clausar estava para desistir do seu Universo Laranja, onde seria uma espécie de deus, imune com seus entes mais caros ao fim da Grande Pulsação e o colapso do Universo conhecido, ou conservar-se com todo esse poder divino e a salvação dos seus seres queridos, mandando o Universo de Géo (Deus) às favas. O que interliga ambos os textos é o dilema de consciência; no de Hugo, do personagem Madaleno; no meu, do personagem Clausar. E especialmente conecta os textos e as idéias dos autores o ato voluntário e libertador de acionar o fecho da porta (Madaleno) e de comprimir o botão laranja (Clausar). Quem desejar conhecer essa ligação, a qual torna ambos os textos cabíveis nesta página, que nos leia aos dois!

No Livro Doze de Géa, página 2720 da versão não-ilustrada, escrevi isto: "Traumatizado pela própria resolução, o triomega engole o grito de cólera e entra em rara algóstase. O enk não cai, letárgico, qual cervenatu derruído pelo peso do ventura rex atassalhado na gorja. Clausar insensibiliza-se e apresta para a fera luta; frio, desassanhado; sereno como soem ser os monjes dos templos lúmidos, onde os mestres compartem a austera arte de Marte.

O geóctone levanta o gatilho de sobreaceleração na manete, destrava e comprime o botão laranja. A imensa Esfera Laranja desfaz-se, fácil como sob um passe do gênio da lâmpada ou sob um passo da Deusa Ky. Menos fácil é ordenar a Posenk: “- BIO: Desligar raio trator!”. E o triomega não consegue dar esse comando. Intermeter Posenk seria desprezar os entes queridos encerrados na 337, justo nos estatos finais das suas existências. Mesmo de coração insensibilizado, grita no enk o Ky, alto feito o trom de mil olifantes, enquanto Clausar, ele próprio, aciona a alavanca manual de controle do raio trator... e solta a Mariana no abisso.".

No meu texto (em bordô e imediatamente acima), "enk" é o "homem" do planeta Géa; "cervenatu", uma espécie de corsa; "ventura rex", um tipo de leão; "lúmidos" significa orientais; "geóctone" é o habitante do mundo Géa; "Ky", a Deusa da Dança (e também o nome da filha-amante de Clausar, a maior bailarina do Universo); "triomega" é o morador de Tri Omega Telariae, o mesmo planeta Géa; "Ky", na segunda aparição dessa palavra, é sinônimo de "Alma"; "estatos", "instantes"; e "Mariana", a própria cosmonave também chamada 337, na qual os entes mais queridos de Clausar se achavam encerrados.


Shrek - Fiona e Ky

Escrita e registrada na Biblioteca Nacional Géa há vários anos (e, mui antes, iniciada em meus artigos - ver datas nesta página, mais acima -, na revista Nova Eletrônica; se não antes ainda, com as histórias infantis que eu contava a meus irmãos em crianças), assisto ontem pela vez primeira ao desenho animado "Shrek", produção DreamWorks, onde a ruiva princesa Fiona, numa floresta, brinca de arrotar, mostrando-se diferente do que o ogre e o burro, seus salvadores, imaginariam - e por eles é preferida tal qual se lhes apresenta.

No Livro Oitavo - Ky, páginas 1774 e 1775 da versão não-ilustrada, você encontrará Ky, a maior bailarina do Universo, a brincar com seu pai-amante, Clausar, numa floresta do planeta Terra. Também Clausar não ideara Ansata (que descobriu ser sua filha Ky sob pseudônimo artístico) igual se lhe depara - e ele a acaba amando muito mais...

"Ky atira a flor azul a Clausar e colhe outras, multicolores, para brincar e labaredar com elas, incendiando de paixão todos os espíritos da mata! E faz malabarismos, e cria jogos de keninha-moça assanhada. Aproximando-se, a deusa come alguns pétalos e finge arrotar baixinho diante do rosto do pai, divertindo-se a mais não poder em meio a passos inconceptos, incapazes de humilharem as outras bailarinas, pois as atirariam na plenitude da admiração, na estase respeitosa e boquiaberta do discípulo perante o mestre; do pirata ante o tesouro; do místico em face da face oculta, por trás da rútila face de Deus. Clausar memora; não, as quixóticas “eructações”; sim, os sânchicos “arrotos” mesmo; os arrotos inigualáveis de Ra-El, do Amigo tragando ar para adrede soltar e atroar o porão do Astrário do Madeirapoeira. O pai rememora criledos de decaevo e pensa na juventa da filha, atordoado com seu fêmeo assobio, feito com dois dedos na boca pra chamar-lhe a atenção às estripulias do bailado mais infantil e mais técnico jamais realizado na bailarina Terra: “- Igual Ra-El é o rei dos arrotos, Ky é a rainha dos assobios! Dificilmente uma corneta com transdutor dinâmico alcançaria o nível de decialls (cá se diz decibéis) atingido pelo silvo agudo de Ky! Mesmo os geradores PSID chegariam a saturar alguns picos de amplitude do sinal, se fossem obrigados a reproduzir tal intensidade sonora!... Ky é tão jovem!... E apesar de ter cabeça de adulta, gosta de coisas de criança também! Quando idealizava Ansata, quamnum poderia imaginar alguém assim! Da mesma forma, nunca fantasiaria uma kena sequer próxima da realidade magnífica de Ky!* Não me choca ver-me arruinada a idealização de Ansata por esta keninha impudente, feita Deusa da Dança e “boa em tudo”, qual, quiçá sorrindo, cantou de uma serva Homero! Ao contrário, orgulha-me por desvelar minha pequenez, por revelar o potencial escondido em meus genes, por ampliar-me o conceito da vastidão do Beldo e do Poder de Géo!... Meu Um! Como poderei gediar em Géa, viver na Terra; existir no Universo sem ela?” - e uma pontada doída na palma da sinistra contrai um pouco mais o dedo mínimo, agravando o mal de Clausar. Alguns fios de cabelo encanecido caem-lhe do cocuruto ao rosto; e, úmidos de pranto, o enk atira-os ao meio da relva.

Ky insiste e cadencia os assobios; Clausar; rindo e chorando, dessurdo ao som mais alto da imagem; põe-se a acompanhá-la e a imitar os arrotos de Ra-El no porão - fortes de tremerem as estrelas no céu do Astrário! pra simular o contrabaixo. A deusa da dança realiza alguns movimentos... dá certos passos dificílimos; outros, irrealizáveis... e, enfim, entrega os pontos: com estes cai e rola em coceguentas reticências... de tanto e tanto gargalhar! O fim do rolamento aproxima Ky de Clausar; e a bailarina fala:

- Então sou a perfeição do sexo; e nem Cástitas, nem Intáctia nem Abstersa chegam-me aos pés; não é?"

Onde "keninha" significa "menininha"; "Astrário do Madeirapoeira" é um planetário, no mundo chamado Géa, onde nasceram Clausar e Ky; "criledos" quer dizer "brinquedos"; "decaevo" sinonimiza "adolescente"; "quamnum" traduz-se por "nunca"; "Beldo", por "Amor"; "Géo", por "Deus"; "Um", pela união de Géo com Géa, a parte feminina do Absoluto e a Essência de Tudo; e Cástitas, Intáctia mais Abstersa você saberá quem são, lendo Géa!...

- CCDB 16-10-2005

*Esta vem sendo uma das ilustrações mais visitadas deste site! Você também a pode ver na página das ilustrações que contém o texto de Géa a ela relativo, e ainda nesta outra página!


A coincidência do Ankh

Conheça mais esta "coincidência", clicando AQUI!

- CCDB 16-10-2005


Star Trek Voyager

Como não possuo TV a cabo, só há poucos dias tomei conhecimento da série "Star Trek - Voyager" ao assistir a um episódio em casa de meu amigo Alexandre Señorans. Notei diversas coincidências entre o meu escrito Géa e a série Voyager ao assistir a esse episódio, às quais dou a mesma explicação do começo desta página. Entre as coincidências temos: mulher no comando, assim como Gia comandou Altaré (só que Gia é muito muito muito mais bela, inteligente...); nave passando sob uma protuberância solar, tal qual Rá com a Laranja (porém Rá viajou até o centro da estrela...); um reator no centro de um planeta sustentando a água de um mar inteiro, parecido com o reator que se situa no âmago de Penta Ro Bolinei (só que Penta é Penta - veja nas ilustrações e nas animações - e o reator de Penta faz muito mais, tendo inclusive criado a nova "versão" do planeta , como se pode saber lendo o livro de minha autoria chamado ")que(" ); um ente de realidade virtual interagindo com os tripulantes, semelhante a Posenk e a outros bio-computadores (mas Posenk criou vida e tem uma história imensamente mais significativa e simbólica); um sistema de realidade virtual sensível, que lembra o PSID (o qual inaugurei nos velhos tempos da Nova Eletrônica, muitíssimo antes de "Star Trek - Voyager" ser sequer imaginada); e uma nave movida a buraco negro, como há inúmeras na obra Géa (mas em Géa os motores de buracos negros se obsoletaram perante os Imaginátores, que você conhecerá lendo a obra suprema).

- CCDB 18-12-2005

ADENDA EM 13-03-2014 sobre a série Voyager

Venho continuando a assistir, com Dalgiza, às séries baseadas em Star Trek. Hoje vimos o filme "Relativity", estrelado por Jeri Ryan (Seven of Nine), da Quinta Temporada da série Voyager. Conquanto não se destinem a produzirem o mesmo efeito, note a semelhança do nome do aparelho "Chronotron" apresentado nesse filme com o nome do aparelho "Conortron" criado por mim para o Livro Sétimo de Géa, página 1943, da qual aqui reproduzo um parágrafo:

"- Íria anã negra, Tenebrae possui gravidade capaz de achatar-nos. Para resolver problemas iguais a esse e permitir aos membros de orbes com diferentes condições físicas reunirem-se no mesmo ambiente, os Galácticos criaram o Conortron, cujo nome baseia-se nas palavras: “condições”, “normais” e “tron” (como sabe, sufixo equivalente a “instrumento”). O Conortron regulariza a temperatura, a pressão, a gravidade e as demais circunstâncias do espaço-ritmo, no âmbito dos corpos materiais de nossos fráteres e sórores (e os irmãos dos outros sexos também), para os valores padronizados das bases e naves da Ordem. Nós mesmos passamos por ele, ao cruzarmos o Umbral do Ritmo; sua ação é automática.

- “Cornotron”... - trocadilha o neófito."

- CCDB 13-03-2014

Outras séries de Star Trek

Somente em 2012 me foi possível ter o conjunto completo das séries de Star Trek: Original (1966-1969); Animação (1973-1974); Next Generation (1987-1994); Deep Space Nine (1993-1999) e Enterprise (2001-2009). Antes de escrever Géa eu assitira aos episódios da série Original que a televisão aberta brasileira apresentou; e foram apenas uma parte do total dessa série. Porém, os episódios restantes da série Original e das séries subseqüentes (afora aquele de Voyager citado no subtítulo acima) e a maior parte dos longas-metragens só venho conhecendo após o término da escrita de Géa. Hoje (11-Dezembro-2012), estou vendo os filmes ao longo das referidas séries, pela seqüência em que foram lançados, e me encontro ainda na segunda temporada da série Next Generation. Convido você a assistir a todos os episódios e longas-metragens da magistral Star Trek e a compará-los com o conteúdo dos livros de minha autoria, os quais só se podem ler em CCDB Livros. Sob a luz do que escrevi a respeito de coincidências no alto desta página, por favor compare as idéias e as soluções dadas pelos autores das séries e dos longas-metragens com as idéias e soluções dadas por mim em Géa e nos outros livros de minha autoria.

- CCDB 11-12-2012 (sic)

Você verá outras menções minhas a Star Trek e temas relacionados, nesta mesma página.


The Silmarillion

Há muitos anos, lá por 1981, antes de eu escrever Géa (mas não antes de inventar e contar histórias de O Mundo dos Feiticeiros a meus irmãos) e antes até de escrever "CCDB - Gravação Profissional", meu grande amigo Raphael Vilardi me presenteou "The Silmarillion" (em inglês clássico e com passagens em inglês arcaico) livro de Crhistopher Tolkien (filho de John Ronald Reuel Tolkien - doravante JRR Tolkien -, autor de "O Hobbit" e "O Senhor dos Anéis"). "The Silmarillion" é uma coletânea, feita pelo filho, das obras até então impublicadas do pai, que a este deram a base, o ambiente, para a escrita de "O Hobbit" e "O Senhor dos Anéis".

Antes de me presentear "The Silmarillion", Raphael Vilardi me dera alguns livros da coleção "O Senhor dos Anéis" e "O Hobbit". Adquiri os restantes. Li esses livros, sim, antes de escrever Géa. Essa leitura me foi útil para saber o que não escrever, para não permitir semelhanças, embora o meu desígnio ao iniciar a escrita de Géa viesse a ser não ler clássico algum até concluir a obra; assim, eu estaria automaticamente isento de plágios - e de suspeitas outrossim.

Na época em que o ganhei, não li "The Silmarillion" porque teria de empatar muito tempo no estudo do inglês clássico e arcaico, já que o meu era de nível apenas técnico (eu traduzira artigos técnicos do inglês para o português e aprendera muito do que sei sobre áudio em textos norte-americanos ou na língua inglesa corriqueira). Esse tempo eu destinava a coisas mais prementes (o áudio entre elas); e, naquela época, mesmo contra o meu desejo, não pude dedicá-lo a "The Silmarillion ".

Hoje estou lendo pela vez primeira "The Silmarillion", com dois dicionários ao lado (e gostando muito de aprender um inglês melhor), pois já tenho tempo. E leio esse livro porque venho me correspondendo - e muito! com um cineasta hollywoodiano (você terá notícias estupendas a respeito, se tudo der certo, antes de 2009, hehehe): o estudo de um inglês melhor me ajudará sobremaneira nessa correspondência e no que virá depois (...). à página 301 da edição de bolso de  "The Silmarillion", publicado pela UNWIN PAPERBACKS, George Allen & Unwin (Publishers) Ltd 1977, 1979, encontrei o texto seguinte:

"But they took Vingilot, and hallowed it, and bore it away through Valinor to the uttermost rim of the world; and there it passed through the Door of Night and was lifted up even into the oceans of heaven." - onde Vingilot é um veleiro com remos de ouro e casco de madeira branca. Para quem não lê inglês, a frase em cor castanha conta que Vingilot voa, já que sobe aos céus. Noutras passagens posteriores do mesmo livro, tal vôo é confirmado.

Ora, isso me lembra o meu clíper cósmico Altaré, que criei ao escrever a primeira versão de "CCDB - Gravação Profissional" e passou a fazer parte importante da obra Géa. Conforme explico noutro lugar deste site (não o aponto aqui pra que Você, mesmo talvez me amaldiçoando, tenha de procurar...), inventei o nome Altaré para homenagear o cruzador brasileiro Almirante Tamanda.

Embora tenha nascido depois, Altaré não descende, portanto, de Vingilot (o qual só ontem me foi dado o privilégio de conhecer) nem de veleiro voador algum. Por mencionar isso, convém lembrar o Holandês Voador, cantado mui antes até por Wagner. Se você não lhe conhece a lenda, busque "holandês voador" na Internet. E há muitos outros veleiros-fantasmas, bem mais antigos que meu vivíssimo clíper Altaré...

- CCDB 21-01-2006


Minha obra e "The Silmarillion"

"The Silmarillion"  (ver parágrafo logo acima) supera "O Hobbit" e "O Senhor dos Anéis", porque contém a cosmogonia do autor (JRR Tolkien). "O Hobbit" e "O Senhor dos Anéis" só contêm a saga de algumas personagens. Géa - e nesse nome incluo o livro chamado )que( -, é cosmogonia, saga e muito mais. Não se parece com lendas antigas nem coas Escrituras, lembrando muito menos o trabalho de Milton (ver vários parágrafos acima) do que  "The Silmarillion". Ilúvatar, ou Eru, o Deus de "The Silmarillion" é menos egoísta do que o das Escrituras; e, contudo, não, o bastante, pois não se lhe afasta muito do "padrão". Idem, se cotejarmos os Ainur, da obra de Tolkien, com os Anjos das Escrituras. Géa é toda nova, traz novo alcance aos homens e a todas as criaturas, inclusive ao indivíduo, que pode obter o domínio do Universo e substituir a Géo (Deus), sem egoísmos e em prol do Todo. Géa outrossim valoriza o indivíduo de cada espécie, porquanto dele (e não somente do acaso, como pregou Darwin) depende o destino de sua espécie. Só após o indivíduo cogitar de, e ansiar por, um aperfeiçoamento em si é que o Ky Único (Alma Única) de sua espécie pode operar e criar a correspondente mutação nos genes desse indivíduo e de sua descendência. Em Géa, esses Kys Únicos são indivíduos que evolveram além dos outros de sua espécie, por seus próprios méritos e esforços, e se uniram num só e multifário Ky. Cada Ky Único, embora "indivíduo", pode conter várias psiques harmonizadas numa só, cada qual cônscia de todas e de si. A hierarquia de valores e de seres do Cosmo é muito mais perfeita em Géa; nada de Deus egoísta e tirano, eleitos, hierarquia imutável, anjos submissos ou rebeldes; sim, de procriação de Deus em suas criaturas, cuja liberdade é plena, té mesmo para substitui-Lo - e o fizeram! E na essência de tudo, merecendo de Géo o ato de confiança mais belo jamais descrito num livro, está a Géa - você saberá quem Ela é, se ler a obra homônima.

Agora que li pela primeira vez "The Silmarillion" e aprendi as palavras desconhecidas daquele inglês clássico e vezes arcaico, não só me é mais fácil ler como formar as idéias e visualizar as cenas. Esse meu finado analfabetismo funcional para tal inglês é idêntico ao analfabetismo funcional do brasileiro mediano, ao defrontar-se este com Géa ou qualquer clássico de nosso vernáculo. Nada senão a leitura e a releitura resolvem-lhe o problema, alfabetizam-no funcionalmente, educam-no e lhe abrem portais infinitos. Ler é o botão; reler, a rosa! como está explicado em Geadágio.

Em "The Silmarillion", edição citada no subtítulo anterior, página 124, lê-se isto:

"The fate of Men after death, maybe, is not in the hands of the Valar, nor was all foretold in the Music of the Ainur.".

Portanto (e como se pode confirmar ao ler o livro inteiro),  "The Silmarillion" nada conta sobre a morte e o Além, a não ser que a entidade Mandos recebe os mortos em seu domínio. Em Géa, pelo contrário, a morte e o Além são cogitados e apresentados com profundidade; e Oég, a Morte personificada, é um dos mais pujantes personagens. Em Géa narro e comento as experiências de Clausar e de outros que alcançam e cruzam o Último Portal; alguns, para retornarem, imortalizados, parecidos com os autores das obras perenes, uma das quais é sem dúvida "The Silmarillion"; mas, não, iguais; porquanto a Morte que aqueles vencem é a Verdadeira, e a que estes superam é alegórica feito as fardas dos mortalíssimos acadêmicos.

Morte é questão de olvidar o eu e suas aventuras, desventuras e venturas no Cosmo. Imortalidade, é questão de lembrança, conservando o fio da consciência e sobrepujando os limites do continuum.

Morte só há para quem esquece; para quem se lembra, morte não há.

- CCDB 07-02-2006


Géa e "The Physics of Star Trek"

Ganhei de meu amigo Marconi Ricciardi e de sua mulher Adriana Belotti, em Maio de 1997, enquanto estava escrevendo a página 1048 de Géa, o livro "The Physics of Star Trek", cuja autoria é do eminente físico Lawrence M. Krauss, prefaciado por Stephen Hawking e editado em 1996 por HarperPerennial. No verso da primeira capa anotei a data dessa dádiva, a página de Géa que eu vinha escrevendo e afirmei: não iria, naquela oportunidade, começar a ler tal livro, seguindo portanto a minha orientação de evitar influências sobre a magna obra e de só ler outras mais tarde, quando a escrita de Géa houvesse terminado. Há poucos dias, em 01-03-06, com Géa já concluída há anos, comecei então a ler e a aproveitar o belo presente de Marconi e Adriana, inclusive para aperfeiçoar o meu inglês. A leitura me fez cogitar de como os cientistas são brilhantes e quanto devemos a eles, inclusive este computador onde ora teclo. Porém, o seu brilho deles é bitolado pelos antolhos da própria ciência. Enquanto o pobre (perdão...) Krauss e também o coitado do prefaciador (idem...) espremem seus cérebros e esgotam os últimos valores de seus altíssimos Q.I.s, buscando explicações na física hodierna (mas apenas nela...) para os sistemas de "dobra" (warp), de "teleportagem" (com o famoso "- Beam me up, Scotty") e do "raio trator", as personagens de Géa que empregam os processos verdadeiramente atuantes para realizarem tais façanhas (e muitas mais) sorriem (ou "subriem" - pronuncia-se "sub-riem", "subrriem"), se não gargalham. Porque não é no continuum espaço-tempo-gravidade-luz, nem na mecânica quântica, tampouco na ajuda das supercordas, dos "wormholes" e cia. limitada que se consegue viajar às doutra forma traiçoeiras distâncias no espaço e no tempo! Os sistemas propostos pelos escritores de Star Trek, debaixo ou não da vigilância do saudosíssimo Gene Roddenberry, desde a primeira série televisiva, passando pelos longas-metragens, até as mais recentes publicações de televisão; nenhum foge de tentar os truques e as invenções exigidas pela física, esquecendo que pode estar - e está! fora do âmbito dessa ciência (como é definida na Terra) a resposta para a viagem no tempo e no espaço, tal qual para o teletransporte! Quem ler Géa verá como se faz isso "do jeito certo"! E antes de algum afoito me dizer que assim é fácil, que estou tirando o buraco negro da reta, aviso: Géa está recheada de física, mas da que funciona: entre inúmeros exemplos, o projeto da Laranja contém TODOS os dados para ser experimentado num laboratório convencional - talvez por isso este site se honre coa visita freqüente dos militares norte-americanos - ver próximo item desta mesma página. Neste parágrafo, e retomando o tema de seu título, basta a "dica": o continuum tem, por detrás, o "plano mens". É nesse plano que residem os registros das posições espaciais e temporais de cada ente vivo, objeto, partícula ou trem de onda, desde os homens e mulheres até os quarks! É no plano mens que estão as contrapartes daquelas partículas quânticas aparentemente nascidas do "nada"! Do plano mens elas vêm e para ele voltam, quando os cientistas as julgam brotar de coisa nenhuma e em nenhuma coisa murchar. Para os verdadeiros viajantes do espaço e do tempo, não é preciso contrair o espaço diante da nave e expandi-lo depois, gastando universos de energia! Nem lidar com os mil megatons de energia pura a liberarem-se de um leve corpo humano (ou alienígena) de cinqüenta quilos, quando é "desmaterializado" no teletransporte, enviar os bits da informação para reconstrui-lo no local de destino, ou remeter seus quarks, ou prótons, ou átomos em velocidades próximas à da luz, gastando mais energia do que as naves das séries Star Trek jamais obterão. Não é necessário apelar para a aniquilação matéria-antimatéria e, muito menos, para energia negativa. Basta, simplesmente, acessar o plano mens e trocar os dados de posição, seja no espaço, seja no tempo, do objeto ou ente que se deseja transportar! É mais fácil do que editar esta página em HTML. É como preencher campos em formulários e teclar "Entre", ou clicar "OK" (já abreviado até dos pontos de abreviatura...) num botão de quadro de diálogo! Astronaves, planetas, estrelas, buracos negros, quasares, gente, genk (Géa explica...), umalfos (idem); tudo, tudo, tudo se pode remeter sem dispêndio algum de energia, porque por trás da energia e da matéria existe a MENTE! É na mente, no "plano mens", que está o segredo do sucesso dessas viagens! Géa inclui vasta informação sobre o plano mens, a sua descoberta pelos protagonistas das histórias ali contadas e até ensina algo sobre o seu uso! Por detrás da mente, existe a Géa. Mas a definição da palavra Géa foge ao tema deste texto e deve ser conhecida na obra superna. Perdoem-me então os físicos terráqueos, por lhes tirar da "dimensão" onde vivem (...) o núcleo do problema a que tanto se dedicam. E por isso mesmo - entre outros motivos - venho apregoando: "Géa não é ficção científica". Não, enquanto a ciência terrestre desconhecer o plano mens; e, igualmente, enquanto ignorar a verdadeira Géa.

Não, enquanto só pensarem no ovo cósmico de Einstein e esquecerem o ovo de Colombo!

Mais sobre o plano mens, Einstein e Krauss

Mais sobre Einstein

- CCDB 08-03-2006


VISITAÇÃO DE ÓRGÃOS DO GOVERNO E MILITARES NORTE-AMERICANOS A ESTE SITE - NÃO INCLUÍDAS VISITAÇÕES DE ENTIDADES EDUCACIONAIS, COMERCIAIS E OUTRAS, TAMBÉM NORTE-AMERICANAS - dados estatísticos levantados pelos provedores de hospedagem do site por meio do programa "Webalizer"

Data - Classificação - Hits - Arquivos - KBytes - País - Órgão

(dados seguidos pelas percentagens relativas aos totais de visitação de países em geral)

Novembro 2004 - 14 1 0.01% 1 0.01% 11 0.00% EUA - Governo
Janeiro 2005 - 27 3 0.02% 3 0.03% 133 0.02% EUA - Governo
Fevereiro 2005 22 15 0.09% 15 0.11% 774 0.10% EUA - Governo
Fevereiro 2005 - 24 12 0.07% 11 0.08% 639 0.09% EUA - Militar
Março 2005 - 27 13 0.05% 12 0.06% 400 0.03% EUA - Militar
Agosto 2005 - 28 38 0.10% 38 0.11% 2905 0.16% EUA - Governo
Setembro 2005 - 27 41 0.10% 30 0.09% 355 0.02% EUA - Militar
Novembro 2005 - 19 10 0.06% 10 0.07% 774 0.10% EUA - Militar
Dezembro 2005 - 25 10 0.05% 10 0.06% 775 0.08% EUA - Militar
Maio 2006 - 16 24 0.08% 20 0.09% 347 0.02% US Government
Março (incompleto) 2007 - 21 24 0.02% 0 0.00% 3 0.00% US Government
Maio (primeiros seis dias) 2008 - 16 0.01% 1 0.01% 369 0.05% US Government
Junho (até o dia 15) 2008 - 28 0.00% 1 0.00% 9 0.00% US Government
Setembro (até o dia 18) 2008 - 23 0.02% 8 0.03% 669 0.02% US Military
Outubro (até dia 3) 2008 - 11 6 0.12% 6 0.14% 585 0.08% US Military
Outubro (até dia 14) 2008 - 29 3 0.01% 3 0.02% 309 0.01% US Government
Janeiro (até dia 13) 2009 - 18 9 0.04% 9 0.05% 1077 0.05% US Government
Fevereiro (até dia 12) 2009 - 12 21 0.09% 20 0.11% 1911 0.08% US Military
Março (até dia 24) 2010 - 11 261 0.28% 260 0.35% 8433 0.14% EUA - Governo

Nota 1: inconsistências de acentuação na tabela acima devem-se a versões em português ou inglês do programa Webalizer e à mudança de provedor de hospedagem deste site.

Nota 2: os dados completos estão à disposição dos editores.

Nota 3: sobre as estatísticas deste site, leia esta página.

- CCDB 10-03-2006

Nota 4: desde o lançamento deste site e do registro da obra Géa, portanto, "eles" (e também "você" e todos os físicos e cientistas e militares e leigos dos países deste planeta, Brasil inclusive) estão cientes dos planos completos para não apenas realizarem o protótipo de um propulsor ionomagnético para navegação aérea; como também para (em certos casos bem definidos no escrito Géa) os protótipos de propulsores similares para navegação extra-atmosférica (auxiliados por emissão gasosa); e, ainda, para navegação marítima, subaquática e terrestre, ou em planetas com atmosferas ionizáveis; e outrossim para os protótipos de eficientes e novíssimos alto-falantes ionomagnéticos; e, não por último... para os protótipos de canhões de plasma e armas sônicas. O mais você lê em Géa e imagina a partir dos dados precisos ali expostos. Repito o link para a página que apresenta, neste site, o sistema "Ionomag" ®, de vôo atmosférico da Laranja. Ele é tanto um sonho de alienado quanto o foi o da decolagem e do vôo, com propulsão própria e sem catapultas... do primeiro aparelho mais pesado que o ar, o 14-Bis, inventado e tripulado por outro brasileiro, nos "Estados Unidos" daquele tempo: a França.

- CCDB 11-03-2006

Nota 5: a visitação do Governo dos EUA foi atualizada, incluindo-se Maio de 2006

- CCDB 03-06-2006

Nota 6: a visitação do Governo dos EUA foi atualizada, incluindo-se Março (incompleto) de 2007

- CCDB 27-03-2007

Nota 7: a visitação do Governo dos EUA foi atualizada, incluindo-se Maio (primeiros seis dias) de 2008

- CCDB (data do meu sexagésimo terceiro aniversário) 06-05-2008

Nota 8: a visitação do Governo dos EUA foi atualizada, incluindo-se Junho (até dia 15) de 2008

- CCDB 15-06-2008

Nota 9: a visitação dos Militares dos EUA foi atualizada, incluindo-se Setembro (até dia 18) de 2008

- CCDB 18-09-2008

Nota 10: a visitação do Militares dos EUA foi atualizada, incluindo-se Outubro (até dia 3) de 2008

- CCDB 03-10-2008

Nota 11: a visitação do Governo dos EUA foi atualizada, incluindo-se Outubro (até dia 14) de 2008

- CCDB 14-10-2008

Nota 12: a visitação do Governo dos EUA foi atualizada, incluindo-se Janeiro (até dia 13) de 2009

- CCDB 13-01-2009

Nota 13: a visitação dos militares dos EUA foi atualizada, incluindo-se Fevereiro (até dia 12) de 2009

- CCDB 12-02-2009


Amodéstia

Se você está me achando "imodesto", "arrogante", "megalomaníaco" ou qualquer coisa parecida, ao ler esta e outras páginas deste site, não forme definitivamente a sua opinião antes de ler (e reler) a página Amodéstia.

- CCDB 10-03-2006


Coincidências significativas

Às páginas 51 e 52 do livro "The Physics of Star Trek" citado num parágrafo pouco acima, nesta página do site, acha-se o texto seguinte: "When the young astrophysicist Subrahmanyan Chandrasekhar proposed that the stellar cores more massives than 1.4 times the mass of the Sun cannot, after burning all their nuclear fuel, settle down as white dwarfs but must continue to collapse due to gravity....." e depois de o autor do livro, Krauss, contar que o eminente físico Sir Arthur Eddington e muitos outros a seu lado desmentiram a hipótese de Chandrasekhar, aconteceu o que é descrito em seguida, à página 52 do mesmo livro: "A half century later, Chandrasekar shared the Nobel Prize for his insights, which have long since been verified". Vemos, portanto, que, mesmo quando as grandes bocas duvidam, alguns olhos perspicazes enxergam verdades ocultas. E onde se esconde aquela que exibe uma coincidência entre isso tudo e minha obra Géa? Você está "quente" se souber: Clausar Rasek, um dos protagonistas de Géa, se familiarizou tanto com buracos negros, a ponto de os usar qual se fossem pilhas de lanterna. E o nome do pai de Clausar, que empós a transição renasceu em seu filho, Rá, era Rasek. Você consegue descobrir a coincidência relendo este texto? Já descobriu sem reler? Quando inventei (ou será que a personagem existe mesmo?...) o nome Rasek, obviamente o meu segundo nome (e também o de meu pai) escrito ao contrário e com uma letra trocada, não ganhara inda o livro supracitado e jamais conhecera o nome do "young astrophysicist". Não explicitarei a coincidência. E ela serve para lembrar: mesmo as fugazes podem ser assaz significativas - mais ainda quando não evidenciem relação de causa e efeito - e levar a descobertas incríveis.

Mais sobre Krauss

- CCDB 15-03-2006


Não coincide: ultrapassa... 1, 2, 3, 5, 6, 7, 8, 9, 10

Géa não coincide com religião, filosofia ou técnica preexistente: ultrapassa.

É simples.

Primeiro: filosofar para saber-se o que se quer.

Segundo: usar uma técnica mística para alcançar o que se quer.

Problema: pessoas que só seguem uma técnica, sem antes filosofarem e alcançarem uma conclusão, correm riscos, tal qual se tomassem LSD e entrassem numa viagem "para verem" no que daria, o que encontrariam.

O mesmo risco existe para quem se entrega nas mãos de terceiros: espíritos que lhe ocupem a consciência, pais/mães-de-santo (babalorixás), gurus, pastores, sacerdotes, mestres. Gente falando, doutrinando, hipnotizando; fazendo o iniciando tomar por suas as conclusões alheias. Dominando, vezes irremediavelmente. Só esses terceiros conseguem desfazer o laço hipnótico, salvo em raríssimas ocasiões. Mesmo os bem-intencionados criam tais laços terríveis. Os mal-intencionados...

Por uma conclusão a gente dá a vida; ou não dá? Por uma conclusão se faz a guerra, o amor, o casamento, a pátria.

E quem se põe num estado receptivo, relaxado, abandonando-se à doutrina alheia enquanto assim está, deixa que se lhe gravem no cérebro mensagens dessas pessoas. Quando desperta, crê serem suas próprias conclusões aquelas mensagens ali gravadas. O processo semelha, se não é, a hipnose.

Talvez você tenha tido a impressionadora oportunidade de ver pela televisão ou o cinema um paciente, saído de um transe hipnótico no qual o hipnotizador introduzira a "conclusão" pós-hipnótica de que a seqüência numérica é: 1, 2, 3, 5, 6, 7, 8, 9, 10. Faltava o 4... Então, quando o hipnotizador sugere que o paciente conte seus próprios dedos, ele começa, coa destra, a contar os da sinistra: 1, 2, 3, 5, 6... e passa a contar os da direita com os da esquerda: 7, 8, 9, 10. Tudo bem? NÃO!!!!! SOBROU UM DEDO que não tem número! Teria ele ONZE dedos? Daí o paciente, meio assustado, reconta... e em seguida se assusta deveras... Pasma! E não sabe mais o que fazer... Sente-se louco, não compreende a "realidade". O hipnotizador não lhe apagara da consciência a certeza e o fato de que possui dez dedos. Mas ele tem onze...

Isso é o que acontece com quem segue técnicas (ou toma LSD) sem filosofar, e pior ainda se se submete a pessoas "confiáveis", entregando-se a elas.

Quanto às filosofias, seja das puras, seja das embutidas nas religiões, há que cogitar:

Gnany Yoga, magnífica... quase perfeita. Afirma a pessoalidade de Deus, do Absoluto - e está certa nisso. Ótima para se subir; mas não, para se descer. Com ela a gente alcança, sim, o Absoluto. Só que a gente deixa de ser a gente, porque a matéria seria "menos" que a mente.

Budismo, maravilhoso. Com a técnica se alcança a meditação e a contemplação, sim. Sobe-se. Mas não se desce... É uma filosofia pessimista, recrimina o desejo, considera o mundo um lugar fictício, de sofrimento, e procura libertar do sofrimento o adepto. Quer interromper o círculo das reencarnações. Não aceita a pessoalidade de Deus. Ora, se no Universo há consciência; se ali há consciência, existe portanto a auto-consciência; e se exite a auto-consciência há Pessoa! A Pessoa de Deus. Obviamente não, o velho barbudo sentado no trono... ou até sim, se Ele for uma alegoria.

Deus é exato como o Homem: sem a auto-consciência separar-se do corpo, inda assim se separa! Ultrapassa o espaço-tempo. É um, mas é também dois. É três: Géo, Géa, o Um. É a Inteligência que rege e torna esse Universo o deslumbramento dos físicos hodiernos, que não conseguem compreender como é possível algo tão impossível feito o Cosmo existir... Algo para cuja existência e estabilidade as leis da probabilidade apresentam caminhos estreitíssimos; e contudo existe!

O rosa-cruz (como querem os dicionários), ou o rosacruz (como preferem os membros da AMORC), recebe monografias que lhe dão a liberdade de escolher seu próprio caminho: orienta, sem dogmas. Porém, a filosofia oficial, conquanto aberta à discussão, parece em certo aspecto (não, em todos) com o Budismo, ao negar a pessoalidade de Deus e ao dizer: Deus não é pessoa mas é ser; o Homem é pessoa mas não é ser. Contradiz um de seus próprios - e neste caso verdadeiro - princípios: "assim é em cima como é embaixo".

Embora o Homem dependa do Ser para existir, também é um ser, porque possui individualidade e consciência: ele é uma "procriação", um pequeno clone de Deus. E Deus tem de ter pessoa, porque o Cosmo, seu corpo físico, possui inteligência, consciência e auto-consciência, como escrevi acima.

A filosofia "oficial" da AMORC conjuga, pois, errado o verbo ser: "eu não sou, Tu és, ele não é..."; todavia, pela liberdade de escolha e discussão que oferece, torna-se um caminho, inclusive porque suas técnicas permitem ao iniciado alcançar aquele estado, sem que alguém lhe esteja soprando sugestões, quando se isola em seu Lugar Sagrado, o Sanctum, onde tantas belas experiências acontecem, onde uma delas pode levar a uma certeza "cem por cento". Seu misticismo é verdadeiro e sincero; embora imperfeito na filosofia "oficial", pode ser perfeito, sim, na filosofia pessoal, que é livre. Sua mensagem é equilibrada: aceita que a matéria é boa, não a despreza em favor da psique.

Sobre as religiões, nada mais é preciso dizer ao bom entendedor: pastores... e ovelhas! Dogmas. Verdades indiscutíveis. Pobre do paulista "Non Dvcor Dvco"...

Desejo, ilusão, pecado, mortificação, desequilíbrio... Tanta coisa boa do mundo material atirada fora, desprezada, como se fosse desnecessária! Pobres das empresas - de tão eficientes e superiores se mostram - , que substituirão as pátrias e os governos na fidelidade dos homens.

Quem quiser a felicidade deve primeiro filosofar e tirar suas próprias conclusões, para depois seguir uma das muitas técnicas místicas desenvolvidas pelo Homem e atingir, pela experiência psíquica, aquilo que terá alcançado primeiro pela razão. Emoção mais Razão. Mente e Matéria: ambos necessários; ambos partes equivalentes de uma só coisa, uma só Verdade. Uma é impossível sem a outra. Um equilíbrio dinâmico é o que se deve buscar.

A boa técnica leva à despersonalização (tal qual o LSD, que não estou reputando bom...). Mas ninguém sobrevive se estiver todo o tempo despersonalizado! Se sobreviver, será à custa de terceiros, da esmola, da sociedade. O Homem não nasceu para esmolar nem fechar os olhos à matéria. O hippie não dá certo: é um aproveitador; sem as dádivas da sociedade, desaparece. Idem, o monge.

Só pela matéria se alcança o imaterial. E na despersonalização, vendo a nós mesmos de longe como se fôssemos parte da paisagem e não mais importantes do que qualquer outra parte, ou ente, ou ser, alcançamos a plena vivência do PRESENTE! Atingimos e "vemos" o Absoluto! "Vemos" e somos Deus. Somos destruídos, esquecidos... e reconstruídos, lembrados. Satisfazemo-nos, enfim! "Satisfaction" existe, ó Rolling Stones!

Empós alcançar esse estado de perfeição, cumpre-nos retornar ao mundo e prosseguir nele, sem negá-lo. Foi esse mundo quem nos proporcionou o conhecimento do Absoluto. A Paz Profunda dos rosacruzes; a Luz, a Vida e o Amor. O Nirvana dos budistas. E assim por diante, inclusive a boa viagem lisérgica - que, conquanto eu tenha experimentado uma vez, não recomendo tentar, porque ninguém mais do que eu sofreu e sofre a tragédia de um ente querido, vitimado pelo ácido, que para a mente cheia de perguntas oferece mais perguntas, na "volta"... e a repetição da tentativa, e mais perguntas... e a insanidade no fim. Talvez a morte sem a resposta. O LSD só ofertará aquilo que já esteja firme na mente de quem o experimenta, porque não está na pílula laranja a verdade: ela é tão-só um perigosíssimo veículo que leva, sim, à despersonalização - mas a que riscos! a que custo!

Géa não é religião. Porém, com suas alegorias e também com suas afirmações e os pensamentos meus ali escritos, apresenta a "biorrelatividade" de Clausar, onde, no mundo material, "existe mais quem se relaciona mais". Não nega; sim, eleva ao mesmo nível, a matéria, em relação à psique. Mostra um Deus pessoal (que só aparece pra valer no último capítulo - e portanto não causa suspeita a editores, ávidos por ação, ação, ação e best-sellers...), capaz de abrir o círculo místico, o da cobra que abocanha a cauda (que em Géa evito chamar de Uróboro para excluir a conotação nazista), o do sisifismo terrível, o da infernal repetição, e de abdicar o "trono" a qualquer de seus seres, que ali o alcance.

Deus, lá chamado Géo, confia inteiramente na Géa, sua contraparte feminina de igual valor, com a qual forma o Um. Ele não abdica na certeza de retornar ao "trono". Ele confia na vida, na matéria e se torna a menor partícula do Universo. Se voltar a ser Deus, ótimo. Se não voltar, tudo bem; ótimo ainda assim.

Géa inteira, em cada elo fractálico e em sua história geral, é a alegoria desse equilíbrio dinâmico mente-matéria, numa espiral aberta e evolvente. E Géa é muito, muito, muito mais. Só mesmo lendo e relendo se pode saber.

Na obra suprema está uma apresentação nova e mais exata, completa, satisfatória, do Cosmo; e não está a sugestão de que a Leitora, o Leitor siga as minhas palavras... 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 0...

- CCDB 14-04-2006

Agradecimento: recebi hoje um e-mail de meu grande amigo Sergio Sacco (em quem baseei o personagem Serias Bulggo de Geínha). Ele me informava que, na frase "....numérica é: 1, 2, 3, 5, 6, 7, 8, 9, 10. Faltava o 4...", do texto acima, estava faltando também o algarismo 6! E era verdade! Corrigi o erro e fiquei cogitando: teria sido esse "6" retirado dali por algum efeito colateral do trabalho do tal hipnotizador? Seria porque muitos fenômenos em minha vida (como a data do meu nascimento) estejam ligados ao número seis? Seria eu, no consciente ou no inconsciente, um gênio que tenha criado outra falha na seqüência para testar a leitura de quem me honra nesta página? Em verdade, não sei. Só sei que estou profundamente emocionado com este fato: meu grande amigo está relendo nesta página, em 2011, um texto meu, escrito em 2006 - e com tamanha atenção que conseguiu descobrir a falta daquele algarismo 6! Obrigado, Sergião (Sergio Sacco)! Antecipar leituras como esta sua foi um dos maiores impulsos que me levou a escrever Géa e os outros livros, bem como a criar este site e varar anos a fio labutando para divulgar a obra, porquanto ela, perene, vale mais do que eu neste corpo físico, efêmero como aquele número seis que você ressuscitou!

- CCDB 08-07-2011


Nota sobre o parágrafo anterior: durante alguns minutos, a página acima conteve um erro no final; ali esteve escrito, sem querer e não querendo, talvez uma brincadeira do Cosmo com este autor: 1, 2, 3, 4, 5, 5, 7, 8, 9, 0...

Nota geral sobre o texto logo acima "Não coincide: ultrapassa... 1, 2, 3, 5, 6, 7, 8, 9, 10": embora (e apesar das restrições apontadas) eu apresente a AMORC como um caminho viável, isso em absoluto não significa que esteja recomendando tal caminho e muito menos que na obra Géa eu seja o portavoz de qualquer ordem mística, inclusive essa - nem de religião, doutrina ou pensamento algum que não o meu próprio, fruto de minhas experiências e cogitações pessoais. Em Géa eu NÃO pretendo inaugurar uma escola filosófica, uma ordem mística ou uma religião. Tudo isso e algo mais está muito bem esclarecido logo na página dois de Géa, antes de iniciar a elaboração do texto - e o cumpri cabalmente. Há muitos caminhos para se subir a Montanha, e todos têm os seus perigos. Felizmente, porém, a Montanha está lá, porque se não estivesse seria inda mais difícil alcançar o Portal ao qual conduz.

- CCDB 15-04-2006


The Uninvited

O escrito Géa foi iniciado em 10-10-94 e registrado pela primeira vez na Biblioteca Nacional em 27-09-96. Géa com texto completo foi registrada na Biblioteca Nacional em 06-08-2002 e, com o Número: 277.112, Livro: 499, Folha: 272, em 08-01-2003. Géa em verdade começou mui antes, em meus artigos técnicos, na revista Nova Eletrônica; se não antes ainda, com as histórias infantis que eu contava a meus irmãos em crianças. Já informei isso várias vezes nesta página, mas não custa repetir quando necessário, inclusive porque "Nem plágio nem coincidência" está sendo a mais visitada deste site e muitas Leitoras e Leitores, endereçados por amigos entusiásticos, já vêm direto a certos parágrafos sem lerem os precedentes.

Há alguns dias recebi do pai de um grande amigo brasileiro que se mudou em definitivo para a Austrália alguns livros em inglês, idioma que venho estudando mais a fundo para poder lidar com o porvir, porquanto Géa está despertando o interesse de quem só fala inglês e mora no exterior, gente a qual levará minha obra aonde outra nenhuma, brasileira (e talvez de país algum), jamais esteve.

Um dos livros emprestados a mim por esse amigo se chama "The Uninvited", livro sobre "abdução alienígena" (abdução, na acepção jurídica, significa: rapto com violência, fraude ou sedução), escrito por Nick Pope e publicado em 1997 por Butler & Tanner Ltd, Frome and London. Portanto, vinte anos depois de eu começar a publicar meus artigos na Nova Eletrônica (revista que existiu de 1977 a 1987), nos quais as personagens de Géa e o nome Géa aparecem em público pela primeira vez, se não considerarmos o verdadeiro início, nos meus tempos de criança.

Quando escrevi o texto de Géa cujo excerto aparece abaixo, o livro "The Uninvited" sequer fora lançado.

Para dar imediatamente a informação a você e enriquecer esta página com mais um caso, acabo de interromper a leitura de "The Uninvited", que inda está no início, à página 6, donde destaco o seguinte excerto: "Valée believes that these creatures - whatever name we give them - are fellow inhabitants of what he calls the Multiverse. "

Note, por gentileza, que o itálico em "Multiverse" faz parte do texto original.

Informo que nunca ouvira falar, até este momento, de Jacques Valée, astrofísico, nome e informação descobertos por mim na mesma página 6, e também não em seu livro "Dimensions", nela citado outrossim, cujo país e data de lançamento ignoro completamente.

Ao ler a palavra "Multiverse" (que se traduz por "Multiverso"), inda por cima em itálico, corro a procurar meu texto em Géa. Está no Livro Terceiro, páginas 500/501 da versão não-ilustrada e é o seguinte, onde os itálicos são originais:

"- Sim! Isso, Tóxia! Muito grato! Agora consigo abranger! - e o bio-computador cria o mais maravilhoso padrão repetitivo! Uma sucessão infindável de Universos se tece, infinita em todas as direções, expansível até os limites da percepção de Rá e Tóxia. E a operação interrompe-se, para não saturar os circuitos bióticos.

Um Pluriverso, formado de Universos finitos!... Um Multiverso! E ele próprio um Universo! Maior! Infindo!".

Eis, pois, mais uma daquelas coincidências, cuja explicação talvez seja a do início desta página, "Nem plágio nem coincidência", início esse que convido você a ler ou reler - é a parte com caracteres maiores. E reconvido-a(o) a ler o "resto", na própria obra superna: Géa!

- CCDB 29-04-2006


Decerto uma homenagem de Maurício; não, um plágio nem uma coincidência


Pra você ver como Géa é viável em quadrinhos, chegou o momento de contar o que se segue a esta repetição das informações indispensáveis: as personagens de Géa apareceram em meus artigos na revista Nova Eletrônica, de cuja editora EDITELE fui um dos fundadores e gerente geral. Esse aparecimento ocorreu entre 1977 e 1987, período de dez anos em que a editora existiu. O meu primeiro artigo na Nova Eletrônica saiu no primeiro número da revista à pg 28, em Fevereiro de 1977. Esse artigo foi escrito e registrado por mim, como de minha autoria (o que é absoluta verdade), na Biblioteca Nacional antes da publicação. As primeiras personagens de Géa surgiram na página 37 da Nova Eletrônica de Dezembro 1983 publicação número 82 - EDITELE. Essas personagens foram: Ra-El, Ardo, Clausar, o grupo musical Atlantes, Sérias, Ree e ali mencionei a bebida chamada so-ma. A minha personagem Gia apareceu pouco depois, também na revista. A palavra Géa surde pela primeira vez na página 41 dessa mesma publicação número 82. Géa, a obra suprema que este site divulga, foi registrada pela primeira vez na Biblioteca Nacional, já com o título e o sumário de nomes de capítulos em 27-09-1996. Géa completa foi definitivamente registrada na Biblioteca Nacional em 06-08-2002.

Os "superamplificadores" eram uma constante em meus artigos e a palavra "superamplificadores" é neologismo meu, criado nesses artigos e nos meus prospectos de produtos CCDB.

Logo no começo do Livro Treze de Géa, na seção sobre Direitos (autorais), você encontrará um texto onde cito veladamente o fato completo que passo a descrever todo aqui, porque o Livro Treze não é o lugar para assim o narrar.

Hoje, nesta página "Nem plágio nem coincidência", posso contar o fato inteiro, porque o espírito da página me dá a oportunidade de dizer sem ser mal-interpretado: não considero um plágio; sim, uma honra, ter tido as minhas personagens e o nome Géa transformados por Maurício em história em quadrinhos. Note, por favor! que isto NÃO é uma autorização implícita ou explícita para que pessoa alguma faça (ou repita) o mesmo, sem antes me contatar e tratarmos de direitos e rendimentos.

O fato completo é: em 1998, eu estava escrevendo a obra Géa; e, já em 1994, quatro anos antes, registrara o seu início (ver acima). Esse registro não é o da parte das histórias de Géa contida (e registrada muito antes ) nos artigos que escrevi para a revista Nova Eletrônica, supracitados; sim, o registro do próprio escrito Géa. Nesse mesmo ano, 1998, um amigo alertou-me e forneceu-me um exemplar do número 137 do gibi "Cebolinha", publicação da Editora Globo S/A, edição de Abril 1998 (onze anos depois de a Nova Eletrônica ter findado), onde, da página 30 em diante, a deliciosa história ecológica "O Astronauta", assinada pelo Maurício, apresenta um planeta chamado "Géa" - não, o nosso caro orbe, a Terra, conhecido pelo nome Gaia (e cuja raiz "geo" se acha em numerosas palavras de muitos idiomas, bem como a modificação "géia", qual em Pangéia) desde os tempos helênicos ou gregos e personificado na deusa homônima e que é portanto de domínio público - sim, um mundo semelhante ao nosso, onde os seres se parecem com os terrestres, tal qual nos meus artigos e na obra Géa. Note-se pois que a palavra "Géa", tal como eu grafo, NÃO é de domínio público; sim, invenção minha.

Em "O Astronauta", de Maurício, houve com total certeza um extrato (que volto a chamar de homenagem e não de plágio, conquanto me não fosse pedida autorização ou feita a mim qualquer comunicação) dos meus artigos da Nova Eletrônica, porque também apareceu na historieta de Maurício o neologismo de minha invenção, constante nos artigos supracitados, "superamplificador", e a historíola se desenrola baseada no que eu criei. O emprego do meu neologismo "superamplificador" é que caracteriza cabalmente não haver coincidência; sim, o uso consciente do material dos meus artigos na composição da historieta de Maurício.

Quando terminei a magna obra Géa e iniciei este site, entrei no site de Maurício e tentei contar a este, por meio de um formulário do seu próprio site, o fato acima, dizendo-lhe (o que é verdade) que eu não estava abrindo uma polêmica nem o intimando com direitos autorais (e não o faço agora); sim, que, se não ele próprio para homenagear-me, decerto algum colaborador seu teria escrito a história "O Astronauta" sem que Maurício fosse avisado de onde teria sido extraída, e que eu até me sentia honrado, porque mesmo o nome do conjunto musical "Os Mutantes" era comum ver-se transformado em "Os Gritantes" e tal em gibis, o que nos era salutar: a nós, Mutantes. Claro que considero homenagem até a saudável sátira, se foi o caso na historíola de Maurício.

Afinal, se Rita Lee me escreve hoje (mais exatamente, escreveu-mo em 17-04-2006) o que se segue aspeado e em cor castanha, posso, sem dúvida, considerar-me um dos Mutantes e usar a palavra nos ao referir-me ao grupo: "aliás, indiscutivelmente para mim você sempre foi o cabeça daquele nosso filme dos anos 60, sem a sua presença Los Mutas jamais sairiam do quintal da rua Venâncio Ayres para o mundo - Rita Lee".

Eu buscava, coa mensagem que pus no site de Maurício, um contato com este para uma possível publicação de Géa em quadrinhos, isto sim. E ele não me respondeu. Nem sei se leu o que escrevi nessa mensagem, porque, como expus acima, coloquei a mensagem no formulário existente no seu site, o que não é uma garantia de ser lido pelo próprio Maurício.

Estou escrevendo isto, pois, para você ver que Géa não só é viável em quadrinhos como até mesmo alguém já tomou a iniciativa de homenagear-me com uma historieta, e justo quem! Maurício! o criador de Mônica, entre outras grandes personagens de quadrinhos e desenhos animados, ou - e ainda seria uma honra - algum colaborador de Maurício que haja escrito a referida historieta, assinada então por este.

Por último, e não por isso menos importantemente, informo que, quando a EDITELE - Nova Eletrônica encerrou suas atividades em 1987, assinei um contrato com seu proprietário, Leonardo Bellonzi, passando-lhe os direitos autorais sobre os meus artigos (apenas os publicados na Nova Eletrônica e até a data do contrato), porém conservando o direito exclusivo de uso das minhas personagens nascidas na Nova Eletrônica, especificamente as de Géa, para todas as obras posteriores à assinatura desse contrato.

Depois de "O Astronauta" não me deram notícia se o tema Géa prosseguiu entre as histórias em quadrinhos ou os filmes de Maurício, a quem aqui desejo deixar a minha infinita homenagem e a mais carinhosa consideração, tal como a imensa gratidão por tudo quanto fez (inclusive a citada historieta), pois é de gente feito ele que nosso país precisa, e não só o nosso.


