As Guitarras de Ouro Regvlvs Raphael ®

Primeira Página em pesquisa do Google!

Página Inteira na Folha de São Paulo!

CCDB, na foto da década de 1960, tem nas mãos as duas primeiras Guitarras de Ouro que projetou e construiu, às quais chamou Regvlvs modelo Raphael, por ter sido a primeira desse modelo encomendada por seu amigo Raphael Vilardi.

Durante a construção quase concomitante de ambas, a guitarra protótipo, à direita, ia servindo de base à guitarra definitiva de Raphael, à esquerda. Assim que cada característica do protótipo era testada e aprovada, CCDB a implementava na guitarra de Raphael. Porém, o protótipo saiu tão perfeito* que CCDB presenteou com ele seu irmão Sérgio Dias (Sérgio Dias Baptista).

Esse protótipo tornou-se a lendária Guitarra de Ouro, a da "maldição", tão exibida em jornais e revistas, tão vista nos palcos do mundo inteiro (inclusive no Olympia de Paris), que CCDB prefere não apresentar uma foto do Instrumento completo nesta página: deixa a você essa pesquisa, pois o importante é mostrar o começo, que aqui está!

CCDB manufaturou artesanalmente mais de trinta Guitarras de Ouro e mais de cem guitarras sólidas.

As numerosíssimas fotos das Guitarras de Ouro já prontas (inclusive das duas mostradas acima em construção) podem ser vistas (e copiadas com mais qualidade do que aparecem neste site, se trouxerem seu próprio equipamento para copiá-las) no atual Laboratório CCDB por editores, jornalistas, repórteres, biógrafos, cineastas e quem mais se proponha a ampliar o alcance do novo trabalho do autor de Géa e lhe envie seus dados para marcar entrevista. CCDB não empresta fotos nem objetos para serem levados de sua residência e copiados noutro lugar.

Você pode ver mais sobre o labor artesanal de CCDB na página Cantinho dos Prospectos e Manuais CCDB. Talvez você encontre fotos da Guitarra de Ouro Regvlvs Raphael Número Um nos Prospectos "História de Uma Grande Marca - Partes I e II" ali presentes, que você pode baixar em PDF ao seu computador...

CCDB quase não exibe neste site a sua história anterior à escrita de Géa e seus outros livros, porque este site tem por objetivo apresentar-lhe os livros aos editores de todas as mídias - e, não, contar a sua história, a qual - como artesão, criador do grupo musical que se tornou os Mutantes, editor e articulista de revista técnica - chama de "outra encarnação" e é dispensável e menor, comparada a de seu trabalho como escritor e ao objetivo e resultado desse trabalho.

O tratamento - ora na primeira, ora na terceira pessoa - de CCDB para com o próprio CCDB em diversas páginas deste site é proposital. O estudo das páginas deste site explica o motivo disso.

- CCDB


CCDB não atende consultas sobre áudio e equipamento de som: apenas responderá sobre suas obras literárias.

Extraída por CCDB da foto de J. Ferreira da Silva, em reportagem de Luís de Castro, num dos números da revista InTerValo, eis a Guitarra de Ouro Regvlvs Raphael inda sem os captadores (pick-ups).

UMA ÚNICA EXCEÇÃO - EM RESPOSTA A QUESTÕES SOBRE A GUITARRA DE OURO FEITAS POR UM VISITANTE DESTE SITE QUE TENTOU SINCERAMENTE ME AJUDAR A PUBLICAR OS LIVROS E QUERIA DOAR-ME EQUIPAMENTO.

----- Original Message -----
From: (o remetente não autorizou a divulgação de seu nome)
To: ccdb@ccdb.gea.nom.br
Sent: Sunday, April 20, 2008 6:42 PM
Subject: Nova Guitarra Kier e outras Régulus


Olá Cláudio.

Gostária de saber qual as diferenças entre as 3 Régulus:


1ª Rafael Villard
2ª Sérgio Dias
3ª Henrique Barth ( a da capa do disco dos mutanets, de cor natural)


Você alguma participação na nova guitarra Kier do Sérgio Dias. E a guitarra do Rafael Villard, aonde ela está, ela funciona?


Obrigado. Espero Contatos.


Na foto, CCDB - em sua residência-laboratório cujo ambiente semelha o da Laranja - fotografa o perfil da Guitarra de Ouro Regvlvs Raphael II, durante a reforma desse Instrumento (entre outras coisas, hexafônico), em que trabalhou cento e trinta e cinco horas, dedicadas sem ônus a seu irmão Sérgio.

MINHA RESPOSTA AO VISITANTE DESTE SITE - CCDB

Olá, _______.
No meu site está claramente expresso, em diversas páginas, que não respondo questões sobre áudio, Mutantes e instrumentos musicais. Lamento.


Porém, como demonstrou boa vontade em nos ajudar (na mensagem sobre a doação), no seu caso abro exceção - desculpe as respostas curtas, pois tenho de continuar no trabalho atual de escritor.


