Galeria de fotos da família CCDB, Dalgiza e RDB
Primeira página em pesquisa Google!
A foto ao lado foi batida por Rafael Borges Dias Baptista - RDB rumo ao horizonte norte e a partir da residência da família com nosso velho telefone celular.
Por trás dessas nuvens estão estrelas, que os olhos do homem não vêem...
Nesta página você encontrará fotografias de Cláudio César Dias Baptista - CCDB, Dalgiza Borges, Rafael Borges Dias Baptista - RDB e de alguns ancestrais, bem como de ambientes no planeta Terra relacionados com lugares semelhantes no orbe Géa, descritos na obra homônima, no livro )que(, em Geínha e citados em CCDB - Gravação Profissional.
A semelhança entre os mundos Géa e Terra se explica segundo o Teorema de Clausar.
Você também encontrará nesta página fotos da casa na Serra da Cantareira, onde CCDB construiu lendárias mesas de som. Em parte dessas fotos aparecem as filhas do primeiro casamento de CCDB: Karen Dias Baptista (a primogênita - de quem CCDB tem uma neta), Kely Dias Baptista (a segunda filha - de quem CCDB tem três netas e um neto), Kathy Dias Baptista (a terceira filha) e Kate Dias Baptista (a caçula).
Espero que você goste dessas nossas imagens queridas tanto quanto nós e convide seus amigos para as desfrutarem aqui! - CCDB
Se a propriedade mostrada nesta página lhe dá a idéia de que somos ricos... leia, por favor, a página "Doações", antes de tirar qualquer conclusão. - CCDB
À direita, foto de Dalgiza, por CCDB, em seu apartamento-laboratório no bairro de Laranjeiras, Rio de Janeiro - RJ.
A qualidade das fotos nas miniaturas (mais abaixo nesta página) e nos originais que você verá se clicar sobre cada miniatura é a mínima que permite o Photoshop em JPG (qualidade zero), para não sobrecarregar este site. Isso não acontece com as ilustrações dos livros e a grande maioria das outras, presentes neste site, que estão todas com resolução e qualidade máximas.
CCDB possui as fotos originais nas dezenas de seus álbuns de fotografia, que estão ao dispor dos editores, repórteres, jornalistas, biógrafos, cineastas, etc., para copiarem com melhor qualidade in loco e com equipamento trazido por esses próprios profissionais (CCDB não entrega fotos para serem retiradas de sua residência, mesmo sob promessa de devolução).
A presença de fotos dos autores nesta página não contradiz a opinião de CCDB em Questionário sobre Géa, de que não se devem expor fotos do autor nos livros, porque este site é destinado aos EDITORES e também aos Visitantes em geral - e aqui os autores se devem, sim, apresentar; bem como no final de CCDB - Gravação Profissional, onde a foto simboliza a passagem da tocha do áudio pelo pai CCDB ao filho RDB, co-autor desse livro.
Desfrutem das imagens em tamanho grande, clicando nas miniaturas abaixo!
FOTOS DA CASA NA SERRA DA CANTAREIRA, COM KAREN, KELY, KATHY E KATE - incluem-se nas fotos alguns dos famosos Produtos CCDB
Nessa época, CCDB inda não conhecera Dalgiza e vivia com sua ex-esposa, de quem teve ao todo quatro filhas.
Onde não especificado, as fotos desta série da Serra da Cantareira foram batidas por CCDB, por vezes com a máquina em disparo automático. Clicando nas imagens com as fotos, você as verá em tamanho grande e máxima resolução. A qualidade JPG equivalerá a "oito" na escala do Photoshop, que vai até doze.
A foto acima apresenta, em montagem feita por CCDB, a casa que construiu na Serra da Cantareira já durante a última reforma. CCDB morou por seis anos nessa casa, antes da reforma, depois da qual nunca a habitou, tendo deixado a casa a sua ex-esposa, ao separarem-se. Depois dessa separação, CCDB conheceu Dalgiza Borges, com quem vive até hoje e sempre viverá. Além da casa da foto, CCDB construiu mais uma em seus terrenos na Serra da Cantareira, mas esta segunda casa foi vendida antes da referida separação. Nessa segunda casa, muitos anos antes da reforma, um sócio de Leonardo Bellonzi vinha passar os fins de semana - e, ao ouvir o Sintetizador Para Instrumentos e Vozes CCDB, cujos circuitos estavam em criação, procurou Cláudio. Da conversação que tiveram e de outras logo em seguida com Leonardo, surgiu a idéia da revista Nova Eletrônica. Leonardo foi o lançador e o proprietário da EDITELE - editora da Nova Eletrônica, que CCDB veio a dirigir. Ah! o telhado da casa da Serra e a laje de minha casa atual são brancos, ecológicos, evitam o aquecimento do planeta, muito antes da campanha em voga na televisão.
CCDB sempre trabalhou desde o nascer do Sol até altas horas da madrugada. A mesa na foto logo acima construiu em 1974 para as Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAM), onde, com essa mesa e equipamento CCDB completo, definitivamente instalados no auditório da FIAM, deu a primeira aula de áudio de nível universitário no Brasil. Com a referida aula, CCDB inaugurou a primeira cadeira universitária de áudio neste país. A cadelinha na foto era uma querida vira-lata que morou com a família por alguns anos até passar pela transição. Sem nome, era muito mais esperta e sempre dava o alarme antes do que Liska, a cadela pastor alemão que com ela nos guardava a casa.
A foto acima (1974) apresenta a mesa da FIAM, com CCDB ensinando eletrônica e áudio a sua filha Kely, que, atentíssima, estava sentada dentro da mesa! Essa foto e muitas outras sobre os Produtos CCDB você pode ver nos prospectos História de Uma Grande Marca - Partes I e II, na página Cantinho dos Prospectos e Manuais CCDB.