- CCDB - 01-05-2006

Outra "coincidência" entre o trabalho de Maurício e o meu, em 2010

Opinião de Rita Lee sobre Géa


Fausto, de Goethe, e Géa

Todas as manhãs leio na cama um bom livro para Dalgiza, e se ali não lhe releio Géa (no computador convencional a lemos juntos inúmeras vezes) é porque não a tenho impressa e não possuo um "e-book", o computador portátil dedicado à leitura de livros eletrônicos.

Como está registrado na página "Se não acredita", neste site, o livro "Fausto" de Goethe, foi um entre os lidos por mim depois de eu haver terminado de escrever Géa. Lendo hoje "Fausto" para minha amada, encontrei na página 187 da edição de 2002, Editora Nova Cultural Ltda, obra "Fausto - Werther", livro "Fausto", a seguinte estância:

"AUTOR

Quem lerá hoje em dia um livro que contenha

Algum assunto sério ou idéia luminosa!

E a cara juventude em tudo o que se empenha

Se mostra impertinente e bem pretensiosa".

Essa estância pertence ao capítulo "A Noite de Walpúrgis", em que Mefistófeles guia Fausto num lugar sombrio, cheio de bruxas e outros entes que tais. O fato significativo, que assemelha essa parcela de "Fausto" com um dos meus textos e cenas em Géa é: Mefistófeles e Fausto se deparam com um autor (escritor) - o qual, assim como outros entes, está sentado num carvão fumegante - que pronuncia as palavras da estância supracitada, cujo conteúdo é também significativo para notar-se aquela semelhança. Se você ler inteiro "Fausto", ou o capítulo "A Noite de Walpúrgis" (de que não posso reproduzir aqui extrato maior para não ferir os direitos autorais), notará mais parecenças entre o ambiente ali descrito e o criado por mim em certa passagem de Géa, citada abaixo.

Leia o que, muito antes de ter lido "Fausto" (e jamais assisti a qualquer obra teatral baseada nesse escrito), escrevi em Géa, Livro Quinto, Capítulo "Recorda-te!" páginas 1029 a 1031 da versão não-ilustrada, quando Clausar está mergulhado fisicamente numa távola (mesa) pétrea e Geárion, o Kyenk, o Ser de Luz, guia-o pelo Cosmo afora, mostrando-lhe de tudo, inclusive seres imateriais:

"Geárion retorna com Clausar à sólida mesa umalfa.

A távola cravou-se no solo fofo dalgum recanto sombrio da Terra! É noite fechada, sem luar ou qualquer luz; e Clausar vê, por entre estratiformes névoas. Através do escuro, o enk pergunta claro ao Kyenk: - Onde estamos? Parece um campo-santo sem triângulos! - e Geárion: - Em certos países da Terra, cruzes assinalam numerosos túmulos e simbolizam redenção para os crentes no Filho do homem. Estamos num dos futuros mais prováveis da tessitura tridéltica. - O iniciando suspira: - Terra! Aqui passei os estatos mais saudosos da gédia... - e o iniciador reflete-lhe a transparência: - Sim, Clausar. Tua sútil saudade descose-se dos írios e esfiapa-se em tules no ar...

- No ar... Mas observa, naquele lugar ao fundo, Geárion! O homem ajoelhado ante a estela! Ela não é cruciforme; sim, retangular. - indica o enk. O Kyenk pede: - Vem comigo. Somos imperceptíveis ao tridéltico. - Entre os monumentos fúnebres, Geárion e Clausar caminham para o recanto mais periférico do cemitério, onde se acha o homem. A laje tumular confina com os restos da cerca divisória, e esta se encontra em ruínas, pois não tem função: vivo ou morto, nenhum corpo quer cruzá-la nem saber onde termina a necrópole.

- Ele chora! Quem jazerá enterrado ali? Seu filho? A esposa? Seu pai? - excogita o enk. E o Kyenk pondera: - Antes fossem. Seria a ordem natural das coisas e passaria, como quase tudo passa, na última expiração do homem. Aqui sucede algo muito mais grave. Atende à prece do tridéltico: reverbera suavemente entre as paredes fonocâmpticas da tumba... - e Clausar eria:

- Meu Deus! Escuta-me!... Se existirdes; ó vós, espíritos! intercedei junto a Ele por mim! Alguma entidade benigna, inteligência superior, plácida Alma: ouve esta oração! Fiquei só! Só, como um ponto final! Foram-se-me os ouvintes; meus leitores arredaram!

- É um escritor, Geárion! Um textor tridéltico! - nota o enk. E o Kyenk: - Sim. Os doutores em literatura escrevem céus diurnos: um sol só, um só azul; erro? nenhum. Este é autodidata: escreveu firmamentos noturnos: cheios de trevosas lacunas, mas plenos de profundidades, variedade e incontáveis sóis. Continua a eriar.

- Meu Deus! A obra de minha vida! Perdida! Inútil! Enterrada írrita ao pé deste granito, aqui sob esta lousa, neste sepulcro de dor! Volve-me a o livro os olhos, Criador! Lê! Segue-me as linhas, no papel carcomido pelo tempo! E onde vires vazios, escaras no tecido, um dia vivo e lustroso, passa-me a interpretar o texto em meu pensamento, pois está inteiro nele! Na tumba ao lado, repousa a última partitura; sobre a descor da sepultura, o esqueleto é do último compositor! Lá atrás, há jazigo vazio: nele está o impalpável movimento do último bailado. Os delicados ossos sobre a campa esqueletaram a última bailarina! Neste maldiçoado planeta; bem cá, no mais longínquo reduto aonde avançam os tratores, as diabólicas máquinas donas de tudo, encontram-se os derradeiros sentimentos humanos! Musas não há; pois não teriam consentido, se houvesse!... Ora! resta-me a esperança, ora! Se não a música, nem a dança ou qualquer arte outra, lograra o verbo tocar-te o coração, Deus meu!

- Lê a inscrição da lápide, Clausar. - convida Geárion. Clausar arrepia-se: - Meu Géo! Ali está escrito: “Aqui jaz o último livro”! - O Kyenk testemunha: - E é verdade! Os novos meios de comunicação tornaram aparentemente desnecessários os livros. “Viraram coisas de saudosistas”, pensam os tridélticos, orgulhosos das conquistas informáticas. O livro enterrado é a obra mais bela, mais perfeita e honrosa jamais escrita no planeta dos homens. Em muito, supera todas as outras, dos maiores gênios terráqueos. Sem nihil obstat (pois nem censura há mais), foi lançada, e... ninguém leu! Ninguém! Sozinho, o autor cerimoniou-lhe o funeral e inumou-a. Todos os dias vem orar no sepulcrário; deixa na catacumba viva flor... e plange. - Não podemos ajudá-lo? - pergunta o enk. E o Kyenk: - Deve beber a última gota e pagar com sofrimento a insensatez de seus irmãos de espécie. Dessa forma reunirá géas para conseguir seu intento. - Escondidamente, Clausar indigita o escritor a Geárion: - Repare! Não tem mais lágrimas! Pranteia; e, contudo, secaram-lhe as últimas! Mesmo abertos, seus olhos já não vêem!

- Sorriu: feito ninfa de belbellita em crisálida e telária prestes a deixar exúvia, é pronto o escritor a o desenlace da carne. - Nisso, mãos tendidas rumo ao céu escuro; se mais o ama o solo duro! flecte o abdômen, e cai a prumo o corpo do homem. Os olhos continuam-lhe descerrados, e a alutácea face morta sustém o ar de esperança.

- Ali! Ali, Geárion! Um Ky geosíssimo!!! Também no vê? - aponta o enk. E o Kyenk: - É nosso irmão, o Ky da espécie humana: Kytridéltico. - Vós aqui, geóctones?! - pronuncia o ser luminoso."

No meu texto, "Ky" significa "Alma"; "belbellita" é "borboleta" no mundo de Clausar; "tridéltica" quer dizer "da Terra", pois a Terra é o planeta chamado Tridelta por muitos extraterrestres; "tridéltico" é "terráqueo'; "írios" são "olhos"; "eriar" é "ouvir"; "textor" é "escritor"; e "gédia" é "vida".

Veja a ilustração que criei para o escritor perante a tumba do livro.

- CCDB 04-05-2006


The Old Curiosity Shop, de Charles Dickens, e Géa

Eu jamais lera Charles Dickens, em idioma algum; e Géa estava escrita há vários anos. Graças àquele mesmo amigo que me emprestou "The Uninvited" (leitura a qual terminei), estou podendo continuar o meu estudo de inglês e leio pela primeira vez Dickens, em seu seriado transfeito em livro "The Old Curiosity Shop", edição de 1972 da Penguin Books, England.

Logo no início do primeiro capítulo, que não possui nome e se intitula simplesmente "Chapter the First", à página 43, descubro: o contador da história gosta de passear à noite, cuja luz é mais propícia à sua análise dos passantes: "....; a glimpse of passing faces caught by the light of a street lamp or a shop window is often better for my purpose than their full revelation in the daylight, and, if I must add the truth, night is kinder in this respect than day, which too often destroys an air-built castle at the moment of its completion, without the smallest ceremony or remorse.".

Não apenas esse texto contém uma coincidência de ambiente com certa passagem de Géa, como serve outrossim de preâmbulo à introdução - a pleno contraste coa malícia, a sagacidade e a consciência representada pela noite - da personagem Nell, menina protagonista da obra, que simboliza a pureza e a ingenuidade.

Na página 44 (coincidentemente o número que, em japonês, se traduz por morte... - quem ler a obra me entenderá) do livro de Dickens, o narrador que costuma caminhar à noite diz: "But my present purpose is not to expatiate upon my walks. An adventure which I am about to relate, and to which I shall recur at intervals, arose out of one of these rambles, and thus I have been led to speak of them by way of preface. // One night I had roamed into the city, and was walking slowly on in my usual way, musing upon a great many things, when I was arrested by an inquiry, the purport of which did not reach me, but which seemed to be addressed to myself, and was preferred in a soft sweet voice, that struck me very pleasantly. I turned hastily round and found at my elbow a pretty little girl, who begged to be directed to a certain street at a considerable distance,....". Essa garota é Nell, cujo nome tem quatro letras.

No Livro Sexto de Géa, capítulo "Quo usque tandem abutere", página 1194 da versão não-ilustrada, escrevi, como preâmbulo e para criar o mesmíssimo contraste entre a pureza ingênua da jovem a qual protagonizará (com Clausar) "Selvespessa" (o capítulo seguinte) e a consciência que o passeio de Clausar na noite emblema, aliada à sagacidade maliciosa (porém à amizade sincera) simbolizada pelo elasto (o gato do planeta Géa) Citrusmônio: "Ao dobrar a esquina, Clausar volve-se. Desta vez não eriou Voz ou iriou coisa alguma: simplesmente sentiu. Sim! Lá está o companheiro de suas excursões na escuridão: Citrusmônio!... O elasto aproxima-se, e não lhe caminha colado aos pés: anda aos arrancos, ora à frente, ora atrás; pára, invade residências; torna, de um salto, do telhado à calçada; caça sutis odores; segue insustáveis ultra-sons de bofulasas; assusta sombras ultrices de asas na sombra: persegue ultra-sombras! A trechos, mira-o nos írios e repisca-lhe.

- Amanhã não passearemos juntos... - informa Clausar, tristonho. - Ruú! - responde Citrusmônio, trotando. E o adolescente:

- Irei à fazenda de Selvespessa! Tenho pressaudade de Você... - Naúnnn!... - lamenta-se o digitígrado, qual se compreendera. E decerto compreende, pois entrepara, toma impulso, atira-se nos braços do bípede e põe-se a ronronar. O jovem detém o passo e fita a fera de perto nos írios. Dois círculos negros enormes, as pupilas dilatadas de Citrusmônio absorvem a imagem de Clausar, para quamnum majá esquecerem. Um Miado interior diz-lhe estar vendo o Amigo enkóide pela última vez, nesta agílima gédia de elasto...". Na fazenda de Selvespessa, Clausar encontrará a própria pureza e a ingenuidade na pessoa louríssima da virgem Únia, cujo nome tem quatro letras. Confira! lendo Géa...

No meu texto, eis as acepções das palavras rônias (latinas, mas do povo rônio, o romano do orbe Géa), alienígenas (idioma teruzês) e do neologismo: "Quo usque tandem abutere" é rônio, baseado no latim de Cícero (Quosque tandem abutere, Catilina.....), e quer dizer "Até quando abusarás (da nossa paciência)"; "elasto" é o gato do planeta Géa; "bofulasas" são "bofulos" (camundongos) de asas e, portanto, morcegos; "írios" são olhos; "pressaudade" é meu neologismo para "saudade de algo que inda está para acontecer"; "quamnum majá" quer dizer "nunca mais"; "enkóide" é "da espécie dos enks (à qual pertence Clausar)"; e "gédia" significa "vida". Embora pareçam muitos os termos do idioma extraterrestre teruzês, eles estarão conhecidíssimos da Leitora, do Leitor, que os terá aprendido ao longo dos cinco livros precedentes, onde paulatinamente os lanço. E não se preocupe com o rônio, mui raro em Géa: o título do capítulo se refere a uma aula chatíssima de rônio e a um trocadilho que o (então adolescente) Clausar fará com o seu "maligno" professor Biró (Quo usque tandem abutere, Biró.....)...

Veja o elasto Citrusmônio e Clausar em suas pressaudosas pupilas - para voltar a este mesmo ponto use a seta "Voltar" do browser.

- CCDB 10-05-2006, às 16:44


Gea, personagem feminina de história em quadrinhos italiana

Eis mais uma coincidência, que não reputo plágio, apontada por um amigo especializado em quadrinhos. Lembrando a data muito anterior da minha primeira publicação de Géa (que aparece em vários subtítulos desta página, acima), aqui está o link para o site onde essa personagem feminina aparece, em trabalho assaz mais recente que o meu. Há também alusões a temas semelhantes aos que trato em minha obra e até mesmo a coincidência da palavra "Multiverso" se repete.

http://www.sergiobonellieditore.it/gea/servizi/il-mio-nome-gea.html

- CCDB 03-06-2006


Isto aconteceu!

Dou minha palavra de honra (isto ainda existe) que o relato de Sergio Sacco é verídico. Ultrapasse comigo a assustadora palavra "Prefácio" e conheça na página "Melhor que o resto do site? - confira!" um acontecimento verídico e impressionantíssimo. Você não vai se arrepender...

- CCDB 07-06-2006

E eis mais um caso verídico, do mesmo tipo! - CCDB 03-02-2008


Leitura rápida

Este subtítulo quebra de propósito a simetria desta página, a mais visitada deste site, pois não lhe pertence ao assunto "nem plágio nem coincidência". Leia... e respire...

A estrutura "aleatória" da apresentação dos diversos temas nos primeiros cinco livros de Géa, com seus diversos "começos", assim como a estrutura adrede "confusa" deste site, visa acinte destruir o conceito de "tempo" na mente da Leitora, do Leitor, ou do visitante do site. O "tempo" é o principal motivo pelo qual a maioria das pessoas tem pressa em ler, pensa que "não tem tempo", lê errado com o método (ou sem ele...) de "leitura rápida" (que só se presta a obras de consulta; nunca, às artísticas). Não é à toa que "tempo" é chamado de "ritmo" no planeta Géa e é medido pelo calendário dos "meses cores", baseado nos "deuses Cores", na pura emoção dos "antigos", que "tinham mais tempo" para LER... quando inda não existiam livros!

- CCDB 06-07-2006

Mais sobre este assunto - CCDB 03-02-2008


James Bond outra vez...

Ontem assisti pela televisão à abertura de um filme da série James Bond - apenas, à abertura; e, em seguida, fui dormir.

No apogeu da luta de Bond contra um militar inimigo, o hover-craft onde pugnavam se dirigia a um portal fechado por duas portas de madeira, de cujo alto batente pétreo pendia um sino, visível por largo vão, acima dessas portas. O sino tinha um tronco de árvore por badalo externo, penso de duas cordas. Empós o portal... o pó e a pedra do abismo!

Durante o impacto da bólide flutuante contra as portas, que se abrem e a deixam precipitar-se com o inimigo à profundeza mortífera, James Bond pincha-se ao badalo, agarra-se a ele... e fica ali, a balançar com o impulso, enquanto seu vaivém percute no sino cavas badaladas...

Eis, em cor castanha, o que está no Livro Sexto de Géa, capítulo "Sérias", escrito por mim vários anos antes de tal filme ser sequer imaginado por seus criadores (a tradução das palavras alienígenas se acha numa nota, logo após o texto):

"Sem fazer ruído, Clausar não tem mãos de si, mete mãos à obra e lança mão de todas as géas: desliza rápido para a encaracolada escadaria da torre esquerda, colhe às mãos o corrimão e sobe de quatro em quatro os degraus, como se fossem mão única. São mais de cem trezêmbilhos de altura, e mesmo o enk com mãos de írion não suporta subir isso nesse passo. Pondo os bofes pela boca, chega ao campanário, depara-se em primeira mão coa cena geível e dá de mão ao esforço! Clausar está de mãos atadas, com üa mão atrás e outra adiante, nas mãos do Destino, a quem estende as mãos. Dá a mão à palmatória, põe as mãos e grita...

- Não!!! Não, Cray!!! Não salte!!! - Ardo equilibra-se de pé sobre uma das vigas horizontais, pose preparatória de salto em trampolim, mãos apontadas na direção do badalo do Pai do Som, o maior sino fundido em Géa! Ao lado, uma rapigarra acorda estremunhada, coça a cabeça plúmea com a garra afiada e observa, desdenhosa, o depenado invasor de seu espaço.

Ardo não escuta os rogos de Clausar. Passa a mão esquerda sobre os írios, eleva a fronte e tem sob si os incontáveis géons de Salo, baía de írias circundada pelas montanhas longínquas e pela Serra da Rítua, picos sobrepujantes ao cálice de céu leitoso, onde os astros espicham as mãos por três vezes e afogam-se na poluição.

É meia-lúmia! Suspenso em desmesurada mão-nória de aço, o Pai do Som põe-se a balançar, movido por uma centena de mãos sacerdotais nas pontas dos cabos, no pé da torre. Quando a superfície interna do metal cônico está para tocar o badalo (e o sino para inverter-se, obcônico), Ardo salta, mãos estendidas! Bicarra aberta, os enormes írios da rapigarra atônita acompanham e calculam o arco, levados em vaivém horizontal pelos movimentos da cabeça.

- Nããããããããããããoooooo!!! - brame Clausar. É tarde: o irmão vence o espaço, voa e agarra-se coas duas mãos ao anel vazio, na ponta da esfera do badalo. O objeto maciço quase não se move com o impulso de Ardo, é atingido pelo corpo imenso do sino e faz soar a primeira grande badalada, das nove representativas de noventa nônadas. Simultaneamente, a rapigarra mergulha no ar negro da lúmia e desaparece; nem ela própria escuta seus indignados pios estridentes; e, por junto, os sinos menores repicam os nonagésimos da contagem no carrilhão, com pequenas badaladas.

- Criiiii-iaup! Tanto estrépito para voar tão pouco... Esses pobres enks não têm jeito! Criiiii! Por isso a picalívia nem se dá ao trabalho de alar-se, ao passar por perto um enkóide!... Criiiii-iaup! Iaup! Iaup! - e a vigorosa predadora abre as gafas e empoleira-se no triângulo pontinadiral, para aguardar o fim da barulheira e retornar ao ninho...

Abalam-se-lhe os órgãos do equilíbrio; tudo rodopia; e Ardo não cai com o impacto, não solta o anel: continua de mãos firmes, ajudando o movimento do pêndulo com impulsos de trapezista. Quase surdo, Clausar sobe para a viga oposta à de onde Ardo saltou, estende a mão ao irmão e segura, coa outra, um cabo de aço pendente do teto, ao lado do sino. O enk aperta o cabo com as pernas e atira-se na direção do viajor de KSE. Ardo esquiva-se; e os dois ficam balançando, até soar a nona grande badalada. Ardo dá o último impulso e faz bater mais uma! Pela primeira vez, Salo eria esse décimo som; e os zumbis consumistas, os religiosos e os supersticiosos assolados ficam eleborando hipóteses, mãos aflitas, persignando-se, preocupadíssimos com o mau presságio.

Após a décima percussão, Ardo solta as mãos do anel e lança-se no ar, membros abertos em xis, dedos estirados, para voar no encalço da rapigarra. Clausar recolhe o irmão pela cintura com o braço livre, enrola firme sua mão no traje negro dele; e os dois escorregam suavemente, de longo a longo no cabo, ao topo da escadaria encaracolada. Ardo está salvo e subri, írios esgazeados.

- Eu... posso... voar... Posso... voar... - e põe-se a iriar as próprias mãos, embevecido."

Nota: o uso repetido da palavra "mão", no meu texto, é proposital e segue um arquétipo lisérgico que permeia boa parte do capítulo. Nesse texto, as palavras alienígenas são do idioma teruzês, do país Teruz, do planeta Géa e se traduzem assim: géas = forças; trezêmbilhos = metros; írion = ferro; geível = terrível; Cray = apelido de Ardo; rapigarra = uma espécie de águia; írios = olhos; géons = luzes; írias = estrelas; Rítua = Música; lúmia = noite; nória = dos povos louros do norte e, no caso da palavra composta "mão-nória", significa "inglesa"; nônadas = horas (cada nônada vale quinze minutos dos terrestres, e um cromat, o dia, possui noventa nônadas); enks = homens do planeta Géa; picalívia = um tipo de pomba; enkóide = humanóide, mas com relação a enks; pontinadiral = meu neologismo para "que tem a ponta voltada ao nadir"; KSE = LSD do planeta Géa; Salo = cidade do país Teruz, no planeta Géa, que corresponde à de São Paulo, no Brasil cá da Terra (há outros Brasis pelo Universo afora...).

- CCDB - 10-07-2006


Moby Dick

No capítulo "Sunset", do livro "Moby Dick" de Herman Melville, editora Penguin Books, coleção Penguin Popular Classics, edição inglesa de 1994, página 170, acha-se este belo texto, que reproduzo em castanho, aspeado a seguir, onde Ahab é o capitão do baleeiro Pequod e está imerso em cogitações, depois de convocar sua tripulação à caça do feroz cachalote branco que lhe arrancara uma perna, Moby Dick. Note a alegoria que Melville e eu criamos, da taça de vinho, das ondas e da menção à cor plúmbea: nisso está a "coincidência" (ver no começo desta página a minha opinião sobre tais "coincidências") com o meu texto de Géa:

"Sunset

[the cabin; by the stern windows; Ahab sitting alone, and gazing out]

I LEAVE a white and turbid wake; pale waters, paler cheeks, where'er I sail. The envious billows sidelong swell to whelm my track; let them; but first I pass.

Yonder, by the ever-brimming goblet's rim, the warm waves bush like wine. The gold brow plumbs the blue. The diver sun - slow dived from noon, - goes down; my soul mounts up! she wearies with her endless hill. Is, then, the crown too heavy that I wear? this Iron Crown of Lombardy. ".

E leia agora, por favor, o meu texto, também em castanho e aspeado a seguir, extraído do capítulo Sérias, Livro Sexto de Géa, onde as ondas correm no mar de nuvens, a cor plúmbea tem vontade própria e a taça é de montanhas, mas o sol, ao invés de se pôr, nasce:

"O cobertor nebuloso não vagueia por cima do panorama, elevado no céu: estende-se exatamente ao nível do chão recoberto de pedrisco e esconde o relvedo de longas folhas lineares verde-escuras nas saias do platô, rampas de quarenta e cinco graus.

No plano horizontal unívoco, a cor plúmbea da pedra britada do rechão procura estender-se ao lençol nuvioso. A rocha recorda ao gás o desvalor de seu matiz na ausência da géa, pois cinza é o marfim na penumbra e em negro se desfaz, na escuridão.

A densa neblina prolonga a lhanura e alcança os outeiros revestidos de caliginosa mata, macias corcovas, virgens pomas emergentes do Lúmen, além do vale encoberto. Raras moradias dos privilegiados habitantes da Serra da Rítua pontilham, com suas faces caiadas, as encostas dos dois contrafortes laterais do recanto, florestado e fértil. Nenhum monte se eleva, dominando o sobranceiro patamar onde os Atlantes construíram seus lares, senão o suficiente para formar a bacia litórea de brumas: taça magnífica, onde Géo brinda os Enks com vaporosos vinhos de névoa.

A superfície do manto de cerração é uniforme e nítida, igual à das mais serenas líquas. Insensível ao ciúme da ínvida brita, o fluido adiáfano vibra, argênteo na sombra, e reflete o géon ambiente. O golfo tranqüilo possui indolentes ondas; e estas devagar divagam, graduando tons glaciais em cinéreas nuanças. Intocada pelos raios de Rá, a nevoaça intransitivamente não esgazeia no ar, nem sua brancura umbrosa ofusca os írios; lânguida, pacífica, insinua profecias nefelomânticas e atrai os passos de Sérias.

Traje monacal preto; capuz abaixado; longos cabelos escuros, anelados na suave brisa da alvorada; Sérias caminha coa Etérila de Soládio e sai para a varanda, desenvolvendo a ininterrupta melodia. Os dedos ágeis percorrem o cabo do instrumento, dedilham fácil passagens difíceis; e o som brota, sementando polifônicas notas.

Desperto, Clausar vai à porta e observa o irmão, acolá.

Sérias prossegue, desce os degraus para o gieno plano e avança com a Etérila té a orla da chapada, onde começa o cálice de fumo níveo. Altíssimo, o céu límpido; azul-de-aço na linha do horizonte, safira de permeio e violeta negrejante no zênite; é cósmica janela aberta. O brilho intenso de Beldifer remanesce aceso e vibra no firmamento, desafiando o poder da íria laranja.

O quadro acama-se, qual planeta observado do espaço exterior; pois tudo, na perspectiva, está embaixo, inclusive os estratos.

Clausar boquiabre-se, mudo, inerte, extático... Sim! Recortado no índigo celeste, áurea ressonância nas mãos, o vulto negro do instrumentista agiganta-se na paisagem, achatada a seus pés. Sérias não mergulha no nevoeiro, não acompanha o declive final do platô: passo a passo, na cadência da rítua, atinge a margem etérea e, nubívago, anda sobre o plácido oceano branco. No mesmo estato, os topes das ondas frisam-se de soládio ígneo, tocados pelo géon de Rá! Aquecidas, as fumaças das cristas excitam-se, lançam-se no anil em filigranas auribrancas e evolam-se, desfeitas no ar, ao alcançarem a altura da Etérila.".

No meu texto, "géa" (com inicial minúscula) = "energia comum"; "Rítua" = "Música"; "Atlantes" é o conjunto musical onde Sérias toca sua Etérila; "Enks" são os homens do planeta Géa; "líquas" = "águas"; "géon" = "luz"; "írios" = "olhos"; "Etérila de Soládio" é um tipo de "Guitarra de Ouro"; "gieno" = "terreno"; "Etérila" é "Guitarra" e também serve para denominar vários outros instrumentos; "Béldifer" é o nome do segundo planeta do sistema solar onde orbita Géa e equivale ao nosso "Vênus", ou, melhor: a "Beldite", deusa do amor, e a "Lúcifer" - denominação desse planeta para os antigos romanos; "íria" = "sol, estrela"; "soládio" = "ouro" e "Rá" é o nome do sol que ilumina o mundo Géa.

Mais sobre Moby Dick no próximo subtítulo.

- CCDB - 13-07-2006

Pelo bem do ódio...

Grandes livros precedem grandes filmes. Você reconhece esta fala, do personagem "Kahn", no filme "A Ira de Kahn", da série "Startrek"?

"for hate's sake I spit my last breath at thee."

Pois é... a mesmíssima frase está escrita desde 1850 no livro "Moby Dick", de Herman Melville; e, na edição citada no subtítulo imediatamente anterior a este que ora lê, aparece no fim da página 534. Quem disse tal frase, no livro, foi o capitão Ahab, em seus gloriosos momentos finais. Quem sabe você relacione também o navio de Ahab, o Pequod, à nave de Kahn, bem como a alvinitente Enterprise ao vingativo cachalote branco Moby Dick... Talvez até descubra que o antigo filme de guerra em que o contratorpedeiro (destróier) persegue o submarino, no qual um episódio da série televisiva de Startrek foi baseado (como homenagem explícita e com o devido crédito), assemelha-se muito à caçada de Moby Dick pelo Pequod.

Leia "Moby Dick" no original, em inglês, como acabo de fazer hoje! E compare muitas outras cenas e falas com as de grandes filmes que não o da própria obra.

Leia "Géa" no original, em português, e verá, um dia, uma noite, as mesmas falas e cenas de minha autoria em grandes filmes, além dos que inevitavelmente se farão sobre a própria obra.

- CCDB -23-07-2006


"Coincidência" lisérgica

Há pouco interrompi mais uma revisão de Geínha, pra lhe contar isto...

Enquanto eu revisava o Livro Segundo de Geínha, ouvia, "aleatoriamente" escolhida por meu companheiro computador, a magistral canção "Ohm sweet ohm" do grupo Kraftwerk. Pra quem não a conhece, é música eletrônica, onde o solista é um robô que canta. Mergulhado nesse mar virtual de som (radiado por meu lendário Sistema Padrão CCDB lá detrás), afundado no âmago da minha história, súbito estridula ao longe o pio do gavião cortando o espaço acima da minha casa, da qual, com céu, terra, mar e tudo eu estava inconsciente. Então... com toda a sua força lisérgica, a azul realidade lá de fora rasga o concreto da laje, penetra-me inteira a constelada alma; e num fractal místico se funde o meu mundo da percepção interior com o universo da percepção exterior, numa apercepção cósmica total. Obrigado! ó "Coincidência"...

- CCDB - 25-07-2006


Olavo Bilac e os buracos negros

Eis mais uma "coincidência", para corroborar o que sugiro logo no começo desta página, onde o texto tem caracteres mais graúdos. Essa "coincidência" se depreende do texto abaixo, de minha autoria, extraído da página 518 da versão não-ilustrada de Geínha, Livro Terceiro, e mostra que Olavo Bilac, tal qual muitos outros escritores e poetas, ouvia e via bem mais que estrelas:

"- Lá isso é, Tóxia... No país onde nasci, o Brasil, houve um poeta chamado Olavo Bilac que descobriu os buracos negros dos quais estamos falando muito antes de os cientistas os imaginarem e bem antes ainda de os encontrarem no céu.

- E como foi essa descoberta, da qual nunca eriei falar, Talia? Tenho tudo sobre Olavo Bilac em meus bancos de dados, mas isso de descobrir os buracos negros não consta.

- É porque os leitores dele e os críticos não perceberam. Mas eu percebi, sim, logo que fiquei sabendo o que são os buracos negros! A descoberta de Bilac se patenteia em sua poesia chamada “Diamante Negro”, cujo finalzinho é bem assim:

“O horrível fogo que contigo levas,
Incompreendido mal, negro diamante,
Sol sinistro e abafado ardendo em trevas.”

- Puxa gédia, Talia! Isso é bem um buraco negro, mesmo! Esse Bilac era vidente?

- Se era vidente, não sei; mas “audiente” decerto era, porque “ouvia estrelas”, mui antes de os radioastrônomos o fazerem com seus radiotelescópios. O vocábulo “radioastrônomos” não está nos dicionários, mas serve pra identificar os astrônomos que usam radiotelescópios e...".

No texto em castanho, logo acima, a palavra "eriei", do idioma teruzês, falado em Teruz, planeta Géa, significa: "ouvi" para quem possui "érios", os "ouvidos" dos geóctones; e a dicção "gédia" quer dizer "vida".

- CCDB - 27-07-2006


Vergílio e CCDB - Quimeras

Os Quimeras aparecem na obra Géa, constam da Lista de Naves do Livro Treze (lista ora disponível neste site*) e são dois caças modelo Quimera, da Géa Aérea Teruziana, com os quais Clausar brincou, quando atacaram baldadamente a Laranja, no capítulo “O Vôo”. Quando li pela primeira vez “A Eneida” de Vergílio, já havia escrito há muito a passagem de Géa onde aparecem os caças chamados “Quimeras”, nome dado a eles por mim, pois são parte da ficção deste trabalho. A idéia veio-me de ser comum concederem-se nomes assim fantásticos a interceptadores, na Terra. Bem mais tarde surpreendi-me, ao descobrir, em “A Eneida” de Vergílio, ser “Quimera” o nome de uma das naves (neste caso, navios dos que navegam no mar) de Enéias, a qual participou de um torneio, quando, com as outras, rumava à prometida Itália! Eu conhecia esse nome apenas da história do monstro homônimo. Vergílio e eu fantasiamos a mesma quimera (...), caso não haja existido de verdade a nave troiana e inexistam os caças do planeta Géa.

- CCDB - 19-08-2006

*Conheça a Quelícera e todas as naves da obra Géa na Lista de Naves (PDF 59KB)! Para saber como baixar e salvar arquivos em PDF leia estes dados na página do livro "CCDB - Gravação Profissional".


Shogun* e Géa

Muito depois de ter terminado a escrita de Géa e registrado a obra suprema na Biblioteca Nacional, vim a ler "Shogun", de James Clavell, em inglês, editora Dell, copyright Janes Clavell 1975, formato livro de bolso. Isso porque estou aperfeiçoando o meu inglês, por motivo** que logo apresentarei neste site. Não assisti ao famoso seriado televisivo da série homônima, nem a qualquer outra obra porventura originada desse livro. Na página 357 de "Shogun", encontrei a seguinte passagem, onde Mariko-san, uma das protagonistas do livro, perfeita com seu metro e meio de altura, é samurai (mulheres também o são):

"..... but Mariko immediately picked up a flare, ran foward, and shoved it into the officer's face."

- e logo a seguir, na mesma página, esta passagem, onde Blackthorne é um dos protagonistas de "Shogun" e piloto naval inglês, louro, olhos azuis, com mais de um metro e oitenta, refém dos japoneses no ano de 1600:

"Blackthorne jumped away, grabbed a flare, and using it as a whirling mace, threw the attackers momentarily off balance.".

Leia agora esta outra passagem, da obra Géa, Livro Terceiro, capítulo "As Cavaleiras (sic) da Távola Reta" (cuja linguagem é adrede clássica, porque estamos no planeta Umalfa, onde o cenário semelha o da Grécia Antiga e as histórias são cantadas pelos aedos), página 614:

"- Fujam!... e perdoem-me! Não... somos... todos... assim! Aaaaaaarrrgh! - e desacorda, para despertar nos braços macios das ninfas: laços da perfumada Ordem, no céu das estrelas douradas...

- Não fogem, não! - e Teldo enlaça Louriage pela cintura, enquanto Zalfo tenta agarrar Gia. A geóctone solta o cadáver de Tagor, salta longe (de esbugalhar de espanto, se a vissem, os olhos de um guerreiro massai), escapa às garras de Zalfo e corre à parede, donde arranca argênteo facho aceso, cujo peso mal agüenta elevar.

Gia logra girar o corpo e a arma sobre o centro de gravidade comum, igual fazia coas amigas nos folguedos e com Manh'Um. Adquirido o impulso; dominado o regiro; circundada por flamilínea auréola, a kena desfere potentes maçadas coa massa ígnea. Qual espirra luz e labaredas derredor, a clava flamífera acaba expelindo a gosto o adeso pez chamejante no barbiteso rosto de Zalfo, o belfo!

O guarda esbofeteia-se para apagar... e o elmo atrapalha. As gotas de fogo líquido deslizam-lhe entre a pele e o metal; fritando-a; empolando-a; incendiando a barba; e, por fim, atingem-lhe os olhos. O atacante urra de dor, e Gia, fria, aplica-lhe outro golpe com a tocha, desta feita como um lançaço, enfiando-lhe de vez a chama nos dentes. Zalfo engole a resina candente, engasga e cai deslustrado às pedras polidas do chão, despolindo-as na convulsiva agonia.

Ao perceber a belisária sorte do colega, Teldo berra de ódio, larga Louriage e, com ágeis esquivas, acerca-se de Gia. O guarda sincroniza seus gestos aos dela, pula-lhe sobre o tacape de archote e alcança-a pelas costas, durante um rodopio. Semiústo, o umalfo segura a adversária e aperta-lhe os pulsos, forçando-a a abrandar a borduna, brandão bravamente brandido, num brado de angústia.

A tocha cai; Louriage sobe, atira-se ao dorso do agressor... e é como acometer um elefante blindado. Teldo colhe Gia pela cintura num dos braços, abre o outro e cinge também a terráquea."

DAQUI RETIREI O TÓPICO "VOCÊ PODE AJUDAR", TRANSFERINDO-O PARA UMA PÁGINA AVULSA, PORQUE NÃO NECESSITO MAIS DA AJUDA AQUI SOLICITADA, JÁ QUE OS LIVROS DE MINHA AUTORIA E DA DE MEU FILHO RDB PODEM-SE LER EM CCDB LIVROS, ONDE FAZEM ÓTIMO SUCESSO - CCDB 08-02-2012


Fogos Subaquáticos

Geínha, onde aparecem várias personagens do escrito Géa, foi iniciada em 24-11-2002 e registrada na Biblioteca Nacional em 19 de abril de 2006 às 10:01AM sob o número 006020-VO2. Registro: 375.699, Livro: 696, Folha: 359, de 03 de Maio de 2006.

Ontem, 26-12-2006, estive criando a ilustração número cinqüenta e quatro para o Livro Quarto de Geínha. Essa ilustração está de acordo com o texto, escrito muuuuuuito tempo* antes. Em alguns poucos dias** estarão prontas e neste site as sessenta e duas ilustrações para esse livro. Mas, desde já, você pode ver a de número cinqüenta e quatro, clicando em sua miniatura, ao lado do texto em cor castanha, logo abaixo. Esse texto descreve a invenção de minha personagem Tóxia: árions (fogos) de artifício que explodam sob a superfície da líqua (água). Ou seja: fogos subaquáticos.

Esta página se chama "Nem plágio nem coincidência"; e o motivo, se você não lembra, está descrito no texto em caracteres maiores, logo no início. A "coincidência", no caso desta invenção "de Tóxia", é: hoje cedo, no dia seguinte à feitura da ilustração - e muuuuuuito tempo depois de eu ter registrado Geínha na Biblioteca Nacional (e ainda muuuuuuito mais tempo depois de ter escrito o Livro Quarto) -, assisti a uma reportagem na televisão, onde se anunciavam como novidade "fogos subaquáticos", a se apresentarem nestes dias de fim de ano em uma cidade da Região Sul do Brasil. Eis o texto de Geínha, onde "zúnias" são as "moscas" do planeta Géa, petisco apreciadíssimo por Tóxia, que é uma telária (espécie de aranha desse planeta):

- Triângulos, Tóxia! As zúnias soltariam árions de artifício, se Você se fosse de Géa...

- Vão esperar o planeta acabar sozinho, maw...

- Árions de artifício... Não falta inventarem nada nessa arte. Só fazem é aumentá-los, a cada fim de espectro.

- Maw! Falta, sim, Rá. Ninguém inventou árions de artifício que explodam sob a superfície da líqua (água), no fundo do mar! Mawmawmaw.

- Ei! Imagine que lindo, Rá! Os árions lá no fundo!!! As explosões surdas!!! As bolhas e a espuma depois!!!

- É, Talia! Vistos da superfície ou de dentro da água! Podiam daí subir alguns, teleguiados, do mar ao céu!!!

- E é factível, pessoal, com os recursos de hoje. Só que ninguém, senão nossa querida Galáctica da Peçonha Mortal, enteliou (pensou) nisso até agora. Parabéns, Tóxia!

- Por que Você diz factível em vez de fatível ou fazível ou executável, Posenk?

- Porque foi a palavra surgida como preferível no meu vocabulário biótico (de bio-computador).

- Hum... não entendo esse seu circuito, Bio.

------------------

* em absoluta concomitância, quando escrevi "muuuuuuito tempo"; ouvi, lá detrás, pelo lendário Sistema de Áudio CCDB; meu irmão Arnaldo a cantar "Já faz muito tempo que eu gosto de você!", na faixa "Te amo podes crer", a de número nove em seu CD "Arnaldo - loki? - Baptista". Note que essas palavras são as primeiras na canção; e, não, um prosseguimento esperado que me houvesse predisposto a escrever a mesma coisa. A própria rapidez de meus dedos no teclado do computador foi reduzida pela repetição da letra "u", e isso ajustou o início e o fim do que eu digitava para exatamente o início e o fim do que Arnaldo cantava. O CD tinha suas músicas executadas em "modo aleatório"; portanto, o "muito tempo" cantado por meu irmão do meio não foi uma frase esperada por este primogênito - que sempre o ouve, com imenso amor e prazer; e o não vê há muuuuuuito tempo.

CCDB - 27-12-2006.

------------------

** Nota de 28-12-2006: já estão neste site as sessenta e duas ilustrações do Livro Quarto de Geínha! - CCDB.

Nota de 03-02-2008: já estão, faz algum tempo, TODAS as ilustrações de TODOS os livros de Geínha e TODAS as ilustrações de TODOS os livros de Géa.


Leaves of Grass e Géa

Géa está escrita e registrada na Biblioteca Nacional há vários anos quando, pela primeira vez, inicio a leitura de "Leaves of Grass - The 'Death-bed' Edition", do cosmicônscio* Walt Whitman - Modern Lybrary 1993 edition (presenteado a mim por certo amigo cineasta norte-americano sobre quem espero dar ótimas notícias quando a hora chegar**), em cuja página 41 encontrei isto:

"What do you think has become of the young and old men?

And what do you think has become of the women and children?

 

They are alive and well somewhere,

The smallest sprout shows there is really no death,

And if ever there was it led forward life, and does not wait at the end to arrest it,

And ceas'd the moment life appear'd ".

Como já contei, acima, nesta mesma página, subtítulo "Coração" - No Livro Quinto de Géa, página 1293 da versão não-ilustrada, capítulo "O Portal Laranja", no qual descrevo a viagem lisérgica de Clausar, porporcionada pelo KSE, o LSD do planeta Géa, encontra-se este diálogo, onde a loura, e ruiva, etc. é Ree, "cílias" é a palavra de seu idioma para "pálpebras", "lúmia" quer dizer "noite", "engienaram" significa "enterraram" (pois se encontram defronte ao muro de um cemitério) e a acepção de "gédia" é "vida":

"- Aqui, perante os mortos, diga: existe a morte?!? - inquire a loura, e ruiva, e platinada, e jalne, e azul, e multicor, no volante, e estaciona o rola-jétia. Clausar volta os írios de pupilas imensas para o muro amarelo. Abre bem as cílias; e, mesmo no escuro da lúmia, os Amigos pressentem aqueles dois círculos negros vencerem a impávida barreira material da cidade dos defuntos e penetrarem o solo úmido, e tetro, e triste, dos túmulos intramuros: o chão dos enks: o teto dos cadáveres... Todos se arrepiam; e o ar glacial desta lúmia não atinge o enk: Clausar sente a pele aquecida e morna. Sabe quanto está frio, e pode perceber como desejar: impera os sentidos.

- Não... existe... morte. - responde, pausadamente, Clausar. - Não há ninguém ali, atrás do muro. Os parentes não engienaram seus mortos. Trabalharam à toa, pondo os corpos nos caixões, pagando serviços funerários. Prantearam sem motivo. Só podem sentir a ausência física... Não existe morte. A gédia é uma só e retorna para a Géa, detrás do ar..."

- CCDB 14-01-2007

-----------------------

*cosmicônscio ou cosmiconsciente: dois neologismos meus, criados hic et nunc, para "aquele que tem a Consciência Cósmica". Mais sobre o que penso a respeito da obra de Whitman.

**Parte dessas ótimas notícias pode ser depreendida da leitura atenta desta página - e o melhor ainda pode acontecer... - CCDB - 03-02-2008


Walt Whitman e o personagem Arqueu, da obra Géa

Quando contei ao meu amigo cineasta hollywoodiano (de quem logo estarei dando grandes notícias* neste site...) certa passagem do Capítulo "Cleona", do Livro Décimo de Géa, ele me perguntou, espantado, se eu havia lido Walt Whitman.

Não me envergonho em confessar (e o fiz a ele): eu nunca jamais ouvira falar em Whitman... Então, esse amigo me presenteou "Leaves of Grass" (editora citada no subtítulo anterior), em cuja página 160, final do poema "I saw in Louisiana a live-oak growing", encontrei isto:

"For all that, and though the live-oak glistens there in Louisiana solitary in a wide flat space,

Uttering joyous leaves all its life without a friend a lover near

I know very well I could not"

Imediatamente me lembrei do Livro Décimo de Géa, Capítulo "Cleona", página 2259 da versão não-ilustrada, onde escrevi uma espécie de resposta a esse poema de Whitman, muito antes de o conhecer! Leia-me a página, máxime o último parágrafo:

- Se eu não percebesse as intenções de vocês, teriam sido surpreendidas com Terrar na câmara anecóica. Desta vez, pude arranjar pretextos e evitar a entrada de Clausar e Ardo, quando quiseram ir lá para pegarem analisadores de espectro. Agora, todos já se foram, e está tudo bem.

- Desculpe, Arqueu! Então já sabe?
- Sei?...
- Você sabe, ora...
- Sei.
- Desde quando?
- Desde antes dos primeiros olhares entre vocês.
- Como? Esteve espionando-nos?! Há câmaras e microfo...
- Nada disso! Fui eu quem lhes deu o poder de emocionarem-se. Frustrei, num capricho, o capricho de Ree em iludir Terrar.

- Minha Criadora! - exclama Iulia, como se dissesse “Meu Deus” ou “Minha Deusa”, referindo-se a Ky. - Então foi Você o responsável por tudo!

- Fui... E não me arrependo, Iulia! Se o Universo quiser mudar por causa de meu ato, mude! Talvez seja para melhor...

- Obrigada! Não sabemos como lhe pagar; não é, Cleona?

- É! Obrigada, Arqueu! E obrigada, em nome de todos os antigos clones altareanos, hoje individualizados.

- De nada. Agora, deixem-me trabalhar. Tenho muito a fazer. Foi-se o tempo quando; ininterruptamente, senão por três visitas a Almé; fiquei mais de três mil e quinhentos anos perante uma semente para vê-la germinar, crescer e transformar-se em sequóia gigante, com noventa e nove metros de altura, nove de diâmetro e seis mil toneladas... Hoje tenho mais pressa, pois a Terra pode não durar tanto...

Arqueu foi, para a sequóia, aquele amigo que o carvalho vivente (live-oak) não teve...

- CCDB - 05-02-2007

*Parte dessas grandes notícias pode ser depreendida da leitura atenta desta página. - CCDB - 03-02-2008


Quem sabe tudo é a noite, Walt Whitman e eu...

Na mesma edição supracitada de "Leaves of Grass", de Walt Whitman, à página 283, temos:

"Day full-blown and splendid - day of the immense sun, action, ambition, laughter,

The Night follows close with millions of suns, and sleep and restoring darkness."

E eu escrevi em Géa, Livro Sétimo, página 1414 da versão não-ilustrada (e em Geadágio, página 18), quando nem sequer sabia da existência de um Walt Whitman:

"Quem sabe tudo é a noite, na qual todos os sóis brilham!"

- CCDB - 20-02-2007


Muito me espantou

"Muito me espantou a figura que baila no fim das ilustrações. É Manitsa ! - BT"

Saiba o motivo do espanto de BT (Bruno Tavares), lendo-lhe esta opinião espantosa! Desde já informo que jamais conheci a pessoa à qual Bruno Tavares se refere em sua mensagem.

- CCDB 27-02-2007


Olhos em Dostoyevsky e em Géa

Géa escrita há vários anos, leio pela vez primeira o livro "The Idiot" (O Idiota), de Fyodor Dostoyevsky, presenteado por meu amigo cineasta hollywoodiano, Jeff McCarty, volume I, tradução do russo para o inglês por Julius Katzer, impresso na antiga URSS pela Progress Publishers - Moscow, quarta edição, 1982. Meu estudo de inglês prossegue, para possibilitar aquela prometida surpresa*.

Eis que encontro, à página 275 do Volume I de "The Idiot" o texto seguinte, que descreve a possível aproximação de um ataque epiléptico no príncipe Lev - as palavras em itálico assim estão no original:

"But had it really been confirmed? Had it really been substantiated? Why had the trembling returned? Why was his brow clammy, and his spirit bleak and dark? Was it because he had just glimpsed those eyes again? Had he not left the Summer Gardens with the express purpose of seeing them? That had been the essence of his 'sudden idea'. He was anxious to see those eyes, to finally assure himself that he would meet them there, at this house. That had been his convulsive desire, so why then should he now feel so amazed and crushed at actually seeing them? Had he not expected to do so? Indeed, they were the very same eyes (there could no longer be the least doubt of that!) that he had glittered at him that morning from the crowd, as he was getting of the train at the railway station; the very same (absolutely the same!) whose glance he had intercepted, as he looked back, on sitting down in the chair at Rogozhin's house. Rogozhin had denied everything, asking, with a twisted and chilling smile, 'Whose eyes could they have been?' The prince had felt a powerful impulse quite recently at the Tsarskoye Selo railway station, as he had been boarding the train on his way to see Aglaia and had again suddenly caught sight of those eyes for the third time that day, to go up to Rogozhin and ask him 'Whose eyes could they have been?' But he had dashed out of the station and had come to himself only at the cutlers's shop-window just at the moment he had been estimating the price - sixty hopecks - of an article with a staghorn hilt. A strange and horrible demon had attached himself to him for good, and had no intention of ever leaving him."

No Livro Onze de Géa, páginas 2522 e 2523 da versão não-ilustrada, escrevi o seguinte - onde o texto em itálico é como represento os nomes das cosmonaves ou é a fala de um intelector (bio-computador); no caso, aquele chamado Nygan; os parágrafos sem linhas puladas servem para acelerar a leitura, quando a fala das personagens se apressa; Louriage é a mulher de Sérias, a qual ora comanda o clíper cósmico Altaré; Guatam e Eucara, um casal de tripulantes do veleiro espacial; e Síncope, um círio, uma vela de cera, dotada de vida própria e poderes imensos:

"Ei! Atente na tela; aquela, Nygan! Nunca vi a astronave '-1 Nihil Zero'! Imagine! Fráter número 'menos um'? Será possível? Consta dos registros?

- O nome da nave cumpre a norma Galáctica; entanto, não figura no Banco de Dados Gerais e tampouco o de seu capitão, Oãn - veja-lhe o crachá. Oãn não nos é conhecido, nem de nossos Amigos. Mesmo assim, o túnel e o interior da nau nos é mostrado...

- Observe, Nygan! O Desrelacionador manifesta-se à tripulação da Nihil feito um olho desorbitado flutuante! E esse olho acaba de fitar os olhos de Oãn! E, para o capitão leptossômico, ora tudo se consubstancia em olhos; a espiá-lo, a vigiá-lo, a persegui-lo, a capturá-lo, a paralisá-lo, a penetrá-lo, a comê-lo vivo!

- Não capto coisa alguma disso, Louriage! Só o comandante Oãn, ali parado, inerte; e os embarcadiços a contemplá-lo...

- Precisa aprender a assumir a mente dos outros; a 'ser' cada um com quem se relaciona, Nygan... Não é empatia: é mais! Tudo se passa atrás dos olhos de Oãn, e posso descortinar-lhe o horror!

- Minha superiora domina poderes fora de meu alcance.
- Superiora é para abadessa: corrija o registro.
- Corrigindo... Pronto.
- O iceberg do inconsciente de Oãn aflora inteiro no mar psíquico, dilatando-lhe o círculo da consciência! Um vagalhão orbicular distancia-se-lhe do centro, abrange a cercania, aproxima-se dos circunstantes, colhe-os; e agora começam a ver olhos em tudo! A experiência propaga-se, e até eu mesma... Nygan... NYGAN!!! Socorro!!! Não! Não!! NÃO!!!...

Gesticulando defensivamente, Louriage projeta-se no ar para escapar ao inimigo invisível, fugi-lo... e esgarabulha, e cai!

- Guatam!!! Eucara!!! Acudam! Um delíquio!! Louriage precisa de auxílio!!! Os fráteres médicos alistados para apoiarem a tripulação gédia no assalto à barreira afrouxaram, de tanto tomarem seus próprios calmantes! Não me arrisco a intervir sem a presença de humanos! Louriage foi possuída pela psique de um capitão dementado pelo Desrelacionador!!!

- Dê-lhe-me a mão, Nygan... Comandante! Sóror! Acalme-se, por favor! Oh, não adianta! Louriage não me ouve!...

- Não seria melhor trazer Síncope, Guatam?
- Boa idéia, Eucara!! A vela deve saber lidar com isso!
- Vou e venho num pé só!
- Não é preciso. Cá estou. - e o misterioso círio de Ilibatu não chega pelos corredores ou através das paredes: surde no ar. Síncope prossegue: - Carreguem Louriage com cuidado, levem-ma ao camarote dela e deitem-na. Acompanhá-los-ei.

Guatam e Eucara acatam Síncope, e Nygan assume o sólio de comando. Na ausência de Sérias, Ardo e Ra-El, não parece restar na grande Nau dos Atlantes um ser vivo apto a substituir Louriage tão bem como o intelector. Já em seu camarote, na cama (pois não gosta de dormir - só de se banhar - em campos gravitacionais), a loura debate-se, proferindo incoerências intermitentes, ausentes, entre os dentes, ligadas a olhos, olhos, olhos, OlhOs e mais olhos."

- CCDB 06-04-2007

*A surpresa pode ser intuída pela leitura atenta desta página - CCDB - 03-02-2008


Heródoto e Géa

"- Zun! Enorme chão vertical. Bom de andar! Tem muitos buracos de enks. Enks moram nos buracos. Zun! Estou bem alto! Voei tanto até chegar! Zun! Ar viaja rápido hoje. Para cima. Ajuda. Zun! Cuidado! Haabi'á! Se me vê, papo! Ziguezaguear. Zuzuzuzuzu! Não viu! Zun! É bom ter asas transparentes! Ele não tem!

Zun! Quando era zuninha vi uma kena. Quis voar como eu. Saltou dum buraco de enks. Idiota! Não tem asas! Caiu no chão lá embaixo. Quanto sangue! Suguei muito! Outras zúnias se encheram. Sobrou quase tudo. Líqua do céu lavou. Enks levaram o resto.

Zun! Se outro enk caísse... Teria mais sangue!... Alguma jétia!... Delícia!!! Zun! Os enks tiram logo... Deve ser pra comerem!

Zun! Outro chão. Horizontal. Pequeno. Pousar neste. Pousei. Zun! Caminhar... Parar. Caminhar... Parar. Cheirar. Zun! Enks andavam aqui. Não sempre. Eu vi! Faz três géons. Três gédias de larva! Zun! Ouvi pelas asas chamarem de “andaime”. Mexiam no buraco de enks. Zun! Enks não voam... Estúpidos! Só andam no chão de cima. Nunca de cabeça pra baixo.

