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Primeira página em pesquisa Google! A foto ao lado foi batida por Rafael Borges Dias Baptista - RDB rumo ao horizonte norte e a partir da residência da família com nosso velho telefone celular. Por trás dessas nuvens estão estrelas, que os olhos do homem não vêem... Nesta página há fotografias de Cláudio César Dias Baptista - CCDB, Dalgiza Borges, Rafael Borges Dias Baptista - RDB e de alguns ancestrais, bem como de ambientes no planeta Terra relacionados com lugares semelhantes no orbe Géa, descritos na obra homônima, no livro )que(, em Geínha e citados em CCDB - Gravação Profissional. A semelhança entre os mundos Géa e Terra se explica segundo o Teorema de Clausar. Você também encontrará nesta página fotos da casa na Serra da Cantareira, onde CCDB construiu lendárias mesas de som. Espero que você goste dessas nossas imagens queridas tanto quanto nós e convide seus amigos para as desfrutarem aqui! - CCDB Se a propriedade mostrada nesta página lhe dá a idéia de que somos ricos... leia, por favor, a página "Doações", antes de tirar qualquer conclusão. - CCDB À direita, foto de Dalgiza, por CCDB, em seu apartamento-laboratório no bairro de Laranjeiras, Rio de Janeiro - RJ. A qualidade das fotos nas miniaturas (mais abaixo nesta página) e nos originais que você verá se clicar sobre cada miniatura é a mínima que permite o Photoshop em JPG (qualidade zero), para não sobrecarregar este site. Isso não acontece com as ilustrações dos livros e a grande maioria das outras, presentes neste site, que estão todas com resolução e qualidade máximas. CCDB possui as fotos originais nas dezenas de seus álbuns de fotografia, que estão ao dispor dos editores, repórteres, jornalistas, biógrafos, cineastas, etc., para copiarem com melhor qualidade in loco e com equipamento trazido por esses próprios profissionais (CCDB não entrega fotos para serem retiradas de sua residência, mesmo sob promessa de devolução). A presença de fotos dos autores nesta página não contradiz a opinião de CCDB em Questionário sobre Géa, de que não se devem expor fotos do autor nos livros, porque este site é destinado aos EDITORES e também aos Visitantes em geral - e aqui os autores se devem, sim, apresentar; bem como no final de CCDB - Gravação Profissional, onde a foto simboliza a passagem da tocha do áudio pelo pai CCDB ao filho RDB, co-autor desse livro.
Desfrutem das imagens em tamanho grande, clicando nas miniaturas abaixo! |
FOTOS DA CASA NA SERRA DA CANTAREIRA incluem-se nas fotos alguns dos famosos Produtos CCDB Nessa época, CCDB inda não conhecera Dalgiza. Onde não especificado, as fotos desta série da Serra da Cantareira foram batidas por CCDB, por vezes com a máquina em disparo automático. Clicando nas imagens com as fotos, você as verá em tamanho grande e máxima resolução. A qualidade JPG equivalerá a "oito" na escala do Photoshop, que vai até doze. A foto acima apresenta, em montagem feita por CCDB, a casa que construiu na Serra da Cantareira já durante a última reforma. CCDB morou por seis anos nessa casa, antes da reforma, depois da qual nunca a habitou. Depois dessa época, que deixou para trás, sem dela sair com capital algum, CCDB conheceu Dalgiza Borges, com quem vive até hoje e sempre viverá. Além da casa da foto, CCDB construiu mais uma em seus terrenos na Serra da Cantareira, mas esta segunda casa também não possui mais. Nessa segunda casa, muitos anos antes da reforma, um sócio de Leonardo Bellonzi vinha passar os fins de semana - e, ao ouvir o Sintetizador Para Instrumentos e Vozes CCDB, cujos circuitos estavam em criação, procurou Cláudio. Da conversação que tiveram e de outras logo em seguida