A foto acima (1974) mostra a mesa da FIAM perto da casa da Serra, antes de tal casa ser reformada. A casa, té esse ponto, foi construída inteiramente pelas mãos de CCDB; isso, depois de um amigo (ex-colega ginasial de CCDB, de iniciais I.M., que freqüentava a célebre casa da R. Venâncio Ayres e ali contava piadas, com interpretação pra Ronald Golias nenhum botar defeito) receber de CCDB e de seus dois irmãos o dinheiro que, segundo I.M., bastaria para construir, nos terrenos contíguos, três residências completas, uma para cada irmão - mas tal amigo gastou esse dinheiro com vinho, mulheres, música e um sócio, mal iniciando os alicerces das três casas, o que obrigou CCDB e seus irmãos a recomeçarem as construções, cada qual pelos próprios meios - eis porque a casa construída por CCDB não pôde receber acabamento e precisou servir de moradia no estado que se vê na foto. As filhas de CCDB, Karen e Kely, inda crianças, assistiram à construção e até ajudaram (com todo o cuidado do pai e da mãe para que se não esforçassem em demasia nem se machucassem), carregando alguns tijolos. No tempo em que moravam nessa casa, nasceu Kathy, a terceira filha. Nesse tempo, a casa tinha apenas sessenta metros quadrados e ficava num terreno de três mil metros quadrados, ao lado de uma área da prefeitura, que, por sua posição, somente CCDB e sua família podiam utilizar, com mais cinco mil metros quadrados. Parte dos terrenos foi vendida por CCDB e famíllia, antes da reforma da casa, restando uns mil e quinhentos metros quadrados em sua propriedade.
Na foto logo acima, eis Kathy, a terceira filha de CCDB, sentadinha numa colcha, a tomar sol no terreno da casa da Serra da Cantareira, em época anterior à reforma.
O par de fotos acima (1980) mostra a casa da Serra da Cantareira durante a última reforma. Tal reforma foi administrada por sua ex-esposa enquanto CCDB trabalhava em seus produtos no Rio de Janeiro. A casa então alcançou trezentos metros quadrados, no terreno de aproximadamente mil e quinhentos. A casa e o terreno em que se achava foram deixados para trás quando CCDB se separou de sua ex-esposa e recomeçou a vida, ficando a morar em imóvel alugado, na cidade do Rio de Janeiro.
A foto acima é do interior da casa da Serra, durante a reforma final, em 1980. Vê-se o pavimento superior habitável, ao qual, no fim da reforma, se subia por uma escada em caracol.
A foto acima (1980) é do salão de sete por onze metros, onde CCDB instalaria o seu legendário Sistema de Áudio, construído pelo próprio CCDB em 1972. Tal instalação jamais aconteceu nesse lugar. O Sistema CCDB, que foi base de várias publicações na Nova Eletrônica, inda funciona hoje (2009) na casa de Rio das Ostras com perfeição e sem assistência a partes fixas - trinta e sete anos depois de construído! O Sistema CCDB é aclamado por muitos músicos e especialistas (que viajaram o mundo todo e conhecem o que há de melhor em áudio) como "o melhor sistema de som que até hoje ouviram". CCDB também nunca ouviu melhor - e ouvi-lo é um de seus grandes prazeres, que está desfrutando bem agora, enquanto escreve este texto. Você pode ver fotos neste site onde aparece o Sistema CCDB, tal como se acha hoje, por exemplo na reportagem da Revista Trip, aqui reproduzida. Os pinheiros que se vêem ao fundo foram plantados por CCDB.
A foto acima (de 1972) é de antes de a casa da Serra começar a ser construída e mostra Kely abraçando seu pai, CCDB, enquanto este trabalha à luz de velas (a energia elétrica faltava nessa hora - um dos costumeiros apagões) na mesa tetrafônica que CCDB construiu, com o resto do sistema de som inteiro, para Os Mutantes, num trabalho programado por CCDB em PERT. CCDB dirigiu a montagem de todo o equipamento, e sob sua direção Pena Schmidt (que bateu esta foto e a foto logo abaixo) montou as fontes de alimentação da mesa e dos dez amplificadores CCDB que esta continha, enquanto Leo Wolf auxiliava a ambos. O local da foto é também a Serra da Cantareira, onde CCDB morava em uma casa que alugou com a família de então. Nessa casa davam-se os ensaios dos Mutantes, até que as casas de CCDB, Arnaldo e Sérgio fossem construídas em seus próprios terrenos, onde os ensaios passaram a ser feitos.
Na foto acima, batida em 1972 por Pena Schmidt, vemos à direita Karen, primogênita de CCDB, e parte da cabecinha de Kely. Ambas se acham atrás da tampa frontal da mesa tetrafônica CCDB, ainda em construção, na casa alugada na Serra da Cantareira.
Eis a mesa de som tetrafônica, montagem terminada (1972). Foi a primeiríssima a ser posta no meio de uma platéia no Brasil. Era operada por CCDB, o primeiro operador de áudio a colocar e a operar mesa de som instalada em meio a uma platéia neste país. Sob a direção de CCDB, Pena Schmidt operava o misturador do som do palco. A gatinha sobre a mesa, que nunca aceitou batismo, apareceu em casa e ficou morando coa família até que, num parto difícil, passou pela transição inda mui jovem. É uma das grandes amigas que CCDB deseja rever, quando as órbitas que vai acumulando ao redor do Sol o centrifugarem para o Além...
Na foto acima, Kate, a caçula, olha embevecida e segura uma das mesas modulares CCDB Série III, montada na kitchenette alugada no Rio de Janeiro, numa época anterior à da reforma na casa da Serra e posterior à da construção das outras mesas de som, vistas mais acima. Atrás de Kate vemos o toca-discos em que CCDB instalou o famoso braço "unipivô" (unipivot) de sua invenção e manufatura, apresentado em artigo seu na Nova Eletrônica. Esse tempo foi logo empós CCDB ter construído o último equipamento para os Mutantes e operado-o em seus derradeiros três espetáculos: o primeiro, no Palácio das Convenções em São Paulo; o segundo, numa cidade do interior - a caminho do terceiro e final em Ribeirão Preto - SP.
Durante parte do período em que CCDB morou na cidade do Rio de Janeiro, suas filhas mais velhas, Karen e Kely, trabalharam a seu lado na montagem de artesanal de equipamento de áudio, como está documentado pelo pai em vários artigos seus, publicados na Nova Eletrônica.
CCDB tem quinze álbuns com fotos de guitarras, mesas de som e outros produtos seus, bem como quantidade muito maior de álbuns com fotos suas e da família. Tudo à disposição de familiares, amigos, biógrafos, jornalistas e fotógrafos, para ser copiado in loco. CCDB não entrega álbuns e fotos para serem copiadas fora de sua residência. Os interessados devem marcar entrevista pelo endereço de contato e trazer equipamento completo.
