MINHA RESPOSTA
À MATÉRIA DA
REVISTA piauí

Esclarecedoríssima contra
OPINIÕES FALSAS, PRECONCEBIDAS E MAL-INTENCIONADAS

NÃO DEIXE DE LER, AQUI!!!

Outras reportagens sobre CCDB

 

 

ENGLISH READERS
There are several opinions in English in this page, please see.

Opiniões sobre Géa!
sobre CCDB - Gravação Profissional e também sobre Geínha, a partir da opinião número 27 - e, a partir da opinião número 79, já com os livros no ar para leitura on-line em CCDB Livros!

Na foto ao lado, o título do livro é "Magia Teúrgica". Infelizmente não mais o tenho e não sei o nome do autor nem da editora. Precisei inserir o endereço deste site na capa desse livro, pois a foto, uma das mais procuradas neste site (o que agradeço), vem sendo veiculada por terceiros sem a minha autorização. O quadro ao fundo e a guitarra são de minha autoria. O jovem na foto era (e continua sendo) eu... - CCDB 17-02-2008

VIOLETA BLUMBERG - texto magnífico sobre a obra de Cláudio César Dias Baptista - CCDB

Aqui você encontra as opiniões sobre o livro chamado )que(

Conquanto, em minha amodéstia, eu saiba que Géa é a maior obra literária - ou mesmo a maior obra escrita - de todos os tempos, que Geínha é a maior obra de literatura infanto-juvenil deste planeta (a qual também os adultos vão adorar) e não precise de opiniões alheias para conhecer isso, digo que hoje as pessoas se convencem por números; não, por palavras - embora estas minhas sejam as que.

Desejo, portanto, arrolar o maior número possível de opiniões, para convencê-las. Você, o qual dispensou opiniões alheias e números para, feito eu, convencer-se de quanto vale Géa e Geínha, pode ajudar-me nisso.

Assim, espero ver esta página aumentar, ao longo da divulgação de Géa e Geínha! Para contemplarmos - furtando dois neologismos que alguém criou sobre Géa - a "tridecalogia" (Géa, que tem treze volumes) "contagear" o mundo... e os outros mundos também, inclusive o outro!... Idem, Geínha.

Mande-me sua opinião sobre Géa e Geínha, mesmo que só as conheça pelas informações deste site ou se estiver começando a lê-las: se Você mudar de opinião depois da leitura completa, terei prazer em acrescentar a nova, té se negativa. Envie-me outrossim sua opinião sobre o não menos importante livro chamado )que(, para que eu a coloque na respectiva página.

ATENÇÃO! Não mande opiniões em "anexos" a mensagens e-mail porque NÃO abro anexos e serão sempre descartados SEM que eu os leia. Qualquer opinião deve ser emitida NO texto da mensagem e assinada.


CRITÉRIO DE APRESENTAÇÃO DAS OPINIÕES

Veja outra aplicação da imagem ao lado, com o correspondente excerto do texto imortal de Géa .

Todas as opiniões que trazem os nomes de quem as deu foram autorizadas para publicação neste site.

Os textos das mensagens estão em caracteres "fixed width"; as minhas observações aparecem na fonte usual deste site (Times).

Opiniões só serão aqui publicadas se o conteúdo diferir das preexistentes, trazendo algo novo; ou, caso se assemelhem, quando as qualificações diversas de seus autores trouxerem novas perspectivas ao contexto.

Críticas serão cá divulgadas se forem assinadas, autorizadas, sérias, construtivas e abalizadas.

Textos longos de opiniões serão resumidos sem modificação do conteúdo.

Opiniões e críticas poderão ser eliminadas ou substituídas sem aviso para limitar o tamanho do site.

O critério de apresentar ou não opiniões e críticas é sempre meu e tem, sim, o objetivo de ampliar a relação de minha obra com o Universo; portanto, enquanto eu nela crer, tenderá a favorecê-la e será apaixonado; porém, honesto.

As opiniões seqüenciam-se no tempo de cima para baixo ao longo desta página; isto é: as mais antigas ficam em cima; as mais recentes, embaixo. Embora seja facílimo inverter isso com os recursos do computador, bem como subir na página as opiniões mais benignas, doutas, qualificadas ou impactantes, prefiro relacioná-las como estão. Assim, convém percorrer a página inteira, pois em mais de um lugar, perdido entre outros, alguma opinião o(a) surpreenderá.

Como NÃO tomei a iniciativa de procurar literatos e especialistas* (que serão bem-vindos) para obter-lhes as opiniões, você só encontrará aqui as daquelas pessoas que me descobriram por seus próprios meios ou sob indicação de seus amigos e conhecidos. Também aqui estão as opiniões de meus amigos, a quem distribuí algumas cópias de Géa e Geínha.

Lembre-se: as opiniões sobre o livro chamado )que( se acham noutra página deste site. - CCDB

Há também opiniões específicas sobre as reportagens, nas próprias páginas destas.

*Nos primeiros dias de junho de 2008 solicitei por e-mail às academias de letras de nosso país (mas NÃO me dirigi especificamente a qualquer dos seus membros) que conhecessem este site e sobre ele e os excertos de minha obra aqui contidos opinassem, a favor ou contra. Em vez de obter tal opinião (ao menos até hoje, 07-06-2008) fui surpreendido com o convite do presidente de uma dessas academias para ocupar uma cadeira vitalícia - mais sobre este assunto.

Cláudio César Dias Baptista - CCDB



1- OPINIÃO DE GIULIO ZAPPA, economista (na Opinião número 40 também de Giulio, acha-se o seu endereço de e-mail, mais abaixo)

Li o capítulo Um - e tudo antes do capítulo. (Giulio refere-se ao Capítulo Primeiro de Géa e às páginas do Livro Primeiro de Géa que precedem tal capítulo)

Obrigado por escrever nossos nomes nesta grandiosa obra.

P.14 (Giulio quer dizer: página 14 de Géa) Seguindo o conselho (que está na página 2 do Livro Primeiro de Géa), fiz questão de não tentar traduzir nem procurar os termos - é realmente mais gostoso. Depois de pouco tempo a leitura flui e se "pega" o significado.

Fantástica a visão da montanha com o Cristo Redentor - o Um, a descrição do laboratório e da saudade causada pela re-visitação da obra de Seu atarefado pai, secretariando o governo de Salo.

"não fui esquecido, apenas pouco visto" ... Me deu imediatamente vontade de estar mais com meus filhos, antes que um dia eles também pensem isso.

Os Propulsores CRCG, tal como os amplificadores CCDB, são poderosos e de altíssima qualidade. Pude sentir sua (deles) vibração.

Super abraço

Oiluig Appaz (Giulio Zappa usa seu nome invertido, por brincadeira)

Se Você veio da descrição da fotogetia (sic) de Gia ver a opinião de Giulio, pode voltar para lá clicando AQUI!


2 - SEGUNDA OPINIÃO DE GIULIO ZAPPA, economista

Lí também as orientações aos editores. [Giulio se refere aos arquivos Portable Document Format (PDF) que lhe enviei, os quais estão reproduzidos com outro formato nas páginas deste site]

O lay-out está perfeito, o tamanho da fonte também.

Posso ler a página naturalmente, sem fazer uso das lentes de aumento do Acrobat e sem a barra de rolagem horizontal, no monitor 14" que "todo mundo tem" e - mais importante - sem ter que usar, aos 44 anos, os óculos para perto.

Se no papel sair assim, realmente vai facilitar a leitura de quem não gosta de ler (ou não pode) no monitor.

O "Desenho" (Giulio refere-se ao aspecto gráfico que, em certos pontos da obra, imita ou sugere aquilo que o texto descreve) fazer parte da OBRA é um aspecto interessantíssimo e - embora eu não conheça quase nada do ramo - provavelmente original.

Abração (Giulio não assinou, mas a mensagem vem de seu endereço e o estilo é dele)


3 - OPINIÕES DE UMA EDITORA QUE DURANTE UM ANO TENTOU JUNTAR RECURSOS PARA PUBLICAR GÉA EM PAPEL, MAS AINDA NÃO OS OBTEVE

"Você escreve coisas que tocam fundo em mim, em particular a questão da língua portuguesa; o cuidado de pensar no volume treze; a paixão pela obra que criou; o puro entusiasmo por certas passagens ao descrevê-las. Tudo isso convence."

"recebi os materiais e estou lendo. Obrigada. voltarei a fazer contato mais adiante. no arquivo sobre o que é Géa, os pequenos trechos impõem um entrançamento do leitor. primeira impressão de jogo com a língua. legal."

"iniciei a leitura e estou gostando do texto, que vai enrolando o leitor como serpente, prendendo, jogando para a frente. muito legal!"

"a amostra que li é suficiente para ver que o trabalho é bom, muito bom. o que interessa, portanto, é estudar sua viabilização, fazer contas para saber se poderei entrar no projeto. é o que estou fazendo: contas de custos de produção e cronograma de desembolsos. e pesquisando modalidades de produção para ver o que é mais conveniente."

"engraçada a imagem da serpente, que usei antes. senti-me como compelida a usá-la, sem perceber como é necessariamente ligada a uma cosmogonia. sua resposta me deu o 'toque'. parece que entrei em sintonia com Géa, mesmo tendo lido tão pouco até agora (metade do primeiro livro)."

Sobre o estilo dos primeiros capítulos, a mesma editora escreveu:

"é barroco no melhor e mais amplo sentido de conteúdo e forma"

Eis algo mais, dessa editora, sobre a publicação de Géa em papel:

"concordamos com tudo, aparentemente. eu também acho que o +1 precisa sair de cara. só não digo antes de todos os outros (seria um jeito legal de marquetear, essa idéia de lançar primeiro o dicionário e depois os livros. pelo menos, é original!), porque penso no perigo de perder a ocasião de 'enganchar' o leitor com o primeiro livro de Géa e estragar o pudim, fazendo parecer que a leitura é difícil -- o que falsearia tudo, pois não é.".

No excerto logo acima, "+1" a que essa editora se refere é o Livro Treze, pois vinha chamando Géa de "12 + 1".

Eis algo mais, da mesma editora:

"evidentemente, considero os 13 livros de Géa UM LIVRO. só preciso planejar o vôo muito bem, para ter fôlego para o resto do ano..."

(a editora não autorizou a divulgação de seu nome)


4 - OPINIÃO DO DONO DUMA EDITORA PEQUENA

Olá Claudio

Esta editora tem interesse em sua obra, mas não tem $$ para te pagar. Porém, pode deixar meui e-mail para enviar suas mensagens.

Abraços (o dono da editora não autorizou a divulgação de seu nome)


5 - OPINIÃO DO AMIGO ALEXANDRE SEÑORANS SOBRE AS CAPAS DE GÉA

Gostei muito da criatividade na criação das capas e em especial do mosaico da capa do Livro Treze com as capas dos outros livros. Gostei de rever o rosto do Rá (que hoje deve estar bastante diferente, um Homem!), da Gizá (sic) e de um outro ser, talvez Clausar, domando uma potente máquina (espacial?). Um grande Abraço do seu Amigo @Alex

Nota de CCDB: há diversas outras opiniões de Alexandre nesta página.


6 - OPINIÃO DE ALEXANDRE SEÑORANS SOBRE O INÍCIO DA LEITURA DE GÉA

Querido Amigo,

Acho muito pouco, o que já li, para opinar com propriedade. Mas vamos falar do sentimento.

A emoção que senti durante a leitura inicial de Géa, de estar diante de um trabalho de magnitude astronômica, uma obra que intimida pelo tamanho e pelo tempo que levou para ser escrita.

Intimida também pelas palavras usadas, ora pouco coloquiais ora de outra lingua. Porém, passado o susto inicial, como você mesmo observou, acaba-se acostumando com os neologismos e mergulhando no clima que a obra se propõe: ser diferente de tudo aquilo que já foi dito, ou escrito.

Aos poucos aumenta o interesse na história e passam a segundo plano as dificuldades de se entender os detalhes. Espero no futuro poder avaliar melhor tudo isso, pois no momento nem tenho certeza se expressei corretamente meus sentimentos. Só tenho certeza de uma coisa, nunca ouvi falar de uma obra semelhante. Tão complexa e extensa.

Abração

@lex


7, 8 e 9 - OPINIÕES RECEBIDAS PELO CORREIO ELETRÔNICO DE UMA LEITORA EMOCIONADA, A QUAL NÃO AS PERMITIU PUBLICAR NESTE SITE. Foi uma pena, porquanto eram das mais bem escritas, qualificadas e sinceras. (Quem sabe, um dia?...) - CCDB


10 - MAIS UMA OPINIÃO DE ALEXANDRE SEÑORANS, o qual continua a ler Géa

JÁ acabei de ler as primeiras 100 páginas que imprimi, e estou gostando muito. Adorei a descrição dos elastos sendo iludidos pelo Bio, uma delícia!


11 - MAIS OUTRA OPINIÃO DE ALEXANDRE SEÑORANS, ora sobre este site

Mensagem completa de Alex, em 14/03/04:

Gostei especialmente da frase "bastam três palavras para qualquer um dizer “EU TE AMO!”, só duas em uma para o sujeito econômico: “amo-te”, uma apenas para o poeta: “amo...” e nenhuma para o místico"... Quero saber se é sua e se posso citá-la em minhas mensagens. Quero saber também se já posso divulgar seu site e o livro de novo... Abração @lex

Parte da minha resposta:

Claro que a frase é minha, meu amigo! Quando uso as dos outros, e raramente o faço, sempre cito o autor...... ....... Pode citar a mensagem, sim, em suas mensagens e onde mais julgar oportuno! Agradeço pelo cuidado que está tendo de me perguntar. Você é mesmo incrível de correto e bom. Ah, se todos tivessem um amigo assim! ....... Abração, Cláudio

Parte de mensagem seguinte, de Alex:

"bastam três palavras para qualquer um dizer “EU TE AMO!”, só duas em uma para o sujeito econômico: “amo-te”, uma apenas para o poeta: “amo...” e nenhuma para o místico"... Fiquei profundamente emocionado com essa frase, obrigado!!! Abração @lex

Notas de CCDB aos Visitantes desta página:

1 - a frase citada pelo Alex está na página que apresenta as estatísticas do escrito Géa. Talvez Você a encontre também na magna obra.

2 - quando me derem a honra de citarem frases de minha autoria, por gentileza, indiquem o autor e a obra.


12 - NOVA OPINIÃO E AJUDA DE ALEXANDRE SEÑORANS

Mensagem completa de Alex, de 09/04/2004:

Em "Teorema de Clausar": "...e o mestre nada entendeu, tendo citado Eintein para contradizer-me!..." Falta um "s" no nome do cientista.

Abração @lex

PS- Apesar de ENORME e pouco pratico comercialmente, estou ADORANDO ler tudo sobre Géa no seu site. Obrigado!!!

Minha resposta para esta página, além das mensagens que trocamos depois sobre o assunto:

Agradeço a ajuda! A página foi corrigida graças a você. Era erro meu mesmo - e dos não-propositais (existem os propositais na obra Géa, para dar personalidade a personagens e para discutir aspectos do idioma).

Abração, Cláudio


13 - OPINIÃO DE MÁRCIO CHAVEMARIN

Assim que me deparei com um exemplar de "CCDB - Gravação Profissional" minha concepção de mundo mudou.

O livro é a bíblia pra qualquer um que deseje deixar um som gravado para a eternidade.

Gostaria de saber como fazer para adquirir um exemplar. > Preciso desse livro para viver em harmonia com o Tudo. > Um abraço, > Márcio Chavemarin

Nota de CCDB: Márcio deixou mais outra mensagem no Livro de Visitas deste site.


14 - OPINIÃO DE LUIZ PAULO JUSTINO

Mensagem de 06/07/04

Ola Claúdio, você não imagina com que prazer vejo seu nome na minha caixa de entrada, estarei sempre pronto para atende-lo dentro das minhas humildes possibilidades.

Estou enviando uma foto (print screen) que comprova o meu contato com a editora pelo teu "nosso" site (virei sócio) as letras dos links em azul, ficam lilás quando clicamos ali. De outra forma como eu chegaria nesta editora que nunca ouvi falar. Espero ter ajudado, um forte abraço.

Não tive tempo para ler o seu livro só fui até a pg 24 mas, até ai eu fiquei impressionado, muito bom.

Luiz Paulo

PS. Você sabia que tive o previlégio de ouvir o som de suas caixas? eu fui ver o Patrulha do Espaço no 1º conserto de Rock latino.


15 - OPINIÃO DE THEOPHILO AUGUSTO PINTO

Mensagem de 07/07/04

Prezado Cláudio:

Espero que tudo esteja bem com você e sua família.

Desculpe se não mando-lhe mais assiduamente algum retorno.

Vou ao site de Géa às vezes, leio partes, saio e penso em voltar de novo.

Vi algumas figuras e a sua discussão sobre as "coincidências" entre suas idéias e as que aparecem em filmes. Muito legal!

Espero que esteja sendo gratificante para você ter esse trabalhão todo.

Aliás, saiba que tenho indicado o site para alguns poucos conhecidos que, imagino, se interessariam pelo assunto.

Eu ainda estou estudando para tentar um doutorado na História da USP, algo bastante complicado para mim, por não ter formação de historiador.

Conto com sua torcida :- Por favor, me mantenha na lista.

Um grande abraço.

Theophilo


16 - OPINIÃO DE MÁRCIO CHAVEMARIN

Mensagem de 15/07/04 em resposta à minha mensagem geral, que para Márcio Chavemarin escrevi pessoal, a qual informava as pessoas sobre as ilustrações do Livro Décimo terem subido a este site. Não me transcrevo a resposta, plena de felicidade por ter quem me goste das ilustrações.

From: Márcio Chavemarin To: ccdb@ccdb.gea.nom.br Sent: Thursday, July 15, 2004 2:19 PM Subject: U au!

Caro Mestre,

só tenho duas palavras para suas ilustrações:

PARA

BÉNS

Demaaaaaaaaaais!!!

Também trabalho com artes gráficas além de produção de áudio. meus amigos daqui de Porto Alegre (todos fãs dos Mutantes, claro...) estão abismados com a Géa em geral.

Realmente abismante!

Até gostaria que tu me esclarecesse o que tu considera como um "super computador" em termos de configuração.

Legal saber que mereço uma mensagem pessoal!

Abraço,

Márcio Chavemarin


17 - OPINIÃO DE LUIZ PAULO JUSTINO

Mensagem de 16/07/04, em resposta à minha mensagem geral, que para Luiz Paulo escrevi pessoal, a qual informava as pessoas sobre as ilustrações do Livro Décimo terem subido a este site. Não transcrevo minha resposta, que dei com grande felicidade, a maior de um autor que tem Leitor.

From: Luiz Paulo <mailto:resolv@skynew.com.br>

To: Cláudio César Dias Baptista <mailto:ccdb@ccdb.gea.nom.br>

Sent: Friday, July 16, 2004 1:12 AM Subject: Re: Não é pena nenhuma! LP.z

Realmente não foi pena nenhuma.

E todo orgulhoso com a recomendação pessoal, obrigado.

Foi muito gratificante ver as fotos do Livro Décimo de Géa; meu filho Renan também adorou. Ele viu o sistema de acionamento da Nave Laranja e ficou impressionado. Ele gosta demais dessas coisas e achou muito lógico (tem treze anos).

As pessoas precisam ver isto, temos que encontrar um meio para que mais e mais pessoas tenham acesso a esta maravilha que é Géa.

Eu li mais o Primeiro Livro fui até a pg 41. É demais tudo aquilo; e é interessante como, à medida que lemos, começamos a perceber o sentido dos neologismos - estou até pensando em devolver o Livro Treze que acabo de comprar; mas, ao ler a página 2872 "Leia! Vale a Pena", é algo que só vendo pra crer.

Comentario do Renan "Ele não é um escritor, É um Poeta"

Peço licença a Você, meu Amigo Cláudio, para transcrever algumas frases de sua obra e mandar para amigos meus fazendo rodar na net, claro torcendo para que conservem o nome do Autor que não podemos deixar de mencionar.

Se achar por bem colocar no "opiniões do leitor" é todo seu. Separe o que interessa

Duas perguntas: Onde anda o Arnaldo?

E porque o Sergio D. Batista não te indica para o Jô? Seria demais.

Um Forte abraço de todos aqui, para todos dai.

Luiz Paulo"


18 - OPINIÃO DE VALÉRIO BERTOLDO SOBRE AS ILUSTRAÇÕES DESTE SITE

Olá Cláudio: Desculpe não ter dado notícias antes. Deu pane no meu micro, apagando todos os e-mails e outros transtornos. No outro micro, baixar telas gráficas era muito devagar, com muita lentidão... Examinei todas capas e ilustrações de seus livros exibidos no site. Realmente as ilustrações são lindíssimas e maravilhosas. Figuras e desenhos exóticos, têm uma transparência plástica impressionantes. Misturam arte plástica, morfismo e toques surrealistas. Destacam-se as cores profundas, a perspectiva, a riqueza dos detalhes, o efeito metálico. Todas as figuras têm efeitos impactantes, criativos e de beleza impressionantes. O gráfico de estatísticas apresenta um resultado de crescimento assombroso. Muito interessante. Parabéns Cláudio. Seu trabalho está excelente! Vendo as suas necessidades no site, ví que você tem um Arquivo de Clientes em OpenAcess II, e que deseja recuperá-lo. Gostaria de saber qual é a extensão deste(s) arquivo(s), e qual o seu tamanho em Kb. Dependendo do caso, é possível transferir os dados de tal arquivo para um outro, em seus vários campos de dados. Tenho uns micros mais antigos, prestes a irem para o baú, que tem determinadas ferramentas embutidas que fazem coisas dessa natureza. Já fiz isso antes. Talvez dê certo... Teria que tentar... Um grande abraço! VALÉRIO BERTOLDO < berval@brturbo.com >


19 - OPINIÃO DE SERGIO SEVERO

Extraí o texto a seguir de várias mensagens que Sergio Severo e eu trocamos, assim que me contatou por meio deste site. Os escritos a que Sergio se refere são os meus artigos publicados na Nova Eletrônica.

Descobri nos teus escritos que havia algo além do eletromagnetismo e decidi, aos 13 anos de idade, que iria estudar eletrônica. Hoje, aos 40, tenho um título de mestre em engenharia e atuo desde a informática até a instrumentação eletrônica, passando por estudos de lógica, educação, microondas e aerogeradores. O áudio, entretanto, continua sendo a minha maior alegria.

Acabei de comprar dois exemplares de tua obra e logo começarei a ampliar meus horizontes com a leitura.

Antes de mais nada muito honrado me sinto pelo convite e desde já começarei a deixar a mente fluir na direção das estrelas.

O convite supracitado foi meu, ao notar o ótimo estilo de Sérgio, para que ele escrevesse episódios, quando Géa surdisse em várias mídias, feito acontece com as boas histórias.

Muitas são as mídias que suportariam Géa. O cinema e o vídeo são certamente uma delas mas eu me atrevo a imaginá-la sendo apresentada em uma arena, usando recursos à la Jean Michel Jarre, uma abóbada, um planetário, alguma projeção holográfica, condições atmosféricas geradas artificialmente (chuva, vento, frio, nevasca) e um som digitalmente processado caminhando sobre a platéia em um estado de absoluto envolvimento. Se alguém fizesse isso eu certamente faria qualquer coisa para estar lá!