com Leonardo, surgiu a idéia da revista Nova Eletrônica. Leonardo foi o lançador e o proprietário da EDITELE - editora da Nova Eletrônica, que CCDB veio a dirigir. Ah! o telhado da casa da Serra e a laje de minha casa atual são brancos, ecológicos, evitam o aquecimento do planeta, muito antes da campanha em voga na televisão. CCDB sempre trabalhou desde o nascer do Sol até altas horas da madrugada. A mesa na foto logo acima construiu em 1974 para as Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAM), onde, com essa mesa e equipamento CCDB completo, definitivamente instalados no auditório da FIAM, deu a primeira aula de áudio de nível universitário no Brasil. Com a referida aula, CCDB inaugurou a primeira cadeira universitária de áudio neste país. A cadelinha na foto era uma querida vira-lata que morou com a família por alguns anos até passar pela transição. Sem nome, era muito mais esperta e sempre dava o alarme antes do que Liska, a cadela pastor alemão que com ela nos guardava a casa. A foto acima (1974) mostra a mesa da FIAM perto da casa da Serra, antes de tal casa ser reformada. A casa, té esse ponto, foi construída inteiramente pelas mãos de CCDB; isso, depois de um plano frustrado de construções, que obrigou CCDB e seus irmãos a recomeçarem-nas, cada qual pelos próprios meios - eis porque a casa construída por CCDB não pôde receber acabamento e precisou servir de moradia no estado que se vê na foto. Nesse tempo, a casa tinha apenas sessenta metros quadrados e ficava num terreno de três mil metros quadrados, ao lado de uma área da prefeitura, que, por sua posição, somente CCDB e sua família podiam utilizar, com mais cinco mil metros quadrados. Parte dos terrenos foi vendida por CCDB e famíllia, antes da reforma da casa, restando uns mil e quinhentos metros quadrados em sua propriedade. O par de fotos acima (1980) mostra a casa da Serra da Cantareira durante a última reforma. Tal reforma foi administrada por outra pessoa enquanto CCDB trabalhava em seus produtos no Rio de Janeiro. A casa então alcançou trezentos metros quadrados, no terreno de aproximadamente mil e quinhentos. A CCDB nada restou dessa propriedade nem do capital que ela representava. A foto acima é do interior da casa da Serra, durante a reforma final, em 1980. Vê-se o pavimento superior habitável, ao qual, no fim da reforma, se subia por uma escada em caracol. A foto acima (1980) é do salão de sete por onze metros, onde CCDB instalaria o seu legendário Sistema de Áudio, construído pelo próprio CCDB em 1972. Tal instalação jamais aconteceu nesse lugar. O Sistema CCDB, que foi base de várias publicações na Nova Eletrônica, inda funciona hoje (2009) na casa de Rio das Ostras com perfeição e sem assistência a partes fixas - trinta e sete anos depois de construído! O Sistema CCDB é aclamado por muitos músicos e especialistas (que viajaram o mundo todo e conhecem o que há de melhor em áudio) como "o melhor sistema de som que até hoje ouviram". CCDB também nunca ouviu melhor - e ouvi-lo é um de seus grandes prazeres, que está desfrutando bem agora, enquanto escreve este texto. Você pode ver fotos neste site onde aparece o Sistema CCDB, tal como se acha hoje, por exemplo na reportagem da Revista Trip, aqui reproduzida. Os pinheiros que se vêem ao fundo foram plantados por CCDB. Eis a mesa de som tetrafônica, montagem terminada (1972). Foi a primeiríssima a ser posta no meio de uma platéia no Brasil. Era operada por CCDB, o primeiro operador de áudio a colocar e a operar mesa de som instalada em meio a uma platéia neste país. Sob a direção de CCDB, Pena Schmidt operava o misturador do som do palco. A gatinha sobre a mesa, que nunca aceitou batismo, apareceu