A Regvlvs do Raphael foi encomendada por ele para ser o que realmente se tornou: "a melhor guitarra do mundo" - foi assim que ele me pediu que a construísse, usando essas palavras, e sei que consegui. Está no site explicado e até com foto que construí dois exemplares logo de saída. Um era o protótipo onde ia fazendo as experiências; o outro era já a do Raphael, em que os resultados eram implementados. Como todas as experiências tiveram sucesso, acabei tendo dois Instrumentos ótimos - então doei o protótipo (a de cor branca) ao meu irmão Sérgio, que pagou apenas a douração vitalícia das peças. Houve só um pequeno defeito
* nesse protótipo: a colagem da chapa externa de madeira (pau-marfim) ficou falha numa pequena região, que recortei e substituí. Por isso tive de pintar na cor da madeira todo o tampo - e não se podia notar a emenda. A do Raphael saiu impecável*, e parece que continua assim até hoje, com ele.


A Regvlvs Raphael do Henrique Antonio Bartsch é a mesma supracitada, aquela protótipo que doei ao Sérgio, que este meu irmão vendeu ao Henrique - esquecendo-se que me poderia ter dado algum dinheiro ao vendê-la... Essa é a mesma Guitarra de Ouro em que insculpi a Maldição e que foi roubada, tendo sido retornada ao legítimo possuidor, o Sérgio, como a outra face da chapa dourada com a Maldição preconizou.


O Sérgio sempre quis que eu lhe fosse fazendo guitarras cada vez mais aperfeiçoadas e também para essa última me solicitou isso. Porém, hoje vivo outra encarnação, sou escritor, e além disso tenho os problemas nas mãos e nos olhos que me impediriam de manufaturar nova Guitarra para o Sérgio. Ele então me pediu os esquemas da Regvlvs Raphael (de ambos os modelos, a primeira e a hexafônica que é golden-sunburst), que eu prontamente lhe enviei, bem como orientações sobre o que me foi possível. Ele queria que eu testasse e, se aprovasse a nova guitarra, lhe apusesse minha assinatura, ao que repliquei que, se o luthier que a construísse gostasse da idéia e se assinasse como projetista e construtor, eu teria prazer em assinar como avalista. Mas acabamos nos desentendendo seriamente, pelos motivos que estão contados na página "Tropicalismo; We, Mutantes; outros ismos e Géa", no meu site - e não assinarei essa ou qualquer outra guitarra do Sérgio. Quanto à qualidade desse novo Instrumento, não lhe sei dizer. Visto de lado (só o vi por fotos), não possui o segredo principal da qualidade acústica das Regvlvs Raphael, que é a perspectiva igual à dos violinos de Stradivarius, o que confere a minhas guitarras desse modelo um desempenho acústico superior (bem superior) ao de qualquer instrumento mais achatado, menos "3D". Claro que não são ótimas apenas por esse motivo, mas este me parece bastar para impedir que outra guitarra qualquer, acústica ou semi-acústica, possa igualar as minhas. Garanto que Stradivarius assinaria embaixo do que lhe digo aqui...


A Guitarra Regvlvs Raphael está, até onde sei, com o próprio Raphael. A última vez em que a vi estava nova em folha, na caixa, tinindo, brilhando, refulgente. O Raphael sempre foi mais meu irmão que meus irmãos.


Um abraço de irmão dos de verdade,


Cláudio

 


COMPLEMENTO À MINHA RESPOSTA - CCDB


Oi, __________!
Amigos meus me contaram: você divulgou a resposta que lhe dei sobre a Regvlvs Raphael. No futuro, por gentileza, consulte-me antes. Mas não fez mal, nesse caso, pois a divulgação foi até oportuna. Para completar a matéria então, gostaria de acrescentar (tão-somente) isto:


A Regvlvs Raphael, em sua perspectiva lateral semelhante à dos violinos de Stradivarivs, tem também o propósito ergonômico de curvar-se ao redor do guitarrista que a empunha, em vez de o forçar a curvar-se sobre ela, como se vê em todas as guitarras de outros modelos (ao menos as que conheço).


Essa construção mais anatômica da Regvlvs visa outrossim a tornar mais suportável o peso da Guitarra, que foi projetada com peças fundidas em bronze maciço sob pedido de um homem forte (não, de ua relativamente frágil mulher).


Esse homem era e é meu amigo Raphael Vilardi, um atleta aliás.


A Regvlvs Raphael é para ser portada por homens - ou por mulheres atléticas, qual soem ser muitas das que hoje povoam os palcos de todo o mundo.


Quando ela soa... ah! se o guitarrista merecer, literalmente o faz voar; e a massa do Instrumento lhe confere a atração gravífica que o antigo e jovem Sérgio exercia, quando a empunhava comodamente, ereto e descurvado perante o público orbitante.


Um forte abraço, do


Cláudio!