Vi alguns desenhos das naves no site e eles são muito interessantes. Quiçá não sirvam para inspirar alguns dos meus projetos de alternadores para os nossos aerogeradores! Se acaso sair alguma coisa nova e muito parecida com teu trabalho te prometo que patenteamos juntos. Veja como isso é importante, no meu mestrado passei dois anos tentando projetar uma forma adequada para um sensor de umidade para produtos agrícolas e, só a encontrei, ao assistir o último episódio de Star Wars! Meu sensor acabou virando uma pequena espada Jedi que, no lugar de onda eletromagnética na faixa do visível usa microondas.

Quanto a tua observação do esquema do nosso alternador só tenho uma coisa a dizer: Impressionante! Sincronicidade pura dirá Jung! Até as proporções são as mesmas! O desenho que está no site foi tirado de um slide em powerpoint que fiz para apresentar nosso projeto para a FINEP (segue o slide em anexo) em 2001!

A minha observação a que Sergio se refere é sobre a impressionante semelhança entre os desenhos do volante com três bobinas do disco voador de Ardo (cujas ilustrações aparecem nas páginas deste site, nas quais explico o funcionamento da nave Laranja) e o desenho do aerogerador projetado por Sergio Severo, desenho este que se encontra nos sites:

HyperLogic Automação de Sistemas. http://www.hyperlogic.com.br/

Aerogeradores Sul Ltda. http://www.aerogerador.com.br/

O volante do disco de Ardo se acha na página deste site (CCDB-Géa), que você pode ver, ou rever, clicando AQUI!

Sergio e eu só contemplamos esses desenhos, de um e de outro, quando já estavam publicados no respectivos sites. E eu entrei pela primeira vez nos sites de Sergio e vi o seu desenho quando me escreveu a frase que já reproduzi acima: "Quiçá não sirvam para inspirar alguns dos meus projetos de alternadores para os nossos aerogeradores!".

Você pode ver uma ilustração em que combinei ambos os desenhos, o de Sergio e o meu, clicando AQUI!


20 - OPINIÃO DE SERGIO SACCO, engenheiro eletrônico e analista de sistemas

Orgulho da Língua Portuguesa.

Quando usamos palavras de outras línguas, termos e jargões técnicos, procuramos acompanhar o sentido oculto detràs delas, já conhecido por quem fala outros idiomas.

Nossa linguagem coloquial é insuficiente, em qualquer língua, para expressar acepções modernas e muito recentes; e, por economia ou preguiça, usamos as palavras já estabelecidas, doutros idiomas. Não seria por deficiência de nossa língua, nem por inexistirem palavras adequadas, mas por receio de errar ao escolher vocábulos que nos exigiriam mais cultura.

Ao ler Géa, tal sentimento desaparece como por magia. Palavras que não usamos, com poder de expressão quase cirúrgico, e que reconhecemos existirem. Palavras novas, criadas obviamente pelo autor, com significado claro e aceitação imediata. Palavras antigas irreconhecíveis, mas por falta de cultura nossa.

Com o desenrolar da leitura, o constrangimento dá lugar ao orgulho da língua. Não mais achamos tratar-se de pedantismo do autor. Não nos sentimos encabulados por nossa ignorância. Desenvolvemos maior apetite pela descoberta dos recursos desta língua.

Trinta mil palavras diversas não comporiam um texto, numa língua medíocre. Tamanho léxico nunca foi tido e aplicado por autor nenhum, em nenhuma língua, em tempo algum.

Poderíamos desfilar enorme lista de elogios; mas, se não for esse o maior mérito de uma obra literária, não imagino o que mais poderia ser. Além de engrandecer a língua portuguesa, ainda nos engrandece por ser ela a nossa.

Essa é a opinião possível, pois não terminei de ler a obra toda. Até lá, descobrirei novos méritos.

Sergio Sacco


21 - OPINIÃO DE OLAVO JUNIOR - relativa à página deste site chamada "Géa é difícil???"

Parabéns, e Deus lhe pague por mais esse serviço às gerações vindouras. Um grande abraço. Junior - aloha.freedom@bol.com.br


22 - OPINIÃO DE MARCONI RICCIARDI

Em Géa, os que buscam seriedade, vão encontrar, Os que buscam diversão e entrenimento, vão encontrar, E os que não buscam nada, após lerem Géa, passarão a buscar.

Porque...

...diferindo dos mundos de Tolkien ou Gene Rodenberry, o Universo de Géa não é fantasia, apesar de ser fantástico, em todos os sentidos da palavra, menos aquele da TV. E isso torna a busca possível.

Se procurássemos Spock, Kirk, Frodo ou a Terra Média, seríamos eternamente frustrados, mesmo que os encontrássemos.

Se procurarmos Sérias, Gia, Os Atlantes, Marhá, Clausar, a Irmandade Galáctica ou Géa, seremos eternamente gratos, mesmo que não os encontremos.

Como eu sei disso???... ...Eu estava lá, eu vi.

- Escrito em 05/01/2005 às 03:45 am, enquanto lia a página 284 do livro segundo de Géa.

Marconi Ricciardi


23 - OPINIÃO DE LUIZ PAULO JUSTINO SOBRE O PREFÁCIO DE SERGIO SACCO

Boa noite meu Irmão Cláudio, Tudo bem por aí?

Espero que sim, aqui está tudo bem, só a correria que está demais, mas logo vai acalmar.

Adorei esse prefácio, que demais.

Na samana passada estive numa palestra em que se falou daquela passagem de Jesus, quando exigiu calmaria da tempestade no mar para atravessá-lo, como ser superior ou seja espírito puro, foi atendido pela natureza.

Sem a pretenção de compará-lo, mas sabendo da sua superioridade espiritual foi fácil entender porque as luzes se apagaram.

Desculpe a forma de me expressar mas, é o que sinto.

Um forte abaço a todos de todos:

Luiz Paulo


24 - OPINIÃO DE LÍBERO PENELLO (endereço anexo autorizado)

Cláudio, Aqui quem fala é Líbero. Falo de Vila Velha, ES. Trocamos muitas correspondências há muitos anos, 1988, 1989 acho. Vendo os conceitos lançados por você em Géa, abstenho-me de comentar a estética literária, nem ao menos tenho autoridade para isto, mas não posso deixar de reconhecer que o que você teve foram insights recebidos de um ponto específico no universo. Você viu parte da realidade, enquanto a maioria das pessoas não vê. Siga nesse caminho. Você está certo. Se um dia nos encontrarmos, vou explicar-lhe porque sei disso. Um abraço fraterno. Líbero

libero.penello@terra.com.br


25 - OPINIÃO de RITA LEE

Géa é realmente a nona maravilha, parabéns, gênio é gênio em qualquer área de atuação...

Rita Lee 17-04-2006

Algo mais de Rita?


26 - OPINIÃO de ZÉ OLIBONI - responsável pelo Pop Balões (http://www.popbaloes.com)

Valeu Cláudio,
vou dar uma olhada na Geínha assim que chegar.

Quanto a Géa
infelizmente estou um pouco parado na leitura, estou próximo ao fim do
primeiro livro e o que tem me impressionado mais é a ritimação quase
poética da maioria das frases.

Géa soa muito bem, é uma obra
interessante para se ler em voz alta.

Grande abraço, Zé Oliboni.

- 03-05-2006


DESTE PONTO EM DIANTE, COM GEÍNHA JÁ ESCRITA, INCLUEM-SE OPINIÕES SOBRE ESSA OBRA


27 - Opinião de Alexandre Señorans (em quem baseei o personagem Alexans) sobre o início da leitura de Geínha

Gostei muito da introdução do Alexans no capítulo 128. Porém, gostei muito mais do texto, calmo e explicativo do início do livro 8, muito apropriado para jovens e até mesmo crianças.

Ri muito com os diálogos e do jeitão irreverente da Tóxia. ;-))

Matei a curiosidade sobre o Alexans, agora volto para o início do Livro Primeiro, para ser apresentado a todo mundo na ordem natural das coisas. Vou tentar ler um pouquinho por dia, entre o trabalho e o estudo.

Abração

Alexandre Señorans

- 30-05-2006


28 - OPINIÃO DE SERGIO SACCO SOBRE AS ILUSTRAÇÕES DE GEÍNHA E DE GÉA, APÓS LANÇADAS NESTE SITE AS DO LIVRO TERCEIRO DE GEÍNHA


PARTE DO TEXTO DE SERGIO SACCO:

O que me surpreende nessas imagens e nas outras que já havia visto é a originalidade de estilo, que deixa a marca do autor.

Sou grande fã deste tipo de imagens espaciais e é muito comum os autores tentarem imitar estilos consagrados, o que não acontece com você.

Um comentário oportuno: o aspecto meio rústico das imagens humanas contrasta com a beleza das perspectivas espaciais sofisticadas. O conjunto fica muito interessante, porque o autor deixa uma impressão despojada de não pretender ser perfeito, sem perder a oportunidade de mostrar detalhes de grande beleza. Este conjunto formado deixa clara a intenção do autor, de destacar alguns aspectos e não cuidar de outros.

Um leitor que não conhece pessoalmente o autor, não terá referencia da sua habilidade de desenhista e ficará em dúvida se é primitivismo ou força de estilo. Acho ótima essa ambiguidade, porque ela impede que o autor seja comparado com outros desenhistas consagrados neste estilo.

Não exagere a importância de minha crítica, porque, eu próprio não tenho competência como crítico de arte.

Esta impressão se aplica a todas as imagens que já havia visto desde as primeiras ilustrações de Géa e ainda se mantém.

Os leitores devem se espantar com a quantidade enorme de ilustrações contidas em todos os livros. É muito incomum os autores literários produzirem obras sérias com ilustrações. No seu caso, é até surpreendente ver tantas imagens.

Você está realmente deixando uma marca de autor multimidia !


Sérgio Sacco - 09-12-2006; 05:25AM.

PARTE DA MINHA RESPOSTA A SERGIO SACCO:


Quanto a esta parte da sua mensagem, Sergião "Não exagere a importância de minha crítica, porque, eu próprio não tenho competência como crítico de arte.", tenho o gosto sincero de responder:

"Não é preciso exagerar a importância da sua crítica. A especialização não faz de um especialista um gênio. Você é gênio; então, dispensa especializações. Ponho muito mais fé num comentário ou crítica seus do que nos de especialistas. E agradeço e me importo muito mais."

Gostaria de acrescentar que até certo ponto fui forçado a desenhar em 3-D as personagens humanas e alienígenas com aquela rusticidade, porque é muito mais difícil criar um ente complexo como Ky e lhe dar característicos verossímeis (a olhos acostumados a perceberem as mínimas nuanças dos seres vivos, máxime os humanos ou "humanóides") do que gerar um disco voador.

Um ente "humanóide", só nas mãos e nos pés, tem tantos dedos e partes de dedos, que isso supera de longe em complexidade um disco voador ou mesmo a nave inteira Altaré, quanto ao desenho em computador.

Desenhei a partir do zero cada parte das minhas personagens, baseando-me apenas no meu texto - e tomando medidas nos corpos das pessoas que amo, algumas das quais me serviram de base para tais personagens. Nada de estilos alheios ou de bonecos semi-prontos. Os livros que li sobre computação gráfica explicavam tão-somente o funcionamento dos programas.

Um dedo tem várias conexões "hierárquicas" de links. E quando uma falange menor é "linkada" à maior, "herda" as suas propriedades, entre as quais a do formato. Quando a gente gira uma falange "filha", ela se distorcerá em função de qualquer distorção que tenhamos criado na falange "pai", ou "mãe". Isso porque terei produzido uma falange a partir de uma esfera (foi o caso em todas as falanges que desenhei), ou de um cilindro, etc.; e a esfera tem de ser deformada para parecer falange.

A herança das deformações é útil em muitos casos; por esse motivo é permitida pelo programa e é o seu "default".

Não nego, porém, que, por sofrer de contraturas em minhas mãos (Du Puytren), vezes me permito o prazer maligno, sádico - se não paternal, pelo orgulho de lhes comunicar a minha própria marca - de deixar as mãos de algum personagem masculino igualmente se aleijarem durante o desenho, vítimas da herança "hierarárquica" do programa de 3-D, assim como sou vítima da herança viquingue, uma das causas de tais contraturas.

Evito com mais cuidado tais deformações nas mãos das personagens femininas, porque.. ah! sou um apaixonado por sua beleza... e somem-se-me as contraturas até da alma quando as desenho.

Para evitar a deformação, quando se deseja mover uma falange "filha", é preciso fazer (ou preestabelecer) uma série de coisas, que levei dois anos pra descobrir (ou lembrar, pois me esqueci do estudo que fiz duas vezes, cada uma levando dois meses, da versão antiga do programa de desenho em 3-D, em livros grossíssimos). Não possuo livros da versão nova que utilizo e não pude ler todo o tutorial (não tenho os programinhas tutoriais).

Quando a gente cria bonecos em 3-D, aparece um problema insolúvel para os meios de que disponho: o das emendas das partes que compõem o todo, que se tornarão visíveis no resultado final e pouco naturais. Verbi gratia, um dedo, que, em minhas ilustrações, mostra "emendas" entre suas falanges. O mesmo ocorre com braços em relação a antebraços; coxas a pernas, etc..

Isso não acontece em desenhos 2-D, e é esse problema o que mais afeta as minhas ilustrações. Se eu possuísse equipamento (muito) melhor, poderia resolver isso com recursos tais como "skin" (pele), que revestem o todo, composto de partes - por exemplo de um boneco de Gia - com uma "pele", a qual se apresenta no resultado final como uma só peça e tem "flexibilidade", permitindo os movimentos das partes dos corpos sem que as emendas apareçam.

Outro problema é o tamanho do meu monitor: quando preciso conformar uma cabeça, ou alguma coisa complexa assim, os "ducks" (pontos que indicam vértices e que podem ser movidos, para alterar-se a forma do objeto) ficam tão numerosos que formam um só borrão com a sua cor (no caso, azul). Então não os posso enxergar em separado sem dar um zum - e com o zum lá se vai a vista da forma completa, o que dificulta extremamente o trabalho e limita muito a quantidade de vértices a meu dispor, para desenhar uma cabeça ou formas assim complexas.

Acho que toda esta explicação será útil na minha resposta; portanto, inclui-la-ei na página "Opiniões sobre Géa", de modo a informar os visitantes do site algo porventura útil a eles, neste mundo magnífico da computação gráfica em 3-D.

É por tudo isso e muito mais que venho pedindo no site a doação de computadores mais poderosos e monitores mais amplos (onde eu possa ver os detalhes do que estou fazendo, antes de esperar horas por uma renderização), bem como de programas atualizados, na página "Doações" do site www.ccdb.gea.nom.br.

Com esse material eu poderia aperfeiçoar muito as minhas pobres ilustrações - sem descartar o "estilo" nascente, que é abrupto, rápido, forte, como os traços da escrita japonesa - e não lhe falta certa brutalidade e os saltos por cima dos obstáculos, para que não tropece...

Mas não me iludo: mesmo as grandes companhias que produzem computação gráfica, da mais recente e mais dispendiosa, onde centenas de milhares de dólares rolam em paga de cada uma das inúmeras cenas, estão mui longe de simularem entes "vivos"; quanto mais se esforçam, mais redondamente falham...

Os movimentos, que se não incluem em minhas ilustrações - mas já começam a surgir nas minhas (e de meu filho Rafael) animações -, são uma das causas dessa falha: até com os programas requintados dessas companhias e suas redes imensas de computadores - sem falar nas equipes enormes - nunca reproduzem fielmente os motos dos seres vivos.

Mesmo os "não-vivos" se movem "redondamente" - e " 'redondo' em computação gráfica é sinônimo de 'quadrado' ", como bem diz meu filho Rafael...

No ato de chutar, por exemplo, as pernas das entidades gráficas se movem como um todo, qual um pêndulo (e, não, feito um chicote, como deveriam), sem que a inércia se manifeste independentemente em seus segmentos.

Mesmo quando as empresas desenhistas utilizam modelos vivos recobertos por micro-transmissores de posição e transmitem ao computador os movimentos de cada parte de seus corpos, ainda assim continuam longe da "verdade".

Então, eis que um "estilo" feito o meu é bastante "humilde", ou despojado, para este autor assumir que, tal como nos melhores desenhos animados e nas revistas em quadrinhos, a estilização das personagens é um paliativo para o problema - além de ser fonte de mais criatividade e expressão - sem que isso me remeta à fábula da raposa e a uva: eu faria perfeitos os desenhos das minhas personagens se pudesse, assim como busco em meus livros a perfeição do vernáculo - e, quando falho, assumo o erro.

Discordo de Luís Fernando Veríssimo, em "O Popular", p. 12, onde afirma: "Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo." Para mim inexiste escrever bem, se se escreve errado. Tal como não há boa música sem bom instrumento - e vice-versa. Quanto ao desenho, já que não tenho um Gustave Doré, emprego o computador...

Quando o tempo chegar; e chegará! veremos um Posenk e uma Ormasde, perfeitinhos da dias baptista, a esbanjarem movimentos ótimos, na realidade supravirtual augurada na obra Géa. Quem viver verá.

Voltando à técnica: agora sei como manipular as partes "filhas" sem as deformar, mas isso dá um trabalho enorme. Ainda há o problema de abrir arquivos do programa antigo no novo - geralmente falham. Descobri que, com "merge", "mergeando" o arquivo antigo num novo, a coisa melhora muito - levou um ano pra perceber isso...

Por outro lado, também adquiri a consciência de que havia um estilo se formando no contraste entre os fundos ou objetos não-viventes, os quais possuem mais acabamento (por ser mais fácil) e os que representam entes vivos, como Ky, Gia, Clausar, etc.. Os "vivos" são "esboços"; os "não-vivos", "trabalhos acabados".

Esse contraste, em desenho 3-D, pode ser estudado como parte de um conceito emprestado do "romance novo", onde o objeto tem tanto ou mais valor que o ente vivo e os seres vivos são tratados pelos autores como objetos. Felizmente não é esse o meu caso, inclusive porque a biorrelatividade (uma teoria evolucional de meu personagem Clausar) nos diz que todos os objetos - desde a partícula, passando pelo átomo, a célula, até o organismo multicelular - possuem vida.

Mas que é interessante o paralelo que faço entre o "estilo" aqui analisado e o "romance novo", isso é...

Um último acréscimo ao fascinante assunto que você despertou com sua opinião salutaríssima, Sergião:

O velho computador me impõe dificuldade à recriação dos seres viventes, e me dá facilidade na geração dos fundos e ambientes - onde a maior parte do trabalho é a iluminação e a escolha de "materiais" apropriados, os quais aproveitem a luz, refratando-a e refletindo-a.

A dificuldade imposta pelo velho computador, somada ao meu propósito consciente de firmar tal contraste, serve-me para mostrar quão acima estão os seres organizados e as células, tidos por únicos viventes pelos cientistas, dos seres que também reputo vivos, mas não alcançaram (ainda...) tal organização, feito é o caso dos objetos constituintes dos fundos e dos ambientes, os quais como objetos não vivem, mas como partículas e átomos possuem o dom da vida - isso é explicado pela biorrelatividade de Clausar.

O contraste serve outrossim para demonstrar quão abaixo estou, com os recursos de que disponho como ilustrador, de minha própria pessoa como escritor, onde nenhum empecilho me é imposto, pela máquina cujo teclado dedilho, entre mim e minha obra. Por isso - no meu trabalho ao menos - uma palavra vale mais do que mil imagens...

Por exemplo... um "sim"!

CCDB - 09-12-2006; 10:30AM.

Mais, sobre animações e ilustrações.


29 - Opinião de Bruno Tavares sobre as ilustrações de Geínha - nota: há opinião de Bruno Tavares também na página Opiniões sobre )que( .

Salve Cláudio !

Mostrei a todos da casa o conjunto das ilustrações. Cynthia perguntou - é uma história em quadrinhos ? É a pequena saga de Géa !

É tão íntimo o ambiente das construções. Com certeza já estivemos todos lá. Não conhecemos ainda o léxico, não está de cor. As cores são fantásticas. Os olhos e os contornos dos corpos são muito sedutores, somos como pastores sonhando ninfas na arcádia do tempo e do espaço.

Minha figura de estimação é a pequena zúnia, sobre as micro placas do barro elementar. O menino diante da bancada de água, imagem e som me faz viajar no fluxo da memória - o padeiro e o pão...

E o grupo de viajantes contempla, protegido pela grande árvore, o espetáculo da matéria incandescente. Somos nós amigo Cláudio, os fissureiros !

Obrigado por compartilhar as ilustrações de Geinha conosco, é um momento breve no continuum, mas feliz !

saudações e bons votos para o novo ano terreno da cristandade, que tua casa esteja protegida por mais esta jornada.

abraço com carinho do amigo BT


30 - Opinião de Bruno Tavares sobre as ilustrações de Geínha (especialmente a figura de Manitsa) já com as ilustrações do Livro Sexto neste site

Salve Cláudio !

Estou de volta à grande cidade depois de um retiro solar de verão. É sempre difícil a adaptação na volta.

Estas levas de ilustrações vão me contando um pouco de Geínha.

Estou agora no plano da memória, da avó. Pessoa sumamente importante na tradição do ser e dos povos. Vejo cavernas e fósseis. Encontro com o Pajé. Estou entre os entes queridos que vivem ao redor.
É marcante a presença da Lua, a noite, momento de histórias em torno das fogueiras.

O plano da memória foi muito presente em minha vida no ano que passou. Recuperação de acervos e fluxos de memória me levaram a recuperar, em sessões de gravações músicais, 70 canções do meu repertório que estavam adormecidas em cantos distantes da mente.  O resultdo não é para o grande público, só para pessoas muito próximas. Se não te incomodar gostaria de te incluir entre estes ouvintes. Seria motivo de alegria !

Muito me espantou a figura que baila no fim das ilustrações. É Manitsa ! do livro  "que" - sabes, nós temos esta figura em nosso tempo também. Ela está sempre no porta-retratos de minha sala. Ela mora na Holanda e ensina dança às crianças. Hoje atende por Manitha, mas é exatamente como na ilustração, só que tem os cabelos claros do hemisfério norte. Ela vive nos corações das pessoas aqui de casa. Agora entendo que ela já vivia muitos e muitos anos antes na memória dos fissureiros...

Estamos no continuum espaço-tempo, é o nosso inconsciente coletivo falando por imagens, a memória mais profunda do ser.

obrigado !

abraço do amigo
BT


Eis Manitsa! - CCDB 03-03-2007


DESTE PONTO EM DIANTE JÁ DEPOIS DA REPORTAGEM DE MARCOS TOLEDO NO JORNAL DO COMMÉRCIO DE RECIFE E DA PÁGINA ONDE A APRESENTO.


31 - Opinião de Mário Pacheco sobre a reportagem de Marcos Toledo no Jornal do Commércio de Recife

Meu querido amigo Cláudio, assim que terminei de ler a matéria, já comecei a divulgá-la.

A parte que eu mais gostei foi quando vc falou da obra de Tokien!

Também a coerência e o quilíbrio estiveram presentes demonstrando a sua posição. Senti que esta matéria foi um vento muito importante que trará mais espaço...

Também gostei como vc a exibiu p/ nós - um trabalho sempre feito com a sua marca CCDB!

Agradeço a toda a atenção que vc me devota e toda ajuda que já me enviaste.

E acredite, Irmão estou divulgando Géa e vc sempre - está girando por aí - um dia quando meu material ficar pronto está próximo este dia mandarei - uma amostra doprópriobolso - mas sabes que tudo é luta e paciência.

Gostei também do número de personagens, da experiência e sei que vc ainda guardou na manga outros dados e fatos como o filme para 2009.

Cara! Abração, nesta semana pela manhã ligarei...