Inseri nesta página as fotos de minhas filhas e da casa da Serra da Cantareira em 05-02-2009 - CCDB
ATERRO DOS LOTES DE TERRENO DA RESIDÊNCIA DE CCDB, DALGIZA E RDB
Nas miniaturas das fotos, abaixo (onde não especificado, batidas por Dalgiza), vemos o trabalho de CCDB (na primeira foto sob os olhos de sua idosa mãe Clarisse), ao cavar, encher o carro de mão, transportar a terra, aterrar e nivelar um dos lotes dos terrenos de sua residência em Rio das Ostras, trabalho esse que realizou entre 1997 - quando CCDB, Dalgiza e RDB passaram a residir nesse lugar - até o fim da escrita da obra Géa - uma labuta saudável que continua té hoje.
Trabalhando diariamente, ao final de vários anos CCDB cortou, transportou, colocou e aplainou com as mãos e os pés, sem ajuda de trator ou qualquer máquina, mil metros cúbicos de terra (perto de mil e quinhentas toneladas), enquanto as gotas de suor lhe caíam no solo e se lhe transformavam em muitas das idéias que povoam seus livros.
Dalgiza segue cuidando do gramado, dos jardins e dos pomares, plantados por ela mesma.
RDB continua seus estudos e seu trabalho de ciência da computação (entre outros), dentro e fora de casa, onde ajuda os pais em tudo o que pode.
Eis o trabalho de CCDB nos terrenos, documentado!
CCDB trabalha a terra sob os olhos de sua idosa mãe, Clarisse. Ao fundo, o horizonte leste.
CCDB corta a terra com picareta.
CCDB enche o carro de mão com a terra que levará para um dos lotes de terreno, a ser aterrado para o então futuro gramado.
CCDB transporta a terra no carro de mão rumo ao Lote 3.
CCDB ingressa no Lote 3 com o carro de mão.
CCDB prossegue, já dentro do Lote 3. Ao fundo o horizonte nordeste.
CCDB descarrega a terra na beira desse nível do aterro de diversos níveis por ele realizado no Lote 3 e nos outros de sua residência durante aproximadamente seis anos. Ao fundo o horizonte noroeste.
CCDB aplaina a terra recém-descarregada no Lote 3. O gramado do Lote 4 está visível na parte inferior da foto. A cerca viva de hibisco, plantada por Dalgiza à volta toda dos lotes de terreno, será retirada de entre os lotes 3 e 4, quando o aterro do Lote 3 estiver terminado. Dessa cerca restará apenas a planta acenosa que CCDB denomina de "Kyhibisco" (Alma Única dos Hibiscos), a qual lhe comunicava força com seus gestos peculiares (mesmo quando não parecia haver qualquer vento...), todos esses anos durante o labor. Até hoje o Kyhibisco vive e tornou-se quase uma árvore, cercada de roseiras no gramado. Ao fundo, o rumo norte.
TREINO DE ARTES MARCIAIS DA FAMÍLIA CCDB, DALGIZA E RDB
Vemos em seguida algumas etapas das lutas de artes marciais que CCDB, RDB e Dalgiza praticam no gramado de sua residência, tanto para benefício da saúde física e mental, quanto para enfrentarem os invasores de terra e os vaqueiros com seus animais - como se conta nas reportagens e, mais minuciosamente, no livro chamado )que(, onde as provocações e os enfrentamentos aparecem como aventuras dos protagonistas Clestis e sua família.
CCDB e seu filho, RDB, preparam-se para a luta.
CCDB apara um chute de RDB.
Dalgiza apara um chute de seu filho RDB - foto de CCDB.
Dalgiza devolve o chute e RDB o apara - foto de CCDB.
RDB e Dalgiza se abraçam, depois da luta - foto de CCDB.
O GRAMADO ESTÁ PRONTO!
Enfim termina a plantação do gramado, que já cobre o Lote 3. Vemos o Kyhibisco, inda jovem, à direita, cercado pelas pequenas roseiras. À esquerda, no alto, vemos a Praça Tóxia, lugar onde o disco voador invisibilizado Laranja se mantém a flutuar, quando Clausar e os seus vêm à Terra em visita a CCDB e sua família. Neste site há ilustrações onde a Praça Tóxia correspondente, no planeta Géa, pode ser vista e com a Laranja a lhe pairar por cima. Ao fundo, o horizonte sudoeste e o portão de entrada da casa, cuja frente principal se volta para o oeste, mas cuja vista para o mar se acha no rumo oposto. Nem um pedaço da casa da família aparece na foto: ela se acha inda mais à esquerda - o telhado visível pertence à casa de um vizinho. Você pode ver a casa de Clausar, muito parecida com a da família CCDB, Dalgiza e RDB, nas ilustrações de Géa e de Geínha.
Aqui e aqui você pode ver como era a nossa casa e o gramado com o Kyhibisco, antes de substituirmos as janelas, que estavam caindo de podres, por serem de ferro - as que pudemos comprar.
Aqui você pode ver um dos aposentos de nossa casa e ler a mirífica e verídica história da Visita da Coruja!
Na página A Visita da Coruja, aparece pela vez primeira neste site o gatinho Kimê. Além das duas fotos de Kimê que se acham na página A Visita da Coruja, você pode ver na página Kimê muitas outras fotos desse gatinho que já nos conquista os corações, duas delas com fotos inéditas de Dalgiza!
Aqui você pode ver as "matinobrumas" que vezes nos cercam a casa.
Aqui você pode ver os lotes de nossa casa que contêm os jardins e os pomares. Num dos lotes, está fotografado o Almacacto, que aparece como Kycacto nesta ilustração.
Clicando na imagem ao lado você pode ver a Caverna do Cacto (o Almacacto ou Kycacto) de perto, numa página só dela! E na mesma página, verá as fotos do eclipse lunar, que Rá e eu batemos com nosso telefone celular acoplado a um binóculo, na data das fotos do Kycacto!
Aqui você pode rever o Kycacto, desta vez numa ilustração desenhada por mim em computador. Dentro do Kycato está mimetizado Octopofélix, um tremendo aracnopólipo amigo.
Aqui você pode ver o pomar do Lote 8.
Mais fotos de Dalgiza e Cláudio você encontra em várias páginas deste site, por exemplo, nesta.
Eis uma foto de Cláudio e Rafael que se tornou ilustração de Géa. E aqui estão mais duas!