em casa e ficou morando coa família até que, num parto difícil, passou pela transição inda mui jovem. É uma das grandes amigas que CCDB deseja rever, quando as órbitas que vai acumulando ao redor do Sol o centrifugarem para o Além... CCDB construiu o último equipamento para os Mutantes e operou-o em seus derradeiros três espetáculos: o primeiro, no Palácio das Convenções em São Paulo; o segundo, numa cidade do interior - a caminho do terceiro e final em Ribeirão Preto - SP. ATERRO DOS LOTES DE TERRENO DA RESIDÊNCIA DE CCDB, DALGIZA E RDB Deixada para trás a vida e as propriedades em São Paulo, CCDB se mudou para o Rio de Janeiro, onde continuou seu trabalho em áudio. Nas miniaturas das fotos, abaixo (onde não especificado, batidas por Dalgiza), vemos o trabalho de CCDB (na primeira foto sob os olhos de sua idosa mãe Clarisse), ao cavar, encher o carro de mão, transportar a terra, aterrar e nivelar um dos lotes dos terrenos de sua residência em Rio das Ostras, trabalho esse que realizou entre 1997 - quando CCDB, Dalgiza e RDB passaram a residir nesse lugar - até o fim da escrita da obra Géa - uma labuta saudável que continua té hoje. Trabalhando diariamente, ao final de vários anos CCDB cortou, transportou, colocou e aplainou com as mãos e os pés, sem ajuda de trator ou qualquer máquina, mil metros cúbicos de terra (perto de mil e quinhentas toneladas), enquanto as gotas de suor lhe caíam no solo e se lhe transformavam em muitas das idéias que povoam seus livros. Dalgiza segue cuidando do gramado, dos jardins e dos pomares, plantados por ela mesma. RDB continua seus estudos e seu trabalho de ciência da computação (entre outros), dentro e fora de casa, onde ajuda os pais em tudo o que pode. Eis o trabalho de CCDB nos terrenos, documentado! CCDB trabalha a terra sob os olhos de sua idosa mãe, Clarisse. Ao fundo, o horizonte leste.
CCDB corta a terra com picareta.
CCDB enche o carro de mão com a terra que levará para um dos lotes de terreno, a ser aterrado para o então futuro gramado.
CCDB transporta a terra no carro de mão rumo ao Lote 3.
CCDB ingressa no Lote 3 com o carro de mão.
CCDB prossegue, já dentro do Lote 3. Ao fundo o horizonte nordeste.
CCDB descarrega a terra na beira desse nível do aterro de diversos níveis por ele realizado no Lote 3 e nos outros de sua residência durante aproximadamente seis anos. Ao fundo o horizonte noroeste.
CCDB aplaina a terra recém-descarregada no Lote 3. O gramado do Lote 4 está visível na parte inferior da foto. A cerca viva de hibisco, plantada por Dalgiza à volta toda dos lotes de terreno, será retirada de entre os lotes 3 e 4, quando o aterro do Lote 3 estiver terminado. Dessa cerca restará apenas a planta acenosa que CCDB denomina de "Kyhibisco" (Alma Única dos Hibiscos), a qual lhe comunicava força com seus gestos peculiares (mesmo quando não parecia haver qualquer vento...), todos esses anos durante o labor. Até hoje o Kyhibisco vive e tornou-se quase uma árvore, cercada de roseiras no gramado. Ao fundo, o rumo norte.
TREINO DE ARTES MARCIAIS DA FAMÍLIA CCDB, DALGIZA E RDB Vemos em seguida algumas etapas das lutas de artes marciais que CCDB, RDB e Dalgiza praticam no gramado de sua residência, tanto para benefício da saúde física e mental, quanto para enfrentarem os invasores de terra e os vaqueiros com seus animais - como se conta nas reportagens e, mais minuciosamente, no livro chamado )que(, onde as provocações e os enfrentamentos aparecem como aventuras dos protagonistas Clestis e sua família. CCDB e seu filho, RDB, preparam-se para a luta.
CCDB apara um chute de RDB.
Dalgiza apara um chute de seu filho RDB - foto de CCDB.
Dalgiza devolve o chute e RDB o apara - foto de CCDB.
