Ky dança em honra a Dalgiza - Ky dança a Sinfonia Dalgiza - Ky dança a Sinfonia Dalgiza 5.1


 

AS DANÇAS DE GÉA - primeiro lugar no Google!

agora com uma das danças de Geínha!

COM LISTA DAS DANÇAS, PÁGINAS ONDE ESTÃO E EXEMPLOS TIRADOS DO TEXTO DA OBRA - e uma foto exclusiva de Ky

Acesse e baixe todas as Danças de Géa

Nos livros )que( e Geínha há magníficas danças, não relacionadas nesta página.

O texto desta página foi extraído de um folheto que eu fornecia em Portable Document Format (PDF) para os editores interessados em publicarem meus livros. Nesse folheto, a posição do texto está idêntica à que aparece na própria obra. Em páginas como esta, contudo, tal posicionamento exato é inviável. Assim, desconsidere, por favor, as afirmações abaixo, quando mencionarem a posição do texto.

"A fotografia de Ky - a filha bailarina de Clausar - eu próprio bati, quando tive a honra de visitar* seu planeta, chamado Géa, em 1983, ano da Terra. - CCDB"


Clicando na foto acima, você a abrirá em separado, onde a poderá ver em tamanho maior - CCDB.

* Para não passar por mentiroso ou charlatão, informo: a frase aspeada acima, com o asterisco na palavra "visitar", bem como a fotografia de Ky são parte do conteúdo ficcional do Movimento Géa. Porém, não obstante esta informação, cumpre lembrar o Teorema de Clausar como possível justificador de uma Verdade que eu não pudesse revelar sem ferir a quem perdidamente amo. - CCDB


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Todas as ilustrações nesta página foram criadas pelo próprio autor dos livros, CCDB, em computação gráfica tridimensional.

Clicando na imagem ao lado, você a verá em janela separada com máxima resolução. Se o seu browser for o iExplorer, surgirá um botão com setas eferentes sobre a imagem, embaixo e à direita. Se o botão não surgir logo, clique duas vezes fora dessa imagem e clique de novo sobre ela, que o botão aparecerá. Noutros browsers (como o Firefox ou o Opera), configure o programa para exibir a imagem em janela separada; não, em "orelhas".

Este folheto destina-se às companhias de dança, às bailarinas, aos bailarinos e coreógrafos, bem como aos músicos, que o autor deseja contactar para concretizarem e estrearem nos palcos as danças da obra-prima literária Géa enquanto esta é lançada em forma de livros e noutras mídias. Tal lançamento conjunto dá sinergia às várias mídias e mais alcance à obra.

Convém esclarecer que CCDB, autor de Géa, não está oferecendo contrato, emprego, remuneração e sociedade: apenas gostaria de conhecer as companhias e profissionais supracitados para conversar e com eles idealizar, sem compromisso, o lançamento supramencionado, bem como descobrir meios e patrocínio para tanto.

Este folheto destina-se outrossim aos editores de todas as mídias, que poderão interessar-se em apresentar as danças de Géa; por exemplo: em desenhos animados, quadrinhos, videojogos, cinema nacional e estrangeiro, multimídia, televisão e tal, ou tecer poesias, criar ilustrações ou compor canções e músicas de todos os tipos, sobre essas danças.

Este folheto também se destina a todos os interessados na leitura da magna obra.

 

 

 

AS DANÇAS DE GÉA

Géa não é obra dedicada à dança... porém, de certa forma, é mais do que se o fosse!

Para saber por que a dança tem relação tão íntima coa obra-prima Géa, só lendo; ou, dançando-a!

Quem não tem tempo para ler Géa antes de decidir se lhe aproveita as músicas, as “rítuas” e as danças para bailá-las, poderia ler o arquivo PDF “Resenha e Público-alvo”, resumo onde pálida idéia do escrito Géa é dada.

Esse resumo está disponível neste site. Para acessá-lo, clique AQUI! E não se preocupe: lá, há caminho de volta para cá. Esse caminho se encontra no fim da resenha.

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Nesse resumo conta-se a ligação entre Clausar e sua filha Ky. Esta é a moça mais dedicada à dança em todo o Universo - sem contarmos, talvez, a Leitora deste pequenino texto...

O nome “Ky” quer dizer “Alma”, quer dizer também “Dança” e é o mesmo da Deusa da Dança de certo planeta.

Não é só Ky quem dança na magna obra Géa.

Nos doze livros dessa obra-prima, estão numerosas músicas (que se chamam “rítuas” no planeta onde Ky nasceu) e danças.

Algumas dessas músicas são da Terra, já foram compostas e assim estão citadas, com seus nomes reais e o de seus autores.

Ky Dança Proust Lembrado - Ky Hi-Tech dança Proust Lembrado

Outras não existem na Terra; sim, noutros orbes; e têm seus nomes e ambientes narrados na obra.

Esperam um músico para compô-las!

Várias das danças de Géa são descritas em profundidade na obra; uma delas, a ponto de ocupar quase todo um capítulo e ter cada passo relatado com detalhe (e até a duração de cada passo): a coreografia está pronta!