32 - Opinião de Zé Oliboni sobre a reportagem de Marcos Toledo no Jornal do Commércio de Recife

Nossa Claudio,

muito legal a reportagem, espero que dê frutos logo.

O jornalista fez
uma entrevista bem legal.


33 - Opinião de Jeff McCarty sobre a reportagem de Marcos Toledo no Jornal do Commércio de Recife. Jeff é o cineasta hollywoodiano que vem criando o longa-metragem "Bread and Circuses" sobre os Mutantes. Muito mais sobre Jeff terei a contar no tempo certo. A apresentação (abaixo) do e-mail de Jeff me foi autorizada. Novo e-mail: crackersred@gmail.com

----- Original Message -----
From: "Crackersred" <crackersred@earthlink.net>
To: "Cláudio César Dias Baptista" <ccdb@ccdb.gea.nom.br>
Sent: Tuesday, March 20, 2007 2:54 AM
Subject: Re: reporting - CCDB

Dear Claudio,

Very cool!  I like the layout of the journal very much, and the cover
page, with its colorful photos provided in very vivid "thought bubbles",
is a nice touch.

Congratulations! It's about time Brazil (and eventually the world) hear of
the finest author in recent memory: CCDB!

Much Love,
Jeff

Nota de CCDB: há mais opiniões de Jeff McCarty nesta página, mais abaixo.


34 - Opinião de Rossano Vicêncio (que se assina "Galáctico da Luz") - reproduzo a parte cabível da mensagem e logo em seguida a parte da minha resposta relacionada com o tema das ilustrações de Geínha

Olá Claudio César !

Estou a contemplar essas imagens de Geínha, viajando nessas imagens hehe.

Tem imagens de céu q parecem reais até, e os 3D's parecem de games de última geração, acho q por isso são "pesadas" tb, (a impressão terá q ser boa hein?) mas isso é realmente só uma "análise técnica" hehehe. Na verdade estou a invejar o "Serias Bulggo" a pousar na terra, seu corpo talvez se adaptando a matéria e sua harmonia com a superfície do orbe, percebida pela água. (estranho as panturrilhas enrigecidas hehe). Ele parece egípcio.

A princípio me parecem muito boas, acho q uma mente nem precisa ser tão fértil para ir longe com as imagens. Me trazem boas lembranças à tona, do tempo que joguei RPG fantasia também.

Já pensaste num desenho animado? a idéia pode não ter nada a ver com o q pretendes,mas me veio à cabeça agora.

De que é feito o personagem com uma "esfera celeste" na testa?,o todo prateado.

Bom,eu estou olhando e escrevendo hehe,se continuo assim te escrevo o maior e-mail da vida. Vou olhar com calma, depois te falo mais alguma coisa.

Naquela imagem q falei do "Serias Bulggo", o Sol está atrás das rochas? é q pela sombra parece isso ,mas o céu está mais claro para o outro lado.

...............fim da parte da mensagem relativa às ilustrações; o restante é pessoal.

MINHA RESPOSTA AO GALÁCTICO DA LUZ - CCDB

Olá, Galáctico da Luz!
Que legal você me escrever assim. Fico mesmo muito feliz, gratificado, ao saber que o trabalho de ilustrações, embora limitadíssimo pelos meios de que disponho (computador e software), pode despertar essas viagens. Obrigado!
 
A impressão dependerá da editora. Os livros que a editora receberia podem ser em PDF (como se usa para baixar quando compráveis pela Internet), cuja qualidade de imagem é piorada e a impressão resulta disso, sofrível; ou podem ser diretos (como recomendo) do PageMaker (nota de CCDB em 2008: agora também ofereço em InDesign - mais detalhes), programa em que escrevo os livros e no qual as ilustrações não sofrem a redução de qualidade. Mas o tema é vasto e só mesmo quando me relacionar com uma editora para imprimir meus livros ilustrados será tratado completamente.
 
Serias Bulggo é baseado em pessoa do mundo real, meu grande amigo e colaborador dos velhos tempos Sergio Sacco. Você pode saber mais sobre ele na página "Melhor que o resto do site?", no meu site supracitado.
 
Fiz diversos comentários sobre as minhas ilustrações, estão no site. Neles todos digo que as ilustrações não chegam aos pés dos meus textos, porque nos textos não tenho limitações; nas ilustrações, sim. Está tudo explicado lá no site, principalmente na Página Principal (a do logo CCDB auriazul), na página "Opiniões sobre Géa e Geínha", na página "Ky: amo perdidamente minhas personagens", e em muitos outros lugares do site.
 
Sim, pensei e muito num e em vários desenhos animados. Digo isso no site e solicito participação de interessados. Também pensei em filmes (ver páginas "Quando Géa for filmada" e, em inglês, "When Géa is filmed". Pensei em quadrinhos, videojogos, danças, poesia - tudo! Todas as mídias estão convidadas, no site, a participarem da grande obra multimídia que é Géa, e não apenas literária.
 
Tanto pensei que até fiz algumas animações, que estão no site, fáceis de achar - por exemplo, pelos links do rodapé da página principal supramencionada.
 
O personagem com a esférula na testa se chama Posenk. Era um bio-computador, ou intelector. Não tinha vida própria, mas a conquistou - conforme se lê na obra Géa. E vai por aí afora. No Livro Sétimo de Geínha ele aparece com a esférula em cor azul e a "pele" virtual (ele é um ente de realidade supravirtual) mais clara, mais metálica, mais brilhante, porque está "avessado", bem como assim estão várias outras personagens. O motivo do "avessamento" está contado em Geínha.
 
O "material" de que é constituído Posenk está bem explicado na obra Géa. Idem as propriedades desse material.
 
Não tem problema no tamanho de seus e-mails. Gosto de receber esse retorno; fique à vontade. Agradeço muito sua atenção e a promessa de olhar mais demoradamente as ilustrações. Espero que também se interesse pelos textos, que as ilustrações ali estão para chamarem as pessoas aos textos; eles, sim, o que mais conta.
 
O cenário onde o Sol aparece varia. Ora é na Terra de há quarenta mil anos, ora é o sol do planeta Géa, chamado "Rá". Quando as cenas estão no planeta Géa, a paisagem está "avessada", as cores invertidas - são as cores complementares das que teria o céu e o resto da paisagem (dentro das limitações que tenho no programa de computação e no computador, bem como no tempo que pretendo dedicar a fazer as ilustrações), se "avessássemos" o continuum espaço-tempo. Está tudo muito bem explicado em Geínha, de um jeito que os jovens Leitores entendam fácil.
 
As sombras se projetam nos sentidos corretos quando meu computador me permite utilizar o recurso "raytrace shadows" do aplicativo de animação e desenho em 3D. Mas é um recurso pesado para o meu computador, e em muitos casos a lentidão da renderização da imagem fica proibitiva - então sou obrigado a deixar as sombras menos cuidadas. Vezes ponho luzes virtuais em direções diferentes da que vem do Sol ou de Rá. Isso porque não posso utilizar a iluminação chamada "diurna" do programa, excessivamente pesada para o meu pobre micro. Ponho luz vinda do chão para o alto, de modo a parecer o reflexo do sol no chão e não deixar as personagens e a paisagem excessivamente contrastadas. E assim por diante. A iluminação virtual é interessantíssima e eu gostaria muito de ter os melhores recursos para criá-la mais convincente.
 
Na página "Ky: amo perdidamente minhas personagens", você pode ver um dos efeitos de usar ou não sombras raytrace nas diversas amostras da face de Ky.

fim da parte de minha resposta ao Galáctico da Luz relacionada com o tema ilustrações - CCDB


35 - Opinião do cineasta hollywoodiano Jeff McCarty (crackersred@earthlink.net) sobre as ilustrações do Livro Sétimo de Geínha e as ilustrações de meus livros em geral. Novo e-mail: crackersred@gmail.com

Dear Claudio,

Wow...the illustrations are your best yet, at least the best of what I can remember.  At first, when I saw your illustrations for "Gea" a couple of years ago, I admired your work greatly, but found something missing in the illustrations of the human characters.  Although I loved the portraits of the spaceships and the fantastical creatures (Octopoeta, Umunos), I didn't always feel the "humanity" in the human characters themeselves (i.e. Clausar, Ky, etc.), and at times they felt a bit too "computer-ish" in how they were generated, with their hard geometrical 3-D outlines and almost transparent, cyborg-like physiognomy. 

However, please don't take this as too harsh a critique.  I am liking the human characters a lot more as time goes on, and aside from the beautiful designs of the Tigre, Toxia, Zeus, and others, I absolutely love the landscapes that populate Book Seven of Geinha.  In fact, the Portuguese captions that accompany each illustration would be a great exercise in studying the language, something I have sadly been unable to do as of late.

Great work, my friend.  I can definitely feel all of the love and detail that went into each and every illustration!

Much Love,
Jeff"


36 - Opinião do cineasta hollywoodiano Jeff McCarty (crackersred@earthlink.net) sobre a página "Ky: amo perdidamente minhas personagens". Novo e-mail: crackersred@gmail.com

Dear Claudio,

 
Yes!  You have improved dramatically over time.  The final version of Ky is really really good, and markedly improved both in expression and design over the earlier incarnation.
 
Thank you for sharing, for I too, love your characters, and I can see how they are painstakingly reaching their full potential over time..
 
As Thomas Edison said: "Genius is 5% inspiration and 95% perspiration"!  :-)
 
Much Love,

Jeff"

Nota de CCDB: veja, mais abaixo, a opinião de Jeff McCarty sobre as ilustrações do Livro Onze de Geínha, (opinião número 54).

Nota de CCDB, em 2008: mais sobre Jeff McCarty, o filme "Bread and Circuses", tropicalismo e meu livro "We, Mutantes".


37 - Opinião de minha filha, Kate Dias Baptista, sobre as ilustrações de Geínha, em 14 de abril de 2007

Olá pai,

Tudo bem???

Olhei as ilustrações e achei o máximo!!! São muito legais , não sei nem o que dizer, simplesmente maravilhosas, é incrível daquela vez que eu vi as achei muito bem feitas....

Eu tenho fé e certeza que você irá conseguir uma ótima editora para publicar seus livros, pode ter certeza que torço muito por você, aliás por todos vocês...

(parte pessoal, supressa)

Beijos e Abraços de todo coração para você, Giza e Rá.

Kate


DESTE PONTO EM DIANTE JÁ DEPOIS DA REPORTAGEM DE BRUNO TORTURRA NOGUEIRA NA REVISTA TRIP E DA PÁGINA ONDE A APRESENTO.


38 - Opinião de Sergio Sacco sobre a reportagem na revista Trip, em maio 2007

Saudações jornalísticas

Li a matéria apresentada no site e vou procurar comprar o exemplar da revista.

Minha opinião não é tão importante quanto a opinião do redator e a impressão deixada na mensagem. Gostei do texto, principalmente da forma que foi redigido.

A revista Trip é elitista, no bom sentido, e destinada não apenas à elite, mas principalmente a simpatizantes e emergentes.

A matéria foi muito bem orientada para destacar a aura dA Obra e dO Autor.

O glamour do ambiente e os detalhes citados pintaram um quadro de grande simpatia.

Achei brilhante o resumo do episódio do apagão, que omitiu detalhes desnecessários, como a citação das pessoas presentes, e o retoque dado no gesto de mão, regendo as luzes da cidade.

A impressão deixada é exatamente o que o leitor busca nessa revista.

Você foi tratado com a mesma reverência dada a Paulo Coelho.

Esta é a imagem mais positiva que se poderia esperar de quem procura um clichê para comunicar ao público leitor da revista.

Esta sim é a opinião importante que foi forjada no repórter e transmitida ao leitor.

Minha opinião portanto, neste caso, limita-se à do mero leitor.

Fora isso, minha opinião já tinha sido formada já há 4 décadas.

Adorei,

Sergio

Nota de CCDB em 2008: saiba de um OUTRO "apagão" relacionado com Géa, nas mensagens mais abaixo!


39 - Opinião de Bruno Tavares sobre a reportagem na revista Trip, em maio de 2007

É lindo. O meu xará tem uma sensibilidade!

Passeio perfeito pela casa, pelas vivências, tantas coisas já vistas. Parece também um fissureiro, conhece a chave do espaço tempo.

A missão está tão clara de tão simples que foi a explicação. 

O encontro e a relação. O amigo Frank, o amigo Doudou, o amigo Cláudio. Aí estou também.
Existindo.
 
Está claro que seguirá mais adiante esta experiência, que é como uma primeira vez para muitos e uma nova aventura para poucos.
 
Que se renove em eterna espiral a grande obra GÉA nas mentes dos viajantes, em muitos encontros que ainda estão por vir, e que o nosso piloto saiba sempre interromper e religar com precisão os fluxos da energia vital pelos canais do cosmo para nossa tranquilidade e sossego.
 
Um abraço para os de casa

e um especialmente grande para ti piloto !

Saudações de afeto
BT

MINHA RESPOSTA AO BRUNO - CCDB

Salve, Bruno!

Obrigado! Como já me autorizou a colocar missivas suas no site, tomo a liberdade de pôr uma cópia desta sua mensagem linda na página "Opiniões sobre Géa". Se você preferir mantê-la só entre nós, avise que retirarei.
 
Aproveito para contar que "Uma Canção Para Ars" continua sendo baixada pelos visitantes do site!
 
Saudações de igual afeto,

Um abraço da tripulação da Laranja ao também piloto Bruno,

Cláudio


40 - Opinião de Giulio Zappa sobre a reportagem na revista Trip, em maio de 2007


Pois é rapaz... agora v. vê se eu, que não sou filosoficamente p. nenhuma mas tenho curso superior e 2 idiomas estrangeiros - sendo um o Italiano, o que não é banal - não sei ou fico na dúvida, o que será da maioria da população...

Resta perguntar para quem escrevemos? Quem estamos querendo governar? ... e quem nos governa? ... e quem nos deixou assim?

Por isso que te adoro. És o último símbolo de alguma coisa que não seja o resto. V. é o violão na caverna... (2112 Rush)
 
Abração. Saudade.

GZ

PARTE DA MINHA RESPOSTA AO GIULIO - CCDB

Também te adoro, amigão!



41 - Opinião de Fernando de Almeida - Pesquisa de Imagem - Editora Trip - em 06-06-2007. A menção em meu site, a que Fernando se refere, está na página onde reproduzo a reportagem da revista Trip

Oi Cláudio, tudo bem?

Obrigado pela menção em seu site, fiquei muito feliz por ser lembrado por você!

Sobre as ilustrações, elas falam por si só! são muito bem feitas e falam por si só. Gostei muito, principalmente da variedade de cores utilizadas.
 
Mais uma vez, parabéns pelo seu trabalho e mensagem que traz em seu site e publicações!
 
Um grande abraço,
 
Fernando de Almeida
Pesquisa de Imagem - Editora Trip
e-mail: fcambetas@trip.com.br
tel: + 55 11 3898 8267

 



42 - OPINIÃO (autorizada para esta página) DE IDAVAN RICCIARDI - Coronel Médico da Aeronáutica R/R e, na vida civil, médico com título de especialista em ginecologia e obstetrícia pela Associação Médica Brasileira, Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública e diplomado pela ESG (Escola Superior de Guerra) no Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia.


Olá Cláudio.


Em primeiro lugar minhas desculpas pela demora em responder.

Aconteceu o seguinte: quando abri as imagens das ilustrações fui pego de surpresa por uma associação de idéias, daquelas que afloram do subconsciente de maneira inopinada e sem que tenhamos pedido a opinião dele.


No meu caso foi :"Asterix" e você perguntaria - Sim, e daí?


Também não sei responder, mas ao olhar seus desenhos senti como se estivesse abrindo um livro do Asterix (uma explicação: sou fã dos desenhos em quadrinhos pela síntese de idéias que o artista consegue através de uma expressão plástica).


Resolvi aguardar e revisitar as imagens outras vezes até encontrar o ponto de convergência entre Talia, Ky e Vercingétorix.


Acredito que entendi a minha associação de idéias ao encontrar o ponto comum: Asterix e os gauleses são desenhos de alta qualidade artística, apresentados não como historinhas de jornal de domingo, mas como uma obra para ser lida, guardada e apreciada e também, e principalmente, expressos em um traço personalíssimo - onde quer que se os vejam, são reconhecidos.


Da mesma forma, Talia e Ky não precisam de outra assinatura além de suas próprias imagens
.


Conclusão: ao pensar em Asterix em verdade imaginei um outro possível livro no mesmo nível de qualidade artística, com a mesma qualidade de apresentação e com um estilo tão marcante que absorve o nome do autor e passa a ter vida própria.


Será que poderíamos imaginar Geínha divulgada através de uma obra precursora?


Um grande abraço. Idavan.


RESPONDI (CCDB) SOLICITANDO QUE IDAVAN CONFIRMASSE O TIPO DE LIVRO QUE SUGERE, INDIQUEI AS PÁGINAS DESTE SITE QUE MENCIONAM REVISTAS EM QUADRINHOS E OBTIVE A SEGUINTE RESPOSTA:


A idéia que me ocorreu seria sim de uma publicação à parte: da obra original transcrita para a linguagem visual própria dos quadrinhos ou servindo-se do original como linha temática a ser desenvolvida sem compromisso com uma conclusão formal.

Naturalmente que, neste segundo caso, seria necessária uma primeira publicação que servisse como introdução ao tema, sendo as demais apresentadas como histórias fechadas, com principio, meio e fim, porém sem esgotar o tema.


Dentro daquela dualidade básica da literatura - forma e conteúdo, quando se poderia citar Machado de Assis como o mestre da forma e a história em quadrinhos como uma síntese do conteúdo que chega ao ponto de abandonar a linguagem literária convencional pela visual, creio que essa forma seria interessante para aproximar o leitor que é apresentado à riqueza de conteúdo de sua obra com uma forma literária a principío inesperada na medida que introduz um novo vocabulário na língua original da obra.

 

Guimarães Rosa fez algo semelhante, diferenciando-se apenas por acreditar no entendimento intuitivo do leitor, mas custou a ser aceito.


Para finalizar e, talvez, explicar outra possível origem da idéia, lembro que um dos grandes incentivos para vir a ler os originais de muitas obras, foi a oportunidade de, na infância, ler "livros" em quadrinhos com titulos do tipo Robson Suíço, Invanhoé, Miguel Strogoff - o Mensageiro do rei, Marco Polo, etc.

Eram publicações de boa qualidade que eu guardava e relia periodicamente.

Com elas eu aprendi que livros grossos e pesados poderiam ser muito bons.

Até hoje continuo lendo livros grossos e pesados sem dispensar a leitura diária da página dos quadrinhos do jornal.


Um grande abraço.


Idavan.

Nota primeira de CCDB sobre a opinião de Idavan Ricciardi: pelo texto da mensagem, a idéia veio a Idavan sem que houvesse lido as páginas deste site onde apresento sugestão similar, sobre a publicação de meus livros em revistas em quadrinhos. Idavan respondia apenas a uma das minhas mensagens aos amigos, onde solicito a visita às novas páginas de ilustrações que venho inserindo aqui enquanto ilustro a obra Geínha. Portanto, eis mais um exemplo daquelas coincidências especialíssimas, que venho analisando na página mais visitada deste site, Nem plágio nem coincidência.

Nota segunda de CCDB sobre a opinião de Idavan Ricciardi: fui eu próprio, e não Idavan, quem fez questão de colocar as suas qualificações em seguida ao seu nome, no cabeçalho desta opinião, qualificações essas que valorizarão muito esta página perante os editores - a quem este site se dirige - embora o próprio texto de Idavan, por seu profundo e sábio conteúdo, o qualifique sobremaneira.


43 - Opinião de Mário Pacheco sobre as ilustrações para o Livro Nono de Geínha

Cláudio

Toque de mestre.

Quanto ao site, está perfeito - na forma da comunicação, na paica, nos títulos, nas apresentações - sabemos que vc faz o site com a máxima atenção aos visitantes - imagino vc no meio dos números dos acessos vendo de cada ponto do globo onde as pessoas estão surgindo dentro de Géa - Geínha.

Os comentários são muito legais; li o do Jeff Mcarty e daquele rapaz que já idéia feita sobre vc há 40 anos, também vi o produtor  que trabalha numa mesa CCDB. O comentário que mais gostei foi da sua filha, Kate.

Quanto às 62 novas ilustrações (fora os parágrafos), são reinterpretações, pinturas da alma e agradeço vc por tê-las feito; pelo simples motivo de existir, elas são reais num misto de imensidão, sem esquecer a atmosfera do espaço - nisso seus quadros nos remetem aos mestres dos contos de ficção científica e dependendo do olhar ali há pop arte e até cinema do godard - este foi o rápido comentário.

44 - Opinião de Getúlio Mac Cord sobre as ilustrações do Livro Nono de Geínha

----- Original Message -----
From: GetúlioMacCord
To: Cláudio César Dias Baptista
Sent: Monday, July 09, 2007 9:58 PM
Subject: Re: ccdb + email do uol

Prezadíssimo Cláudio
 
Estou, mesmo, impressionado. Seu trabalho é de um fôlego e de um talento impressionantes e inesgotáveis.
 
Tem mais: continue assim!!!
 
Um abraço
 
Getúlio

45 - Opinião de Marconi Ricciardi (que hoje vive na Austrália) sobre as ilustrações do Livro Nono de Geínha, com minha resposta logo abaixo (CCDB - 11-07-2007)

Oi, Cláudio, Amigão!
 
Obrigado por me mandar o link para as novas ilustrações!
 
Estive trabalhando todos os dias lá na loja e ainda não tinha tido tempo pra olhar.
 
Bem, as ilustrações estão obviamente superiores. Muito legais, mesmo! Algumas (ou várias) são dignas de serem emolduradas e expostas em galeria de arte. Falo sério, mesmo!
 
Mas, pra não perder o hábito, vamos às discordâncias...:) :
 
O seu progresso como ilustrador se faz notar muito mais do que a mudança de computador ou programa, mas infelizmente Você não deixa isso ser sentido naturalmente. O que quero dizer é que não gosto da maioria das legendas das ilustrações.
 
Vamos ao que eu não gosto, então: 
 
1- Não gosto que Você chama as "pessoas vivas e existentes" de bonecos de computação gráfica. A palavra bonecos então é  horrível, tem conotação de brinquedinho!!!! Quebra toda a mágica.  Faz com que as ilustrações percam o movimento, elas ficam estáticas.
 
2- Não gosto que Você realça o fato de que as ilustrções tem novas expressões. Explica o que não precisa e mais uma vez tira o movimento e fantasia da coisa toda. Antes de ler a legenda da figura 19, eu recebi a emoção que Talia estava sentindo, percebi que ela se assustou, se espantou e até mesmo, de uma maneira que não sei explicar, tal qual nos gibis de histórias em quadrinhos, ví o movimento do espanto. Ví Talia levantando os braços e abrindo a boca. Por isso a legenda que diz "(apresentando nova expressão, a de espanto, sua boca bem aberta e os olhos arregalados)", além de ser desnecessária, tira a gente da abstração do momento. Não sei se estou exagerando porque acho que todo mundo vai ter a mesma reação que eu, ou se é mesmo uma coisa só minha. Comparo isso às legendas que colocam nos museus e galerias de arte, logo abaixo das pinturas, como por exemplo "Óleo sobre tela"... Cara, isso pra mim, mata tudo. Aquele momento especial de abstração total que vivemos enquanto estamos percebendo um obra de arte não tem nada há ver com o mundo daqui de fora. Na verdade, isso vulgariza e equaliza tudo que já foi feito em óleo sobre tela. Não é arte, é simplesmente pigmento colorido num pedaço de pano. Seja Da Vinci, Renoir ou um moleque de 6 anos de idade, é tudo óleo sobre tela.