RDB e Dalgiza se abraçam, depois da luta - foto de CCDB. O GRAMADO ESTÁ PRONTO! Enfim termina a plantação do gramado, que já cobre o Lote 3. Vemos o Kyhibisco, inda jovem, à direita, cercado pelas pequenas roseiras. À esquerda, no alto, vemos a Praça Tóxia, lugar onde o disco voador invisibilizado Laranja se mantém a flutuar, quando Clausar e os seus vêm à Terra em visita a CCDB e sua família. Neste site há ilustrações onde a Praça Tóxia correspondente, no planeta Géa, pode ser vista e com a Laranja a lhe pairar por cima. Ao fundo, o horizonte sudoeste e o portão de entrada da casa, cuja frente principal se volta para o oeste, mas cuja vista para o mar se acha no rumo oposto. Nem um pedaço da casa da família aparece na foto: ela se acha inda mais à esquerda - o telhado visível pertence à casa de um vizinho. Você pode ver a casa de Clausar, muito parecida com a da família CCDB, Dalgiza e RDB, nas ilustrações de Géa e de Geínha. Aqui e aqui você pode ver como era a nossa casa e o gramado com o Kyhibisco, antes de substituirmos as janelas, que estavam caindo de podres, por serem de ferro - as que pudemos comprar. Aqui você pode ver um dos aposentos de nossa casa e ler a mirífica e verídica história da Visita da Coruja!
Aqui você pode ver as "matinobrumas" que vezes nos cercam a casa. Aqui você pode ver os lotes de nossa casa que contêm os jardins e os pomares. Num dos lotes, está fotografado o Almacacto, que aparece como Kycacto nesta ilustração.
Aqui você pode rever o Kycacto, desta vez numa ilustração desenhada por mim em computador. Dentro do Kycato está mimetizado Octopofélix, um tremendo aracnopólipo amigo. Aqui você pode ver o pomar do Lote 8. Mais fotos de Dalgiza e Cláudio você encontra em várias páginas deste site, por exemplo, nesta. Eis uma foto de Cláudio e Rafael que se tornou ilustração de Géa. E aqui estão mais duas! Muitas outras fotos de Rafael você encontrará nas ilustrações deste site - por exemplo esta. Neste site, há também fotos de minha madrinha, minha avó materna, meus avós paternos, minha mãe, meu pai e meu irmão caçula, além das que os links desta página apresentam. Convido você a descobri-las, percorrendo o site - e não tenha pressa... Se tiver só um pouquinho (...) de pressa, então veja ao menos as ilustrações do Livro Quinto de Géa, onde há diversas fotos de ancestrais de CCDB (role a página de miniaturas - as fotos dos ancestrais estão principalmente no final). O já famoso gato Nenhum Menhéurro! Você descobrirá várias outras fotos de Nenhum Menhéurro neste site, seja a nosso lado, seja representando o papel de vários elastos (os gatos do planeta Géa). Perto de casa se passou a tremenda aventura de A grávida e a cobra - com mais fotos nossas! Também em nossa casa começou o episódio que culminou na Soltura da aranha armadeira - também com outras fotos nossas!
ASCENDENTES DE CCDB POR PARTE DE PAI Você pode ler poesias de César Dias Baptista (pai de CCDB) e poesias de CCDB para a obra Géa, na visitadíssima página Você gosta poesia? Acima, a miniatura da foto da Família Dias Baptista reunida em casa de meus avós paternos.
A foto ao lado me foi presenteada por Ju (citada mais abaixo e presente na foto). Foi batida por Magyary Georges, em casa de meus pais, na Rua Venâncio Ayres 408, Vila Pompéia, São Paulo - SP, durante uma das festas de aniversariante da família. Clicando sobre a foto, você a verá em alta resolução. A foto com a família Dias Baptista, logo acima, mostra algumas das pessoas que reaparecem nesta. Na foto, em primeiro plano, da esquerda para a direita: minha mãe, Clarisse, abraçada à cadela Lassie; e meu pai, César, de óculos. Em segundo plano, mesmo sentido, Carminha, filha de minha tia Carmen e seu marido Sérgio Camargo (em quem baseei o personagem Tio Sérias, para a obra Géa), e inclinado, no centro da imagem, meu irmão Sérgio (o guitarrista). Ao fundo, da esquerda para a direita, o desembargador Henrique Machado, casado com minha tia Olga; tia Carmen; minha prima Cláudia, filha de tia Branca; Sérgio Camargo, marido de Carmen; Edith Kelemen Magyary, esposa de Magyary Georges (o fotógrafo e amicíssimo da família, meu em especial); Ju, que faz poucos dias me descobriu por meio deste site, ou, como sua arte e beleza merecem, de nome inteiro: Judit Margit Klara Magyary, filha de Magyary Georges e Edith Kelemen Magyary; Branquinha, minha prima, filha de Branca; a moça em seguida não me lembro quem era; minha tia Olga, com o colar de pérolas de duas voltas; e na extrema direita, a amiga inseparável de Clarisse: Diva Bresser, em quem baseei certa personagem deliciosamente cômica da obra Géa - ah, se Diva soubesse dessa personagem, hehehe...