É o caso do capítulo “Ansata*, o qual narra a dança “Ky”, dançada por Ky, a já crescida filha de Clausar, ora com dezesseis primaveras.

O herói a vê dançar, antes de saber que contempla sua filha, levada de casa aos dois anos de idade.

Este folheto contém uma lista apenas das danças citadas na magna obra Géa; não, das músicas e rítuas.

O conjunto completo de danças e músicas ou rítuas do escrito Géa está arrolado no Livro Treze e lá pode ser descoberto por meio do sumário, logo em seu início.

O Livro Treze é um glossário e dicionário de mil páginas, que acompanha os doze volumes de texto da obra.

Além de pela página à qual se vai, clicando na miniatura à esquerda, Você pode ver a capa do Livro Treze, clicando AQUI! E de lá volta fácil pra cá. Esse caminho de volta está bem abaixo da figura da capa do Livro Treze, sob a lista completa dos livros e partes de Géa, logo depois da assinatura do autor.

Somente a leitura do texto de Géa, mesmo que seja apenas das partes aqui citadas e seu entorno, poderia revelar o manancial riquíssimo para a arte de Terpsícore e da Deusa Ky ali contido! A despeito dessa limitação, eis a lista das danças de Géa!


* Depois desta "coincidência", resolvi publicar neste site o texto integral do capítulo "Nu" (PDF 349KB), que, para fazer pleno sentido, está precedido do texto integral do capítulo "Ansata", ambos do Livro Sexto de Géa. - CCDB, 05 de Junho de 2008 - Prossegue o texto original desta página:


LISTA DAS DANÇAS DE GÉA NA SEQÜÊNCIA DO TEXTO

Clicando na imagem ao lado, você a verá em janela separada com máxima resolução.

Os números de páginas aqui citados referem-se à versão sem ilustrações de Géa, a qual não se acha publicada em lugar algum e só existe com CCDB - Lendo Géa, você descobrirá que as cenas e afirmações aqui apresentadas são todas verdadeiras. Para ler Géa, compre tempo de leitura, a partir da página inicial deste mesmo site.

1 - A dança denominada “Ky” Ansata dança Ky - Ansata dança Ky 5.1 - está no capítulo “Ansata”. Clausar assiste a essa dança num teatro cujo sistema de áudio ele mesmo projetou e deslumbra-se com a figura e a Arte de Ansata, nome artístico da juveníssima bailarina, a maior de todas, que ele inda não sabe ser sua filha Ky. Clausar apaixona-se por Ansata, sai de seu planeta e segue atrás dela numa viagem iniciática entre as estrelas, até a encontrar na Terra, onde acabam unindo e amando-se no momento em que a jovem salva-lhe a vida e ele descobre ser Ky sua filha. A dança Ky não se chama assim por causa do nome da bailarina; sim, por ser esse o nome de um robô, criado por certo mestre na antiguidade, no qual tal mestre quer insuflar vida. Todos os passos da dança são detalhados e também a música é definida; mas, não, escrita. O cenário é descrito em minúcia, bem como os trajes e o aspecto dos bailarinos (Ansata e Nysio Degan). Mais detalhes sobre a dança Ky e sua música estão em verbetes do Livro Treze, onde convém ler os verbetes “Natalia (Natasha) Makarova” e “Proust”. No fim deste folheto há outrossim um excerto do capítulo “Ansata”, onde mesmo a posição dos parágrafos nas páginas foi respeitada, para preservar a mensagem gráfica, pois o texto inteiro de Géa foi tecleado ao computador no lugar da página onde se acha; não, num processador e depois vertido a esmo nas páginas.

2 - Dança de Ansata na região de Mato Grosso, porém nos tempos remotos da humanidade (aos quais viajou), com selvagens e esferas, presenciada por Clausar na tela do computador dos extraterrestres “umunos”. Ky e os bailarinos bailam no ar, suspensos por fios invisíveis, e impulsionam-se ao empurrarem esferas, também suspensas. O sistema daria ótimo e inviso tipo de dança.

Clicando na imagem à direita, você a verá em janela separada com máxima resolução.

3 - No capítulo “Eu sou Ky”, a filha de Clausar já se uniu a ele, e este sabe-lhe o verdadeiro nome: Ky. Nesse capítulo, que se passa na Terra, Ky dança várias vezes. A primeira dá-se na mata da Serra da Cantareira e é com um exemplar macho de aranha armadeira (phoneutria nigriventer) a quem a bailarina encanta para salvar o pai da picada, possivelmente letal. Ky dança a Música da Armadeira - Ky dança a Música da Armadeira 5.1 Ky imita os gestos da aranha; e esta se deixa levar, ao ponto de dançarem, a jovem e a aranha, uma para a outra.

4 - No capítulo “Eu sou Ky”, a filha de Clausar dança em seguida o bailado das mãos Ky dança a Música da Mão - Ky dança a Música da Mão 5.1, imitando com o corpo inteiro os gestos possíveis às mãos e fazendo o pai descobrir isso, por meio da dança.