- A correspondência acima foi acrescentada a esta página em 16-05-2008 - CCDB

 

O SOM DAS GUITARRAS DE OURO

- adenda à correspondência acima, não pertencente a ela e exclusiva para complementar esta página.

A captação magnética das Guitarras Regvlvs Raphael possui impedância baixa o bastante para que todos os captadores de qualquer modelo Regvlvs capturem todos os harmônicos da região das cordas que se lhes sobrepõe.

Nenhum captador, seja de qual tipo for, pode captar o que não existe: todos os harmônicos de uma corda só se acham presentes em dois pontos: no cavalete e no trasto contra o qual a corda for comprimida (ou a pestana, se a corda estiver solta).

Mais harmônicos podem ser gerados (e o são) com os distorcedores desses Instrumentos - porém, isso já não é fiel ao som original das cordas, que nas Guitarras Regvlvs é supremo, devido a sua construção, como explicado mais acima nesta página.

Para obter a fidelidade total ao som das cordas e ao conjunto cordas-estrutura acústica da Guitarra, capturando-lhes a fundamental e todos os harmônicos, todas as Guitarras Regvlvs Raphael possuem um captador alojado sob o cavalete - e tal captador (Captador Milagroso ® na Regvlvs Raphael I e Hi-Pick ® na Regvlvs Raphael II Hexafônica) apanha TODOS os harmônicos de todas as cordas, os quais podem ser misturados à vontade pelo guitarrista com o som dos captadores magnéticos, alcançando a fidelidade TOTAL a todas as vibrações sonoras da Guitarra.

Na Guitarra Regvlvs Raphael, o espaço encerrado na caixa de ressonância e sua relação com as aberturas para o exterior conferem uma sintonia em certa nota musical, como sói ocorrer com todos os instrumentos que possuam caixa de ressonância e lhes é desejável característico.

Espaços de menor capacidade volumétrica necessitariam de aberturas menores, e a intensidade daquela ressonância seria reduzida e tornada inefetiva para o necessário equilíbrio tonal - além disso, tais aberturas minguadas prejudicariam o aspecto do Instrumento, embora o Som seja sempre o objetivo mais alto.

Uma guitarra em tudo idêntica às Regvlvs Raphael que tivesse menor caixa de ressonância, inda que sintonizada, afinada ou timbrada naquela mesma nota, ou se timbrada em nota mais alta (aguda), produziria um som desequilibraado, no qual faltariam graves.

Cotejada tal guitarra hipotética à Regvlvs Raphael, e ambas com cordas novas e idênticas, o som desta última poderia ser descrito (enganosamente) como "mais brilhante", sendo que, em verdade, analisadas as respostas a freqüências de ambos os instrumentos, a guitarra hipotética teria, isto sim, menos graves que a Regvlvs Raphael. Sendo esta última a de melhor e mais uniforme resposta, será o remelhor Instrumento, porquanto qualquer equalização que se lhe aplique, de seu próprio circuito ou de circuito externo, proporcionará um som mais livre de ruído, porque o ganho na equalização será menor. O conteúdo harmônico não é, portanto, um parâmetro relativo; sim, absoluto - e nele a Regvlvs Rapael novamente impera.

Aquela ressonância de medida certa e com potência exata permite que a tábua de harmonia (o tampo do Instrumento) seja mais firme, de flexibilidade e tensão ajustadas à pressão das cordas e do cavalete, ligando-se melhor a estes e permitindo sustentação de notas em toda a extensão normal das guitarras de seis cordas e mesmo abaixo do mi bordão, aceitando afinações em registros mais graves, sem prejudicar o alcance nos mais agudos. Tudo isso sem o som se degenerar em realimentação descontrolada - a realimentação acústica é sempre mantida sob o domínio do guitarrista, permitindo-lhe extrair notas de duração ilimitada.

A tábua de harmonia foi por mim testada por meio de processos de minha invenção; entre eles, a aspersão de certo pó sobre ela e a submissão do Instrumento protótipo a intensa realimentação acústica enquanto eu observava sob certa luz o comportamento móvel desse pó, habilitando-me a ajustar tal Guitarra e as subseqüentes com altíssima precisão, para realimentar-se na dose certa em todas as notas musicais.

Esses recursos (e inúmeros outros, aqui não descritos - ou isto viraria mais um dos meus livros...) de todas as Guitarras Regvlvs lhes concede um som que posteriormente, seja com os controles do próprio Instrumento, seja com os de aparelhos externos (equalizadores, etc.), terá qualquer quantidade de BRILHO e de quaisquer outros qualificadores dos variadíssimos timbres que se pode obter de uma guitarra.

Portanto, estará errado, ou será intencionalmente um detrator, quem afirmar que conhece uma guitarra a qual tenha mais brilho (ou mais presença, ou mais agudos, ou mais graves, etc.) que as Regvlvs Raphael de qualquer modelo.