A imagem acima escaneei da primeira página do Álbum do Bebê que meus pais me dedicaram. Clicando sobre ela, você a verá em tamanho natural (para isso, por favor siga as mesmas instruções que escrevi para a foto da Família Dias Baptista, logo acima). A letra manuscrita é de meu pai. Para mais dados genealógicos, por gentileza consulte meu primo genealogista Claudio José Dias Batista (seu nome se grafa mesmo sem o "p" de Baptista, mas somos parentes). - CCDB. HISTÓRIA DA FAMÍLIA DIAS BAPTISTA - uma página inteira só para lhe apresentar a história de minha família, por parte de pai.
ASCENDENTES DE CCDB POR PARTE DE MÃE Na foto acima, temos Laurentino Mendes de Moraes, meu bisavô pelo lado materno. Você pode ver essa mesma foto com máxima resolução (JPG 690KB) se clicar sobre ela. Laurentino nasceu em Paraibuna, SP e faleceu aos noventa e quatro anos. Músico emérito, chefiou uma banda, na qual tocava tuba. É o avô materno de minha mãe, Clarisse Leite Dias Baptista. Filhos de Laurentino: Benedita (pianista), Alda (professora), Maria Aparecida (chamada por todos de "Pequena" - que conheci inda viva. Pequena era mulher alta e bela - talvez o apelido lhe caísse bem justamente por isso... Em criança, eu adorava os doces de chocolate chamados de "esqueleto" que ela fazia...), Adília, Maria da Penha (Mariquita), Orlando Mendes de Moraes (professor, vários livros didáticos, casado com Antonieta Pantoja de Moraes) e Judith Borges de Moraes Leite (professora, primeira a introduzir o método analítico no Brasil, trazido por Miss Browne, sua professora. Judith era minha avó materna e aparece em Geínha, uma das insignes protagonistas). Laurentino teve mais filhos, num total de treze, mas não lhes sei os nomes. Atrás dessa foto e das outras dos meus ancestrais do lado materno há dedicatórias deles próprios, com mais informações e nomes de parentes. Na foto acima, temos Carlota Leopoldina de Araujo Leite, minha bisavó pelo lado materno. Você pode ver essa mesma foto com máxima resolução (JPG 3,77MB) se clicar sobre ela. Carlota foi filha do capitão Joaquim Carlos de Araujo e Florisbela Fulgara de Araujo. O pai de Carlota foi capitão de uma nau particular, a primeira, a vapor, que atravessou o Atlântico, segundo minha mãe, Clarisse. Ainda segundo Clarisse, o nome da nau era Itambé, cuja miniatura está exposta no Monte Serrat, em Santos. Os corpos do capitão e da esposa acham-se enterrados sob as lajes da Matriz de São Vicente. Quando atravessava o Atlântico, desencadeou-se uma tempestade e o capitão Joaquim fez o voto de, caso chegassem todos a bordo com vida ao Brasil, doar as duas imagens que trazia consigo à Matriz de São Vicente. Assim o fez. As imagens estão nessa matriz e são de Nossa Senhora das Dores e de Nosso Senhor dos Passos. Na foto acima temos Manoel José Leite, meu avô materno, casado com Judith (supracitada). Atrás desta foto há uma dedicatória de Manoel a seu irmão Antônio José Leite e esposa. Com ancestrais músicos e capitães de naus, não é pra menos que meus genes contribuíssem para quanto fiz em prol da música e a escrita de meus livros, onde tantas naus cruzam mares além do espaço e do tempo... E considerando