 

3- Não gosto da legenda da figura 2 "Eis Talia, agora com uma nova pele, muito mais natural, onde se vêem sardas, pintas (com o formato do Cruzeiro do Sul para lhe indicar a origem) e mesmo um certo rubor de juventude." Cara, essa eu acho que não sei explicar, mas vou tentar: É mais ou menos o seguinte, a pele, dentro do contexto era natural até eu ler a explicação de que a nova pele era muito mais natural com sardas e etc. Depois que eu li, voltei à figura pra observar estes detalhes, e pensei: não, não é natural, é um desenho e eu já vi imitação de pele muito mais natural que essa. Por favor, não estou querendo só criticar e sei que estas últimas palavras são um pouco rudes, mas foi mesmo o primeiro pensamento que me veio a cabeça. Pensei a mesma coisa dos cabelos e pêlos, quando realçados em legendas de outras ilustrações.
 
Conclusão, acho que as ilustrações estão do caralho, mesmo. Acho que  meu pai tem razão (Você deveria fazer histórias em quadrinhos, de Géa, Geínha, ou qualquer outra coisa). Mas, quando leio um gibi, eu não quero saber qual papel, lápis ou apontador que o cara usou. Não quero nem saber que é um gibi. Entro naquele mundo de verdade. Por isso adorava ler o cebolinha, quando morava no Brasil. Voltava a minha primeira infância, uma das fases mais legais da minha vida.
 
Na verdade, acho que isso diminui a obra assim como diminui as suas ilustrações. Traz pro mundo real, sai da fantasia, traz pro mundo técnico, sem arte, sem graça, sem movimento.
 
Abração do seu implacável amigo,
 

Átila "Marconi" o Huno

P.s.: Têm duas linhas azuis saindo do rosto da Talia, na altura dos olhos, na ilustrção 18. Estão lá por engano?

E eis minha resposta ao Marconi:


Oi, Marconi, Amigão!
Obrigado pela mensagem, na qual não existe discordância alguma, pois você nela expressa exatamente o que penso e sinto, mas não o que faço...
 
Como pode ser isso?
 
Pode, porque os textos se dirigem (e isso não escrevi neles, para que fosse sentido por quem de direito...) aos editores!
 
Aprendi na prática que os editores (com raras excessões* que ainda estou pra descobrir...)* são tapados, precisam de ter na frente do nariz a explicação de tudo e que não sentem coisíssima nenhuma quando vêem ilustrações, a não ser que estão trabalhando no que não gostam e que querem ver tudo nos conformes, explicadinho - e geralmente só em papel impresso. Já é uma obra de grande inspiração, de profundíssimo insight, de coragem empreendedora, um deles ir olhar ilustrações e textos no site.
 
Mas os textos são também para as pessoas que as estatísticas me revelam como novas (e bem numerosas) freqüentadoras do site. Estas, pode parecer incrível, são... as que se interessam em criarem ilustrações em seus computadores, e entre elas há amadores e profissionais.
 
A palavra "boneco" é jargão nesse meio. Foi para tais pessoas que (argh!) eu escrevi tal palavra - o "argh" é para a palavra; não, para as pessoas, que muito prezo. E esperei que as outras, feito você, a quem o site não é formalmente dirigido - mas o é amorosamente - notassem que fiz questão de reduzir a importância das ilustrações perante os textos, chamando-as do que realmente são: "bonecos", sem movimento, e limitadíssimas.
 
Há mais um motivo para a minha postura ao comentar as ilustrações - além do exposto acima e o de que não quero, como fiz coas de Géa, revelar mais partes do texto de Geínha do que as cento e dezesseis páginas da amostra em PDF já o fazem no site: essa postura é totalmente diversa daquela em que apresento os livros e os textos - essa postura é... humilde! Ela reconhece as limitações do artista que ilustra as obras, tanto como artista quanto como usuário de equipamento e de programa de computação gráfica assaz limitados - acabo de receber mensagem de alguém que tinha uma ótima estação de trabalho e militava profissionalmente no ramo, a quem solicitei permissão para incluir tal mensagem na página das opiniões, e essa pessoa confirma como é difícil ilustrar a esse nível com o equipamento ruim que possuo.
 
Quanto às linhas sobre a face de Talia, foram esquecidas ali, sim. É que meus olhos são o que você sabe, e simplesmente não as vi. As mantas de hemorragia que me fluem sobre a visão de um para outro lado, e aquela visão sentimental que busca na personagem o que eu gostaria de ver me enganaram, ocultando tais linhas que, agora notadas por você, me saltam aos olhos mais do que o resto da imagem. Obrigado por me avisar - estarei corrigindo isso assim que possa.
 
Que acha de eu colocar esta sua mensagem e a minha resposta, integralmente, na página Opiniões? Que se danem os editores!!!*
 

Um abraço do amigo

Clavdivs "Connan" - o bárbaro!

*Nota de CCDB sobre a grafia "excessões": para quem não tenha "sacado", o meu erro na palavra exceções foi proposital, para sublinhar a excessiva "tapadice" daqueles editores...

*Nota de CCDB ao EDITOR: o editor que houver chegado ao ponto de ler a minha resposta inteira ao Marconi, logo acima, demonstra um estudo profundo, incomum e louvável deste sítio e não merece as observações generalizadas, contidas em tal resposta. Caso esse editor - uma exceção... tenha condições e deseje, é com ele que eu gostaria de publicar os meus livros. 12-07-2007.

Nota de CCDB sobre os textos das ilustrações do Livro Nono de Geínha: além dos motivos que justificam esses textos na minha resposta ao Marconi, informo que foram escritos em seguimento às páginas "Ky: amo perdidamente minhas personagens", "Novo Rá", "Nova Talia", "Novíssima Talia" e "Talia expressiva"; portanto, para quem estude este site como ele merece e conheça tais páginas, bem como as datas de suas publicações, tais textos coerem perfeitamente com a história e o objetivo dessas ilustrações. 12-07-2007.


46 - Opinião de Edgar Silva

Olá Cláudio;

Estou começando a ler aos poucos...(conforme o meu tempo disponível...).

Andei vendo as ilustrações...e realmente com o setup que vc possui atualmente, é muito trabalhoso produzir este tipo de aplicação gráfica...(ah... minha workstation Silicon graphics...rs rs rs!).

Admiro muito o seu trabalho e empenho em produzir uma obra com estas proporções...

Ótimo trabalho!

Seu amigo e admirador.

Edgar


47 - Opinião de Idavan Ricciardi (ver opinião 42, acima)

Olá Cláudio.
Você sempre me surpreende.

Essa supresa é quase ofensiva por pressupor o descrédito na capacidade do autor, mas a verdade é que comecei a olhar as ilustrações do livro e me apercebi apreciando a exposição da obra de um artista plástico.

Voltei atrás para ver as ilustrações dos primeiros livros e, como você mesmo vem observando, os desenhos vêm sendo progressivamente aperfeiçoados, porém o que mais me chamou a atenação foi a tendência das ilustrações caminharem de representações de objetos e personagens para a de idéias.

A composição impecável chama a atenção.

Os desenhos: Geínha-livro 8 - f 5; Geínha livro 9 - f 7 - 8 - 9 - 14 - 43 - 57 e 58 tomaram todo o tempo que eu deveria ver tudo.

Consegui salvar as imagens na maior resolução e, depois, aumentei para 2.500 x 3600 pixels no Photoshop. Ficaram muito boas.

De propósito evitei ler as legendas, para permitir à imaginação viajar.

Quando é que você vai programar uma exposição dos seus trabalhos?

Um abraço.

Idavan

Minha resposta a Idavan:

Olá, Idavan!
Olhe, pra falar a verdade, mereço esse descrédito, já que meu passado em nada me indica a que alguém, em sã consciência, espere de mim senão o que as pessoas me viram fazer toda a minha vida, no campo dos instrumentos musicais e do áudio. Quem imaginaria, pois, que eu escreveria possíveis clássicos e me poria a ilustrá-los? Vezes até eu mesmo não acredito... ;-) Portanto, nenhuma ofensa! e só mesmo gratidão e felicidade pela sua franqueza e clarividência.
 
A exposição que posso fazer é o site... Nem mesmo dinheiro para papel comum e tinta de impressora a gente vem tendo, pra imprimir os livros que escrevi (um deles em co-autoria com o meu filho Rafael), e as ilustrações seriam bem mais caro de imprimirem-se, por causa das cores e a tinta colorida a preços estratosféricos. Mesmo assim, agradeço a visualização dessa exposição*.
 
Um forte abraço do

Cláudio!

*Nota de CCDB: por falar em exposição de meus trabalhos, que tal este, criado numa sexta-feira treze (13-07-2007), a ser publicado entre as ilustrações do Livro Décimo de Geínha?

Nota de CCDB: há opinião de Idavan na página Opiniões sobre )que(


48 - Opinião de Marcelo Soares - jornalista

 Prezado Cláudio,

É certo que Géa precisa ser lida com uma apreciação crítica mais adequada à seriedade da sua dedicação à obra. A apreciação crítica é o oxigênio da criação. Ainda não li a obra, mas conheço o rigor com que você trabalha sobre ela. Infelizmente, porém, no Brasil aparentemente não existe hoje uma publicação apta a esse tratamento.

As publicações culturais brasileiras são demasiado próximas da agenda de divulgação das grandes editoras, gravadoras e produtoras. As melhores fazem um bom trabalho na apreciação crítica do que já passou pelo filtro corporativo das grandes editoras (Record, Cia. das Letras, etc), que já é um material volumoso, mas não demonstram disposição de reservar alguma atenção ao que está fora desse filtro. E há muita coisa interessante feita fora desse filtro – Géa, por exemplo, entre muitas outras coisas.

Penso aqui numa grande amiga minha, chamada Angélica Freitas. Ela é uma poeta de dedos cheios, mas praticamente apenas os amigos conheciam seu trabalho até que ele foi publicado por uma grande editora de poesia. Ao ser publicado, tornou-se nacionalmente conhecido. A qualidade do trabalho dela (ótimo, por sinal) não mudou nem um pouco – o que mudou foi que sua obra passou pelo filtro das grandes editoras.

Outra vertente que pode manifestar interesse em relação ao seu trabalho é a das publicações dedicadas à indústria pop: revistas de música, etc. Aí, porém, além da proximidade à agenda dos grandes produtores, essas publicações acabam enfocando principalmente os personagens dessa indústria pop. Invariavelmente, como houve com a matéria da Bizz, essas matérias serão condicionadas às "lendas urbanas" que se criam em torno dos personagens envolvidos. Pouca apreciação crítica se dá à obra em si.

Um bom exemplo é o que aconteceu recentemente com Paul McCartney. No ano passado, ele completou 64 anos e lançou um novo disco. Li todo tipo de matéria a respeito, e a maior parte delas fazia trocadilhos com a canção “When I'm 64”, falava sobre o rumoroso divórcio do ex-baixista dos Beatles e lembrava o boato de que ele teria “morrido” no final dos anos 60. Pouco vi de apreciação do disco – que, afinal, é o que ele está fazendo hoje em dia.

O cantor Ian Gillan, do Deep Purple, está escrevendo um livro sobre a política britânica. Pelo que conheço a respeito das idéias dele sobre o assunto, será um livro muito interessante. Mas duvido que ele tenha uma recepção crítica adequada. Aposto quanto você quiser que as matérias sobre o assunto girarão em torno do incêndio no cassino de Montreux em dezembro de 1971, que deu origem à composição "Smoke on the Water"; das famosas brigas de Gillan com o guitarrista Ritchie Blackmore; do fato de ele continuar tocando rock mesmo sendo um sessentão. Do conteúdo do livro, porém, certamente pouca coisa será dita. Assim como pouca coisa além de adjetivos foi dita a respeito dos últimos discos que ele lançou com sua banda e dos últimos shows que fez no Brasil.

Há 12 anos, quando comecei a trabalhar em jornal, aprendi que o que é rotulado como “cultura” nos jornais é basicamente artes e espetáculos. Mas, cada vez mais, trata-se da lógica do espetáculo.

Forte abraço,

Marcelo Soares.


49 - Opinião de Fernando de Almeida - Editora Trip - sobre as ilustrações do Livro Décimo de Geínha

Tá ótimo Claúdio! Belo Trabalho!
 
Abraços
 
Fernando de Almeida
Pesquisa de Imagem - Editora Trip
e-mail: fcambetas@trip.com.br
tel: + 55 11 3898 8267

50 - Opinião de Júlio C. Martins - Professor da UFES (no curso de Comunicação Social) de Produção de áudio e pesquisador em comunicação e semiótica na linha acústica e percepção sonora. Mestrado em comunicação e semiótica na PUC/SP (jcms1506@terra.com.br) - além da Opinião número 59, mais uma de JM, veja a Opinião número 78, mais abaixo nesta página, onde converso com JM sobre a publicação dos meus livros em tiragem limitada que ele se oferece para custear - adenda de CCDB em 15-03-2009


"............Tenho visto as ilustrações.
Estão muito bem feitas... Muito bonitas e algumas impressionantemente belas...
Fico imaginando quantas horas de trabalho têm consumido...
Meus parabéns. ............."


51 - Opinião de Suzana Jardim (PNOB - www.pnob.com.br) sobre a reportagem no Jornal da Tarde sobre meus livros e minha pessoa - CCDB 01-09-2007

NOSSA CLÁUDIO!!
que honra heim
Parabéns
vc verá que logo vai acontecer de vc publicar
queria ganhar na sena
nem que fosse um tantinho
juro que eu publico vc com grana
e ficarei milionária junto com vc!! rs
guenta e cuida do coração
muitas emoções estão por vir
então prepare-se rs
bjks
suzy

52 - Opinião de Zé Oliboni, responsável pelo Pop Balões (http://www.popbaloes.com) sobre a reportagem no Jornal da Tarde sobre meus livros e minha pessoa - CCDB 01-09-2007

Parece que você está entrando nos radares da imprensa, quem sabe logo
a Folha e o Estado não vão aí falar com você. Uma matéria na Ilustrada
pode garantir a projeção necessária para alguma editora publicar Géa.


53 - Opinião de Marconi Ricciardi sobre a reportagem no Jornal da Tarde sobre meus livros e minha pessoa - CCDB 01-09-2007

Li a reportagem e achei a mais bacana de todas. Parece mesmo ter sido feita por uma jornalista profissional. Uma que, provavelmente, já passou da fase de ter que provar que sabe escrever ou que tem alto nível intelectual ou espiritual para compreender o que Você diz. Isso gerou uma reportagem sem opiniões pessoais do repórter, como deveriam ser todas, como também, um texto objetivo e que, em poucas e corriqueiras palavras, fez pessoas de todos os níveis intelectuais entenderem a mensagem com simplicidade.


54 - Opinião de Jeff McCarty, cineasta hollywoodiano, sobre as ilustrações do Livro Onze de Geínha. Novo e-mail: crackersred@gmail.com

----- Original Message -----
Sent: Tuesday, September 11, 2007 8:45 PM
Subject: Re: in the site! - CCDB

Dear Claudio,

Great designs...your best yet, and I'm not just saying that to be nice.  I really think you've improved phenomenally since the designs I criticized in the past, especially when it comes to your human characters.  There is such a greater range of depth and expression than before, although I still think you could develop even farther...

I like Obor enormously!  And Toxia's designs are exquisitely rendered!

Also, your work with color, light, and shadow is becoming downright beautiful!  Keep up the good work..

Much Love,

Jeff

Nota de CCDB em 2008: mais sobre Jeff McCarty, tropicalismo e meu livro "We, Mutantes"


55 - Opinião de Sergio Sacco e sua esposa Liz sobre as ilustrações do Livro Onze de Geínha

Bom domingo

Ontem eu já tinha visto esta página.
Gostei das imagens.
O estilo está amadurecendo, ganhando mais simpatia sem perder as características.
Gostei da folhagem das arvores.
O mais interessante é o figurino. Muito original, muito apropriado para cada personagem.
Seu talento de figurinista está ameaçando seu talento de escritor !
A Liz achou bem oriental o traço das imagens, sem ser Mangá.

O melhor tempo de carga da página das miniaturas foi 42 segundos, e várias vezes levou mais de 2 minutos.
A impressão é que o servidor está muito congestionado.

Sergio

 


56 - Opinião de Cowboy Alysson Jr. Técnico de Nível Médio em Máquinas e Motores - Escola Técnica Federal CSF (Maracanã). Engenheiro Operacional Mecânico (não reconhecido pelo MEC) - Escola Técnica Federal CSF (Maracanã). Estudioso do áudio, com vários cursos completos. Professor de Física e Matemática nos Colégios: Associação dos Servidores Civis do Brasil-MV1-Opus-João Lira Filho-outros; e nos Cursos Pré-Vestibulares: ADN-MV1-Grupo TED de Ensino-Associação dos Servidores Civis do Brasil-outros. Músico Profissional e Empresário.

----- Original Message -----
From: Alysson Jr
To: ccdb@ccdb.gea.nom.br
Sent: Friday, October 05, 2007 9:20 AM
Subject: Meu Mestre

Grande Mestres dos Mestres!


Quanta saudade de Mar do Norte!


Eu,pobre mortal, irei para o paraíso um dia...mas os "Mestres" já moram nele.


Caro Mestre...perdão pela ausência de mais de quatro anos, mas foi exatamente há esse tempo, que pela última vez, entrei no Site GÉA.


É que uma febre maculosa, seguida de uma pneumonia dupla me tiraram do cenário da Educação por um longo tempo.


Mas Deus reviu os seus cálculos e aumentou um pouco mais o meu prazo de validade.


Por isso, o tempo para mim hoje é muito precioso.


Só agora, após todo esse tempo de recuperação (que ainda me traz seqüelas), é que tive a oportunidade de comprar outra vez um computador e voltar a ativa.


Mas durante esse tempo, sempre fiz questão de fazer menção a o seu trabalho entre meus alunos.


Eles sim, visitaram freqüentemente o GÉA.
Nessa semana, na minha primeira entrada de INTERNET, fui direto para o Site GÉA para ver como andam as coisas.


Mas para minha grande surpresa e tristeza... tive a sensação de que o Sr. ainda está lutando.


E eu me perguntei :
Meu Deus, por que esse Gênio ainda continua trabalhando tanto ?


Aonde ele ainda se abastece de energia para ir em  frente contra todo esse Sistema ?


Por que o "Grande Mestre" deste País, ainda não está com sua obra traduzida em diversas línguas e sendo convidado para a "Academia dos Imortais" ? O que está faltando?
Por que seu trabalho já não está sendo reverenciado, pelo menos, como o de "Monteiro Lobato" ?
Por que ainda não virou seriado de TV ?


Mestre... são perguntas como essas, que há 55 anos neste País, eu nunca obtive respostas.
Fico imaginando se o Sr. tivesse nascido nos EUA, Inglaterra, França... aahh, como as coisas seriam diferentes.


Os livros já estariam nos quatro cantos do mundo, filmados por Holywood, seriados por revistas em quadrinhos, vídeos,  jogos virtuais, e...

Deus deve ter uma explicação para tanta incoerência, e quando eu chegar lá em cima, ele vai me explicar tudo direitinho.


Mas "Mestre"... tenha o Sr., a absoluta certeza nisso que agora lhe digo.


Enquanto esses que "fazem parte dessa massa", e aqueles que sempre governaram este País, vão passar sem desenhar um risco na existência desta civilização... o "Grande Mestre dos Mestres" já escreveu com "pena de diamante" e "tinta de ouro líquido" a sua própria história no "Livro dos Tempos" deste Planeta.


O Sr., meu Mestre, já não morre mais... já reservou pra si a eternidade da vida que todos sempre almejam.


Parabéns pela sua conquista companheiro de luta.


Fico feliz e honrado por poder dizer que vivi no mesmo século de Cláudio César Dias Batista (CCDB).


E como diz a letra da música...

"...ceiling on Silver Boy...ceiling on by...your time has come to shine...all your dreams are on their way...and see how they shine...if you need a friend ...I will ceiling right behind...like a bridge over troubled watter..."

Meu Mestre... enquanto houver algum sopro de existência nas minhas narinas, tenha certeza que estarei ao seu lado, navegando contra tudo e contra todos.


Aceite por enquanto esta contribuição parca do apoio espiritual, e tenha a certeza de que "O Grande Mestre" conta agora com mais um, ajudando nesta luta, para se somar aos muitos que certamente estão na mesma intenção.


Um grande abraço apertado, do eterno discípulo,

Cowboy Alysson Jr.


Minha resposta ao Alysson Jr.:

Oi, Cowboy Alysson Jr.!!!

.

Olhe lá esse "Mestre"; hem? Sou sempre e apenas um eterno APRENDIZ. Mas agradeço muito a mensagem tão linda e sincera, que me dá aquela força sobre cuja origem você indaga, ao escrever: "Aonde ele ainda se abastece de energia para ir em  frente contra todo esse Sistema ?". É a Força atemporal, que nunca se desgasta e nos flui de outros corações. É a que gerou o trabalho Géa. É a própria Géa...
 
Mensagem como a sua não tem resposta, senão pela própria vibração da força, dirigindo-a de volta a você, aumentada pela minha ressonância e a minha gratidão.
 
Um forte e animadíssimo abraço, do amigo que não esquece,
 

Cláudio

.


57 - Opinião de Zé Oliboni - responsável pelo Pop Balões (http://www.popbaloes.com)

Ola Cláudio
 
sempre tenho a esperança de que Géa será publicada.
 
As ilustrações estão bem bacanas como sempre. Gostei em especial da de Héracles, ficou uma composição bem bacana.
 
continuamos na luta, sempre que encontro alguém ligado ao mercado editorial falo de seus livros, peço para visitar o site.
 
Eu tenho essa expectativa de que se pessoas suficiente estiverem sabendo e falando sobre o assunto será inevitável a publicação de Géa.
 
[]s
 
zé oliboni

58 - Opinião de Kathy Dias Baptista, minha filha. Formada em Comunicação Empresarial, Assessora em Gestão Educacional. Publicação: Trabalho de Conclusão de Curso TCC - Título: Estratégias de Comunicação Digital do Terceiro Setor

Olá, Pai, tudo bem?

 

Vi as ilustrações, elas são maravilhosas e combinam perfeitamente com a idéia principal dos livros. Inovadora e surreal, a última versão de Ky é a melhor.

 

Acredito na proposta de ficção, e tenho certeza que em breve este livro estará publicado, e vou além, creio que se tornará um filme e espero que de produção nacional, reconhecido mundialmente.

 

Amo vocês!

 

BJS

 

Kathy

59 - Opinião de Júlio C. Martins sobre as ilustrações de meus livros - Júlio C. Martins é Professor da UFES (no curso de Comunicação Social) de Produção de áudio e pesquisador em comunicação e semiótica na linha acústica e percepção sonora. Mestrado em comunicação e semiótica na PUC/SP (jcms1506@terra.com.br)

Olá cláudio,

como vai?

Fico feliz de ter ajudado... e que os aparelhos estejam sendo úteis.

Olhei as ilustrações.

Sempre que as olho sinto um certo estranhamento
pelo estilo não convencional, que foge do "perfeitinho", do lindo e maravilhoso,dentro do padrões convencionais que estão na cultura.

Vê-se que são ilustrações dentro de um estilo próprio que vc mesmo criou e que por isso mesmo nos deixa sem parâmetros para comparação.

A mídia nos ensina que isso é ruim. O bom é ter algo com o que comparar.