Esses Instrumentos permitem ao guitarrista obter TODO E QUALQUER TIMBRE - inclusive ultrapassar a ponto de doer no ouvido e ser irritante, se adrede exagerado, no BRILHO e em qualquer outro parâmetro tímbrico.

Assim também todos os mais parâmetros do som das Guitarras Regvlvs preenchem e ultrapassam as medidas, permitindo ao guitarrista ajustá-los a seu gosto - se o desejar...

Quem duvidar das minhas afirmações, acima, poderá cotejá-las à realidade, bastando-lhe ouvir todos os discos dos Mutantes e de Sérgio Dias, onde se acha a confirmação cabal, para qualquer ouvido comprovar - seja ou não o de um especialista, esteja ou não vitimado por algum sentimento e propósito insincero. E os Instrumentos ainda existem, para uma comprovação final, desde que os seus proprietários se submetam à prova e se mostrem mais amigos da Verdade, ao pé de qualquer outro valor.

- A adenda, acima, foi acrescentada a esta página em 20-07-2008 e ampliada em 22-07-08 - CCDB


Embora versem sobre os Aparelhos CCDB, os subtítulos seguintes acham-se nesta página da Guitarra de Ouro por serem respostas a questões de teor similar ao das respondidas logo acima, sobre aquelas Guitarras. - CCDB

PEDAIS, OUTROS APARELHOS E CAIXAS ACÚSTICAS CCDB

Clique na foto ao lado e veja-a detalhada em alta resolução e qualidade máxima.

Foto, com câmara Hasselblad, batida por meu amigo Eduardo Gomez, o profissional argentino que escolhi, por sua competência e entre muitos entrevistados, para tornar-se o fotógrafo da EDITELE - Nova Eletrônica e que, após minha saída da direção da editora, tornou-se um de seus gerentes.

Ainda hoje, trinta e um anos depois do lançamento da revista Nova Eletrônica (uma das publicações da EDITELE, editora que fundei ao lado do proprietário Leonardo Bellonzi e da qual fui diretor geral e articulista), é fácil ler em muitos blogs e outros tipos de conversações via Internet mensagens de gente procurando os meus artigos e os esquemas dos circuitos que neles havia.

Claro! sempre há quem se queira distinguir nesses blogs sendo "do contra", porquanto é muito mais fácil "pixar" quando se desconhece um assunto do que o defender, pois a defesa exige conhecimento.

Um dos temas prediletos da língua comprida é dizer que meus circuitos eram copiados deste ou daquele circuito de aparelho estrangeiro e que, no caso de um dos pedais por mim publicados, eu próprio afirmei isso no mesmo artigo da publicação.

Em verdade, quando alguém aperfeiçoa um circuito qualquer, estará justamente fazendo o que em tudo se diferencia do simples ato de copiar: estará criando. Mesmo porque a eletrônica é uma ciência. Toda ciência tem degraus, e cada novo degrau se apóia sobre o anterior.

Para ser totalmente "criativo", alguém teria de criar novo tipo de componente amplificador - pois válvula e transistor já existem... Daí, precisaria escavar do solo, ou filtrar da água, quem sabe colher do ar ou do espaço exterior, de repente produzir coa força psíquica o tal novo componente, e então conceber e montar - tudo com equipamento inventado por ele próprio - o circuito (se é que se poderia chamar a isso de circuito, porquanto "circuito" é palavra velha e seria um plágio utilizá-la) do aparelho (idem) inteiramente novo, evidentemente para uma finalidade também toda nova.

Recordo-me de ter passado uma semana inteira, nos meus primeiros dias de estudo solitário e sem livros de eletrônica, no porão da casa de meus pais (o meu laboratório), a queimar as pestanas sobre um já então velho esquema de amplificador valvulado Fender ®, só para entender a seção inversora de fase... e alguns anos depois eu era capaz de criar em minha mente um aparelho inteiro, antes de o pôr no papel e montá-lo.

Certa época, estando a operar uma das mesas de áudio de minha invenção e manufatura, no palco, ligada a aplificadores e caixas acústicas também de minha invenção e manufatura, que emitiam o som dos instrumentos musicais que eu próprio criei e manufaturei, eu era capaz de enxergar nítido dentro de mim o sistema inteiro e cada um de seus componentes, bem como o fluxo do sinal de áudio por seus circuitos e de ver o som que se emitia, a refletir-se nas superfícies do recinto, a fluir para o interior das pessoas e a se retransformar naquilo de Imaterial que originou isso tudo... mas numa revolução mais alta da espiral evolvente da vida.

Isso não é genialidade; isso é estudo, trabalho e criatividade. Mas criatividade com base no trabalho de outrem, que sempre respeitei e admirei, como gostaria que respeitassem o meu.

Trabalhei minha vida inteira (e isso se repete quando escrevo livros) procurando contribuir com algo de novo para o indivíduo e o mundo. Creio que consegui.

 

O SUSTAINER CCDB

Quem leu deveras aquele artigo de minha autoria em que cito um pedal estrangeiro (um sustainer) no qual baseei o pedal de minha invenção, recordar-se-á que afirmo: o meu, por incluir inovações, saiu melhor do que aquele em que o baseei.