a idade avançada com a qual Laurentino passou pela transição, é bem provável que eu chegue aos "cento e quarenta e quatro anos", a tempo de ver os meus livros publicados e de escrever muitos outros... Inseri nesta página as três fotos dos ancestrais pelo lado materno em 01-01-2009 - CCDB Se a propriedade mostrada nesta página lhe dá a idéia de que somos ricos... leia, por favor, a página "Doações", antes de tirar qualquer conclusão. ...................................... Para fotos e equipamento melhores, ajude-nos! ...................................... |
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Antes de olhar as fotos de Dalgiza, por meio dos links logo abaixo deste pequeno texto, é importante que você saiba: Dalgiza é tão dona deste site quanto nosso filho Rafael (RDB) e eu. Poderia haver aqui uma página "Pequena História de Dalgiza Borges", tal como existe a página "Pequena História da Marca CCDB". Quando e se Dalgiza se dispuser escrever com as próprias palavras, talvez tal página surja. Aliás, ela escreve muito bem. Assim, escrita por ela mesma, seria melhor, para que feminista nenhuma pusesse defeito, ao ver o corpo magnífico de Dalgiza exposto nas fotografias do site e dos nossos livros. Por enquanto, eu próprio informo: vivemos em perfeita complementaridade, Dalgiza e eu. Não existem disputas, machismo, feminismo, antagonismos entre nós. Absolutamente não. Nosso amor é mais que perfeito - não há palavras para explicar tal amor; só quem vive um pode compreender. E são muito raros. Inspirado em Dalgiza escrevi as primeiríssimas passagens de Géa, nos meus artigos para a Nova Eletrônica. Sem Dalgiza, os meus livros todos jamais viriam à luz. Dalgiza nasceu em casa de seus pais, na pequena cidade de Carangola, em Minas Gerais. Eles eram bem pobres, e ela carregou baldes com água de poço para levar longe, colina acima, té a casa onde sua família grande morava. Não é para menos que adquiriu corpo tão perfeito, aqueles deltóides, aquelas costas retas. O corpo de Dalgiza é uma obra de arte da Natureza. A Natureza inclui Dalgiza e o próprio esforço desta. Fotos como as de Dalgiza só podem ser batidas por um fotógrafo amante, e esse felizardíssimo sou eu. Nem foi preciso uma boa máquina, um estúdio e muito menos qualquer tratamento da imagem. A descrição que faço da "fotogetia de Gia" e o capítulo "Gia" no Livro Primeiro de Géa só podem ser criados por um coração amantíssimo. E esse coração é o meu. O maior parágrafo da obra Géa, páginas em que Clausar narra o seu "beldo" (amor) por Gia, também no Livro Primeiro de Géa, só poderia ser escrito por quem amasse de verdade. E quem escreveu foi este "Clausar" aqui.
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Acima: Dalgiza e rosas brancas - foto por CCDB durante a reforma do apartamento onde morávamos, no Rio de Janeiro - RJ |
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Foto à esquerda batida por meu amigo Eduardo Gomez, o profissional argentino que escolhi, por sua competência e entre muitos entrevistados, para tornar-se o fotógrafo da EDITELE - Nova Eletrônica e que, após minha saída da direção da editora, tornou-se um de seus gerentes.