5 - No capítulo “Eu sou Ky”, a filha de Clausar dança então os pensamentos do pai, que Ky consegue ler-lhe na mente, pois além de bailarina exímia, a maior de todos os mundos, Ky é poderosa e adiantada mística, uma sóror da Irmandade Galáctica. Deuses e deusas assistem à dança. Os pensamentos de Clausar dariam cada qual uma dança; porém os arrolo abaixo como se fossem partes de uma só (ver excerto de certa cena, mais adiante!):

Ky dança a Sinfonia em roKy 5.1 Bass - animação em vídeo com áudio 5.1 - ©CCDB 2015

Ky dança a Sinfonia em roKy - ©CCDB 2015 tudo de um único autor: história, livro, sinfonia, coreografia e animação em computação gráfica!

Clicando na imagem abaixo, você verá Ky tal como dançou simulando as mãos, em janela separada com máxima resolução.

A criação de Ky.

A união de Ky com Clausar, Uniões de pais e filhas, Incesto. Ky dança a Sinfonia Incestuosa Clausar e Ky - Ky dança a Sinfonia Incestuosa Clausar e Ky 5.1

A Ordem Mística. Ky dança no Templo da Ordem - Ky dança no Templo da Ordem 5.1

Criança versus adulto.

Dezesseis “espectros” (anos de idade).

Lágrimas e orvalho.

Cástitas, a bipsica ruiva. Ky dança Cástitas - Ky dança Cástitas 5.1

Intáctia, a Magna Vestal, nua e azul.

Abstersa, a bipsica negra.

Os espíritos da mata. Ky dança RoKy Os Espíritos da Mata - Ky dança RoKy Os Espíritos da Mata 5.1

Os arrotos (sic) de Ra-El.

O assobio de Ky.

As Reticências...

 

Clicando na imagem à direita, você verá Ky
tal como dançou no asteróide, em janela separada
com máxima resolução.

6- No capítulo “Eu sou Ky”, Clausar corre atrás de Ky pela mata da Serra da Cantareira, e isso acontece numa espécie de dança.

7 - A dança de Ky em Elêusis.

8 - A dança da Criação esculpida por Hefestos num ríton. Ky dança a Música da Criação - Ky dança a Música da Criação 5.1

9 - A dança de Ky, com a corrida e o giro pelo teto de seu quarto em sua mansão, na Terra. Ky dança no Quarto - Ky dança no Quarto 5.1

10 - Nem todas as danças são de Ky na obra-prima Géa. Neste ponto, ocorrre a dança da luz (psicoaudiossintetizador), página 1813.

11 - Ky dança “O A e o Z” (Os Mutantes) num asteróide, perto do cemitério de astronaves, cenário que só lendo se pode conceber, ótimo para o teatro.

12 - Sempre a dançar, até na morte. Página 1837.

13 - Dança da bailarina selvagem Manitsa, personagem que teria dado início à Arte da Dança no planeta Terra. Manitsa também dança, e com descrição muito mais detalhada, no livro inédito do mesmo autor chamado )que( , escrito logo depois de Géa. Na magna obra Géa, a dança de Manitsa se encontra na página 1840. Manitsa reaparece na obra infanto-juvenil (que os adultos também adorarão), denominada Geínha, escrita por CCDB logo depois do livro chamado )que(.

Clicando na imagem abaixo, à esquerda, você verá Manitsa em janela separada com máxima resolução

Se Você deseja saber agora mesmo algo sobre o livro )que(, clique AQUI! Há lá caminho de volta para cá.

14 - Ky dança para as aves chamadas “picalívias anãs”, já em seu planeta, que também se chama Géa (como a magna obra). Géa é outrossim o nome da Força Vital e muito mais. Página 1848.

15 - Minutos balés de Ky na escola (de volta ao planeta Géa), enquanto se disfarça de estudante interessada em dança, fingindo ser bailarina sem nada de especial, para dar tempo ao pai de olhar o futuro, quando se separará de Ky e onde se acha Gia, o par perfeito.

16 - Ky dançou nas cloéias. Página 1865.

17 - A corrida de Ky e Clausar à lanchonete, e o final espetacular. Essa corrida pode ser transformada em dança - bem como também pode virar dança outra corrida, excitantíssima! feita por Clausar atrás de Ky, ao competirem em certa maratona, no tempo em que Clausar não sabia ser Ansata sua filha Ky.

18 - A dança de Ky na praia, quando Clausar encontra seu par definitivo: Gia. Ky dança Clausar e Gia - Ky dança Clausar e Gia 5.1

19 - Ky e Nijinsky formam um par dançante. Nijinsky é um “psido” (entidade de realidade virtual) que assumiu a forma de Nysio Degan, antigo parceiro de Ky em bailados. Apaixonado e não amado por ela, Degan morreu-lhe nos braços do pai, seu amigo Clausar.

Clicando na imagem à direita,, você verá Iulia em janela separada com máxima resolução

20 - Psido feminino desenhado por Ky; Iulia é bailarina e caminha, como só as bailarinas caminham. Página 2152, parágrafo 4, e página 2163. A aparência de Iulia é descrita nas páginas 2163 e 2166.