E o Sustainer CCDB lá está nos artigos e ainda funcionando nos palcos para quem quiser comprovar.

 

OS AMPLIFICADORES CCDB

Assim como o Sustainer CCDB e meus outros pedais, meus amplificadores de potência da linha de baixo custo (circuitos simplíssimos, porém com máxima qualidade de componentes) para P.A. (Public Adress System) tinham de novidade o critério na escolha dos componentes, no equilíbrio das partes, no esmero da montagem - mas não se afastavam da conhecidíssima classe AB, que os técnicos e engenheiros estudam na escola: eram um degrau sólido e de ótima relação custo/benefício - e ainda hoje recebo elogios de gente grata por estar usando meus amplificadores por muitos anos depois de os adquirir.

Acima e à parte desse fato, logo acima do último degrau da tecnologia da época, em pleno estado da arte, paira o CC700, amplificador de laboratório (mas não uma cópia do Crown DC 300 ou do HH S-500D; sim, um passo adiante na sua classe) com acoplamento DC e resposta planíssima a freqüências, nos graves, até corrente contínua e, nos agudos, até além da faixa de áudio.

Eleva-se inda mais alto, o levíssimo CCDB1000 sem transformador de alimentação. O CCDB 1000 tem concepção nova, fruto da combinação de cinco idéias inéditas minhas.

Semelhantes ou não aos amplificadores convencionais classe AB, o que mais interessa ao usuário num sistema de áudio não depende tanto do tipo de amplificadores de potência; sim, da utilização da multiamplificação, com divisores eletrônicos, o que permite o emprego de amplificadores de baixo custo, com circuitos simples e confiáveis - e isso, no conjunto do sistema, sai mais barato, mais compacto, mais leve, mais portátil, assaz mais confiável e tem muito melhor desempenho comparado ao uso de amplificadores caros, de circuitos complexos e de manutenção dispendiosa, acoplados a divisores passivos de freqüências.

A maioria dos Interessados que me visitavam no apartamento-laboratório não possuía essa informação; e um dos meus grandes serviços a esses Interessados, gratuito, era o de ensinar-lhes tal diferença e indicar-lhes o melhor caminho no projeto dinâmico e evolvente de seu sistema de som.

Os motivos de ser mais interessante o emprego da multiamplificação acham-se definidos nos Prospectos e Manuais dos Produtos CCDB, em especial naqueles impressos intitulados "Turbo-Compressor Quad 2000" e "Uso do Turbo-Compressor Quad 2000". Acham-se também nos meus artigos publicados na Nova Eletrônica e, ainda, no livro CCDB - Gravação Profissional, nova versão em co-autoria com meu filho RDB.

 

O TURBO-COMPRESSOR CCDB

Clique na imagem ao lado para vê-la detalhada em alta resolução e qualidade máxima.

Além dos amplificadores de potência, eu manufaturava os "Amplificadores para Instrumentos Musicais e Vozes", em geral denominados de "Turbo-Compressores", sendo que a grafia "errada" do nome "Turbo-Compressor" serve adrede para distinguir tais aparelhos dos turbocompressores para automóveis.

Um Turbo-Compressor CCDB era a "semente do sistema de sonorização"; e o Usuário que começava com apenas um deles já podia amplificar uma banda inteira, para, quando obtivesse mais recursos (no que o preço baixo, a confiabilidade e a Garantia CCDB de Cinco Anos do Turbo-Compressor em muito ajudava), adquirir mesa de áudio, divisores eletrônicos e amplificadores de potência separados, ampliando o seu P.A. sem descartar um só item sequer.

Ao verem um único aparelho, tão leve e pequeno, fazendo toda a sonorização de um grande ambiente, os músicos e técnicos de outros grupos se embasbacavam - e bastava isso para me manter o apartamento-laboratório sempre cheio de pessoas ávidas de se informarem mais e de obterem produto igual, de repórteres de revistas especializadas para me entrevistarem, sem que eu jamais pagasse qualquer propaganda na mídia. Nem mesmo aparelho telefônico eu tinha - e conexão à Internet idem. Só fui me conectar à web, pela vez primeira, diversos anos depois de me mudar para Rio das Ostras - RJ, já na nova encarnação de escritor.

Um Turbo-Compressor já continha o sistema de sonorização inteiro (aliás, bastante requintado); e, quando o sistema crescesse com tais recursos já em módulos separados, o Turbo-Compressor, com sua imensa flexibilidade, tornar-se-ia o amplificador de retorno do som para o palco e, depois, o de um dos músicos, fosse o tecladista, fosse o contrabaixista, fosse até mesmo o guitarrista (onde os amplificadores valvulados soem ser mais indicados), porque o Turbo-Compressor incluía compressor-limitador-sustainer, equalizador paramétrico verdadeiro com Q variável de 0,25 a 33 (selecionava um semitom sem afetar os adjacentes), equalizador gráfico e inúmeros recursos, em especial o Efeito MEL, de minha invenção, o qual simulava as ressonâncias mecânicas das válvulas dos amplificadores valvulados e só existia nos aparelhos Turbo-Compressor.