Zun! Caminhar mais. Parar. Cheirar. Zun! Não... Nada pra sugar. Tenho fome. Muita fome. Enks foram embora. Só areia... Pedras. Grandes pedras de areia! Zun! Nenhuma líqua. Tenho sede.

Zun! Coçar cabeça... Lembro... Dois enks grandes caíram. Um enk menor caiu. Andaime quebrou. Virou dois chãos. Também caíram. Sobrou só este chão pequeno. Ficava por baixo."

Como acima, no texto em cor castanha; assim começa o Livro Segundo de Géa, página duzentos e cinqüenta e um da obra completa, versão "só" texto (a página tem outro número na versão ilustrada), Capítulo Décimo Terceiro, intitulado "Subtrezêmbicos" - "subtrezêmbicos" quer dizer, em idioma alienígena, "submétricos" e se refere aos entes cujo tamanho não alcança um trezêmbilho (um metro), como é o caso, na Terra, das moscas, das formigas, das aranhas e mesmo dos seres microscópicos.

A Leitora, o Leitor, ao terminar o Livro Primeiro de Géa, onde acaba de conhecer o desfecho de tremenda aventura de Clausar, Gia, Rá, Laranja e outras personagens do mundo das gentes grandes e das máquinas avançadas do planeta Géa, surpreender-se-á com o esquisito monólogo e o vocabulário inusitado o qual inicia o Livro Segundo de Géa, sem relação alguma aparente com o que lera té ali. Esse é um dos "muitos começos" aos quais me refiro em várias páginas neste sítio (site) que o trabalho Géa possui e que se entretecem com perfeição até se unirem no grande desfecho.

Para você, que me honra em ler esta página do site, posso adiantar, sem revelar grande segredo nem lhe tirar o interesse nas histórias narradas na obra Géa: tal monólogo quem faz é uma "zúnia", a mosca do planeta Géa...

Embora eu não seja em absoluto um relativista e no escrito Géa apresente a "biorrelatividade" - que serve de base a uma hierarquia cósmica de valores e fundará nova ética na Terra, abrangendo todas as espécies viventes -, concordo com as palavras de Heródoto, as quais acabo de ler na página quarenta e seis do livro "Heródoto - Clássicos Ilustrados - História - O relato clássico da guerra entre gregos e persas" - Prestígio Editorial - Ediouro - Segunda Edição. Um livrão de mil e setenta e uma páginas, em formato 245mm x 171mm, que Dalgiza comprou para presentear-me, trouxe do Rio e carregou, a pé, desde o ponto de ônibus distante até nosso lar, lotada com dois mil pacotes...

Quem sabe a Leitora, o Leitor, descobrirá um dos motivos de "simples" zúnia iniciar o primeiro capítulo do Livro Segundo de Géa, se ler, em seguida, aspeado em texto castanho, o que escreveu (o cacófato em "pouca coisa" é do tradutor) o Pai da História, nascido em 484 a.C., quando se refere aos pequenos e aos grandes Estados de seu tempo:

"Os outrora florescentes encontram-se hoje, na sua maioria, em completa decadência, e os que florescem hoje eram outrora bem pouca coisa. Persuadido da instabilidade da ventura humana, estou decidido a falar igualmente de uns e outros".

- CCDB 27-07-2007


Outra coincidência entre Heródoto e Géa

No mesmo livro de Heródoto citado no subtítulo imediatamente anterior, mas agora no parágrafo XXIV do Livro III, "Tália", às páginas 332-333, temos a descrição dos sepulcros etíopes, conforme aspeada abaixo e em texto de cor castanha:

"Por fim, o soberano levou-os para ver os sepulcros etíopes, que, segundo dizem, são feitos de cristal e preparados do seguinte modo:........" e "...... Feito isso, colocam-no numa coluna de cristal oca e transparente....." e "......Pode-se ver perfeitamente o morto através dessa coluna. Não exala nenhum mau cheiro nem apresenta qualquer aspecto desagradável." - e há muito mais nesse parágrafo sobre tais sepulcros, mas infelizmente não posso reproduzir aqui todo o texto, para não violar os direitos autorais da editora.

Leia agora, aspeado abaixo, este excerto do Livro Terceiro da versão "só" texto de Géa, páginas 582-583, capítulo "Longas Plumas Azuis" (onde narro as corridas de motoquadrigas citadas no começo desta página), que escrevi muito antes de ler Heródoto e jamais tendo lido noutra fonte qualquer informação a respeito daqueles sepulcros - e compare o meu texto com o de Heródoto :

"Só ao término da competição, quem não se privilegiou ao virar compáscuo de turbinas, tornar-se repasto de feras ou ser lembrado e recolhido por um espírito magnânimo da platéia é retirado pelos lampardos limpadores da pista - azadamente vestidos de vermelho - e levado junto com o lixo em seus veículos negros.

Os menos machucados são conduzidos à enfermaria do estádio. Com o parco prêmio pago no ingresso, o seguro assegura “indenização” aos desenganados: a clemente eutanásia, na Casa de Autoég. Gólfão da Morte no litoral da Vida, instala-se num edifício de luxo - muito melhor aparelhado, ao pé dos raríssimos hospitais.

O prédio aparatoso foi estrategicamente erigido no meio do caminho entre o quadrigódromo e o marco zero da estrada para a distante arena das telárias gigantes. Lá dentro, opta-se entre mil e uma formas, agradáveis ou não, de abandonar a existência física.

Na Casa de Autoég, o umalfo ou o alienígena é assistido por requintados especialistas e dispõe de garantidíssimos recursos. Pode eleger a transição soniótica, orientada por gurus. Ou - socolor de incredulidade, mas de medo da verdade - os rápidos e indolores meios químicos. Se quer punir-se, há a violenta eletrocussão. Quando, roído de sanioso morbo ou de insana ira, anseia lançar, qual vira acérrima, o icor do mais hostil impropério na face do Criador, atira-se vivo e despido num molde anil de frátax fervente, vingança a dente contra o próprio corpo, elegia em repúdio a Géo.

Ao resfriar, o diáfano bloco paralelepipedal já sai polido, e os técnicos instalam esmeradíssimo sistema de iluminação na base. Se a família não reclama, é levado ao museu do quadrigódromo e fica exposto, tetro lume em lúrido canto, para ser rodeado, tocado e tateado, deslizando-se - seja qual for - o membro sensório sobre a superfície dura e fria. O objeto medonho é admirado e temido. Serve de altar ou de aviso, conforme a tendência do observador.

Passagem obrigatória para quem ingressa no teatro das corridas, o labiríntico museu queda permanentemente aberto. Se as pessoas nele não se perdem, encontram coisas interessantíssimas, de toda a Galáxia e dalém. Uma das mais procuradas é a rocha falante de Tenebrae, negra, similar à de Caalmor. Serve de assessor técnico, científico, filosófico, e principalmente de certeiro oráculo."

No meu texto, logo acima, "frátax" significa "vidro" ou também "cristal", em vários idiomas alienígenas citados na obra Géa.

- CCDB 30-07-2007


Dostoyevsky e Geínha

Lendo agora para minha Dalgiza amada, como faço todas as manhãs antes do nosso trabalho se iniciar, o livro de Dostoyevsky citado poucos subtítulos acima, "The Idiot", reencontrei a seguinte passagem, à página 351 do Tomo I:

"A tear glistened on her cheek.

Ippolit stopped short almost in astonishment. He raised his hand, stretched it out timidly, and touched the tear. He smiled a childlike smile."

Eis agora o que escrevi, à página 880 do Livro Quarto de Geínha (versão só texto) ou á página 1110 da versão ilustrada, muito antes de ler Dostoyevsky (Geínha, onde aparecem várias personagens do escrito Géa, foi iniciada em 24-11-2002 e registrada na Biblioteca Nacional em 19 de abril de 2006 às 10:01AM sob o número 006020-VO2. Registro: 375.699, Livro: 696, Folha: 359, de 03 de Maio de 2006.) :

"- Talia!... - sussurra o enkinho... e estende a destra, molhada de túrbia, para tocar tão-só a beleza radiante daquela face feminina, de cuja pele detém-se à distância dum pingo, a ponto de a líqua que sobe do mimoso queixo da menina vencer esse mínimo espaço e fluir aos dedos de Rá, eletrizando-os coa potência cósmica da Géa!" - onde "túrbia" é "chuva", e "líqua" quer dizer "água", no idioma do país Teruz, planeta Géa. - Túrbia ou chuva não é lágrima ("tear", no texto em inglês), diriam alguns. E eu perguntaria: - Será?...

Nota 1: como os nossos heróis se acham no avesso do continuum espaço-tempo, a túrbia, em vez de cair do céu para o chão, cai (sic) do chão para o céu. É por isso que a líqua sobe do mimoso queixo de Talia, bem como por causa da atração que o dedo de Rá lhe exerce (certas leis, como algumas das de atração - e apenas dentro de certos limites -, funcionam "normalmente" no avesso do continuum, que não é exatamente um "negativo" do lado direito desse mesmo continuum). Veja como ilustrei esse gesto, aqui!

Nota 2: você poderá achar "difícil", para o público infanto-juvenil, o parágrafo de Geínha apresentado logo acima. Esse parágrafo é parte de uma página onde a língua portuguesa é comentada de um jeito fácil e interessantíssimo para os jovens leitores (e para os adultos outrossim, que também adorarão Geínha). Essa parte da página foi propositadamente "dificultada" para logo em seguida ser comentada. Assim como no texto de Géa, o português no de Geínha segue um aprimoramento com propósito didático (onde as palavras não são mais "difíceis"; sim, "melhores") ao longo dos doze volumes de cada qual dessas obras. Para mais informação sobre a "dificuldade" do vernáculo nos meus escritos, leia as páginas Géa é difícil? e Géa também é fácil!

Nota 3: como informo na página de apresentação da obra e noutras páginas deste site (e no início do Livro Primeiro de Geínha), a grafia errada do título "Geínha" (tal como a palavra "rainha", "Geinha" não deveria ter acento gráfico) é proposital e visa chamar a atenção dos jovens e dos não-tão-jovens Leitores para as regras de acentuação, bem como para o próprio título in se.

- CCDB - 18-08-2007


Géa e Ovídio

Géa estava escrita há muitos anos quando Dalgiza me presenteou um exemplar de "Ovídio - Obras", adquirido num sebo, Edições Cultura - São Paulo - Brasil, publicação de 1945, o ano de meu nascimento.

Depois de escrever Géa, eu já lera "A Arte de Amar", de autoria de Ovídio, num outro livro, que continha apenas esse escrito. Porém, jamais havia lido "Os Fastos" nem "Os Amores" desse poeta, que, com uma outra cópia de "A Arte de Amar" compõem "Ovídio - Obras".

Lendo a parte "Os Amores de Ovídio", encontrei às páginas 245 e 246 de "Ovídio - Obras", a poesia "Aventura Meridiana", escrita por esse insigne contemporâneo e conviva de Augusto e Vergílio, a qual reproduzo em seguida, com a ortografia do tradutor, Antônio Feliciano de Castilho, como em 1945:

 

"Era na estiva quadra! Intenso meio dia
Pedia um respirar;
No meio do meu leito
Me deito a descansar.

Janela entre-fechada, esquiva ao sol fogoso,
Repouso ali mantém;
Luz como a de espessura
Escura ao quarto vem;

Penumbra voluptuosa, igual à que abre a esfera
À espera do arrebol;
Ou à que ensombra os ares
Se aos mares baixa o sol;

Penumbra tão propícia à tímida beleza
Que, acesa em seu pudor,
Quer dar, mas em segrêdo,
Sem mêdo o seu amor.

Eis vejo entrar Corina, em túnica ressôlta
Envolta, e nada mais;
Chovem-lhe ao seio os belos
Cabelos divinais.

Mais linda nunca foi Semíramis entrando
Ao brando toro seu;
Nem Laís que em seu encantos
A tantos acendeu.

A túnica (mas rara; apenas vela o pêjo)
Forcejo em lhe arrancar,
Mão que sôbre ela alveja
Forceja em na guardar.

Porfio; ela se opõe... como quem da vitória
A glória obter não quer!
Entrega-se! eu conquisto!
Que avisto! que mulher!

Que estátua de Ciprina houve jamais tão bela,
Como ela em tal nudez!
Nem um senão descobres
Aos nobres dons que vês.

Que ombros! que braços nus! que botões em dois mundos,
Jocundos vejo arfar...
Por lábios abrasados,
Rosados, a chamar!

E o peito! o ventre! o lado! o airoso da estatura!
Cintura tão gentil,
E a coxa que se espreita,
Refeita e juvenil!...

Belezas apontar onde tudo é beleza
Emprêsa vã tentei;
Basta! A beleza sua
Tão nua a mim juntei.

Quem há que ignoore o mais? Do almo prazer mais doce
Passou-se à languidez...
Meios dias como esse
Tivesse eu muita vez."

 

Leia agora o que escrevi no Livro Primeiro de Géa, início do Capítulo Oitavo, "Gia", páginas 101 a 104 da versão não-ilustrada. Esse é adrede o parágrafo mais longo da obra Géa inteira, uno e máximo como o beldo (amor) de Clausar por Gia, o meu amor por Dalgiza.

(Onde, no idioma alienígena, "nônada" quer dizer "hora", "géon" é "luz", "soládio" significa "ouro", "fótulos" são "óculos", "ritmo" é "tempo", "kenas" são "mulheres" do planeta Géa, "elastas" são "gatas" do mesmo orbe, "egkyklopaideía" é "enciclopédia", "fotogética" é "fotográfica", "trigonodon abrasofusus gia" é o "tubarão" do planeta Géa, "ventura ventura rex" é o "leão" do mesmo mundo, "gédons" são "fótons", "Géo" é "Deus", "soládicos" é "dourados", "Ky" é "Alma", "Beldite" é a "Deusa do Beldo", "Extasium" é o "Olimpo" da mitologia de Géa, "enkóides" é "da espécie dos enks, os homens do planeta Géa", "fotônica" é "diamantina" pois o diamante se chama "fotônio" no planeta Géa, "Rá" é o sol do mundo Géa e também o nome do filho de Gia e Clausar, "keninha" é "menina" do orbe Géa, "géa" com inicial minúscula é "energia" comum (com inicial maiúscula é muitas coisas, que convido você a descobrir lendo a obra homônima), e "Pran" é o "luar" da lua - Prânia - do planeta Géa e também o "Prana" ou causa primária da Vida).

" “- Rosa... Muito rosa... Rosa mádido de rosa! Em tempo algum tão rosa como a esta nônada no alvorecer!... E dormes. Como és linda, meu Géo!... Teus luminosos cabelos emolduram o semblante, irradiam-se pelo alvo cetim do lençol, voluteiam sobre as espáduas e os rígidos seios vestais; de tenros bicos ainda mais róseos, apontados ao rosado azul do céu matinal. - Céu; Gia! Céu em Géa. Céu não é lá fora; sim aqui, contigo! Aqui, neste sofá renovado por teu géon e rendilhado de soládio pelo contínuo manto de tua coma finíssima; divino leito de nácar - eis o Céu! Eu, tão perto, mesmo neste deslumbrante e cálido brilho, já não posso ter no foco perfeito cada poro, cada penugem do teu rosto adorado, como o via quando nos conhecemos. Mas guardo nítido na lembrança e muito o observo quando estou de fótulos. Conserva a perfeição de antes, hoje mais apurada por linhas sutis, traçadas pelo ritmo junto aos olhos... Os olhos de Gia! Mesmo cerrados são olhos rasgados. Proporcionais às dimensões das kenas, como nas mulheres da Terra, parecem tão grandes quanto os das elastas! Possuem nos extremos das pálpebras inferiores aquela marca de força curiosamente encontrada em tantas coisas e seres diversos, três ou mais linhas paralelas. Em Gia são três. Não as linhas divergentes e ramificadas das faces cansadas e das descargas elétricas - as tuas são três grifos de saúde, majestade e vigor! Estão em número de sete nas guelras das trezentas espécies de pleurobrânquios de 3 Eta Zuniae - vi na egkyklopaideía fotogética trazida de lá. Também nos trigonodon abrasofusus gia, nossos predadores similares dos mares de Géa. As fêmeas de ventura ventura rex em 5 Ro Bolinei as possuem, e nossas elastas as ostentam. A Laranja as traz ao redor dos reatores, para dissipar gédons infravermelhos. Em 1 Alfa Telariae, há as motoquadrigas de duelo, como lá as chamam, e as melhores delas portam dos lados as mesmas linhas eqüidistantes, cunho do poder e da excelência! Como estão aqui, diante de mim, privilegiado observador furtivo, prolongando a curva eferente das pálpebras cerradas de Gia sobre a parte superior dos pômulos saídos; traços finos e muito suaves, mal perceptíveis enquanto repousa, límpidos e nobres quando sorri ou se exalta!... E esses teus acentuados malares! Destacam os contornos da face querida e formam com a ponta do queixo delicado três ângulos de perfeição, para se unirem na boca mais sensual e bela de Géa!... As pontas de meus dedos conseguem tocar-lhes a harmonia dos realces sem te despertar... Sinto cada lanugem no lábio superior; cuidadoso com o tato, percorro ávido o relevo da face até os olhos e, sem retirar o toque para não chamar a atenção, subo do pequenino nariz arrebitado à base das sobrancelhas de primorosa elegância! Nem no País Kéfer - o arcano -, em todas as gravuras descobertas, há curvas comparáveis a estas! Lá as sublinhavam com tintas, talvez sonhando com tua perfeição! Lá criaram o primeiro perfume, quiçá intuindo tua fragrância, pois suas desditosas narinas jamais experimentaram este olor!... Terei feito algo de bom sem saber? Terei sido recompensado por algum serviço ao cósmico? Cá estarei por acaso, sorte, direito, ...ou por descuido de Géo?... Dos supercílios, a trajetória de meus dedos segue; afastando alguns fios, soládicos de géon; desviando outros, ruivos, incandescentes; e encontram as diminutas conchas, por onde freqüências tão altas, como só as kenas jovens e as crianças podem captar, levam o mundo de detalhes e transientes para dentro de Ti! Mundo esse agora distante, suplantado por teus sonhos!... Seriam por mim?!... E este rosa! Invade-me o Ky! Deve ser natural tratamento restaurador da beleza, pois só antes do despertar é tão intenso! É isso! Por esse motivo nunca te maquias! Não se pode otimizar a perfeição! Serias a reencarnação de Beldite, vinda a mim para colher de nós dois o fruto em Géa e levar ao Extasium, tornando-o deus? Em meu âmago está o desejo genésico de possuir todas as kenas de Géa; as mulheres da Terra e as fêmeas enkóides de outros mundos, também. Meu corpo clama por mais, mais, sempre mais. Ora, tenho a Ti, minha Gia! Tenho todas e mais uma em Ti! A melhor, a mais desejável, a mais bela, a única, a suprema, a satisfação plena sempre renovada; virgem a cada vez, sábia em todas: a própria Beldite! Teu Ky é tão suave e forte como teu corpo. Em sua agudez fotônica, tua mente assombraria os Magnos! Com duas palavras me esclareces dúvidas enciclopédicas. Muitas vezes, após me ouvir em longas dissertações, desqualificas-me com tua presteza de raciocínio, esteja eu certo ou errado, e pões termo a minha angústia intelectual com tua concisa lucidez. Por mais de uma vez teu juízo tirou a empresa da rota fatal e a Laranja do rumo perdido. Teu corpo e teu Ky são um só, na formosura rosácea, aqui diante de meus sentidos e emoção! Meus dedos dão lugar às mãos; e estas, ao peito, no êxtase de teu contato. Apoético, sei muito bem onde acabo e começas. Trigueiro, contigo me faço rosa e te radio entre os raios rosados de Rá, às raias sem fim do mais recôndito espaço! Desperto teu Ky entre os braços do meu, na géona dos astros; e aqui em Géa afinal te moves e sorris, abres os olhos e fitas os meus!... Ah, Gia, teus olhos! Sob a luz direta de Rá não se ofuscam e podem expandir por inteiro as pálpebras, mostrar o brilho diamantino das córneas de cristal. Agigantam-se e ocupam todo o horizonte, pleno do foco e da nitidez perdidos, tão amplo se torna este ambiente! Através delas vejo as texturas radiais dos pulsantes diafragmas íris, tingidas do mais exclusivo tom de madeira de lei, abrasada pelo fogo rubro de partículas soládicas em suspensão coloidal. No centro desses enormes discos incandescentes, como se dos brilhantes planetas gêmeos anelados Ritmos retirassem as esferas e deixassem dois rombos negros no espaço, dilatam-se as portas misteriosas de teu Ky, para onde os gédons lentamente fluem e se escoam, penetram e formam trilhas coruscantes. Abandono-me atrás deles neste caudal infinito e cerro os olhos, retendo para sempre a imagem dos teus. Aceito o convite dos gédons para também ali me entregar à unidade ou à morte, e no caminho deste vórtice de géa encontro teus lábios nos meus... E julgava estar todo desperto!... Teu sabor acorda papilas, expande tamanhos, faz tudo ser boca e língua, fluxo e gosto, dentinhos serrilhados de keninha criança, fendas à deriva e sucção. Teu hálito supera em essência o ar da manhã, tem o Pran e a Géa. Prefiro aspirá-lo: dá mais vida! O tom de teus suspiros me atiça os fluidos e põe nos músculos o tônus dos elastos! Pelas palmas das mãos; nas plantas dos pés; no roçar da pele, dos pêlos e das auras unidas; recoberto por teus cabelos; vivendo de teu perfume; mergulhado em teus olhos; a beijar teus lábios, alcanço tua forma completa, enfim! Nela penetro e ao redor me abraço. Por dentro e por fora, retenho teu ser! Implodo em humor fecundante e me entrego a Ti! Minha vida à tua! Meu Ky ao teu!... Nada pronuncias, porém te ouço a voz, na perfeição singela de duas palavras. ‘- Eu sei!...’ estás dizendo... - Ah, Gia! Como te amo!... Como te adoro!... Como te admiro e respeito!.. Pobres de Rá e de mim sem a tua presença! Daria minha vida por Ti!”.

Clausar não sabe: o momento de cumprir a promessa vem chegando e está bem próximo..."

Resta-lhe alguma dúvida, Visitante deste site, que na Terra de dois mil anos atrás (e na de hoje) o Amor coincide?

Meu "Ave!" ao grande Ovídio escuta-lhe, longíquo mas presente, um "Ave, Caesar!"...

- CCDB - 23-08-2007


Aldous Huxley e Géa

Na juventude, antes de minha experiência com LSD (citada na reportagem da revista Trip, entre outras), li "As portas da percepção", de Aldous Huxley - aliás, analisei esse livro como parte de minha profunda preparação para tal experiência, a qual busquei para conhecer, com a emoção e a consciência do Eu Interior, o que o Eu Exterior já descobrira ao utilizar a razão, filha do limitado espaço-tempo.

Depois de ter escrito Géa, li "Admirável Mundo Novo" e "A volta ao Admirável Mundo Novo", sobre os quais nada tenho a dizer.

Então, há poucos dias, Dalgiza adquiriu num sebo e me presenteou a versão em língua inglesa original de Aldous Huxley, "Island", sua última obra classificada como "a novel (um romance)", mas que em verdade é uma utopia, recheada de filosofia e descrições da experiência interior obtida pela prática do budismo maaiana com toques de tantrismo, de yoga, e enfim alcançada em sua plenitude pela ingestão ritualística de certo cogumelo, cuja ação semelha a do LSD ou a do mescal.

Li "Island", portanto, muito empós ter escrito e registrado Géa.

As coincidências nas experiências místicas e lisérgicas entre o que relatei em Géa e o que Aldous Huxley escreveu não ocorrem por causa de eu ter lido "As portas da percepção" (e diversos outros livros de vários autores a respeito de LSD, mescalina, mescal ou peiote, etc.) muitos anos antes de escrever a magna obra; sim, porque tanto Aldous Huxley quanto eu relatamos experiências práticas de nós ambos, similares por tocarem à mesmíssima realidade. É como a descrição de um mesmo lugar, feita por duas pessoas, as quais tenham realmente visitado esse lugar. Suas descrições não são cópias, plágios ou citações das obras que ambas tenham escrito, onde descrevam tal lugar; sim, o depoimento sobre aquilo que ali experimentaram, viram, sentiram, vivenciaram, descobriram, redescobriram.

Quando se trata, no entanto, da criação de uma história, ou de um livro-tese, como é o caso da utopia descrita por Aldous Huxley em "Island", quero nitidificar que percebi uma coincidência entre a vida e a sociedade dos habitantes dessa ilha e a vida e a sociedade dos altruégs, cujo Ky Único (Alma Única) de espécie era Artrus.

Os altruégs e Artrus "eram bons demais"; por isso mesmo foram completamente destruídos pelos enks, nas mais antigas eras do planeta Géa. Enks são os entes da mesma espécie de Clausar, hoje a dominante em seu mundo.

Inventei os exageradamente pacíficos altruégs e Artrus para mostrar a necessidade da agressividade e para concordar com certas atitudes agressivas da sociedade humana, desde o início de seus tempos até hoje, ao contrário de Aldous Huxley, que propõe uma sociedade pacifista em "Island" - e por isso mesmo é obrigado a destrui-la, no final do livro, reconhecendo-lhe tacitamente a impossibilidade. Aliás, nessa utopia, embora o autor a apresente qual modelo desejável de sociedade livre, a religião, os mestres e os líderes exercem ainda um controle e uma certa "programação", até mesmo hipnótica, sobre seus membros. Na obra Géa, Clausar ensina mui bem a seu filho Rá (sem o hipnotizar nem lhe exigir concordância) como se precaver contra o controle de sua mente por terceiros.

Não reproduzirei aqui extratos de "Island" nem das passagens de Géa onde aparecem os altruégs e Artrus - convido você a ler estas últimas diretamente em meus livros. E também convido à leitura de "Island", trabalho magnífico, apesar das minhas ressalvas ao modelo, à filosofia, à sociologia e à religião ali apresentados pelo autor. Algumas dessas ressalvas você já deve ter lido nesta mesma página (por exemplo, quanto ao budismo, no subtítulo Não coincide: ultrapassa... 1, 2, 3, 5, 6, 7, 8, 9, 10 ); e uma análise da história do personagem Clausar, na Lista das Personagens de meus livros lhe mostrará outras. Posso acrescentar mais uma bem aqui: em meus livros e na vida prática dou o mesmo valor ao Eu Exterior que ao Eu Interior, à matéria e à mente, ao finito e ao infinito, faces indispensáveis de uma só manifestação humana e universal.

Há importantes outras diferenças entre o meu pensamento e o de Aldous Huxley; por exemplo: na perspectiva de Huxley, mesmo quando vê o Cosmo pelo Eu Interior (ao qual ele dá outro nome), enxerga o que está "abaixo" como sendo uma espécie de inferno, algo maligno in se, e parece crer integralmente na belíssima (porém imperfeita) alegoria da representação de Siva, que estaria pisando nos seres ao dançar e cujo Universo é fechado (apesar de ter um pé alevantado...), tal qual também a alegoria de Uróboro sugere, a cobra coa cauda na boca, em seu sisifismo universal.

Em Géa essas alegorias são superadas, o Cosmo é aberto, "Deus" cede o seu "trono" à criatura, a cobra tira a cauda da boca e se torna espiral ascendente - e, melhor ainda: não existe o Mal; sim, apenas, o Bem absoluto, com todas as suas gradações; o Bem cuja escala é dada pela teoria de meu personagem Clausar, chamada biorrelatividade, a qual supera o darwinismo onde impera o acaso (Aldous Huxley presta homenagem a Darwin em "Island") e mostra que o propósito de todos os seres - desde o átomo, a molécula (pois ambos vivem!) e a célula, até o ente organizado, feito o homem - é relacionar-se mais para existir mais.

Da biorrelatividade se pode tirar uma ética e - com o devido cuidado contra interpretações erradas e perigosas que levariam de volta ao nazismo e estabeleceriam o racismo -, é possível lançar a base para uma sociedade melhor, mais natural e mais feliz. Essa base, aliás, está lançada na obra Géa, e não é utópica.

Em "Island", Aldous Huxley despreza quem só vê existência absoluta no Bem - e, portanto, desprezar-me-ia, caso eu o não convencesse de que só o Bem existe... Aldous Huxley não conheceu e chega a ridicularizar a experiência do contato com uma entidade incorpórea; vai ver hoje, desincorporado mas consciente, concordaria comigo em tudo... se já não está deveras concordando, aqui ao meu lado.

Em Géa, menciono Mú, o Diabo, símbolo do Mal, que atua mas não existe... e é mostrado como entidade meramente alegórica - conquanto eu o exiba com traços vívidos em certa experiência de Clausar e lhe cite a "ação" ao narrar as aventuras de Artrus.

Criar mais relações é bom e causa felicidade, prazer; destruir relações é mau, resulta em tristeza, dor; todavia, não há entes desprezíveis nem qualquer tipo de inferno, mesmo entre os vermes e os seres que vivem nos pântanos: todos seguem o mesmo ímpeto de relacionarem-se mais para existirem mais - até o louva-a-deus fêmea, quando come a cabeça do macho durante a cópula.

A destruição de relações não pode existir sem uma anterior criação; por isso (e pela própria essência absoluta do Cosmo - a Géa - que é em si o Bem), as relações (sic) e o Bem são absolutos, e o "Mal" é relativo, não tem essência. Tudo isso e MUITO MAIS você encontra desenvolvido em Géa e meus outros livros (inclusive Geínha), mas de uma forma excitante, feliz, que nunca entedia.

Essas ressalvas e diferenças em nada empanam o brilho, a harmonia e a verdade da Luz que tanto Aldous Huxley como eu (e alguns outros) conhecemos e por isso mesmo tentamos propagar, igual exatamente o venho fazendo em meus livros, neste site e existência afora. Nessa Luz, todos somos Um, e em tudo concordamos, inclusive lembrando que a biorrelatividade age no mundo exterior, onde existem os "muitos", enquanto que no mundo interior não precisa agir, pois tudo é um só.

A palavra "só" se presta mui bem à consideração de que "faltaria algo" ao Universo, caso tudo fosse apenas e sempre Um só... Por isso o Cosmo exibe duas faces em uma: a do Uno, interior, e a dos Muitos, exterior. Ambos, Interior e Exterior, têm igual realidade e o mesmo valor: são faces absolutas do Absoluto. A alegoria da plântula, no capítulo "A visita de Terrar", no Livro Primeiro de Géa ilustra magnificamente essa Verdade.

E existe uma terceira face, aquela em que o Cosmo sai de si mesmo e se torna consciente de si nessa perspectiva - daí a pessoalidade de Deus. Três em um, pois! Trindade na Unidade. Essa pessoalidade se repete nas criaturas, e tanto Deus como a Criatura são seres e pessoas. A transitividade da Criatura não a torna menos absoluta que Deus, pois o tempo não é a dimensão maior nem contém a Criatura, dentro da qual está um tempo infinito, a eternidade!

Em meus livros você não encontrará o descrédito que Aldous Huxley demonstra em "Island" em relação à experiência do contato com uma entidade incorpórea, mas lerá as restrições de um Clausar inda neofito à sua própria experiência de conhecer alguém "sem corpo", bem como as aventuras que um Clausar já iniciado viveu ao lado dessa entidade, a quem acabou por reconhecer profundamente como real.

Em meus livros você encontrará o estímulo ao relacionamento máximo com o mundo "exterior"; e, não, uma supervalorização do mundo interior, cuja conseqüência é a estagnação da sociedade, que não se importa coa ampliação das conquistas nem com o porvir, vivendo apenas o hoje (tal como ocorre com os Umalfos no planeta Alfa Telariae - os quais, no entanto, são aguerridos e conhecem os recantos da Galáxia).

Meus livros remetem à conquista do passado, do presente, do futuro, do interior e do exterior, rumo às estrelas, donde nasceu a feliz matéria de nossos corpos, acesas, umas e outra, pela Força Vital da Géa, e onde nossa espécie se perpetuará, a ponto de não mais temer ameaças de perecer feito baratas sob o pé umbroso e frio de meras fumaças vulcânicas e de abrir o devido tempo para evolver a melhores cérebros, capazes de remelhor compreenderem e utilizarem os poderes do Cosmo, que são nossos, rompendo as cadeias do Tempo e subjugando-o, bem como hoje estamos a dominar a Energia, e nos atirando então ao domínio da Mente, colimando à Essência, para ter o Uno e os Muitos, alvejando aquilo que no escrito Géa é prometido no derradeiro capítulo - e confirmado no livro chamado )que(!

Quem leu Aldous Huxley sentir-se-á motivadíssimo e mais feliz ao ler Géa e meus outros livros, escritos já em tempos mais recentes e numa sociedade terrestre melhor do que esse grande homem soube prever, bem como, em mundos alegóricos, alcançou imaginar.

- CCDB - 28-08-2007


Géa e o filme "O capitão Sky no mundo de amanhã"

Géa estava escrita há muitos anos, quando, ontem à noite, assisti pela primeira vez, via televisão no SBT, ao filme "O capitão Sky no mundo de amanhã". Nesse filme, cujo começo por desventura não presenciei, há uma cena em que o convencionalíssimo caça (avião de combate) monomotor a hélice do protagonista mergulha a toda velocidade e verticalmente no mar, não se desintegra e continua a funcionar e a voar sob a água. A explicação jocosa da possibilidade de tal mergulho é dada no filme pela colocação da hélice em passo bandeira (jargão aeronáutico indicionarizado para a colocação das lâminas da hélice alinhadas com o comprimento do avião, onde cortam mais fácil o ar, quando o motor pára e o avião está inda em vôo)... Portanto, trata-se de fantasia descomprometida coa verossimilhança (o que é até bem interessante, nesta época da escravidão artística ao que pareça verdade...).

Quem possui mais ou menos a minha idade, decerto se lembrará do seriado televisivo norte-americano, então muito repetido no Brasil, em que o submarino Seaview (ou Sea View - não sei mais a grafia correta) tinha uma navícula acessória parecida com uma raia, que também "voava" sob as águas após nelas mergulhar obliquada, vinda de um vôo nos ares, e vice-versa.

Portanto, o fato de eu ter escrito a seguinte passagem em Géa (páginas 242 e 243 da versão não-ilustrada, Livro Primeiro), sobre o vôo aéreo e aquático da Laranja, não é original, neste aspecto de vôo anfíbio:

"- Agora, só há a dura realidade absoluta. Sim, absoluta. Existe. Haja ou não um arrogante enk para observá-la. Este - e os não menos altivos humanos - são capazes de captar-lhe apenas ínfima parte da verdadeira face. Às vezes lutam: uns a vêem negra; outros, branca. Não percebem: vai da quase ausência da cor à plenitude. E possui muitas invisíveis freqüências além. - assim filosofa Clausar, enquanto adquire ciência da situação da nave, dos comandos manuais e da posição da Laranja.

Um ritmógeno autônomo marca apenas algumas nônadas a mais, desde a saída do casulo. Tudo ocorreu durante o mesmo período gasto por Gia e Rá, os verdadeiros, nas compras.

- Gia! Rá! - e Clausar entrevê a imagem dos dois sob a foice áspera, denteada e rombuda de Oég, a Morte!

O enk voa para os controles manuais e olha pelos anéis de enerfrátax: a Laranja paira sobre o oceano. As nuvens do hurakyklôn derrotado ainda se esgarçam e turbilhonam, embora não possuam mais a géa unificadora, o Ky vorticoso. O perigo não mais sobrestá no céu.

Clausar aciona com pés e mãos os controles abrangíveis e leva a Laranja, sem o quase indispensável auxílio do bio, aos trancos e barrancos pela atmosfera, em direção a Rio de Luminância.

Resto do furacão, violenta rajada de vento atinge a Nau de Géon e não é compensada pela indispensável computação. Como resultado, o anel superior é expulso para longe e não se regenera. Só a corona inferior fica; sozinha, dificilmente é capaz de estabilizar a ritmonave sem o processamento matemático do bio. Com a Laranja inclinada, a queda vertiginosa termina por estrepitoso mergulho nas ondas revoltas, até uns cem trezêmbilhos de profundidade.

Clausar não tem ritmo para medos e sustos: diante dos írios, só vê a lembrança vívida de Gia e Rá.

O geóctone calcula em pequena abaxmática a condutância da líqua, logra restabelecer os dois iônelos e faz a Laranja de submarino até beirar a praia, já próxima no estato da queda. É difícil elevar a ritmonave das águas para o ar sem auxílio do bio; Clausar dá-lhe impulso violento, aproveita a profundidade da baía e projeta-a para fora do mar.

Estataneamente, o enk reajusta os anéis para a admitância do ar e consegue deter a nova queda - não sem antes deslizar sobre as ondas num colchão de vapor, chiado e fervura. Em seguida, progride até ganhar de novo altitude e ter a imagem querida do Seio de Géa no enerfrátax superior, bem no eixo -z!

Clausar sobrevoa a magnífica enseada entre o monólito de quatrocentos trezêmbilhos e seus contrafortes. É a Praia do Árion, onde conheceu Gia.

Vai lentamente, sem refrator, ante os írios e dedos apontados dos banhistas. Qual bailarina cambaleante, a ritmonave é levada em direção Norôndium. Segue para o desmesurado edifício, onde o Ky de Clausar desesperadamente anseia por encontrar Gia e Rá.

A 336 Laranja 1509-A ainda está ultrapassando o Seio de Géa, a quinhentos trezêmbilhos de altitude, quando o enk obtém ligar o refrator - e a conseqüente obnubilação também. Apesar de mais esse empecilho, não poderia estacionar a nave no edifício sem o recurso da invisibilidade, pois em poucos tríntados até as mais altas patentes das forças armadas de Teruz estariam por lá!

Os reatores põem-se a produzir batimento ruidoso: nenhum está sinrítmico. Meio surdo e tonto, Clausar é todo mãos, pés, cotovelos, boca; tudo, a controlar quase tudo."

O que é original, a grande diferença entre o vôo da Laranja e os vôos do caça do filme supracitado e da navícula auxiliar do Seaview, é o fato de o sistema de vôo da Laranja não ser fantasioso, e nem mesmo verossímil, já que o que é factível não é simplesmente verossímil; sim, verdadeiro!...

Nota sobre o texto de Géa, acima: a Leitora e o Leitor já estarão acostumadíssimos com as palavras alienígenas e as lerão sem pestanejarem, mas sentindo o clima de um outro mundo. Para quem não leu Géa, eis pequeno glossário, só para o texto deste subtítulo: a acepção de "enk" é "homem do planeta Géa"; "Laranja" é o nome do disco voador de Clausar, cujo sistema de vôo atmosférico e subaquático (há, na Laranja, também sistemas para vôo no espaço exterior e no tempo) deve realmente funcionar, se for experimentado num laboratório, conforme os dados presentes no Livro Primeiro de Géa e resumidos neste site; "ritmógeno" é "relógio"; "nônadas" são unidades de tempo do planeta Géa, cada nônada equivalendo a meia hora das terrestres; "enerfrátax" é um cristal transparentíssimo e praticamente indestrutível que forma as duas janelas circulares da Laranja; "hurakyklôn" é "furacão"; "bio" é o bio-computador (naquele tempo inda não vivente) que, apaixonado por seu Criador (Clausar) queria aprisioná-lo só para si; "Rio de Luminância" é a cidade onde Clausar e os seus moram, parecida com a do Rio de Janeiro, devido às similitudes explicadas pelo Teorema de Clausar, apresentado num dos subtítulos desta mesma página, mais acima; "Nau de Géon" quer dizer "Nau de Luz" e é um dos epítetos da Laranja; "anel", "corona" e "iônelo" são alguns dos nomes dos anéis ionizados que, conforme está exposto em detalhes neste site, sustentam e impelem a Laranja no ar ou na água; "ritmonave" é "máquina do ritmo", onde "ritmo" quer dizer "tempo"; "trezêmbilhos" são "metros"; "abaxmática" é um tipo de calculadora de mão; "estataneamente" é "instantaneamente", onde "estato" quer dizer "instante" ou "trigésimo de tríntico", em que "tríntico" é "segundo"; "Praia do Árion" é "Praia do Fogo", parecida coa Praia Vermelha, no Rio de Janeiro, onde conheci Dalgiza; "Norôndium" é "noroeste" (em teruzês, a língua do país de Clausar, os pontos cardeais se escrevem com iniciais maiúsculas); "Ky" é "Alma"; "Seio de Géa" é um monólito símile ao Pão de Açúcar; "refrator" é um sistema antigo de invisibilidade que causa obnubilação (vista e mente nubladas) utilizado para esconder a Laranja das vistas dos enks - esse sistema foi mais tarde substituído por outro, melhor, que não perturba os tripulantes da ritmonave; ''írios" são os olhos dos enks e das kenas, as "mulheres" do planeta Géa; "Teruz" é o país de Clausar, parecido coa nossa Terra de Santa Cruz; e "sinrítmico" quer dizer "fora de sincronismo".

- CCDB - 10-09-2007


Géa e o livro "The Garden Party", de Katherine Mansfield

Estou lendo "The Garden Party", de Katherine Mansfield, editora Penguin Modern Classics, edição de 1978, comprado num sebo por minha amada Giza (porque não temos condições de adquirir livros novos). Na página 141, dentro do conto "The Young Girl", encontrei o seguinte parágrafo:

"We tore through the black-and-gold town, like a pair of scissors tearing trough brocade", onde a autora se refere a uma paisagem noturna sob as pequenas estrelas do céu e as grandes lâmpadas das ruas.

Isso imediatamente me trouxe a visão de um dos parágrafos mais curtos e dos quais mais gosto, do Livro Terceiro de Géa, capítulo "As Cavaleiras da Távola Reta", onde "cavaleiras" usei jocosamente, em lugar do castiço "amazonas" . Eis o trecho da página 589 (versão não-ilustrada) desse meu livro, onde consta o visualíssimo, reto e mínimo parágrafo:

"Alucinada, a mestra devora o pindarismo e revê por segundos um entardecer fluminense de verão, onde desliza a meia altura, no mesmo rápido lençol de vento, a coleção completa de nuvens do planeta, rasgando-se em chumbo, estanho, prata e algodão, para mostrar a pele nua do Céu, em suntuoso festival de azuis-claros.

O zíper reto da esteira de um jato fecha o vestido do Céu.

Louriage sacode a cabeça, expulsa de um jacto a litórea quimera, deglute as brasas da nostalgia brasileira e ressente o ébano do volante nas mãos. A ergonomia da peça a faz parecer macia."

Tanto no texto de Katherine Mansfield quanto no meu, temos a coincidência de a paisagem ser vista como um tecido; no caso da autora, este se corta e abre; no meu, fecha-se com o zíper - e pelo zíper das reticências encerro este subtítulo...

- CCDB 05-10-2007


Géa e o livro "World Without End", de Sean Russel

Géa já escrita e registrada na Biblioteca Nacional há vários anos (datas no texto inicial desta página), Giza há poucos dias comprou num sebo e me presenteou o livro "World Without End" (primeiro volume da obra "Moontide and Magic Rise", cujo segundo volume não obtive ainda), de autoria de Sean Russel, Editora DAW Books, Inc., edição de 1995, em cuja página 537, lendo-o pela vez primeira, encontrei esta conversação entre a belíssima duquesa Elorin e o pesquisador Tristam, seu amante e protagonista da obra, que ocorreu no escuro da tenda onde se alojava a senhora, na floresta à beira-mar duma ilha quase deserta, para onde o herói nadara ocultamente à noite, surpreendido por amigável bando de golfinhos que o acompanharam, em cujos aguçados sentidos Tristam se interessou e cujos detalhes mencionou à companheira, logo após o ato sexual:

' "You are a hopeless empiricist," she chided him. "You have such an experience and it sets you wondering about their senses! Are you always like this, Tristam? Do you make mental notes as we have love? Will you publish your findings? An Inquiry into Copulation in the Human Species by Tristam Flattery, Esquire." She bussed his cheek. "You are not a poet, Tristam Flattery, I will tell you that much."

"You do me an injustice," he whispered close to her hear. "I am transported when we have love. My mind has room for nothing else." '

E eis o que escrevi, há muitos anos, na página 1775 da versão não-ilustrada de Géa, Livro Oitavo, capítulo "Eu sou Ky...", onde a primeira fala é de Ky, a filha-amante de Clausar, com quem dialoga em meio à floresta da Serra da Cantareira, logo após o ato sexual:

"- Então sou a perfeição do sexo; e nem Cástitas, nem Intáctia nem Abstersa chegam-me aos pés; não é?

- Parece eriar-me os pensamentos, como as bipsicas, filha!

- Como elas não: só lhe captam os afetos; desde quando o vi, sinto-lhos e escuto-lhe cada pensamento em palavras. Irie: gostou do “sinto-lhos” e pensou, orgulhoso de mim: “- Ela sabe expressar-se na linguagem culta!”.

O enk não se sente um Champollion ante a Pedra de Rosetta; sim, feliz feito quem a inscreveu, vendo-o, do Além, a decifrá-la! E Ky:

- Por falar em escutar pensamentos, eriei todas as expressões de sua avaliação sobre o corpo e os órgãos sexuais de Cástitas... Você não é muito romântico; né? pai.

- Inda tenho algo a ensinar-lhe, filha: sou o romântico dos românticos; adepto do mais clássico e paradoxal romantismo: a realidade! Os outros deslaçam rendas e tules; empregam flores, pássaros e abelhas; eu, porém, não uso metáforas ao falar de sexo! Em térreas palavras: para mim o relvedo não se compara em maciez e odor com os olentes pêlos pubianos das kenas; a minúcia da pluma não alcança o fractal do pênis reproduzido nas papilas vaginais; e a flor não é tão bela, ardente e anelante como a vulva!".

(onde, na língua alienígena falada por Clausar e Ky, "eriar" quer dizer "ouvir"; "irie" significa "olhe"; "eriei" é o mesmo que "ouvi" e "kenas" são as "mulheres do planeta Géa". )

- CCDB - 03-11-2007


Géa e o livro "Dracula", by Bram (Abraham) Stoker

Claro... assisti a muitos filmes de Drácula, desde "Nosferatu" e aqueloutro com Bela Lugosi, passando pelos da Hammer Films (com Christopher Lee e Peter Cushing), muito antes de ter começado a escrever Géa. Mas só assisti a "Bram Stoker's Dracula" de Francis Ford Coppola bem depois de Géa estar completamente escrita e registrada na Biblioteca Nacional. Só fui ter em mãos há poucos dias (e terminei de ler hoje) o estupendo livro "Dracula" by Bram Stoker, publicado em 1994 pela Penguin Books, completo e sem cortes, lido por mim no original em inglês, adquirido num sebo por Dalgiza.

Assim como imagem nenhuma supera um bom texto, igualmente nenhum dos filmes acima alcança o livro em que se basearam - embora eu me delicie com o romance entre Mina e o Conde, exibido no filme de Coppola e que inexiste no livro de Stoker.

Assim como na maioria dos subtítulos acima - os quai mostram (nos moldes estabelecidos no texto com caracteres mais graúdos, no início desta página) "coincidências" entre a minha e diversos tipos de obras alheias - há coincidências entre o livro "Dracula" e Géa. Uma delas se percebe ao ler o texto da página 121 de "Dracula", onde Mina conta em seu diário um sonho vívido de Lucy (no filme de Coppola, a ruiva...):

".....; my soul seemed passing away from my body and float about the air. I seemed to remember that once the West Lighthouse was right under me, and then there was a sort of agonising feeling, as if I where in an earthquake, and I came back and found you shaking my body. "

Para cotejar com o de Stoker, logo acima, eis o meu texto, da página 1280 do Livro Sexto de Géa, versão não-ilustrada, capítulo "O Portal Laranja", extraído da narrativa da experiência lisérgica de Clausar (a primeira fala é deste):

"- Aqui... Epa! Dê-me a mão, Ra-El! Depressa! - Ra-El toma entre as suas a mão direita de Clausar e diz:

- Ligue-se nas minhas mãos!... Tudo bem?

- Ih! Imagem! Surge imagem!! Estou deitado, horizontal, e flutuo próximo à ponta da antena imensa, no topo de um edifício altíssimo... Só tenho suas mãos como apoio. Segure forte!!!

- Oi! Não saio daqui! Segurando! Não tenha medo!

- Seguro... Sim... Não é medo... Não existe medo... Tudo está sempre certo... É para não perder a mim mesmo... e não encontrar mais... À esquerda, o vazio ao lado do edifício aumenta... Alcança a estegosfera, distâncias dos astros... Kier!!! Pegue!!! A mão!!! A mão!!! - e Sérias corre no escuro, tropeça, pisa nos outros e agarra com géa a mão esquerda de Clausar.

- Agora é o lado direito! Segure-me, Ra-El!!! Cresce feito o esquerdo!!! Estou no meio do espaço interior!!!"

A experiência extracorpórea (embora Clausar se diga "no meio do espaço interior") via KSE (o LSD do planeta Géa), durante a qual Clausar se vê como descrito nos parágrafos acima (e que se baseia na minha própria experiência com LSD), guarda, pois, semelhança coa experiência de Lucy, já sob a influência de Drácula. Cumpre notar que em nenhum dos filmes a que assisti, antes ou depois de escrever Géa, é apresentada a passagem descrita por Bram Stoker em que Lucy se vê flutuando sobre o farol (West Lighthouse); portanto, não teria havido qualquer sugestão, nos filmes, para a sensação de vôo e ascensão que eu tive, na "viagem" lisérgica. Cabe destacar que a minha experiência (e a de Clausar...) foi eminentemente mística e teve motivo muito superior e diverso do simples efeito do ácido para ocorrer.

Aqui está mais uma coincidência entre "Dracula" e Géa - eis parte do texto da página 333 desse trabalho de Bram Stoker, onde quem fala é Mr. Renfeld (o lunático); "He" refere-se ao Conde Drácula; e quem narra é Dr. Seward, em seu diário:

' "Come in, Lord and Master!" The rats were all gone, but He slid into the room through the sash, though it was only open an inch wide - just as the Moon herself has often come in through the tiniest crack, and has stood before me in all her size and splendour.'

Eis o meu texto, página 2285, Livro Décimo de Géa, versão não-ilustrada, para você comparar com o de Stoker, logo acima:

"O ambiente acalmado de Altaré permite a Iulia e Cleona encontrarem a ocasião para ficarem a sós.

Os psidos das duas intelectoras caminham de braços dados para a câmara de descompressão, dissolvem-se no ar, passam como fumaça tênue pela fenda da vedação ao redor da porta arredondada (onde o ar não passa), entram nessa câmara, ultrapassam da mesma forma a porta da parede externa da nave; e a fumaça recompõe-nos: Iulia e Cleona estão no espaço, a pairarem junto à espessa couraça de reatâncio pintada de branco, entre o vasto convés principal e a superestrutura de convés parcial (chamada por todos de tombadilho, sem embargo de se erigir próximo à proa ao invés de na popa) onde se fixa a ampla esfera contentora do passadiço. Iulia e Cleona deixam de arfar a falsa respiração, em geral mantida para dar-lhes naturalidade aos psidos. As duas abrem as bocas e falam. As meninas dos olhos enamoram-se-lhes. Sem atmosfera para produzirem som, as bailarinas entreouvem-se; não, vagamente, como costuma significar o termo; sim, com perfeição: seus circuitos estão interconectados nos respectivos painéis, e, se não estivessem, as intelectoras comunicar-se-iam por ondas mens."

Além das coincidências acima, há outra mais sutil, que só se pode conhecer em profundidade lendo ambas as obras: assim como Drácula vai afetando os outros protagonistas da história enquanto se aproxima de Londres, também Geárion sutilmente afeta os protagonistas de Géa - mas em meu trabalho essa influência é apresentada bem mais sutilmente e sem nenhum aviso, ao longo dos doze volumes de texto, até Geárion revelar-se como o Desrelacionador; e enfim este se mostra como alguém mais... que você me honrará em saber quem é, se ler Géa! Em ambas as obras há, pois, uma espécie de Leitmotiv psíquico ao redor dos entes mais poderosos; e o alcance do Desrelacionador é cósmico, enquanto que o de Drácula é local.

Em "Dracula", o episódio em que Van Helsing convence Arthur - o noivo de Lucy, então morta - de que esta se tornara em morta-viva (e mais três protagonistas se convencem da mesma coisa, quando a vêem no cemitério) lembra o episódio de Géa em que Clausar enfim se persuade da existência de seres incorpóreos, quando Geárion aparece em sua casa, trazendo a menina Marianinha e seu gatinho, mortos no espaço exterior por Octopodeimos, e os devolve à vida perante Clausar, seus familiares, Posenk e Terrar; todavia, o caso narrado por Bram Stoker é trevoso, e o que descrevo em Géa é mais que sublime em sua Luz. Esta última comparação não significa, em absoluto, que tanto "Dracula" quanto Géa não estejam repletos de passagens das mais tétricas... e das mais luminosas!

- CCDB 15-11-2007


Géa e o livro "The Fall of Atlantis" (antes editado em dois volumes como "Web of Light" e "Web of Darkness"), de Marion Zimmer Bradley

Na página 26, primeiro parágrafo, de "The Fall of Atlantis", de Marion Zimmer Bradley, publicado por Baen Books em 1987 adquirido há poucos dias por Giza num sebo (porque não podemos comprar em lojas um exemplar novo, como gostaríamos) e lido pela vez primeira por mim em novembro de 2007, acha-se este texto:

"The Temple of Light, set upon the shores of the Ancient Land, was near the sea; it was set high above the City of the Circling Snake, which ringed it like a crescent moon. The Temple, lying between the spread horns of the crescent, at the focus of certain natural forces which the walls are built to intercept and conduct, was like a woman in the encircling glow of a lover´s arm."

Há vários anos, muito antes de eu sequer supor a existência do livro de Marion Zimmer Bradley e jamais tendo ouvido, lido ou sabido por qualquer outro meio de algo semelhante ao que ela descreve no parágrafo acima transcrito; nas páginas 1316 e 1317 do Livro Sexto de Géa, versão não-ilustrada, escrevi o seguinte (cujo parágrafo final e maior, na formatação do livro Géa, ocupa exatamente uma página, justificado reto em ambas as margens):

"Guiado por Clausar, o Coró desce a abrupta rampa da Serra da Rítua, mergulha no ar poluído de Salo, embarafusta pelas vielas estreitas da periferia, alcança as amplas avenidas do centro da cidade e breve aproxima-se da Praça Episcopal, área retangular onde fica a Catedral do Um e o marco zero da capital saliana.

Per coerência, deve-se descrever a Catedral do Um em parágrafo único, sólido, maciço e inabalável: simboliza o Indivisível.