21 - Cleona é outro psido feminino, üa mulata de olhos água-marinha, também bailarina, cuja descrição está na página 2168.

22 - Iulia e Cleona dançam no ambiente incrível e amplo da câmara anecóica, após se unirem em sexo a Terrar, um homem que não sabe serem elas psidos.

23 - Magnífico balé de Iulia e Cleona em pleno vácuo do espaço exterior, entre as velas do clíper espacial Altaré. As duas se amam enquanto dançam... e são espiadas por Gia e Louriage, que quase as imitam. Os trajes de Iulia e Cleona, enquanto não se desnudam, são detalhadamente descritos, bem como o cenário estupendo e a iluminação fantástica. Página 2285 em diante, até 2289. Ver excerto do texto da obra, mais adiante, neste folheto! Iulia e Cleona dançam em Altaré - Iulia e Cleona dançam em Altaré 5.1 -

Se quiser ver agora mesmo, clique AQUI! Há lá caminho de volta para cá. Tal caminho se encontra no final da leitura dessa dança.

24 - Pequena dança de Cleona, ao correr atrás de Iulia, seu amor, rumo à Galáxia de Andrômeda, ou Reflexa, onde se encontra Ky. Página 2341.

25 - Dança do géon (a luz) e dos seres no Teatro Cósmico Aberto (TCA). Deusa Ky. Página 2364.

Clicando na imagem abaixo,, você verá Cleona em janela separada com máxima resolução

26 - Dança de Ky no TCA contra o Desrelacionador, um ser que ia pondo fim ao Universo! Ky é o único ente que chega a vencer o Desrelacionador; mas a vitória é perturbada pelo psido Nijinsky, e Ky quase morre sob as garras do inimigo. Porém outra Ky, a própria Deusa da Dança, surge a dançar e intervém em favor de sua predileta! Página 2636 a 2462. Ky dança com a Morte - Ky dança com a Morte 5.1

Você pode ver uma figura dessa cena se clicar AQUI! Lá há caminho de volta para cá.

27 - O baile da Malignidade nos lábios de Clausar (já tornado Ky Único de sua espécie, ou Alma Única, ou Kyenk), ao salvar a terrível cosmonave-tubarão Trigonodon do vórtice onde esta se precipitara e ressuscitar-lhe a tripulação pirata.

28 - O Balé de Ky, companhia de dança criada por Ky em Reflexa (a Galáxia de Andrômeda), e a dança executada por essa companhia; especialmente, por Ky e o psido Nijinsky, disfarçado de Nysio Degan. Uma das danças (a mesma chamada Ky e descrita no capítulo Ansata) traz, desta feita, a interessante característica de ser realizada por bailarina vivente (Ky, nome artístico Ansata), que interpreta o papel de üa máquina (o robô Ky) e contracena com outra máquina (o psido Nijinsky), a qual se faz de bailarino vivente (Nysio Degan, já morto), a dançar o papel de um ser vivo (Atsitpab, o mestre do robô). Página 2822.

Você pode ver Reflexa, a Galáxia de Andrômeda, por trás de Tenebrae, a estrela morta, clicando AQUI! Lá, há caminho de volta para este ponto da leitura.


EXCERTOS DO TEXTO DE GÉA, A RESPEITO DE DANÇAS

Eis, iniciado na página seguinte deste folheto (ou logo abaixo, nesta página do site), certo excerto do capítulo “Ansata”, Livro Sexto, para dar um gostinho de Géa e da história contada na dança “Ky”, presenciada por Clausar no teatro, onde viu pela primeira vez a bailarina, inda sem sabê-la sua filha.

Depois do excerto do capítulo “Ansata” existem mais dois outros, do Livro Oitavo e do Livro Décimo de Géa. Leia aqui o capítulo "Ansata" e o capítulo "Nu" completos.

No texto a seguir, há palavras de idioma extraterrestre. Podem parecer muitas e dificultariam a leitura de Géa, se já não fossem mais que sabidas pela Leitora, o Leitor, por terem surgido paulatinamente e distribuídas de maneira fácil de se lhes perceber a acepção (que também está explicada no glossário) ao longo da extensa leitura dos capítulos e livros precedentes.

Entre essas palavras, “Géo” é Deus; “torpógeno”, alucinógeno; “ritmo”, tempo; “rítua”, música; “hecaspectros”, séculos; “etérilas”, instrumentos musicais; “géon”, luz; “lúmia”, noite; “pran”, luar; “keferiano”, habitante do país Kéfer - o arcano, semelhante ao Egito antigo, no planeta Géa; “enk”, “homem” do planeta Géa; “írios”, olhos dos enks e doutros seres alienígenas - e os olhos do bailarino Nysio Degan são chamados de írios por ainda não saber Clausar (um dos enks a assistirem ao bailado, no planeta Géa) que esse bailarino é terráqueo; “geóctone(s)”, habitante(s) do, ou oriundo(s) do, ou relativo(s) ao, planeta Géa; “trínticos”, segundos; “espectros”, anos; “gédia”, vida; “kena”, “mulher” do planeta Géa; a palavra “per” é sinônimo válido de “por” e evita um cacófaton; as palavras em itálico remetem ao glossário do Livro Treze, e as outras palavras Você adivinha - ou descobre, lendo Géa...