Combinando esses recursos e vários outros do Turbo-Compressor, um guitarrista podia simular o som de qualquer amplificador valvulado, em vez de precisar adquirir e transportar ao palco ou ao estúdio vários deles, se quisesse obter o "som do Marshall ®", o som do "Vox ®", o som do "Twin Amp Fender ®", ou o som deste ou daquele guitarrista estrangeiro que empregasse os amplificadores valvulados.

"Podia", não! Ainda pode, porquanto inúmeros Turbo-Compressores e outros Produtos CCDB continuam em campo - seus donos negam-se a vendê-los, e muita gente vive atrás de obter quantos possa.

 

O DOBRADOR DE FREQÜÊNCIAS CCDB E O PEDAL DE "BAT MACUMBA"

Por vezes acontece de um pedal ou um aparelho meu ser de concepção inteiramente nova: foi o caso do "Oitava Acima", também chamado (erradamente) de "Dobrador de Oitava", um pedal concebido por mim que fazia não apenas o efeito de dobrar a freqüência como o de produzir batimentos, resultando num som único, todo especial, nunca ouvido antes.

O pedal que inventei com um motor de máquina de costura e um potenciômetro e meu irmão Sérgio Dias usou na canção "Bat Macumba", composta por Gilberto Gil, foi outro produto inteiramente novo e sem precedente, que se tornou lendário. Até hoje há quem, no exterior e dispondo dos mais requintados recursos, tente imitar-lhe o som - como por exemplo nas músicas de Beck - sem o mínimo êxito. Mas cumpre lembrar: não inventei a máquina de costura nem o potenciômetro... O que inventei foi cruzar, ou combinar, dois objetos preexistentes (motor de máquina de costura e potenciômetro) e criar um novo (o pedal e o seu efeito) - tal qual no caso da Nova Caixa CCDB cruzei dois princípios preexistentes (o da corneta e o da suspensão acústica) e compus um novo. Cruzar é a palavra chave da Natureza para criar. Digam-me se a explosão dos Mutantes não resultou justamente do cruzamento de roqueiros com baiano, de roque com música popular brasileira! E se o sucesso anterior e posterior não resultou de tecnologia inovadora cruzada com novadora música !

Santos=Dumont não inventou o motor nem a asa, mas criou o avião!

Um automóvel Rolls Royce ® possui quatro rodas, volante, e tal. Mas é um Rolls Royce ®! Assim também um Produto CCDB, ou um circuito publicado por mim: eram feitos com o sinceríssimo desejo de melhorar, de inovar, de oferecer pelo preço mais baixo o que havia de melhor. Um trabalho honesto e sem máscaras.

 

O SINTETIZADOR CCDB PARA INSTRUMENTOS MUSICAIS E VOZES; VÁLVULAS, TRANSISTORES E CIRCUITOS DIGITAIS

O Sintetizador CCDB para Instrumentos Musicais e Vozes também foi único, porquanto permitia o uso de instrumentos polifônicos: guitarras, teclados e tal. Se alguns de seus circuitos se pareciam com os de Robert Moog, cujo sintetizador Mini-Moog ® era monódico (emitia um som só de cada vez e não permitia acordes nem, muito menos, que por ele passasse o sinal de instrumentos musicais e vozes), a minha invenção foi aproveitar (melhorando) parte desses circuitos, acrescentar muitos outros e sintetizar o som de instrumentos polifônicos e vozes - até o sinal de uma orquestra sinfônica inteira, misturado por üa mesa de som, podia fluir pelo Sintetizador CCDB. E convém notar: tudo com circuito analógico, por onde flui o infinito. O que NÃO significa que eu abomine o circuito digital... assim como não odeio as válvulas, porquanto ninguém é mais reconhecido a estas do que eu: com elas aprendi os primeiros passos e manufaturei inúmeros aparelhos. Se passei a utilizar transistores e depois circuitos integrados, foi por exigência dos Clientes, a quem não gosto de chamar de "mercado".

Se o dono da editora interrompeu a publicação dos módulos do Sintetizador depois de me dar carta branca para publicá-los a todos, não é de mim que as pessoas devem cobrar isso. E se - mais tarde, quando eu não mais a dirigia e não lhe escrevia artigos - a mesma editora publicou o Sintetizador em artigos resumidos e com menos cuidado do que nos artigos em que iniciei sua publicação, foi porque exigi no mínimo essa satisfação aos Leitores para que atendesse o pedido da editora e voltasse a lhe escrever artigos, sempre reclamados pelos Leitores.