A planta baixa do excelso templo conforma-se em triângulo horizontal eqüilátero, com larga cruz circunscrita. O portal localiza-se na ponta do trilátero, o pé da cruz, voltado à Praça Episcopal. Em cada interseção entre a cruz e o triângulo arvora altíssima torre quadrangular de estilo nório flamejante, rematada por longa piredra sobre o campanário e guarnecida de elementos lanceolares. Os ângulos do polígono trilateral possuem suas torres, cilíndricas, mais baixas e cobertas por cúpulas hemisféricas. O vestíbulo situa-se num dos cantos do triângulo e na convergência deste com a raiz da cruz; dessarte, combina duas torres: a paralelepipedal com a porta, empós outra, teretiforme e cupulada como as de ambos os vértices restantes. Esta cobre o átrio rodeado de colunata, aonde se chega da praça por escadarias encíclicas. No centro da cruz, avulta a abóbada mestra, com ciclópico zimbório encimado pelo triângulo pontinadiral, signo do martírio do Um trifixado. Maior em altura e diâmetro, comparada aos outros três domos, não alcança o nível das quatro torres pontiagudas, guardiãs erectas e agressivas, pousos para o mergulho da rapigarra sobre a picalívia incauta. A estrutura triangular quadrífida sobe do chão em pilares com arcos ogivais. A nave é muito alta confrontada à largura, conquanto se espace no interior, riquíssimo em fratrais coloridos e magnificente decoração, onde parece estar todo o soládio de Géa. Ali se preserva o fruto apogístico de grandes pintores e escultores. Os quatro vãos entre a cruz e o triângulo formam pátios abertos; neles, os sacerdotes experimentam a paz de edênicos jardins ao redor de chafarizes, delicadamente esculturados e murmurejantes. A capela-mor projeta-se em ampla alça para fora do triângulo, no encontro da cabeceira da cruz com o meio do lado oposto ao pórtico. O edifício inteiro apóia-se num pavimento circular, e esse adro se eleva em escadarias por todo o perímetro. Os lances representam o padrão malhado e matizado de gigantesca hýpna oegírios crotalugiíficus; com a cauda colhida pela própria boca em esplêndida escultura, defronte da porta principal. O círculo da hýpna insere-se em vasto quadrado no Lúmen da Praça Episcopal; e o marco zero de Salo é a extremidade rabirruiva, cheia de guizos de sonoro metal perene. Pelo canto das maxilas cerradas, o chocalho sai ante os írios sonióticos, trabalhados em luminescentes e enormes pedras preciosas verde-azuis, de valor incalculável. Doze guardas, garridos e armados com lanças AGEER, rondam e protegem as gemas gêmeas, noventa nonadas por cromat, trezentos e sessenta e cinco cromats por espectro. Trajados das mesmas cores da hýpna, facetamente o povo apelidou-os “filhotes”...".

Além da "coincidência" de uma cobra circundar o Templo da Luz (Temple of Light) no livro de Marion Zimmer Bradley e uma cobra também circundar o Templo do Um no meu livro, Géa, pode-se ler noutra passagem de "The Fall of Atlantis" a afirmação de que a cidade onde tal templo se situa foi adrede construída com o formato do símbolo de uma Ordem Mística, atuante nesse lugar - e o mesmo ocorre com o formato do Templo do Um, no planeta Géa.

Há diversas outras concidências significativas nos dois livros, que convido você a descobrir, lendo-os. Uma delas, por exemplo, é o parto difícil de Gia, em que Rá nasceu, como conto na obra Géa e a de um parto igualmente duro, descrito em "The Fall of Atlantis". Convém então informar que o parto de Gia foi inspirado no parto de minha Dalgiza amada, em que nosso filho Rafael (Rá) nasceu. Uma fotografia de nosso filho, presente neste site com sua autorização dele, mostra-o em criança com a grande cicatriz abdominal decorrente de uma cirurgia (descrita em Géa como sendo realizada no enkinho Rá), devida a problemas originados no parto. Portanto, também neste caso (como em todos os outros) nenhuma ligação causativa existe entre meu livro e o de Marion Zimmer Bradley; sim, apenas, a "coincidência" - nos termos sugeridos por mim no primeiro texto (de caracteres maiores) desta mesma página.

- CCDB 20-11-2007

A recomendação de leitura de "The Fall of Atlantis" precisa, entanto, deste acréscimo: conquanto o livro seja prazeroso de se ler, mui bem escrito e cheio de imaginação, Marion Zimmer Bradley, a autora, parece-me favorecer apenas as protagonistas mulheres, e desfavorecer todos os protagonistas homens. Salvo as exceções indispensáveis para existir enredo; todas as mulheres são ótimas, ou quase. Quando elas possuem defeitos, são pequenos e perdoáveis. Todos os homens, de uma ou de outra forma, não prestam... Ou são uns bundas-moles, todos se cagando de medo de provocarem um carma ruim; nenhum tem coragem de dizer um palavrão (nem que o palavrão salvasse o Universo). Ou são uns quadrados, fanáticos seguidores de dogmas. Entregariam suas filhas à morte se estas violassem as leis severas dos templos onde servem. Ou são um feiticeiro que não hesita em despertar as forças do "Mal"*, pela "simples" busca do conhecimento, ainda que afundasse continentes. Ora! este homem, este feiticeiro, que é o personagem Riveda, a autora quis transformar em mais um bode expiatório para saciar sua sanha feminista (a autora o fez condenarem à fogueira e lhe concederem a mercê de beber veneno - e assim o matou...). Porém, ao criar Riveda, Marion Zimmer Bradley gerou alguém digníssimo, destemido, um verdadeiro Homem, tal qual Mary Sheley com o monstro (e, não, com o bundão do Dr. Frankenstein - leia você o livro e verá) e igual Milton, com Satã (e não com o Deus Egoísta e seu filho água-com-açúcar). O conhecimento per se tem valor, sim, ó autora! Conhecer é relacionar-se! "Relacionar-se mais é existir mais" (Lei de Clausar, ou biorrelatividade). Despertar os seres "do Mal", ainda que afundem civilizações petrificadas pelo dogma é renovar, é relacionar mais para existir mais, é fazer existir mais - inda que seja num futuro distante. Sem saber, Marion Zimmer Bradley criou um Homem superior a todas as mulheres de seu livro... e não foi "sem querer querendo"...

*O Mal não existe, afirmo eu, CCDB - o Mal é relativo. Só existe o Bem, absoluto, que se confunde coa própria Essência das essências, a Géa. Veja, Visitante deste site, que o título de minha obra premia a parte feminina do Um, a Géa - mas nem por issso falta equilíbrio perfeito e movimento à maior obra escrita de todos os tempos, onde "mulheres" e "homens" (ou fêmeas e machos evolvidos, de dois ou mais sexos) de muitos planetas interagem e se equivalem e completam, cada qual com suas qualidades e defeitos, sem que eu as(os) submeta a quaisquer "ismos". Portanto, estou à vontade para criticar o feminismo da autora de "The Fall of Atlantis".

- CCDB 17-05-2008


Um amigo...

Ao ler esta página, um amigo que desistiu do Brasil e partiu para viver do outro lado da Terra, onde é dia quando aqui é noite, me disse que "as 'coincidências' narradas nesta página se devem a sermos, os seres humanos, muito semelhantes uns aos outros, como se fôssemos computadores e em nós rodasse o mesmo programa."

Porém... não é isso, meu amigo... A mente é quem criou esses "computadores"; a mente é quem inventou os "programas" que neles rodam - e, não, o contrário! Somos a nossa mente, somos os Criadores dos nossos genes, dos nossos corpos e dos "programas" que neles rodam, com o ímpeto que a Lei de Clausar, chamada de "biorrelatividade" descreve: o de "relacionar-se mais para existir mais", comum a todos os seres no Universo.

- CCDB 20-11-2007


"Thirst For Love" e Géa

Giza me comprou, há poucos dias, num sebo, o livro "Thirst For Love" (Ai No Kawaky), de Yukio Mishima, versão publicada por Penguin Modern Classics em 1986, onde, lendo a obra pela vez primeira, encontrei, na página 55, o seguinte parágrafo:

"When one looked at the castle from there, none of it seemed firmly anchored to the ground. Everything floated. Everything was suspended. When the air cleared, something like the spirit of the castle seemed to detach itself from the real castle and stretch on tiptoe and look about from that height. To Etsuko, the tower of Osaka Castle was like a spectral island constantly beguiling the gaze of a castaway."

E, na página 177 da versão não-ilustrada do Livro Primeiro de Géa, capítulo "As compras de Gia", escrevi isto, muitos anos antes de ler o livro de Mishima - aliás, baseei-me na cena real de uma vista aqui de casa, que reproduzi nesta ilustração (para o Livro Primeiro Ilustrado de Géa), a partir de foto por mim tirada e retocada do próprio lugar, batida num dia quando se não apresentava o fenômeno (o qual me escapou, por falta de máquina fotográfica):

"Gia sonha muito com a casa de Rio das Valvas! Lá, mar anil, céu azul-claro, Deus passa a borracha de nuvens sobre o horizonte e solta as ilhas de pedra no ar! Ambos com vista para as ilhas, a kena conseguiu comprar dois gienos, onde caberá a casa espaçosa e simples e, em lugar de piscina, mais amplo jardim, fresca horta e sortido pomar. A Laranja pousaria, esférica, em safírico relvado de soma, mimetizada em Laboratório de Realidade Supravirtual. Se não obtiver recursos para alcançar esse devaneio, Gia e Clausar tentarão plantar modesto canteiro na cobertura do 1508-A: isso depende da mentirosa syndikena do prédio, sempre a prometer e nunca a cumprir, só preocupada em preservar seu rendoso posto." - onde "kena" é "mulher do planeta Géa", "gienos" quer dizer "terrenos" e "syndikena" significa "síndica".

Ao ler o muito bom livro, concluí: Mishima (que enfim, ele mesmo, cometeu suicídio ritual) criou a personagem Etsuko para personificar o ser humano, com sua visão distorcida da existência, e criou o personagem Saburo, jovem camponês forte e belo, para personificar a própria existência, como ela seria, crua e simples, que Etsuko acaba por assassinar. Embora impressionante, pungente e profunda, essa perspectiva de Mishima sobre a existência (ou a vida) não é a minha, pois em Géa as personagens simbolizam (entre outras coisas) os mundos exterior e interior como uma só entidade, cujas expressões interagem, completam-se, justificam-se num todo harmônico, por mais turbulento que se apresente sob enfoques restritos. Mas a tragédia de "Thirst For Love" e a vida do próprio Mishima caberiam, sim, num recanto desse mundo.

- CCDB 27-11-2007


"Mrs. Dalloway" e Géa

Giza me vem comprando vários livros nos sebos, e nem todos eles contêm material aproveitável para esta página. Porém, aqui está um, "Mrs. Dalloway", de Virginia Woolf, publicado por Penguin Books em 1996, o qual inda estou lendo*, em inglês, onde encontrei uma cena coincidente com certa outra, de Géa, escrita por mim muito antes de saber da existência dessa obra de Woolf, lançada pela primeira vez em 1925. Na página 32 da edição Penguin Books, o segundo parágrafo diz:

"Away and away the aeroplane shot, till it was nothing but a bright spark; an aspiration; a concentration; a symbol (so it seemed to Mr. Bentley, vigorously rolling his strip of turf at Greenwich) of man´s soul; of his determination, thought Mr. Bentley, sweeping round the cedar tree, to get outside his body, beyond his house, by means of thought, Einstein, speculation, mathematics, the Mendelian theory - away the aeroplane shot."

E nas páginas 1035 a 1037 do Livro Quinto de Géa, versão não-ilustrada, você encontra o seguinte parágrafo:

"O Kyenk devolve a forma original ao enk e retorna com ele à posição anterior da távola. O poder de captar todos os tipos de ondulação e a superconsciência da realidade objetiva persistem. Quem experimentou essa condição conseguirá mantê-la sem órgãos materiais. Clausar conjetura: - A mente dos enks é tão estreita! Ajusta-se aos limites da percepção sensorial. Rememoro... Postava-me na vigia de sub-x, disfarçada em janela no apartamento 1509-A, e observava o grandioso panorama, do vale ao Tangentado. A montanha recortava-se no azulíssimo céu fólhio. A tepidez dos raios crepusculares de Rá acariciava-me a face direita. Nessa nônada, surgia o pontual rugido motórico do aeródino de cruzeiro ultramarino, e meus írios dirigiam-se para cima. Imaculado, o fuso branco já ia longe, à frente do som; asas iniriáveis, de tão alto! Rápido, diminuía na distância; descia na perspectiva; mergulhava no vértice de espaço entre o Tangentado, em frente, e o monte Santa Viva, à esquerda. Empenhava-me para manter firmes os írios... e comparava a aeronave à minha gédia. Quando o turbojacto desaparecesse, seria como se eu houvesse expirado: o mundo continuaria, sem importar-se. Os trínticos passavam, e a nau sumia; procurava-a e conseguia reencontrá-la! Os írios reclamavam e trepidavam, fugiam do ponto focal; eu insistia e alcançava distingui-la! Pensava: se indigitasse o aparelho a alguém, nesse estato, ninguém o descobriria escondido no anil! Era meu; nenhum outro poderia iriá-lo! Eis senão quando, o azul vencia; os írios desfocavam e ressurgia a vasta paisagem periférica. Não adiantava esforçar-me: a máquina voadora desaparecera em definitivo, mostrando-me o infinitesimal alcance de meu ser... E eu recusava essa pequenez! Possuía melhor visão; não só a destes írios singelos. Fechava-os... e lá estava o supersônico! Bem perto! De novo, ali; poderoso, enorme, detalhadíssimo! Asas e lemes iriáveis, quatro turbinas a despejarem géa no ar! E a nave branca era, no estato, o meu Ky! Gédio, livre do corpo! Gédio, a viajar sobre a imensidade dos panoramas, inalcançáveis pelos sentidos! A atroar horizontes; a transpor oceanos: Géa inteira! Toda a massa gravífica do planeta; atmosfera, mares, montanhas, campos, cidades e seres; cabia na imaginação! Tal como supunha ser a gédia, seguinte ao último alento! E queria! Como queria ter certeza! Ah! Queria tanto, a ponto de chegar a tê-la, por alguns momentos fugazes; na ilusão, era enkinho e eriava a mãe dizer, meigamente: “Não foi nada! Tropeçou na Morte! Já levantou!”... Boa mãe! Nunca me pôs medo de Géo... Enfim, Rá escondia-se, detrás do recorte escuro no azul claro; e as sombras avançavam, do poente para o nascente, sobre a depressão. O pico do Tangentado recebia os últimos raios soládicos. O géon despedia-se, beijando a estátua pétrea do Um; e... nada mais. Chegava o frio, o prenúncio da lúmia. Eu fechava a vigia e me questionava: “- Será? Será a gédia o aeródino ou a lúmia?...”. Certa feita, não resisti: decolei coa Laranja! Nem refrator tive paciência de acionar. Em vez de resposta, alcancei rostos embasbacados em vigias, comandante agarrado ao telecomunicador: receio de mim, o desconhecido! E meu temor foi maior; terror, isso sim! Lograra chegar à mentira: desfizera a tropologia em insípida realidade!... Há pouco, tremeria de lembrar: “- Será a gédia o aeródino ou a lúmia?”." (onde "fólhio" significa "outonal"; "írios" são "olhos"; "Ky" é "Alma" - e também "Dança", e ainda o nome da filha de Clausar; "gédio" quer dizer "Vivente"; "gédia" é "vida"; "Géo" é "Deus", a parte masculina da "Géa", a Essência das essências, e esta é outrossim o nome do planeta de Clausar; "géon" quer dizer "luz"; "Um" é a união de Géo e Géa - a estátua no Tangentado representa o que certos religiosos do planeta chamam de "Filho do Um", mas o povo confunde com o próprio Um; "lúmia" é "noite"; e "refrator" é o sistema de invisibilização da nave chamada Laranja). Note que, estando esse meu texto no Livro Quinto, a Leitora, o Leitor, já estarão ambientadíssimos e dominando todas essas palavras do idioma alienígeno teruzês, que lerão como se fosse português.

- CCDB 23-01-2008

*Já terminei essa leitura - CCDB - 03-02-2008

Mais sobre Einstein

Novamente Einstein


Astrônoma brasileira descobre estrelas fora de grandes galáxias... Só falta descobrir a estrela extraexpiral Tenebrae, os turbogravos, os centripófagos, as afósforas!...

Na Folha de São Paulo, foi publicada uma reportagem de Rafael Garcia, que começa assim:

' Brasileira descobre "orfanato" de estrelas

Folha de São Paulo
09 de janeiro de 2008
Rafael Garcia
Uma astrônoma brasileira da Nasa anunciou ontem ter encontrado um conjunto de estrelas "órfãs", nascidas fora de grandes galáxias. Duilia de Mello, cientista do Centro Goddard de Vôos Espaciais, da agência.............
"

Essa reportagem está reproduzida integralmente (não sei por quanto tempo lá ficará) na seguinte página: http://clubemulherdasestrelas.net/home/index.php?option=com_content&task=view&id=144&Itemid=78

Hoje, num dos canais de televisão nacionais, a Record News, essa descoberta foi também mencionada.

Na reportagem supracitada, a astrônoma Duilia de Mello (a quem peço humilde permissão para dar meus mais efusivos parabéns! pois, feito ela sou brasileiro e, na década de 1960 com Raphael Vilardi, fui membro da saudosa Associação de Amadores de Astronomia de São Paulo - A.A.A.S.P.*) conta que, na década de 1980, os russos andaram olhando essa região do céu e lá encontraram "umas duas ou três estrelas"**, e que, com o telescópio mais potente a sua disposição, nossa astrônoma pôde descobrir milhares de estrelas, jovens e azuis, uma espécie de "bolha azul", nascida "no meio de duas galáxias próximas, que se deslocam e interagem entre si por meio da força da gravidade, dando origem a fenômenos inusitados". Essas estrelas, por conseguinte, acham-se fora de qualquer galáxia...

Em Géa, logo no prefácio escrito "pelas minhas personagens" (...), estas mencionam Tenebrae, uma "estrela extraespiral", onde "extraespiral" (sinônimo de "extraespírica" na mesma obra) significa "extragaláctica", pois, no idioma alienígena teruzês, "galáxia" quer dizer "espira", como está verbetado no Livro Treze.

Eis o começo do referido Prefácio, tal como se apresenta na página 5 da versão não-ilustrada de Géa, Livro Primeiro:

' Prefácio de Clausar, Gia e Rá

À saudosa Terra, a Géa e à Irmandade Galáctica: - Saudações nos vértices do Sagrado Trilátero! Na Paz do Agora, um estato.

Do Ky mais profundo, esperamos ultrapassar as barreiras grupológicas, geoctológicas e idiomáticas, elevando-nos até merecermos a atenção do Leitor!

No texto a seguir, CCDB introduz-nos e narra inúmeras ocorrências. Este singelo prefácio não trata delas: considera apenas a natureza do escrito, para pô-lo na estante certa das livrarias.

Se quisermos rotular o livro, talvez seja rítmico seguir a lógica diruptiva da estrela morta extraespiral Tenebrae, onde não há géon e os olhos murcharam. Seus habitantes, remanescentes de antiga cultura há muito dispersa, definem as coisas pela negação, assim: “- Não é isto, não é aquilo; logo... só pode ser tal.”. '

No texto de Géa evidencia-se que tal estrela extragaláctica, Tenebrae, não está dentro de outra galáxia (alguém poderia dizer que, achando-se fora da Via Láctea, também chamada Galáxia, mas ficando dentro de outra galáxia - como por exemplo a de Andrômeda -, uma estrela também seria "extragaláctica" - e, nesse caso, qualquer outra galáxia estaria repleta delas...).

Só que Tenebrae não é estrela jovem e não é azul. É antiquíssima, invisível aos telescópios terrestres de hoje. Tenebrae é fria - e até habitada, por seres que já não possuem olhos, os tenebrianos.

Em Geínha é narrada a história de Tenebrae, que um dia se chamou Lux e brilhava, muito azul... (Geínha, assim como Géa, está registrada na Biblioteca Nacional faz alguns anos).

Este site vem apresentando, também há alguns anos, mais de uma imagem de Tenebrae!

Em Géa são descritas as "afósforas" e os "centripófagos", objetos que se acham na zona de atrito (ou interação... ) gravitacional de dois "turbogravos", que são uma espécie de ciclones gravitacionais, igualmente desconhecidos dos(das) cientistas terráqueos(as) - um dia, uma noite, eles(elas) chegam lá...

No Livro Terceiro de Géa, versão não-ilustrada, página 519, temos o seguinte texto:

"- Eis, no PSID, a união de um buraco negro e um quasar. - e diante dos irinhos e ocelinhos, o bio estende a tremenda imagem da magna cópula do Universo. Negror e clarão, implosão e explosão, sucção e pressão se contrastam, desejam, aproximam... e encontram! Da união da Treva e do Géon faz-se a Sombra! Nem o terror da lúmia escura, nem o torrar do deserto fumegante... A sombra plácida das aléias flóridas, os meios-tons da Gédia gestante!

- Em seguida, nasce o aglomerado globular. - e a explosão de globos geosos toma conta do céu interior da Laranja. O buraco negro prenhe não dá à luz; sim, a própria Luz!

- Com um buraco negro e um quasar maiores, temos o surgimento de certo tipo de espira - e o bio demonstra o alvorecer de imensa galáxia ante írios e ocelos embasbacados."

Esta e estoutra imagem, ambas apresentadas há anos neste site, apresentam a formação de uma aglomerado globular justamente na região de atrito de dois turbogravos (o texto completo de Géa esclarece bem melhor).

Esta ilustração do Livro Sétimo de Géa mostra Clausar (PDF 640KB) e Abstersa, na navícula 1312 Perfecta I-A (PDF 59KB), cujo coração é um centripófago, capturado primeiro e parcialmente pela belíssima bipsica negra (também ilustrada em Geínha) e enfim completamente aprisionado por ambos, depois de renhida luta!

Esta ilustração mostra a formação de uma afósfora e contém um excerto do texto do Livro Sétimo de Géa, versão não-ilustrada, página 1553. O desenho da afósfora faz parte da própria capa do mesmo Livro Sétimo!

A afósfora é muito melhor descrita no texto de Géa, mas posso adiantar aqui: trata-se de uma estrela ultravioleta (portanto normalmente invisível para olhos como os dos humanos, se não ajudados por aparelhos), estrela essa a qual pode surgir de repente em qualquer lugar do espaço, conforme se desequilibre a luta entre o buraco negro e o centripófago que a constituem.

Tenebrae, afósforas, centripófagos, turbogravos e outros corpos celestes desconhecidos para os terráqueos - bem como as estrelas descobertas pelos russos e as estrelas azuis reveladas por nossa brasileira astrônoma - todos estes, juntos, acrescentam mais matéria "extraespírica" a nossas mentes, para novíssimas cogitações, com todas as cores de Géa, Geínha e )que( !

.......................................................

* Saiba mais sobre minha afiliação à A.A.A.S.P. na página 8 do Prospecto História de Uma Grande Marca, que você pode baixar da página Cantinho dos Prospectos e Manuais.

** Só fiquei sabendo dessa descoberta russa hoje, 05-02-2008, por meio da reportagem citada neste subtítulo, reportagem esta que pela vez primeira li na página supramencionada, do clubemulherdasestrelas, clube este de cuja existência fiquei sabendo também somente hoje, ao pesquisar na Internet por "astrônoma brasileira nasa", assim que assisti à matéria do Canal Brasil, enquanto almoçava. Foi, portanto, na matéria do Canal Brasil que tomei conhecimento das estrelas extragalácticas em geral, conforme as conhecem agora os terráqueos. Eis, pois, mais um reforço à minha hipótese - lida lá no topo desta página no texto de caracteres maiores - da união das mentes de todos os homens (o que inclui as mulheres...). Essa união abarca as mentes de todos os seres, inclusive a de Géo, que na obra Géa é Deus.

- CCDB 05-02-2008

Veja inda outra ilustração, de Geínha, que mostra mais uma imagem de Tenebrae! - CCDB 15-04-2008


Alguém viu um umuno perdido num carro alegórico do desfile da Sapucaí de 2008???

Géa e Géa Ilustrada estão há vários anos registradas na Biblioteca Nacional - você pode ver as datas no texto com caracteres maiores, bem no alto desta página.

As ilustrações de Géa e de Geínha vêm sendo publicadas neste site, e todas aqui se encontram desde muito antes do desfile dos carros alegóricos das escolas de samba apresentarem-se no Sambódromo da rua Marquês de Sapucaí (Rio de Janeiro - RJ) durante o carnaval de 2008 e de o projeto desses carros ser concebido e realizado.

Se você assistiu ao desfile, em pessoa ou pela mídia, quem sabe terá visto um umuno perdido em certo carro alegórico da escola de samba Beija-flor de Nilópolis... só que ali pintaram o poderoso alienígena de verde, decerto para o fantasiarem, já que era carnaval... embora isso não mascare a coincidência da concepção desse carro com a do meu desenho.

Ah! devido à gravidade da Terra, o umuno, habituado a viver livre em suas imensas cosmonaves no espaço extragaláctico, achatou-se um pouco sobre o carro alegórico; todavia, basta ter os dois meros olhos dos terráqueos para reconhecer esse querido personagem, que você conhecerá inda melhor se me honrar coa leitura de meus livros.

Olhos na ponta de antenas existem em velhos filmes, como por exemplo o que surge de dentro da bolsa da protagonista, em "Minha noiva é uma extraterrestre", com Kim Basinger, ou antes ainda em "Guerra dos Mundos" - versão filmada em 1953, dirigida por Byron Haskin, produzida por George Pál e estrelada por Gene Barry e Ann Robinson - do romance de H. G. Wells escrito em 1898, refilmada recentemente por Steven Spielberg.

A Rede Globo utiliza olhos na ponta de antenas (ou pescoços...) há bem pouco tempo (começou com isso depois de as ilustrações dos umunos estarem neste site) como símbolo de seu programa "Big Brother Brasil".

Porém... antenas-olhos fixadas pela base em um anel; isso é invenção dos umunos, que se desenvolveram a si mesmos qual todos os seres do Cosmo; e quem desenhou e apresentou um umuno pela vez primeira na Terra fui eu.

É esse tipo de antenas-olhos fixadas pela base em um anel que foi apresentado no carro alegórico em questão, anos depois de tal imagem ter surgido neste site.

- CCDB 06-02-2008 - quarta-feira de cinzas; Beija-flor de Nilópolis campeã deste carnaval. Outra coincidência? ou a gravífica presença do umuno lhe teria atraído o título...


Desempeno versus Fresa

O Jornal Nacional, da Rede Globo, ontem à noite, apresentou a destruição causada por tornados em residências de norte-americanos. Se meu ouvido de ouro me não falhou, a apresentadora disse que o resultado da passagem do tornado sobre as habitações parecia o causado por um "desempeno" (...)

Segundo o Dicionário Aurélio Eletrônico (no caso, o Dicionário Aurélio Eletrônico, Versão “V.1A” de Dezembro 1994, adquirida legalmente por mim com o número de série: 7144895 - e verificado por um amigo na versão 3.0 Século XXI), "desempeno", se substantivo, é: "Cada uma das réguas com que o carpinteiro verifica se uma peça está plana ou desempenada.".

Talvez a apresentadora (ou quem lhe escreveu o texto) desejasse referir-se ao resultado que uma "fresa" teria produzido...

Seria mais uma das coincidências tratadas em "Nem plágio nem coincidência" o fato de, na página Tornado, a qual criei e coloquei neste site em 21-06-2005, eu ter escrito esta frase: "Há poucos dias, eis o célebre "maior de todos" a fresar o interior do estado em cuja capital nasci!". E que no texto de Géa, registrado na Biblioteca Nacional muito antes disso, eu haver empregado a palavra "fresa" em contexto similar, alegorizando de maneira inédita o "trabalho" de um tornado?

- CCDB 08-02-2008

Todas as írias da Espira e algumas dalém...

Mais uma vez, entre as deliciosas revisões, que sempre repito, das páginas deste site, eu lia na de número 5-954-6 o texto imortal do Livro Quinto de Géa em que o bio (naquele tempo inda não chamado Posenk e cujo nome nem sequer iniciava por maiúscula) termina o trabalho de espelhar Clausar no Lugar Sagrado, sai da casa de seus Criadores e contempla o céu estrelado, do qual seus predicados de bio-computador permitem-lhe contar todas as írias (estrelas) da Espira (com inicial maiúscula = Via Láctea), inclusive através do planeta, e algumas dalém...

Eis um excerto do fim exato do texto (onde "psido" sinonimiza "ente de realidade supravirtual"; "pêntios" são os habitantes do mundo "Penta"; "gieno" quer dizer "terreno do planeta Géa"; "írios" significa "olhos"; "iriável" se traduz por "visível"; "ritmo" é "tempo"; e "espira", com inicial minúscula, "galáxia"):

"E o psido também sai de casa; permeando a parede, como fazem os pêntios. Senta-se no meio do gieno e fica ali acordado; írios no firmamento, para ele iriável tanto por cima como através do planeta; matando o ritmo; a contar e recontar, uma a uma, todas as írias da espira e algumas dalém...".

Pois justamente ao terminar de ler esse fim de texto enquanto eu visualizava a visão do bio, eis que me surdem na tela do monitor deste computador, a choverem-me sobre os olhos, nada mais nada menos que aquelas írias, aquelas estrelas! vindo para mim lá do fundo negrejante do Cosmo!

Sim... eu esquecera de desligar o "Screen Saver" ("Protetor de Tela"), onde selecionara o "Starfield" ("Campo Estelar") no Windows XP Professional...

Contemple a ilustração, leia o texto na própria página supracitada e imagine o que eu vi, no momento exatíssimo em que terminava a leitura! Seria mesmo simples coincidência???!!!

Tente você conseguir idêntico efeito e verá como é baixíssima a probabilidade de ocorrer, até se pré-ajustar o tempo do Starfield, no Screen Saver. E lembre-se: não escolhi a página nem temporizei o Screen Saver de propósito. Juro por Géa que não!

- CCDB 14-03-2008


"Uma fenda no tempo" ("Langoliers"), de Stephen King, e Géa

Muito antes de eu assistir a "Uma fenda no tempo" pela vez primeira, Géa já estava escrita e registrada na Biblioteca Nacional (ver datas no começo desta página).

Ainda não tive o prazer de ler o livro que originou esse filme - aliás, não li coisa alguma de Stephen King até hoje; mas pretendo, pois assisti a muitos bons filmes baseados em seus livros, nalguns dos quais o autor aparece.

Ao ver pela televisão "Uma fenda no tempo", durante certa cena veio-me a lembrança do texto de Géa, onde a Laranja se depara com estranho oceano de nuvens que cobre inteiramente um planeta, manto impérvio aos írios (olhos) de Clausar e a seus instrumentos. E gostei de comparar a "coincidência" das situações, em Géa e no filme, concluindo que a de Géa é mais impressionante - se você assistiu ou vier a assistir a "Uma fenda no tempo", verá se tenho razão.

No filme, o grande avião a jacto, com seus passageiros assustados, também paira sobre um mar de nuvens impenetrável aos olhos e aos instrumentos, e seu piloto (um dos passageiros qualificado para pilotar a aeronave, o qual substituiu-lhe o piloto, desaparecido misteriosamente coa tripulação e a maior parte das pessoas a bordo enquanto as que restaram dormiam) também não sabe qual coisa encontrará lá embaixo, já que o vôo se dá em condições inusitadas.

Leia o texto de Géa a seguir, aspeado e em cor castanha, extraído do Livro Onze, página 2383 da versão não-ilustrada, e compare com a cena do filme - claro que no espírito desta página do site (Nem plágio nem coincidência).

As palavras alienígenas no texto de Géa terão sido aprendidas ao longo da leitura dos livros precedentes - a Leitora e o Leitor estarão tão familiarizados com elas (que foram apresentadas paulatina e inteligentemente), a ponto de as lerem qual se fossem de nosso idioma. Nesse texto, "bio" é um bio-computador; "EXÓS" é um dos sistemas de propulsão do disco voador chamado Laranja; "Ionomag" é o sistema de propulsão atmosférico da Laranja, explicado nas páginas que o definem, neste site; "apsídica" quer dizer "sem o ambiente da nave aparecer à vista do piloto, que tem plena imagem do exterior"; "pêntios" são os habitantes do planeta Penta; "Intáctia" é a rainha e Magna Vestal das bipsicas; "ritmonave" é a nave apta a viajar no ritmo (que é o tempo) - no caso, a Laranja; "velocidade aquillocha" é uma das possíveis à Laranja, cujo velocímetro apresenta os dados na forma de odores (que tal, fabricantes terráqueos de automóveis, aviões e outros meios de transporte?! isso pode ser feito com os recursos existentes na Terra!) e "aquillocha" é um tipo de incenso; "Galáctico" é o membro da Irmandade Galáctica - uma Ordem Mística espalhada em muitos mundos; "triomega" é o habitante de Tri Omega Telariae, o planeta chamado outrossim de Géa; "intelector" é o mesmo que "bio-computador"; "Síncope" é uma vela mágica e vivente; "Arqueu" é um homem agérato (que não envelhece); "abisso" é "espaço exterior"; "336" é outro jeito de se chamar a Laranja; "circuitoso" é "preocupado - para quem é bio-computador daqueles ainda não-viventes, como é o caso desse bio, mais tarde vivo e chamado Posenk; "cefalópode" é, aqui, sinônimo de "aracnopólipo", vulgarmente chamado de "pêntio"; "santálio" é outro dos odores do velocímetro da Laranja; "reatâncio" é o metal vivente e quase indestrutível dos Galácticos; "calota" é uma parte da Laranja; "psiconave" é a nave capaz de viajar no plano mens - como é o caso da Laranja (ver dados sobre o plano mens nesta mesma página); "Nau de Géon" quer dizer "Nave de Luz", um epíteto da Laranja; "rosa-briófita" é outro entre os cheiros do velocímetro da Laranja; "acetabulífero" é mais um jeito de se chamar ou adjetivar os aracnopólipos; "fotofratáxica" quer dizer "de fotofrátax", material explicado na página que mostra o planeta Penta (ver link neste parágrafo); "boreixo sub-x" é um dos eixos de coordenadas para a pilotagem da Laranja; e "Géa", no final desse texto, é novamente o planeta onde Clausar nasceu (Géa significa muitas outras coisas, como por exemplo o nome da maior obra escrita de todos os tempos e a Essência das essências). As ilustrações deste site (que incluem os textos imortais de Géa) lhe contarão muito sobre as personagens que não apresentam links neste parágrafo.

"Ao cruzar o portal, o bio corta o EXÓS e aciona o Ionomag. Apsídica, a Laranja eclode em pleno vento, renteando o planeta atacado pelos pêntios, sobre intérmino manto de nuvens brancas; sol e azul acima, puro como Intáctia. A ritmonave declina, aproxima-se da nebulosidade, e não consegue detectar solo à sombra dela. Clausar experimenta o medo do desconhecido. O enk resolve atravessar o estrato nubiloso em velocidade aquillocha, para não colidir forte com matéria sólida não detectável. A travessia demora. Enfim a Laranja transfixa a barreira, e o Galáctico assusta-se! Debaixo das nuvens, em vez de mais outras, de penumbra ou do chão, há... mais sol e azul!!! Idêntico ao céu superior, outro céu subjaz, como se ambos compusessem fatias de pão anilado; e as nuvens, lasca de queijo em bizarro sanduíche! O triomega e o intelector analisam a situação original: se o céu inverso constituísse reflexão da matéria no plano nuvioso, como Síncope e Arqueu geram para defesa, pareceria a Clausar e ao bio haverem ricocheteado no obstáculo coa Laranja e voltado a sobrepairar no mesmo firmamento; porém, saíram com o céu embaixo, e a gravidade continua abaixo, atraindo ao zênite ínfero, portanto, estão detidos entre dois infinitos e quedariam passando de um para o outro, se tencionassem voltar ao portal donde vieram, por trás do primeiro azul! Caso pilotassem um avião, incapaz de ultrapassar a atmosfera, persistiriam presos nesse vaporoso inferno entre paraísos para sempre, pois não lograriam subir (ou baixar) ao abisso! É de enlouquecer! Ao pensar em descer mais, Clausar imagina a hipótese de, ao penetrar o subcéu, não encontrar o espaço exterior como acharia se vazasse o supercéu; sim, alguma coisa diferente! Se o índigo abismal ocultasse um espelho (parelho ou não ao de Síncope e Arqueu), refletiria as nuvens súperas à 336, a figura desta e metade do vão entre os lençóis nebulosos. Circuitoso, o bio sugere ser a voragem anil ensolarada um ardil cefalópode para desorientar invasores. O geóctone decide mergulhar santálio suave nesse éden profundo e descobrir-lhe o conteúdo íntimo! Ao submergir lento na safira, a Laranja acaba tocando a ocra! A inércia dos buracos negros e a resistência do reatâncio da calota salvam a psiconave da destruição. Devagar, a Nau de Géon sulca ilesa a litosfera do planeta, pára rosa-briófita e perscruta o ambiente. Sim! É truque acetabulífero! O céu inferior é abóbada fotofratáxica unilateralmente transponível, instalada pelos aracnopólipos para reproduzir imagens; imenso vídeo ao redor de todo o orbe, e não superfície refletora: por isso as nuvens não se retratavam nela, surta qual falso céu sob a Laranja, no boreixo sub-y. Cobertas pela vasta camada de fotofrátax suspensa no ar, todas as espécies do globo permanecem prisioneiras. Clausar ensina o povo súplice a aniquilar o pentível cristal etéreo e ascende, feliz, pelo vero céu ao portal, rumo a Géa."

Nesta ilustração você encontrará a imagem que criei (também antes de assistir ao filme supracitado) para o texto acima.

- CCDB 20-03-2008


Emily Dickinson e Géa

Ganhei de presente nesta Páscoa (2008), do meu amigo Jeff McCarty - aquele cineasta norte-americano de quem haverá surpresas neste site - o livro "Selected Poems & Letters of Emily Dickinson", autora cujo nome eu até então nem sequer conhecia, e muito menos sua obra.

Dickinson é a poetisa conterrânea de Jeff, nascida em 1830, que viveu praticamente enclausurada por toda a vida, e por vontade própria, na casa de seu pai.

Estou lendo esse livro, o qual logo de saída me impressionou mais do que o também presenteado por Jeff, "Leaves of Grass", de Walt Whitman (além de vários subtítulos acima, nesta mesma página, onde menciono Whitman, ver meu comentário sobre a obra desse poeta norte-americano na página Se não acredita).

Na página 39 de "Selected Poems & Letters of Emily Dickinson", edição de 1959 de First Anchor Books, publicada por Robert N. Linscott, encontrei isto:

"I pull a flower from the woods,
A monster with a glass
Computes the stamens in a breath,
And has her in a class."

Leia agora este meu parágrafo, de Geadágio, e descubra outro motivo para pensar no tipo de "coincidência" apontado nesta página...

"O cientista chama-a Aspilia Foliacea;
o pessimista, malmequer;
o otimista, bem-me-quer;
e o místico não chama: contempla-a...
e faz de si, feito ela, um sol.
"

Aceita-me, pois, ó Emily! de volta pelo éter, essa terna flor!

..........................................................................................

Nota 1: Na página 1168, Livro Sexto de Géa Ilustrada, criei uma ilustração para esse meu parágrafo, reproduzida aqui.

Nota 2: a impressão maior que Emily Dickinson me causou não se deveu a essa "coincidência"; sim, pelo motivo o qual você pode conhecer, lendo esta cópia da mensagem enviada por mim ao Jeff em 17 de Março de 2008 às 16:34 horas, nem bem comecei a ler o livro dessa autora, leitura que eu prometera a ele iniciar no dia seguinte:

"Dear Jeff:
I couldn´t resist and started to read the book you presented me today afternoon.
 
And reading the page seven of it, I had to risk my computer, reconnecting it under the danger of a bolt falling on the telephone or on the AC line, because the hot and bright afternoon was changed...
 
Of course, my memory is as old as Immortality... but I can´t remember a so striking phrase from W. Whitman as this one of E. Dickinson:
 
"When a little girl, I had a friend who taught me Immortality; but venturing too near, himself, he never returned."
 
She is so striking that one of the digits of the clock I have on the table near the chair where I read the books and take sun had the left half of the first minute digit deleted forever in the exact moment I read that phrase. Time, from this time, has changed forever. And a terrific thunderous cloud covered fast the west, in front of the nearby window, where the Sun can set no more...
 
Thank you, my friend, for this Immortal book, from a woman who dressed in white, just like Clausar.
 
Much Immortal Love,
Cláudio"

Para os descrentes... eis a foto batida por meu filho RDB, a qual mostra o relógio supracitado. Essa foto foi tirada hoje; e, não, no dia e na hora em que o fato ocorreu, pois Rá estava fora, no trabalho. Clicando na miniatura da foto, aqui ao lado, você a verá em tamanho normal e distinguirá mais o defeito no dígito, referido no texto da minha mensagem ao Jeff.

Se quiser ver fotos melhores doravante neste site, por favor, ajude-nos! A única máquina fotográfica que temos funcionando é o péssimo telefone celular com que Rá bateu essa fotografia.

- CCDB - 29-03-2008

O relógio sarou!

Nota de CCDB em 08-12-2009: este relógio se estragou novamente poucos dias depois. Muito tempo mais tarde, quando os assaltantes levaram pouco do pouco que temos, carregaram o relógio estragado consigo. Uma pena, porque eu pretendia presenteá-lo de surpresa a um amigo, Henrique Medina, quando este me honrasse com sua primeira visita. Isso porque Henrique gostou da narrativa verídica sobre o relógio e pretendia colocar-lhe a imagem num de seus trabalhos.


Notícia retirada por solicitação de Jeff McCarty

Ainda não é aquela prometida surpresa, mas vale a pena registrar: Jeff McCarty (cineasta hollywoodiano citado em vários parágrafos desta página e em diversas outras deste site) me informou isto, em 20-03-2008, ao meio-dia em ponto:

"(notícia retirada por solicitação de Jeff, que deseja esperar mais para ter dados mais concretos). Let's see what happens...

Much Love,

Jeff"

Essa notícia (e qualquer outra sobre o curta - ao qual a notícia retirada se referia - ou o longa-metragem) me foi autorizada por Jeff em 10-11-06, nesta mensagem:

"Dear Claudio,
You may say whatever you'd like about me or my film on your website.
Much Love,
Jeff
"

Esse "short" (ao qual a notícia retirada se referia) é um curta-metragem criado pelo Jeff e denominado (salvo modificação de última hora) "Os Mutantes in the Garden of Notes", no qual deverei aparecer (se não houver cortes na versão à qual assisti) como personagem de desenho animado, assim como os outros Mutantes. Nesse curta-metragem, destinado originalmente ao Public Broadcasting Service (PBS), ainda não se mostram desenhos do clíper cósmico Altaré que povoa numerosas páginas de Géa - portanto, não é sobre o curta-metragem a minha exclamação "Géa in Hollywood!", no parágrafo seguinte e na página ao qual ele remete.

E aquela famosa surpresa será Géa In Hollywood! quando e se Jeff conseguir, por meio do longa-metragem "Bread and Circuses", sobre o qual você pode ter mais detalhes nesta página. Note que o link em vermelho leva a uma parte da mesma página, a qual deve ser lida inteira pelo link seguinte (ou rolando-a para cima a a partir do link em vermelho), para que se saiba aquilo que venho anunciando sobre o longa-metragem, cujos detalhes não venho querendo e ainda não quero expor, para não estragar o que permanece como uma grande surpresa.

.......................................

Para quem sentiu a falta da notícia (e para quem possa suspeitar que houve algum atrito entre mim e Jeff por causa da notícia retirada) eis, mais abaixo nesta mesma página, uma "coincidência" muito linda, contada por mim na mensagem em que o avisei sobre a colocação (prematura) da notícia neste site.

Que está esperando, EDITOR, para publicar-me os livros??? Onde encontrará tudo tão pronto e mastigado para um sucesso certeiro e certo, que já começou mesmo antes da publicação???

- CCDB - 29-03-2008

- CCDB - 30-03-2008

- CCDB (notícia retirada) - 01-04-2008


"Frankenstein", de Mary Shelley e Géa

Muito antes de ler pela vez primeira o célebre livro "Frankenstein", de Mary Shelley - e jamais tendo ouvido algo semelhante nos muitos filmes baseados em tal livro, escrevi isto, no Livro Quarto de Géa, página 741 da versão Ilustrada:

"Antes de ser alcançado pela enxurrada, Phobos transporta-se
do camarote, direto ao pé do monumento no Globo Pranélite Oito.
O militar dibrânquio chega possessíssimo e fita com ódio o firmamento azul!
O almirante-de-esquadra esquadrilhado esquadrinha a exosfera...
e exara no espaço a extrema execração!

- Amaldiçôo-te, artiocerdinho Galáctico! Pela eternidade
enroscarei meus tentáculos ao redor de teu Ky, na candente Morada
de Mú! Para conquistar esse prazer inefável, assumo tua crença no
Imaterial! Pela foice de Oég, alcançaremos juntos o Antro do Mal!
Ali, num canto escuro, arrancarei a cabeça de teu Ky! Sugarei teu
cérebro, fedelho geóctone! Mungirei a essência de teu corpo-Ky
decapitado e ofertarei a meu pai no cálice de teu crânio! Escuta-me
no Além, Octopodeimos, amado genitor! A gédia esmagada pelo
Maldito ser-te-á devolvida, gota a gota! - O enorme aracnopólipo
eleva um tentáculo e espreme o ar, até desoxigenar, negrejar e
gotejar o próprio sangue! Feito isso, aciona controles na tentaculeira
e desaparece, teleportado para a solitude da nau capitânia Rex
".

(onde "artiocerdinho" é o diminutivo de "artiocerdo", que significa "porco" em teruzês, língua do planeta Géa também falada por Phobos, o emissor da maldição; "Ky" quer dizer "Alma"; "Mú" é "o Diabo"- o qual, embora não exista, aparece na obra Géa; "Oég" é a "Morte"; "geóctone" é "nascido ou habitante no planeta Géa"; "corpo-Ky" é uma espécie de "corpo astral"; "gédia" é "vida"; o "Maldito" é Clausar, pai de Rá, a quem Phobos está amaldiçoando; "aracnopólipo" é qualquer membro da espécie dominante do planeta Penta Ro Bolinei; e "tentaculeira" é uma botoeira que os militares aracnopólipos usam em seus tentáculos).

E eis o que encontrei na página 196 de "Frankenstein", de Mary Shelley, edição de bolso, publicado pela Penguin Books Popular Classics em 1994 e pela primeira vez em 1918, onde quem fala é Victor Frankenstein, o criador do monstro:

"The deep grief which this scene had at first excited quickily gave way
to rage and despair. They were dead, and I lived; their murderer also lived,
and to destroy him I must drag out my weary existence. I knelt on the grass
and kissed the earth and with quivering lips exclaimed, 'By the sacred earth
on which I kneed, by the shades that wander near me, by the deep and
eternal grief that I feel, I swear; and by thee, O Night, and the spirits that
preside over thee, to pursue the daemon who caused this misery, until he
or I shall perish in mortal conflict. For this purpose I will preserve my life;
to execute this dear revenge I will again behold the sun and tread the green
herbage of earth, which otherwise should vanish from my eyes forever.
And I call on you, spirits of the dead, and on you, wandering ministers
of vengeance, to aid and conduct me in my work. Let the cursed and hellish
monster drink deep of agony; let him feel the despair that now torments me.'
"

Veja uma ilustração e o texto de Géa onde se acha a maldição de Phobos (Octopophobos) contra o enkinho Rá, filho de Clausar!

- CCDB 31-03-2008


The dragonfly with the Occult Wing

Em 30 de Março de 2008, enviei esta mensagem ao Jeff, narrando um fato verídico:

"Dear Jeff:

Today morning, I was continuing to read for Giza, translating from English, the book "The Fall of Atlantis" from Marion Zimmer Bradley, which was commenced before the arriving of the book from Emily Dickinson you kindly presented me - which will be read (translated for Giza) after that one (and that I am already reading for myself).
 
I stopped reading (for Giza) a moment, went downstairs to take a little coffe and saw by the kitchen´s window a big beautiful metalic green dragonfly surrounding the old little white Wolkswagen Gol 1000cc which we bought when we sold that kitchenette - and which is with its brake system danified; so, unable to run until we can repair it. I took the coffe and went up to continue reading, and I laid down on that mattress on the floor, where Giza was waiting (she didn´t want coffee).
 
When I told her that the big dragonfly was certainly thinking how idiot were men in making a so bad vehicle, and also in trying to copy her flight when creating the horrible and insecure helicopter, Giza (at my left side) interrupted me and pointed to the collar of my white shirt, saying that there was perched a very little dragonfly!
 
I couldn´t see well the small insect, and then Giza said with a sad voice that the little friend has only three wings - so, it was destined to die soon...
 
The little dragonfly walked in the collar to its extremity, and I could see it a little better, but not perfectly. It seemed that it was really lacking one of the four extremelly transparent wings, which spread didn´t reach one inch, but mere two centimeters.
 
Then, I put the index finger of my right hand near the collar and the dragolfly friendly climbed to it! I stood up and with the insect in my finger looked better to it (I had the good spectacles necessary to read the book)...
 
The small dragonfly was with all the four wings, perfect! The "lack" of the fourth wing was due to the angle by which Giza saw it, which turned it invisible - to say the logic conclusion, and not the mystical veredict, which would be unbelievable...
 
The minuscle dragonfly elegantly rised its proud head, moved its long green tail up and down in a gracious signaling and... when I was carefully walking to the window to launch it to the free air... it disappeared from my finger, perhaps with a faster-than-sight flight, perhaps in the Void which is Everything...
 
So! that is a great good augury to "Os Mutantes in the Garden of Notes"! and to "Bread and Circuses" too.
 
(daqui retirei a parte da mensagem em que eu avisava ao Jeff sobre a notícia publicada nesta página, a qual ele me solicitou que retirasse - ver dois subtítulos acima)
 
Much Love,

Cláudio"

E eis a resposta de Jeff à minha mensagem (à qual acrescento: quando planejava o curta-metragem, Jeff me consultou sobre qual inseto colocar no Jardim das Notas, e eu sugeri uma libélula - a dragonfly - por isso é que o fato verídico narrado na minha mensagem se relaciona com o curta-metragem, onde a libélula deve aparecer):

"----- Original Message -----
From: "Crackersred" <crackersred@earthlink.net>
To: "Cláudio César Dias Baptista" <ccdb@ccdb.gea.nom.br>
Sent: Monday, March 31, 2008 11:04 AM
Subject: Re: dragonfly - ccdb

Dear Claudio,

I gladly accept this as great tidings for the eventual success of our Mutantes film, a project I still dream and fantasize about every day. (Jeff se refere ao longa-metragem "Bread and Circuses")

When I first read your account of the "three-winged" dragonfly, only later discovered to contain an "invisible" fourth wing, I immediately thought of you...as the "invisible" fourth protagonist in the story of Mutantes.  As brilliant and divine as the power and talent possessed by Arnaldo, Sergio, and Rita may be, it was only with your added genius that the "Dragonfly" of Mutantes first truly took flight! 

The genius of Mutantes cannot exist without the harmony connecting all of you together...much like the four wings of that beautiful dragonfly!

As far as the PBS short, I can't remember when you last saw it, but it will not be currently available online until we hear back from (retirei daqui a parte da mensagem que se referia à notícia retirada - ver dois subtítulos acima, nesta página - CCDB).

When I put it back online, I shall send you the new link.
(retirei daqui outra parte da mensagem que se referia à notícia retirada - ver dois subtítulos acima, nesta página - CCDB) I just don't want to tell the public too much too early...

Much Love,
Jeff
(retirei daqui o P.S. da mensagem de Jeff, que se referia a assunto alheio a esta página - CCDB)

Cláudio César Dias Baptista – CCDB - www.ccdb.gea.nom.br"

E eis a minha resposta ao Jeff:

"Dear Jeff:
I am happy that you liked the message and its tidings.

You saw in the little dragonfly something I didn´t even suspect: that the
fourth wing could be myself, relating the image to Mutantes. Thank you for
the enlightment! To enlight it a little more, I wish you to be certain that
I really didn´t imagined nor suggested that connection between the
dragonfly, a real story, and the fourth Mutante. God has His own ways to
present Life surprises to us... and you was His hand - but moved by Jeff´s
conscience - in opening my eyes to this beautiful scenary.

(retirei a parte da mensagem que se referia à notícia retirada desta página e ao P.S. da mensagem do Jeff)

Much Love,
Cláudio
"


O relógio sarou!

O relógio digital mencionado no subtítulo Emily Dickinson e Géa, acima nesta página, cuja foto irretocável e não-retocada* se acha no fim desse subtítulo, vários dias depois de se ter apagado parte de um dígito seu (com está contado naquele subtítulo), "sarou" de súbito! enquanto eu lia a seu lado a continuação do livro de Emily Dickinson.

Meu filho não está em casa para fotografar o relógio "sarado"... e de que adiantaria isso? Quem quiser crer, creia; quem não...

Relógios digitais não são mesmo confiáveis e é comum apresentarem esse tipo de "defeito". O que se destacava, entanto, era o momento em que o "defeito" ocorreu - como contei naquele subtítulo.

Resolvi reportar aqui o novo fato (o da "cura", nem tão estranho assim) porque a ele se liga um outro: o relógio, que também é termômetro, ao "sarar", passou a apresentar dez graus (centígrados) a mais que a temperatura verdadeira do ambiente onde permanece, medida por dois termômetros (um a álcool e outro a mercúrio) que tenho em casa, na mesma sala. Agora, por exemplo, este ambiente está a vinte e oito graus centígrados, conforme os dois termômetros convencionais, mas o relógio, por enquanto inda "curado", indica trinta e oito vírgula quatro graus centígrados.

Seria esse aquecimento o causador da "cura"? Seria a "cura" causada pelo calor dos Visitantes deste site, cujas longos dígitos das psiques se voltaram a esse relógio? Durará essa "cura"?

Fica a pergunta no ar, para aquecer nosso deleite.

* a foto pode ser submetida a seja qual for o teste e o especialista. Está neste site tal qual o telefone a captou; é só baixar a seu computador e analisar ou mandar alguém fazê-lo. E o relógio aqui permanece ao dispor de jornalistas, cineastas, fotógrafos, biógrafos, e tal, que desejem estudá-lo - mas sem o levarem, que Emily, Giza, Rá e eu não gostaríamos...