Se você clicar na foto, ela aparecerá em janela separada. No browser iExplorer 6.0, do Windows XP, clique o botão no canto inferior direito com setas eferentes, para ver a imagem em "tamanho real". Se o botão demorar a aparecer, dê duplo-clique fora da imagem e um clique sobre ela, que o botão surgirá. Se não aparecer o botão de jeito algum, a imagem já estará em "tamanho real" (aquele com o qual ela baixa, para depois se ajustar ao tamanho da janela, se nesta não couber o "tamanho real"). Noutros browsers (como o Opera ou o Firefox) configure-os para apresentarem a foto em janela separada; e, não, em uma das "orelhas" que armazenam as páginas abertas. Sobre o meu coração, você pode ver, na foto da esquerda um "M" maiúsculo - hoje quase apagado, permanece em meu corpo e sempre em minh' alma. É a inicial do nome "Maat", da deusa egípcia da Verdade, que eu próprio gravei em meu peito com um fio de cobre aquecido ao rubro, para jamais me esquecer e para que ninguém, ao desnudar-me, corpo físico vivente ou não, se esqueça jamais de minha dedicação à Verdade. Foto à direita batida por meu filho RDB em 04-04-2009; eu, com sessenta e três órbitas derredor do Sol - CCDB Não tenho outra marca gravada ou tatuagem em meu corpo; o endereço deste site aparece no meu braço direito qual se gravado fosse (mas acrescentado por mim num programa de tratamento de imagem) porque há quem venha copiando as fotos de minha pessoa e apresentando-as noutros sites sem citar a fonte. - CCDB 2009
Na imagem da direita, você vê um dos meus pés, com as feridas causadas pelo ato imperfeito de pisar, porque sob tais feridas existem contraturas semelhantes às das mãos. Nos pés, os médicos as denominam de contraturas de "Leder Hose".
Foi no tempo quando minha mão esquerda estava assim, resultado da contratura chamada pelos médicos de "Du Puytren", que escrevi a maior parte de Géa! Sim, Géa e também Geínha e )que( foram escritos com a mão esquerda nesse estado. A mão direita também possui contraturas, mas não tão sérias. Hoje, minha mão esquerda teve o polegar outrossim contraído, a ponto de não me ser mais possível espalmar a mão sobre o scanner para mostrá-la - e seria demasiado impressionante para constar destas páginas felizes. Formaram-se três cordões no tecido da palma que semelham tendões grossos; estes puxaram-me o polegar sobre a palma, e a ponta desse dedo se acha no meio da base do indicador - isso, quando tento abrir o polegar ao máximo. Já não cabem os cabos da picareta e da enxada na pinça polegar-indicador, e por esse motivo todo o trabalho nos lotes de terrenos agora é feito por minha adorada Giza. Por causa dessa e das outras dificuldades narradas na página Doações (e de inúmeras não narradas), bem como de hemorragias no interior dos globos oculares (as quais me dificultam ao extremo o trabalho e não se podem mostrar aqui), é que venho solicitando ajuda a VOCÊ. Ajude-me! doando qualquer quantia por meio do botão "Doações" do PagSeguro.
(Daqui foi suprimido o botão de doações do PagSeguro pelo motivo exposto nas páginas Doações e Saiba mais sobre doações)
À esquerda, foto de minha mão sinistra antes do procedimento; à direita, foto dessa mão, após o procedimento.
O texto imediatamente acima é de minha iniciativa; não perguntei a Dra. Rita se me autorizaria a publicar seu nome e os fatos sobre o procedimento - espero que me permita mantê-los aqui, em prol de todos os que necessitem de auxílio, como foi o meu caso, inclusive porque a informação é raríssima sobre a aponevrotomia; tentei o SUS em Rio das Ostras antes de consultar Dra. Rita; e no SUS me assustei com a falta de informação sobre o assunto por parte da reumatologista que lá me atendeu.