Quem duvidar da qualidade e originalidade do som desse Sintetizador, que ouça o LP "Tudo Foi Feito Pelo Sol", de meu irmão Sérgio Dias, onde o Sintetizador é usado com uma das Guitarras de Ouro Regvlvs Raphael e mostra do que é capaz, conquanto num só LP não fosse possível ao Sérgio utilizar todos os recursos do aparelho - afinal, o disco não era uma demonstração do Sintetizador CCDB...

 

A NOVA CAIXA CCDB

Outro tema que dá nó nas línguas compridas é o da Nova Caixa CCDB, projetada por mim para a faixa de médios-graves, porém capaz de cobrir todo o espectro de áudio. Dizem ser projeto da marca JBL ®, copiado e publicado por mim com a minha assinatura... Não percebem que publiquei vários projetos da JBL ®, afirmando que eram da JBL ®, o que indica o meu respeito pelo produto alheio. Todas as minhas publicações de projetos JBL ® se deram com autorização da empresa, assinada por seu engenheirto de aplicação, Mr. Gary Margolis.

A Nova Caixa CCDB tem a face frontal parecida com a de inúmeras caixas, tanto da JBL ® quanto de outras empresas. Uma corneta com dois alto-falantes de doze polegadas nenhuma novidade era, na época em que inventei a Nova Caixa CCDB.

Onde está então a novidade, a invenção, nessa Nova Caixa CCDB, além de no próprio nome "Nova"?

Está no fato de ser o único sonofletor que combina as vantagens das cornetas acústicas (diretividade controlada e alta eficiência em certa faixa do espectro de áudio) com as da suspensão acústica (linearização dos cones dos alto-falantes e alta qualidade de som, com mínima distorção e máxima aceitação de potência elétrica). Isso, se for construído tal qual no projeto publicado, com a lã de vidro bem socada e preenchendo todo o interior da caixa - ou não haverá "suspensão acústica".

O pico de ressonância atenuada dos alto-falantes em suspensão acústica foi ajustado para permanecer dentro da faixa em que a corneta é eficaz, tornando a caixa apta a submeter-se aos maiores abusos em potência elétrica, sem que os transdutores se danificassem e causando uma queda muito mais linear e suave (seis decibéis por oitava) rumo às baixas freqüências do que a das caixas com pórticos (como as do tipo bass-reflex, que caem doze decibéis por oitava), o que lhe permitia, sem danificar-se, reproduzir as frequências abaixo do corte da corneta e ser usada como caixa única de um sistema simples (que só ela viabilizava), antes de este ser ampliado.

Está também em que, por não possuir pórtico (feito as caixas aparentemente semelhantes), serve à perfeição para combinar-se com caixas-cornetas para graves (como a W-horn JBL ®, que também publiquei - aliás, com uma versão de minha autoria opcional e superior à original, apresentada no mesmo artigo).

Sem pórtico, a Nova Caixa CCDB é muito menor e mais portátil que qualquer outra "semelhante". Com sua eficiência (aumentada pelo uso de dois transdutores), supera de longe a JBL 4560 ® (de tamanho bem maior), mesmo se lhe impusermos transdutores mais baratos, em que duas unidades de doze polegadas custam, juntas, menos do que a única de quinze polegadas da referida caixa JBL ®. Se a dotarmos com os melhores trandutores, aí a Nova Caixa pairará muito acima de qualquer outra, ainda hoje - pois as leis da acústica perduram - e no porvir, até que novo e melhor tipo de transdutor se generalize e permita aos engenheiros criarem sons no próprio ar, tal qual está preconizado em meus artigos e até explicado como isso poderá será feito, no Livro Primeiro de Géa.

A combinação com caixas-cornetas de graves não é possível para caixas-cornetas "de médios-graves" que possuam pórticos, porque as ondas de baixa freqüência emitidas por tais pórticos têm um padrão de dispersão esférico e não se combinam coas ondas de baixa freqüência emitidas pelas bocas das caixas-cornetas de graves, cujo padrão é de ondas planas.

Além disso, as ondas dos pórticos das caixas "de médios-graves" não entram em fase com as das caixas de graves - estas, sim, que podem ter pórticos, se forem as da via de mais baixa freqüência no conjunto de caixas e cornetas, denominado em geral de "bin".

A Nova Caixa CCDB, com a suspensão acústica a linearizar o movimento dos cones de seus dois alto-falantes, aceita muito mais potência elétrica dos amplificadores e a converte em potência acústica melhor que caixas similares as quais possuam pórticos - estas últimas servem para sistemas de duas vias, se combinadas com cornetas de médios e agudos, mas não combinam com uma via de freqüências mais baixas. Por isso é que aspeei as palavras "de médios-graves" ao referir-me a tais caixas.