- CCDB 11-04-2008


"Os Mutantes - Caminhos do Coração" e Géa

Géa está escrita e registrada na Biblioteca Nacional desde a época que informo logo no início desta página. Portanto, muito antes de ser criada e lançada qualquer das versões da novela da Rede Record de Televisão denominada de "Caminhos do Coração".

CDs e DVDs com todos os meus livros já estavam em mãos de diversos amigos e editores, muito antes de tal novela ser criada e lançada.

Não pude assistir à estréia da versão mais recente dessa novela, "Os Mutantes - Caminhos do Coração". Porém costumo, enquanto almoço sentado no colchão ao rés do piso que serve de cama a Dalgiza e a mim, assistir a trechos do programa "Hoje em Dia", da Rede Record de Televisão, em que a personalidade exemplar de Ana Hickmann é o maior atrativo. E hoje vi, nesse programa, uma cena da novela supracitada, que estreiou ontem.

Mencionar a coincidência do nome do conjunto musical criado por mim, "Os Mutantes", com o título dessa novela seria chover no molhado. Esta página não merece um subtítulo para apenas destacar o óbvio.

Olhos (írios) com cores mutantes já estavam descritos por mim em Géa há muitos anos, mas aqui os não venho citar como principal "coincidência" entre a novela supramencionada e Géa; sim, a luta que transcorre no Teatro Municipal de São Paulo e arredores.

No Livro Sexto de Géa, os capítulos Ansata (Capítulo L) e Nu (Capítulo LI) apresentam não somente o reencontro de Clausar com sua filha Ky (que ele não sabe ser a bailarina cognominada de Ansata), como também a tremenda luta, em cuja descrição empreguei mais de novecentos verbos sem repetir um sequer - talvez um recorde mundial em qualquer idioma.

Essa luta se passa no teatro que, na cidade de Rio de Luminância, país Teruz, planeta Géa, corresponde (segundo o Teorema de Clausar - mais acima nesta página) ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro (onde há muitos anos estive no palco a trabalhar perante o público em função junto com os outros membros do conjunto Mutantes) e lembra o Teatro Municipal de São Paulo, no qual passei muitas noites felizes de minha infância e também depois de adulto. Este site, até hoje, não apresentava excertos do capítulo Nu; mas quem ler a amostra de Géa com texto integral dos capítulos "Ansata" e "Nu", notará mais essa coincidência - a da novela e a luta descrita nos meus capítulos - com tantas outras que tornaram esta página, Nem plágio nem coincidência, a mais visitada deste site.

Notará desde agora a coincidência entre a minha sugestão (presente neste site muito antes de tal novela ser criada) de Ky se tornar a protagonista de histórias de terceiros para revistas em quadrinhos baseadas em minha obra e a imagem de uma personagem feminina que luta no Teatro Municipal de São Paulo, na cena que presenciei dessa novela da Record.

Neste subtítulo, e em toda esta página; onde utilizo a palavra "coincidência", em nenhum caso quero dizer "plágio"; sim, apenas, o que sugiro logo no texto de abertura desta página, o texto em caracteres maiores - por favor, leia, ou releia-o, antes de formar opinião.

Felicidade e sucesso para a Record e sua novela! Que o nome "Mutantes" ou "Os Mutantes", por vezes um tanto amaldiçoado... só lhes traga alegrias e bênçãos - a minha bênção a Record e a novela já têm.

- CCDB - o Primeiro Mutante - 04-06-2008

- CCDB - subtítulo ampliado com a amostra dos capítulos "Ansata" e "Nu" em 05-06-2008

* Depois da "coincidência" apresentada neste subtítulo, resolvi publicar neste site o texto integral do capítulo "Nu" (PDF 349KB), que, para fazer pleno sentido, está precedido do texto integral do capítulo "Ansata", ambos do Livro Sexto de Géa. - CCDB, 05 de Junho de 2008. Mais sobre Ansata em As Danças de Géa!

Veja nesta mesma página, mais abaixo, outra "coincidência" entre a novela supracitada e a obra Géa


"O Mágico de Oz" e Geínha

Assisti ao filme "O Mágico de Oz" em criança, levado ao cinema por meu saudoso pai, César. Dia 06-07-2008 (dois anos depois de Geínha estar escrita e registrada na Biblioteca Nacional) reassisti pela vez primeira a esse filme, via mofada fita VHS.

Foi só então que notei a coincidência entre os protagonistas do filme e os de Geínha: a garota que sobe pelo tornado não se parece fisicamente com minha personagem Talia, mas lhe corresponderia; o espantalho se ligaria a Posenk; o homem de lata recordaria Obor; o leão lembraria , vestido qual Héracles na pele de leão; o cãozinho sugeriria Tóxia. Até a árvore falante do filme tem correspondência em Akaký, protagonista de um dos doze livros de Geínha.

Geínha foi adrede criada para seguir a estrutura convencional de um conto de fadas, e "O Mágico de Oz" é um conto de fadas.

Pode ser que o meu inconsciente (se é que ainda há algo inconsciente em mim...) se utilizasse inadvertidamente de velhas memórias da infância quando compus Geínha - eu, o avessíssimo a plágios, que não plagiei também desta vez.

Vejamos: entre as minhas personagens supracitadas, apenas Obor e Akaký foram criados durante a escrita de Geínha. Todas as outras, das supramenciondas, originei ao escrever Géa! E Géa em nada se parece com "O Mágico de Oz", a não ser por incluir, nas inúmeras estruturas sob cuja perspectiva se pode analisá-la, também a dos contos de fadas.

Simplesmente aproveitei para Geínha as personagens de Géa que se mostraram mais adequadas para a literatura infanto-juvenil. E convém lembrar que Geínha tem MAIS personagens que as estonteantes mil duzentas e sessenta e sete de Géa, entre as três mil, quatrocentas e cinqüenta e cinco personagens de meus livros (até hoje... pois decerto virão mais)!

Há bastantes outros protagonistas em Geínha para separá-la de "O Mágico de Oz", tanto em matéria de personagens quanto na de enredo. Quem ler os doze livros de Geínha o comprovará.

E vale a pena comparar a história, a ação, o conteúdo iniciático e tudo mais do filme com os de Geínha - e já (antes de levar picada...) peço perdão à espertíssima e poderosíssima Tóxia, a telária da peçonha mortal, por associá-la ao pobre cãozinho de "O Mágico de Oz"...

Mesmo assim, aqui fica o meu tributo sincero aos autores do livro e do filme "O Mágico de Oz", que tanto bem a tanta gente (eu inclusive) trouxe ao mundo do lado de cá do arco-íris - que é o mesmíssimo lado de lá.

Afinal, quando autores em lugares e épocas diferentes narram A MESMA VERDADE, ela tem de se parecer nas obras resultantes.

Se você não crê em fadas, no outro lado do arco-íris (que em Geínha também possui correspondência - o avesso do continuum espaço-tempo), que tal uma reconsideração?

- CCDB 08-07-2008


Géa e o filme "DOOM"

Géa já estava escrita desde a época citada logo no começo desta página, quando, ontem, pela vez primeira, assisti com Dalgiza e Rafael ao filme "DOOM - A porta do Inferno" estrelado, entre outros, por The Rock.

O som estava ótimo, no lendário Sistema de Áudio CCDB, que construí em 1972 e vem funcionando sem assistência técnica a partes fixas desde então - o Sistema foi descrito num dos meus artigos publicados na Nova Eletrônica, e até hoje os especialistas e os músicos que me honram coa visita exclamam que jamais ouviram som tão perfeito.

Com todo esse som e a escuridão geral da imagem, assim determinada pela produção do filme para que se parecesse com o jogo donde proveio, o espetáculo foi magnífico aqui em casa.

Durante o filme, Giza, Rá e eu notamos a semelhança no comportamento das "nanoparedes" ou "nanowalls" com o comportamento do fotofrátax - descrito neste site há anos, página Penta Ro Bolinei.

Além do que exponho nessa página (e do que esta mesma página "Nem Plágio Nem Coincidência" informa sobre esse material diamantino), o fotofrátax é cabalmente pormenorizado na obra Géa.

Esta ilustração do Livro Nono, a qual contém um extrato de Géa, mostra que, num tempo quando no próprio jogo DOOM nada havia de parecido e quando o filme homônimo inda não existia, também o fotofrátax era temido por seus próprios criadores, os aracnopólipos (vulgo "pêntios"), pois, se falhasse ao ser atravessado, esfacelaria e mataria ou aleijaria quem o transpusesse.

Eis o texto de Géa que aparece na página da ilustração, aqui mais estendido, onde "Octoposangue" se pronuncia "Octopo-sangue", ou "Octopossangue" - leia com atenção especial o segundo parágrafo, o qual descreve "a mais cruel das mortes" de maneira mui semelhante à que o filme DOOM apresenta, mas escrita muito antes de esse filme existir e de efeito assim aparecer no jogo homônimo:

"Da mesma forma, é magnífico e estarrece ver uma força naval inteira emergir da lisura esférica espelhada de um Globo Pranélite próximo, unir-se a géas iguais oriundas dos outros sete remotíssimos Globos, refletir no verde metálico das fuselagens brilho tão rútilo a ponto de se fazer branco e, armada de ponto em branco, legião de alvíssimos anjos desasados pelo vento do vácuo, rumar aos últimos gédons de seu astro diurno, farta frota, forte fator de oito reticências multipontoadas, ávida por géon... sequiosa de gédia... sedenta de calor... atiçada pelo aviso marcial do luminar majestoso sobre os planetas da Kycla... forçada pelos genes aracnopólipos a orientar-se na rota da vida qual os demais seres do Cosmos... tornada inimiga de tudo e de todos em seu caminho... obrigada a deixar para trás a incomensurável esfera Foto Um com os oito cabos coalhados de Globos Ventosas e terminados em Globos Pranélites... capaz de reter inteira no cérebro e no Ky octácero de seus tripulantes o portentoso aspecto querido do teledinâmico Penta Ro Bolinei... pronta a matar para não morrer!

Mente de volta à sala de reuniões; afinal, tão-só como fazem as naves gigantescas (somente as gigantescas; tão-somente), cruza devagar a barreira leitosa da parede de fotofrátax primeiro um, depois dois, daí os quatro membros superiores, seguidos pelo resto do corpo de Sangue, aparentando estar o almirante sendo retido pela matéria desfrataxiada e recordando aos presentes a cena pentificante da mais cruel das mortes: perecer ao não lograr transpor uma barreira fotofratáxica defeituosa e deixar os pedaços da carne dos braços angüiformes e do cefalotórax apodrecerem sem ossos dum e doutro lado do cristal, enquanto o resto permanece retido e exposto qual perfeito corte necrópsico.

Mas não... É hábito do almirante mover-se assim, lento e lento, mole mole; ninguém jamais o ocelou praticar ação corpórea rápida e jamenos impensada, como se o áleo peso da responsabilidade almirantal o alastrasse de desmedida inércia. Se os tentáculos crépidos se lhe flexionam com tanta morosidade, o mesmo não lhe ocorre com o alado intelecto, a circunvoar circunvoluções no grande encéfalo do circunspeto pêntio: Octoposangue sói adivinhar a próxima fala de seus interlocutores, qual se os espreitasse de privilegiada perspectiva, protraída ao porvir."

Não apenas na obra Géa e neste site o fotofrátax é mencionado e ocorrem desastres quando alguém o atravessa. A maior obra teatral dos aracnopólipos, intitulada "Octopofalo e Loligavalva", escrita pelo grande Octopobill, é citada nos livros de Géa e inteiramente contada no livro )que(, tal qual se apresenta no maior palco do mais belo planeta da Galáxia. O fim trágico de Octopofalo e Loligavalva, minuciado em )que(, se dá no interior do fotofrátax, onde seus lindos corpos apaixonados se congelam para sempre...

As palavras alienígenas dos textos de Géa estão verbetadas e plenamente explicadas no Livro Treze, o glossário-dicionário que faz parte da obra. Neste site há um pequeno glossário dos termos alienígenas e mais informação sobre esse assunto na página Direto às Ilustrações.

- CCDB - 10-08-2008


Géa e "Middlemarch"

No estudo que venho fazendo da língua inglesa (com o objetivo de receber melhor o meu amigo Jeff McCarty quando me vier visitar e permitir-nos um trabalho mais produtivo no filme que ele vem fazendo sobre nós, Mutantes e, quem sabe, num futuro filme sobre Géa), tenho lido várias obras de diversos autores. Entre elas, está "Middlemarch", de George Eliot, pseudônimo da escritora inglesa Mary Ann (Marian) Evans (1819-1880).

Muito depois de Géa estar escrita e registrada na Biblioteca Nacional (ver datas no início desta página), li "Middlemarch". Estou relendo-o, desta feita para Dalgiza, no horário matinal que reservamos para leitura. Desta vez resolvi anotar uma passagem de "Middlemarch" que me lembrara certo parágrafo meu, parte de Geadágio, escrito na página 182 do Livro Primeiro de Géa, versão não-ilustrada, num tempo em que eu jamais ouvira falar de Evans e sua obra.

Eis o que se acha na página 70 de "Middlemarch", edição Penguin Popular Classics de 1994:

" 'What has that to do with Miss Brooke's marrying him? She does not do it for my amusement.'

' He has got no good red blood in his body, ' said Sir James.

'No. Somebody put a drop under a magnifying-glass, and it was all semicolons and parentheses, ' said Mrs. Cadwallader."

E eis o que se acha em Geadágio, Livro Primeiro de Géa:

"As hemácias do rico são rubi; do nobre, safira; e do pobre, pálidas, até o médico ou o bandido igualarem-nas em vermelho e os políticos pretejarem-nas com os apagões. Felizmente as minhas já são pretas, pois, no sangue, correm-me letras."

Como vemos, a autora inglesa põe na boca de suas personagens um desprezo pelo sangue em que correm símbolos gráficos, talvez se esquecendo de, ou revoltada com, o fato de ela própria ser uma escritora...

Seja como for, Eliot e eu tivemos a mesma visão alegórica do sangue de um escritor, conquanto nossas interpretações do que vimos se oponham, sendo a dela negativa e a minha positiva - tal qual diferentes sangues também o são, com seu fator Rh...

Aqui apresentei, pois, mais um caso a cogitar sobre a minha perspectiva dessas "coincidências", exposta no início desta mesma página.

- CCDB - 31-08-2008


Ky e Alma

Géa está registrada na Biblioteca Nacional desde a época apresentada logo no texto inicial desta mesma página. E com Géa, registra-se o nome "Ky", de uma das protagonistas entre as numerosíssimas personagens da obra. Tenha eu inventado tal nome, ou tenha ele vindo até mim a partir de uma personagem real de um mundo também real, denominado Géa; para efeitos de registro, na Terra, Ky é um nome de minha exclusiva invenção. E conforme está escrito no texto e no dicionário (Livro Treze) da obra Géa, "Ky" significa "Alma". Seria mera coincidência a Rede Globo de Televisão lançar recentemente uma de suas novelas com uma protagonista chamada "Alma"?..

- CCDB 22-09-2008


Géa e "Congo"

Géa já estava escrita há alguns anos, registrada na Biblioteca Nacional conforme data apresentada no alto desta mesma página, e apareceu o filme "Congo", onde vemos (e ouvimos) um gorila fêmea equipado com um tradutor de voz animal para fala humana, que se lhe prende ao braço. A encantadora fêmea gosta de boneca e diz "mamãe" e "boazinha" apontando para si mesma a toda hora.

Eis, aspeado abaixo e em cor castanha, o que se acha na página 2563 do Livro Nono de Géa Ilustrada - mais uma interessante "coincidência" (na acepção destacada logo no início e na maioria dos subtítulos desta página) entre a minha obra e a de terceiros:

"- Inventei um tradutor da linguagem dos elastos, dos clicodons e doutros animais; vendi a patente; e isso me sustenta. Ainda fora das lojas, em testes e aperfeiçoamentos rumo ao grande mercado, o dispositivo baseia-se em chip, programável com os nomes dos donos (ou dos tratadores, no caso de jardins animológicos), e aprende novos vocábulos e frases. Fixa-se na coleira, capta os sons, apanha alguns gestos dos animais e traduz tudo isso em palavras. O aparelho poderia ser fabricado até em Tridelta com os recursos lá existentes; e, se alguém teve a idéia, ninguém a realizou: ocupam-se em traduzir os idiomas humanos; em criar transdutores, vocoders, seqüenciadores MIDI e disparadores de comandos vocais.

- Interessantíssimo, Gia! Parabéns! É ótimo ter com quem conversar sobre integrados e outros circuitos!

- Ky vai adorar, se me vir falando coas cristas! É uma graça, Té! Qual as galinhas tridélticas, as cristas possuem variado idioma; em especial, os machos!

- Vai gostar muito, sim!... Vê, Gia! Chegamos! Esta é a praia de Cabo Gélido! - e Clausar estaciona o robocar na relva junto à treda areia mais fina, donde empós não poderia arrancá-lo fácil."

Onde "elastos" são os gatos do planeta Géa; "clicodons", os cães; "jardins animológicos", os jardins zoológicos; "Tridelta", a Terra; e "cristas", as galinhas alienígenas.

Mais sobre as palavras do planeta Géa e de outros mundos, veja no glossário dos termos alienígenas.

- CCDB 26-10-2008


Géa e "Ultramarine"

Géa estava escrita há vários anos, registrada na Biblioteca Nacional segundo a data apresentada no alto desta mesma página, quando iniciei pela primeira vez a leitura de "Ultramarine", de Malcolm Lowry, livro publicado em 1974 por Penguin Modern Classics, comprado para mim no sebo por meu amor Dalgiza. Durante a leitura da página 44, encontrei isto, que relata uma espécie de sonho do protagonista Hilliot, jovem marinheiro a bordo do navio Oedipus Tyrannus, ancorado para receber carga:

".......... All at once, every lamp in the street exploded, their globes flew out, darted into the sky, and the street became alive with eyes; eyes greatly dilated, dripping dry scurf, or glued with viscid gum: eyes which held eternity in the fixedness of their stare: eyes which wavered, and spread, and, diminishing rapidly, were catapulted east and west; eyes that were gutted windows of a cathedral, blackened, emptiness of the brain, through which bats and ravens wheeled enormously, leathern foulnesses, heeling over in the dry winds: but one eye plunged up at him from the morass, stared at him unwinkingly. It was the eye of a pidgeon, moist and alone, crying. Where should he die? At sea! .........."

Nas páginas 3270 e 3271 do Livro Onze de Géa Ilustrada, Capítulo "Oãn", muitos anos antes de eu saber do livro "Ultramarine" e me pôr a lê-lo, escrevi o seguinte, onde as partes em itálico são as falas do bio-computador Nygan e se nota não apenas a coincidência do tema "olhos", como também a de a cena se passar num veleiro espacial; e, portanto, também num navio, a armipotente Altaré:

"- O nome da nave cumpre a norma Galáctica; entanto, não figura no Banco de Dados Gerais e tampouco o de seu capitão, Oãn - veja-lhe o crachá. Oãn não nos é conhecido, nem de nossos Amigos. Mesmo assim, o túnel e o interior da nau nos é mostrado...

- Observe, Nygan! O Desrelacionador manifesta-se à tripulação da Nihil feito um olho desorbitado flutuante! E esse olho acaba de fitar os olhos de Oãn! E, para o capitão leptossômico, ora tudo se consubstancia em olhos; a espiá-lo, a vigiá-lo, a persegui-lo, a capturá-lo, a paralisá-lo, a penetrá-lo, a comê-lo vivo!

- Não capto coisa alguma disso, Louriage! Só o comandante Oãn, ali parado, inerte; e os embarcadiços a contemplá-lo...

- Precisa aprender a assumir a mente dos outros; a “ser” cada um com quem se relaciona, Nygan... Não é empatia: é mais! Tudo se passa atrás dos olhos de Oãn, e posso descortinar-lhe o horror!

- Minha superiora domina poderes fora de meu alcance.
- Superiora é para abadessa: corrija o registro.
- Corrigindo... Pronto.
- O iceberg do inconsciente de Oãn aflora inteiro no mar psíquico, dilatando-lhe o círculo da consciência! Um vagalhão orbicular distancia-se-lhe do centro, abrange a cercania, aproxima-se dos circunstantes, colhe-os; e agora começam a ver olhos em tudo! A experiência propaga-se, e até eu mesma... Nygan... NYGAN!!! Socorro!!! Não! Não!! NÃO!!!...

Gesticulando defensivamente, Louriage projeta-se no ar para escapar ao inimigo invisível, fugi-lo... e esgarabulha, e cai!

- Guatam!!! Eucara!!! Acudam! Um delíquio!! Louriage precisa de auxílio!!! Os fráteres médicos alistados para apoiarem a tripulação gédia no assalto à barreira afrouxaram, de tanto tomarem seus próprios calmantes! Não me arrisco a intervir sem a presença de humanos! Louriage foi possuída pela psique de um capitão dementado pelo Desrelacionador!!!

- Dê-lhe-me a mão, Nygan... Comandante! Sóror! Acalme-se, por favor! Oh, não adianta! Louriage não me ouve!...

- Não seria melhor trazer Síncope, Guatam?
- Boa idéia, Eucara!! A vela deve saber lidar com isso!
- Vou e venho num pé só!
- Não é preciso. Cá estou. - e o misterioso círio de Ilibatu não chega pelos corredores ou através das paredes: surde no ar. Síncope prossegue: - Carreguem Louriage com cuidado, levem-ma ao camarote dela e deitem-na. Acompanhá-los-ei.

Guatam e Eucara acatam Síncope, e Nygan assume o sólio de comando. Na ausência de Sérias, Ardo e Ra-El, não parece restar na grande Nau dos Atlantes um ser vivo apto a substituir Louriage tão bem como o intelector. Já em seu camarote, na cama (pois não gosta de dormir - só de se banhar - em campos gravitacionais), a loura debate-se, proferindo incoerências intermitentes, ausentes, entre os dentes, ligadas a olhos, olhos, olhos, OlhOs e mais olhos."

Veja a ilustração que criei para Géa Ilustrada, relativa a esse texto.

Sobre palavras alienígenas constantes dos meus textos

- CCDB 11-01-2009


Géa e "Doctor Faustus" (nome em inglês, do original alemão "Doktor Faustus"), de Thomas Mann

Géa já estava escrita e registrada na Biblioteca Nacional conforme apresento no texto de caracteres mais graúdos do alto desta página, quando tomei conhecimento de que existia e comecei a ler pela vez primeira "Doctor Faustus", de Thomas Mann, publicado pela Penguin Modern Classics, edição em língua inglesa de 1974 e presenteado a mim por Dalgiza, a qual o adquiriu num sebo. Na página 339 desse livro, descobri o texto seguinte:

"Ah, I write badly! My eagerness to say everything at once makes my sentences run over, hurries them away from the thought they began by intending to express, and makes them seem to rush on and lose it from sight. I shall do well to take the reproof from the reader's mouth. The way my ideas tumble over themselves and get lost is a result of the excitement generated by my memory of this time, .............".

Leia o que escrevi no Livro Nono de Géa, versão não-ilustrada, capítulo "Solífugos Olhos", excerto das páginas 2000 a 2001 e note a semelhança com o texto de Thomas Mann:

"Sauternidade é poderosa! Basta enunciar ou recordar-se-lhe o nome; e pronto: sente-se um aperto no coração; as palavras saem-nos entrecortadas; e a letra, já trêmula, arrasta-se-nos, trépida!

Seja bendito o teclado do computador, onde o escritor e o textor conseguem corrigir os erros e apagar os caracteres trocados uando - perdoe-me Leitora! Leitor! não sou capaz de corrigir a Verdade! - quando a divindade põe a cáliad - desculpe! - a cálida mão sobre a nossa, e volvemos os olhos e os írios a sua imabem... imagem lúcida, e ela sorri, e subri, e depois nos deixa por mais algum tempo, algum ritmo, para permitir os retoques no texto e a descrição de seu rosto, onde entreluzem, para mim e para Você, írios de mar profundo... os mesmos írios de Clausar e de Ky!".

Você pode encontrar o texto completo de "Solífugos Olhos" na página Você gosta poesia? .

A semelhança entre o texto de Mann e o meu, nos excertos acima, corrobora a idéia que apresento logo no topo desta mesma página, Nem plágio nem coincidência, sobre a interligação das mentes de todos os homens.

- CCDB 09-03-2009


Géa e (de novo...) a novela "Os Mutantes - Caminhos do Coração"

Num dos subtítulos acima, apresento uma "coincidência" surgida entre a então iniciante novela "Os Mutantes - Caminhos do Coração" e a obra Géa, de minha autoria, escrita e registrada na Biblioteca Nacional nas datas que apresento no início desta página, quando a rede televisiva que lançou tal novela nem cogitava nisso. Agora, no fim dessa novela (1), eis-me ontem perante o televisor a assistir a cenas que praticamente descrevi não só no Livro Décimo de Géa, como na primeira edição de "CCDB - Gravação Profissional", registrada na Biblioteca Nacional em 04-06-1986 (sic). Não é, pois, só no nome "Mutantes" que Géa, minha vida e tal novela coincidem... o que não significa um aval meu quanto à qualidade da novela, porque só lhe assisti a poucas cenas e não posso opinar.

As cenas a que me refiro são de caças brasileiros (foi afirmado pelo locutor da novela que eram caças brasileiros e estes estavam bem visíveis na tela) a atacarem uma nave espacial; no caso, um disco voador.

No meu escrito, caças japoneses primeiro atacam o disco voador de Ardo e, depois, caças brasileiros investem contra o clíper cósmico Altaré.

O Livro Décimo de Géa contém, ampliadas e melhoradas, todas as cenas em que as personagens extraterrestres apareciam na primeira versão do livro CCDB - Gravação Profissional.

Eis o que se lê na parte que mais se relaciona ao que vi ontem pelo televisor na novela supracitada (1), constante do Livro Décimo de Géa, versão ilustrada, página 2956 a 2958 e que já estava na primeira versão de CCDB - Gravação Profissional desde antes do registro em 1986:

"Ex-abrupto, logo atrás de Ardo, dardos de prata vêm silenciosos e velozes, seguidos pela crepitação de turbinas. Aviões de caça aproximam-se, com seus pilotos, para interceptarem o disco! Ardo não deve contra-atacar, disparando raios dos anéis iônicos. O Galáctico quebrara a lei Galáctica e já pagava caro! Um míssil é repelido pelo colchão de ar ao redor da nave e arrebenta mui próximo. Durante a explosão, Ardo não tem ritmo sequer de cortar o áudio, enquanto empurra a manete de aceleração toda à frente! A Alienbalada averte e risca o azul numa centelha branca.

O trovejar do combate repercute fortíssimo e arranha os arranha-céus de Tóquio; vidraças quebram, chovem estilhaços; carros galgam calçadas, cães e gatos aninham-se embaixo; crianças... ah! crianças divertem-se a valer e aumentam a algazarra!...

De dentro do disco, a imagem dos interceptadores e de seus mísseis fica rápido para trás, a trepidar com o esforço da nave! Ardo aponta o colimador de direção ao céu violeta, em busca do espaço exterior; e a Alienbalada ascende no interior de um corisco! O bio-computador exibe os géons vermelhos de sobrecarga, e Ardo reduz o empuxo. Tão longe de ser um buraco negro quanto o Sol de ser a Kycla, o pobre reator de potência irradia calor excessivo, e a temperatura ambiente ultrapassa o valor máximo ajustado no condicionador. Com a velocidade reduzida, aos poucos tudo volta ao controle. Ardo expira o ar retido, relaxa as mãos sobre o manche e subri, antecipando o poder da futura Nau do adorado irmão Clausar, da qual seu disco é o protótipo. Lentamente a aceleração decai; e a Alienbalada, a quarenta mil trezentos e vinte quilômetros por hora (onze quilômetros e duzentos metros por segundo), na velocidade de escape terrestre, é posta pelo intelector em arco de órbita parcial rumo ao Brasil, do outro lado do planeta, onde o espaço, supostamente virgem de radares e de sistemas defensivos requintados, sustenta a majestosa Altaré. Então Ardo tem ritmo para desconectar o áudio da seção de controle dos anéis iônicos do bio-computador.

Exceto os três instrumentistas contratados; e Atsitpab, e Arqueu, e Numa Wolfo, e Terrar; todos os companheiros de Ardo estão a bordo da láctea Nau Veleira. O pobre Terrar não sabe nem participa das reuniões fora da Terra, embora pudesse considerar-se parte da tribo; pois tem trabalhado como se fosse, sem qualquer remuneração ou manifesto reconhecimento.

A postos na sintonia concomitante de todas as estações de televisão da Terra (até as do lado oposto do orbe), Nygan informa Cleona, e esta a os mais, do desrespeito às leis Galácticas de não-intervenção e do tumulto causado por Ardo. Os Atlantes preparam as feições mais severas para receberem o faltoso, e seguram nos corações a alegria radiante pelos feitos rebeldes do geóctone, inclusive pelo susto pregado nos terrestres!... Nem Louriage, terráquea, escapa ao ensoberbecedor contágio dessa emoção.

Por uns dias, as estações emissoras de rádio e tevê do planeta azul-mexido comentarão os acontecimentos de Tóquio. Os governos desmenti-los-ão e evitarão o pânico, até quase todos os tridélticos olvidarem a verdade, as impossíveis desculpas parecerem possíveis, e a maioria reter em sua ingênua memória uma patranha bem simples e cômoda de efeitos iônicos atmosféricos, balões-sonda e deficiências nos sistemas de mísseis dos caças nipônicos... Em Tóquio, muitos dirão consigo, ao escutarem o elepê Éter: “- Já ouvi isto algum dia, nalgum lugar!... Já ouvi!...”. Bem poucos acrescentarão, enquanto um arrepio lhes descerá, mui forte, pelos nervos e os meridianos, afeitos às milenares técnicas de meditação: “- Sei! É a música do disco voador!!!...”."

E leia também isto, extraído do Livro Décimo de Géa, versão Ilustrada, página 2960 a 2966:

"A potente Altaré afasta-se lento e lento da bola azul-inquieto e da pequena companheira de prata martelada, gongo de luz no céu, onde, um dia, malharam deuses... O Sol, distante com sua radioativa aura, brilha entre as estrelas longíquas sobre o fundo negro do espaço e não lhes mascara a pura, fina, multifária luz, nem ofusca os tripulantes da não menos majestosa cosmonave.

Enquanto contam a passagem dos planetas e satélites próximos à rota, admiram-lhes os padrões coloridos, navegam-lhes sob os arcos granulosos dos anéis e recordam as lendas greco-romanas donde se lhes originaram os nomes, os geóctones e Louriage descansam, perturbados com o susto do dia anterior.

Ra-El dorme profundo, girando, errabundo; ora de bruços, braços e pernas abertos; ora de costas, cabeça trasvolteada; no campo de levitação regenerador. Eis como tudo se passou, ontem:

Altaré pairava em órbita estacionária sobre o céu brasileiro. Louriage, Iulia, Cleona e Nygan afastaram-se do passadiço para receberem Ardo no atracadouro específico da Alienbalada, tão sossegados a ponto de deixarem o governo da astronau nas mãos abstratas de bio-computadores secundários sem psidos, incapazes de raciocinarem rápido como os clones de Iulia e os intelectores mais requintados. O bio mantinha-se no Laboratório, processando dados para o projeto da Laranja, e também inda não possuia psido.

Mal Ardo encostava e amarrava o disco a ficar, houve ritmo apenas para os tripulantes de Altaré perceberem a situação de emergência e fecharem o domo por cima da plataforma de atracação!

Alto, no tranqüilo anil auriverde; de inopino para o pessoal da Nau Veleira; numerosa formação de interceptadores, super-requintados aparelhos, vindos não saberiam os Atlantes dizer de onde, aptos a chegarem rápido às mais altas camadas atmosféricas para lançarem supersecretos mísseis, restringia na estratosfera um círculo, centralizado sob Altaré!

Finíssimos raios verdes e amarelos de luz coerente emitidos pelos caças eram detectados pelos sensores da astronave, localizada por um complexo de satélites militares. O povo embaixo estava a parsecs de imaginar todo esse aparato bicolor, típico do tricroísmo da superpotência ao norte, a pairar-lhe sobre as cambiantes cabeças!

Mensagens reclamando identificação do óvni chegavam cerradamente à cosmonave, e seus emissores não esperavam resposta: as ondas de radares, ocultos em pontos estratégicos no solo, eram postas em variação aleatória de freqüência para evitarem mascaramento e atingiam Altaré, seguidas por dezenas de mísseis em crescente aceleração, com ogivas nucleares ardendo, na ânsia de explodirem!

Nas ondas PÁRA-LUZ, o espetáculo na ponte de comando vazia era grandioso; e, sozinha nas mãos impalpáveis de seus intelectores secundários, Altaré preparava a defesa, enquanto clamava pelos pontos de áudio, com enervante voz artificial, a presença de Ra-El no leme, fazia soar os silvos do alarme de máxima prioridade e enviava, a voarem pelos corredores atrás dos tripulantes, painéis virtuais multicores, onde ordens podiam ser tecleadas.

Correndo da plataforma de pouso, o pessoal de bordo da astronave esquecia as admoestações preparadas contra Ardo e também o prazer do susto pregado nos terráqueos; era a sua vez de sentir a adrenalina no sangue, o coração pulsar forte e as orelhas arderem, enquanto os pés batiam sobre o metal firme e os músculos das pernas explodiam, impelindo devagar demais os corpos na corrida louca ao passadiço!

Ra-El chegava em primeiro lugar e atirava-se ante o controle EXÓS em atitude quase insana, quando via derredor a imagem luminocolorida multidimensional da previsão acelerada dos computadores para a trajetória provável dos mísseis tridélticos, e só no presente os verbos narrarão a cena desse passado, um eterno agora: quatro impactos iniciais diretos de ogivas nucleares de meio megaton sacodem o casco de reatâncio! Logo são seguidos por um choque próximo de ogiva muito maior e por dezenas de outros, causados por explosões de bombas atômicas, no raio de algumas centenas de quilômetros, em qualquer direção possível de fuga, a não ser na perpendicular ao solo, para baixo!

A poderosa Altaré talvez não resistisse: seria desintegrada até a última rotrônila de todo o seu material, fora o reatâncio; e as partes constituídas desse metal indestrutível separar-se-iam, caindo e espalhando-se pela superfície de Tridelta! Os Atlantes não deviam descer à Terra! Morreriam ali; pousarem? jamais!

O console do sistema EXÓS enviava o cordão lúcico e envolvia a cabeça de Ra-El, para captar-lhe o comando psíquico.

Uma idéia remoída desde os ritmos do treinamento de piloto, quando Ra-El aprendia a controlar a propulsão EXÓS, teria de ser experimentada desta vez, nunca antes arriscada pelo geóctone!

Ra-El ia empregar o sistema EXÓS na proximidade de um planeta, no âmbito de um sistema solar! Qual lhe seria o efeito na psique? Mui provavelmente, este: a consciência de Ra-El ver-se-ia invadida pelas presenças psíquicas dos bilhões de seres do orbe turbinoso, convolando a cada uma em suplício de loucura subinte e incontrolada, enquanto o triomega teria de criar a visualização do ponto de escape aonde Altaré deveria saltar, em superlúcica velocidade, último ensejo de fugir ao revide da Terra!

Pensar e agir uniram-se num ímpeto! Ra-El mergulhou na visualização, quiçá na viagem sem volta. Ao menos, preservaria Altaré e seus companheiros! Um mínimo estato, um fulgor sobre a cabeça do piloto, um rodopio de clarões e trepidação na imagem das ondas PÁRA-LUZ... geóctones e Louriage atirados ao chão, Gia apertando-se ao pequeno Rá, e a cosmonave estava salva!

Em pleno espaço interestelar, perante as mais de cinqüenta mil írias do esplêndido aglomerado globular Omega Centauri, a vinte mil espectros-géon da Terra, o clíper baixava de superlúcica a translúcica a velocidade, cortava o vertiginoso impulso; daí, saltava de volta ao mundo terrestre, em ponto seguro, diverso do original, direto sobre o Círculo Polar Antártico; e, deste, a nova órbita sobre o Oceano Pacífico - tudo em alguns trínticos! Ritmo suficiente para Ra-El levantar, cambalear e cair, enquanto o sistema EXÓS recobrava o cordão de géon leitoso, livrava a cabeça do piloto, desligava-se automaticamente... e os restantes mísseis terrestres perdiam-se feito reticências de luz rumo ao papel negro do infinito, sem terem alvo vivo contra quem explodirem.

Caído, írios alongados aos sem-fins do nada, Ra-El delirava; aderido ao braço de Clausar, balbuciava questões complexas sobre a causa e o objetivo dos limites físicos e psíquicos do ser; procurava desvencilhar-se da roupa, enquanto, entesando as íris topázio, as pupilas dilatavam-se e refletiam os géons derredor; não, por servirem de fundo preto, melhor para as córneas espelharem; sim, per retratarem o íntimo da mente, desagregada pelo choque!

- Os limites!... Os limites!... Os limites!...

Sedativos mens eram aplicados; compressões esotéricas faziam-se com os dedos em pontos cervicais sabidos por Clausar... e Ra-El ia normalizando-se, mui abatido e perplexo, a pronunciar, mais calma e reflexivamente:

- Os limites... Os limites... Os limites...

Os amigos cingiram apertado, ergueram e sobrepuseram Ra-El ao campo de antigravidade; enquanto lágrimas incoercíveis escapavam-lhes, flutuavam no ar e punham-se a orbitarem-os, feito as tristezas e as alegrias a vivos e mortos, interessadas na ação de seus almos, para então convergirem e orvalharem a pele do herói.

Sentadinho no chão, Rá erguia as mãozinhas, palminhas acima, em gesto significando: “- Acabou!...”, ou, na loqüela incipiente dos insipientes enkinhos: “- Bô!...” . O keném fazia biquinho, arregalava os irinhos a Gia, ria e chorava; chorava e ria..."

Claro! Tem muuuuito mais aventura no Livro Décimo e em toda a obra Géa! Sem falar nos meus outros livros... Quanto às coincidências, esta página visitadíssima é em si mesma uma explicação possível, mas nem sempre a única.

No texto acima, há palavras alienígenas, todas traduzidas no Livro Treze de Géa; por exemplo, "Tridelta" é o terceiro planeta a orbirar "Delta Telarie", e esta estrela é o nosso próprio Sol - portanto, "Tridelta" é a Terra. Os meus neologismos, sem vícios, dos bons, estão também no Livro Treze. Você pode conhecer algumas delas, neste pequeno glossário e noutras páginas deste mesmo site.

- CCDB 19-03-2009 (sic)

(1) Eu não assisto aos capítulos das novelas. As cenas que vi pelo televisor dia 18-03-2009 (sic) e semelhavam as de meus livros presenciei durante o almoço, apresentadas pelo programa "Hoje em Dia", da Rede Record de Televisão. Hoje, 24-03-2009, novamente durante o almoço, vi no mesmo programa o anúncio da estréia da nova novela, "Promessas de Amor", que se segue a "Os Mutantes - Caminhos do Coração". Não estou certo se as cenas supracitadas pertencem ao final da novela "Os Mutantes - Caminhos do Coração" ou se fazem ou farão parte de "Promessas de Amor". Porém, seja numa, seja na outra novela, a coincidência que acima apresento continua a valer, da mesmíssima forma, entre meus livros e tal ou tais novelas.

- CCDB 24-03-2009


Géa e a série "Amazônia" da Rede Globo de Televisão

Desde que este site foi criado, no começo de março de 2004, a página de abertura ("index.html"), que aparece quando você digita o endereço do site (www.ccdb.gea.nom.br) no seu browser e manda seu computador entrar, tem um fundo "amazônico".

De início, esse fundo era uma fotografia da selva amazônica - a página antiga, com tal fotografia, continua em exibição neste site e se acessa pela página de abertura e suas similares. A página antiga você também pode ver, clicando aqui: index_b.html.

Há mais de um ano, recriei o fundo da página de abertura deste site com uma imagem de fundo "amazônico" desenhada por mim em computação gráfica de terceira dimensão - e você deve ter visto esse fundo assim que entrou neste site (se o fez pelo endereço www.ccdb.gea.nom.br) e se esperou que a página de abertura baixasse inteira.

Além de na página de abertura, esse fundo "amazônico" desenhado em computação gráfica também aparece nas páginas semelhantes (index_bisgrifo.html, index_c.html e - neste caso, apenas o céu: index_close.html), onde o "14-bis" se exibe em várias posições e ampliações ao lado do disco voador chamado Laranja.

Conquanto eu sintonize bem pouco a TV Globo (porque não aceito suas "videocassetadas" e programas afins, os quais destroem a mente já inculta da massa brasileira e a submetem ao "Grande Irmão"); ao varejar os quatro únicos canais em meu televisor (de antena simples, não-parabólica), vislumbrei (e então me detive) uma imagem de fundo quase idêntica à que criei em computação gráfica para a abertura deste site. Só faltam o "14-bis" e a Laranja no fundo da imagem da Globo...

Em absoluto, não acuso a Rede Globo nem qualquer de seus funcionários de plagiar-me. Quero apresentar essa "coincidência", como mais uma, entre as tantas expostas nesta página visitadíssima - e sempre sob a perspectiva que defino logo no início desta página, no texto com caracteres maiores.

A dissintonia nas ondas televisivas entre mim e a Globo não impede que alguém, um funcionário ou uma equipe, nessa empresa, esteja sintonizado comigo via Mente Cósmica, e que perspectivemos a abertura de meu site e da série "Amazônia" de maneira semelhantíssima, sem que necessariamente esse alguém haja visitado o meu site - contudo, amodéstia à parte, a minha imagem amazônica é BEM melhor que a da Globo... apesar dos meus limitados recursos de computação e de eu não estar autorizado a, nem poder pagar para, reproduzir imagens de satélites.

Nota: a página index_a.html, neste site, embora contenha o nome "index", possui outro fundo que não o "amazônico" e seus links são partes da própria e belíssima imagem, para acesso a muitas páginas deste site.

- CCDB 15-04-2008


Géa, Penta Ro Bolinei, nova invenção CCDB e células-tronco!

O Brasil pode descobrir a galinha dos ovos de ouro com a nova descoberta das células-tronco obtidas a partir de trompas de Falópio e, como os pêntios, cultivarem direto na embalagem o tipo de carne, por exemplo, que quiserem, sem necessitarem do boi, do porco, do frango, etc.; sem se preocuparem com clima e desmatamento para criação de animais.

Saiba sobre a façanha dos brasileiros em:

"globo.com
18/06/09 - 10h14 - Atualizado em 18/06/09 - 21h03
Brasileiros conseguem obter células-tronco a partir de trompas de Falópio
Pesquisa da USP estabelece nova fonte para esse tipo de célula.
Material é descartado em cirurgias como a da retirada do útero."

E quando ler Géa, compare com a invenção "dos pêntios"!...

- Dalgiza Borges 20-06-2009


Geínha e lingerie fluorescente!

O programa "Hoje em Dia", da Rede Record de Televisão, exibiu hoje lá pelas onze horas da manhã, a linda lingerie fluorescente que se apresenta no Salão Moda Brasil de São Paulo.

Bem antes de surgir tal lingerie no mercado internacional, e agora no Brasil, Geínha já mostrava, nas ilustrações que fiz de Talia - todas elas neste site desde a apresentação dessa minha série infanto-juvenil - o traje tecido por Tóxia, a telária da peçonha mortal, para a bela Talia, grande amor de Rá.

Talia e seus companheiros de aventura precisavam entrar no Além - o outro mundo! na tentativa de salvar o Universo, atacado pela teia do opilião, o maligno feiticeiro e ex-pirata Necromago, que apareceu pela vez primeira na obra Géa, comandando a terrível cosmonave Trigonodon.

Para entrar no Além, os "fissureiros" (viajantes da fissura no continuum) não poderiam levar objetos ou vestes sintéticas (isto é: mortas) como as que pensavam (...) estar usando até então, no avesso do continuum espaço-tempo.

Tinham de ir desnudos, ou usar alguma coisa vivente.

E Tóxia resolveu o caso tecendo para Talia e Rá os trajes que descrevo no texto de Geínha e que apresento nas ilustrações que fiz com um programa de 3D para essa obra. Esses trajes eram compostos de "télia", a teia da telária, e essa teia tem vida própria. Mais detalhes sobre a télia, é só ler Géa e Geínha - agora com seus livros completos e com todas as ilustrações para você ler e contemplar em CCDB Livros!

Veja aqui mesmo na seção tradicional deste site, pela página Direto às ilustrações, todas as ilustrações de Géa e de Geínha! Entre as de Geínha, destaco as do Livro Oitavo em diante, onde Talia já aparece com o traje que emite luz própria. E entre elas sugiro as que aqui aparecem nas miniaturas.

Clicando nas miniaturas, você verá as páginas das ilustrações que as mostram em tamanho real, com máxima resolução e qualidade e com aquela luminosidade bem comprovada. Conheça também Geínha é um conto de fadas, onde reaparece Talia com o traje luminescente.

A luminosidade do traje de Talia foi obtida com um recurso do programa de computação gráfica em 3D que permite dar a qualquer material (como o tecido virtual da veste de Talia) certo grau ou mesmo plena luminosidade própria. A roupa de Talia se mostra luminosa quando a luz ambiente é mais tênue - exatamente o efeito que eu desejava ao cocebê-la e desenhá-la. Decerto o mesmo efeito que os criadores da lingerie fluorescente também alcançaram.

- CCDB 01-07-2009

Não dou ponto sem nó... Eis que, por uma "coincidência", temos as minhas personagens ingressando no mundo da moda: CCDB no mundo da moda!

- CCDB 07-11-2009


Géa e o mendigo que sumiu

A televisão brasileira tem exibido novo comercial, onde um menino caminha pela rua acompanhado por sua mãe e, quando passa, vê outro menino, um mendigo, sentadinho na calçada. Quando o primeiro menino e a mãe se volvem ao segundo menino... este havia desaparecido.

Será o conteúdo desse comerdial mais uma "coincidência" com o meu texto, do Livro Primeiro de Géa, páginas 178 e 179 (versão não-ilustrada)? Eis esse meu texto:

"Gia sabe: o enkinho não se preocupa muito com fragrâncias. Está procurando jeito de prolongar o passeio e ataca o ponto fraco da mãe...

- Não. Agora temos mesmo de ir. Outro cromat voltaremos para ver mais. - e Gia conduz Rá rumo ao ponto do roboggon, em frente ao templo enorme do Um, todo revestido de soládio por dentro e de mendigos por fora.

Um dos pedintes não tem o traje nem a atitude dos demais. É um velho nório, alto e magro, de alvíssimas cãs e pele rosalgar mosqueada pelo ritmo, bem vestido e com as mãos muito trêmulas. Estende a sinistra em direção ao enkinho, balançada ao impulso de certa falha neurológica.

Gia e Rá passam vários trezêmbilhos adiante, apressados. O pequeno geóctone faz a mãe estacar o passo e roga:

- Mãe, dê-me umas metálias, pra dar ao moço velho.

Gia surpreende-se; apesar disso, retira da bolsa esgarçada algumas antigas moedas, ainda em uso, e as entrega ao filhinho. Rá sai correndo em direção ao idoso enk e deposita-lhe na mão fugidia o metal timbrado.

Novo géon se acende, desembaciam-se os cansados írios azuis, e benigna voz penetra fundo o jovem Ky. Firme agora, a destra eleva-se. Longos dedos róseos traçam amplo signo sobre a fronte de Rá, com exatidão e sem tocá-la. Cinco movimentos - três retos e dois parabólicos - formam arcano símbolo sagrado e gravam no ar sua esteira em ciano, complementar ao rosa.

- Deuses Cores, abençoai este enkinho! Rá está em seus írios soládicos! Deusa Gia, padroeira de Géa, protegei sua mãe! Glória de Tórus, o Unificador, guiai seus passos! Mãe das Rosas, engeai seu caminho!...

O velho retoma a posição e o nublado olhar distante. As mãos voltam-lhe a tremer, palma da esquerda em concha para cima. Rá retorna, pé ante pé, írios arregalados para Gia, e segreda:

- Maaãe! Ele sabe o meu nôoome!!!

- Não pode ser. É coincidência...

- Mas ele sabe o seu tambéeem!!!

Gia não é de assustar-se e resolve inquirir o velho. Ao voltar os írios para o ponto onde ele deveria estar... - encontra ninguém!

Forte arrepio percorre todo o flexível corpo; a kena logo colclui e diz ao filhinho:

- Deve ter entrado no templo!

- Puxa, mãe! Eu sei! Ele sabia, sim!... - insiste Rá, já elevando o tom de voz.

Gia não tem ritmo de ir atrás do velho e olha para o enkinho.

- Quem sabe era um Ky! - e arregala iriões de fingido medo, radiando raias auriverdes em diafragmas negros. Logo depois se acastanham, Gia sorri e conduz Rá até o ponto do roboggon.

Algo ficou desta experiência, pois os írios de Rá trazem novo brilho, antes jamais revelado. Não está nas íris: brota do interior das pupilas, talvez direto do Ky, em suave fluxo violáceo, apaziguador e persistente, capaz de tornar rósea a visão periférica de quem o fitar por alguns trínticos."

O velho mendigo, no meu texto, era ninguém mais ninguém menos que Geárion! Para saber quem é Geárion, leia Géa! Agora você pode lê-la inteira (e meus outros livros, inclusive aquele em co-autoria com meu filho, em CCDB Livros, aqui mesmo neste site.

Você tira as conclusões sobre a "coincidência" entre o comercial e o meu texto, lembrando que Géa foi escrita e registrada na Biblioteca Nacional nas datas que apresento logo no começo desta página...

Pequeno Glossário de termos extraterrestres

- CCDB - 10-07-2009

The Silmarillion, Paraíso Perdido, velhas religiões e Géa

Estava eu lendo como todas as manhãs para Giza, o que nos diverte e melhora meu inglês (o qual venho estudando para conversar melhor com meu amigo Jeff McCarty e quem sabe com os produtores de futuros filmes para os meus livros); estava eu lendo, isto é, relendo "The Silmarillion" para Giza, quando nos veio ao mesmo tempo, a Giza e a mim, a idéia de uma diferença importante entre Géa e "The Silmarillion" (de J.R.R. Tolkien, citado em subtítulos acima), bem como "Paraíso Perdido" (de Milton, idem) e das velhas religiões inda hoje com tantos fiéis.

Esses livros e tais religiões, todos entrecopiando-se, contam a história errada do Cosmo! Dizem seus autores que os Valar (em "The Silmarillion"), os anjos (em "Paraíso Perdido" e nas tais religiões velhas) eram superiores, imortais e vieram antes do Homem. Este era inferior, doentio, pérfido, pecador e mortal... E claro que a Mulher também, se o não era mais...

Em Géa é o contrário - e esse contrário corresponde à Verdade Cósmica que os cientistas aos poucos descobrirão como Fato: todos os seres começaram pequenos, fracos, dotados de pouco alcance e cresceram e crescem rumo a um ralacionamento maior com os outros seres e o resto do Universo. Isso é explicado pela biorrelatividade, do meu personagem Clausar, na obra Géa - que você já pode ler inteira em CCDB Livros.

Os Kys Únicos das espécies, ou Seres de Luz, tal como apresentados em Géa e em meus outros livros, brotaram e brotam das suas espécies: são os entes mais evoluídos destas e o são por mérito próprio. Nem Géo (Deus) escapa a essa evolução - muito mais abrangente que a mendeliana e a darwiniana - e se torna a menor partícula do Universo, para viver a vida com que se deparou cada ser, até realcançar o topo, o "trono" da Criação e compartilhar do tálamo com Géa.

Quanto aos deuses do Extasium, do Olimpo, do Egito Antigo e outros que aparecem em Géa e Geínha, são alegóricos e dão Leitmotiv às cenas épicas e às passagens fantasiosas dessas obras que aliam a verdade à fantasia, pois de ambas é feita a Verdade!

O livro chamado )que( narra episódios que se harmonizam aos conceitos apresentados em Géa e Geínha.

Giza diz: "- Em Géa, ao contrário de todas as histórias, o poder é adquirido pela experiência dos diversos seres que, por isso, são capazes de construir coisas sólidas e boas. Nas outras histórias, o poder é ganho de presente e os poderosos não são capazes de fazer nada que preste, uma vez que não são capazes de resolver os conflitos e os problemas 'considerados' como do Bem e do Mal.".

- CCDB e Dalgiza Borges- 15-07-2009


Oregon e Penta Ro Bolinei

Ontem o Jornal Nacional (Rede Globo de Televisão) apresentou a notícia da pesquisa de cientistas no estado do Oregon (E.U.A.) em que duas mães contribuem para a formação do óvulo (a célula sexual feminina), fecundado depois com espermatozóide do pai. O ovo assim formado é introduzido no útero de uma terceira mãe, onde cresce até vir à luz. São quatro participantes, portanto, no ato sexual que resulta na prole - se não contarmos a participação ativa daqueles cientistas.

Anos antes de essa pesquisa ser idealizada e posta em prática, Géa, registrada na Biblioteca Nacional na data que apresento no início desta página, já contava como os aracnopólipos (vulgo "pêntios") procriam. São oito os participantes do ato sexual, até que nasça um "polinho" - a criança "pêntia". O pai se relaciona com a primeira fêmea intermediária ("filtropólipa"), esta o faz com a segunda, e assim por diante até que a última fêmea intermediária deposita o futuro polinho na fêmea fértil, a derradeira da cadeia sexual aracnopólipa, e esta gera e vem a parir o feto, belo polinho ou linda polinha, com oito tentáculos e vinte corações.

Tanto o pai como todas as fêmeas, em Penta Ro Bolinei, contribuem para a formação do pequeno ser, tal qual no caso da pesquisa dos cientistas supramencionados.

Meus parabéns aos cientistas do Oregon! Alcançam metade do que Géa antecipou - só lhes faltam os tentáculos, pois muitos corações já possuem!...

- CCDB - 28-08-2009


Banquinhos-robô e bancos flutuantes de Umalfa

Assisti hoje ao jornal televisivo "Bom Dia Brasil", da Rede Globo de Televisão. Ali foram noticiados os novíssimos banquinhos-robôs, que se movimentam como se flutuassem, rumo aonde a pessoa que num deles se senta deseja. Se você não os viu nesse jornal, decerto os poderá ver pela Internet. Bancos (ou mochos, ou escabelos) assaz semelhantes, feitos de pedra e que flutuam de maneira similar se acham descritos na obra Géa vários anos antes de os supracitados banquinhos-robôs serem desenvolvidos no planeta Terra. Eis um dos exemplos, no escrito Géa, onde os bancos pétreos flutuantes de Umalfa são mencionados, página 592 da versão não-ilustrada da obra, capítulo "As Cavaleiras da Távola Reta", onde "Cavaleiras" é adrede um termo jocoso, em lugar de "Amazonas":

"As duas beldades acomodam-se ao pé de uma das mesas circulares monolíticas. Sentam-se em maciços mochos pétreos, desbastados no topo com formato anatômico e sem arestas cortantes na textura bruta das três faces verticais. Apesar do peso, suas bases são tão polidas, a ponto de facilmente deslizarem nas lajes largas do piso, como se flutuassem sobre colchões de ar. Kena e tridéltica encontram a posição mais favorável, com nenhum esforço.