Muitas outras fotos de Rafael você encontrará nas ilustrações deste site - por exemplo esta.
Neste site, há também fotos de minha madrinha, minha avó materna, meus avós paternos, minha mãe, meu pai e meu irmão caçula, além das que os links desta página apresentam. Convido você a descobri-las, percorrendo o site - e não tenha pressa...
Se tiver só um pouquinho (...) de pressa, então veja ao menos as ilustrações do Livro Quinto de Géa, onde há diversas fotos de familiares (role a página de miniaturas - as fotos dos familiares estão principalmente no final).
O já famoso gato Nenhum Menhéurro! Você descobrirá várias outras fotos de Nenhum Menhéurro neste site, seja a nosso lado, seja representando o papel de vários elastos (os gatos do planeta Géa).
Perto de casa se passou a tremenda aventura de A grávida e a cobra - com mais fotos nossas!
Também em nossa casa começou o episódio que culminou na Soltura da aranha armadeira - também com outras fotos nossas!
ASCENDENTES DE CCDB POR PARTE DE PAI
Você pode ler poesias de César Dias Baptista (pai de CCDB) e poesias de CCDB para a obra Géa, na visitadíssima página Você gosta poesia?
Acima, a miniatura da foto da Família Dias Baptista reunida em casa de meus avós paternos.
Para ver a mesma foto em tamanho total e alta resolução (JPG 1,27MB), clique na própria foto.
Mesma foto em alta resolução e com os nomes dos familiares colocados por mim, de memória (JPG 1,45MB).
A foto sem os nomes me foi enviada num e-mail por meu primo Claudio José Dias Batista.
Ao clicar na foto (ou no link da foto que tem os nomes dos familiares); se o seu browser for o Windows Internet Explorer, ela aparecerá em tamanho que caiba na tela do seu computador. Para vê-la em tamanho natural e com toda a resolução, corra o mouse pelo canto inferior direito da imagem, onde surgirá um quadrado com setas eferentes e clique sobre esse quadrado - se o quadrado não aparecer, espere; se demorar muito, clique sobre a imagem, percorra-lhe a superfície com o mouse (principalmente agora no canto superior esquerdo, onde deverá surgir um retângulo com várias opções) e, se necessário, espere mais. Para voltar a foto ao tamanho que caiba na tela clique de novo no quadrado, que estará exibindo setas convergentes.
Não me lembro dos nomes das pessoas cujos nomes não aparecem na foto que contém nomes. Se você é uma delas ou um seu descendente, por favor diga-me o nome faltante e me autorize a publicá-lo, bem como me perdoe o esquecimento, pois minha recordação da maioria das pessoas na foto data da época em que foi batida - e você pode ver como eu era pequeno então, na foto onde apareço identificado pela sigla "CCDB".
Como não sei o endereço de todos esses parentes (alguns dos quais já passados pela transição) ou de seus herdeiros, caso algum não queira sua imagem (ou a de seus pais) e o seu nome neste site, por favor me avise pelo endereço de contato, que apagarei (apenas) essa imagem e nome, na foto. Se algum nome estiver errado, por gentileza, corrijam-me. - CCDB
A foto ao lado me foi presenteada por Ju (citada mais abaixo e presente na foto). Foi batida por Magyary Georges, em casa de meus pais, na Rua Venâncio Ayres 408, Vila Pompéia, São Paulo - SP, durante uma das festas de aniversariante da família. Clicando sobre a foto, você a verá em alta resolução.
A foto com a família Dias Baptista, logo acima, mostra algumas das pessoas que reaparecem nesta.
Na foto, em primeiro plano, da esquerda para a direita: minha mãe, Clarisse, abraçada à cadela Lassie; e meu pai, César, de óculos.
Em segundo plano, mesmo sentido, Carminha, filha de minha tia Carmen e seu marido Sérgio Camargo (em quem baseei o personagem Tio Sérias, para a obra Géa), e inclinado, no centro da imagem, meu irmão Sérgio (o guitarrista).
Ao fundo, da esquerda para a direita, o desembargador Henrique Machado, casado com minha tia Olga; tia Carmen; minha prima Cláudia, filha de tia Branca; Sérgio Camargo, marido de Carmen; Edith Kelemen Magyary, esposa de Magyary Georges (o fotógrafo e amicíssimo da família, meu em especial); Ju, que faz poucos dias me descobriu por meio deste site, ou, como sua arte e beleza merecem, de nome inteiro: Judit Margit Klara Magyary, filha de Magyary Georges e Edith Kelemen Magyary; Branquinha, minha prima, filha de Branca; a moça em seguida não me lembro quem era; minha tia Olga, com o colar de pérolas de duas voltas; e na extrema direita, a amiga inseparável de Clarisse: Diva Bresser, em quem baseei certa personagem deliciosamente cômica da obra Géa - ah, se Diva soubesse dessa personagem, hehehe...
A imagem acima escaneei da primeira página do Álbum do Bebê que meus pais me dedicaram. Clicando sobre ela, você a verá em tamanho natural (para isso, por favor siga as mesmas instruções que escrevi para a foto da Família Dias Baptista, logo acima). A letra manuscrita é de meu pai. Para mais dados genealógicos, por gentileza consulte meu primo genealogista Claudio José Dias Batista (seu nome se grafa mesmo sem o "p" de Baptista, mas somos parentes). - CCDB.
HISTÓRIA DA FAMÍLIA DIAS BAPTISTA - uma página inteira só para lhe apresentar a história de minha família, por parte de pai.
ASCENDENTES DE CCDB POR PARTE DE MÃE
Na foto acima, temos Laurentino Mendes de Moraes, meu bisavô pelo lado materno. Você pode ver essa mesma foto com máxima resolução (JPG 690KB) se clicar sobre ela. Laurentino nasceu em Paraibuna, SP e faleceu aos noventa e quatro anos. Músico emérito, chefiou uma banda, na qual tocava tuba. É o avô materno de minha mãe, Clarisse Leite Dias Baptista. Filhos de Laurentino: Benedita (pianista), Alda (professora), Maria Aparecida (chamada por todos de "Pequena" - que conheci inda viva. Pequena era mulher alta e bela - talvez o apelido lhe caísse bem justamente por isso... Em criança, eu adorava os doces de chocolate chamados de "esqueleto" que ela fazia...), Adília, Maria da Penha (Mariquita), Orlando Mendes de Moraes (professor, vários livros didáticos, casado com Antonieta Pantoja de Moraes) e Judith Borges de Moraes Leite (professora, primeira a introduzir o método analítico no Brasil, trazido por Miss Browne, sua professora. Judith era minha avó materna e aparece em Geínha, uma das insignes protagonistas). Laurentino teve mais filhos, num total de treze, mas não lhes sei os nomes. Atrás dessa foto e das outras dos meus ancestrais do lado materno há dedicatórias deles próprios, com mais informações e nomes de parentes.