Mas isso nos tira um coisa preciosa, que é o aprendizado de coisas novas com palavras novas, conceitos novos, imagens novas, sem lançar mão de comparações para satisfazer a nossa (natural) preguiça de contruir novos significados.

Isso é mais um ponto a seu favor.

As ilustrações dirigem nossa percepção à construção de imagens tal e qual vc visualizou.

Parabéns pelo trabalho. Somente com muita dedicação e determinação se pode levar a cabo uma tarefa como esta.
 
Um grande teórico da Semiótica, Charles Sanders Peirce, já dizia que é preciso inventar palavras novas para conceitos novos para evitar que a nossa preguiça mental utilize conceitos empoeirados nas nossas "prateleiras mentais" para expressar novos significados.
 
um grande abraço.
 
Júlio C. Martins

60 - Opinião de Jeff McCarty, cineasta hollywoodiano, sobre as ilustrações do Livro Doze de Geínha. Novo e-mail: crackersred@gmail.com

----- Original Message -----
Sent: Tuesday, October 16, 2007 12:29 PM
Subject: Re: in the site!!! - CCDB

Dear Claudio,


................(parte pessoal, retirada)......................


I just looked at your illustrations for the Livro Doze de Geinha, and I was captivated by the interesting fusion of Greco-Roman mythology with the mythology you created for "Gea". Atlas, Medusa, and Zeus being cut in half....whoa! is Zeus actually bisected by Ra! What a crazy inversion of Zeus's omnipotence as King of the Gods! And on Mount Olympus, nonetheless!


Aside from the characters from mythology of old, my current favorites remain Obor, Toxia, and of course...Octopoeta, one of the most original and exciting creations of all time!


Great work, my friend...if only I had the time to improve my Portuguese and understand better the captions beneath each illustration.


................(parte pessoal, retirada)......................


Much Love,
Jeff

Nota de CCDB em 2008: mais sobre Jeff McCarty, tropicalismo e meu livro "We, Mutantes"


61 - Opinião de Claudio José Dias Batista - advogado, jornalista e empresário. Pós-graduado pela Brigham Young University em Política Americana. Há 14 anos
desenvolve o estudo genealógico da família Dias Batista. O trabalho reúne quase 8 mil nomes, alcança o século IV da era cristã e inclui mais de 150 reis europeus e até Maomé o fundador do islamismo. Acompanha a trajetória de CCDB desde os primeiros artigos para a Revista Nova Eletrônica na década de 70. Há algns anos confirmou o parentesco com CCDB, travando desde então contato pessoal com o autor de Géa.


 

----- Original Message -----
From: "Claudio Dias Batista" <diasbatista@ml1.net>
To: "Cláudio César Dias Baptista" <ccdb@ccdb.gea.nom.br>
Sent: Sunday, October 28, 2007 12:16 PM
Subject: Re: Todas no site!!! - CCDB

Oi Claudio,

Obrigado pelo email.

As novas ilustrações são fascinantes. Vi todas de Géa e Geínha.

Gostei da sobreposição de imagens reais com 3d. Achei interessante a ilustraçao de Gia amamentando Rá onde aparece um Ankh. Não consegui identificar se é real ou imagem sobreposta.

Também gostei das ilustrações em que aparece a escada e a casa, no Livro Onze. Mostrei para as crianças e elas reconheceram imediatamente.

As ilustrações do Livro Primeiro mostrando detalhes das naves remetem minha mente aos anos 70, quando eu dava os primeiros passos na eletrônica, totalmente autodidata, lendo artigos seus na NE.

É interessante esta relação UFO x civilizações antigas x eletrônica e para mim ainda mais interessante a mistura com elementos genealógicos.

Estive na pirâmide do Sol, no México em maio e refleti sobre seu trabalho. Tiramos fotos lá com a Sophia, nossa sétima filha que você ainda não conheceu. A Cléo estava grávida quando estivemos aí e não sabiamos! Interessante como os conceitos de macro e micro cosmo, encaixam-se.

Aida não sei o alcance e a repercussão na eternidade em tê-lo conhecido pessoalmente. O fato é que me alegro muito em receber notícias de você e ver que seu trabalho com Géa prossegue.

Tenho algumas fotos suas da nossa visita aí. Não lembro se lhe enviei.

Estou pensando em disponibilizar toda a genealogia da nossa familia num site. Sabe quanto custa para hospedar e quanto trabalho dá? Vai ocupar um bom espaço pois tenho fotos de muita gente.

Um abraço,

Claudio

Minha resposta a meu primo e xará - CCDB


Oi, Claudio.
Eu é que agradeço, e profundamente, a sua atenção ao meu pedido e a ótima resposta. Obrigado!

O nome de sua filhinha, Sophia, é muito querido para mim, porque a filha do
meu grande amigo ..........(dados pessoais, suprimidos).

O Ankh é em parte um objeto material, uma corrente com a Cruz Ansata de
prata, que presenteei à Giza quando a conheci e ela nunca mais tirou, e em
parte um desenho meu em 3D sobreposto à imagem da foto. O conjunto é o
símbolo dos Galácticos (personagens de meus livros, pertencentes a uma
grande Ordem Mística, que abrange a Galáxia e além)...

Uma das imagens de Giza amamentando Rá (a colorida em cores solares) é da primeira mamada. Aquela em que você viu o Ankh é bem posterior - e recortei a foto, inserindo-a num ambiente interior do clíper cósmico Altaré.

Você deve ter notado que as ilustrações com sobreposição de imagens são
principalmente as dos primeiros livros de Géa. Isso foi proposital e também
eventual. Proposital porque eu sabia que o meu equipamento e os programas de computação gráfica ao meu alcance evolveriam durante o trabalho tão longo a que me propunha, o de criar perto de mil e quinhentas ilustrações, para Géa (então já escrita) e para Geínha (que, quando iniciei as ilustrações de Géa, só se inscrevia em minha mente). Proposital, ainda, porque, sabendo disso, entendi que estaria fazendo nas ilustrações o mesmo que no texto de Géa: uma evolução progressiva, natural, da complexidade do meio, simulando a evolução da complexidade nos seres; até que, no final (como ocorre na última ilustração de Géa, que é aquela onde Giza aparece no meu colo, perto da mesa de áudio que construí para ......dados pessoais sobre terceiros, suprimidos........................), retornaria ao princípio, às ilustrações com imagens sobrepostas, mas já a perpassar num
nível superior, simbolizando a espiral da evolução (e, não, fechando um
círculo de sisifismo, ou - também não - representando a cobra Uróboro, com a cauda na
boca).

Gosto muito, feito você, daquela escada. Sempre procuro fazer o melhor; mas, no caso da escada, fui feliz, porque havia um material de 3D bem adequado e consegui aprimorá-lo com os reflexos "raytrace". Que bom as crianças reconhecerem! Brindemos então a Santos=Dumont, o pai do projeto da escada!...

Gostaria muito de receber as fotos de sua viagem ao México! mas teria de ser em CD ou DVD, tal como, da vez primeira, enviou-me as de sua excursão
marítima e as que tirou aqui. Meu endereço está logo abaixo da minha
assinatura, nesta mensagem. Com a minha conexão discada e falha, não me é possível ver imagens em sites, via Internet.

Sim, misturo eletrônica, óvnis e genealogia - e tanta coisa mais... - em
meus livros. É um dos motivos pelos quais sou incapaz de resumi-los para os
editores, os repórteres e os interessados, e acabei criando (e continuo a
criar) um site assim grande, para ao menos tentar...

A lembrança dos artigos na NE me felicita. Que bom terem sido úteis a você!

Tenho um provedor de hospedagem cujo atendimento de suporte é assaz
lacônico, mas o preço de hospedagem bem barato, o que é bom para sites
grandes. Chama-se ..............(dados sobre terceiros, supressos). Pode dizer a eles que eu indiquei e elogiei o trabalho do funcionário chamado................. (idem)......... .

Vi com meu filho na Internet um site, apenas, com preço inda mais baixo que o da (............) por megabyte (infelizmente o Rafael não está aqui para informar o nome desse site neste momento); porém, como não conheço o atendimento, não posso recomendar. A (.............) hospedou o meu site em plano Windows pela vez primeira, e isso já foi UM SEXTO do custo de hospedagem, por megabyte, em comparação ao custo e hospedagem do mesmo site no ............ (atendimento ótimo, mas preço elevado). Com a mudança do plano Windows para plano Linux, o site ampliou-se muito, e o preço continuou o mesmo. Se não me engano, acabou ficando por um trigésimo do que me custava no (.................)!

Seria muito legal ver um site como o que você pretende fazer - a gente aqui
vive imaginando como seria termos conexão rápida de Internet, porque com a discada tem sido impossível viajar em sites que contenham imagens - até
mesmo o nosso próprio. Levaríamos literalmente alguns dias para revisarmos
todas as nossas imagens, e temos contado com a ajuda de amigos, no Brasil e no exterior, para policiarem o site CCDB - Géa (www.ccdb.gea.nom.br)...

Você me autorizaria, por favor, a publicação desta sua mensagem e de parte desta minha resposta (fora o que informo sobre os provedores, que seria
propaganda num caso, e contra-propaganda no outro, e eliminada a parte em que narro a saga de [................], bem como os meus endereços) na
página "Opiniões sobre Géa e Geínha"
(http://www.ccdb.gea.nom.br/opinioes_sobre_gea.html)? Se você preferir, por qualquer motivo, modificar a mensagem especialmente para isso, por favor,
faça-o - todavia, acho excelente como está.

Em caso afirmativo, por favor, diga-me como deverei colocar o seu nome no cabeçalho da mensagem ali publicada (veja, se tiver um tempinho, como tenho feito com os nomes dos outros opinantes) - peço isso para poder informar corretamente as suas qualificações profissionais e quaisquer outras que você porventura ache oportunas inserir. As qualificações são úteis para dar mais peso às opiniões a quem não conhece os opinantes; e, pois, úteis ao propósito do Movimento Géa - não seriam, portanto, um ato arrogante de sua parte; sim, um pedido meu de ajuda.

Também me alegro sobremaneira por tê-lo conhecido e em saber do seu
interesse no meu trabalho em prol do Brasil, de nosso idioma e da
humanidade - em proveito deste escritor e a família também; por que não?...

O mesmo abraço, do

Cláudio


62 - Opinião de Louisa Savignon - estudante... de tudo que é bom - em 17-11-2007 (apenas a parte da mensagem relativa a Géa)

lslepri@hotmail.com

....

Poxa Té, muito me dói olhar sempre que me sento nessa cadeira do computador pro CD do Géa (sim, deixo ele aqui do ladinho pra estar sempre com suas vibrações...) e pensar que ainda não PUDE por em prática a leitura por essa porcaria de falta de tempo. A idéia é colocar o CD, apagar as luzes (rs), e começar a leitura com 100% de atenção. Já deixei certo que nessas férias terei meu horário Géa para isso, e pretendo te escrever sempre depois de cada "sessão". Minha idéia é ler conjutamente com o Med também, acho que isso enriqueceria ainda mais pra nós dois. Obviamente não aguentei esperar e já dei uma olhada em parte do material (todos, do Geínha, do )que( e do Gravação Profissional também), pra matar uma curiosidade e pegar um olhar ABRANGENTE sobre a sua obra, de modo que eu aos poucos e com grande ajuda vinda desse nosso carinhoso contato vá formando sua imagem - da maneira mais real possível - de artista e escritor. O que posso te adiantar é que estou adorando o que vi! Não mais por enquanto rs. Vamos fazer do jeito certo...

....

Louisa Savignon


63 - Segunda opinião de Louisa Savignon - estudante... de tudo que é bom - em 03-12-2007 (apenas a parte da mensagem relativa a Géa)

lslepri@hotmail.com

....

Esses dias duas meninas da minha sala na faculdade vieram aqui em casa pra fazermos um trabalho, e enquanto esperávamos outras duas aproveitei e comecei a falar de Géa para elas. Peguei o CD que você me mandou, fui abrindo os livros, ilustrações, abri o site, li algumas das poesias... Elas ficaram chocadas! Não esperavam algo do nível que viram, realmente. Ficaram boquiabertas quando abri o Livro Treze, nos empolgamos lendo vários dos termos lá contidos. Se impressionaram com as poesias, e eu fui falando o pouco que já pude absorver de tudo a elas, foi muito legal. É a primeira vez que pude ver a reação de pessoas "de fora" que tiveram esse contato com Géa, e te digo com completa segurança que é positiva: há interesse, há admiração, curiosidade. A pessoa sente que está diante de algo grandioso! A única coisa que notei de talvez um pouco negativo foi, talvez porque são mulheres, se assustaram um pouco com as ilustrações. Uma delas comentou: "poderiam ser feitas à mão as ilustrações, ficaria mais interessante." (Te conto tudo isso pra você saber o que completos ignorantes no assunto Géa sentem ao ter o primeiro contato com a obra, acredito que seja de grande valia pra você). A idade delas acho que também importa, uma tem 20 e a outra 18. ....

Louisa Savignon

......................................................................

Nota de CCDB: Louisa tem dezenove anos.

Minha resposta a esta parte da mensagem ótima de Lu - CCDB

Obrigadíssimo por essa apresentação às suas amigas e pelo retorno que me dá com o resultado. Agora quem não pode imaginar é você... mas sei que pode. Também acho as ilustrações tudo isso que suas amigas acharam. Aliás, logo no comecinho de Géa, você verá, se inda não viu, um texto pequeno, com formato de crânio, assim:

"Na falta do próprio Gustave Doré para ilustrar Géa,

contemple, Leitora, Leitor, meu Agradecimento Galáctico a ele:

 

De quem será,

senão de Gustave Doré,

aquele cérebro, onde cada célula

da massa cinzenta possuía uma pena,

o sangue era de nanquim e o papel,

a imensa abóbada óssea do crânio?".

 

Aqui na mensagem, o crânio ficou espichado na vertical, por causa do espaço exagerado entre as linhas, que não consegui eliminar.

Como vê, ninguém mais do que eu gostaria de ter as ilustrações desenhadas à mão! E cheguei até a criar um livro (!), um manual de instruções, manuscrito com esferográfica, com mais de cem páginas e com anotações coloridas, detalhando todas as possíveis ilustrações a serem criadas por um futuro ilustrador. Isso foi antes de eu mesmo começar a ilustrar Géa e meus outros livros. Ainda tenho esse livro para fornecer a quem venha a ilustrar Géa como se deve. Espero que as minhas palavras em laranja, no começo da página Direto às ilustrações, no site, sirvam de desculpas minhas a suas amigas, pelas ilustrações que eu mesmo fiz... Tem mais um montão de comentários meus sobre as minhas pobres ilustrações no site, em diversas páginas. Peço desculpas outrossim porque minhas mãos, um dia aptas a desenhar (e até que razoavelmente) não mais o são, por causa das contraturas de Du Puytren. Talvez eu tivesse tentado, como Lobato fez em certos livros seus, da série literária. Mas ele não conseguiu, e talvez também eu não pudesse. Com certeza não, se comparado a Gustave Doré.


64 - Opinião de Henrique Medina - Guitarrista e Estudante de Design - henriquemedina87@hotmail.com

Subject: Meu Deus!

 


Olá Querido Té!
 
Escrevo este e-mail para te contar uma experiência que tive ontem à noite.
 

Ontem assisti junto com alguns amigos à primeira parte do DVD da Rita que foi lançado estes dias ( A Lu* ganhou de Natal ).

Nesse primeiro documentário ela fala bastante sobre a época Mutante e um pouco da pós-Mutante.

A parte que mais me marcou foi a que ela fala de CCDB; sim, eu já tinha lido sobre, mas foi muito maior ver e ouvir a Rita falando de você - porém tudo isso foi só o que nos levou à experiência mágica.

Depois do DVD o assunto CCDB continuou, eu falava o pouco que sei do Géa para meus amigos e os deixava cada vez mais supreendidos com o assunto.

Não sei se deveria, mas falei sobre o prefácio de Sergio Sacco - Eu estava muito empolgado, falando e fazendo gestos, quando cheguei na parte em que você aponta a direção do sol Rá para Sergio...

Eu apontei o céu para representar aquela cena aos meus amigos - e as luzes da casa da minha vó se apagaram durante uns três segundos.

Na hora em que isso aconteceu, meus amigos me olharam chocados com aquela situação; fiquei um pouco perdido com aquilo e não consegui falar nada - eu imaginava a cena em que Rio das Ostras se apagou e ao mesmo tempo tudo se apagou de verdade.

Enfim, quem apagou as luzes da casa foi outro amigo meu, que não estava participando da conversa e sem querer apertou o interruptor errado. Ele não entendeu o porquê da nossa euforia, não entendeu até eu explicar o que ele tinha feito sem querer!
 
Esse momento me marcará para sempre!

Um Abraço do Med no Mágico CCDB!

Viva Géa!
 

* Nota de CCDB: a respeito de "Lu": ver mensagem número 63, pois é a mesma pessoa a quem Med se refere.

Minha resposta ao Med:

Olá, Med Querido!

Acabo de ler e chamei Giza e Rá para lhes reler esta sua mensagem, que é demaaaaaaaaaais...
 
Você me permitiria colocá-la na página "Opiniões sobre Géa e Geínha", no meu (nosso) site???
 
Acho que "Geárion", o qual para mim se chama (nome secreto de uma entidade incorpórea), esteve fazendo das dele aí na casa da sua vó e andou guiando o dedo do seu amigo...
 
Enfim, Géa se envolve naquela Magia - a de verdade, que a Verdade é.
 
Não sou eu o mágico, não, Med. Ou, melhor: todos somos mágicos; e quando nos pomos no lugar e na hora certa, a Magia só pode mesmo é fluir por nós.
 
Essa Magia tem também outro nome: chamo-a de Géa!
 
Viva Géa, sim!!!

Superabraço do amigo

Té!

65 - Opinião do cineasta hollywoodiano Jeff McCarty sobre a reportagem de Marcos Bragatto no Rock em Geral sobre meus livros. Novo e-mail: crackersred@gmail.com

----- Original Message -----
From: "Crackersred" <crackersred@earthlink.net>
To: "Cláudio César Dias Baptista" <ccdb@oi.com.br>
Sent: Saturday, February 16, 2008 12:59 PM
Subject: Re: New Reporting! - ccdb

Dear Claudio,

Excellent! Marvelous! Beautiful! Congrats to Marcos Bragatto for picking such a fine subject as CCDB and "Gea" to report about! May the reportings continue to mount as a stairway ascends into heaven...

Much Love,
Jeff

Nota de CCDB em 2008: mais sobre Jeff McCarty, tropicalismo e meu livro "We, Mutantes"


66 - Opinião de Henrique Medina - Guitarrista e Estudante de Design sobre a página "A organização deste site" - henriquemedina87@hotmail.com

Sent: Friday, February 29, 2008 1:51 PM

Olá querido Té!

A Organização deste site

Olá Querido Té

Acabo de ler ''A organização deste Site''. Esse texto me trás de volta um sentimento recente, um sentimento que você me ensinou a perceber.

Acredito que essa sensação já fazia parte da minha vida, mas hoje eu a conheço melhor porque aprendi a enxergá-la.

Esse texto fala de algo que vai muito além das teorias e regras que as pessoas aprendem em seus meios profissionais e que de certa forma limitam um pouco suas visões.

Quando você fala da organização do site; eu sinto que para designers, advogados, administradores, hackers, programadores e etc.. seria difícil compreender (sentir) o motivo – acredito que os profissionais dão um '' Zoom'' apenas nas coisas que fazem parte da sua área e depois julgam de acordo com seu foco.

O conceito do site (Este site é para SER) anula qualquer teoria que poderia ser aplicada por qualquer um destes profissionais citados acima. Este sentimento que você passa no texto é muito superior, uma visão muito maior e muito mais bonita.

Adorei o Texto, obrigado por mais este!

Um abraço com muito sentimento do atrasado*

Med.

*Nota de CCDB: com "atrasado", Med se refere a e-mails que ele estará me respondendo..


67 - Opinião de Henrique Medina - Guitarrista e Estudante de Design sobre a LEITURA DE GÉA - henriquemedina87@hotmail.com

(de 12-03-2008)

........extraída a parte pessoal da mensagem...............

Eu continuo respondendo os e-mails atrasados e hoje lerei o Géa - É uma delicia ler o Géa - só não estou conseguindo estabelecer um ritmo legal. Vou me organizando com o tempo.

........extraída a parte pessoal da mensagem...............

Med.


68 - Opinião de Dr. Renato Topan, Professor de Direito, sobre o capítulo "O Cartão", do livro )que( - e sobre minhas obras em geral.

----- Original Message -----
Sent: Thursday, April 17, 2008 2:08 PM
Subject: Re: O Cartão - ccdb

Cláudio, desculpe a demora no retorno, mas acabei lendo outros trechos de suas ricas obras.
 
Parabéns, é um testemunho impressionantemente realista e bem humorado, narrado pelo peticionário, solicitante, requerente, pedinte, suplicante do sinistro Judiciário brasileiro, monopolista da distribuição da Justiça!  
 
Tem autorização para incluir nos comentários sobre o capítulo.
 
Renato Topan
Professor de Direito

69 - Opinião de Henrique Medina - Guitarrista e Estudante de Design sobre a LEITURA DE GÉA - henriquemedina87@hotmail.com

----- Original Message -----

From: Lu e Med
Sent: Monday, June 23, 2008 3:24 PM
Subject: Géa

Oi, Querido Té!
 
Estou lendo Géa neste momento. Faço uma pausa para escrever.
Estou na página 60 - sim, não li muitas páginas ainda, foram apenas 60 alegrias das 3940 que me esperam. Alegria não é a palavra certa, Géa mexe com todas as minhas emoções e sentimentos, até mesmo com a tristeza.
 
Sinto que Géa é uma obra infinita, ou melhor, Géa vai além das 4000 páginas escritas por você. 
Música, Dança, Teatro, entre outras manifestações artísticas, também serão Géa.
Talvez outras pessoas também sintam essa necessidade de ''desabafar'' (artisticamente) as emoções que o livro transmite. Quem sabe algo parecido com o Atlantes não se concretize aqui no planeta Terra.
 
Minha Mãe passou aqui no meu quarto enquanto eu lia, para me dar tchau antes de trabalhar. Ela deu uma rápida olhada na tela e me perguntou ''O que é Geóctone?'' Expliquei para ela sobre o Glossário, e ela ficou muito surpresa com o Géa. Não me conforma uma editora ainda não ter lançado esta obra.
 
A Monografia de Clausar (capítulo V) mexeu bastante comigo. De certa forma Clausar é um grande amigo meu também.
;)   - o sofá ''vermelho'' está ai em Rio das Ostras? Tento imaginar qual é sua cor hoje, mas você diz ser indefinida, Como você mesmo disse, a cor vermelha tem mais facilidade de se perder.
 
Quero só ver a reação da Lu quando ela entrar no mundo Géa.
 
Querido Té, preciso ir agora!
Obrigado por Géa
 
Um abraço ao Três em Um, Tè! Que nunca estará só...
 
Med

Minha resposta ao Henrique Medina:

Oi, Med querido!
Olhe... esta sua mensagem vou colocar na página "Opiniões sobre Géa" - se me recordo bem, você me autorizou para quando eu achasse oportuno e sem consultar. Claro... se você achar melhor, avise e retiro imediatamente da página.
 
Farei isso porque a mensagem é magnífica e poderá ajudar a convencer os editores, tão tardios e faltos em responderem.
 
Então, quando a página da leitura completa ficar pronta, esta mensagem também estará lá - aliás, editarei também ela e lha enviarei.
 