Gia e Louriage iriolham-se. “ - Deve haver algo mais, além de polimento, nestes escabelos de pedra; senão, jamais derivariam assim!”, pensam ambas. Todavia, nada comentam."

Os bancos pétreos flutuantes são citados novamente na página 1713 da versão não-ilustrada de Géa, Livro Oitavo, onde Clausar se senta num deles e logo depois descobre que a sala no topo da torre de pedra onde mora Alfos é, em verdade, a nave espacial desse umalfo.

Você pode conhecer agora mesmo esse episódio inteiro e muitos outros em que previsões se dão na obra Géa, lendo-a completa e ilustrada em CCDB Livros!

- CCDB - 24-09-2009


O mito da Criação dos aborígines australianos e o mito de criação de Ky, o robô!

Eu não tinha conhecimento algum da mitologia dos aborígines australianos quando escrevi minha obra-prima, chamada Géa.

Géa já estava escrita desde a época que informo no começo desta página, quando meu amigo Marconi Ricciardi me presenteou lá da Austrália, faz alguns dias apenas, o livro "Aboriginal Myths, Legends & Fables", escrito por A. W. Reed e publicado por Reed New Holand, edição de 1999. Na página cinqüenta e dois desse livro, o qual inda estou lendo, acha-se este texto, dentro do capítulo "Bunji the Creator":

"When the work was finished he danced round the two inert figures, implanting seeds of knowledge and the capacity of reason and learn.

The time had come for his skill to be put under test. He gave them names - Berrook-boorn and Kookin-berrook. This was the first and most important step, for without names they would have lacked personality and spirit. Bunji was well aware that if these beings were to fulfill their purpose, they must share his spirit as well as the characteristics of the animals.

Although without breath they were now named and ready for the infilling of the life force. Again Bunji danced round them and then lay on their bodies, one after the other, breathing breath and life into their mouths, nostrils, and navels.

For the third time Bunjil danced round them. As his feet wove intricate patterns in the dust, Berrook-boorn and Kookin-berrook rose slowly to their feet. They linked hands with Bunjil and with each other, jointing the All-Father in the dance of life, singing with him the first song that ever come from the lips of man."

Leia agora o capítulo "Ansata" (PDF 349KB), um extrato do Livro Sexto da obra Géa. Note a semelhança entre o ato de criação de Berrok-boorn e Kookin-berrok por Bunjil com o ato de criação do robô "Ky" por seu mestre Atsitpab no bailado "Ansata", que é dançado pela bailarina chamada Ky. Perceba que o robô precisou de um nome (o nome é parte importante na narrativa). Veja ainda que o mestre necessitou de dançar mais de uma vez com o robô para que a Força Vital (ou seja, a Géa) lhe fosse insuflada e este pudesse viver! Verifique, lendo, outras semelhanças (como por exemplo o valor da dança) entre o mito de criação dos aborígines australianos com o mito da criação de Ky, o robô!

A página "Novecentos Verbos de Nu" traz mais informação sobre o capítulo "Ansata", permite baixá-lo a seu computador e contém um glossário dos termos alienígenas que empreguei nesse capítulo e no capítulo "Nu".

A obra Géa pode ser lida completa e ilustrada em CCDB Livros. Géa contém a história inteira de muitas personagens magníficas e apaixonantes, como Ky, a filha-amante de Clausar; o robô Ky; a Deusa da Dança - também chamada Ky - e muitos outros.

Lista de personagens das obras de CCDB (PDF 640KB)

- CCDB 16-10-2009


Homem-Aranha 3 e o sabre iônico; Géa e o alfanje laser; Geínha e o Exzeus II

Géa e Geínha estavam escritas há muito tempo, bem antes de ser concebido e produzido o filme "Homem-Aranha 3". Na versão com dois DVDs desse filme, que contém um DVD com o making of, você pode conhecer detalhes do sabre iônico, se entrar na seção "Re-imaginig the Goblin". Venho assistindo aos making of de muitos filmes, não só para melhorar o meu inglês, como para preparar-me para o contato com (mais) cineastas estrangeiros, pois um dia meus livros serão filmados.

O sabre iônico que aparece em Homem-Aranha 3 tem o corte dotado de uma corrente elétrica que lhe permite maior penetração no alvo.

Na obra Géa, você conhecerá o alfange laser, cujo fio é dotado de um raio laser apto a cortar praticamente qualquer objeto. Eis uma das várias passagens do Livro Oitavo de Géa, versão não-ilustrada em que menciono o alfanje laser, de minha invenção e muito anterior ao sabre iônico (que, aliás, foi criado pelos especialistas de efeitos especiais para o filme e não estava nos gibis da Marvel, concebidos por Stan Lee):

"- Obedeçam o capitão, seus vermes! - Spizeto inflama-se qual casimiras embebidas em breu e saca do pontudo alfanje de mais de cem batalhas inglórias. A lâmina larga rebrilha, e o fio acende-se com o fulgor vermelho do laser. O imediato encarna anjo de extermínio, traça o mais elegante arco no ar e, sem dó, aponta a abertura a Intáctia, a Clausar e aos dois artilheiros. Todos descem pela escada ao fétido porão, e um deleita-se, e dois tremem como nunca, e outros dois são valentes, ao gosto de Casimiro de Abreu..."

E leia agora parte do texto do Livro Doze de Geínha Ilustrada, páginas 3762 e 3763, também escrito por mim mui antes da concepção e do lançamento de Homem-Aranha 3 e, portanto, do sabre iônico:

"- Zeus é meu! - vai dizendo Rá, enquanto a menina-moça lhe arranja as vestes e Belo lhe aperfeiçoa o Exzeus II, pondo-lhe um corte feito com géa (energia) negativa, a qual atira ao passado as partículas que toque, ao decepar um corpo - e isso basta a essa arma. Para enviar corpos grandes ao passado ou ao futuro usa-se o plano mens.

É importante lembrar que o corte do Exzeus existe em todo o perímetro (a beira em toda a volta) da arma, já que ela é inteira uma só lâmina e não possui cabo.

O Exzeus II se torna temibilíssimo objeto, porque adquire o poder de seu corte viajar ao passado e de seu portador desferir golpes antes de esses mesmos golpes serem dados. Rá nem pensa em usar a clava de télia, que deixara lá no oco do tronco daquela velha trônquia.

Quando Tóxia ocela o trabalho estupendo de Belo, contribui com um toque de Kytelária: verte gotas de veneno mens, as quais se espalham só numa das duas faces do Exzeus II, fazendo a metade do corpo decepada que toque esse lado da lâmina retornar alguns estatos no ritmo; ou seja: voltar uns instantes no tempo! Enquanto isso, a outra metade desse corpo permanecerá no ritmo (tempo) atual - e só a telária sabe o que advirá do incrível artifício...

Rá tem de manter o Exzeus II na aljava reforçada por dentro com Kytélia, cujo material não é afetado pelo corte de géa negativa do raio nem pela peçonha de Tóxia; e, para empunhar o raio, o jovem deve segurá-lo por meio da aljava - nunca, direto coas mãos, que seriam destruídas.

Posenk tenta; mas, no pouco ritmo disponível antes da nônada marcada para a Guerra Final, não consegue criar um cabo para o Exzeus II, porque isso interromperia o fluxo da géa negativa ao redor de toda a volta da lâmina."

- CCDB 08-12-2009


Roberto Carlos e "We, Mutantes"

Forneci cópias do livro "We, Mutantes" (que escrevi em inglês) a vários jornalistas, em confiança, solicitando que não as mostrassem a pessoa alguma. Claro que um ou mais deles podem ter deixado vazar algo do livro, ou é uma coincidência muito grande que o comercial de televisão onde o "rei" Roberto Carlos recentemente surgiu dirigindo um calhambeque AZUL E BRANCO e foi parado pela polícia rodoviária na estrada - que só o interceptou porque queria admirar o veículo - repita a mesmíssima cena que descrevo em meu livro "We, Mutantes", capítulo "The Lorena Car", páginas 142/143, a qual reproduzo neste parágrafo:

"Despite the short gear, that car was faster than a Dodge Charger on the Dutra highway... where I was stopped at each and every highway patrol post. But not to show any document or to be fined; the policemen just wished to see and touch that blue marvel...". - onde por "blue marvel" entenda-se (o que está mui bem descrito no resto do capítulo): um carro pintado de azul profundo no alto da capota e do capô e daí descendo em dégradé até o branco total no bojo; portanto, um veículo AZUL E BRANCO.

A história do que ocorreu com o automóvel Lorena no meu caso é VERÍDICA. Eu dirigia o carro que pintei de azul e branco para meu irmão caçula, Sérgio Dias (Sérgio Dias Baptista) e o levava da capital de São Paulo até a cidade de Aparecida, onde prestei exames de madureza e tive encontro inesperado com um verdadeiro rei, chamado Edson Arantes do Nascimento, também narrado em "We, Mutantes" e alegorizado na obra "Géa" com nomes substitutos das persoangens do mundo real. Nesse encontro me tornei eternamente grato a Pelé - saiba o motivo lendo "Géa", onde Pelé se chama Skiné e eu sou representado por Clausar. Ou saiba em "We, Mutantes", quando e se esse livro for publicado.

O registro de "We, Mutantes" está apresentado na primeira página de texto do próprio livro, assim:

"© CCDB - October 3, 2006. This book, “We, Mutantes”, was registered in the Fundação BIBLIOTECA NA­CIONAL - Ministério da Cultura do Brasil - at October 3, 2006; Número do Registro: 389.087; Livro: 723; Folha: 247; Gênero: “literário”. This book was registered in a revised version at March 6, 2007; Número do Registro: 397.510; Livro: 740; Folha: 170; Gênero: Ficção." - o gênero de "We, Mutantes" não é ficção coisíssima nenhuma; sim, um relato vezes fiel, vezes alegorizado da própria vida real dos Mutantes, entre cujos membros me incluo, contendo também fição, romance e misticismo; porém, foi taxado de "ficção" por algum funcionário da Biblioteca Nacional que não quis aceitar a carta na qual expliquei o motivo de "We, Mutantes" dever ser registrado na categoria "outros", pois não se enquadra em nenhum dos gêneros prestablecidos pela citada Biblioteca, que teima em bitolar os autores e os temas a seus próprios estreitíssimos limites.

Roberto fez sucesso com a canção do calhambeque e com outras canções vertidas de originais estrangeiros para o nosso idioma. A do calhambeque você pode saber quem compôs e o nome original pesquisando a Internet. Achará, entre muitas outras coisas, isto:

"John D. Loudermilk was born on March 31, 1934 in Durham, NC. One of the most productive Nashville songwriters in the 1960s, he acquired a prominent place in the rock, teen, pop and country music. ROAD HOG: Song is registered as being co-written by Gwen Loudermilk, JDL's first wife. Gwen's contribution has been the remark "Good idea" when JDL told her about the idea to write a song about the Nashville traffic Police. The song is based on the old banjo traditional "Ground Hog". First recorded in 1924 by Land Norris on Okeh, and covered by Pete Seeger, Guy Carawan, Doc Watson, etc etc. In 1959 folk group The Windjammers recorded a version, produced by Chet Atkins and JDL. Loudermilk added to the basic verses of Ground Hog his own catchy chorus "road-a-hog, beep beep! do-do-de-do-do". It was that part that really turned it into a hit. "

Decerto Roberto Carlos nem soube de onde (possivelmente) veio a idéia para o comercial que estrelou (ou seja: que muito possivelmente foi copiada de meu livro "We, Mutantes"); pode até ser que o caso seja mais uma das coincidências descritas no alto desta página como fruto da "mente única" que permeia o Universo.

Mas que a cor do calhambeque do comercial e a cor do Lorena, bem como a cena mostrada no comercial e a cena descrita em "We, Mutantes" é coincidência demasiada para ser "mera coincidência" ou para ser fruto da permeabilidade da Mente Cósmica e cai bem no estilo de quem modifica obras alheias para com elas fazer sucesso, lá isso é...

- CCDB 25-01-2010


Vida artificial, Craig Venter e Géa

Géa está registrada na Biblioteca Nacional nas datas que aparecem logo no início desta página, no texto de caracteres maiores. Muito antes pois de surgir qualquer resultado na pesquisa que hoje denominam na imprensa de "Vida artificial". Em Géa afirmo que não existe um limite entre o que é vivo e o que é não-vivo, porque a vida está em tudo. Não há partícula, átomo, molécula, célula ou organismo que não contenha vida, nem mesmo os cadáveres, porquanto o que acabou no cadáver é o funcionamento do organismo; não, nunca, a Essência das essências, que denomino de Géa em meus livros e é também a parte feminina do Um, cuja parte masculina chamo de Géo (Deus). A Géa é a própria Vida e nada existe que não seja feito de Géa. A "Era Genética" está prevista na obra Géa e em meus outros livros há muito tempo, bem como inúmeros dos resultados que a ciência obterá, inclusive esse que hoje se divulgou na mídia, o da conquista de Craig Venter e sua equipe de cientistas, os quais montaram genes e introduziram numa célula, forçando-a a se comportar como aquela da qual retiraram tais genes - o processo está explicado o suficiente na mídia e não darei detalhes aqui. Um dos resultados dessa conquista é o que os aracnopólipos conseguiram em seu planeta, o mais belo e perigoso da Galáxia, chamado Penta Ro Bolinei: produção de alimentos dentro das embalagens, sem sacrifício de animais ou plantas, pois os alimentos já crescem ali mesmo, com as características programadas pelos aracnopólipos. Você pode obter em Penta um bife que jamais foi parte de um animal, porque o bife já nasceu bife. Cadeiras e outros móveis também nascem prontos em seus moldes: suas céulas estão programadas para tanto. E assim milhões de outros produtos, "limpos", sem sacrifícios ou dores além das que sofrerão as células neles presentes; não, os seres organizados, qual plantas e animais, que já não participam do processo e vivem preservados e felizes, evolvendo com suas espécies, para gozo dos Kys Únicos, os Seres de Luz. Saiba muito mais sobre tudo isso e muito mais lendo Géa e meus outros livros em CCDB Livros, aqui mesmo neste site, único lugar onde se acham disponíveis hoje.

Eis, aspeado a seguir e em cor castanha, um texto meu sobre genética, que você lerá na página 2406 do Livro Onze de Géa, versão não-ilustrada, ou em Geadágio:

"Basta avançarem um degrau na combinação dos genes, e o mundo muda: coração de sete léguas, olhos de leão, mãos de lince, ouvido de fada, queixo de ouro, canto de vidro, luvas de sereia, cintura de pelica, bafo de pilão, passo de onça, amigo de ganso, cabeça da onça, braço de vento, boca de ferro, cu de siri, punhos de ferro, pulso de aço, nervos de ferro, pé de aço, língua de chumbo, botas de trapo. Cuidado... Mas avancem."

Nesse texto fiz exatamente o mesmo que Craig Venter com as células; só que o fiz com as palavras, para ilustrar o que seria obtido um dia pela ciência da Terra. Esse dia chegou... tal qual previ. O texto comprova essa previsão sem qualquer possibilidade de engano, tal como o comprovam ainda mais explicitamente os textos de Géa e de meus outros livros em que narro as conquistas genéticas aracnopólipas e de outros povos de inúmeros planetas e de lugares que possuem povos mas não são planetas... Leia Géa! Leia Geínha! Leia o livro )que(! E leia também CCDB - Gravação Profissional e a apostila Xadrez: Regras, Dicas e Dez Mandamentos, de meu filho RDB! Leia agora, em CCDB Livros!

- CCDB 21-05-2010


O filme Avatar e Géa

Como se pode certificar lendo a data de registro da obra Géa na Biblioteca Nacional, apresentada no alto desta página, no texto de caracteres maiores; muito antes de alguém sonhar com os seres de pele azul que aparecem no filme "Avatar", Intáctia já era azulíssima, na obra Géa! Conheça Intáctia e as multicoloridas bipsicas, lendo Géa em CCDB Livros!

- CCDB 08-06-2010


O livro "Musashi" e Géa

Na página 578 do primeiro volume da edição com três volumes do livro "Musashi" de Eiji Yoshikawa, Editora Estação Libedade, 1999, presenteado a mim pelo grande amigo Raphael Vilardi e lido por mim somente em 2010, vários anos depois de eu ter escrito e registrado a obra "Géa", acha-se o seguinte parágrafo:

"Parado na boca da ponte Gojo Oubashi, Musashi contemplou extasiado o magnífico espetáculo. Os raios rubros pareciam penetrar-lhe o corpo, tingindo de vermelho o âmago do seu ser."

Na página 1698, Livro Nono de Géa, versão ilustrada, capítulo "O Portal Laranja", você lê isto (pode ler agora mesmo em CCDB Livros) - os termos alienígenas já estarão sabidos com a leitura dos livros precedentes da mesma obra:

"O corpo inteiro de Clausar apresenta-se voltado a o géon de Rá. A camisa leve e branca, a calça grossa azul, as meias e os peripassos não detêm a Géa da poderosa íria. Írios fechados, o enk vê cada raio geoso sair a superfície revolta da imensa esfera com suas reações nucleares, vencer a distância té o planeta, penetrar a atmosfera e, na lentíssima velocidade do géon, chegar-lhe ao organismo. A radiação é soládica; e, junto com os gédons dos cientistas, há a Géa, desconhecida para eles.

A consciência de Clausar presencia, de fora e de dentro, as incontáveis emanações do astro atingindo-lhe a superfície epidérmica; atravessando-lhe a carne diáfana; transfixando-lhe o ser, transparente e geoso no interior; traspassando-lhe os órgãos e todos os tecidos. A emissão brota, fúlgida, do outro lado, sem perder potência... e inexiste sombra no chão!

Clausar é transgeoso! Quem estivesse ali presenciaria e, se superasse o assombro, sairia correndo para descrever o milagre!

Clausar abre um pouco os braços e estica-os, inclinados abaixo, pontas dos dedos voltadas para o chão. Seu corpo não forma a cruz; sim, o triângulo. A Géa o puxa para cima, atraído pelo sol Rá! O enk eleva-se na ponta dos pés, e retroflecte, e retroarca-se, fronte alteada, géon em cheio na face. Não projeta sombra. Em verdade, pouco a pouco, militrezêmbilho sobre militrezêmbilho, sem pressa, sem medo, na mais plena Paz...

Clausar levita! E não sobe nem foge às altas esferas: elas vêm qual anjos a ele, incoercivelmente! Lucipotentemente!

De corpo inteiro, expondo na transparência entranhas repletas de áleas luzes, Ky luzindo alvíssimo, traça lúcido arco pelos espaços da mente, arrastado sem rédeas pelas inefáveis plumas do KSE.

Clausar voa!... e não escorrega no vácuo: ele é o vácuo; e só o vácuo não: o Nada! onde tudo cabe, sobrestá e não oscila: pulsa.

Elevado a um trezêmbilho de altura sobre o pavimento rígido, o enk volta a cabeça para o lado da rua, sempre de írios cerrados. Através das cílias, percebe duas figuras cruzando o portão: Badiú Maboa levava Ky pelo pulso. Havia acenado agéo?

- Agéo, Ky... Géo acompanhe seus passos por toda a eternidade... Agéo, filha querida... Estarei sempre em Você..."

- CCDB 03-10-2010


Reedição da série televisiva "Star Trek" imita Géa?

Géa foi escrita e registrada na Biblioteca Nacional nas datas que aparecem no texto de caracteres maiores, no alto desta página.

Na capa e no texto do Livro Terceiro de Géa, a Laranja, mais bela nave do Universo, mergulha no âmago do sol Rá - e um mergulho no âmago de uma estrela brilhante jamais foi escrito ou filmado até hoje, senão na obra "Géa".

Durante o mergulho na estrela, conforme a capa e o texto do Livro Terceiro de Géa mostram, a Laranja passa sob o arco de uma protuberância solar de Rá. Na nova versão da série televisiva "Star Trek", as cenas do espaço foram substituídas por outras, agora de computação gráfica, onde infelizmente a Enterprise perdeu sua imaculada alvura e deu lugar a um tom morto de cinza. Nas cenas originais e nos longas-metragens de Star Trek, a astronave Enterprise não passava sob uma protuberância solar, mas esse efeito foi introduzido na nova versão da série televisiva.

Estariam os produtores da nova versão da série televisiva de Star Trek copiando o que eu fiz muitos anos antes dessa nova versão, na obra Géa? Acho que não; creio que é mais uma das coincidências significativas que são o tema principal desta página.

Eis um excerto do Livro Terceiro de Géa, páginas 714 a 716 da versão ilustrada - as palavras alienígenas já estarão bem conhecidas de quem lê (algumas se acham traduzidas aqui):

"- Rumo ao núcleo de Rá! - comanda o filhote de enk. - Siga a minha teoria da refração no caso da Primeira Lei das Protuberâncias e use o ângulo apropriado para penetrar: consumirá menos géa dos buracos negros. Não faz mal demorarmos mais. Pode interromper a contagem. Prefiro observar apenas a imagem no PSID. - e desta vez a máquina obedece, psido de pé junto ao piloto!

No PSID, as protuberâncias de Rá apresentam-se qual imensos arcos no céu. Alguns já superam a altitude da Laranja, conquanto a Nau de Géon continue no mergulho vertiginoso, talvez suicida.

- Devo evitar as protuberâncias?

- Não. Se entrarem em -z, atravesse-as! Mantenha curso e velocidade! - comanda Rá, cabeça mergulhada no géon leitoso do EXÓS. Nenhuma protuberância se interpõe, só a maior passa raspando; transposta pelo centro do arco, abre-se qual imensa boca!

A estrela geosa, gelosa, zelosa de seus segredos, parece convidar, arrogante, certa da infinita supremacia:

“- Venham, venham, meus filhinhos... Entrem sem receio!... Venham para a garganta de Oég!!!”...

O bio não resiste e, mesmo sem autorização de Rá, volta a emitir a contagem decrescente. Estaria nervoso?!? Com medo?!?

- Quatro...
Três...
Dois... - Súbito, o severo impacto vem antes! Devido às irregularidades enormes da superfície, à sua tumultuosa mobilidade e ao acréscimo no diâmetro estelar causado pela pulsação; mesmo adaptando o andamento da contagem à contração do ritmo; nem o bio consegue computar direito.

No PSID, a imagem torna-se inteiramente amarela, como se dentro de uma esfera de enerfrátax os viajantes mergulhassem no mais profundo oceano... amarelo!

Ao redor, a órbita dos nove buracos negros permanece inalterada.

As nove sombras zumbem, saturadas de géa; nove Kyzúmbias negros, prontos para o combate!

Seu poder é quase infinito, ante a imensa potência da estrela!

Voa, Laranja!

Voa, bela das naus do Cosmo!

Voa, ao pego do Fogo dos fogos mesmo!

Voa, de todas as flamas, para as mais intensas!

Voar! na Luz das luzes, guardada por nove Trevas!

Navegar! pelo assaz vasto mar do casto magma iônico!

Mergulha, bem fundo, no fim dos fins de todos os mundos!

e

Submerge, segue alciônico, na suprema explosão nuclear!

Timoneia Rá, Maior Piloto da Espira, no imo da estrela!

Pilotar! ao âmago, e lá tomar do astro o teu nome!

Acompanha teu nume amigo, ó nóxia Tóxia!

Telária tóxica, da sanha mortal!

Vai, leal, até onde

Telária nenhuma télia jamais teceu, num rasgo desafiador!
Atura a loucura dura do comandante, ó ávido bio de vida!
Entrega teus sonhos só; rebenta mutante, nutante máquina escrava!
Mas põe nas craveiras mãos, rebento imaturo, do filho do Criador!

- Posição, bio.

- Gravidade compensando-se ao redor, em resposta ao equilíbrio da massa. Pressão e outros parâmetros indicam proximidade do núcleo. Chegaremos em sete trínticos.

- Estacionar, ao alcançarmos o objetivo!

- Maw!... Poderoso é o Amigo dos Kys! - e a telária, excitadíssima, saltita e solta exclamações sem pé nem cefalotórax: - Eletrônico! Termoiônico! Astrogônico! Mawmawmaw!

- Estamos no centro de convergência, o foco, o núcleo, Maior Piloto da Espira!... e... Estacionando... e... Parados! Acompanhamos Rá no curso entre as estrelas, dentro do coração em chamas! Preluze entre as naves, ó Nau de Géon!

- Bonito, bio! Bastou ter um corpo e já vai virando poeta!... Tem de ter emoções, sim! Pra mim, está criando gédia!...

- Seu pai sabe construir télias redondas! Mawmawmaw. E bio-computadores também! Maw!

- Êh Laranja!!! Eu sabia! Ela ia conseguir!

- Parabéns, Rá. Perdoe as intromissões. Eu intentava...

- Não se desculpe, bio. Agiu muito corretamente. Agora, ao trabalho! Faça todas as medidas, pois a estrela é nossa! E afixe bandeira neste abismo de luz, tomando posse do âmago de Rá, a entidade astral mais linda do Macrocosmo!

- Bandeira, Comandante? Presentemente... não há material capaz de suportar..."

- CCDB 15-10-2010


Géa e Odisséia

Escrevi Géa antes de ler Homero e, portanto, antes de ler a "Odisséia", desse autor. A "Ilíada" e a "Odisséia" são alguns dos clássicos que li depois de escrever Géa, citados na página Se não acredita.

De quando em quando releio os clássicos. Relendo a "Odisséia", percebi uma coincidência digna de constar nesta página: a "Odisséia" inicia com a aventura de Telêmaco, filho de Odisseu (Ulisses) e de Penélope. E Géa inicia com a aventura de Rá, filho de Clausar e de Gia. Ambas as obras começam em certa data e a narrativa de ambas tem elos de retorno ao passado.

Escrita Géa, durante a preparação do Livro Treze (Glossário-Dicionário de Géa), li enfim a "Ilíada" e a "Odisséia". Dessas duas obras e também de "A Eneida" (de Vergílio), colhi todas as palavras mais nobres e as introduzi nos capítulos "Longas plumas azuis" e "As cavaleiras da Távola Reta", onde "Cavaleiras" é adrede palavra jocosa que o conteúdo justificará, em lugar de "Amazonas". Essa introdução das palavras não é plágio, pois não modifiquei a história, a narrativa, o conteúdo desses capítulos; a presença dessas palavras nobres tornou-se um Leitmotiv, termo da música que aproveito em literatura na acepção de ambiente, clima, atmosfera épica onde se desenrola a história, pois o conteúdo nesses capítulos é épico. Leia-os em CCDB Livros!

Mais sobre Homero

- CCDB 02-11-2010


Maurício de Souza e Géa (de novo...)
Géa foi registrada na Biblioteca Nacional na data que informo logo no início desta mesma página (Nem plágio nem coincidência, a que você está lendo agora mesmo), no trecho onde o texto tem caracteres maiores. Alertado por uma reportagem na televisão sobre o novo boneco de Maurício de Souza para ser o símbolo dos Jogos Mundiais Militares de 2011 e precursor das mascotes para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016, dei uma busca na Internet e achei o seguinte, válido para hoje, 15-11-2010, neste endereço:

http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/editorial/m2136/historias-cariocas

"Com o nome recém-escolhido em uma votação pela internet, o personagem Arion fará sua estreia oficial como símbolo dos Jogos Mundiais Militares de 2011 no próximo dia 14. Desenhada por Mauricio de Sousa, criador da Mônica e do Cebolinha, a figura surgirá em uma grande festa gratuita na Quinta da Boa Vista, liderando a Tropa da Paz, grupo que simboliza cada uma das Forças Armadas. Com uma pomba estilizada no uniforme e vestido com as cores brasileiras, Arion representa um menino carioca que se transforma em um “superatleta futurista”. Esse será o primeiro motivo de uma leva de bonecos que deve inundar a cidade de bonés, camisetas, canecas e chaveiros nos próximos anos. Afinal de contas, trata-se do precursor das mascotes para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016."

Desde muitos anos antes de Maurício criar tal boneco, eis o que você podia e pode ler agora mesmo na obra Géa, de minha autoria, registrada na Biblioteca Nacional conforme exponho acima:

Livro Primeiro de Géa, versão ilustrada, primeira citação de "Árion", página 133:

"Gia traja branco e sumário biquíni, o mesmo de quando Clausar a conheceu na Praia do Árion, magnífica enseada com o Seio de Géa e seus contrafortes ao redor. "

Livro Primeiro, página 233:

"Ao perceberem a situação desesperadora, emitindo pedidos psicofotônicos de auxílio, os Quimeras põem as turbinas a cuspirem árion e procuram escapar em parafuso aberto. "

Livro Segundo, página 261:

"Fica ali, inerte, qual ponto invisível, bem no centro de imenso anel negro com cinco trezêmbilhos de diâmetro, marcado a árion de iônelo pela Laranja, quando quase esbarrou na laje."

Livro Segundo, página 296:

"Enktropóide a descobrir ferramentas, enk a dominar o árion e a têmpera do metal, um ato de desprendimento; nada deve ser menosprezado. "

Livro Segundo, página 421, reproduzida completa (neste trecho de Géa, mesmo sem consulta ao Livro Treze - Glossário-Dicionário de Géa, é absolutamente indiscutível o significado da palavra "árion" na obra Géa:

"- Vários homens... E assim, fui chamado por muitos nomes...

- Sei! Soube de alguns deles! Terrar contou! Portanto, não foram vários homens! Foram um só! Tal qual meu pai acha do Um!

- Tal qual seu pai acha...

- Cá tivemos: O Reconstruído... Glória de Tórus... O Filho do Um...

- E na Terra tivemos Osíris... Akenaton... Jesus...

- Todos Um Só!!!

- Todos só Um!...

- Epa! Então Você poderia ser Jesus e Pilatos, ao mesmo tempo! Até o próprio César! Basta isso, e a história da Terra estaria em suas mãos! - e Jesus responde a Rá com o sorriso de Buda...

- Como devo chamá-lo, Kytridéltico? Jesus?

- Quem ceia comigo me chama Kor. Assim prefiro. Sob este nome, levantei-me e caminhei ereto. Dominei o fogo; o árion, diriam aqui.

- Kor!...

- Afora os homens, também as mulheres habitam-me a Alma... O Ky. - e a imagem transfigura-se. O enkinho tem agora certa mulher belíssima diante de si. Longilínea, colilonga, olhinegra; tez trigueira bronzeada pelo Sol da Terra. Busto nu. Seios perfeitos sustentando e moldando o peso de largo colar de ouro; e este refulge, com faixas incrustadas de pedrarias radiais."

Livro Treze (Glossário-Dicionário da obra Géa), página 3734, verbete "árion":

"árion: (teru.) fogo." - onde "teru." é a abreviação de "teruzês", idioma falado no país Teruz, planeta Géa.

Na obra Géa "árion" está presente em diversas palavras importantes e nomes próprios, entre eles o do protagonista "Geárion", um Ser de Luz, o Ky Único da espécie dos Enks - você pode conhecer Geárion e tudo mais da obra Géa, lendo-a inteira, acessível agora mesmo em CCDB Livros!

Seria tudo o que exponho acima outra coincidência do tipo das que explico logo no primeiro texto (o de caracteres maiores) lá no alto desta mesma página? Ou teria Maurício baseado o nome do seu novo boneco no citaredo "Árion", ou "Arião", cuja história você pode descobrir, por exemplo, na Wikipédia? Ou ainda, teria Maurício baseado o nome do seu boneco no do cavalo Árion, que nasceu de Deméter (Ceres) e Poseidon (Netuno, o deus dos mares), tempos depois de este se transformar em cavalo para persegui-la, pois a deusa se disfarçara em égua para fugir-lhe ao constante assédio?

Em Géa, "árion" significa "fogo", como diz o verbete do Livro Treze. E já significava isso - e assim estava (e continua) registrado na Biblioteca Nacional - muito antes de Maurício criar o boneco supracitado.

Se não leu esta página inteira, eis outra "coincidência" entre meu trabalho pioneiro e o de Maurício de Souza.

- CCDB 15-11-2010


Cientistas de Harvard descobrem a Fonte da Juventude - em Geínha o resultado disso está previsto!

Hoje, 11 de dezembro de 2010, durante o almoço, eu assistia a um jornal da televisão. Súbito uma notícia importante: cientistas de Harvard (em especial Ronald A. Dephinho), que pesquisavam o câncer em ratos de laboratório, descobriram ("por acaso" segundo a reportagem...) a "Fonte da Juventude", ao encontrarem e reativarem o gene responsável pela produção da enzima "telomerase". Essa enzima, descoberta em 1985 por Elizabeth Blackburn e Carol Greider, protege as terminações dos cromossomos, mas vai se desgastando com o tempo, o que causa os sintomas do envelhecimento. Esses cientistas injetaram um hormônio em certo rato bem idoso, cujo envelhecimento esperavam, no máximo, deter. Porém, o hormônio reativou aquele gene, a telomerase agiu e revestiu os finais dos cromossomas. E o rato não só parou de envelhecer, como em verdade rejuvenesceu!

Eis, entre aspas e em cor castanha, uma previsão da descoberta da "Fonte da Juventude" e das conseqüências que tal Fonte pode trazer aos seres viventes, na Terra, e mesmo aos seres desencarnados, no Além, escrita por mim na obra Geínha, Livro Oitavo, páginas 2340 a 2343 da versão Ilustrada, registrada há vários anos na Biblioteca Nacional (detalhes no Livro Primeiro de Geínha), que você pode ler agorinha mesmo em CCDB Livros - por ser Geínha uma obra infanto-juvenil, a acepção de certas palavras está explicada entre parênteses, logo que aparecem:

"Como se portassem faixas, cartazes, símbolos e megafones (porta-vozes ou cornetas para vozes), mesmo nada disso levando nas mãos, o cortejo sem cortejado, a procissão sem sacerdotes, o séqüito sem líder; todos os passantes transmitem sua mensagem e dizem, sem falarem.

E a mensagem é de indignação! De revolta!

Sim! Alexans sente como se ouvisse palavras de todos os Kys caminhantes: eles se rebelam contra os seres encarnados, aqueles chamados por si mesmos de "gédios", de "vivos", em comparação com os Kys desencarnados, aos quais denominam de "mortos"!

Do fundo de cada Ky, na comitiva sem conde, no acompanhamento sem acompanhado, parte o protesto contra os vivos; e Alexans lê nesse protesto o motivo: mais e mais vivos vêm adiando a transição, vêm enganando ou tentando enganar a Morte!

Os Kys vão passando e mudamente comunicando: uma inconcebível (não concebível, não imaginável) guerra futura dar-se-á entre os Kys desencarnados, os habitantes do Além, e os encarnados, os "viventes", as multidões de seres corpóreos, em quantos planetas e mundos há!

Os Kys estarão impossibilitados de encarnarem por falta de espaço e de corpos físicos, pois os encarnados não mais quererão procriar, para seus filhos não lhes ocuparem o quase nenhum espaço restante em seus mundos físicos. E isso se deve aos encarnados estarem, naquele futuro, a descobrirem mil maneiras de se perpetuarem em seus corpos materiais; sendo a principal delas a estocagem, o armazenamento, de suas células-tronco, por meio das quais produzirão clones de si próprios, em quem aprenderão a instalar sua consciência, sua memória e por fim seu Ky, transformando tais clones em si mesmos!

Para chegar a tal guerra, chamada no porvir "A Guerra do Além", os encarnados do futuro terão precisado enfrentar outra, contra seres também encarnados! Os primeiros, ricos e vencedores, possuirão células-tronco armazenadas e poderão viver indefinidamente em seus clones; os segundos, pobres e perdedores, não as possuirão e serão exterminados nas batalhas dessoutra guerra ou acabarão morrendo de velhice.

Os Kys transeuntes (caminhantes) sabem e transmitem esse conhecimento a Alexans: eles serão aqueles pobres, os incapacitados de estocarem células-tronco, os derrotados no tempo a chegar.

Também sabem, e ora Alexans passa a saber: tais Kys pretendem guerrear os encarnados; os "mortos" atacarão os chamados "vivos", destruindo-lhes os estoques de células-tronco. E os vivos revidarão, invadindo o Além com médiuns conscientes, místicos encarnados e dotados de visão e ação no mundo dos Kys, o próprio Além, cuja estrutura tentarão aniquilar, apagando na Géa os registros dos Kys e do Além, criados por Géo!

Alexans ouve das vozes mudas dos Kys viajantes: já começou o apagamento das estruturas do Além na memória da Géa! E quem vem fazendo isso é Necromago, com sua Kysfera! É esse o defeito a ser consertado no Além; caso contrário, mesmo se sobrevivessem ao desmaio terrível e vencessem a coisa, o Universo teria de ser desfeito e recriado por Géo a partir do zero, do nada dentro do Nada Absoluto, perdendo-se todas as memórias de todas as existências de todos os seres de todas as Grandes Pulsações, acabando-se todas as vidas e a própria imortalidade de quem sabe ser vida e morte, encarnação e desencarnação, apenas o dia e a noite de cada indivíduo, cuja existência não tem limite nem medo, a partir de quando se conscientize das encarnações passadas e da ilimitada vida futura. Somente restariam, se Géo permitisse, aqueles encarnados, aqueles "vivos", os quais se conservariam em inacabável reprodução por meio de seus clones, uma nova espécie de deuses contrária ao próprio Deus, seu Criador!

Havendo este Géo prometido não interferir nas gédias dos viventes, existe grande probabilidade de Ele permitir a continuação daqueles vencedores e até de os deixar substituírem o atual Universo com suas próprias criações, terminando então o ritmo das Grandes Pulsações, num novo mundo, onde nem a imaginação quem sabe existiria!

Passa o último passante...

Assim como surgiu, a lampadodromia (ou lampadedromia) desaparece nos longes...

E Alexans está novamente a sós com os seus companheiros desmaiados.

Nenhum fissureiro se move."

O Livro Oitavo de Geínha tem mais previsões ou "coincidências"; uma delas é triste para quem fica, inda que conheça a vida imaterial: meu grande amigo Alexandre Señorans serviu-me de base ao personagem Alexans, protagonista do Livro Oitavo cuja aventura se passa no Além. Quando terminei de escrever esse episódio de Geínha, Alexandre, que tinha boa saúde e trabalhava embarcado na Petrobrás, ainda bem jovem, saído de férias com a família, sofreu um infarto fulminante e passou pela transição. Alexandre foi (ou ainda é...) espírita kardecista; ainda vivo entre nós, ao ler o episódio e sabendo-me um místico, perguntou-me se sua viagem ao Além era previsão ou premonição de sua morte - mas nem por isso deixou de ler e de adorar a leitura.

Geínha foi escrita adrede com um paulatino incremento da riqueza vocabular; no Livro Oitavo, os Leitores e as Leitoras, mesmo que jovens, já terão aprendido as palavras que alguns acharão "difíceis para crianças", quando lerem desavisados o texto acima. As palavras de idiomas extraterrestres estarão bem memorizadas no Livro Oitavo, após a leitura dos livros precedentes. Você pode conhecer algumas delas e saber seu significado no pequeno glossário de termos alienígenas, página "Os novecentos verbos de Nu".

- CCDB 11-12-2010


Cientistas de Harvard descobrem a Fonte da Juventude (ver artigo imediatamente acima) - em Géa o resultado disso TAMBÉM está previsto!

Arqueu é um homem agérato; ou seja: ele não envelhece, conserva a idade que tinha quando tomou pela primeira vez um preparado de certa planta que Pa, o pajé, lhe ensinou.

Arqueu pode morrer; portanto, não é imortal; sim, tão-somente, agérato.

Pa não bebe desse preparado: ele se lembra das encarnações passadas e prefere viver cada vida até o fim, pois sabe que renascerá em corpo novo e melhor.

Arqueu mantém-se tal qual está, sempre, conquanto possa aprender e evolva à sua maneira; Pa também evolve dessa maneira, também aprende, mas coa vantagem de ter um corpo cada vez melhor, a cada reencarnação, e com a desvantagem de padecer o envelhecimento e a velhice - com a qual ele lida mui bem, pois é assaz sua conhecida.

Saiba o motivo pelo qual Arqueu quis tornar-se agérato e o porquê de Pa o haver atendido: leia o Livro Décimo de Géa! Mas não se esqueça: Géa é uma só história e deve ser lida desde o começo - tal qual Pa é sempre o mesmo indivíduo, em cada novo corpo!

Você pode ler Géa, a história de Arqueu, de Pa e das três mil, quatrocentas e cinqüenta e cinco personagens de minha obra em CCDB Livros, agora mesmo!

- CCDB 13-12-2010


Géa e “Clash of the Titans”

Hoje, 28 de janeiro de 2011, comecei a assistir - pela primeira vez nesta encarnação - ao filme “Clash of the Titans” (Fúria de Titãs), de 2010, direção de Louis Leterrier. Parei na introdução pra vir correndo até esta página contar a “novidade” - mais uma “coincidência” nos moldes das numerosas outras exibidas aqui.

Géa foi escrita e registrada na Biblioteca Nacional nas datas apresentadas no alto desta mesma página, no texto de caracteres maiores. O filme “Clash of the Titans” é de 2010; portanto, Géa já estava escrita, registrada e publicada neste site, bem como todas as ilustrações da obra há vários anos quando tal filme foi lançado - aliás, ilustrações que eu próprio criei.

Aqui está o texto do Livro Sétimo de Géa, que corresponde à “coincidência” supracitada:

"Estou no interior da nuvem de poeira cósmica e gás denominada Cabeça de Ékulo pelos astróbios! Ao iriá-la pelos astrubos, a bordo da Anticiclone, mais de perto e livre da atmosfera geóctone, a nebulosa semelhava muito mais um gigante, elevando-se do interior do solo, pronto a endireitar o talhe, a distender o braço descomunal, a abrir a mão e a colher, nas alturas, as írias sobre sua cabeça escura, para com elas ornar-se e dar à matéria bruta do próprio corpo a láurea do géon espiritual! Esta será outra lição? Anão perante o Cósmico, o gigante serei eu? Será a nuvem trevosa o retrato de meu incultíssimo Ky?"

Onde as palavras do idioma teruzês (de um país do planeta Géa) se traduzem assim: Ékulo = Cavalo; astróbios = astrônomos; iriá-la = olhá-la; astrubos = telescópios; Anticiclone = cosmonave cargueira dos umunos; geóctone = do planeta Géa; írias = estrelas; géon = luz; Ky = Alma.

Mais termos alienígenas traduzidos você lê aqui.

Todos os termos alienígenas você tem traduzidos no Livro Treze, que pode baixar de CCDB Livros.

E aqui está a ilustração que criei para esse texto, presente há vários anos neste site:

Se inda não assistiu a “Clash of the Titans”; ou, se assistiu ao filme porém não se recorda da introdução, assista-o novamente e compare a introdução com o texto e a ilustração acima!

- CCDB 28-01-2011


Geínha e o filme “Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief”

Geínha, obra infanto-juvenil de minha autoria, onde aparecem várias personagens do escrito Géa, foi iniciada em 24/11/2002 e registrada na Biblioteca Nacional em 19 de abril de 2006 às 10:01AM sob o número 006020-VO2. Registro: 375.699, Livro: 696, Folha: 359, de 03 de Maio de 2006.

Geinha foi escrita, registrada e lançada muito antes, portanto que “Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief” - filme de fantasia e aventura, dirigido por Chris Columbus e lançado em 12 de Fevereiro de 2010. Porém Geínha foi escrita, registrada e lançada depois do livro de Rick Riordan, “The Lightning Thief”, que originou o filme supracitado.

Só que eu não sabia do livro até hoje e ao filme ainda não assisti. Mas li em criança as aventuras dos picapauzinhos, escritas muito antes de tudo isso por Monteiro Lobato, as quais se passavam no Olimpo.

Se você visitar esta página da Wikipédia

http://en.wikipedia.org/wiki/Percy_Jackson_%26_the_Olympians:_The_Lightning_Thief

verá uma imagem assaz parecida com a que eu próprio criei para o Livro Doze de Geínha, em que narro a aventura de Rá e dos outros “fissureiros” entre deuses de várias mitologias, inclusive os do Olimpo. Rá vence o próprio Zeus, após tomar-lhe um raio que o deus dos deuses gregos havia lançado sobre ele. Eis a figura desenhada por mim em que você pode ver Rá após colher o raio lançado por Zeus.

E aqui você pode ver mais ilustrações desse mesmo Livro Doze de Geínha.

E a partir desta página você pode ver todas as ilustrações de Geínha.

Melhor: você pode ler Geínha aqui em CCDB Livros, ver todas as ilustrações e conhecer a tremenda aventura dos “fissureiros” durante sua viagem para o outro lado do “lençol”, do continuum espaço-tempo!

Não me baseei em Monteiro Lobato (que li) nem em Rick Riordan (de quem fiquei sabendo hoje e que jamais li) para escrever a parte de Geínha que se passa no Olimpo. E Geínha tem doze volumes com histórias em inúmeros outros ambientes afora o Olimpo; entre eles: o Além, o avesso do continuum espaço-tempo, o passado de há quarenta mil anos, o planeta Géa e o planeta Terra, além de outros mundos no Cosmo.

A mitologia grega, egípcia e até de países alienígenas foi minha fonte de inspiração para escrever Geínha, mas a principal das fontes foi a obra Géa, de minha autoria, cujas personagens infanto-juvenil reaparecem em Geínha. E Géa foi escrita muito antes do livro supramencionado de Rick Riordan, como se pode ver, no texto de caracteres maiores, bem no alto desta página.

E Géa, entre variadíssimas outras, narra aventuras no Extasium, que é o Olimpo do planeta Géa.

Portanto, eis mais uma coincidência entre obras de minha autoria e de terceiros, digna de aparecer nesta página, a mais visitada deste site.

Só falta o Brasil investir nas histórias de minha autoria, compondo filmes com base nelas, publicando livros em papel impresso, antes que outro país o faça! O filme “Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief” custou US$95 milhões e rendeu US$226,441,832 internacionalmente. No Brasil há dinheiro mais que suficiente para um investimento assim e lucros iguais ou maiores. Enquanto (e depois também) isso não acontece (mais vai acontecer), você já pode ler a minha obra completa em CCDB Livros!

E a leitura é muito melhor fonte para a Imaginação do que o mais caro dos filmes.

E filme nenhum alcança o que a Imaginação pode! Confira!!!

- CCDB 28-01-2011


Géa e o filme “Red Cliff (2008)”

Estou assistindo pela vez primeira ao filme “Red Cliff”, nome em inglês para o título original chinês “Chi bi”, de 2008, dirigido por John Woo. Aos quarenta minutos e cinqüenta e três segundos inicia a cena do menino que toca flauta, cujo som faz interromper-se o treino militar, e todos escutam. A cena termina aos quarenta e quatro minutos e vinte segundos. Vale a pena conhecê-la, assistindo ao filme.

Géa foi escrita e registrada na Biblioteca Nacional muitos anos antes de esse filme ser produzido e lançado - as datas estão no alto desta mesma página, onde o texto tem caracteres mais graúdos.

Aspeado e em cor castanha, abaixo, está um excerto das páginas 969 e 970, do Livro Quarto de Géa, versão ilustrada. Se você assistir ao filme e ler esse livro, notará, como eu a “coincidência” entre o espírito da cena do filme e o espírito da cena que eu escrevi - o que está de acordo com o tema principal desta página, exposto no texto de caracteres maiores, logo no início da página.

A cena do texto de Géa se passa no planeta Penta Ro Bolinei, e o maestro rege a banda militar dos ferocíssimos aracnopólipos, os pêntios.

'A banda emite os acordes finais. Silvos e chicotear de tentáculos aplaudem. A aeronave passa e desaparece. O maestro eleva novamente quatro tentáculos, para iniciar nova rítua. Súbito, vem de longe o som redondo de um sino, ou seu equivalente pêntio.

O condutor da banda aguarda. Sobremaravilhado, Rá emociona-se outra vez. Pode sentir-se no lugar do hediondo chefe da orquestra, estudando por toda a gédia a rítua e o som! O Som tão querido de seu pai Clausar!... Sim! Quatro batutas suspensas, o regente pausa, em respeito ao som do sino distante!

O enkinho dá violento puxão, liberta o pulso e põe-se a aplaudir freneticamente o maestro, o silêncio, a pausa!...

Centenas de ocelos intrigados voltam-se-lhe, como prontos a emitirem raios AGEER! Neste ínterim, os ocelos do maestro também se dirigem ao pequeno geóctone... e, pela primeira vez, um enkóide consegue interpretar o sorriso aracnopólipo!

"- TC! O maestro me compreendeu!" - pensa, radiante, o filhote de enk; neste comenos, Terrar dá-lhe tapinhas nas costas, coa mão livre.

O escuro tentáculo de Mílite volta a colher o pulso rosado de Rá e, disfarçadamente, oscula-lhe com a última ventosa a mãozinha. O terráqueo e o pêntio também alcançaram o estato supremo...

O regedor gesticula; as quatro batutas traçam símbolos complexos, separam-se, compassam-se... e a nova rítua começa, plácida, nos timbres mais altos, só emitida pelos tubos mais curtos.

O encanto dura muito pouco...

Torva forma tentaculada vem descendo a arquibancada por entre os cefalópodes e ao fazê-lo recebe as tetracontinências de todos os militares, estataneamente empertigados no alto dos quatro apêndices preênseis restantes.'

Onde, no idioma "teruzês", do país "Teruz", planeta "Géa" as palavras se traduzem assim: "rítua" = "música"; "gédia"= "vida"; "enkóide" = "da raça dos enks, habitantes do planeta Géa (como é o caso do pequeno Rá)"; "TC" = "OK"; "estato" = "instante"; "tetracontinências" = "continências feitas com quatro dos oito tentáculos". Você pode conhecer mais termos do idioma teruzês nesta página, e todos os que utilizo na obra Géa se ler o Livro Treze de Géa, que pode baixar de CCDB Livros.

Você pode ler o Livro Quarto e os outros livros de Géa, bem como a obra completa em CCDB Livros, a partir de agora mesmo!

- CCDB 03-02-2011


Géa e “Die Zauberflöte” (A Flauta Mágica), ópera de Wolfgang Amadeus Mozart

Não falo nem leio alemão, embora muito o desejasse; quem sabe um dia eu aprenda.

Tal qual tanta gente no Brasil, tenho em casa CDs com a ópera "Die Zauberflöte" (A Flauta Mágica), que ouvi numerosas vezes sem entender a história, somente pelo prazer da música e dos sons das vozes. Não quero me reportar ao que a gente presencia dessa obra no maligno filme "Amadeus", que talvez com segundas intenções apresenta um Mozart interessante ao público superficial todavia distorcidíssimo.

Assisti a numerosas óperas e operetas no Teatro Municipal de São Paulo em criança, pois minha vida na época era ligada ao teatro pela obra pianística de minha mãe, Clarisse Leite, e pela posição política de meu pai, secretário particular de Adhemar de Barros (pai), este último três vezes governador do estado de São Paulo e também prefeito da capital, o que me possibilitava entrada permanente e o melhor lugar no teatro: o camarote do prefeito.

Porém, nada disso me inteirou da história magnífica por trás de "Die Zauberflöte", até que hoje, com sessenta e cinco órbitas derredor do Sol, assistindo (com meu grande amor, Dalgiza) a essa ópera num filme neste mesmo computador em que crio este texto e ouvindo-a pelo lendário Sistema de Som CCDB (vide Revista Nova Eletrônica), tive a surpresa de ler a tradução nos subtítulos, em inglês, que compreendo perfeitamente e de conhecer a história que transcorre junto com a música.

O filme é da BBC Television, de um espetáculo na Royal Opera House, Covent Garden, em que destaco a mirífica Diana Damrau, no papel de Rainha da Noite.

Géa escrevi há vários anos (veja a data do registro da obra no alto desta página, dentro do texto em caracteres maiores). Portanto, muito antes de, pela vez primeira, saber a história que há dentro de "Die Zauberflöte". O libreto é de Emanuel Shikaneder; ele é o autor da história, Mozart compôs a música.

Esta página dobraria de tamanho se eu fosse apontar as semelhanças entre o curso geral da história de "Die Zauberflöte" e a que é narrada em minha obra, Géa. Escritas com a separação de séculos, por pessoas que não se conheceram em corpo físico - Mozart, Shikaneder e eu -, contêm mensagem símil, a mensagem iniciática; a mesma Verdade vive em ambas as obras. A Verdade que não se aprende tão-somente em Ordens Místicas autênticas, mas é ensinada outrossim pela Vida, a Luz e o Amor, in se - e até mesmo na aventura lisérgica, a qual experimentei (e que não recomendo a pessoa alguma tentar).

Assim como "Die Zauberflöte" não tem "apenas" a mensagem mística, Géa também não transmite "só" isso. Mas você saberá apontar a cada passo as semelhanças, que são as pegadas da mesma deusa: a Verdade, também chamada "Maat"...

Se você se interessou pelo que aqui lhe conto, se não entende alemão mas gosta de excelente música e leitura de igual excelência, sugiro o seguinte: assista à ópera "Die Zauberflöte", tendo em mãos o libreto (ou um filme com subtítulos em idioma que você entenda, caso não saiba alemão) e leia Géa em CCDB Livros. Basta que eu lhe sugira isso, não é preciso traçar mais paralelos neste subtítulo...

Ah! Em CCDB Livros você pode ler Géa em posto mais confortável que o camarote do prefeito: na tela do seu computador, na tela de um iPad, um iPhone, um iPod ou aparelho equivalente.

E quanto à música, Géa também tem! Cada vez melhores. A mais recente foi composta pelo Mozart brasileiro, Sérgio Dias, com letra escrita por mim: Tema de Géa (Tárky fre Géa). Você pode baixá-la ao seu computador em MP3 ou em WAV (qualidade máxima) e pode compor sua versão de música para a letra que escrevi, seja em português (apresentada nessa página), seja em teruzês, um idioma alienígena (também ali apresentada). Pode compor um Tema de Géa completamente novo, com música e letra de sua autoria. Pela página Acesso às páginas mais visitadas ou pela Página Principal deste site, você entra nas páginas de todas as músicas, as poesias e os textos escritos por colaboradores do Movimento Géa! Pelas mesmas páginas pode alcançar as páginas com Animações e sobre Dança, Filmes, Poesia, Quadrinhos, Ilustrações e muitas outras. Se você é compositor ou se quer começar bem, crie qualquer tipo de obra de arte em prol do Movimento Géa, baseada no conteúdo dos livros de minha autoria! No caso de músicas, a página A Volta dos Atlantes tem sugestões já prontas para CDs e a lista completa das músicas e rítuas (músicas do planeta Géa) citadas na obra Géa!