Na foto acima, temos Carlota Leopoldina de Araujo Leite, minha bisavó pelo lado materno. Você pode ver essa mesma foto com máxima resolução (JPG 3,77MB) se clicar sobre ela. Carlota foi filha do capitão Joaquim Carlos de Araujo e Florisbela Fulgara de Araujo. O pai de Carlota foi capitão de uma nau particular, a primeira, a vapor, que atravessou o Atlântico, segundo minha mãe, Clarisse. Ainda segundo Clarisse, o nome da nau era Itambé, cuja miniatura está exposta no Monte Serrat, em Santos. Os corpos do capitão e da esposa acham-se enterrados sob as lajes da Matriz de São Vicente. Quando atravessava o Atlântico, desencadeou-se uma tempestade e o capitão Joaquim fez o voto de, caso chegassem todos a bordo com vida ao Brasil, doar as duas imagens que trazia consigo à Matriz de São Vicente. Assim o fez. As imagens estão nessa matriz e são de Nossa Senhora das Dores e de Nosso Senhor dos Passos.
Na foto acima temos Manoel José Leite, meu avô materno, casado com Judith (supracitada). Atrás desta foto há uma dedicatória de Manoel a seu irmão Antônio José Leite e esposa.
Com ancestrais músicos e capitães de naus, não é pra menos que meus genes contribuíssem para quanto fiz em prol da música e a escrita de meus livros, onde tantas naus cruzam mares além do espaço e do tempo... E considerando a idade avançada com a qual Laurentino passou pela transição, é bem provável que eu chegue aos "cento e quarenta e quatro anos", a tempo de ver os meus livros publicados e de escrever muitos outros...
Inseri nesta página as três fotos dos ancestrais pelo lado materno em 01-01-2009 - CCDB
Se a propriedade mostrada nesta página lhe dá a idéia de que somos ricos... leia, por favor, a página "Doações", antes de tirar qualquer conclusão.
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Para fotos e equipamento melhores, ajude-nos!
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Antes de olhar as fotos de Dalgiza, por meio dos links logo abaixo deste pequeno texto, é importante que você saiba: Dalgiza é tão dona deste site quanto nosso filho Rafael (RDB) e eu.
Poderia haver aqui uma página "Pequena História de Dalgiza Borges", tal como existe a página "Pequena História da Marca CCDB". Quando e se Dalgiza se dispuser escrever com as próprias palavras, talvez tal página surja. Aliás, ela escreve muito bem. Assim, escrita por ela mesma, seria melhor, para que feminista nenhuma pusesse defeito, ao ver o corpo magnífico de Dalgiza exposto nas fotografias do site e dos nossos livros.
Por enquanto, eu próprio informo: vivemos em perfeita complementaridade, Dalgiza e eu. Não existem disputas, machismo, feminismo, antagonismos entre nós. Absolutamente não. Nosso amor é mais que perfeito - não há palavras para explicar tal amor; só quem vive um pode compreender. E são muito raros.
Inspirado em Dalgiza escrevi as primeiríssimas passagens de Géa, nos meus artigos para a Nova Eletrônica. Sem Dalgiza, os meus livros todos jamais viriam à luz.
Dalgiza nasceu em casa de seus pais, na pequena cidade de Carangola, em Minas Gerais. Eles eram bem pobres, e ela carregou baldes com água de poço para levar longe, colina acima, té a casa onde sua família grande morava. Não é para menos que adquiriu corpo tão perfeito, aqueles deltóides, aquelas costas retas.
O corpo de Dalgiza é uma obra de arte da Natureza. A Natureza inclui Dalgiza e o próprio esforço desta.
Fotos como as de Dalgiza só podem ser batidas por um fotógrafo amante, e esse felizardíssimo sou eu. Nem foi preciso uma boa máquina, um estúdio e muito menos qualquer tratamento da imagem.
A descrição que faço da "fotogetia de Gia" e o capítulo "Gia" no Livro Primeiro de Géa só podem ser criados por um coração amantíssimo. E esse coração é o meu. O maior parágrafo da obra Géa, páginas em que Clausar narra o seu "beldo" (amor) por Gia, também no Livro Primeiro de Géa, só poderia ser escrito por quem amasse de verdade. E quem escreveu foi este "Clausar" aqui.
As passagens admiráveis em que a protagonista Gia luta, vence, comanda o clíper cósmico Altaré e derrota os aracnopólipos, sem lhes destruir Penta Ro Bolinei, o mais belo planeta da Galáxia, só poderiam ser escritas por um autor apaixonado e admirado. E esse autor sou eu.
As fotos ao lado, a partir desta e até o fim deste texto, mostram Dalgiza antes de nos conhecermos, e os fotógrafos não sabemos quem foram.
É preciso que você saiba: Dalgiza gosta de ter suas fotos nos livros de Géa, de representar o papel de Gia, de ser vista nas ilustrações deste site. Se assim não fosse, eu jamais lhe colocaria a imagem adorada nos livros nem aqui.
Tenho filhas que se tornaram moças belíssimas; uma delas foi modelo da De Millus, dançava o clássico pra Natasha nenhuma botar defeito e desmaiar Terpsícore de inveja; a outra bailava o popular, de dar cócegas na Sandahl Bergman de "All that jazz" pra dançarem juntas - e fotos dessa beleza não me faltam. Não as ponho de biquíni neste site, como Dalgiza, Rafael e eu colocamos as fotos de Dalgiza, simplesmente porque minhas filhas não o autorizaram.
Não é por desrespeitar a mulher e respeitar as filhas que essa diferença acontece, pois. Ela ocorre por causa do respeito que tenho a ambas - mulher que não só gosta como autoriza e coloca as suas fotos aqui e nos livros - e filhas que preferem viver suas próprias vidas sem aparecerem em público.