Na foto da direita, você me vê também na Serra da Cantareira, numa data anterior ao da foto da esquerda, antes de construída a casa em nossos terrenos. Esta foto foi batida em 1972 por Pena Schmidt, e é do painel da mesa CCDB tetrafônica que aparece durante a montagem e completa, em fotos nesta mesma página, mais acima. Se você clicar numa das miniaturas à esquerda ou à direita, verá as fotos em alta resolução. No browser iExplorer 6.0, do Windows XP, clique o botão no canto inferior direito com setas eferentes, para ver a imagem em "tamanho real". Se o botão demorar a aparecer, dê duplo-clique fora da imagem e um clique sobre ela, que o botão surgirá. Note que, por possuírem regiões brancas, é preciso ir ao extremo da janela para clicar fora da região coberta pela imagem - principalmente no caso da do pé. Noutros browsers (como o Opera ou o Firefox) configure-os para apresentarem a foto em janela separada; e, não, em uma das "orelhas" que armazenam as páginas abertas. As duas fotos logo acima são recortes que fiz das originais, para que não ficassem demasiado pesadas para esta página. Tenho em meus álbuns e também digitalizadas as fotos originais, cujo campo é mais amplo, contendo outros detalhes. Uma das (outras) fotografias de CCDB mais cotadas pelos visitantes deste site você encontra no topo da página Opiniões sobre Géa. Há diversas outras fotos de CCDB neste site, como por exemplo nesta página. Ou aqui. ......................................................................................................................................................................................... |
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Foto batida por mim em nossa residência-laboratório, no bairro de Laranjeiras, cidade do Rio de Janeiro - RJ - CCDB 2009 Na foto ao lado, eis Rafael Borges Dias Baptista - RDB ao lado da mãe, Dalgiza, em 1994. É o nosso filho muito amado. Rá é meu co-autor, no livro técnico CCDB - Gravação Profissional, nova versão. Porém... Rafael é muito mais do que isso. E não porque tenha completado com notas máximas cursos de ciência da computação e de montagem de computadores e dado aulas dessas matérias numa escola em Rio das Ostras, depois de ser monitor num dos cursos onde estudou, da Microlins.
Rá é o meu melhor amigo. E diz o mesmo de mim, na dedicatória que escreveu no livro supracitado. Adora a mãe, mora conosco, trabalhou numa Imobiliária onde se tornou indispensável, porque, embora ingressasse como auxiliar de escritório, foi ele quem manteve os computadores em dia e livres de problemas técnicos, nessa área, os seus superiores hierárquicos e mesmo os seus colegas, que o procuram constantemente até nas férias para solucioná-los até hoje, quando não mais trabalha nessa empresa e se dedica ao estudo universitário on-line, com provas presenciais, de programação e webdesign. Já ouvi várias vezes, de gente amofinada com seus computadores: "- Ah, se eu tivesse um Rafael aqui em casa"... A foto ao lado mostra Rafael no banco do carona da Kombi de Josy, com quem Rá trabalhou numa cidade interiorana de São Paulo, aprendendo na prática o que sempre quis saber sobre sonorização e iluminação. Isso e o que lhe ensinei de teoria, mais a prática na equalização do lendário Sistema de Áudio CCDB, o capacitou a tornar-se o meu co-autor, além de o ilustrador, em CCDB - Gravação Profissional.
Rafael me ajuda na parte mais técnica deste site - como por exemplo na criação dos incríveis links que se movimentam com as esferas na animação Penta Girando e na criação da botoeira na Página Principal. Rá vem elaborando em todo o seu tempo livre a loja virtual que mencionamos neste site - verbi gratia, na página CCDB - Notícias. Para isso, Rá estudou as linguagens ASP e PHP, tendo preferido esta última para a nossa futura loja, onde, caso nossos livros não sejam logo publicados por grande editora em papel impresso, os visitantes poderão lê-los integralmente, nas condições que a loja exporá. A qualidade de uma pessoa não se mede apenas pelas realizações materiais ou a fama. Chegará o tempo em que Rafael será conhecido também por suas realizações no campo profissional; porém, ele já é o melhor ser humano do sexo masculino que conheci nesta vida, coisa que se veio mostrando Verdade desde quando nasceu. Não lhe falta outrossim o gênio: com idade tenra, ganhou um troféu de Giza e de mim, porque tinha lido inteiros os dois volumes de "Os Doze Trabalhos de Hércules", de Monteiro Lobato - e sem pressões nossas, porque gostou de ler. Nas páginas das Ilustrações de Géa e Geínha, você poderá descobrir várias fotos de Rafael, atuando como Rá, o filho de Clausar. - CCDB 22-03-2009 |