- CCDB - 06-03-2011 e 08-03-2011


Géa e o filme "O Príncipe da Pérsia"

Géa está escrita há vários anos, conforme datas de registro na Biblioteca Nacional, vistas no texto de caracteres maiores, no alto desta mesma página. Ontem assisti pela vez primeira ao filme das produções Walt Disney, "O Príncipe da Pérsia", de lançamento relativamente recente. Géa já existia, portanto, muito antes de o filme ser concebido e lançado. Quem assistir a esse filme, verá o punhal mágico que tem um botão para acionar o dispositivo de viagem no tempo.

Em Géa, Livro Doze, versão ilustrada, você acha este texto, página 3546:

"Clausar volve o iriar ao vórtice. E não é sem ritmo: enquanto Sauternidade desaparece no sentido oposto, surge ao lado do voraz sorvedouro a mordaz silhueta de Oég! E, desta vez, a Morte porta a temibilíssima foice, onde não faz falta a falta de um terço da ponta!

Arma cortando o vácuo à direita, o falcífero Oég marcha para Clausar. Com Tóxia de prontidão no cocuruto, o enk aguarda, dentro do cone atmosférico; Ecoespada em punho, na destra! Da rorífera foice goteja ao vórtice o sangue morto da Morte, usado para afiá-la entre os dentes. Da Ecoespada, Clausar faz pingarem escudos de reatâncio, aqui e ali, nos lugares estratégicos. O enk vai comprimindo o gatilho para criar escudos horizontais e torna-os permanentes, ao apertar o botão no topo do manípulo da Ecoespada: são ecos da lâmina, por onde poderá subir e descer durante a luta.

Oég aproxima-se. Com seu cinéreo írio único, o esquerdo, a Morte pára e fita sinistramente os sidéreos írios cáqui de Clausar."

E acha estoutro, página 3551:

"Belo de vexar Adônis e Apolo, Clausar pula do ecoescudo ao chão gravífico; e brande a Ecoespada; e aperta seguidamente o gatilho na pega; e cria ecolinhas voláteis, para interceptar, no tríntado da duração destas, novos golpes de Oég, até se refazer. Ah, destríssimo Teseu da Terra! Arrancarias de sob a pedra de Egeu a espada real e as régias sandálias e correrias da Ática ao Céu, a trocá-las pelo gládio ástreo e o plúmeo colar, do agílimo Clausar de Géa!"

Até ontem, a Ecoespada era a única arma branca que eu conhecia onde há botões para disparar certos recursos. Aliás, a Ecoespada também produz viagem no tempo, porque pode congelar no tempo linhas invisíveis de reatâncio (as "ecolinhas", no segundo texto em cor castanha, logo acima), o indestrutível metal vivente dos Galácticos, as quais cortam quem por elas passe.

As palavras de idioma alienígena presentes no texto aspeado acima já serão plenamente conhecidas de quem lê o Livro Doze de Géa, após os onze volumes anteriores. Nesta página há um pequeno glossário dos termos alienígenas usados em um dos capítulos de Géa; em CCDB Livros você pode ler Géa inteira e baixar o Livro Treze, que contém o Glossário Geóctone, com todos os termos alienígenas. E na página Tema de Géa, há mais um glossário de termos alienígenas.

- CCDB - 25-03-2011


Géa e o filme "The Black Stallion"

Assisti ontem pela primeira vez, ao filme "The Black Stallion", de Francis Ford Coppola. Esse filme foi lançado em 1979 e baseado no livro de Walter Farley, de 1941, livro o qual nunca li e de que jamais ouvira falar - os dados aqui sobre o livro são resultado de pesquisa feita por mim hoje na Internet, sobre o filme.

No filme, surpreendeu-me a cena em que o garanhão negro mata a cobra, para salvar o menino; isso porque, no Livro Quinto de Géa, capítulo "Hýpna Sínua Botórsia", há uma cena assaz parecida, em que o ékulo (cavalo do planeta Géa) Gázeo, o garanhão branco, faz a mesma coisa, mata a hýpna (cobra do mesmo planeta) em prol de Clausar, o enkinho (menino de lá), que tem praticamente a mesma idade do astro terráqueo do filme. Note que, na cena de minha autoria, imagino até mesmo um filme hipotético! E existe a faca, tal como no filme existe o canivete!

Eis o texto de Géa, com essa passagem, páginas 1497 e 1498 da versão ilustrada, que você pode ler (obra completa) hoje mesmo, em CCDB Livros:

"- RRRRRRRRR!!! - faz o ékulo, assustado.

- Ôôôa! - grita Clausar, puxando o cabresto com toda a géa. - Volte! Volte! Depressa!!! - Obediente, Gázeo retorna e põe-se a galopar de volta. Se Clausar pensava ter atingido a máxima velocidade na ida, desta feita chega a perder o controle por alguns trínticos. Felizmente, Gázeo não percebe; senão, quebrar-se-ia o encanto; soltar-se-ia o hífen da coisa-feita, a coisa feita preta ficaria, e agéo supremacia do ekuleiro!

Logo o enkinho logra equilibrar e mover-se novamente em harmonia com o animal. Outras pedras brancas transfixam o espaço transparente, cheias de arestas, arranhando sinestésicos silvos no ar. Com o afastamento, o perigo encolhe ao longe; e logo Clausar e Gázeo repassam defronte da sede, transitando em sentido contrário.

Os raios de Rá, mais adiantado em seu curso, ardem no pescoço e nos braços brônzeos do enkinho. A pelagem branca absorve menos calor, e isso não impede Gázeo de suar em bicas. Bem nutrido e treinado, o corcel de Géa não demonstra qualquer cansaço e prossegue a cânter, personificando a Invariância no meio da estrada. Clausar se esquece do perigo de há pouco; acelera... e novamente se deixa invadir pelo êxtase ensiforme da velocidade.

Inebriada, a visivíssima Velocidade abre asas vetoriais e voa, e deriva, e vai... e foge! O filme quântico do ritmo pára num fotograma e, impressentidamente, o enkinho achata-se contra o pescoço da montaria! Aparada cerce, a crina do potro espeta-lhe o rosto trigueiro, e Clausar abraça-se a Gázeo por instinto. O ékulo empina o corpo e eleva o ekuleiro a três trezêmbilhos de altura!

- RRRRRRRRR!!! RRRRRRRRR!!! RRRRRRRRR!!! - repete o ékulo, assustadíssimo, pateando o ar em vez de o chão! Ato contínuo, abaixa e pisoteia alguma coisa, com extrema violência!

Clausar consegue dominar Gázeo e o faz retroceder. Apeia e amarra o cabresto na cerca, ao lado da estrada. Caminha até o local do empinamento e encontra no solo a forma coleante de uma hýpna, com o crânio parcialmente esmagado pelo casco do ékulo!

- Trônquilho!!! Esta é das peçonhentas!!! Tem todas as características dadas no Tesouro dos Enkinhos! Hýpna oegírios!!! Venenosa ela é; quanto à espécie... ignoro. Velha como o planeta!...

- RRRRRRRRR!!! - rincha Gázeo lá na cerca, passarinheiro.

- Melhor degolar! Senão, pode me abocanhar a mão! Já eriei dizer: com genes tão reacionários, perduram várias nônadas, mesmo decepadas! - e Clausar decapita a hýpna, fincando a lâmina larga da faca de ponta na gia, com o “pescoço” da oegírios no meio. Ao contorcer-se em violentas convulsões, o corpo acéfalo chicoteia sob o aço o piso argiláceo da via; e a face truncada escancara a metade incólume da boca, expondo a presa gotejante de tóxico mortal! Na maxila calcada, outra presa mexe qual zúmbico stíngeo..."

E não foi apenas essa a semelhança do filme com a obra Géa. No fim do filme, o garoto abre os braços e "voa", enquanto cavalga o garanhão negro, na longa e ensolarada praia. Eis cena similar, também no Livro Quinto de Géa, mesmo capítulo supracitado, página 1496 da versão ilustrada, que você pode ler agora mesmo em CCDB Livros:

"Os corpos de Gázeo e de Clausar harmonizam-se, mais e mais. O ékulo entrega-se! Deixa a mente superior imperar e torna-se inteiramente um só com o enkinho!

Por sua índole dominadora, ora dotado de músculos entre os mais poderosos e ágeis de Géa (aptos a matarem o ventura rex com bem aplicados coices) Clausar voa, agora mais rápido! Novo estágio de celeridade é alcançado, superior ao da bigiróscopa! Unido ao Ky de Gázeo, o Ky de Clausar amplia-se; avante; atrás; aos lados; acima; e alcança a paisagem inteira! Ela desliza e passa, no balanço cadenciado do galope; e a rítua dos poderosos guerreiros nórios clarina densa, e intensa, e imensa, e propensa na mente do pequeno enk! Qual deuses louros no céu, Clausar voa na gia! O som vai sumindo na repetição das pancadas contra o solo compacto; os arrancos motores estabilizam-se em moto contínuo; e Clausar de novo desliza, inundado pela Paz do Agora! Antes senóide achatada na base em classe B, Clausar já decola e voa, em pura classe A!"

Em vários outros capítulos e livros de Géa, o ato de Clausar "voar" é ressaltado, por tratar-se de uma premonição de algo que ele, um dia, viria realmente a fazer, de uma forma que você poderá entender muito melhor se me honrar com a leitura de Géa. Clausar "voa" na bigiróscopa, no Teatro Municipal de Salo e em diversos outros lugares, tempos e situações; e esse vôo também eu fiz... quem sabe você idem.

E para acrescentar um detalhe importante: existiu um Gázeo na Terra, fazenda Caieiras, propriedade de Adhemar de Barros (pai), onde eu, quando "enkinho", durante as férias escolares, conheci as "hýpnas" e "voei" cavalgando a Velocidade Branca - pura, em pêlo, sem sela nem arreio, agarrado a sua crina de álgido fogo!

As palavras de idioma alienígena presentes no texto aspeado acima já serão plenamente conhecidas de quem lê o Livro Quinto de Géa, após os quatro volumes anteriores. Nesta página há um pequeno glossário dos termos alienígenas usados em um dos capítulos de Géa; em CCDB Livros você pode ler Géa inteira e baixar o Livro Treze, que contém o Glossário Geóctone, com todos os termos alienígenas. E na página Tema de Géa, há mais um glossário de termos alienígenas.

As semelhanças entre a minha obra e as de terceiros, apontadas nesta página, devem-se, penso eu, ao que sugiro no texto em caracteres maiores, bem no topo desta página; e, não, a plágios nem a meras coincidências.

- CCDB - 27-03-2011


Géa e o filme "Moulin Rouge"

Estou asssistindo pela vez primeira ao filme "Moulin Rouge" (2001), dirigido, produzido e co-escrito por Baz Luhrmann, estrelado por Ewan McGregor no papel do jovem escritor inglês Christian e por Nicole Kidman, no papel da cortesã Satine. No primeiro encontro do par Cristian e Nicole, no Moulin Rouge, ele tenta lhe dizer cândidos versos; e ela... o quer levar com selvageria para a cama. É um contraste semelhante ao que criei anos antes entre os personagens Clausar (poeta e escritor como Christian) e sua filha-amante Ky (a maior bailarina do Universo; portanto, bailarina como Satine). Esse contraste aparece no capítulo "Eu sou Ky", Livro Oitavo de Géa, página 2293 da versão ilustrada e em páginas seguintes da obra.

Quem assistir ao filme supracitado perceberá as "coincidências" e manterá em mente que Géa foi escrita muito antes de o filme ser lançado - as datas de registro de Géa se acham no topo desta página, texto inicial com caracteres maiores. "Coincidências" que surgem no relacionamento entre as personagens românticas e também na presença de um teatro em seu primeiro encontro, pois Clausar conheceu a bailarina Ansata num teatro da cidade de Salo, país Teruz, planeta Géa, quando a viu dançar e por ela se apaixonou, como é contado no Livro Sexto de Géa, capítulo "Ansata".

Clausar persegue a bailarina Ansata por entre as estrelas e planetas da Constelação da Telária, até encontrá-la finalmente na cidade de São Paulo, país Brasil, planeta Terra, a correr a maratona, como é descrito no capítulo "Ky", Livro Oitavo. Após (literalmente) correr atrás de Ansata nessa maratona, o par se encontra... e só então Clausar descobre que Ansata é sua filha Ky, saída de sua casa aos dois espectros (anos) de idade.

No final do capítulo "Ky", Clausar larga a motocicleta "viúva-negra" (uma Egli-Vincent) em que perseguia Ansata e se atira num abismo onde pensou ter-se precipitado Ky com o "chopper" (Harley Davidson) o qual pilotava, mas a bailarina o colhe entre suas longas pernas em meio ao salto para a morte e o deposita na beira do abismo da vida e das regras sociais.

Os dois não resistem e se entregam ao amor proibido, o amor entre pai e filha, descrito de maneira sublime. Na Lista de Personagens (PDF 640KB), você poderá descobrir o que esse amor simboliza perante a obra Géa e, em especial, o que a personagem Ky simboliza, lendo os verbetes "Clausar" e "Ky".

Eis, aspeado abaixo e em cor castanha, o conteúdo da página 2293 e da seguinte, transcrito do capítulo "Eu sou Ky", de Géa:

"No fragoso alcândor, o tanque de gasolina arredondado da viúva-negra explode; e, em exata concomitância, enganchado sob o rebordo do abismo, o reservatório do chopper faz o mesmo...

Dois glandiformes cogumelos laranja enrolam-se em trajes de labaredas, ascendem com ímpeto ao anil, alargam enciclias vazias nas cândidas nubéculas sobrejacentes, penetram-lhes o centro, sobrepujam-nas, arrispidam-se, abrem braços de fogo envoltos em véus de névoa, unem-se no violeta do alto, gozam da autoconsciência, saciam-se meditando a própria vida, espreguiçam-se no ar glacial da Serra da Cantareira e formam régio sobrecéu da mais fina renda fumosa, para abrigar e esconder do mundo espantado o amor proibido de Ky e Clausar...

Na água verde do mar profundo, forcejam sedutoras ondas: tentam encaracolar os radiosos raios retos do Sol penetrante. Isso é contemplar as íris encíclicas de Ky, em cujas grandes pupilas o astro eclipsa-se. De tão próximas, falam as bocas de pai e filha direto uma à outra, rosando-lhes as orelhas de ciúme dos lábios:

- Eu te beldo, Ky! - Aqui se diz amo...

- Eu te amo, Ky!... - Hu-hum!... Eu sei...

- Teus írios... - Ora, não me trate por tu, pai! É chato!

- Tá bom... Desculpe, Ky. - e as bocas afastam-se um pouco.

Desluz-se o Sol. Acastanham-se os írios de Clausar. Ky indigita a terra, apontando a Terra: - E por falar em írios, Você tem de aprender a fingir de tridéltico: não pode deixar a cor mudar, pai!

- Disso me lembrarei o tempo todo da vida, filha.

- O tempo todo não, seu tolinho! Só enquanto estivermos na Terra. E pra continuarmos livres e vivos, temos de nos mandar daqui já! - Clausar reaproxima-se, afasta coa destra o cabelo de Ky e ora cora-lhe de prazer a aurícula esquerda: - Nos mandar?

- É o jeito do povo, pai. Você aprendeu a dizer tempo, vida e outros termos locais; mas não basta: também precisa aprender a falar como toda a gente. Vamos? - e Ky levanta-se nua do solo vermelho da Terra, mais leve comparada às deusas aladas, portando somente a medalha no cordão. Clausar não move um músculo, não pisca, paralisado: admira o sonho de sua gédia, ali presente, falando com ele qual as filhas de dezesseis espectros com os pais, e aceitando-o por amante coa imaculável naturalidade dos imortais.

- Vamos!!! Mexa-se, enk! Os motoqueiros vêm aí! Erie!

- Motociclistas?

- É! É! Ande logo! Tome: isto é seu! - e a deusa atira sobre o geóctone a camisa e o calção da Maratona, enquanto se veste. O impacto suave quebra o encantamento de Clausar. Flácido o corpo; a mente placidamente ácida; coa majestade do ventura rex, o enk eleva o vulto escultórico, espanta a languidez veloz feito gato e mete-se, rijo, no traje ligeiro, qual se metiam heróis em duras cotas.

Ky e Clausar manchados de barro; molhado aqui, seco ali, o rúbido solo convida-os a espojarem-se mais, virando com ele um só. Gloria-se na brisa o ar. O dossel de fumaça dispersa. Brilha o violáceo firmamento. O Sol reluz. Azeitonam-se os írios de Clausar."

Inúmeras outras passagens do romance entre Clausar e Ky mostram o delicioso contraste entre suas personalidades, que até por isso se encaixam e completam com absoluta perfeição. Você poderá comparar o romance de Clausar e Ky com o que assistir em "Moulin Rouge" e em qualquer outro filme ou obra de arte. Se você for brasileiro ficará feliz com o resultado da comparação; se não for brasileiro (ou brasileira), mas for humano, ainda assim se felicitará.

As "coincidências" entre Géa e o filme "Moulin Rouge" não ficam só nisso: assim como o filme é permeado de músicas, também Géa o é, como se pode saber por meio da leitura da obra, ou mais rapidamente na página "A Volta dos Atlantes", que contém a lista das duzentas e quatro músicas e rítuas citadas na obra Géa, à qual se somam às músicas e outras obras de arte compostas em honra a Géa por mim e por amigos apaixonados por Géa, sem faltar o Tema de Géa (Tárky fre Géa), música de Sérgio Dias e letra de minha autoria, no idioma alienígena teruzês, a língua do país Teruz, planeta Géa.

As palavras de idioma alienígena presentes no texto aspeado acima já serão plenamente conhecidas de quem lê o Livro Oitavo de Géa, após os sete volumes anteriores. Nesta página há um pequeno glossário dos termos alienígenas usados em um dos capítulos de Géa; em CCDB Livros você pode ler Géa inteira e baixar o Livro Treze, que contém o Glossário Geóctone, com todos os termos alienígenas. E na página Tema de Géa, há mais um glossário de termos alienígenas.

As semelhanças entre a minha obra e as de terceiros, apontadas nesta página, devem-se, penso eu, ao que sugiro no texto em caracteres maiores, bem no topo desta página; e, não, a plágios nem a meras coincidências.

............

Terminei de assistir ao filme e destaco mais uma "coincidência": as palavras finais do filme são "...is just to love and to be loved in return.". Se me honrar com a leitura integral de Géa você achará um neologismo que numa só palavra abarca essa frase inteira: "- ENTREAMAI!".

- CCDB - 31-03-2011


Géa e o filme "Contato"

Na grande maioria dos artigos acima venho apontando exatamente e com amostras textuais as semelhanças entre a obra Géa e obras de outros autores; entre estas, filmes cinematográficos.

Para o filme "Contato" (Título original em inglês: "Contact"), com Jodie Foster, Matthew McConaughey e Tom Skerritt, dirigido por Robert Zemeckis, prefiro convidar você a assistir a ele e a ler a obra Géa. Notará por si as semelhanças entre a história de Clausar, sua atitude perante a Verdade e a história da cientista, Dra. Ellie Arroway, personagem principal de "Contact".

Não só isso, também o destaque à relação entre pai e filha é um elo forte entre a obra Géa e "Contact".

Idem, a atitude inicial reservada, inda que não céptica, de Clausar (um dos protagonistas de Géa) e dessa cientista perante a experiência mística.

Convido também à comparação do alcance de ambas as obras, Géa e "Contact", para ver até que ponto a aventura se desenrola em ambas e qual delas chega a uma conclusão, vai mais longe, embora ambas considerem o âmago da questão mais importante da Vida - questão essa que você saberá identificar ao assistir ao filme e ao ler Géa inteira.

Géa só pode ser compreendida se for lida inteira. As amostras, os resumos e as resenhas presentes neste site são mera pista e não podem mostrar aquilo que me ocupou os últimos dezessete anos desta existência para criar.

Você saberá como assistir ao filme; quanto a ler Géa, só pode fazê-lo hoje em CCDB Livros.

Notará também, ao conhecer filme e livro, que ambos respiram a essência do que esta página, Nem Plágio Nem Coincidência procura destacar.

- CCDB - 16-04-2011


Géa e o filme "Sunshine"

O filme "Sunshine - Alerta Solar" (2007), dirigido por Danny Boyle, narra a aventura de terráqueos na tentativa de restaurarem o Sol (o sol da Terra), que se iria apagar.

A ciência diz que o Sol ainda está na metade de sua vida estelar e, portanto, durará outros cinco bilhões de anos - mas o filme não coincide com o que a ciência diz, nesse aspecto.

Muito mais verossímil e tremenda é a história que compus no Livro Terceiro de Géa, anos antes de surgir o filme supracitado. Nessa história, Rá, o filho de Clausar e Gia, com Tóxia e o bio-computador mais tarde chamado Posenk, restauram (com o poder da Laranja e os buracos negros que na época lhe serviam de motores*) a estrela Ro Bolinei, já velha de verdade e no fim de sua vida, pronta a explodir em supernova e aniquilar o planeta Penta Ro Bolinei, mais belo orbe da Galáxia e habitado pelos aracnopólipos e outros seres magníficos - os mais perigosos para todos os mundos.

Durante o filme, os astronautas assistem à passagem do planeta Mercúrio, que se desenha qual bolinha preta na face do Sol - a cena começa aos quatorze minutos e trinta e sete segundos. A mesma coisa faz parte outrossim da obra Géa baseada em fato de minha vida real, quando, com meu amigo Raphael Vilardi, assisti a esse fenômeno, por meio de um telescópio óptico que nós, membros da Associação de Amadores de Astronomia de São Paulo (AAASP) - que dirigia o Planetário do Ibirapuera - instalamos no exterior do Planetário. O evento foi fotografado e serviu de base a uma das ilustrações criadas por mim para o Livro Sexto de Géa. Na referida ilustração você lê mais um excerto de Géa e a informação sobre a passagem de Mercúrio.

Eis, portanto, mais um caso de semelhança entre minha obra e a de terceiros, sem que qualquer dos dois, os autores do filme e eu, tenhamos plagiado ou sequer nos baseado na obra uns dos outros. O motivo que cogito para a ocorrência de tais semelhanças explico no texto de caracteres maiores, logo no começo desta página.

A imagem (thumbnail) logo no alto deste subtítulo leva você até a ilustração em tamanho grande, que criei para uma das cenas da aventura de Rá e seus amigos ao restaurarem a estrela Ro Bolinei. Sob essa ilustração, você pode ler um excerto de Géa, relativo a essa cena. Ler Géa inteira é muito mais; pode lê-la agora mesmo em CCDB Livros!

Tão ou mais tremenda que a aventura da restauração da estrela Ro Bolinei, foi o mergulho de Rá, com o bio-computador e Tóxia, na Laranja, até o âmago da íria (estrela) Rá, o sol do planeta Géa!

Aventura assim, que eu tenha notícia, jamais foi imaginada, escrita ou filmada! Você também lê essa aventura mirífica na obra Géa, em CCDB Livros!

-----------------------
*mais tarde substituídos pelos Imaginátores.

- CCDB - 09-05-2011


Géa e o filme "Solaris"

Acabo de assistir, pela vez primeira, o filme "Solaris" (2002), dirigido por Steven Soderbergh. O histórico e os dados completos do registro de minha obra Géa, anterior a esse filme, você acha nesta página. No filme, o protagonista no interior de uma cosmonave lança para sumir-se no espaço a navícula onde está a sua amada; na história contada em Géa, Clausar faz o mesmo a Gia, a seu filho e a seus amigos, quando os poderia ter conservado num universo todo seu, o Universo Laranja, onde nem Géo (Deus) interferiria.

O protagonista de "Solaris" e Clausar (um dos protagonistas de Géa) tiveram motivos diferentes para agirem dessa forma, porém ambos se viram num momento crucial de escolha e decisão.

Se você assistiu ou assistir ao filme saberá essa parte; o que ocorreu em Géa pode saber agora mesmo, lendo-a em CCDB Livros. Para lhe dar um gostinho de Géa, eis um excerto do texto, no momento da ação de Clausar, após tomada a sua decisão - Livro Doze, versão ilustrada, página 3524:

"O geóctone levanta o gatilho de sobreaceleração na manete, destrava e comprime o botão laranja. A imensa Esfera Laranja desfaz-se, fácil como sob um passe do gênio da lâmpada ou sob um passo da Deusa Ky. Menos fácil é ordenar a Posenk: “- BIO: Desligar raio trator!”. E o triomega não consegue dar esse comando. Intermeter Posenk seria desprezar os entes queridos encerrados na 337, justo nos estatos finais das suas existências. Mesmo de coração insensibilizado, grita no enk o Ky, alto feito o trom de mil olifantes, enquanto Clausar, ele próprio, aciona a alavanca manual de controle do raio trator... e solta a Mariana no abisso."

As palavras de idioma alienígena contidas no excerto acima estarão conhecidíssimas de quem ler Géa. Você pode sabê-las todas lendo a obra e baixando o Livro Treze, que contém o Glossário Geóctone com todos os termos dos extraterrestres. Nesta página há um pequeno glossário dos termos alienígenas. Em algumas das músicas que eu e amigos compusemos para Géa há também glossários.

- CCDB - 11-05-2011


Géa e o filme "300"

Assisti ontem, pela primeira vez, ao filme "300" (lançado em 2006), dirigido por Zack Snyder. O histórico e os dados completos do registro de minha obra Géa, anterior a esse filme, você acha nesta página. Há alguns anos eu assistira a versão mais antiga da história dos Trezentos de Esparta.

Em ambos os filmes o protagonista, Rei Leônidas de Esparta, morre. A narrativa pára aí e nas conseqüências sociais que o sacrifício dos Trezentos gerou - a não ser pela breve sugestão de um pós-vida, com o brado de Leônidas: "- Amanhã jantaremos no Inferno" (ou nos Infernos, no Hades).

Na obra Géa, um dos protagonistas (não direi qual, aqui) também morre e por motivo semelhante ao da morte de Leônidas, porém com abrangência universal, em objetivos e efeitos.

Só que... Géa vai mais além; vai ao Além e ultrapassa o Além!

Lendo Géa, você saberá o que acontece com esse (e vários outros) protagonistas APÓS a morte! Não perca, porque é verossímil e magnífica a leitura. Confira, lendo Géa agora mesmo, em CCDB Livros!

- CCDB - 13-05-2011


Géa e o filme "Artificial Intelligence: AI"

Comecei a assistir, pela primeira vez, ao filme "Artificial Intelligence: AI" (2001), projeto de Stanley Kubrick passado a seu amigo Steven Spielberg após a morte de Kubrick e baseado no livro "Super-Toys Last All Summer Long" (1969), de Brian Aldiss (o qual jamais li), que alguns dizem assemelhar-se à história de Pinóquio, a qual todos conhecem. O histórico e os dados completos do registro de minha obra Géa, anterior a esse filme, você acha nesta página.

Quando o filme chegou a 0:26:50, o menino-robô, programado para "amar" sua "mãe", diz a ela, preocupado com a sua morte: "- Eu te amo, mamãe! Tomara que você nunca morra".

No Livro Primeiro de Géa, página 184 da versão ilustrada, o bio-computador que muito mais tarde viria a chamar-se Posenk prognostica a Clausar, o geóctone, seu criador: "- Clausar viverá para sempre, como eu!" e na página 241, temos esta cena, onde as palavras do mesmo bio-computador se acham em itálico - ele se dirige a Clausar, logo antes de lhe ser arrancada a esfera que o controla, a qual contém a sua "vida":

"Eu...

Eu... Amo?

Eu amo Você?... - balbucia o bio-computador.

Dos írios cerrados, rola uma lágrima na face inerte do geóctone... Perde-se na gosma de bíolas moribundas.

O enk arranca a esfera do circuito."

Onde "bíolas" são "células" e "írios" são "olhos", no idioma teruzês, falado no país Teruz, planeta Géa.

O bio-computador é muito mais que um robô: ele possui um circuito interligado a células viventes que fica no painel de controle da Laranja, o disco voador de Clausar e Gia, mas o que dele vemos é um "psido", ser de realidade supravirtual e ninguém o considera "vivo".

O bio-computador bem mais tarde adquire vida - e esta é feliz, tornando-se Posenk até mesmo parte do seu criador, Clausar, quando este ascende (sem que para isso precise morrer) ao plano dos Seres de Luz.

Apresentada a "coincidência", mais uma no espírito desta página (que, para conhecer, você deve ler inteira), volto a assistir ao filme. E para saber toda a história de Posenk, leia Géa, em CCDB Livros!

- CCDB - 25-05-2011


Géa e o filme "The Big Bang"

Assisti ontem pela vez primeira ao filme "The Big Bang" (2011), dirigido por Tony Krantz, com Sienna Guillory, Autumn Reeser e Antonio Banderas. Nesse filme, um magnata e um cientista buscam o que denominam de "a partícula de Deus".

Escrevi Géa e a registrei nas datas que você pode conhecer no texto inicial desta página, ou com mais detalhe aqui; portanto, muito antes de esse filme ser composto e lançado.

Na obra "Géa", Géo (Deus, parte masculina do Um, cuja parte feminina é a Géa) se lança no abismo do Nada Absoluto (onde paradoxalmente a Géa assim mesmo existe...) e se transforma na menor partícula do Universo. Embora no filme a partícula não "seja" o próprio Deus; e mesmo lembrando que tudo quanto existe é parte de Deus, a relação entre "Deus e partícula" é feita em ambas as obras: "Géa" e "The Big Bang".

No filme e na obra "Géa" a epifania (a visão de Deus ou a percepção direta de Deus) é relacionada com a experiência lisérgica. Compare a abordagem estreita e superficial do autor do filme (apesar da boa alegoria do carro-amor-partícula escapando da estrada-ciclotron...) com a vasta e cônscia abordagem que faço em Géa, no tema "Deus e LSD", fruto de experiência própria.

Você pode saber exatamente como foi o mergulho de Géo no abismo e o motivo desse mergulho se ler o último capítulo da obra "Géa" - e o único lugar, hoje, onde poderá fazer isso é neste mesmo site, seção CCDB Livros. Com a compra de tempo de leitura via PagSeguro e agora também via PayPal, você pode ler estando em qualquer lugar da Terra. Leia! Não se arrependerá!

- CCDB - 01-07-2011


Géa e o filme "Green Lantern"

Assisti ontem pela vez primeira ao filme "Green Lantern" (Lanterna Verde).

"Lanterna Verde" é o nome de vários super-heróis da DC Comics. Criação de Martin Nodell e Bill Finger, foi lançado na All-American Comics nº16 (1940), republicado em 1960 e chamado de "Sentinela" no Brasil. O filme (2011) foi dirigido por Martin Campbell, com Ryan Reynolds no papel principal.

Até ontem eu nem sequer sabia da existência do super-herói "Lanterna Verde", porque quase não lia histórias em quadrinhos em minha infância, juventude e vida adulta - e talvez porque o personagem não tenha feito muito sucesso ou fosse bem divulgado por aqui.

Ao assistir ao filme (que na Internet é criticado como "filme ruim"), notei uma semelhança com certa passagem da obra "Géa" (que é ótima...), de minha autoria: o anel do "Lanterna Verde" lhe possibilita (e a outros heróis) o uso da imaginação e da vontade para criar o que desejar. No livro "Géa", o bio-computador Posenk cria os "Imaginátores", que substituem os esgotados motores de buracos negros na cosmonave Laranja e dão a quem a comande imenso poder. Porém, os próprios protagonistas de "Géa" concluem que esse poder não é ilimitado; pois assim também não, a imaginação, a qual depende do cérebro e das limitações físicas e mentais de quem a utiliza.

Anéis que veiculam poderes nem é preciso citar, de tantos que há em inúmeros trabalhos - você se lembrará sem que eu arrole amostras aqui.

O tema "imaginação" é tão vasto e cativante que dificulta a composição de uma história boa, integrada, com todas as relações formando uma estrutura impecável. Por isso, se o filme for mesmo "ruim", o tema é magnífico e merece todas as obras que se lhe possam dedicar.

Assista ao filme "Green Lantern" (ruim ou não...) e leia a obra "Géa" (ótima, sim...) no único lugar onde (hoje) se pode: CCDB Livros, neste mesmo site, e compare as soluções ao problema da limitação da Imaginação encontradas pelos autores do personagem, das histórias e do filme "Lanterna Verde" com a solução dada por mim no escrito "Géa"!

O uso da Imaginação para criar fenômenos e objetos no mundo físico não é invenção dos autores de "Lanterna Verde" nem minha. Os místicos desde sempre buscaram utilizar a imaginação para comporem cenas e resultados no "Cósmico", que se manifestariam no mundo físico.

Os místicos há milênios se reúnem em "Ordens Místicas", representadas na obra "Géa" pela "Irmandade Galáctica" e, em "Green Lantern", pelos "Guardiões do Universo" - portanto, não há plágio numa ou noutra obra; sim, tão-somente, a referência a um dos papéis de uma Ordem Mística.

Em filmes como "The Raven" (O Corvo), (1963), dirigido por Roger Corman, estrelado por Vincent Price, Peter Lorre e Boris Karloff (e um juveníssimo Jack Nicholson) e baseado na obra homônima de Edgar Allan Poe, há um combate magnífico entre Price e Karloff, os quais, sentados em sólios elevados ao ar por seus poderes místicos, digladiam, lançando um contra o outro objetos e raios criados por suas respectivas imaginações.

Sem dúvida, o mundo físico é fruto do mundo imaterial e vice-versa! Esses mundos são em verdade um só e sobem numa espiral evolvente, interagindo e crescendo. Esta página tem dose imensa de imaginação por trás da tecnologia que me permite escrevê-la e, a você, lê-la. Seu conteúdo nos modifica e produz, através de nós, efeitos no mundo objetivo - tudo isso de acordo com a "biorrelatividade", a qual vale a pena conhecer, lendo "Géa"! Experimente! Você pode começar a ler "Géa" agora mesmo! E verá: este site, por imenso que seja, não se compara com o conteúdo da obra - por isso não me incomodo de lançar extratos de "Géa" aqui nas páginas, pois só a leitura completa, do começo ao fim, dá à Imaginação seu verdadeiro e cabal Poder. Confira!

- CCDB - 17-07-2011


Géa e o filme "Sanctum"

Assisti ontem pela vez primeira ao filme "Sanctum" (2010), dirigido por Alister Grierson, onde a aventura trágica e profunda se dá no coração de vastíssima caverna.

A obra Géa não se centra em cavernas, mas nesse livro elas também existem e em seu âmago se passam grandes eventos.

Eis um excerto do Livro Oitavo de Géa, versão não-ilustrada, páginas 1645-1646, escrito por mim vários anos antes de o filme "Sanctum" ser lançado:

"Levando Clausar, os brilhíquos e o contêiner encalhado na rocha, o estrelário chamado Ky viaja pelo espaço, rumo às írias próximas da Terra, impulsionado pelo EXÓS, alimentado pela géa gasosa emanada dos montículos, oriunda do oco interior.

O geóctone aventura-se a procurar o Laboratório do primeiro Galáctico e (como aviso, teste ou pena pela imisção) vê-se preso em tenebrosa caverna esférica, empós ruir a passagem por onde entrou. O enk percute as superfícies irregulares, e o tom indica a existência de um compartimento similar ao lado, sem acesso.

Na treva, o triomega calcula mentalmente a ressonância das duas furnas; tateia, escolhe e derriba longa estalactite; despende cromats perfurando-lhe o miolo com estalagmites estreitas e manufatura ponderosa corneta litóide, semelhante às gigantescas trombetas metálicas dos sacerdotes budistas nepaleses.

Aos tropeçamentos, Clausar corre no escuro com o artefato nos braços, emprega-o como aríete e consegue enfiar-lhe a ponta mais grossa através da parede divisória, para o ar passar ao fojo seguinte, de frágil estrutura, revelada pelo som.

O geóctone comprime os lábios sobre o bocal improvisado no instrumento, sopra-o forte, retira a boca e tapa a embocadura com o polegar, para a ressonância só ocorrer no outro salão. O vaivém das ondas acústicas acumula géa e provoca o desabamento da abóbada da segunda gruta. O enk termina de demolir o obstáculo entre os recintos pétreos e escapa de volta ao lume do asteróide.

O triomega retorna com iriamentas à sala recém-aberta (cuja frondosa espeleologia mataria de inveja a dasonomia), golpeia com elas as paredes rochosas, distingue o som de cavidade vazia por trás de certo lugar e escava-o. A um palmo de profundez, surge a porta vetusta de escuro aposento, depois outro, e o terceiro; neste, afinal, localiza o Laboratório alquímico de antiqüíssimo ser, o primeiro Galáctico. O nome do personagem continua misterioso; e Clausar não logra descobri-lo, nem dá com figuras ou estátuas representando-lhe a forma, da qual ecos de sapateta inda ressoam."

Mais uma coincidência com o filme: na primeira página do primeiro capítulo de Géa a palavra "Sanctum" existe, nesta frase:

"Meu Laboratório, meu Lar. - Meu Sanctum..."

Se você assistir e gostar do filme "Sanctum", gostará de ler o resto da aventura de Clausar na caverna do asteróide Ky e mais ainda de ler Géa inteira, o que (hoje) só se pode fazer neste mesmo site, seção CCDB Livros.

As palavras de idioma alienígena presentes no texto de Géa vão-se apresentando paulatinamente e se tornam segunda natureza de quem lê. Mesmo assim escrevi o Livro Treze, que contém o Glossário Geóctone, com todos os termos alienígenas bem explicados e também contém o Rarefeito Dicionário de Palavras Raras, onde as palavras da língua portuguesa se apresentam em aproximadamente trinta mil verbetes na acepção e na conotação dadas por mim no texto de Géa. Você poderá baixar o Livro Treze quando for ler Géa ou qualquer outro livro presente em CCDB Livros - e venho compondo uma versão on-line (com resposta instantânea à consulta) desse dicionário, muito fácil de usar, atualizadíssima e com mais verbetes do que o Livro Treze original e com mais referências cruzadas. Para ter amostras do significado de algumas das palavras dos idiomas alienígenas, há neste site, fora de CCDB Livros e com acesso gratuito, páginas que lhe serão úteis, como por exemplo esta.

- CCDB - 18-07-2011


Géa e a tetralogia "Der Ring Des Nibelungen" (O Anel dos Nibelungos), de Wagner

Em criança, meus pais me levaram inúmeras vezes ao Teatro Municipal de São Paulo, onde me habituei a assistir a óperas, sinfonias, balés, concertos e tudo mais que lá se apresentava. Porém, nesse período, jamais se exibiu a tetralogia de Richard Wagner, "Der Ring Des Nibelungen"; aliás, nem uma sequer das quatro óperas que a compõem.

Há anos, mesmo antes de escrever Géa; por esse hábito e por ganhar de meu grande amor, Dalgiza, um exemplar em CD (sem imagem) da primeira ópera dessa tetralogia, "Das Rheingold" (O Ouro do Reno), uma das minhas metas era assistir às quatro óperas que compõem "O Anel dos Nibelungos".

Não entendo alemão (gostaria muito); e pela leitura do libreto dos CDs de "Rheingold", noutro idioma, não me foi possível conhecer a história completa narrada na tetralogia. Mesmo assim, ouvi e soube do acorde com numerosos compassos logo no início dessa ópera; por esse motivo homenageei Wagner ao compor, num dos livros de Géa, um parágrafo com o mesmo número de palavras que esse acorde possui de compassos. Mas o que eu sabia da tetralogia se resumia nisso. Eis o referido parágrafo, do Livro Segundo de Géa, página 439, onde cada palavra composta conta como uma só:

"O músico-filósofo geóctone Marhá de forma alguma poderia haver eriado Wagner sem ter contato com a Irmandade Galáctica e per conseqüência jamais lhe chegara aos érios o contínuo tom profundo inicial da abertura das quatro cenas ininterruptas de Das Rheingold nem lhe fora dado o sublime e duradouro êxtase de receber na visualização da mente os majestosos e vibráteis ecos verdes e ocra das rumorejantes e agitadas águas do magnífico Reno ou sentira na superfície da pele o prolongado e místico turbilhão líquido levado no empuxo invisível do mergulho quase interminável às luzes áureas e reverberantes das profundezas ocultas e insondadas do enérgico e caudaloso rio terráqueo em constante velocidade-mi-bemol pelos exatos cento e trinta e seis compassos-força de figurações-barbatanas sobre o acorde-carro-de-nácar ao encontro glorioso das três virgens filhas do rio, Woglinde, Wellgunde e Flosshilde."

Tempos depois, já tendo escrito Géa, consegui uma versão da tetralogia em que os deuses são substituídos por industriais, mas eu só poderia abominar tal coisa, a deturpação daquilo que um grande autor escreveu, pois, tenha ele pensado ou não em socialismo, não foi desse jeito que lançou as quatro óperas; sim, com a saga dos deuses, que eu desejava conhecer.

Géa já escrita e publicada por mim para leitura on-line em CCDB Livros, obtive enfim, há poucos dias, a versão original da tetralogia e venho assistindo a ela por meio deste mesmo computador em que ora escrevo e ouvindo-a pelo lendário Sistema de Som CCDB. Com os subtítulos em inglês, que leio bem, e com mais informações que ontem obtive na Internet, aprendi a história completa contada na tetralogia.

Foi só então, sabendo agora a história grandiosa que a ópera contém, baseada nas lendas nórdicas, que descobri coincidências com a história narrada por mim em Géa. Se eu me pusesse a descrever a história de "Der Ring Des Nibelungen" e os pontos de coincidência entre ela e a história que compus para a obra Géa, esta página não teria fim.

Caso você se entusiasme coas semelhanças entre a tetralogia e Géa, não se esqueça de considerar também as importantíssimas e cruciais diferenças.

O importante é convidar você a assistir a "Der Ring Des Nibelungen", na versão original (com deuses) e a ler Géa em CCDB Livros - o que poderá fazer enquanto ouve as músicas compostas para Géa e as sugeridas no texto da obra, arroladas na página A Volta dos Atlantes. Compare os dilemas e as soluções de Wotan, dos deuses e heróis das quatro óperas com os dilemas e as soluções de Géa, Géo, os Kys Únicos de espécie, os enkóides e os humanos, na obra Géa.

Géa de maneira nenhuma se baseia nas lendas nórdicas e em coisa alguma que não minhas próprias experiências pessoais e idéias. Ambas, a tetralogia e Géa, são obras magníficas.

Por favor, compare-as! Descubra qual delas alcança mais fundo e mais longe. Sinta qual delas lhe dá a Grande Solução para o Cosmo e o Indivíduo. Em qual delas há um indivíduo que alcança deveras a plena Liberdade. E não deixe de ler, depois, o livro chamado )que( e Geínha, pois a saga prossegue em ambos!

- CCDB 05-02-2012


Geínha e o filme "Daybreakers"

Geínha foi escrita e registrada há vários anos, bem antes de ser lançado, em 2009, o filme "Daybreakers" (título em português: "2019 - O Ano da Extinção"; escritores e diretores: Michael Spierig e Peter Spierig), no qual a Terra é dominada pelos vampiros e estes enfrentam a escassez de sangue humano. Situação bem semelhante descrevi em Geínha, a obra infanto-juvenil que os adultos também adoram ler. Procure assistir ao filme "Daybreakers" e leia Geínha - em especial o Livro Terceiro "Vampiros Tóxicos. Maw!", de autoria da minha adorável personagem Tóxia -, para conhecer as interessantíssimas perspectivas e as situações defrontadas pelos vampiros, os humanos normais e os seres das outras espécies, em ambas as obras. Você pode ler Geínha agora mesmo, em CCDB Livros!

- CCDB 24-05-2012


Géa e o filme "Mutant Chronicles"

Assisti ontem pela vez primeira ao filme "Mutant Chronicles", lançado em 2008 e dirigido por Simon Hunter, onde quatro grandes empresas particulares dominam a Terra no Século XXVIII.

Géa já estava escrita há vários anos, muito antes de tal filme, quando nessa obra descrevi as "multiplanetais": companhias particulares que dominam os planetas da Kycla (a Via Láctea). Eis, portanto, mais uma das "coincidências" para serem cogitadas na perspectiva exposta no início desta página.

Assista ao filme e o compare com Géa! Você pode ler Géa imediatamente CCDB Livros!

- CCDB 31-03-2012


Tóxia e Beowulf

Géa foi escrita e registrada há vários anos, bem antes de ser lançado, em 2005, o filme "Beowulf & Grendel" (dirigido por Sturla Gunnarsson) e, em 2007, o longa-metragem de animação em computação gráfica "Beowulf" (dirigido por Robert Zemeckis). No primeiro filme, Grendel arranca o próprio braço, preso num laço, para livrar-se; no segundo, quem arranca seu próprio braço é Beowulf, para poder alcançar o coração do dragão e matá-lo.

Tóxia, a telária da peçonha mortal, é uma das protagonistas mais importantes de Géa, apesar de seu tamanho minutíssimo, o mesmo de uma aranha papa-moscas da Terra.

Assista a ambos os filmes e leia isto, escrito no Livro Segundo de Géa página 349 da versão ilustrada:

"- Eu sabia! Telária idiota! Não devia atacar uma zúmbia stíngea! Agora pode morrer também! - pensa alto o enkinho, esquecendo a agonia da zúmbia, preocupadíssimo com a destemida amiguinha salticida.

- Sssiiiiiiií!!! Artículo dói. Dói muito. Sssiiiiiiií!!! Virou parte da zúmbia em mim. Sssiiiiiiií!!! Mawmawmaw... Arranco perna inteira: o artículo vai junto! - e a telária, entendidíssima em peçonhas, estóica, prende coas pinças veneníferas o membro ofendido e regira bruscamente o corpo sobre os sete restantes. A perna destaca-se-lhe do cefalotórax. Era a última posterior direita, das mais importantes, longas e fortes.

- Bravo, telária! Sua coragem é digna dos maiores predadores! Por isso o Kytotem de meu pai, quando criança, era a telária! Ele me contou! Seu nome guerreiro era Telária na Cabeça!

- Sssiiiiiiií!!! O enkinho viu. Mawmawmaw... A zúmbia stíngea escapou. Maw! Não vou atrás. Não me rebaixo. Deixo morrer em paz. Mawmawmaw... Minha perna cresce de novo. Sinto no Kytelária.

Mawmawmaw... Kytelária sempre me disse: “não atacar zúmbias stíngeas...”. Contudo, se achar outras... Destruo! Aniquilo! Extermino!... Vou cobrar-lhes a perna arrancada!...

Mawmawmaw... À caça de zúnias e zúmbias! Elas só têm seis pernas. Ainda tenho sete!... - e a corajosíssima telária, como se perder um membro locomotor fosse a coisa mais corriqueira de Géa, parte aos saltos, curtos e precisos; entreparando; dando regiros de três pernângulos; tomando novos rumos; fixando âncoras de télia; relimpando e polindo quelíceras; farejando, no eterno “Mawmawmaw...”, em busca de novas presas..."

Você pode ler Géa agora mesmo, em CCDB Livros!

- CCDB 05-05-2012


Géa e o livro "The Princess of Mars"

Desde pequeno eu lia a coleção de Tarzan, traduzida para o português por vários tradutores, entre eles Monteiro Lobato. Porém, só este ano obtive, em EPUB, para leitura on-line, a obra completa e original em inglês de Edgar Rice Burroughs, que inclui a "Barsoom Series" (até então desconhecida para mim e nunca lida antes por mim em qualquer idioma), na qual há vários livros. O primeiro desses livros, que comecei a ler pela vez primeira dia 03-05-2012, chama-se "The Princess of Mars". Quase no meio do livro, acha-se este texto:

"While I was allowing my fancy to run riot in wild conjecture on the possible explanation of the strange anomalies which I had so far met with on Mars, Sola returned bearing both food and drink. These she placed on the floor beside me, and seating herself a short ways off regarded me intently. The food consisted of about a pound of some solid substance of the consistency of cheese and almost tasteless, while the liquid was apparently milk from some animal. It was not unpleasant to the taste, though slightly acid, and I learned in a short time to prize it very highly. It came, as I later discovered, not from an animal, as there is only one mammal on Mars and that one very rare indeed, but from a large plant which grows practically without water, but seems to distill its plentiful supply of milk from the products of the soil, the moisture of the air, and the rays of the sun. A single plant of this species will give eight or ten quarts of milk per day."

E na obra Géa, escrita e registrada há vários anos, página 782 da versão ilustrada, capítulo "As Cavaleiras da Távola Reta" (onde "Cavaleiras" é adrede jocoso em lugar de "Amazonas"), acha-se este texto, de minha autoria:

"- Aqui fora, só ouvi os rinchos dos monoceros: vieram lá das baias, ao lado da torre. Certos Galácticos têm caminhos ocultos! - diz Louriage. - Quem fez a troca foi capaz de abrir a Blue Chaos, sem percebermos, e de arranjar um pneu idêntico ao original; irie só! - e Gia vê no compartimento do sobressalente um exemplar novinho em folha, inda cheirando a gálax! Junto ao estepe, completam a dádiva dois tarraços replenos de espumífero leite recém-ordenhado de uberévea, uma árvore com tetas!

- Bom. Deixemos as incógnitas pra mais tarde. Devemos andar depressa. Os guardas do castelo só atendem até pouco além do anoitecer, Lú! - e Gia toma assento à direita na turbonave, aperta o cinto de segurança e segura-se. Louriage sela os tarros com as tampas incluídas, entra na Blue Chaos, fecha-lhe as portas e o compartimento do pneu per controle remoto, assume o comando e parte, com álgido frufru seríceo da varada aragem. Vão pela estrada, pois o castelo é próximo, e não quadra voarem... No pátio, o velho campeão lampardo fica a observar a partida por algumas subareias. Ao ver a nave desaparecer no escuro, Alfos retorna sem pressa e some-se na luminosa paz do portal da torre - como planeta, à cuja volta inteira é dia, tão perto de um sol imenso!"

Você pode ler Géa agora mesmo, em CCDB Livros!

- CCDB 05-05-2012


Géa e o filme "The Illusionist (2006)"

Assisti pela vez primeira ao filme "The Illusionist" (2006 - dirigido por Neil Burger), há poucos dias, com Dalgiza, o meu grande amor.

Nesse filme, o jovem ilusionista manufatura um colar com pingente e o presenteia a sua adolescente amada. Os dois amantes são separados à força e anos mais tarde se reencontram. O colar tem papel crucial no desenrolamento da história.

Na obra Géa, escrita e registrada muito antes do lançamento desse filme, Clausar manufatura um colar com pingente para sua filhinha Ky, quando a keninha (menina do planeta Géa) contava apenas dois espectros (anos) de idade - e Ky é levada de casa com essa idade.

Quatorze espectros mais tarde, Clausar se apaixona pela juveníssima Ansata, a maior baliarina do Universo, sem saber que ela é sua filha Ky, crescida e dona do mais belo corpo feminino que inda se viu no Cosmo.

Após seguir Ansata pelas estrelas da Constelação da Telária, Clausar enfim a vislumbra e a persegue na Maratona, planeta Tridelta (a Terra...).

Pilotando a moto viúva-negra, Clausar a alcança, na Serra da Cantareira, mas pensa que sua amada caíra num precipício e nele se atira, para morrer com ela... Porém é colhido no ar, em pleno salto, pelas longas e firmes pernas da bailarina, a qual para dele escapar saltara da motocicleta em que fugia e se ocultara numa árvore flexível.

Quando ambos caem ao solo, à beira do precipício da morte e da vida, Clausar a desnuda e vê o colar, em cujo pingente de soládio (ouro) gravara o nome da filha adorada... Os dois não resistem e se amam ali mesmo.

No filme há outra semelhança com uma das histórias contadas em Géa: a laranjeira que o ilusionista faz crescer com um truque em poucos segundos, perante a platéia.

Em Géa, no Sanctum, diante do bio-computador que ali lhe serve de espelho místico, Clausar em meditação faz com o verdadeiro poder da mente crescer a roseira e nela uma rosa, para curar à distância desesperançada keninha.

Você pode ler Géa e viver a história inteira de Clausar e Ky, em CCDB Livros!

- CCDB 15-05-2012


Géa e o filme "The Fountain"

Assisti ontem pela primeira vez ao filme "The Fountain" (2006 - dirigido por Darren Aronofsky) com Dalgiza, o meu supremo amor.

Há várias semelhanças entre esse filme e a obra Géa. Uma delas é existirem várias histórias entrelaçadas e a linha do tempo quebrar-se e enovelar-se, surgindo cenas recentes antes de cenas antigas.

No filme, o protagonista extrai porções e seiva da Árvore da Vida (uma planta centro-americana), em busca da cura de sua amada.

Na obra Géa, Arqueu - um terráqueo dos primeiros tempos do Homo Sapiens, nascido no lugar onde hoje se situa o Brasil - é ensinado por Pa, o pajé, a utilizar certa planta que o torna agérato (ele não envelhecerá, porém pode ser morto). O objetivo de Arqueu é também salvar sua amada, Almé, que caíra numa areia radioativa especial e ali ficara coa vida suspensa e o futuro filho de ambos no ventre. Enquanto busca a cura de Almé (para isso o produto da planta não basta), Arqueu vive quarenta mil anos, uma vida cheiíssima de aventura e aprendizado - ele se torna o pai da alquimia, entre outras coisas. Durante essa busca, para meditar e aprender, Arqueu se põe em posição mística perante uma semente de sequóia, que ele plantara - e por mais de três mil anos fica ali, imóvel, presenciando o crescimento da árvore. Durante a busca da cura da esposa, o protagonista do filme se coloca em posição parecida.

Outra semelhança entre Géa e "The Fountain" é: no filme, a esposa do protagonista se acha à beira da morte e pede a ele que termine o livro de doze capítulos quase concluído por ela. Na obra Géa, com doze volumes de texto (e um décimo-terceiro, o glossário-dicionário), os dois primeiros capítulos do Livro Primeiro são redigidos por um dos protagonistas, Clausar, para completarem o começo e o fim de certo livro escrito por seu falecido pai, Rasek.

Mais uma semelhança: no filme, o protagonista luta com um adversário e é morto; com corpo físico idêntico, o protagonista morre em três épocas distintas, e a morte lhe confere a plenitude cósmica. Na obra Géa, Clausar luta com Oég (a Morte e bem mais do que isso...), é morto, recupera a vida (em seu caso, recobra inclusive a vida do corpo físico, dilacerado na luta), alcança a plenitude cósmica e se torna o Kyenk (Ky Único ou Alma Única dos enks).