Mais sobre idioma extraterrestre

Ainda mais sobre idioma extraterrestre

A posição dos parágrafos nas páginas de Géa faz parte da estética e da mensagem gráfica da obra; assim, para manter essa posição exata, os espaços em branco nestas páginas (que têm o mesmo formato, a mesma dimensão física e os mesmos caracteres e fontes gráficas das de Géa) são propositais.

Como já foi informado no início desta página do site, tal posição e estética só se encontra na obra Géa e no folheto em arquivo PDF donde veio este texto, e é impraticável aqui.


EXCERTOS DO CAPÍTULO ANSATA E DE OUTROS CAPÍTULOS DE GÉA - para ler DEVAGAR (não deve ser lido, por favor, com a técnica de leitura rápida!)

Leia aqui o capítulo "Ansata" e o capítulo "Nu" completos.

O texto da obra Géa aparece entre aspas; é precedido e seguido por linhas pontilhadas.

Lembre-se! Por gentileza: leia com imaginação e

      V a g a R o s a M e n t e . . .

..................................

“E aqui estou, pronto para mais uma tentativa, desta vez sem o ácido... Alcançarei Géo por mim mesmo, livre do torpógeno maldito? - e Clausar não tem mais ritmo para pensar: a misteriosa e estranha rítua o alcança, vinda lá do poço da orquestra (ou da profundeza dos hecaspectros de Kéfer); e o pano de boca entreabre, e sobe, e abre, e some; ascensionário acento circunflexo a transformar um Ô em O, o O em Oh! e desvelar o Ah! do ambiente cenográfico.

Compasso quaternário; duas notas, das cordas, em pergunta, mais duas, doutras cordas, em resposta; pizicatos de etérilas graves criam atmosfera indecisa e mágica, onde, de quando em quando, de espaço a espaço, de lado a lado, perpassam névoas etéreas de sons em suspensão, com seus alados cantos, felizes e despreocupados.

O géon da lúmia banhada de pran entra pela janela no alto e é moderado (nem claridade intensa nem sombra profunda) entre as paredes de pedras grandes e irregulares do laboratório keferiano, no qual se destaca, à esquerda e sinistro, rochoso prisma de faces retangulares e seção triangular, com uma das arestas fincada no chão: a mesa de trabalho, baixa e extremamente polida. O cenário é discreto e não chama a atenção, como convém; mas, se fosse pleno de revérberos volantes, não ofuscaria ou distrairia o enk: deitada sobre a mesa litóide, está ela... Ela, a criação de Atsitpab. Ela, cuja plástica vivifica o fundo cenoplástico do mundo. Ela, o robô.

De pé, debruçado sobre a criatura mecânica, mãos estendidas em gesto de chamada, move-se devagar, no andamento da melodia serena e grave, coa elegância dos mestres bailarinos e a precisão dos magos, Nysio Degan, personificando Atsitpab, o criador. O vestuário do artista compõe-se de simples tanga, feita da pele dalgum animal extinto, quiçá nos ritmos do mais antigo Kéfer, pois Clausar nunca havia iriado esse padrão de pintas negras sobre fundo amarelo. Cabelos castanhos e írios azul-claros, o bailarino traz largo protetor de metal soládico ao redor de cada pulso e, de resto, afora a tanga, está desnudo. Um tanto incomum para os padrões geóctones, seu corpo sem exageros é, contudo, forte, magro, viril, bronzeado, de musculosa volatilidade, e o tom da pele combina-lhe com o da tanga e o dos braceletes. Ah! Apenas uma faixa, de tecido branco e ligeiro, destoa na nuança do conjunto, amarrada por laço folgado ao redor da cintura de Atsitpab, onde sustém pequeno punhal.

Ela, a Dança, permanece como não deve ficar: deitada.

Atsitpab estira mais seus braços, segura coa mão esquerda o corpo hirto da máquina pela cintura, e com a direita rodeia-lhe por trás o esguio colo. O movimento descrito transcorre em três trínticos. O criador move o robô inteiro da posição horizontal à vertical, mantendo sua destra no pescoço dele, apanhando-lhe a destra na sinistra e trazendo-o para si. O braço da máquina estica-se, reto e rígido como soem ser os membros dos entes inanimados. Outros dois trínticos são suficientes para esse ato.

Suficientes outrossim para Clausar deslumbrar-se! Jamais, em todos os seus trinta e oito espectros, o enk admirara um corpo tão absolutamente perfeito, tão feminino como o daquele robô sem gédia. E um arrepio de prazer e antecipação faz vibrarem todas as fibras do geóctone, ao recordar-se: não é, em verdade, um robô! É Ansata, a bailarina, a interpretar o robô!

Eis a Dança de pé! E de pé permanece, como não pode ficar: parada.