Obrigado, meu amigo! Nem sei como responder o que não tem resposta. Mas tentarei.
 
Sim, talvez algo como os Atlantes surja por aqui, na Terra. Ou os Etéreos, que é o cognome dos Atlantes quando tocam na Terra - o Livro Décimo de Géa explica isso. Por esse motivo é que a música-título do LP (naquele tempo ao qual os Atlantes viajaram inda não havia CD e muito menos DVD) é "Éter".
 
Legal a sua mãe se surpreender com Géa. Dê um respeitoso abraço meu a ela, por favor.
 
As editoras são assim mesmo. Porém até eu, que fui editor, não esperava tanta demora e tanto medo por parte delas. Um editor, procurado por aquele ex-Leitor da Revista Nova Eletrônica que pretendia ser meu agente literário, disse a esse ex-Leitor literalmente que tinha medo de mim! Se pensarmos bem, talvez esse editor tenha motivo, por causa da aura do LSD* (quem o não experimentou nos sente uns alienígenas, fácil nos chama de loucos, viciados ou traficantes e tem medo de sequer estudar - não digo experimentar, pois não recomendo - mais isentamente a questão). Outra coisa temível para eles é o misticismo e também a minha carreira aventurosa nos palcos. Você que é músico sabe tudo isso muito bem. E se somarmos o meu sucesso nos empreendimentos já realizados, então nasce uma espécie diferente de medo, aquele que alguns têm dos alienígenas ou das potências estrangeiras: o medo do desconhecido poderoso, do superior... O medo de certos animais perante o homem. E o medo traz o ódio irracional. Esses editores não sabem que sou Um com eles, que não sou superior, que eles mesmos podem (e deveriam) descobrir o que descobri e usar isso em prol de todos e de si mesmos - isso lhes daria mais coragem até.
 
Sim, a Monografia de Clausar mexe coa gente. Melhor ainda se soubermos que eu próprio escrevi uma parecida, quando passei por experiência similar. Mas lembre-se da página "O objetivo deste site", daquele meu alerta pra não confundirmos as personagens de Géa com seus similares terráqueos. "- Eu não sou Spock!" - exclamou Leonard Nimoy - e CCDB diz: "- Eu não sou Clausar."...
 
Um dos meus livros conta a história do sofá vermelho, desbotado... você quer mesmo saber desde já o que aconteceu com ele? Se quiser, diga na mensagem seguinte e lhe contarei. Ou espere pra saber e "curtir", lendo os livros! :-)
 
Também quero ver a reação da Lu... (oi, Lu!) Mas ela é que sabe das prioridades; não quero apressá-la. Deve ler se e quando tiver vontade e tempo.
 
O mesmo abraço dos três e do um pra vocês oito (três mais um pra você e três mais um pra Lu...)!
 
Que Géo o escute; e eu nunca esteja deveras só, porque, mesmo com o que sei e sou, vezes passo bem perto de estar.
 
Obrigado pela presença a meu lado, Amigo!

Té!

Nota de CCDB: "Té" é o meu apelido.

* Para quem não conheça a minha história e a do conjunto musical que fundei com Raphael Vilardi, e para quem não tenha lido as outras páginas deste site, como por exemplo Reportagens e em especial a mais visitada, Nem plágio nem coincidência, informo: ninguém mais do que eu, com um irmão queridíssimo quase morto por causa da ingestão de LSD combinado com problemas afetivos, CONTRA-INDICA, DESACONSELHA, o uso do LSD. A obra Géa traz muito mais detalhes, baseados em fatos reais, sobre esse assunto - e este é um dos motivos pelos quais a desejo publicada. - CCDB


70 - Opinião de Alexandre Souza

----- Original Message -----
From: "Alexandre Souza"
To: <ccdb@ccdb.gea.nom.br>
Sent: Tuesday, June 24, 2008 9:21 PM
Subject: Humilde agradecimento

    Caro amigo Claudio (sim, amigo! Depois de tanto aprender e me divertir
com seus escritos, como nao chama-lo de amigo?)

    Gostaria de muito humilde e educadamente agradecer pelos seus incriveis
escritos sobre audio e eletronica em geral os quais acompanhei (as vezes
meio que sem entender, mas sempre me esforçando e quase sempre conseguindo)
durante toda a minha infancia e adolescencia. Sou leitor da Nova Eletronica
desde o numero 1 e, até doar minha coleção para um outro jovem começando nos
agradaveis caminhos da eletronica, lia quase que diariamente os seus artigos
nao apenas para relembrar os bons tempos mas tambem para aprender e me
divertir um bocado. Parece que cada vez que lia seus artigos, conseguia
absorver mais alguma coisa, mais algum detalhe, e posso dizer que muita
coisa do meu conhecimento devo a voce, CCDB. Vou gastar um bom tempo lendo
seu site, mas nao podia perder a oportunidade de me comunicar com um dos
verdadeiros idolos da minha juventude.

    Um grande abraço e caso permita, mando em um segundo e-mail o link do
meu site onde talvez encontre coisas interessantes. Nao mando agora em
respeito ao vosso pedido que, no primeiro e-mail, nao enviasse links ou
coisas do genero

    Alexandre Souza
    PU1BZZ

Minha resposta ao Alexandre Souza:

Caro amigo Alexandre!
Mensagem como esta sua é um bálsamo para as feridas que a luta de buscar
editores para os meus livros me causa. Obrigado.

Tenho uma coleção completa da Nova Eletrônica aqui em casa. Ela está num
quartinho atrás da casa, cheio de marimbondos e outros bichos ferozes... Mas
vai se mantendo inteira. Tomara que alguém mais conserve uma assim, quem
sabe digitalize os meus artigos e, com a autorização de Leonardo Bellonzi
(dono da extinta EDITELE - NE), os republique, pois tanta gente ainda os
quer ler.

Fico sinceramente feliz em saber que meus artigos o puderam ajudar um pouco.
E principalmente me felicito pelo sucesso que você parece ter feito e que
espero conhecer visitando o seu site.

Por favor, mande-me o endereço do site, para que eu o digite no campo do
browser e o percorra, já que links eu jamais clico - não por desconfiança em
amigos feito você; sim, pelos sabidos hackers que perseguem as pessoas de
sucesso.

Gostarei muito de receber sua opinião sobre o que gostar e o que não gostar
no meu site www.ccdb.gea.nom.br. E desde já solicito a sua autorização para
colocar não apenas esta sua mensagem na página "Opiniões sobre Géa" como as
vindouras, que porventura me escreva e se liguem ao site etaut (meu
neologismo, na obra Géa, para o maligno "e/ou") a meus livros.

O mesmo abraço, muito agradecido, de seu amigo

Cláudio


71 - Opinião de Luciano Pereira da Silva - Lifesound Amps

----- Original Message -----
From: "Luciano Pereira da Silva" <luciano@lifesound.com.br>
To: <ccdb@ccdb.gea.nom.br>
Sent: Friday, September 05, 2008 1:31 PM
Subject: Minha história com a sua colaboração

Prezado CCDB

Gostaria de lhe contar um pouquinho da minha vida, na qual o senhor fez e faz parte.

Desde muito cedo tive interesse pela música e pela eletrônica. Ao terminar a oitava série, resolvi que meu futuro seria trabalhar com eletrônica e comecei meu curso técnico em uma escola aqui no Rio Grande do Sul, em Novo Hamburgo.

Nesse tempo também comecei a ouvir bastante Rock Progressivo, Yes, ELP, Rush e bandas brasileiras, entre elas os Mutantes.

Um dia estava folheando algumas revistas de eletrônica no laboratório da escola e encontrei um artigo interessante sobre um compressor de áudio pra guitarra. Foi umas das minhas primeiras montagens.

Aquele artigo me despertou duas paixões: Eletrônica e Música.

A partir daí passei a perseguir as revistas Nova Eletrônica da biblioteca e fiz praticamente todas as montagens que eram publicadas. Todo número que mencionava CCDB eu lia. Lembro-me como se fosse hoje do artigo sobre as caixas CCDB Blitz já mencionando Clausar e Géa.


E o tempo foi passando, acabei meu curso de eletrônica e comecei a trabalhar numa empresa que instalava equipamentos para teatro. Mas nunca abandonei a música, continuei montando equipamentos de aúdio, formei uma banda onde eu tocava contrabaixo.


Sempre levei uma vida humilde, nunca tive dinheiro pra comprar equipamentos caros, então eu mesmo fazia os pedais, amplificadores, ...


Há alguns anos comecei a fazer amplificadores valvulados pra guitarra. Como toda pessoa que tenta empreender alguma coisa no Brasil, foi duro, assim como é até hoje.


Humildemente eu acompanho a sua trajetória e com ela me identifico.


Eu corri atrás de um sonho, passei muitas dificuldades, deixei de pagar contas pra comprar válvulas, deixei de dormir pra fazer desaparecer aquele ruído que aparecia nos falantes.


Eu também tenho uma esposa abençoada, seu nome não é Dalgiza, mas também é uma guerreira, seu nome é Rosa. Ela faz os gabinetes dos meus amplificadores. Monta a madeira, arredonda, reveste, faz os acabamentos (coisa que eu nunca faria tão bem quanto ela).


Ela está sempre ao meu lado, meu porto seguro, minha vida. Chamo ela de VIDA e ela me chama assim também. Tanto que o nome da nossa marca de amplificadores é LIFESOUND. Uma homenagem e ela, que me apoiou, que passou dificuldade comigo, que passou privações comigo pra que esse nosso sonho hoje fosse realidade.


Ela me deu 2 filhos lindos também, o Lucas hoje com 6 anos e o Rafael hoje com 1 ano. Sei que os dois, assim como seu Rafael, irão um dia continuar o que estou começando agora.


Eu admiro CCDB por tudo que fez pela música no Brasil e muito mas muito mesmo pelo sonho realizado de Géa. É difícil imaginar alguém nos nossos dias, percorrer um sonho por 10 anos. Na era do e-mail, celular, orkut, ... 10 anos é mais que a eternidade.


Estou escrevendo pra lhe agradecer por tudo, eu acredito que o que tenho hoje na minha vida, em parte foi sua responsabilidade. O senhor pode não ter pensando nisso, mas influenciou muita gente, onde me incluo.


Quero do fundo do coração lhe dizer muito obrigado, agradecer a dona Dalgiza e o Rafael por terem lhe apoiado no seu sonho.


Eu quero lhe ajudar de alguma forma, gostaria que me dissesse qual. Quero ajudar a projetar Géa pra onde a obra merece.


Eu tenho a muito tempo pensado em ajudar alguma instituição. Acho que serei egoísta e ajudarei uma instituição que me ajudou a ser o que sou hoje. A instituição CCDB.

Um grande abraço de seu admirador

Luciano P Silva
Lifesound Amps


Minha resposta ao Luciano:


Prezado Luciano:
é com muita emoção que leio esta sua mensagem ótima, cheia de coincidências
entre a sua vida, a minha e as de nossos entes queridos. Muito obrigado, do
fundo da alma, por escrevê-la! E não precisa me chamar de "senhor", que o
espelho me diz isso todo dia, e eu gosto de ser apenas o Cláudio, ou o
CCDB - como preferir - um seu amigo.

A ajuda que você pode me dar não será financeira, porquanto sua mensagem
informa que tem dificuldades como as nossas. Embora já me ajude, e muito!
com esta sua mensagem - que peço sua autorização para colocar na página
"Opiniões sobre Géa e Geínha" ou na página-cópia do Livro de Visitas, ambas
do meu site www.ccdb.gea.nom.br - você me poderia ajudar divulgando meus
livros, indicando a visitação do meu site a amigos e conhecidos. Também
poderia me ajudar se escrevesse aos editores, sugerindo a publicação de
minha obra ou de parte dela, que eles podem conhecer se lhes indicar o
endereço do meu site, em cuja página index (a verde-amazônica) há um link
para a Turnê rápida pelo site para editores.

Caso você me autorize a publicar esta sua mensagem, por gentileza,
permita-me abrir parágrafos nela e retocar alguns caracteres que me chegaram
errados. Em caso afirmativo, por favor, diga-me como gostaria que eu
colocasse as suas qualificações ao lado do seu nome, bem como o seu endereço
e-mail e o de seu site, se achar que não há problema em apresentá-lo. Para
ver como é isso, observe a página "Opiniões sobre Géa e Geínha", pois lá os nomes de
alguns opinantes aparecem com as qualificações e os endereços, quando me
autorizaram isso.

Visitei o seu site (www.lifesound.com.br), donde extraí este "comprovante"
de visitação: "A missão da Lifesound é a satisfação do cliente a um custo
viável,". Perdão por não navegar no site inteiro, porque minha conexão à
Internet é discada, lentíssima e muito falha. Mas com o que vi no seu site
já o posso parabenizar - Parabéns!

Informo que já escrevi várias vezes a todos os editores brasileiros e
portugueses (no total aproximadamente mil editores), propondo-lhes a
publicação de meus livros em papel impresso (em formato eletrônico não me
interessa publicar os livros, antes de os publicar impressos). Vários desses
editores se interessaram, e alguns estão a estudar o DVD com a obra completa
que lhes enviei. Mas sempre seria oportuno alguém, que não eu próprio,
sugerir a publicação aos editores, porque eles dão mais valor à palavra
dos Leitores que à dos autores.

Para você escrever aos editores, há uma série de sugestões minhas, que você
poderá encarar como "normas", expostas na página mais visitada do meu site,
"Nem plágio nem coincidência". Nessa página,
você achará com a ferramenta de busca do browser o subtítulo "Você pode
ajudar
". Nesse subtítulo estão as orientações sobre o que poderá fazer pela
publicação de meus livros, escrevendo para os editores.

Rolando a página "Contato", você
descobrirá vários parágafos, cada qual expondo uma das maneiras de me
ajudar. Esses parágrafos contêm links para lugares do mesmo site em que cada
tipo de ajuda está definido, como por exemplo: compor músicas para meus
livros, depositar dinheiro na conta de poupança, doar aparelhos para que eu
e Rá possamos trabalhar melhor nos livros e no site, escrever aos editores
propondo publicação de meus livros, criar qualquer tipo de obra relacionada
a meus livros (dança, teatro, cinema - tudo de tudo mesmo serviria, seria
sinérgico).

Seja qual for a forma de ajuda que você preferir, peço-lhe encarecidamente
que não se prive nem aos seus entes queridos de qualquer bem ou quantia
significativa, cuja falta lhes causasse dificuldades maiores do que as
existentes.

Tenha a mais plena certeza de que já me está a ajudar muito com esta sua
mensagem, a qual conservarei sempre comigo.

Aceite os melhores votos de sucesso para você, Rosa, Lucas e Rafael, bem
como para a Lifesound Amps!

Um forte abraço, do
Cláudio!


72 - Opinião de uma das mil editoras brasileiras e portuguesas às quais enviei cerca de três mil mensagens em 2008: a editora adorou a obra e a achou muito interessante. Como não me autorizou a publicar-lhe o nome, aqui vai apagado - mas tenho-o à disposição de qualquer editora interessada em publicar-me a obra, para comprovar. - CCDB

 
----- Original Message -----
From: (endereço da editora, que apaguei por não ter autorizado a publicação aqui - CCDB)
Sent: Wednesday, July 23, 2008 1:18 PM
Subject: Re: o DVD chegou? - CCDB

Pode fica tranquilo quanto ao sigilo do seu original, inclusive muito interessante,
adoramos, pena não se enquadrar à linha Editora.
 
Conforme solicitado, já destruímos o dvd. Obrigada por tê-lo enviado.
 
Atenciosamente,

(assinatura da responsável pela editora, que apaguei por não ter autorizado a publicação aqui - CCDB)

 

Parte da minha resposta à editora da opinião número 72 - CCDB

 

Prezada (aqui apaguei o nome da responsável pela editora):

..............
 
Que bom terem adorado os meus originais, em sua editora!
 
Pena mesmo que não se enquadrem na linha editorial - mas gostaria de aproveitar a oportunidade para lembrar ou sugerir, não só como autor mas como editor, que linhas editoriais devem alterar-se em função das obras e do mundo, caso contrário se partem, com prejuízo por vezes fatal à editora.
 
Se eventualmente a (nome da editora, que apaguei) quiser ampliar a linha editorial, o que seria ótimo para todos, por favor, não se esqueça de mim. Caso eu até lá não tenha conseguido editor para os meus livros (nem resolvido publicá-los eu mesmo), espero contar com seu chamado!
 
Grato por tudo e com os melhores votos de sucesso para a sua editora,
 
Atenciosamente,

Cláudio

 


FUTURA LOJA VIRTUAL DE CCDB, DALGIZA E RDB - Ó EDITORES! AINDA É TEMPO DE PUBLICAREM NOSSOS LIVROS!
Nota importante, editores, para esta página de Opiniões sobre Géa e Geínha: como vemos na mensagem logo acima (número 72), a obra é adorável e muito interessante na opinião dessa editora - e não é a única que a gostaria de publicar, se pudesse. Vemos também que os editores já vêm aceitando os nossos livros em DVD, sem aquela exigência de lhes fornecermos amostras em papel impresso - isso é fruto do que este site solicita. O problema de não estar publicada até agora não se acha na obra; sim, nas dificuldades do ramo editorial, nas limitações das editoras, máxime ao pé de obra tão vasta e importante. Fui editor e sei muito bem dessas dificuldades. Os poucos anos desde que concluí Géa, Geínha e )que(, bem como a nova versão de CCDB - Gravação Profissional em co-autoria com meu filho RDB são quase nada, comparados ao que outros autores (ou seus descendentes) tiveram de esperar para verem seus livros em público. Porém, como informo nas CCDB Notícias e noutras páginas deste site, não ficarei parado aguardando que os editores resolvam investir nos meus livros: estou preparando uma loja virtual com meu filho Rafael (RDB); e, se os editores não publicarem em papel impresso os nossos livros até que a loja fique pronta, nós mesmos os lançaremos (o que não impede a publicação conjunta ou posterior em papel impresso pelos editores que os venham a poder publicar). Nossa preferência, de RDB, de Dalgiza e minha, é a publicação de nossos livros em papel impresso; por esse motivo não nos apressamos no lançamento da loja virtual, e também porque (tal como a maioria dos editores que vimos procurando) é preciso capital para investir, e nossa situação é a descrita na página Doações, deste mesmo site. Nada nos falta descobrir na parte técnica da programação, na parte comercial, na parte da segurança contra pirataria, na parte fiscal e em tudo mais para que a loja seja lançada; todos os recursos de computação se acham em nossas mãos e sabemos perfeitamente como criá-la e pô-la no ar. Embora necessite de capital, como afirmei, o investimento não é grande para lojas virtuais e está em nossas possibilidades lançá-la assim que esteja concluída e supertestada - tenho todas as páginas de Géa, Geínha e )que( prontas para subirem à loja e estou adiantado na preparação das páginas (com nova atualização) de CCDB - Gravação Profissional. Em outras páginas deste site (como em CCDB Notícias supracitada) informo aos editores que, se um deles quiser publicar-nos os livros e não aceitar que lancemos a loja virtual, esta NÃO será lançada, porquanto preferimos a publicação em papel impresso; todavia, se a loja virtual já estiver no ar, não a retiraremos - nesse caso, talvez o editor de livros impressos aceite algum tipo de parceria com nossa futura loja, ou entenda (como é de meu pensamento) que livros para leitura on-line ou para baixarem-se aos computadores e e-books não competem com os mesmos livros publicados em papel impresso; sim, uns ajudam a venda dos outros, gerando extrema sinergia. - CCDB 14-01-2009



73 - Esta é a MINHA opinião sobre editores apressados e desatenciosos, demonstrada na troca de mensagens a seguir - CCDB

Conquanto eu esteja todo feliz e positivo a dizer SIM a vários editores mui bem-educados e atenciosos e lhes enviando DVDs com meus livros, também sei dizer NÃO e - tal qual os editores escolhem os seus autores - ESCOLHO OS MEUS EDITORES!
Eis a série de mensagens que troquei com um editor de Portugal a quem neguei o envio do DVD com a minha obra completa pelos motivos que se esclarecerão ao ler-se a troca de mensagens a seguir (nas quais o nome da editora, do seu responsável e os endereços apaguei por questão ética - mas que tenho ao dispor de outros editores em caráter sigiloso para comprovar) - CCDB


Resposta do editor em questão à minha mensagem geral, enviada a ele e a mil outros no Brasil e em Portugal, cada mensagem ajustada específica e atenciosamente - no caso de editor português, tratando-o por "Excelentíssimo Senhor", como é de praxe, e concluindo com "Os melhores cumprimentos", idem - a cada editor):


Caro autor,
no sentido de melhor avaliarmos a possibilidade de edição solicito que envie os seus originais em resposta a este mesmo email, ou em alternativa para:

(nome da editora, que apaguei - CCDB)
A/c: (nome do responsável pela editora, que apaguei)
Apartado (número que apaguei)
(código postal e "morada", que apaguei)
Obrigado
(nome do responsável pela editora, que apaguei)

Para qualquer esclarecimento adicional queira por favor contactar com:
(nome do responsável pela editora, que apaguei) - Telf. (telefones e endereço e-mail do responsável pela editora, que apaguei)

 

Minha primeira resposta a esse editor (aceitando o tratamento mais pessoal, que ele iniciou):

 

Caro Sr. (nome do responsável pela editora, que apaguei):
muito grato pela resposta. Fico feliz com o interesse de Editora (nome da editora, que apaguei), por meus livros.

Minha mensagem a sua editora data de dois meses atrás. Como não recebi resposta imediata, ofertei meus livros a outros editores. Um deles, em Portugal, já está a analisar-mos. Mais dois, no Brasil.

Porém, como até agora não obtive resposta afirmativa desses editores, caso a Editora (nome da editora a cujo responsável aqui me dirijo) se interesse na análise da minha obra e tenha tempo de responder-me antes desses editores, terei prazer em lhes enviar um DVD com todos os meus livros, conforme expliquei na mensagem anterior.

É crucial deixar claro que não tenho recursos para financiar parte ou o todo da publicação, devendo todo o investimento correr por conta da editora.

Eu gostaria, por gentileza, se possível antes de lhe enviar o DVD, de receber informação sobre os termos contratuais de praxe em sua editora e se estudariam os meus requisitos, conforme se apresentam nas páginas do site www.ccdb.gea.nom.br, indicadas na mensagem anterior, em especial nestas: (http://www.ccdb.gea.nom.br/o_objetivo_deste_site.htm) e (http://www.ccdb.gea.nom.br/requisitos_contratuais.html). Embora existam requisitos sine qua non na página
"O objetivo deste site" (link acima), terei prazer em conversar até mesmo sobre eles com o senhor e sua editora.

Peço-lhe ainda que me informe sobre a história, o alcance, os objetivos e a diretoria de (nome da editora), que não descobri no site. Achei somente os objetivos do (outra empresa ligada à editora), mas não de (nome da editora).

Gostaria, ainda, que nossa comunicação vindoura fosse mais rápida, porque uma espera de dois meses até obter resposta prenuncia demoras em próximas mensagens e dificuldades por achar-me noutro país.

As solicitações acima se devem a ter sido eu um editor e me interessar em previsão das possibilidades editoriais de meus livros, aos quais dediquei os últimos quatorze anos desta vida, e também ao fato de que essa dedicação, assumida também por minha família, nos colocasse na situação financeira descrita em (http://www.ccdb.gea.nom.br/doacoes.html).