Ainda outra semelhança: no filme, ao morrer, o protagonista se une a sua amada, já falecida. Na obra Géa, o revivido Clausar se une a vivíssima Gia, seu grande amor - e até em corpo físico, por um instante, se tornam um só. É o "casamento alquímico", conhecido sob outras alegorias pelos membros das autênticas Ordens Místicas - de nenhuma das quais sou portador da palavra; meus escritos se baseiam tão-somente em minha experiência mística pessoal e em minhas próprias idéias.

Géa tem inúmeras outras magníficas e profundas alegorias. Assista ao filme "The Fountain", leia Géa e os outros livros presentes em CCDB Livros, compare as semelhanças e o alcance de ambos esses trabalhos - e, além disso, divirta-se como em livro ou filme algum, porquanto Géa e os outros livros não são "só" alegoria mística e proporcionam inesgotável entretenimento.

Você pode ler Géa e o resto da obra completa de CCDB e de RDB agora mesmo, em CCDB Livros!

- CCDB 16-05-2012


Géa e o filme "Fantastic Four: Rise of the Silver Surfer"

Assisti ontem pela vez primeira ao filme "Fantastic Four: Rise of the Silver Surfer" (2007, dirigido por Tim Story e baseado na obra de Stan Lee), ao lado de Dalgiza, a minha amada, no cinema que montamos aqui em casa e ao som insuperável do Sistema de Áudio CCDB.

Nesse filme, há uma aeronave que se separa em várias partes, cada uma das quais se transforma noutra nave, completa e autônoma, com o seu piloto.

Na obra Géa, escrita e registrada muito antes do lançamento desse filme, Clausar ainda criança inventa aeronave semelhante, que se subdivide em diversas outras, com o intuito de salvar os passageiros em caso de iminente explosão.

Clique na miniatura ao lado, veja a ilustração em tamanho maior e leia um excerto do Livro Quinto de Géa onde aparece essa aeronave.

Você pode ler Géa e o resto da obra inteira de CCDB e de RDB agora mesmo, em CCDB Livros!

- CCDB23-05-2012


Geínha e o filme "Wrath of the Titans (2012) - Feel the Wrath"

Assisti ontem pela primeira vez ao filme "Wrath of the Titans - Feel the Wrath" (2012; no Brasil "Fúria de Titans 2"), dirigido por Jonathan Liebesman) onde Zeus (Júpiter) aparece portando e utilizando uma arma com o formato de um raio, o que é incomum, porquanto, na mitologia, o Deus dos Deuses costuma apenas lançar raios, cada qual manufaturado e fornecido por Hefestos (Vulcano).

Muito antes de esse filme surgir (e antes também do filme da série que o precedeu), Rá, o enkinho, filho de Clausar e Gia, no Livro Doze de Geínha, transforma em arma, porta e passa a utilizar como arma um raio que capturou quando tal raio foi lançado contra ele e seus amigos pelo próprio Zeus. A esse raio, Rá deu o nome de "Exzeus".

Tóxia criou uma aljava de Kytélia (teia da Kytelária, a Alma Única das telárias), onde Rá passou a portar o primeiro e, mais tarde, o segundo Exzeus. Foi com o Exzeus (incrementado por seus companheiros de aventuras) que Rá lutou contra o próprio Zeus!

No Livro Doze de Geínha, tal como no filme, entram em ação conjunta os três irmãos, Zeus, Poseidon e Hades, por exemplo nesta cena; porém há muito mais em Geínha do que no filme! - confira.

Saiba quem e como venceu essa luta e todos os detalhes dessa e de inúmeras outras aventuras de Rá e dos outros "fissureiros" (viajantes da fissura do continuum espaço-tempo), lendo aqui mesmo em CCDB Livros, Geínha - a série infanto-juvenil que os adultos também adoram ler!

Após assistir ao filme, compare a grandiosidade das cenas e da história narrada no Livro Doze de Geínha, no qual descrevo a batalha entre os nossos heróis, os fissureiros, ao lado de deuses de várias mitologias - inclusive da greco-romana - e os deuses seus inimigos, liderados por Zeus! Imagine então como ficaria a batalha descrita em Geínha, se apresentada num filme com todos os recursos empregados em Wrath of the Titans, ou com recursos ainda mais avançados!

- CCDB 16-09-2012


Géa, )que(, Geínha e o filme "Prometheus"

Géa, )que( e Geínha estão escritos e publicados há vários anos. Assisti hoje, pela vez primeira, ao filme "Prometheus" (2012), dirigido por Ridley Scott e escrito por Jon Spaihts e Damon Lindelof - e eis que se me depara nova oportunidade para abrir um tópico nesta página, a mais visitada deste site (se não contarmos a visitação intensa das páginas de leitura dos livros, em CCDB Livros).

Oportunidade porquanto há "coincidências" - nos termos do texto de letras maiores, no alto desta página - as quais convém apontar, entre o filme e as obras de minha autoria, Géa, )que( e Geínha.

Em lugar de apresentar aqui textos de Géa, )que( e Geínha, que estenderiam demasiado este tópico, arrolarei apenas algumas dessas "coincidências", citando tão-somente as cenas dos livros, para que você descubra no filme as correspondências:

  1. Cenas de PSID, a realidade supravirtual "tocável", que descrevo com detalhe em Géa, no livro chamado )que( e em Geínha. Por exemplo, em Géa, aquelas cenas onde Rá, o bio (mais tarde chamado Posenk) e Tóxia brincam de tocar, pegar, manusear e até jogar com os astros, numa descrição extremamente artística, que supera o possível para qualquer filme, seja com a arte dos desenhos animados (verbi gratia em "Fantasia" de Walt Disney), seja com a tecnologia e a arte da computação gráfica (como em "Prometheus").
  2. Em Géa, )que( e Geínha, cenas de EXÓS e TÉLIA-EXÓS, um sistema de locomoção que utiliza o "plano mens" para viagens acima da velocidade da luz ou mesmo instantâneas a qualquer lugar ou data, no continuum espaço-tempo ou mesmo além dele.
  3. Em Géa, )que( e Geínha, cenas de EXÓS e TÉLIA-EXÓS, com o cordão luminoso que sai do painel de controle de diversas astronaves e o conecta à cabeça e aos membros dos comandantes ou dos pilotos, artilheiros e outros tripulantes.
  4. Em Géa, )que( e Geínha, as esferas de cristal "fotofrátax", que são planetas e satélites, como Penta Ro Bolinei e Umuno.
  5. Em Géa, )que( e Geínha, os seres inteligentes chamados aracnopólipos, que se parecem com polvos e aranhas.
  6. Em Géa, a cena "dos olhos", na qual Sérias pratica uma cirurgia em si próprio, para extrair um cálculo renal plantado em seu organismo por um alienígena.
  7. Em Géa, a relação incestuosa (e magnífica) entre pai e filha (no caso de Géa, entre Clausar e sua filha Ky, a maior bailarina do Universo).
  8. Em Géa, o flautim de Arqueu, o homem agérato, que procurava a Música da Vida para reviver sua amada, Almé, grávida de seu filho e preservada por quarenta mil anos sob o efeito radioativo de certa areia.
  9. Em )que(, as lagartas que vivem no solo, geram areia e até montanhas imensas, ao longo de eras.
  10. Em Geínha, Livro Doze, por obra e arte dos "fissuradores" (os heróis dessa obra infanto-juvenil que também os adultos adoram ler), a realização da Profecia de Prometeu - tal profecia existe na mitologia greco-romana mas só é cumprida em Geínha. A obra respeita as versões conhecidas e acrescenta continuações a essa e a outras mitologias, além de inserir a sua própria, abarcando outros planetas, mundos e universos (sic) do Multiverso, o Universo Fractálico descrito pelo Teorema de Clausar. A Profecia de Prometeu, realizada com extremo engenho pelos fissuradores, altera o destino de Zeus e de todo o Cosmo!

Convido você a assistir ao filme "Prometheus" e a ler Géa, )que( e Geínha - agora mesmo, aqui neste site, seção CCDB Livros!

Compare o alcance e a perenidade do filme e dos livros; compare a grandeza das cenas em ambos; compare a proposta do filme e dos livros - em especial a proposta religiosa do filme com a proposta mística dos livros! E fique feliz! Brasileiro, brasileira, ou não, felicite-se, porque no Brasil se inventou o avião, descobriu a Amazônia e escreveu Géa, )que( e Geínha! Confira!!!

- CCDB 22-09-2012


Hambúrger artificial não foi inventado na Terra!

Você pode pesquisar na Internet por "hambúrger artificial" e encontrará reportagens com textos como este (Notícias Terra):

"06 de Agosto de 2013•14h32 • atualizado às 14h40

Hambúrguer artificial pode chegar aos supermercados em 20 anos
O sabor e a aparência são parecidos aos do hambúrguer de verdade. A carne desenvolvida em laboratório a partir de células-tronco de gado pode virar opção de consumo em duas décadas, defende criador".

Pobre Terra... Que atraso... Só agora inventaram e só sai em vinte anos?!?

Géa, )que( e Geínha estão escritos e publicados há vários anos. Na obra Géa, exponho o planeta Penta Ro Bolinei, lar dos aracnopólipos e o mais belo orbe da Kycla (a nossa galáxia).

Em Penta, não só a carne como também todos os produtos alimentícios e até móveis feito cadeiras e similares são criados artificialmente dentro de seus invólucros, com o formato e todos os outros característicos definitivos. A carne, por exemplo, é descrita na obra Géa como nascendo, crescendo e tomando forma diretamente nas embalagens que serão fornecidas aos consumidores.

Para visitar Penta, de verdade, é preciso ler Géa. E Géa só se pode ler neste site, seção CCDB Livros.

Comece agora mesmo a ler Géa e os outros livros de minha autoria! Não espere vinte anos para provar o hambúrger artificial da Terra! Saboreie os hambúrgeres dos aracnopólipos e inúmeras outras delícias, não só de Penta mas também do próprio planeta Géa - até mesmo os pretiscos de buracos negros, tão queridos de Tóxia, a telária da peçonha mortal!

- CCDB 23-08-2013


Géa e o filme "Vikingdom"

Se você assistir ao filme "Vikingdom" (Vikingdom: O Reino Viking), de 2013, dirigido por Yusry Abad Halim (Yusry Kru), ao qual assisti ontem pela vez primeira, verá uma cena em que o viking Eirick (Dominic Purcell) penetra com dificuldade, espaço-tempo transido em câmara lenta, num grupo dourado, qual lúcida geléia semi-sólida de mulheres douradas e seminuas, com quem se acha o "Corno" (the "Horn") de Helheim, objeto indispensável para derrotar o deus Thor. Atente no ar, gelatinoso e cheio de pontos dourados, que a tudo e todos unifica, dentro desse grupo áureo.

Leia agora este excerto do Livro Sexto de Géa, páginas 1664 e 1665, onde o jovem Clausar inicia a "viagem" de KSE, a contraparte geóctone do LSD terrestre - e atente à descrição do ar gelatinoso:

"- Mãe do Um!!! Começou!!! A moldura do quadro mexeu!!! A realidade mexeu!!! Deformou!!!

- !!!

- Neste estato... Posso observar linhas a flutuarem no espaço... Imaginárias... A imaginação é tão real quanto... Não... É mais real... Meu corpo se expande... Há cadeias de montanhas cor de carne ao longo de minhas pernas... Céus azuis sob o teto do estúdio... E as linhas... são formadas... de pontos... Entre os pontos existe um novo tipo de espaço... Nós todos, os seres do Universo, somos feitos desse espaço... Tudo é feito desse espaço... Sinto o cheiro do espaço. Posso tocar o espaço. É gelatinoso. Existe. Não é o ar: é ulterior ao ar. Sinto cada pêlo do braço atravessando esse espaço... Posso beijar o som... Posso... Respiro imagem... O esplendor tem gosto de amarelo... Posso beber a umidade atmosférica... O cérebro é laranja e bombeia sangue branco pelos nervos... E o sangue sai azul dos poros... forma riachos, cascatas, lagos... oceanos, onde flutuam todas as coisas... mares, onde as curvas de meu corpo são colinas, montes, cordilheiras... profundezas, onde as reentrâncias são despenhadeiros eternos sob a líqua plácida... Posso... Escuto minhas impressões digitais: declamam retas as linhas tortas dos poemas de Géo, escritas em meu corpo... O som dos acustaedros produz caracteres deformados, coloridos... Passam em ondas uns entre os outros... Carregam palavras desconhecidas, escritas em árion... Uma delas é GRTH... Não... não é... é GERN... Não... não sei mais... Todos os sentidos são um só... Posso poder... Se degluto saliva, clareia... Se aspiro, há sabor... Seu rosto, Ra-El, tem sons de etérilas distantes, lá nas montanhas... Seus írios emitem enciclias pelo ar, e sinto-as na face... Posso tudo... Tudo é uma coisa só, neste novo espaço gelatinoso... e a gelatina é transparente, táctil. Não mela. É respirável... Em suas distâncias infinitas ressoam etérilas de tubos... Cada bíola em meu corpo responde...

- Um novo tipo de espaço!?!

- Não é bem... Apague o géon, Ra-El!!! É forte!!! Demais!!!

- Como? O géon é forte?

- A viagem está começando!!! Tudo é forte!!! Não é simplesmente a imaginação, não é alucinação: é a própria realidade a deformar-se!!! - e Ra-El; o grande Amigo das mais difíceis nônadas; Ra-El vence o espanto, vai à parede e aciona o interruptor: as luminárias se apagam. Brilham no escuro géons puntiformes coloridos, mostradores do sistema áudico de Clausar."

Eis, portanto, entre Géa e as obras de outros autores, mais uma "coincidência", além das "viagens" e das coincidências, cujo motivo sugiro no início desta página!

- CCDB - 17-04-2014


Géa e "Lolita"

Géa já estava escrita há vários anos quando fiquei sabendo, em setembro de 2014, da existência do romance "Lolita", de Vladimir Nabokov, escrito em inglês e publicado em 1955.

Descobri então que "Lolita" é tido pelos especialistas como um dos romances mais célebres de todos os tempos - mas mesmo assim eu, que não sou nem pretendo ser literato, nada sabia dele.

Então, baixei-o e pus-me a lê-lo em meu tablet Coby Kyros e já estou bem na metade da leitura.

Analisar um livro lido pela metade é temerário, injusto e errado. Porém, aqui não vai uma análise da obra; sim, o que esta mesma página de meu site apresenta: uma nova "coincidência", nos termos em que defino "coincidência" no primeiro texto, lá no alto.

Até a metade desse livro de Nabokov, a relação entre Humbert e Lolita já está bem definida: ele é o padrasto e, faz tempo na história, logrou tornar-se o amante da jovem, a "ninfeta", de doze anos de idade. Aconteça o que for da metade para o fim do livro, o que ressalto a seguir será válido.

Em Géa, escrevi o romance de Clausar e Ky, a filha cujo paradeiro ele desconhecia desde quando Ky foi levada de casa, aos dois espectros (anos) de idade.

Após tremendas aventuras de Clausar em busca da bailarina que ele pensava chamar-se Ansata, Galáxia adentro; Ansata, que era em verdade Ky, se lhe tornou a filha-amante. E, não, enteada: Ky era filha mesmo, de seu próprio sangue. Ele, experiente, e ela, virgem; ambos sabiam de seu parentesco quando se entregaram um ao outro e uniram pela vez primeira.

Um relacionamento mais puro, verdadeiro, reto, direto, brilhante, formidável, emocionado, excitante, belo, terso, teso e magnífico que o de Humbert com Lolita. Num vernáculo melhor que o ótimo inglês orvalhado de francês desse autor russo.

Num mergulho mais profundo (ainda) que o de Nabokov na experiência do incesto e na perspectiva dos incestuosos. Sem subterfúgios, evasivas, justificativas; com mais ímpeto (ainda), temeridade e clareza, sem que, com isso, se transforme uma isca sequer em obra vulgar - mas que retrata sem véus a vulgaridade, quando ela deveras existe.

Sem manobras artificiosas qual as de Nabokov e Machado de Assis com suas protagonistas femininas, fantasiando-as de primeiro desejabilíssimas para, numerosas páginas avante, inverterem-lhes a perspectiva da personalidade e do comportamento. Criaram deusas... e as metamorfosearam em erínias - decerto no intúito de conquistarem e empós frustrarem e ferirem o Leitor, lançando-lhe ao pó a esperança, e para atirarem aos céus da crítica a complexidade da trama - que alguns censores (mas nem todos) são moscas míopes e de especioso faro, a circundarem obras (...)

Narro a saga de Clausar e Ky com um léxicon duas vezes o de William Shakespeare em todo o seu trabalho e seis vezes o de Camões em "Os Lusíadas". O inglês de Nabokov é sublime; compare-o com o português excelso, que Géa estadeia!

Géa tem (por enquanto...) número de leituras menor que os cinqüenta milhões de exemplares vendidos de "Lolita"! Géa só se pode ler (por ora...) on-line e tão-somente aqui mesmo, em CCDB Livros!

Se "Lolita" é mesmo um dos maiores romances de todos os tempos e a personagem Lolita estimula a imaginação de quem lê o romance homônimo, Ky a supera em tudo; e Géa, de muito longe, ao que até agora li de Nabokov (e de Assis também).

Leia Géa! Leia "Lolita" (eu a lerei inteira) - e compare!

- CCDB - 30-09-2014

Terminei a leitura de "Lolita" em 01-10-2014 e continua válido o meu texto logo acima, ao qual acrescento isto: um livro não é jogo de xadrez onde o autor tem o Leitor por adversário e tudo faz para ludibriá-lo. E o protagonista de "Lolita" (Humbert) me lembra o do filme "O Colecionador"; isso é sintomático, porquanto o autor de "Lolita" foi enxadrista e famoso colecionador de borboletas, tendo ao menos uma com o seu sobrenome incluso na designação científica. Apesar das restrições acima, "Lolita" é um grande livro e merece ser lido.

- CCDB 02-10-2014


Géa e os livros da série "She", de Sir Henry Rider Haggard

Escrevi Géa muito antes de ler qualquer trabalho de Sir Henry Rider Haggard, do qual aqui destaco "She" e "Ayesha - The Return of She" (1905) - (lidos por mim pela vez primeira no tablet Coby Kyros em novembro de 2014). "She" foi escrita em 1887 - é anterior a "Tarzan of the Apes", primeiro da série "Tarzan" de Edgar Rice Burroughs, a "Drácula", de Bram Stoker e aos livros de H.R.R. Tolkien ("O Senhor dos Anéis" e outros) em cujas obras noto profunda influência de Haggard, influência essa que me não parece caber no tipo de "coincidência" comentada nesta página e não é da mesma natureza da que menciono abaixo.

Incomparavelmente superior ao famoso filme "She" (1965) com Ursula Andress e ao nada famoso "She" com Sandahl Bergman (a mirífica Valéria de "Connan"), o livro "She" e seu complemento obrigatório "Ayesha" (dois livros que em verdade são um só) exibem uma série surpreendente de coincidências, nas alegorias, com os livros de minha autoria "Géa", ")que(", e "Geínha"- onde "coincidências" são o que defino nos termos do texto em letras graúdas, no alto desta página. Note bem: tais "coincidências" não ocorrem entre os filmes e os livros que escrevi, só entre os livros supracitados e a minha obra escrita.

Convido você a ler essas obras (vale a pena!!!) e a comparar as de minha autoria com as de Haggard. Talvez conclua que tanto ele quanto eu contemplamos a mesma Luz e que as "coincidências" se devem a havermos visto a mesma Verdade, conquanto eu prefira a minha perspectiva e solução, onde o Destino sequer existe e não controla as vidas dos seres, mortais e imortais.

- CCDB 23-11-2014

Os comentários logo acima, neste tópico, valem também para os livros de Haggard: "She and Allan" e "She - The Life and Love Story or She-Who-Must-be-Obeyed" (lidos por mim no tablet Coby Kyros em novembro e dezembro de 2014). Com esses dois livros, encerro a leitura completa da série "She".

- CCDB 01-12-2014


CCDB e o filme "Tropa de Elite (2007)"

Quem assistir ao filme "Tropa de Elite (2007)", também chamado "Tropa de Elite 1", direção de José Padilha, verá em certo amplo local de festas o exemplo de que a NOVA CAIXA CCDB (ver e ver) é escolhida por todos, de um e de outro lado da lei - já que o Som está acima da lei e fala mais alto que a lei - como a melhor caixa-corneta de todos os tempos e lugares para a reprodução de médios-graves em sistemas de multivias.

E não só isso: também ouvirá no filme o protagonista proferir em altos brados duas frases idênticas e na mesma seqüência que saíram muito antes e primeiro da minha boca, quando toquei, falei e fiz o "som" no LP (depois CD) de meu conjunto musical (lançado como "de Rita Lee") "Hoje é o Primeiro Dia do Resto da Sua Vida", ou seja, estas: "- Você está entendendo?" e "- Você entendeu?".

Tais frases se podem ouvir outrossim, da boca original, no meu lançamento recente, a Sinfonia em roKy, aqui neste mesmo site.

E assim, com traficantes, polícias, discos, filmes e livros, vamos todos criando a cultura de nosso amado Brasil.

Melhor que polícias e tudo mais é a leitura dos melhores livros, que você pode só fazer em CCDB Livros. Em especial a obra Géa, anterior ao filme supramencionado, na qual até os traficantes são citados e onde apresento a SOLUÇÃO para o círculo vicioso que emperra e corrompe a nação, o país e o mundo - confira do único jeito possível: lendo!

- CCDB 23-12-2014


O Tornado que eu vi rodar sobre minha casa e o filme "X-Men: Days of Future Past"

Dez anos depois de eu publicar esta página; em 2014, Brian Singer dirigiu o filme "X-Men: Days of Future Past", onde a minha visualização do estádio girando sobre a cabeça se concretiza, na medida do possível aos recursos do cinema de hoje.

- CCDB 07-01-2015


VINTE MIL LÉGUAS AVANTE DE TODOS OS FILMES
Logo abaixo, você lerá dois textos: primeiro, o de "Vingt mille lieues sous les mers" ("Vinte Mil Léguas Submarinas"), que venho lendo no original, em francês; logo depois, o de "Géa".

O texto de Júlio Verne narra o momento do encontro da fragata caçadora com o "cetáceo", que ainda não sabiam ser o Náutilus. O de Géa conta como começa a luta entre Artrus e Oég, dois Seres de Luz! Ambos os livros estadeiam avante de todos os filmes, já feitos e por se fazerem - e só na leitura VOCÊ pode viver o que a SUA Imaginação lhe concede.

Nesta página Se não acredita, onde anoto os autores que venho lendo cotidianamente após ter escrito Géa, logo estará Jules Verne (Júlio Verne) com seu "Vingt mille lieues sous les mers".

Não há desculpa que resita ao ímpeto do Náutilus e dos Seres de Luz: VOCÊ PODE LER TAMBÉM TODOS OS DIAS obras que não sejam de trabalho, estudo ou exigências da sociedade para ostentar status.

Por favor, leia os livros de minha autoria, súperos a quanto fiz antes, o que inclui áudio, artesanato e rima com Mutantes! Esses livros só se podem ler em CCDB Livros, seção deste mesmo site, desenvolvido por mim e aprimorado por meu filho Rafael (RDB). Vale a pena ler!

Esta página contém vídeos que mostram como se faz para comprar tempo de leitura e ler em CCDB Livros.

Eis o texto de Júlio Verne:

“À TOUTE VAPEUR

A ce cri, l'équipage entier se précipita vers le harponneur, commandant, officiers, maîtres, matelots, mousses, jusqu'aux ingénieurs qui quittèrent leur machine, jusqu'aux chauffeurs qui abandonnèrent leurs fourneaux. L'ordre de stopper avait été donné, et la frégate ne courait plus que sur son erre.

L'obscurité était profonde alors, et quelques bons que fussent les yeux du Canadien, je me demandais comment il avait vu et ce qu'il avait pu voir. Mon cœur battait à se rompre.

Mais Ned Land ne s'était pas trompé, et tous, nous aperçûmes l'objet qu'il indiquait de la main.

A deux encablures de l'Abraham-Lincoln et de sa hanche de tribord, la mer semblait être illuminée par dessus. Ce n'était point un simple phénomène de phosphorescence, et l'on ne pouvait s'y tromper. Le monstre, immergé à quelques toises de la surface des eaux, projetait cet éclat très intense, mais inexplicable, que mentionnaient les rapports de plusieurs capitaines. Cette magnifique irradiation devait être produite par un agent d'une grande puissance éclairante. La partie lumineuse décrivait sur la mer un immense ovale très allongé, au centre duquel se condensait un foyer ardent dont l'insoutenable éclat s'éteignait par dégradations successives.

« Ce n'est qu'une agglomération de molécules phosphorescentes, s'écria l'un des officiers.

— Non, monsieur, répliquai-je avec conviction. Jamais les pholades ou les salpes ne produisent une si puissante lumière. Cet éclat est de nature essentiellement électrique... D'ailleurs, voyez, voyez ! il se déplace ! il se meut en avant, en arrière ! il s'élance sur nous ! »

Un cri général s'éleva de la frégate.

« Silence ! dit le commandant Farragut. La barre au vent, toute ! Machine en arrière ! »

Les matelots se précipitèrent à la barre, les ingénieurs à leur machine. La vapeur fut immédiatement renversée et l'Abraham-Lincoln, abattant sur bâbord, décrivit un demi-cercle.

« La barre droite ! Machine en avant ! » cria le commandant Farragut.

Ces ordres furent exécutés, et la frégate s'éloigna rapidement du foyer lumineux.

Je me trompe. Elle voulut s'éloigner, mais le surnaturel animal se rapprocha avec une vitesse double de la sienne.

Nous étions haletants. La stupéfaction, bien plus que la crainte nous tenait muets et immobiles. L'animal nous gagnait en se jouant. Il fit le tour de la frégate qui filait alors quatorze nœuds, et l'enveloppa de ses nappes électriques comme d'une poussière lumineuse. Puis il s'éloigna de deux ou trois milles, laissant une traînée phosphorescente comparable aux tourbillons de vapeur que jette en arrière la locomotive d'un express. Tout d'un coup, des obscures limites de l'horizon, où il alla prendre son élan, le monstre fonça subitement vers l'Abraham-Lincoln avec une effrayante rapidité, s'arrêta brusquement à vingt pieds de ses précintes, s'éteignit non pas en s'abîmant sous les eaux, puisque son éclat ne subit aucune dégradation mais soudainement et comme si la source de ce brillant effluve se fût subitement tarie ! Puis, il reparut de l'autre côté du navire, soit qu'il l'eût tourné, soit qu'il eût glissé sous sa coque. A chaque instant une collision pouvait se produire, qui nous eût été fatale.

Eis o texto de Géa:

MORTO E MORTE

(Da página 3497 e 3498 do Livro Doze de Géa, versão ilustrada, que você pode ler já em CCDB Livros!)

Morte e Morto, idempotentes, elevam-se crânio a crânio no vácuo; e a Erictônio dá onde é em cima e embaixo, espacionada no infindo campo perspéctico. Os dois seres gigantescos (um cromat, afeitos a tomarem banhos de sóis; um dia, Seres de Luz) ascendem negros no escuro; e, se Oég detém a foice partida, Artrus retém partido o coração! Órgão cheio de Dor; do sangue preto, pisado por Géo, por Mú e pelo próprio Oég! Cheio de vazio Pesar!

Morto e Morte, nilpotentes, não mexem: para tocarem-se bastam-lhes as mentes! E para quem cogite ser esse toque mais leve ao pé da grave matéria, recordo: todo o peso de todos os livros do Universo é nada, ao pé da história carregada por eles. E, como as histórias fundem-se na História; Morte e Morto, ser e não-ser, eu e não-eu unem-se osso a osso num só colosso; mesclam-se num só vulto, esfera de inúmeras dimensões, Orco donde dardejam (aqui, ali e acolá) raios de negro poder, de ilimitado raio. No curso desses raios, toda a vida cessa, tudo desaparece, e nem o nada permanece! Umglad desvia a Erictônio habilmente de alguns, e Clausar faz igual coa Laranja. Do inarrável combate referem-se os meros reflexos: enquanto a esfera negra trepida, treme o Universo; galáxias acendem e apagam qual velas bruxuleantes; espaços e tempos subvertem-se; passados e futuros misturam-se. Algumas regiões, privilegiadas pelo firme esteio da mão onipotente de Géo ou pelo desamparo de seu oblívio (qual Géa, Terra, e outras pedras rolantes nos declívios dos acostamentos cósmicos) não sentem a passagem dos robocargos sobrecarregados de violência, guiados pela ira, sulcando rachaduras no macrocósmico asfalto; não ouvem a crebra celeuma universal.

Aqui também alguém me perguntaria: "- Já que esta página se chama 'Nem plágio nem coincidência', onde está a 'coincidência' neste tópico dos textos de Verne e CCDB?" - e eu responderia: "- Nas vinte mil léguas em que os dois textos superam quaisquer filmes (o de Walt Disney inclusive), em serem duas grandes obras e em que palavras SEMPRE valem mais que imagens"!

E ao me perguntarem: “- Se palavras valem mais que imagens, por que você faz animações e não apenas escreve livros?”, responderei:
“- Não se pescam peixes com frigideiras. No Brasil, não se pescam Leitores com livros!”

- CCDB 23-01-2015


O perfil de Akenaton

Hoje publiquei em minha página do Facebook a matéria que aqui destaco num "screenshot". Ela merece repetir-se nesta página, entre as "coincidências"...

O link no "screenshot" é claro que não funciona. Você pode ir à página desse link clicando AQUI. No facebook a minha página se abre por meio deste link:

https://www.facebook.com/claudiocesar.diasbaptista?ref=tn_tnmn

Não há retoque em qualquer das imagens, sejam as do Facebook, sejam as deste site. A única edição que fiz foi colocar o texto e a seta na reprodução abaixo (e na do Face), mas no próprio Face você pode ver a imagem original desse site, cortada automaticamente e sem setas nem textos nem qualquer edição, na publicação logo abaixo da que aqui reproduzo.

- CCDB 09-02-2015


    Clique na ilustração abaixo para vê-la em alta resolução
O CLÍPER CÓSMICO ALTARÉ E O FILME "TREASURE PLANET"

O clíper Altaré antecede a obra Géa: há episódio com Altaré na primeira versão do livro "CCDB - Gravação Profissional", escrito por mim em 1984 e registrado na Biblioteca Nacional em 1986.

Vários dos protagonistas que tripulam Altaré e fazem parte da obra Géa apareceram antes ainda, na revista Nova Eletrônica - EDITELE (1977 - 1987) - em 1983 - mais detalhes .

Altaré é um veleiro que navega no "oitavo mar", que é o continuum espaço-tempo. Naves com formato de navios ou veleiros a navegarem nesse ambiente cósmico ou no ar são idéia inda mais antiga: os "navios-fantasmas" lendários e a nave no livro "Silmarillion" são alguns dos exemplos.

O importante, na obra Géa, não é (apenas) Altaré navegar no espaço; sim, o que as pessoas fazem dentro dela e com ela.

Só hoje, em 11-09-2015, eu soube do filme de animação lançado em 2002 pela Disney (portanto, bem depois de eu haver criado e lançado Altaré), dirigido por John Musker e Ron Clements e, segundo eles próprios, baseado no romance "A Ilha do Tesouro" de Robert Louis Stevenson.

Esse filme exibe veleiros a navegarem no espaço, entre as estrelas, parecido como faz Altaré, mas não igual e também não com história similar.

Altaré é mais bela no texto de Géa, onde sua beleza supera o que pude simular, sozinho e quase sem recursos, na computação gráfica, para mostrar Altaré em animações e ilustrações - e sua história, mais encantadora, se comparada aos veleiros e à história do filme "Treasure Planet", onde a Disney utilizou inúmeros especialistas em animação e um capital imenso.

Confira, assistindo ao filme e lendo Géa! Compare!

- CCDB 11-09-2015

As considerações acima valem também para o filme "Pan" (2015, dirigido por Joe Wright), onde há semelhanças com Géa; veleiro voador - em Géa, é Altaré; esfera luminosa sobre a mesa do pirata - em Géa, é a Mensfera, menino voador - em Géa, "Clausar voava"; menino apanha o planeta Saturno na mão - Em Géa, o enkinho (menino) Rá faz isso com vários astros, no ambiente PSID de realidade supravirtual; a entidade luminosa - em Géa, são várias, os Seres de Luz, e assim por diante. Compare as datas dos registros de Géa com a do filme "Pan". Em todos os casos Géa ganha longe - confira, lendo Géa!

- CCDB 23-01-2016


Géa e o filme "O Barão Vermelho"

Na cena de abertura que antecede o título do filme "O Barão Vermelho (Der rote Baron)" (2008), escrito e dirigido por Nikolai Müllerschön, você vê o menino louro abrir os braços num gesto de vôo enquanto cavalga atrás de um aeroplano e sonha com o porvir, quando se tornaria um ás da aviação alemã. Em "Géa", escrita muito antes de esse filme ser lançado, escrevi (entre outras cenas dos vários livros em que a idéia cresce e se reforça) o seguinte:

LIVRO QUINTO DE GÉA VERSÃO ILUSTRADA PGS. 1112 E 1113
Quando ganhou a bigiróscopa, no espectro seguinte, Clausar aprendeu a bigirar e logo se tornou exímio bigirocista. Um cromat enradiado, saiu pelas ruas do bairro residencial e chegou à avenida mais longa, suave descida mui bem pavimentada. Acelerou, até eriar o vento sibilando géa; até sentir as lágrimas correndo aos cantos dos írios e ter de apertar os lábios, para as bochechas não inflarem com o sopro do ar. Já celérrimo, parou de pegirar, eriou o suave lamento da catraca enerplásmia, soltou o guidom, abriu os braços coas palmas das mãos retrorsas, polegares antrorsos, e formou bordo de ataque como as asas das rapinas. Sentiu a pressão ascensional; e, se decolou de verdade, ninguém poderá dizer. Não importava se as rodas ainda tocavam o chão, ou não: Clausar voava! Em meio ao assobio do ar; feito os planadores; levado nas asas da Géa; Clausar voava! Cruzava o arcifínio entre o solo grosso e o fino ar; saltava o fosso ao Alcácer da Velocidade e conquistava-o para sempre. Clausar voava! Voava solo! Pleno de Paz do Agora!

MESMO LIVRO PG. 1156
Os corpos de Gázeo e de Clausar harmonizam-se, mais e mais. O ékulo entrega-se! Deixa a mente superior imperar e torna-se inteiramente um só com o enkinho!

Por sua índole dominadora, ora dotado de músculos entre os mais poderosos e ágeis de Géa (aptos a matarem o ventura rex com bem aplicados coices) Clausar voa, agora mais rápido! Novo estágio de celeridade é alcançado, superior ao da bigiróscopa! Unido ao Ky de Gázeo, o Ky de Clausar amplia-se; avante; atrás; aos lados; acima; e alcança a paisagem inteira! Ela desliza e passa, no balanço cadenciado do galope; e a rítua dos poderosos guerreiros nórios clarina densa, e intensa, e imensa, e propensa na mente do pequeno enk! Qual deuses louros no céu, Clausar voa na gia! O som vai sumindo na repetição das pancadas contra o solo compacto; os arrancos motores estabilizam-se em moto contínuo; e Clausar de novo desliza, inundado pela Paz do Agora! Antes senóide achatada na base em classe B, Clausar já decola e voa, em pura classe A!

As palavras de língua alienígena que se vêem nos excertos de Géa, acima, estarão perfeitamente aprendidas pelo Leitor e a Leitora, nesse ponto da leitura. Para isso, Géa foi escrita de maneira a, mesmo sem ajuda do Livro Treze on-line (ou da versão em PDF do mesmo dicionário exclusivo de Géa), o aprendizado dessas palavras seja automático, fácil e delicioso.

Nesse texto, "bigiróscopa" é "bicicleta"; "espectro", "ano"; "bigirar", "andar de bigiróscopa"; "bigirocista", "ciclista"; "cromat enradiado", "dia ensolarado"; "géa" (com inicial minúscula), "força" (a força comum, estudada pela física); "pegirar", "pedalar"; "enerplásmia", "feita de enerplásmio, um plástico resistentíssimo"; "rapinas", "aviões ou naves espaciais de caça"; "Géa" (com inicial maiúscula), "Essência das essências, Força Vital, Parte Feminina, Pessoal, Consciente, do Um - e muito mais"; "ékulo", "cavalo do planeta Géa"; "Ky", "Alma"; "Gázeo" é o nome do ékulo que Clausar montava; "nórios", "povos louros do norte".

- CCDB 14-09-2015


Géa e o filme "Another Earth"

Géa, )que( e Geínha estão escritos e publicados há vários anos. Assisti hoje, pela vez primeira, ao filme "Another Earth" (2011, França, escrito por Mike Cahill e Brit Marling e dirigido pelo primeiro - portanto anos após a escrita e o lançamento de Géa).

No livro "Géa", o Teorema de Clausar (um dos protagonistas) explica a coexistência de indivíduos, objetos, planetas e estrelas semelhantes, quando não idênticos, no Universo. Esse tema está ventilado nesta mesma página, mais acima e, com o referido filme, perfaz uma das "coincidências" de que trata esta página (Nem Plágio Nem Coincidência).

Convido você a assistir ao filme e ler os livros supracitados, em especial "Géa" - a qual deve ser lida inteira, pois, se lida apenas em parte, "funcionará ao contrário" e para isso foi concebida, de modo a filtrar as Leitoras e os Leitores que mereçam a obra.

Em "Géa", todos os aspectos; todas as perspectivas, as possibilidades e as implicações e conseqüências do Teorema de Clausar e dos mundos repetidos são explorados a fundo - vale a "pena" lê-la! Em "Géa", em ")que(" e em "Geínha" varejam-se ainda mais caminhos, bifurcações, paradoxos e manifestações físicas, psíquicas e transcendentais dessa cativante idéia do personagem, bem como o seu encontro coa sua contraparte tridéltica (terráquea), um indivíduo quase igual a ele. Se iguais fossem, poderiam (ou não...) ser a mesmíssima pessoa em lugares distantíssimos e contudo coincidentes.

Confira, assistindo ao filme e lendo Géa! Compare!

- CCDB 15-10-2015


Géa e os filmes "Krrish"

Géa, )que( e Geínha estão escritos e publicados há vários anos. Géa foi registrada por mim na Biblioteca Nacional em 27-09-1996 (mas tem origem muito anterior em meu próprio trabalho e imaginação).

Assisti em Janeiro de 2016 aos três filmes que compõem "Krrish": o primeiro, "Koi... Mil Gaya" (2003), não contém o título "Krrish" (2006), mas eu o considero "Krrish Zero"; os outros dois são "Krrish" (a que chamo "Krrish Um") e "Krrish 3" (2013). O filme número dois não foi lançado.

Essa série cabe por excelência nesta página, pois, muito mais que as coincidências aqui tratadas (ver primeiro texto desta página, em letras maiores), a série "Krrish" tem o espírito consonante com o de Géa e o dos outros livros de minha autoria. Não é um produto "enlatado" feito a maioria dos filmes norte-americanos e não se submete aos "donos da mídia cinematográfica". As semelhanças com filmes de super-heróis estadunidenses ponho na conta de referências e até mesmo de crítica jocosa.

O mais importante: a série "Krrish" tem um autor/diretor (Rakesh Roshan) com alma, visão, conhecimento místico (dom muito maior que o do conhecimento religioso) e inclui astros de luz similar, com destaque ao magnífico Hrithik Roshan, o qual - artista completo, dançarino, esportista e ator - faz, com a ajuda de intensa computação gráfica e efeitos especiais (VFX), três papéis concomitantes, nos personagens Krishna, Krrish e Rohit.

Mais uma semelhança significativa da série "Krrish" com os livros de minha autoria: há uma família a trabalhar com extremo afinco e amor por trás desses filmes.

Géa inda não foi filmada, entretanto possui infinito potencial para isso, como venho sugerindo há vários anos aqui.

As músicas e animações de computação gráfica com base em "Géa" por enquanto só eu componho, sem recursos financeiros, com um só computador, o teclado e o mouse. Nem um instrumento midiado sequer ou qualquer outro periférico. Mas, igual termina sem extinguir-se a vida terrena de Rohit em "Krrish 3"; dentro de "Géa" eu sou perene. E a Géa está na Essência de todos os seres, inclusive daqueles que me apanharão a tocha e a levarão a maiores alturas.

O Brasil pode e deve utilizar Géa e os outros livros de minha autoria para realizar algo tão bom, pelo bem do país, do indivíduo e da sociedade, como o que se vê no trabalho da família Roshan. Algo melhor, quiçá, por dar-se no porvir.

Quem sabe o Brasil possa até mesmo superar a Índia, se aqui surgirem pessoas do bem, com acesso ao capital e de igual visão e similar intenção, que venham a conhecer "Géa" e os outros livros de minha autoria.

Assista aos filmes supramencionados; se gostar e quiser assistir a mais filmes indianos (de outros autores e astros), não deixe de ver também o delicioso "Ra.One" (2006), dirigido por Anubhav Sinha e estrelado por Shah Rukh Khan e a incomparável Kareena Kapoor, que muito me lembra em sua dança e em seu aspecto a personagem de "Géa" chamada Ky (Alma), a maior bailarina do Universo, a qual venho animando há anos, perfeita em meu coração e no texto de "Géa", imperfeita e contudo mirífica no limitado computador.

E leia "Géa", ")que(", "Geínha" e "CCDB - Gravação Profissional" no único lugar onde se pode: CCDB Livros. Então veja se exagero no que aqui afirmo.

- CCDB 18-01-2016


Géa e o filme "Midnight Special"

Géa, )que( e Geínha estão escritos e publicados há vários anos. Géa foi registrada por mim na Biblioteca Nacional em 27-09-1996 (mas tem origem muito anterior em meu próprio trabalho e imaginação).

Assisti hoje pela vez primeira ao filme "Midnight Special" (2016), direção e roteiro de Jeff Nichols, com Kirsten Dunst e outros.

Menciono aqui esse filme por algumas "coincidências" suas coa história narrada em Géa: os Seres de Luz, a sugestão das velas de Altaré (até mesmo com as bobinas gravitacionais) no estilo da cidade do "outro mundo", a busca árdua de Clausar por Ky e a sua descoberta "do outro mundo", ou, melhor, dos "outros mundos" e da Irmandade Galáctica, em meio a pugnas e inimigos assaz superiores aos enfrentados pelos protagonistas do filme.

Assista ao filme e leia Géa inteira (Géa só se deve ler inteira, sem faltar uma só palavra, para que não "funcione ao contrário", pois também para isso a criei, de modo a evitar leituras apressadas). Compare filme e livro e, apesar das diferenças, surpreenda-se não apenas com as similitudes e a Mensagem: os Seres de Luz existem.

Geárion, contatado por Clausar, existe de verdade e é a contraparte d'Aquele que eu próprio contatei e está aqui presente comigo.

- CCDB 09-07-2016


Géa e o filme "The Neon Demon"

COINCIDÊNCIA? OU ESTÃO COPIANDO "GÉA"?
"Géa" (Livro, músicas, arranjos, animações)
Géa, )que( e Geínha estão escritos e publicados há vários anos. Géa surgiu em 1983 e foi registrada por mim na Biblioteca Nacional em 27-09-1996 (mas tem origem muito anterior em meu próprio trabalho e imaginação).

Clique na miniatura ao lado para abri-la em máxima resolução

"The Neon Demon" (Filme)
Data de lançamento: 23 de junho de 2016 (Alemanha); Diretor: Nicolas Winding Refn; Escritores: Nicolas Winding Refn (história) e Nicolas Winding Refn (roteiro).

A "coincidência" são os TRIGÉAS de Ky, sobre os quais você pode saber tudo lendo Géa, )que( e Geínha em CCDB Livros. Ky, a Maior Bailarina do Universo dança nos palcos de inúmeros planetas, entre eles a Terra - aqui, ela o faz disfarçada de terráquea. Em todos os bailados, Ky usa na face os apliques de soládio (ouro), que lhe recobrem os TRIGÉAS, linhas ativas que comunicam emoções em três esferas: física, mental e psíquica, as quais todos os geóctones possuem e a trairiam se com elas aparecesse aos terráqueos. Venho escrevendo e desenhando os trigéas de Ky e dos outros personagens geóctones anos a fio, muito antes de se generalizarem efeitos semelhantes de maquiagem e tatuagem no planeta Terra, como os que se vêem na protagonista do filme "The Neon Demon".

- CCDB 18-10-2016


Géa e o filme "Inside Out (Divertida Mente)"

Géa, )que( e Geínha estão escritos e publicados há vários anos. Géa foi registrada por mim na Biblioteca Nacional em 27-09-1996 (mas tem origem muito anterior em meu próprio trabalho e imaginação).

Assisti hoje pela vez primeira ao longa-metragem de animação "Inside Out" (2015) dirigido por Pete Docter e Ronnie Del Carmen, uma obra-prima... baseada em idéias falsas e até mesmo perigosas ao indivíduo e à sociedade.

Por isso, deixo aqui o alerta para evitarem-se comparações superficiais com outras obras-primas... baseadas em idéias verdadeiras: os livros Géa e Geínha, de minha autoria.

Apressados podem ver similitudes entre as múltiplas personalidades da protagonista, a menina Riley, de "Inside Out" com os Kyálteres de um dos protagonistas de "Géa", Clausar. Em Riley, essas personalidades são meros modos de ser; não, indivíduos, nem seres viventes; em Clausar, após sua Grande Iniciação como Ky Único de espécie, os Kyálteres são múltiplos indivíduos (sic) coexistindo em um só Grande Indivíduo.

O mais importante a distinguir entre o filme e tais livros é: no filme, a protagonista Riley é mero joguete das emoções, igual as personagens típicas do romance moderno o são dos acontecimentos. Em Géa e Geínha, os protagonistas são donos de seus porvires ou esforçam-se em sê-lo ao máximo, tomam suas decisões e mergulham em si para, cada qual, agir sobre sua própria mente, interagirem com a dos demais - e noutros planos, físicos, psíquicos, anímicos e multidimensionais.

Outra possível similitude, para os afoitos, é a da aventura de Rá e os "fissureiros" na tentativa de salvarem o Universo da teia da "coisa" e em busca de recuperarem os dons do bornal (o que você saberá melhor se me honrar coa leitura de Géa e Geínha), se comparada à luta das emoções, apresentadas como entidades viventes e condutoras do joguete-protagonista Riley, para mantê-la feliz, apta e livre de problemas.

Cuidado, pois! Não se deixe enganar pelo que Pixar escreve na "Storyline" de Inside Out (Divertida Mente), página desse filme no IMDB, quando afirma: "Like all of us, Riley is guided by her emotions - Joy, Fear, Anger, Disgust and Sadness"!

Não somos guiados por coisa alguma dentro de nós mesmos, nem mesmo por Deus que ali em nosso âmago está mais perto e acessível. E não seremos guiados por coisa alguma nem por outrem fora de nós próprios: nosso guia ideal somos nós, o seu guia ideal é Você, o meu sou Eu - qualquer outro, ainda quando bem-intencionado... não permita!

Esse filme parece-me uma tentativa sub-reptícia de incutir idéias enganosas nos espectadores ingênuos, de crianças a adultos, por meio do deslumbramento da obra-prima de animação... baseadas em idéias falsas e quiçá com propósito nocivo.

Géa e Geínha são exemplos sinceros de apresentar aos Leitores e Leitoras, de crianças a adultos, por meio do brilho que não ofusca, não deslumbra, não hipnotiza, mas arrouba, enleva e eleva emoção, pensamento e pessoa humana, por meio da obra-prima de literatura... baseada em idéias verdadeiras e com propósito enobrecedor do indivíduo e da sociedade.

Leia "Géa", ")que(", "Geínha" e "CCDB - Gravação Profissional" no único lugar onde se pode: CCDB Livros. Então veja se exagero no que aqui afirmo.

- CCDB 10-07-2017


Géa e os filmes "The Discovery" e "Flatliners" (Linha Mortal)

Géa, )que( e Geínha estão escritos e publicados há vários anos. Géa foi registrada por mim na Biblioteca Nacional em 27-09-1996 (mas tem origem muito anterior em meu próprio trabalho e imaginação - como poderá ver na página que se abre pelo link logo acima, donde extraio esta informação, para sua comodidade e para comparar com as datas dos filmes aqui mencionados: "A primeira citação do planeta Géa está na página 41 desse exemplar da Nova Eletrônica, de 1983").

Assisti hoje ao filme "The Discovery" (por ora, sem título em português, lançado em 2017), dirigido por Charlie McDowell, que me lembrou a essência do filme "Flatliners" (Linha Mortal, lançado em 1990), dirigido por Joel Schumacher.

À parte as peripécias e as situações que se desenrolam de maneiras diferentes em ambos os filmes, a idéia final, mantida em suspense ao longo desses longas-metragens, é que existe uma vida após a "morte" e essa vida teria como "utilidade" ou uma das "utilidades", a reparação de atos praticados na vida atual.

Isso nos remete ao campo da teoria, da filosofia, da religião, da ficção, da especulação - mas não do misticismo, onde o buscador ou a buscadora encontra a Resposta durante a vida atual e, se tiver êxito, alcança a Experiência Mística, que pode ser o cotato direto (ou "visão") de Deus (a Epifania), pode ser o contato ou a "visão" de um Ser Incorpóreo (que não o próprio Deus; sim, um indivíduo que já viveu na Terra ou noutro orbe qualquer, em corpo físico, ou nunca possuiu corpo físico e sempre existiu como Ser de Luz - para lhe dar um nome razoavelmente compreensível) - e pode ser muitas outras coisas, até ilusão ou alucinação; entretanto, quando é verdadeira, o místico sempre SABE.

O que narro no livro "Géa" (e livros posteriores) não é teoria, filosofia, religião, especulação e muito menos ficção: tratam-se de Experiências Místicas vívidas, vividas por mim próprio, assaz mais brilhantes e sensíveis que a Realidade Física percebida pelos sentidos e alcançada pelo pensamento, a emoção e a razão. Para não me vangloriar, apresentando-me como protagonista dessas Experiências e descrevendo-as tal como ocorreram comigo, criei personagens ficcionais que as vivem em meu lugar, em ambientes fictícios - mas não se engane: as Experiências são REAIS, eu as VIVI, ainda VIVO deveras e, como ocorre em casos assim, não cabe transmitir na íntegra em palavras, que estas são filhas do espaço-tempo e, irmãs da lógica, permanecem no campo limitado da razão - todavia as palavras as descrevem e, em "Géa", um léxicon duas vezes o de William Shakespeare em toda a sua obra e seis vezes o de Camões em "Os Lusíadas" o fez com primor.

Assista aos dois filmes (ainda que o já tenha feito vale a pena repetir) e leia "Géa" inteira (foi composta para ser lida inteira, ou "funcionará ao contrário", adrede para filtrar leitores superficiais ou apressados. Compare então os filmes com o livro!

Não à toa lancei a idéia de se fazerem filmes baseados em "Géa" e nos outros livros CCDB e não é sem rumo que venho compondo músicas, sinfonias e animações em computação gráfica inspirados nessas obras, para divulgá-las em prol do indivíduo, da sociedade, da língua portuguesa e da Verdade.

A Verdade não está nesses filmes engatinhantes... A Verdade se acha dentro de você e em tudo ao redor. Conheça ou reconheça essa Verdade, se ainda não a contemplou inteira, lendo "Géa"... INTEIRA!

- CCDB 30-08-2017


OS TERRÁQUEOS DESCOBREM AS ONDAS GRAVITACIONAIS, AS MESMAS QUE MOVEM O CLÍPER CÓSMICO ALTARÉ:
http://www.scientificamerican.com/article/gravitational-waves-discovered-from-colliding-black-holes1/

ISSO JÁ CONSTAVA DE GÉA NO PRIMEIRO REGISTRO DA OBRA E DO LIVRO ONDE "NASCEU" ALTARÉ: "CCDB - GRAVAÇÃO PROFISSIONAL", ORIGEM DO LIVRO DÉCIMO DE GÉA.

- CCDB 12-02-2016


 

IMPORTANTE: embora em geral os tópicos se disponham em ordem de recentidade descendente, pode haver adendas com datas mais recentes inseridas entre os tópicos de datas mais antigas. A data mais próxima do rodapé não é, portanto, necessariamente a mais nova. Foi o caso, por exemplo, da adenda de 13-03-2014, bem mais acima, inserida no tema dos filmes das séries de Star Trek, quando, perto do rodapé, a data mais nova era 23-08-2013.

 



GÉA É MUITO MAIS!!! *

Você descobriu grande número de "coincidências" nesta página. Cada qual inclui uma idéia original minha, que está nos livros de Géa.

Pode parecer então criatividade bastante para uma obra, mesmo do porte de Géa.

Porém, garanto! na leitura de Géa, você encontrará número vastamente maior de outras idéias minhas, que nenhuma coincidência me levou a incluir aqui.

Sirva-lhe esta página, hoje a mais (e estrondosamente) visitada deste site, de modesta introdução ao inesgotável mundo das idéias contidas no escrito Géa!

*A presença do texto "Géa é muito mais!!" aqui no final desta página NÃO significa que eu tenha concluído o trabalho de atualizar esta página, acrescentando toda e qualquer coincidência que descubra entre Géa e qualquer livro, filme, etc.. Continue, pois, honrando-me com sua freqüente visita!

- CCDB - 18-10-2007


Gostou?!?

Se você gostou desta página, e não é um editor que pudesse publicar os meus livros impressos em papel; por favor, em prol do Brasil e do nosso idioma (e deste autor aqui), procure os editores (de preferência os grandes, aptos a publicarem todos os meus livros de uma só vez e de lhes fazerem a devida publicidade e distribuição, bem como a tradução para vários idiomas) e sugira-lhes o estudo profundo deste site, em especial as páginas cujos links aparecem logo aqui abaixo, sob o título "Aos editores". Você também pode ganhar a merecida parcela, agindo assim.

E desde as 22 horas e 23 minutos de 17-06-2009, você já pode ler o texto integral e contemplar todas as ilustrações de todos os meus livros bem como aquele em co-autoria com RDB e a apostila escrita por este em CCDB Livros!

 

A última data que aparece nesta página não é necessariamente a mais recente. A mais recente se acha no tópico que o seja; portanto, procure mais acima, subindo ao longo desta página, a data mais nova! - CCDB 30-08-2017

 

 

 

 


Por que utilizo os serviços do Google?