A máquina traja veste levíssima, de cor indefinida e clara, tecido liso e transparente; duas peças talhadas à pressa por seu criador, com o mero intuito de não a deixar despida. A saia assimétrica enviesa, deixa-se atravessar sensualmente pela imagem da pelve e termina abaixo dos joelhos. O corpete sem mangas marca a cintura, cola-se justo ao tórax e abre amplo decote em arco. Leves sapatilhas de pontas reforçadas, livres de fitas ao redor dos tornozelos, harmonizam-se e desaparecem no matiz e na forma. Enquanto não se move, em tudo o mecanismo parece kena real: alta e delgada, poucos centitrezêmbilhos sob a estatura de Clausar, cabeça augusta, cabelos negros ondulados e longos, pescoço nobre, ombros aprumados, costas planas, braços elegantes de pulsos delicadíssimos, mãos suaves, pele alva igual a floca, seios firmes e imponentes de deusa descida a Géa, quadris voluptuosos, coxas arredondadas de ampla superfície, e aquelas pernas longilíneas, retas como os compassos, as mais belas e torneadas pernas jamais vistas pelo enk, unidas no mais agudo e apertado vértice. Mesmo tão bem desenhada, dona de curvas tão expressivas, coisa alguma ultrapassa na diva mecânica a medida da perfeição. Na tela psídica, elevada sobre o proscênio, Clausar encontra de perto a face do robô; e, sob as encantadoras sobrancelhas retas, a cor profunda dos írios castanhos esverdeados faz o enk paralisar-se, frio e gelado feito o autômato: naquele espelho virtual, esses írios são os seus!...

Em mais dois trínticos, do pescoço ao braço esquerdo da criatura, Atsitpab desliza a destra e, ao chegar-lhe aos dedos, puxa-a para si, juntando-lhe as mãos de máquina às de vivente suas. O robô está de pé, braços estendidos, mãos entre as mãos de Atsitpab, na vizinhança do leito pétreo.

Outros dois trínticos deambulam, se não deandam (e, não, decorrem, pois, ali, nada inda corre)... Atsitpab solta no ar as mãos da máquina e eleva as suas, estimulando-a a imitá-lo. Porém... em vez de acompanhar o deslocamento gracioso e contínuo do mestre, o autômato levanta os longos braços aos impulsos (corrigindo-se, monitorizando-se e reajustando-se para obedecer ao comando) e, em mais quatro cruciantes trínticos, afinal realiza o movimento, com a frieza das engrenagens bem usinadas, montadas... e mortas.

A rítua ora imita o desejo de Atsitpab e flui, harmoniosa; ora reproduz a resposta do robô e progride, sincopada e arrítmica.

O mestre desanima, dirige-se contrito ao fundo do laboratório e deixa o espaço livre para a máquina cumprir tentativas inócuas de satisfazer os desígnios da programação, simular gédia e mitigar a ânsia de Atsitpab per companhia. Não, a vibrátil companhia de uma kena verdadeira, cheia de vontades; sim, a dalguém submisso, e servil, e todavia belo, e ágil, e ardente, e vivaz.

Súbito, um acorde maior. Uma resolução. Impetuosamente, Atsitpab avança té a máquina e comprime-lhe um ponto (uma chave talvez) imperceptível entre os seios. O autômato estaca, imóvel, em precário equilíbrio (dificílimo de ser mantido por ente gédio) e eqüiponderante feito nada já foi: não, na horizontal da balança; sim, na vertical da lança, entre a levitação e a gravidade. A rítua pára.

Atsitpab desata a faixa da cintura, saca do punhal na direita e alça-o com o pano tênue no ar. A arma refulge. Uma agregação brilha.”

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Se Você quer saber como começou o capítulo “Ansata”, como continua a dança chamada “Ky” - e se quer saber muito mais - leia Géa! Ou leia aqui o capítulo "Ansata" e o capítulo "Nu" completos.


Na parte inferior desta página, entre aspas e linhas pontilhadas, há um excerto do Livro Oitavo de Géa: só o momento em que certa dança de Ky se interrompe, no meio duma pirueta. A posição do texto (no folheto; não, aqui) é a mesma onde se encontra nas páginas da magna obra Géa.

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Clicando na imagem ao lado, você a verá em janela separada com máxima resolução.

“Ao exclamar, em pensamento, “- Minha filha!...”, o geóctone deixa escapar a voz e também profere, alto e claro:

- Minha filha!...

Ky interrompe a dança no curso de veloz pirueta e fica em equilíbrio na ponta do pé esquerdo, braço direito elevado, índex apontado ao céu, absolutamente imóvel. Com ela, tudo derredor pára. Cessa o movimento do mundo, das folhas das árvores, dos insetos, do ar, dos deuses, das Musas, das ninfas, das sílfides; de todo o Cosmo. Peixes embudam. Os tragadouros param. Param os furacões... os tornados... e as torneiras até! As galáxias param. O coração de Clausar também pára; e a Vida suspende-se na Terra, resumindo-se na interrogação verde e profunda dos írios de Ky, em meio ao recôndito verde da mata: vagalhão de galhos, ramos, folhagem, flores, fragores e fragrâncias pendentes no alto, prestes a concluir a arrebentação, a desabar e engolir o sápido Universo.”