Como contei mais acima, minhas quatro filhas são do casamento anterior, de outra mãe que não Dalgiza - esta só é mãe de nosso filho Rafael. Minhas filhas aparecem somente nesta página, apresentadas como eram em crianças. Não são vistas em crianças, adolescentes ou adultas nos meus livros nem ali as menciono, porque respeito o seu desejo de manterem sua privacidade.
Eu próprio, quando vi pela televisão bela e altaneira loira a caminhar em plataforma estreitíssima entre o topo de arranha-céus, a passar por aventuras perigosas nos quatro cantos do Brasil (embora sempre os seus assessores tomassem as precauções usuais de segurança), cogitei sobre exploração de mulher pelo marido e pela mídia. Mas só cogitei; e, ao pensar bem e analisar o que via - e o que ouvia dos lábios lindos da loira -, concluí que não havia motivo para tal suspeita. A loira é dona do seu belo nariz, está lá em cima e nos perigos porque gosta ou, no mínimo, porque quer. Seu marido decerto a ama - eu o vi chorar de amor feliz, certa feita, num aniversário dela. Portanto, tudo certo com loira e marido.
Essa minha cogitação me leva a escrever este pequeno texto, e também a lembrança de que há feministas, daquelas mais inflexíveis do começo do feminismo, ainda militando por aí. Para estas, a minha compreensão. Talvez não conheçam a felicidade de viverem um amor feito o que nos une, a Dalgiza e a mim, conquanto decerto algumas tentassem - e se desiludissem; vezes, com toda a razão. Quem sabe só tenham conhecido homens que merecessem o mais duro feminismo voltado contra eles.
Pensando nas pessoas que se preocupam coa exposição da imagem de "menores de idade"; há vários anos coloquei neste site os textos explicativos que, desde então, acompanham as fotos de meu filho Rafael e de outra criança - todas essas fotos aqui colocadas com o consentimento de Rafael depois de adulto e dos pais daquela criança. Esta é o filhinho Rafael (sic) de meus amigos Giulio e Cristina, que representam respectivamente as personagens Guatam e Eucara nos livros de Géa. O Rafael de Cristina e Giulio faz o papel do personagem Sol, filho de minhas personagens Eucara e Guatam.
Depois da infância no campo, Dalgiza mudou-se inda bem jovem, com os pais, para a cidade do Rio de Janeiro. Lá, trabalhou duro, desde como empregada doméstica e no balcão do comércio, até como demonstradora de aparelhos de ginástica e funcionária da Sears Roebuck. Persistiu a lutar, mais impetuosa e viva que vespa-tarântula* sobre a presa, e obteve mediante concurso o ingresso no funcionalismo, tendo trabalhado no Metrô como datilógrafa, enquanto, com o resultado de seu próprio esforço, já estudava numa faculdade de Turismo, onde ingressou prestando vestibular.
A foto ao lado é de antes de Dalgiza e eu nos conhecermos.
Foi quando trabalhava no Metrô e cursava tal faculdade que Dalgiza, num dia de folga, vinha saindo do mar, na Praia Vermelha (Rio de Janeiro - RJ), com o mesmíssimo biquíni branco da fotogetia de Gia. Em tal praia estávamos minha filha caçula, Kate, e eu. Nessa época, eu já me havia separado da mãe de Karen, Kely, Kathy e Kate.
Ao ver Kate, linda, criança, a fazer um montículo de areia ao meu lado, Dalgiza se apaixonou. E eu também... Em poucos dias estávamos morando juntos, Dalgiza e eu. Em poucos meses, Dalgiza trancava a matrícula, deixava definitivamente o funcionalismo público e punha-se de alma e corpo a trabalhar ao meu lado no Laboratório-Residência que ela própria decorou e preparou para o atendimento dos Clientes CCDB, do jeitinho que Marconi Ricciardi tão bem descreve na página "The first Mutante". Desde 28 de novembro de 1981, nossa vida tem sido como a que todo casal foi feito para ter.
Logo que vim ao computador, fora de hora, para escrever este texto, acabávamos de trabalhar pela segunda tarde corrida, Giza e eu, de talhadeiras e marretas nas mãos, levando baldes de entulho escadas Santos=Dumont abaixo (construídas por Giza e Rá), para demolir pequeno muro circular derredor da caixa d'água e, com isso, evitar uma goteira no banheiro da Visita da Coruja, bem como um criadouro de mosquitos. Quer vida melhor?!?
A história de Gia e Clausar, no planeta Géa e além, semelha a nossa, de Dalgiza e Cláudio. O Teorema de Clausar explica o motivo de não serem idênticas essas histórias; e a página "O objetivo deste site", no subtítulo "Este site está todo errado" alerta a todos os que venham a ler Géa para não confundirem a mim com Clausar e a Dalgiza com Gia.
É com infinito amor e admiração, com o estro do artista, que inseri as fotos de Dalgiza neste site. Desfrute as imagens tão belas, com o mesmo amor - que é o Verdadeiro.
Você pode ter uma confirmação cabal desse amor nesta página.
*O vocábulo "vespa-tarântula" não está dicionarizado e é sinônimo de marimbondo-caçador. Para Dalgiza, toda feminina, fica melhor "vespa".
- CCDB 04-03-2009
Foto por CCDB
Na foto, minha Dalgiza amada, no papel de Gia, com nosso filho magnífico, Rafael (hoje co-autor,
comigo, de CCDB - Gravação Profissional), no papel de Rá, o enkinho, filho de Clausar e Gia.
Rafael já adulto; ambos autorizaram todas as fotos suas presentes neste site. - CCDB 12-03-2009
Clicando na ilustração acima, você a verá em alta resolução, numa janela separada. Se o seu browser for o iExplorer,
clique o botão com setas eferentes para ver a imagem em “tamanho real”.
Veja a foto acima na página da ilustração de Géa que lhe corresponde.