A Nova Caixa CCDB é ideal para os sistemas de proprietários que iniciam com poucos recursos, porquanto pode emitir toda a faixa de áudio, pode ser a única via do sistema, até que este seja aumentado e se lhe acrescentem (na seguinte ordem de prioridade) as vias de médios, graves e subgraves. Os agudos já saem pela via de médios, se esta possuir cornetas bi-radiais com drivers de titânio e conjunto magnético de neodímio, ou podem ser acrescentados com ultra-tweeters, se as cornetas forem radiais ou os drivers tiverem menos alcance. Quem começa um sistema com caixa similar à Nova Caixa CCDB, mas com pórtico, está fadado a substitui-la e a perder dinheiro, quando quiser acrescentar a caixa de graves, ou a ficar com um som pior do que se houvesse começado direto e direito coa Nova Caixa CCDB.

Tudo isso parece propaganda da Nova Caixa CCDB para vender o produto? Informo então que só construí algumas unidades para terceiros e publiquei o projeto para o bem de todos; nem tanto para o meu ou a minha fama, pois sofro a ingratidão daquelas más línguas. Quando eu manufaturava os Produtos CCDB estes eram somente eletrônicos: eu morava num apartamento conjugado de seis por três metros (por três de altura...) em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, e não manufaturava caixas de som - nem cobrava pela assessoria aos Clientes na escolha e uso de caixa acústicas.

Desejo aproveitar este texto para agradecer a todos quantos ainda procuram os meus circuitos e projetos, que eram meus mesmo, eram sim de minha invenção, pois nenhum jamais foi cópia idêntica de circuito ou projeto alheio - sempre continham inovações, aperfeiçoamentos, de minha autoria. Minha natureza, meu modo de ser, meus princípios - e meu orgulho - não me permitiriam, nem que eu quisesse! copiar, roubar o trabalho de outrem e lhe impor a minha assinatura. Uma assinatura que faz vir gente de outros estados do Brasil trazendo caixas acústicas, por essa gente construída com base nos meus projetos, para que eu as teste, aprove e assine meu nome à mão, com caneta de ponta grossa, na superfície frontal aqui em casa, até hoje.

 

O SEGREDO DO SUCESSO

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A Guitarra Regvlvs Raphael ao lado é a terceira (segunda hexafônica) que presenteei a meu irmão Sérgio Dias e hoje se acha com Josy. O amplificador é o primeiro CCDB Turbo-Compressor 300. O local é meu apartamento-laboratório no bairro de Laranjeiras, Rio de Janeiro - RJ, onde durante anos atendi os Clientes e de cujo endereço se originou o nome da psiconave 336 Laranja 1509-A.

Desejo outrossim lembrar que não basta criar circuitos e aparelhos de qualidade: para atender bem a um Interessado, é preciso contatá-lo em pessoa, ouvi-lo por horas, dias, meses a fio, mesmo que não adquira produto algum. Até que, a seu lado, descubra-se o que ele precisa - a maioria que me procurava não sabia sequer o que desejava, ignorava a própria meta de seu desejo, tinha uma idéia confusa, nublada, de onde chegar e muitas vezes idéia nenhuma do que fazer para atingir o alvo.

Descoberto o que o Interessado necessitava para alcançar um objetivo, então definido, eu o orientava sobre o melhor meio e quais aparelhos e produtos adquirir - mesmo quando não fossem de minha manufatura, como era o caso dos transdutores (caixas, alto-falantes, cornetas acústicas, cápsulas fonográficas, captadores, etc.), nos quais o Interessado investia muito mais capital do que na aquisição dos Produtos CCDB.

Se o Interessado se tornava então Cliente CCDB e adquiria aparelhos de minha manufatura, isso era secundário. Ele (ou ela) era atendido à perfeição - e há milhares de testemunhas disso em campo, a quem (antes de vender qualquer produto) forneci instrução gratuita e material impresso que remontava a milhares de páginas por pessoa - fruto este do labor inestimável de minha mulher, Dalgiza, que imprimia e montava os Prospectos e Manuais dos Produtos CCDB, bem como imprimia a versão primeira do livro CCDB - Gravação Profissional, por muitos inda chamado de "A Bíblia do Áudio" e hoje reescrito em co-autoria com nosso filho Rafael Borges Dias Baptista - RDB, que reilustrou a obra.

Esse trabalho de assistência desinteressada foi tão ou mais importante que o de conceber e produzir aparelhos que brilhariam ao lado de produtos das mais afamadas marcas, seja de que tipo forem, como os da Rolls Royce ®.

Quero aproveitar este texto igualmente para agradecer até mesmo a quem fala mal de mim - o povo muito sabe (e não preciso repetir) o provérbio que trata desse assunto...

- CCDB 27-08-2008

*Algo mais sobre a perfeição das Guitarras de Ouro e de meus outros Produtos - CCDB

Conheça a História de uma Grande Marca e baixe Prospectos dos Produtos CCDB!

Mais, sobre a concepção das Guitarras de Ouro e dos Produtos CCDB - leia no item 9 das "Regras para composição da música-tema para a obra Géa"

 

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Contrabaixo sólido CCDB

Guitarra de Ouro II CCDB no ZOD Studio de Sérgio Dias

 

 

 

 

   

 


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