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Se Você quer saber como começou e continua a dança de Ky cuja pirueta interrompeu-se - e se quer saber muito mais - leia Géa!


De um terço desta página para baixo, entre aspas e linhas pontilhadas, inicia-se certo excerto do Livro Décimo de Géa, onde se vê apenas o começo de uma dança realizada por Iulia e Cleona, “bio-computadoras” com corpos virtuais, chamados “psidos”. Iulia e Cleona são amantes do terráqueo Terrar e se amam, mutuamente. A posição do texto (no prospecto; não, aqui) é a mesma onde se encontra nas páginas da magna obra Géa. No texto abaixo, Altaré é o nome de poderosa e belíssima cosmonave: vasto e veloz veleiro - um clíper - espacial. “Reatâncio” é um metal indestrutível e vivo, só usado pelos fráteres da Irmandade Galáctica.

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“O ambiente acalmado de Altaré permite a Iulia e Cleona encontrarem a ocasião para ficarem a sós.

Os psidos das duas intelectoras caminham de braços dados para a câmara de descompressão, dissolvem-se no ar, passam como fumaça tênue pela fenda da vedação ao redor da porta arredondada (onde o ar não passa), entram nessa câmara, ultrapassam da mesma forma a porta da parede externa da nave; e a fumaça recompõe-nos: Iulia e Cleona estão no espaço, a pairarem junto à espessa couraça de reatâncio pintada de branco, entre o vasto convés principal e a superestrutura de convés parcial (chamada por todos de tombadilho, sem embargo de se erigir próximo à proa ao invés de na popa) onde se fixa a ampla esfera contentora do passadiço.

Iulia e Cleona deixam de arfar a falsa respiração, em geral mantida para dar-lhes naturalidade aos psidos. As duas abrem as bocas e falam. As meninas dos olhos enamoram-se-lhes. Sem atmosfera para produzirem som, as bailarinas entreouvem-se; não, vagamente, como costuma significar o termo; sim, com perfeição: seus circuitos estão interconectados nos respectivos painéis, e, se não estivessem, as intelectoras comunicar-se-iam por ondas mens.

Cleona puxa Iulia pela mão; e o par caminha rumo à popa, a flutuar rente ao convés, quase o tocando coas sapatilhas. Iulia traja malha justa quadriculada de preto-e-branco, qual as bandeiras das competições automobilísticas, e Cleona usa colante de listras sigmáticas enviesadas, brancas e pretas, cuja largura e direção variam, formando desenhos harmoniosos com as curvas do corpo.

Ao ultrapassarem o mastro principal, as entidades psídicas param, circunvagam o olhar e não notam a presença de indiscretos. Cleona procura em seu banco de dados a música ideal para o momento, e não a encontra; Iulia sorri-lhe, põe-se a cantar como as sereias, e seu canto é ouvido no espaço, pois flui em ondas mens.

Nesse estato, no passadiço, Louriage conversa com Gia, enquanto Rá dorme sob o géon protetor de Síncope. O diálogo é interrompido, quando a loura terráquea percebe a pulsação compassada na luminosidade das esférulas mães de bióticos dos circuitos de Iulia e Cleona. A comandante mostra o inusitado fenômeno a Gia; e ambas, para não alertarem as intelectoras e em vez de lhes averiguarem os circuitos, consultam mapas animados e descobrem-lhes a posição dos psidos na planta da astronave.

Curiosas, sem obrigações a cumprirem de imediato, Gia e Louriage não chamam as bio-computadoras nem ativam na tela PÁRA-LUZ a imagem do lugar onde os corpos psídicos das bailarinas se encontram: preferem ir a pé até uma das vigias, donde poderão ver diretamente. Quando a kena e a mulher chegam e iriolham, boquiabrem-se, pois eriouvem dali o despercebido canto dos psidos e assistem impercebidas ao início do espetáculo.

Cleona junta-se a Iulia no improviso vocal. Acompanhando a cadência das próprias vozes, as duas zumbrem-se uma à outra, encetam lento bailado e, de início, tangenciam o convés, com irrepreensível coreografia, para, em seqüência, Cleona alçar vôo e puxar delicadamente Iulia para seu novo nível no espaço.

De degrau em degrau; de invisível em invisível; a escada; duplamente vácua, por ser a imaginação de sucessivos nadas; sustenta os dois corpos imateriais; e os psidos feminis dançam, coa aparência de inércia movida por gráceis músculos. Iulia e Cleona sobem bailando até alcançarem o amplo vão entre as maiores velas redondas de dois mastros, onde a luz refletida e direta do firmamento lhes produz efeitos encantadores sobre os corpos, emoldurados pelo ampliatiforme cenário do velame, pando em definidos arcos sob a imponderável curvatura celeste, arrogantemente crivada pelos mastaréus eretos... para os deuses espiarem através dos furos, sem pagarem ingresso. Você, Leitora, Leitor, poderia vê-las, se mirasse fundo nestas reticências... e cuidado com os mastros!!!