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Acima: Dalgiza e rosas brancas - foto por CCDB durante a reforma do apartamento onde morávamos, no Rio de Janeiro - RJ
VOCÊ ENCONTRARÁ OUTRAS FOTOS* DE DALGIZA, REPRESENTANDO O PAPEL DE GIA, NESTE SITE, ACESSÍVEIS POR MEIO DA PÁGINA GERAL DAS ILUSTRAÇÕES E PELA PÁGINA PRINCIPAL; ENTRE ELAS:
Foto de Gia grávida, de calcinha e sutiã, logo antes de dar à luz
Foto Gia com descrição de CCDB para a página 113 do Livro Primeiro de Géa
Livro Primeiro de Géa - ilustração 3
Livro Primeiro de Géa - ilustração 8
Livro Primeiro de Géa - para páginas 114 a 119
Livro Segundo de Géa - para páginas 317 a 318
Livro Segundo de Géa - para página 466
Livro Terceiro de Géa - para página 615
Livro Terceiro de Géa - para página 616
Livro Quarto de Géa - para página 829
Livro Quarto de Géa - para página 839 - parágrafo 10
Livro Quarto de Géa - para página 839 - parágrafo 8
Livro Quinto de Géa - para página 1005
Livro Quinto de Géa - para a página 932
Livro Sexto de Géa - para a página 1412
Livro Nono de Géa - para a página 1921
Livro Nono de Géa - para a página 2036
Livro Décimo de Géa - para a página 2122
Livro Décimo de Géa - para a página 2132
Livro Décimo de Géa - para a página 2141
Livro Décimo de Géa - para a página 2150
Livro Onze de Géa - para a página 2372
Livro Doze de Géa - para a página 2834
Dalgiza, a Guitarra de Ouro e o Turbo-Compressor CCDB
CCDB no mundo da moda (um "look" criado por Nayra Pipet para uma das ilustrações de Gia)
Existem, neste site, muitíssimas outras ilustrações de Gia, onde esta aparece como desenho de computação gráfica em 3D. Visite a todas por meio da página geral das ilustrações e da Página Principal!
*Fotos mesmo, de Gia ou de Dalgiza representando o seu papel (fotogetias ou fotografias, do mundo chamado "real"; não, desenhos de computação gráfica)
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Foto à esquerda batida por meu amigo Eduardo Gomez, o profissional argentino que escolhi, por sua competência e entre muitos entrevistados, para tornar-se o fotógrafo da EDITELE - Nova Eletrônica e que, após minha saída da direção da editora, tornou-se um de seus gerentes.
Na foto à esquerda, você me vê inda jovem, numa viagem de recreio a certa praia do litoral paulista, rumo à Caverna do Diabo, de cujo ambiente tirei belas fotos, as quais se acham nos álbuns supracitados, à disposição de fotógrafos, repórteres, jornalistas, biógrafos e tal. Nesse tempo, eu dirigia a EDITELE - Revista Nova Eletrônica, e ainda vivia com minha ex-esposa e filhas.
Se você clicar na foto, ela aparecerá em janela separada. No browser iExplorer 6.0, do Windows XP, clique o botão no canto inferior direito com setas eferentes, para ver a imagem em "tamanho real". Se o botão demorar a aparecer, dê duplo-clique fora da imagem e um clique sobre ela, que o botão surgirá. Se não aparecer o botão de jeito algum, a imagem já estará em "tamanho real" (aquele com o qual ela baixa, para depois se ajustar ao tamanho da janela, se nesta não couber o "tamanho real"). Noutros browsers (como o Opera ou o Firefox) configure-os para apresentarem a foto em janela separada; e, não, em uma das "orelhas" que armazenam as páginas abertas.
Sobre o meu coração, você pode ver, na foto da esquerda um "M" maiúsculo - hoje quase apagado, permanece em meu corpo e sempre em minh' alma. É a inicial do nome "Maat", da deusa egípcia da Verdade, que eu próprio gravei em meu peito com um fio de cobre aquecido ao rubro, para jamais me esquecer e para que ninguém, ao desnudar-me, corpo físico vivente ou não, se esqueça jamais de minha dedicação à Verdade.
Foto à direita batida por meu filho RDB em 04-04-2009; eu, com sessenta e três órbitas derredor do Sol - CCDB
Não tenho outra marca gravada ou tatuagem em meu corpo; o endereço deste site aparece no meu braço direito qual se gravado fosse (mas acrescentado por mim num programa de tratamento de imagem) porque há quem venha copiando as fotos de minha pessoa e apresentando-as noutros sites sem citar a fonte. - CCDB 2009
A imagem à esquerda é da minha mão sinistra. Trata-se de um scan que eu próprio fiz, quando minha mão esquerda inda podia se espalmar até certo ponto, o bastante para ser escaneada, isso porque eu não tinha máquina fotográfica apta a mostrar como a mão se achava na época.
Se você clicar na imagem da minha mão ou na imagem do meu pé, essa imagem aparecerá em janela separada em muito alta resolução. No browser iExplorer 6.0, do Windows XP, clique o botão no canto inferior direito com setas eferentes, para ver a imagem em "tamanho real". Se o botão demorar a aparecer, dê duplo-clique fora da imagem e um clique sobre ela, que o botão surgirá. Note que, por possuírem regiões brancas, é preciso ir ao extremo da janela para clicar fora da região coberta pela imagem - principalmente no caso da do pé. Noutros browsers (como o Opera ou o Firefox) configure-os para apresentarem a foto em janela separada; e, não, em uma das "orelhas" que armazenam as páginas abertas.
Foi no tempo quando minha mão esquerda estava assim, resultado da contratura chamada pelos médicos de "Du Puytren", que escrevi a maior parte de Géa! Sim, Géa e também Geínha e )que( foram escritos com a mão esquerda nesse estado. A mão direita também possui contraturas, mas não tão sérias.
Hoje, minha mão esquerda teve o polegar outrossim contraído, a ponto de não me ser mais possível espalmar a mão sobre o scanner para mostrá-la - e seria demasiado impressionante para constar destas páginas felizes. Formaram-se três cordões no tecido da palma que semelham tendões grossos; estes puxaram-me o polegar sobre a palma, e a ponta desse dedo se acha no meio da base do indicador - isso, quando tento abrir o polegar ao máximo. Já não cabem os cabos da picareta e da enxada na pinça polegar-indicador, e por esse motivo todo o trabalho nos lotes de terrenos agora é feito por minha adorada Giza.
Por causa dessa e das outras dificuldades narradas na página Doações (e de inúmeras não narradas), bem como de hemorragias no interior dos globos oculares (as quais me dificultam ao extremo o trabalho e não se podem mostrar aqui), é que venho solicitando ajuda a VOCÊ. Ajude-me! doando qualquer quantia por meio do botão "Doações" do PagSeguro.