O envio de um DVD é a única maneira viável de lhes apresentar minha obra, a qual é vasta e não poderia ser remetida por Internet. O custo da remessa do DVD a Portugal é elevado, para minhas possibilidades; porém, eu lhe enviaria com imenso gosto tal DVD, caso tenha as questões acima em breve respondidas, pois estaria certo da possibilidade e cheio de esperança na publicação de meus livros por (nome da editora).

Com os melhores cumprimentos,
Cláudio
Cláudio César Dias Baptista - CCDB
Escritor, Ex-fundador e Diretor Geral da EDITELE - Nova Eletrônica
ccdb@ccdb.gea.nom.br
(meu telefone, apagado para este site)
Cx. Postal 110279 - Ag. Correios 50301659
CEP: 22290-000 - Rio das Ostras - RJ
Brasil

 

Resposta do editor à minha mensagem logo acima:

 

Caro autor
analizadas as questão que coloca no site, deverá enviar o original para:

(nome da editora)
a/c: (nome do responsável)
Apartado 562
(código postal e "morada")
Portugal

Obrigado
(nome do responsável pela editora)

Para qualquer esclarecimento adicional queira por favor contactar com:
(nome do responsável pela editora) - Telf. (telefone e e-mail do responsável pela editora)

 

Minha resposta à mensagem logo acima:

 

Caro Sr. (nome do responsável pela editora):
não respondeu às minhas questões, apresentadas na mensagem anterior.

Conversações telefônicas, como sugeridas no fim de sua mensagem, não faço pelos seguintes motivos: não ficam registradas, como acontece com e-mails; não me dão tempo para cogitar nas respostas que o assunto merece; e o custo dessas ligações não posso pagar.

Além disso, pela qualidade da ortografia em sua mensagem e por seu laconismo, prefiro não lhe enviar o DVD.

Perdoe-me, não me queira mal. Desculpe também o tempo que eu lhe tiver tomado, com a análise das questões colocadas no meu site.

Com os melhores cumprimentos,
Cláudio

 

Resposta do responsável pela editora à minha mensagem acima:

 

Caro autor,
as chamadas telefonicas posso eu pagar, as respostas as dará em tempo oportuno, quanto ao registo penso que tal será completamente desnecessário quando estamos a tratar de detalhes que depois ficarão contratualizados.

em concreto, depois de ler uma frase e um endereço, conseguir falar da qualidade da ortografia de outra pessoa é no minimo dum egocentrismo a toda a prova...
de resto o meu "laconismo" apenas demonstra a necessidade de urgir nas respostas ás dezenas de autores que nos contactam diariamente.

Obrigado
(nome do responsável pela editora)

Para qualquer esclarecimento adicional queira por favor contactar com:
(nome do responsável pela editora) - Telf. (telefone e e-mail do responsável pela editora)

 

Minha resposta à mensagem logo acima - encerrando o caso:

 

Excelentíssimo Senhor (nome do responsável pela editora):
grato pela resposta.

Infelizmente, começamos mal. Tudo me indica que não continuaríamos bem.

Aquele seu "analizadas as questão que coloca no site" não se enquadra em erros de digitação (seria normal errar assim: "as questõe ", mas um "as questão" é de doer na alma).

Os dicionários da língua portuguesa grafam "analisar"; não, "analizar".

A forma de tratamento que o senhor utiliza em suas mensagens foge à norma dos editores de seu país, às quais venho procurando obedecer. Isso, se não tocarmos no tema delicado da boa educação.

Não bastaria que o senhor pagasse os telefonemas. Expus meus outros motivos na mensagem imediatamente anterior, tão ou mais sérios do que a minha impossibilidade de pagar tais telefonemas, e eles bastam para inviabilizar negociações telefônicas.

Quanto àquelas respostas, não sou eu quem as deveria dar; sim, o senhor, pois lhe foram solicitadas por mim - e, não, o contrário. Não empate, porém, o seu tempo relendo a minha primeira mensagem, onde tais respostas foram pedidas.

Os dois meses de seu atraso em me responder, somados à falta de resposta completa às minhas questões e ao tratamento apressado que dispensa aos autores me bastam para uma conclusão. Não considero egoísmo de minha parte buscar indícios como até mesmo os erros ortográficos num material tão pobre para conhecer e escolher o meu editor, já que estou oferecendo aos editores o trabalho de toda uma vida, resumido em papel durante quatorze anos de labor ininterrupto, inclusive sábados, domingos e feriados.

Como informa, não lhe faltam autores. Desejo-lhe e a eles, sinceramente, o melhor dos sucessos - o que decerto ocorrerá se os tratar com mais atenção, dedicando mais tempo a cada um, inda que isso represente dar sua atenção a um número menor deles.

Esta página do meu site talvez o senhor gostasse de ler: http://www.ccdb.gea.nom.br/ao_apressado.htm.
Para concluir, informo que definitivamente não lhe enviarei o DVD com as minhas obras para análise.

Com os remelhores cumprimentos,
Cláudio César Dias Baptista - CCDB
Escritor, Ex-fundador e Diretor Geral da EDITELE - Nova Eletrônica
ccdb@ccdb.gea.nom.br
(meu telefone, apagado para este site)
Cx. Postal 110279 - Ag. Correios 50301659
CEP: 22290-000 - Rio das Ostras - RJ
Brasil

 

Termina aqui a série de mensagens em que me neguei os livros a tal editor - CCDB

 

Não apenas em Portugal, mas também no Brasil e noutros países há editores desatenciosos, de cuja correspondência eu poderia inserir amostras neste site - mas prefiro priorizar as mensagens positivas; a série que acabo de incluir logo acima é amostra suficiente para apresentar a face negativa da relação autor-editor e informar a todos os visitantes (editores principalmente) que aqui temos um autor (CCDB) e um co-autor (RDB) que conhecem o valor do seu trabalho e cá não estão para serem tratados com arrogância e desprezo - mas, principalmente, que desejam melhorar essa relação em nosso mercado editorial, exibindo alguns casos reais. Tenho cópias de mensagens trocadas entre mim e um editor norte-americano ao qual neguei o envio de DVD e com quem eu não quis publicar meus livros, embora ele se dispusesse a lançá-los todos. Tenho troca de mensagens ferozes entre mim e um editor brasileiro mal-educado. Mas tenho mensagens extremamente polidas em maior quantidade, para mostrar que de ambos os lados a relação pode e deve ser primorosa. Meu pensamento (de autor e de ex-editor) sobre como se deveriam comportar os editores para com os autores (e vice-versa) se acham em várias páginas deste site; entre elas: To all publishers, O objetivo deste site, Reportagens e Como forneço os livros aos editores. - CCDB


74 - Opinião de Alexandre (Kaiê) Moraes, empresário e meu grande Amigo, sobre as páginas deste site O gatinho Kimê - The kitten Kimê e A visita da coruja

----- Original Message -----
From: Alexandre Moraes
To: Cláudio César Dias Baptista
Sent: Wednesday, January 14, 2009 3:34 PM
Subject: Re: No site! - CCDB

Olá Claudio,
 
Lí as páginas que indicou, inclusive aquela do gatinho que esta parte em ingles (traduzido abaixo), e a da coruja.
 
Achei muito interessante como voce consegue colocar de uma forma tão "literária" acontecimentos corriqueiros que normalmente acabamos por deixar passar quase sem perceber em nossas vidas. Minha mãe também gostava de escrever (atualmente parou) e fazia uma crônica hiláriantes de pequenos incidentes. Até uma fila do SUS me fez rir e pensar por horas. Admiro muito pessoas que conseguem tornar momentos comuns belas peças de arte. Não absteve seu senso crítico em relação às "burrocracias" pelas quais somos obrigados a passar e mesmo assim deixou algo de poético no ar.
 
Agora em março, estaremos colocando dois sites "PORTAIS" no ar. o www.cachoeiro.com.br (tem um antigo e caquético no ar) e o www.viaes.com.br (Ainda em criação) aonde hospedaremos livros (abertos ao público), crônicas, artigos, colunas, além de notícias, uma agenda de eventos e um guia turístico muito completos. Se você tiver algum material que tenha interesse em publicar algum material para acesso público, terei muita satisfação em veicular.
 
Gostei, seu site continua crescendo. Parabéns!
 
Abraços,
Kaiê

 

Minha resposta ao Kaiê:

 

Oi, Kaiê!

Muito obrigado por empregar parte do seu tempo em visitar as páginas do meu site - sei como é ocupado. Fico muito feliz em que tenha gostado das páginas "O gatinho Kimê - The kitten Kimê" e "A visita da coruja".
 
Sim, com uma vida tão plena de eventos fascinantes feito a minha, só mesmo traduzindo-os em literatura, para o prazer e o cultivo de quem se interesse e também para enviar ao mundo mensagem de Luz e Amor.
 
Uma pena sua mãe ter parado de escrever. Eu gostaria de ler algo da autoria dela. Sobre o caso da fila do SUS, lembra-me o capítulo "O Cartão" (PDF 54KB), do livro chamado ")que(", acessível pelo meu site na maioria dos rodapés das páginas. O interessante é ser caso verídico - aconteceu conosco, Dalgiza e eu; e traduzi para personagens fictícias: Clestis e Delícia.
 
Agradeço muito a oferta de espaço no seu novo site. Por ora, não tenho material a publicar que não no meu próprio site, mas guardarei com carinho a lembrança dessa oferta, para o caso de haver oportunidade. Obrigado!
 
Sim! o meu site continua crescendo. Eu teria até espaço para hospedá-lo vinte vezes maior pelo mesmo preço, porém hoje me bastam os três gigabytes. Os planos de hospedagem vêm melhorando muito para os usuários e os preços se tornaram bem baixos - até eu estou podendo pagar...
 
Como informei ontem no meu site, meu filho Rafael (co-autor da nova versão de CCDB - Gravação Profissional) estamos criando uma loja virtual para publicarmos os nossos livros em formatos eletrônicos. Isso não colide com a solicitação nossa aos editores para que os publiquem em papel impresso. Informo no site que, caso algum dos editores que vêm analisando nossa obra quiser publicá-la mas não aceitar a publicação paralela na nossa loja virtual, não lançaremos a loja, porque preferimos a publicação em papel, que exige investimento hoje acima do nosso alcance. Porém, se a loja estiver lançada, aí não a fecharemos e o editor de livros impressos terá de aceitar que os forneçamos também em formatos eletrônicos - seja para leitura on-line, seja para os Clientes baixarem a seus computadores (estamos completamente a par da tecnologia para a loja, em todos os aspectos, só falta mesmo é trabalho braçal de criação, teste e lançamento).
 
Eu gostaria de sua permissão para publicar esta sua mensagem ótima na página "Opiniões sobre Géa e Geínha", que inclui opiniões sobre o site. Posso? E em caso afirmativo, como é que você gostaria de ver o seu nome apresentado, quanto à qualificação profissional (veja, por favor, na página das opiniões, no meu site, como os colaboradores vêm sendo apresentados). Caso você goste da idéia, então por favor, me avise se posso publicar a mensagem na íntegra, com os nomes e endereços dos sites que você apresenta, bem como um endereço de e-mail seu para os visitantes do meu site escreverem.
 
Abraços saudosos e os melhores votos a você e à sua mãe, do

Cláudio


75 - Opinião de Lucas Bianchim sobre páginas deste site e perguntas cujas respostas elucidarão outros visitantes. Lucas é músico e técnico em hardware. lcs_vektor@yahoo.com.br

 

----- Original Message -----
From: Lucas Bianchim
To: Cláudio César Dias Baptista
Sent: Saturday, January 24, 2009 6:17 PM
Subject: Re: No site! - CCDB

Grande Cláudio!

Desculpe o desaparecimento repentino,mas eu estava em viagem.

Seu site é muito grande e devo confessar, um pouco confuso para mim, mas hoje iniciei a leitura do mesmo, afim de ficar a par de tudo o que se passa...

A poesia é boa, apesar de eu ainda não ter me "introduzido" no mundo de Géa; como é algo que deve ser visto com carinho e atenção, deixarei por último.

Quanto à música (Nota de CCDB: Lucas se refere à música Géa), nem me dei ao trabalho de baixá-la, pois estou sem som no computador e não gosto de fones de ouvido.

Quanto ao site, começei pelas pequenas histórias,muito interessantes, como em A Visita da Coruja, que é um texto interessantissímo, seja pelo acontecimento, ou pelas comparações feitas (brilhantes e engraçadas na minha opinião) ou pelo bom vocabulário...

Quanto aos felinos de sua casa, Kimê não é filho de Minhé?

-----------------------
Mudando um pouco de assunto,comentei com um tio que troquei e-mail com você, e ele tem um certo fascínio por você (um semi-deus como compararia ele) e ele ficou curioso para saber do que conversamos... Tem algum problema eo juntar os e-mails e mostrar para ele?
-----------------------

Abraços Cláudio, espero que tenha começado 2009 com o pé direito!

Lucas Bianchim

Minha resposta ao Lucas:


Oi, Lucas!
Obrigado pela resposta. Espero que tudo tenha corrido bem em sua viagem.

Sim, o site é mesmo grande, e a "confusão" é proposital. Veja por que é assim, nesta página: A organização deste site.

Para conhecer bem o site, sugiro que comece pela Página Principal, lendo-a inteira sem clicar em link algum. Depois de ler toda, aí então comece a clicar nos links.

Se você fosse um editor, ou se tiver pressa, em vez de fazer a leitura da página principal, ou antes de atacá-la (porque é vasta), eu sugeriria que entrasse na página Turnê rápida pelo site para editores, lesse-a e explorasse todos os link. Essa é a visão mais rápida do site, porém não tão completa e informativa quanto a da Página Principal.

Na parte inferior da maioria das páginas há uma série de links - na da Turnê também há essa série. A série é incompleta, mas leva você às páginas mais visitadas do site. Os links nessa série estão mais organizados (mas não são todos os que há na Página Principal) e ficam sob subtítulos. Estudando as páginas mais visitadas do site você terá também uma boa idéia do todo e do detalhe. Então poderá explorar a Página Principal e ver os links que não constam na tal série. Nesses links, embora não sejam das páginas mais visitadas, há coisa bem importante para se conhecer a obra e os autores (CCDB e RDB - que é o meu filho Rafael Borges Dias Baptista, co-autor e ilustrador do livro técnico CCDB - Gravação Profissional).

É uma pena você estar sem som no computador. Também eu não gosto de fones. Quando puder ouvir as músicas que há no site, talvez você goste de algumas - e sua opinião será sempre muito útil para mim.

Kimê não é filho da Minhé. A Minhé teve uns sessenta filhotes ao longo de sua longa vida. Na última ninhada ficou tão fraca que, ou morria, ou a gente tomava providências - e não houve jeito senão mandar castrá-la, para que não tivesse mais filhinhos, ou da próxima gravidez decerto morreria.

Kimê foi abandonado na porta de uma loja de animais em Rio das Ostras. A loja o pegou, mas era muito novinho. Então uma senhora bondosa, que fornece gatinhos à loja, pegou-o e cuidou dele até alcançar o tamanho para poder ir para a loja - foi onde Rá (RDB) o viu. Meu filho contou a Dalgiza, sua mãe e minha mulher, e esta o foi pegar na loja.

Costumávamos criar siameses (feito a Minhé, o Nenhum Menhéurro - filho dela a quem dediquei Geínha e que me ajudou a escrever a obra deitado no meu colo, e o saudosíssimo Reatâncio - citado na obra Géa).

No começo, fornecíamos os filhotinhos às lojas, o que não mais rendia do que custear a ração para os seguintes e os gatos adultos. Chegamos a ter vinte e dois ou mais em casa. Mas as lojas começaram a pagar tão pouco que não compensava nem para comprar ração, além do que os vizinhos caçavam os gatos com anzóis para comerem - a história dos maus vizinhos está alegorizada com nomes fictícios no livro chamado )que( - e alguns gatos eram mortos por cães enormes que os vizinhos deixam soltos nas ruas.

Assim, resolvemos ficar com os que sobraram depois da castração da Minhé; ela própria e Nenhum Menhéurro. Este durou muitos anos, mas acabou sumindo. Uma grande tristeza para nós, mesmo sabendo que há uma outra vida para todos os seres que passam por este mundo físico - o qual é tão importante quanto o mundo imaterial.

A Visita da Coruja é uma aventura verídica, assim como outras que conto no site - por exemplo, esta: Melhor que o resto do site? e uma repetição do "apagão" nela contado, que está narrada na página Opiniões sobre Géa e Geínha, Opinião Número 64, de Henrique Medina.

Eu gostaria muito de ter a sua autorização para publicar o texto desta sua mensagem na página "Opiniões sobre Géa e Geínha". Posso? Seria muito ilustrativa a sua mensagem e a minha resposta (que eu colocaria também na mesma página) aos visitantes do site que se dispusessem a compreender melhor a organização e saber como estudar melhor as páginas de www.ccdb.gea.nom.br.

Em caso afirmativo, por favor, diga quais qualificações deverei colocar ao lado do seu nome, ou se prefere que ele vá sem qualificações (as qualificações são úteis para os editores se interessarem mais na publicação dos livros; portanto, não será imodéstia você as fornecer e eu as colocar). Gostaria de saber, se autorizar que eu coloque a sua opinião, se também autoriza que eu coloque o seu endereço de e-mail (ou qualquer outro de sua preferência), para os visitantes do site se corresponderem com você.

Não tem problema nenhum; pelo contrário, é um prazer e uma honra! você juntar os e-mails que trocamos e enviar ao seu tio. Por favor, mande a ele o meu sincero e agradecido abraço.

Sim, 2009 começou com o pé direito mesmo! Espero igualmente que esse ano seja ótimo para você, o seu tio e todos os seus entes queridos.

Forte abraço, do

Cláudio!


Resposta do Lucas à minha resposta:

 

Ocorreu tudo bem, obrigado!
A página sobre a organização do site,é uma das primeiras a ser vista?

Meu "tour" pelo site está começando agora, pesquisei um pouco na Internet, matérias sobre a obra e o site e vi que em certa época você vendia uma versão digital de Géa; Ainda vende?

Há, as coisas que aconteceram não podem ser coincidências como nos apagões...

Falei com meu tio agora há pouco e comentei que você comentou sobre uma alteração em braços de toca-discos... Sem esquentar a cabeça, existe alguma chance de você lembrar em que ano isso foi publicado?

Clausar é sua contraparte "geóctone" (essa é a expressão para um morador de Géa?)? Estaria ele escrevendo um livro sobre a Terra e o Cláudio?

As Montanhas de Cristal - tem explicação física para o fenômeno?

Por acaso achei também o perfil de seu filho no "Orkut", reparei que inúmeras pessoas falam com ele para chegar até você, ou para elogiar seu trabalho... isso deve ser muito cansativo para ele, não?

Cláudio, se quiser pôr algo no site (apesar de eu não ver benefícios) fique à vontade.

Na parte de qualificações,e las estão em falta, fui de bancário a músico, hoje em dia estou me dedicando a informática, sou técnico de hardware e estou começando a estudar bancos de dados, mas acho que nada disso melhora a credibilidade da opinião... hahah

Se puser só o nome acho que fica bom, pode publicar o e-mail também...

Antes que eu me esqueça, esse mesmo tio disse que você precisava de uma toalha; ainda precisa?

Abraços Cláudio; e desculpe as dúvidas, que provavelmente poderiam ser sanadas lendo seu site por completo, mas iniciei isso só agora...

Lucas


Minha nova resposta ao Lucas:

 

Oi, Lucas!
Que bom saber de a viagem ter ocorrido bem.

Normalmente, quem tem tempo começa a conhecer o site pela página de abertura (a do fundo verde-amazônico) e entra na Página Principal (a do logo CCDB auriazul). Na Página Principal, estão todos os links para as outras páginas, portanto, essa página é a "base" fundamental para a gente partir para outras páginas.

Porém, como a Página Principal foi de propósito concebida para ser "confusa" (pelo motivo contado na página "A organização deste site") quem tem pressa começa pela página "Turnê rápida pelo site para editores".

Nunca vendi uma versão original de Géa. O que eu fornecia a preço de custo para os visitantes do meu Laboratório-residência (ou minha Residência-laboratório...) no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro - RJ, era a primeira versão de CCDB - Gravação Profissional, o livro técnico.

Géa e os livros que escrevi depois de Géa - o livro chamado )que(, a série infanto-juvenil chamada Geínha e o livro CCDB - Gravação Profissional; todos esses (mas não aquele denominado "We, Mutantes" pelos motivos contados na página Tropicalismo; We, Mutantes; outros ismos e Géa, foram fornecidos gratuitamente para alguns amigos de confiança e para os editores que aceitaram receber as obras para análise em DVD - geralmente os editores só aceitam analisarem em papel impresso, e isso é impossível para mim de fornecer a eles, conforme conto na página Como forneço os livros aos editores.

Você já se tornou amigo - espero que me considere também como um amigo seu - e o mesmo posso afirmar sobre o seu tio, segundo o que você me contou dele. Sendo assim, e somente no caso de você ter tempo para ler obras assim tão vastas, eu poderia lhe enviar pelos correios convencionais um DVD com todos os meus livros - o livro técnico em co-autoria com meu filho inclusive (mas não o denominado "We, Mutantes", que não estou enviando a pessoa alguma, porque não tenho autorização de meus irmãos e de Rita Lee), quando você achasse oportuno e se dispusesse a custear o valor do DVD virgem, a condução de minha mulher aos correios e a remessa registrada (remessa simples é mais barata mas SEMPRE tem se extraviado - não adianta enviar assim) ao seu endereço (que você deverá me fornecer, por gentileza, caso queira o DVD). O preço da remessa do DVD depende do endereço que me fornecer para o envio, porquanto os correios têm preços diferentes conforme a localidade a enviarem um pacote. Pode ser também por SEDEX, que é mais rápida que "registrada", mas é bem mais caro.

Desculpe, por imenso favor, e compreenda que, na minha condição financeira (ver página Doações) eu não posso lhe enviar o DVD sem solicitar o ressarcimento das despesas, como sinceramente gostaria.

Note, por favor, que caso aceite o DVD, ele será SOMENTE para a sua leitura pessoal e para ninguém mais. Caso o seu tio queira ler os livros, isso teria de ser feito por meio do mesmo DVD sem que esse DVD fosse copiado para outro computador que não o seu próprio. Portanto, só forneço uma cópia, o DVD, e essa deve ser a única. Sei que compreenderá o cuidado que lhe solicito, porquanto o DVD conterá o resultado de quinze anos de trabalho ininterrupto, e não só isso: também o trabalho de minha mulher, de meu filho e a renúncia de continuarmos a montar equipamento e vivermos na vida mais folgada do tempo da produção artesanal.

Caso você deseje que eu lhe remeta o DVD, por favor confirme isso no próximo e-mail e me forneça o seu endereço, ao qual deverá ser enviado o DVD, para eu ver no site dos correios quanto custa a remessa e lhe dar o valor a me remeter para a conta de poupança que lhe apresentarei, de modo a eu poder gravar e lhe enviar tal DVD.

Pois é. Também acho que não podem ser meras "coincidências". Por falar em "coincidências" assim, a página mais visitada do meu site trata justamente desse tema e se chama "Nem plágio nem coincidência".

Você acertou na mosca! ou na "zúnia", que é a mosca do planeta Géa - ao supor que Clausar é a minha contraparte geóctone. As semelhanças entre o planeta Géa e a Terra se explicam por meio do Teorema de Clausar que está bem explicado na obra Géa e contado de maneira mais fácil na página "Nem plágio nem coincidência" cujo link repito para sua comodidade.