A dança evolve, e a música termina; os psidos compõem outra, desta vez ardente; e as vozes dulcíssonas transfazem-se-lhes em variados instrumentos, máxime percussão e contrabaixo, onde o solo do pistom se movimenta qual labaredas amarelas.

Cleona meandra vagarosamente a unha do dedo mínimo ao longo do ventre sobre o traje apertado, e o pano psídico abre-se. De dentro, acompanhando a melodia do pistom, vai surgindo a pele mulata, enquanto o quadril marca entontecedoramente o compasso.

Iulia também se despe; puxando frações do colante ao comprido dos braços, qual luvas; descalçando as pernas, qual meias; e a roupa monoplástica multiparte-se, dobrando, a cada peça, a ansiedade de Cleona em ver o resto do conteúdo oculto, enquanto, sem as bailarinas saberem, excita extremamente Gia e Louriage, atrás da vigia, cujos anseios se entrecativam.

A geóctone e a terráquea não têm coragem de se despregarem da visão arrebatadora, e igualmente não têm ânimo para se voltarem uma à outra; pois, no mais íntimo de seus seres femeais, esconde-se (como elas próprias por trás da vigia) o secretíssimo desejo de, quem sabe, talvez, quiçá, porventura, acaso... fazerem o mesmo!”

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Se Você quer saber como continua e termina a dança de Iulia e Cleona no espaço - e se quer saber muito mais - leia Géa!

Cláudio César Dias Baptista - CCDB.


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É proibida a reprodução, por qualquer meio, das músicas e danças debuxadas nos excertos acima, dos seus nomes, dos seus cenários e vestuários de bailarinos, bem como do seu texto, no todo ou em parte, que é propriedade do autor, registrada na Biblioteca Nacional.

CCDB deseja contatar companhia de dança, para com ela formar o lançamento sinérgico da obra literária Géa e de bailados embasados nesta, os quais só poderão surgir em público no momento definido pelo autor de Géa em conjunto com tal companhia. Esse desejo de CCDB, como já explicado, não significa oferta de emprego, sociedade e tal; sim, a busca de empresas e pessoas que se interessem em conversar, sem compromisso, para descobrirem os meios, inclusive patrocínio, de realização dos objetivos supracitados.


UMA DAS DANÇAS DE GEÍNHA

Eis uma cena de dança, constante do Livro Onze de Geínha - a série infanto-juvenil que os adultos também adorarão.

Convém lembrar que, no Livro Onze de Geínha, a "dificuldade" do texto adrede cresce, porque a leitura dos livros anteriores da mesma obra terá habilitado aos jovens Leitores e Leitoras alcançarem fácil tal nível, onde as palavras são melhores; e, não, difíceis. Note que os vocábulos inda não explicados nos textos dos livros anteriores de Geínha aparecem com suas acepções facilitadas entre parenteses, no texto de Geínha, que não tem um Livro Treze (dicionário).

"Talia, emocionadíssima ao ver aquela dança, tão impecável (sem defeitos) quanto a de Ky ou a da deusa homônima (a qual tem o mesmo nome), levanta-se num impulso de juventude e se põe a dançar também!

Ah!!! Se o Kyálter feminino do Kytridéltico, talvez a própria Manitsa, dança com perfeição, Talia baila com a naturalidade fléxil da menina-moça; e também sua dança é perficiente (perfeita), irrepreensível (na qual não se pode mostrar defeitos) e, principalmente, bela!

Como se houvessem combinado, o Kyálter e Talia passam a dançar os mesmíssimos passos; e logo, sob seus convidativos gestos, todos os fissuradores, até mesmo Tóxia, transformam a caverna no mais lindo teatro do Universo, onde quem sabe não estejam sós; sim, sob os olhares aprovadores de Terpsícore, a Musa da Dança tridéltica, de Ky, a Deusa da Dança geóctone, e de quantos deuses e deusas do bailado possam existir.

Quem sabe as galáxias, a dançarem no infinito, quedem-se a contemplá-los, sorrindo seus largos sorrisos de estrelas... E lá no Umbigo do Universo, o novo Géo, o qual prometera não interferir no Cosmo, esteja a dar os seus passinhos de frevo, de samba, de balé clássico e de todas as danças já inventadas e por inventar, criando sob os refletores multicoloridos dos quasares, entre as cortinas rendadas das nebulosas, uma esteira de mundos com seus pés velozes, no palco de luzes do Paraíso, cujas tábuas são os raios translúcidos de todos os sóis..."

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Mais amostras de textos de Geínha (PDF 262KB)

 


Demo com filme de compra de tempo e leitura - assista aos vídeos demonstrativos!


 

SENHORES COREÓGRAFOS

Assim como os textos e as personagens de meus livros fazem esse
SUCESSO IMENSO no Mundo da Moda e são lidos em CCDB Livros,
também o farão quando um coreógrafo criar e bailarinos dançarem
coreografias com base nesses textos.

 


- CCDB 03-02-2010
- CCDB 06-10-2012