(Daqui foi suprimido o botão de doações do PagSeguro pelo motivo exposto nas páginas Doações e Saiba mais sobre doações)
Na imagem da direita, você vê um dos meus pés, com as feridas causadas pelo ato imperfeito de pisar, porque sob tais feridas existem contraturas semelhantes às das mãos. Nos pés, os médicos as denominam de contraturas de "Leder Hose".
Voltemos aos bons tempos da juventude, embora os atuais sejam ainda melhores, apesar das dificuldades.
Na foto à esquerda, batida em 1974 por minha filha Kely, eis-me "cabeludo" pra outros Mutantes nenhuns botarem defeito. Foi na Serra da Cantareira, ao lado da casa que construímos, antes das reformas. Tenho fotos do mesmo dia, com Karen e Kely a meu lado em meus álbuns.
Na foto da direita, você me vê também na Serra da Cantareira, numa data anterior ao da foto da esquerda, antes de construírmos a casa em nossos terrenos. Esta foto foi batida em 1972 por Pena Schmidt, e é do painel da mesa CCDB tetrafônica que aparece durante a montagem e completa, em fotos nesta mesma página, mais acima.
Se você clicar numa das miniaturas à esquerda ou à direita, verá as fotos em alta resolução. No browser iExplorer 6.0, do Windows XP, clique o botão no canto inferior direito com setas eferentes, para ver a imagem em "tamanho real". Se o botão demorar a aparecer, dê duplo-clique fora da imagem e um clique sobre ela, que o botão surgirá. Note que, por possuírem regiões brancas, é preciso ir ao extremo da janela para clicar fora da região coberta pela imagem - principalmente no caso da do pé. Noutros browsers (como o Opera ou o Firefox) configure-os para apresentarem a foto em janela separada; e, não, em uma das "orelhas" que armazenam as páginas abertas.
As duas fotos logo acima são recortes que fiz das originais, para que não ficassem demasiado pesadas para esta página. Tenho em meus álbuns e também digitalizadas as fotos originais, cujo campo é mais amplo, contendo outros detalhes.
Uma das (outras) fotografias de CCDB mais cotadas pelos visitantes deste site você encontra no topo da página Opiniões sobre Géa.
Há diversas outras fotos de CCDB neste site, como por exemplo nesta página. Ou aqui.
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Foto batida por mim em nossa residência-laboratório, no bairro de Laranjeiras, cidade do Rio de Janeiro - RJ - CCDB 2009
Na foto ao lado, eis Rafael Borges Dias Baptista - RDB ao lado da mãe, Dalgiza, em 1994. É o nosso filho muito amado. Rá é meu co-autor, no livro técnico CCDB - Gravação Profissional, nova versão.
Porém... Rafael é muito mais do que isso. E não porque tenha completado com notas máximas cursos de ciência da computação e de montagem de computadores e dado aulas dessas matérias numa escola em Rio das Ostras, depois de ser monitor num dos cursos onde estudou, da Microlins.
Se você clicar em qualquer das fotos deste subtítulo, ela aparecerá em janela separada. No browser iExplorer 6.0, do Windows XP, clique o botão no canto inferior direito com setas eferentes, para ver a imagem em "tamanho real". Se o botão demorar a aparecer, dê duplo-clique fora da imagem e um clique sobre ela, que o botão surgirá. Se não aparecer o botão de jeito algum, a imagem já estará em "tamanho real" (aquele com o qual ela baixa, para depois se ajustar ao tamanho da janela, se nesta não couber o "tamanho real"). Noutros browsers (como o Opera ou o Firefox) configure-os para apresentarem a foto em janela separada; e, não, em uma das "orelhas" que armazenam as páginas abertas.
Rá é o meu melhor amigo. E diz o mesmo de mim, na dedicatória que escreveu no livro supracitado. Adora a mãe, mora conosco, trabalha numa Imobiliária onde se tornou indispensável, porque, embora ingressasse como auxiliar de escritório, é ele quem mantém os computadores em dia e livres de problemas técnicos, nessa área, os seus superiores hierárquicos e mesmo os seus colegas, que o procuram constantemente até nas férias para solucioná-los. Já ouvi várias vezes, de gente amofinada com seus computadores: "- Ah, se eu tivesse um Rafael aqui em casa"...
A foto ao lado mostra Rafael no banco do carona da Kombi de Josy, com quem Rá trabalhou numa cidade interiorana de São Paulo, aprendendo na prática o que sempre quis saber sobre sonorização e iluminação. Isso e o que lhe ensinei de teoria, mais a prática na equalização do lendário Sistema de Áudio CCDB, o capacitou a tornar-se o meu co-autor, além de o ilustrador, em CCDB - Gravação Profissional.
Quase não possuímos fotografias de Rafael com a idade que hoje tem, vinte e seis anos, simplesmente porque não temos mais máquina fotográfica faz várias primaveras, e as fotos batidas com o telefone celular dele são da "qualidade" que (onde apontadas como originárias desse celular) este site vem apresentando em certas páginas, na falta de máquina melhor. Mesmo assim, a bela foto que abre esta página quem bateu foi Rafael, com esse mesmo telefone celular, mostrando que o fotógrafo não se limita pela máquina.
Rafael me ajuda na parte mais técnica deste site - como por exemplo na criação dos incríveis links que se movimentam com as esferas na animação Penta Girando e na criação da botoeira na Página Principal.
Rá vem elaborando em todo o seu tempo livre a loja virtual que mencionamos neste site - verbi gratia, na página CCDB - Notícias. Para isso, Rá estudou as linguagens ASP e PHP, tendo preferido esta última para a nossa futura loja, onde, caso nossos livros não sejam logo publicados por grande editora em papel impresso, os visitantes poderão lê-los integralmente, nas condições que a loja exporá.
A qualidade de uma pessoa não se mede apenas pelas realizações materiais ou a fama. Chegará o tempo em que Rafael será conhecido também por suas realizações no campo profissional; porém, ele já é o melhor ser humano do sexo masculino que conheci nesta vida, coisa que se veio mostrando Verdade desde quando nasceu. Não lhe falta outrossim o gênio: com idade tenra, ganhou um troféu de Giza e de mim, porque tinha lido inteiros os dois volumes de "Os Doze Trabalhos de Hércules", de Monteiro Lobato - e sem pressões nossas, porque gostou de ler.
Nas páginas das Ilustrações de Géa e Geínha, você poderá descobrir várias fotos de Rafael, atuando como Rá, o filho de Clausar.
- CCDB 22-03-2009