Você também acerta em cheio ao imaginar que Clausar estaria escrevendo um livro chamado "Terra". Isso está contado na obra Géa várias vezes e com certos detalhes. Parabéns pela clarividência!

Meu filho, conhecido aqui em casa pelo apelido de Rá (que é o nome do filho de Clausar), atende a todos quanto pode, quando o consultam sobre mim e meu trabalho. Rá trabalha numa imobiliária, sábados inclusive, e seu tempo é curto. Mas ele atende com a maior boa vontade a todos os que pode.

Eu, no entanto, respondo a TODOS os que me escrevem, SEM EXCEÇÃO. Mesmo quando me escrevem perguntando sobre áudio, eu respondo, avisando que, no meu site, informo a todos que não respondo sobre áudio. Portanto, pelo menos uma vez eu respondo. Quando a pessoa quer perguntar sobre meus livros ou o site, respondo quantas mensagens me enviar e com a mais absoluta atenção, tal qual fazia com os Clientes CCDB no meu Laboratório-residência. Essas pessoas que escrevem ao Rá, se quiserem escrever para mim, estão convidadas tanto no site quanto aqui nesta mensagem, por intermédio de você. Porém, só respondo a e-mails - nunca entro em blogs nem Orkut, nem nada parecido. Só mesmo por e-mail. O resto sobre corresponder-se comigo está na página Contato.

Talvez muitos não me escrevam porque imaginem que sou alguém difícil, que não responderia, que sou mais chato do que sou, e assim por diante. Mas a imagem de mim mesmo que adrede imponho no site foi criada para produzir efeito rápido na divulgação dos livros, como conto na página Amodéstia. Quem me conhece de antes de eu escrever esses livros, sabe que sou alguém muito acessível, nada arrogante e extremamente atencioso com todos os que a mim se dirigem, como poderá ver na página The first Mutante e em nossa própria correspondência.

As Montanhas de Cristal são uma sobreposição de imagem, cujos tons degradados se devem à distância que as montanhas ficam entre si. As da frente são mais verdes; as de trás, mais azuladas e pálidas. A coincidência das faldas; isso é mesmo uma das maravilhas da Natureza - e, que eu saiba, fui o primeiro a descobrir, quando vinha da ex-Lagoa da Coca-Cola; hoje já conhecida por seu nome original, Lagoa Iriri, rumando pela Avenida Brasília (naquele tempo era de terra batida) para a estrada que liga Rio das Ostras a Macaé (da qual se sai para o desvio rumo a minha residência). No site há uma página sobre essas montanhas e há ilustrações onde elas também aparecem. Na obra Géa Ilustrada, há ilustração com a foto das montanhas. Em Géa só texto (não-ilustrada), e na versão ilustrada também, cujo texto é idêntico, há bela narrativa sobre tais montanhas e a história dos aracnopólipos que teriam sido os "primeiros" a descobrirem-nas...

Agradeço muito a autorização para colocar aquelas nossas mensagens na página Opiniões sobre Géa e Geínha. Como estas duas aqui são também ótimas para os visitantes, arriscarei colocá-las também mesmo antes de você autorizar - claro que, se você preferir que eu ponha só aquelas duas (sua mensagem e minha resposta imediatamente anteriores) é só avisar e retirarei estas aqui; tá?

Por infelicidade não me lembro da história da tal toalha que eu precisava. Tenho certeza de que seu tio não mente; portanto, peça a ele que nos conte esse episódio da toalha para que eu me recorde. Sessenta e três órbitas ao redor do Sol não ajudam muito a minha memória...

Além de toalha estou precisando de placa de vídeo, computadores, máquina fotográfica, dinheiro... hehehe tudo quanto conto na página "Doações" e muito mais... Espero que você e seu tio compreendam que, desta vez, é só uma brincadeira minha e que de ambos só peço mesmo é a amizade, que muito me honra.

Nada a desculpar sobre você não ter lido o sítio inteiro. Afinal, isso demora mesmo; e, se estou aqui pra responder, fico feliz em ajudar e esclarecer o que puder. Assim, além de o informar, quando subir as nossas mensagens ao site, os visitantes também ficarão sabendo - e estou certo de que muitos deles, e delas, devem ter dúvidas e curiosidades semelhantes às suas.

Ao colocar as páginas de nossos e-mails no site estarei consertando alguns defeitinhos de digitação e abertura de parágrafos, tanto nas minhas quanto nas suas. Não mexerei no sentido das palavras nem acrescentarei coisa alguma. Espero que você não se incomode. Caso prefira que as suas mensagens fiquem exatamente como as recebi, é só avisar que substituirei pelos originais intocados.

Grande Abraço,

Cláudio


76 - Opinião de Marcio H. Saracuza - Fund Manager; cursou Matemática e Direito na UERJ - saracuza.marcio@gmail.com

Cláudio,

Observador a admirador atento de sua obra, quero que dê uma olhada neste pdf (link no final), retirado de uma edição de 2003 da Scientific American. Sobretudo no diagrama da página 4, do mesmo pdf.

E me diga se te "lembra" alguma coisa... ;-)

abraço

Marcio

http://www.mukto-mona.com/science/physics/ParalellUniverse2003.pdf


Minha primeira resposta ao Marcio, com três pós-escritos:

 

Oi, Marcio!

Muito obrigado, MESMO, por esta magnífica oportunidade e pelo seu atencioso e-mail. Eu gostaria, por favor, que você se apresentasse com mais profundidade, num e-mail próximo, além do que já me informa sobre sua pessoa nesse e-mail.

Li o artigo que me apresenta no link abaixo.

Pela primeira vez utilizo um link recebido de outrem num e-mail; não, porque a linha de status do programa recipiente me confirmasse o endereço; sim, porquanto senti que valeria a pena té o risco de vírus e hacker, costumeiramente associado a links desconhecidos. A página "Contato", em meu site, informa que jamais clico em links recebidos em e-mails.

Aquilo que denomino de "Teorema de Clausar" na obra Géa (acha-se resumido num subtítulo da página mais visitada do meu site, "Nem plágio nem coincidência" se parece muito com o que o artigo em PDF exibe.

Cumpre informar (e acho que crerá em mim): eu não havia lido nem esse artigo (o do PDF) nem qualquer outro nele citado, quando, muito antes de registrar Géa na Biblioteca Nacional (datas no topo da página "Nem plágio nem coincidência - link acima); muito antes de iniciar a escrita da obra; antes até do tempo em que eu tinha uns quinze anos de idade (portanto, nos longes de 1960) e era membro já de diretoria da Associação de Amadores de Astronomia de São Paulo (A.A.A.S.P. - mais dados no prospecto "História de uma Grande Marca - Partes I e II, página "Cantinho dos Prospectos e Manuais CCDB; antes aliás de ler pela vez primeira "A Nova Astronomia" (que de nova já tem pouco); quando, em criança, desde os oito aninhos, quando ganhei de meu pai como presente de oitavo aniversário (06-05-1953) o "Tesouro da Juventude" e me pus em contato coa ciência humana, eu VIA um universo tal qual o Teorema de Clausar explica, e agora revejo, bem semelhante, nas páginas do artigo que me ofertou para ler.

Não só "via", como também calculava, do meu próprio jeito, com minhas limitadas possibilidades matemáticas e astrofísicas (que permanecem limitadíssimas) um universo semelhante. Um multiverso ou pluriverso. Você pode ler um resumo de como seria tal universo na "Nem plágio nem coincidência" e, integralmente, se me der a honra, na própria obra Géa - e por igual em meus outros livros.

A questão da duplicidade dos corpos físicos e da unidade ou não das individualidades ligadas a tais corpos; ou de ser ou não um universo repetido "o mesmo" universo em que vivemos; a questão do instante em que universos são idênticos e das diferenças que o tempo pode causar (já que sinto, creio e calculo haver o livre arbítrio); a luz um tanto dúbia - mas sempre uma luz - que a mecânica quântica lança sobre a questão; tudo isso, à minha maneira, eu já cogitava em criança, aos oito anos de idade, com um livrão de capa azul e caracteres gravados a ouro aberto no colo (um dos dezoito volumes do Tesouro da Juventude), a tomar sol na pequena área ao lado do meu quarto, na lendária Rua Venâncio Ayres 408.

Se não crêssemos em alcance e contato psíquico, ao menos nos genes e até nos átomos e partículas - que na obra Géa são ditos como "seres viventes" - nós todos possuímos a história inteira do Cosmo. Pó vivente; nós, filhos empós do pó de velhas estrelas, SABEMOS a verdade "por dentro" de nós e "por dentro" da própria Verdade. Descobri-la, colocá-la no plano ou na esfera consciente é redescobri-la - e dar a Ela a oportunidade de procriar a Deus, a Ele de Se procriar, a nós, de sermos o próprio Deus. Mais sobre isso no capítulo final da obra Géa - capítulo "A menor partícula do Universo".

Por isso e muito mais é que venho afirmando no site (www.ccdb.gea.nom.br): quando a obra Géa se obsoletar pelo conteúdo filosófico e científico, se é que o componente místico envelhece, então restará aquilo que venho bradando aos muitos ventos: o vernáculo, a forma!

A consciência de que o conteúdo científico e filosófico de um livro tende a viver como vivem os humanos que se não lembram doutras encarnações (pois quem lembra nunca morre...) foi o motivo exato (além de por patriotismo, que minha pátria maior ao pé do Brasil é o Cosmo) de eu caprichar tanto na linguagem, de perseverar em construir um "corpo físico" para a obra, o qual, no caso de livros, é quem se pereniza: a forma!

A página "Nem plágio nem coincidência" existe justamente para mostrar quão surpreendentes se mostram as similitudes entre o meu escrito e tantos outros - e filmes e tal -, bem como para procurar expor uma causa mais bela - e no meu caso verídica - do que o simples e terrível plágio. O conteúdo de meus livros, repita-se ou não noutras obras; achemo-lo ou não obsoleto daqui a alguns anos, ou mesmo hoje; ah! esse é de natureza eternal, porque é a história das nossas vidas, do nosso espírito, do próprio Cosmo - que engloba multiversos e é Um só.

Eu gostaria muito que você lesse Géa e meus outros livros - sei! não são apenas as poucas páginas de um PDF como o que com sua amizade me enviou. Se você me quiser honrar coa leitura, a qual lhe comprovará tudo quanto acima afirmo (e muito mais) e lhe dará a alegria de me reconhecer autêntico - pois amigos se alegram pela autenticidade de amigos - eu lhe poderia enviar, ao endereço que me indicasse, um DVD da obra completa (a não ser o livro "We, Mutantes", cuja publicação não me foi autorizada pelos meus irmãos e Rita Lee).

Geínha o surpreenderia, mesmo rotulada de "infanto-juvenil" - e mais que Geínha ")que(" lhe arregalaria os olhos, imagino. Mas eu gostaria imenso que lesse Géa e me desse a sua opinião, ou opiniões, durante a leitura.

Claro! ler os meus livros foge à leitura habitual da maioria das pessoas, maioria que se volta ao trabalho ou ao entretenimento. A página "O objetivo deste site", no subtítulo "Este site está todo errado" tem mais detalhes sobre a relação de "entretenimento" coa obra Géa. É mister separar um tempo diário ou semanal só para a leitura de obra tão vasta; que milhares de páginas contém.

Interesse-se ou não, tenha espaço para alterar suas prioridades ou não, e leia-me os livros ou não (e aquele em co-autoria com meu filho Rafael, o livro técnico "CCDB - Gravação Profissional"), eu gostaria ao menos que me autorizasse a reproduzir esta nossa conversação no meu site, possivelmente na página "Opiniões sobre Géa", com link(s) de e à página "Nem plágio nem coincidência", dentro decerto do subtítulo que menciona o Teorema de Clausar. Portanto, o PDF que me acaba de remeter e também o link para ele estariam nessa reprodução destes e-mails no meu site.

Peço também que me autorize tal reprodução, para me permitir ser, como sempre, autêntico, e não ocultar (ou parecer ocultar) o texto do PDF aos olhos de quem visite o meu site.

Se me der tal autorização, por favor, indique de qual maneira deverei e quais seriam as suas qualificações para colocar ao lado do seu nome no cabeçalho dos e-mails reproduzidos na página do meu site - lendo tal página você entenderá melhor o que lhe solicito. As qualificações dos opinantes são úteis para os editores que visitam o site se animarem mais em me publicarem a obra; tais qualificações não seriam vistas, portanto, como arrogância de sua parte, se colocadas ao lado do seu nome.

Abraço agradecido, do

Cláudio!

P.S.: Oi, Marcio. Esqueci de dizer na resposta ao seu e-mail, que a existência de teorias semelhantes às que exponho nas minhas obras, se a podem tornar menos invulgar, têm o mérito de fazê-la mais palatável aos editores, aos cineastas e aos produtores e autores das artes (música, filmes, danças, poesias, quadrinhos, videojogos e tal) a quem venho solicitando colaboração (na página principal, a do logotipo CCDB auriazul está o grosso dessa solicitação, e solicitações específicas se acham em várias outras páginas do meu site). Esses produtores e autores se despreocupam quando sentem mais "verossimilhança" nas obras que complementam com as suas, embora a qualidade de verossímil em verdade independa da preexistência de pensamento ou obra similar. - CCDB

P.P.S.: Oi, de novo, Marcio. Perdão pelos continuados P.S.s. Espero terminar com este. Porém, como me honrou com seu e-mail, e sabendo por intermédio deste que você me acompanha a obra, gostaria de dar-me a conhecer um pouco melhor, contando-lhe que nunca fui leitor da Scientific American nem doutra qualquer publicação científica, mesmo porque não teria dinheiro para isso, na maior parte da minha atribulada existência. Da Scientific American, em toda a minha vida, só li um artigo sobre vírus com efeito retardado sobre o fígado*, onde provocaria o câncer. Isso foi quando eu inda morava na Rua Venâncio Ayres, em São Paulo - SP, nos tempos áureos dos Mutantes. Não que eu desgostasse de ciência e de publicações científicas - era mesmo falta de dinheiro (tive minha primeira filha em meus dezoito anos de idade, e se não fosse só para sustentá-la e à família que assim se iniciava, eu era um trabalhador incansável e gostava de fazê-lo coas mãos enquanto o cérebro e o espírito viajava por mundos além). Também foi por falta de tempo que eu não lia ciência, porquanto minha prioridade era o misticismo, coisa a qual eu praticava sozinho e sem ajuda de livros ou ordens místicas (só muitos anos mais tarde me afiliei a uma, onde permaneci até não poder mais pagar as trimestralidades e que não me afetou o conteúdo da obra - muito pelo contrário: na obra Géa contradigo certas orientações de tal Ordem). Sobre astronomia, na A.A.A.S.P., eu nada lia. Lá eu aprendia a manufaturar espelhos para telescópios ópticos e os próprios telescópios e lá fundei, com Raphael Vilardi, o Depto. de Projeções Cinematográficas, para filmes do U.S.I.S., que nada tinham de astronomia, astrometria e astrofísica; sim, de corrida espacial contra a U.R.S.S.. Essa associação tinha a sede situada no Planetário do Ibirapuera, o qual operava por concessão da prefeitura de Sampa. E em casa eu não lia sequer ficção - quem muito lia ficção era meu irmão Arnaldo. Meu aprendizado fiz a partir de poucos livros, muito naquele Tesouro da Juventude. O resto foi mesmo cogitado a sós, comigo mesmo e o Cosmo. Contado em histórias do "Mundo dos Feiticeiros" (de minha autoria) para meus irmãos pequenos. Meditado e contemplado e viajado em meu próprio interior. Assinatura de revista só fiz uma em toda a minha vida e foi no tempo quando comecei a usar o computador para criar os Produtos CCDB - no apartamento de Laranjeiras, no Rio. Essa publicação foi a PC Magazine. Internet só vim a ter vários anos depois de me mudar para cá, um subúrbio de Rio das Ostras (com um Pentium 75 doado pelo amigo Josy, aparelho que fora de um dos membros daquele conjunto musical que explodiu nas paradas de sucesso e colidiu com seu avião contra a Serra da Cantareira). Até então, inclusive no tempo em que residi no Rio, nunca tive telefone; e, assim, jamais tive acesso à Internet, a não ser recentemente, quando contatei pela vez primeira os editores de livros impressos e subi ao ar o meu site. A única obra sobre astronomia que li na vida foi a que mencionei: "A Nova Astronomia"*, e isso foi nos tempos da Venâncio. Filmes já mencionavam universos paralelos, mas você sabe como são os filmes: ação e mais ação - teoria é sempre cortada fora pelos diretores etaut (meu neologismo para o famigerado "e/ou") os estúdios e os produtores. Nunca eu havia lido ou assistido a algo que semelhasse ao Teorema de Clausar até escrevê-lo na obra Géa. Conquanto houvesse traduzido alguns artigos técnicos para a Nova Eletrônica, revista cuja editora fundei com o proprietário Leonardo Bellonzi e que vim a dirigir durante algum tempo; livros em inglês só comecei a ler quando me tornei amigo do cineasta hollywoodiano citado no meu site, Jeff McCarty, e essa leitura em inglês se deu e vem dando para que eu possa tratar melhor com ele o projeto do filme que pretende fazer sobre os Mutantes, filme esse em que aparecerá o clíper cósmico Altaré, uma "cosmonave-personagem" de minhas obras. O meu site apresenta, nas páginas "Nem plágio nem coincidência" e "Se não acredita" os nomes dessas obras - todas romances e literatura geral, nenhuma científica. De quebra desse estudo do idioma inglês bem como para colaborar no roteiro e outras partes do filme e para promover os meus livros, até então todos escritos em português, é que escrevi, no meu inglês macarrônico que será corrigido por Jeff, o livro "We, Mutantes", citado no meu site. Estudo de nível superior fiz só de administração de empresas, na EAESP-FGV - nada de ciências exatas pois. Concluindo: meu aprendizado científico foi mesmo interior; e, para mim, da minha perspectiva, a idéia do Teorema de Clausar e dos multiversos ou pluriversos "nasceu" dentro de mim, tal qual nasce o ímpeto sexual - algo que a gente já tem nos genes e que, haja ou não alguém mais com o mesmo predicado (e como há!...), podemos considerar autêntico, original. - CCDB

P.S.3.: cabeça velha não tem jeito mesmo. Preciso reencarnar mais uma vez... Esqueci de lhe contar, mas acho importante: quando estudei no Mackenzie (apenas parte do primeiro ano de eletrônica), expus, perante a classe (que testemunhou emudecida) e o professor cognominado pelos alunos de "Gugu" (cujo nome infelizmente não lembro, mas que pode ser descoberto nos anais da escola ou entre seus alunos) o que em Géa denomino de "Teorema de Clausar". O professor tentou me contradizer utilizando as teorias da relatividade de Einstein. Portanto, esse professor não teria noção alguma, tal como eu, de que alguém mais pensara parecido, no caso dos universos paralelos - ao menos, não com as palavras que utilizei e com a lógica que empreguei. Você poderia honrar-me em ler essas mesmíssimas palavras e contemplar tal lógica se aceitasse o DVD e lesse a obra Géa. Então perceberia profundamente: essas palavras e lógica só poderiam brotar em mente virgem; eram autênticas, originais. Se o universo se repete, isso então é um fato. E fatos não são invenções; sim, apenas, descobertas. Por meus meios próprios, voltado ao meu interior, e no meu próprio tempo, fiz tal descoberta. Palavra de honra. - CCDB

*Nota de CCDB para esta página: o artigo estava em italiano e se intitulava "Virus lenti i recorrenti" (perdão se erro na grafia desse idioma). Foi-me presenteado por meu pai, César, em forma de fotocópias.

*Nota de CCDB para esta página: neste cite sito outras obras que li, as quais não são exatamente "de astronomia" e foram lidas muito recentemente, como por exemplo "O Universo numa Casca de Noz", de S. Hawking; e "The Physics of Star Trek", de L. M. Krauss.


Resposta do Marcio à minha resposta:

 

Cláudio,

Realmente, não me apresentei como deveria. Conheci vc, lá pela metade dos anos '80, quando eu e alguns amigos nos reuníamos no 14º andar do (então conhecido como) 'Favelão', em Laranjeiras. Salvo engano de cabeça velha tb, ficávamos no apartamento 1422, de um dos amigos (seria isso? existiam 22 apartamentos naquele andar? é possível...)

Naquela época, estávamos descobrindo a Música, por todos os caminhos(exceto o do meio, como alertava Schoenberg, o único dos caminhos que não levam à Roma). Descobrindo Bach, Messian, Machault, Webern, et coetera... e Mutantes ! E qual não foi nosso deslumbre ao descobrir que, no andar de cima, quase exatamente sobre nossas cabeças, vivia o 'enfant terrible', o 'irmão dos Mutantes', como diziam ?

E cadê que tivemos coragem de ir lá dar um 'toc, toc, toc' na porta do CCDB ? hehehe, não tivemos. Mas sabíamos que ele estava lá, criando. Isso nos bastava. Terá sido falta de ousadia?

Vc me pede referências de formação minhas. Eu tenho uma formação primeira muito caleidoscópica. Eu cursei Matemática e Direito (esta última, mais por Política) na UERJ. Depois descobri que a Matemática me abria as portas para entender a complexidade do mercado de valores. E nos mercados de valores completo, em 2009, 15 anos.

Mas quer sinceridade? Não coloco muito (ou quase nenhum) valor em diplomas e curriculos 'Cesar Lattes', não. (aliás, noutra oportunidade, conto uma história que se passou entre o César Lattes e uma conhecida de minha família, meio anedótica.).

Vou abrir espaço, sim, para ler todos os volumes de Géia. E Geinha.
Existem idéias nessa sua cabeça. Qualquer coisa entre Júlio Verne e Kekulé (o químico que , um dia, deitou-se e sonhou com a forma da molécula de benzeno, muito antes do primeiro microscópio eletrônico).

Mais tarde, responderei seus outros mails.

grande abraço

Marcio

P.S.U. (post scriptum único): claro que acredito na sua antevisão destas tantas coisas !


Resposta do Marcio ao meu primeiro pós-escrito:

 

Cláudio,

Foi bem esta mesma a minha intenção, ao mandar o pdf. Apesar de ter reconhecido a pertinácia do Teorema de Clausar, logo que o li.

Marcio

 

Minha resposta à resposta do Marcio a minha primeira resposta:

 

Oi, Márcio!

Muito obrigado por esta mensagem ótima.

Foi uma pena, para o Cláudio daquele tempo, que você e seus amigos no Favelão não me fossem visitar. Uma pena mesmo pra mim. Porém, a vida volteia e, nesta viravolta, eis-nos enfim em contato! E que contato bom! Quanto ao número de apartamentos por andar era sim algo perto de vinte e dois, ou vinte e cinco - não me lembro exatamente. O prédio tem mais de setecentos apartamentos. Morei lá quando vim de Sampa para o Rio, num nono andar, logo ao deixar Itaipava onde criara mais um sistema para os Mutantes. Morei em vários outros lugares no Rio, e acabei voltando para o Favelão, onde vivi por quinze anos, uma vida muito feliz, ao lado de Dalgiza e do nosso filho, Rafael - e dos muitos Clientes que se tornaram Amigos, a nos visitarem diariamente.

Agradeço muito pelas informações que me dá sobre a sua vida estudiosa e profissional. Também eu não acredito muito em diplomas, que às vezes são carimbos postos pelos outros na pele da gente - por esse motivo cursei a EAESP-FGV durante quatro anos e, quando me assenhoreei do que desejava saber sobre administração, saí dessa faculdade sem trancar matrícula. Outro motivo para ter agido assim foi querer evitar a tentação que um diploma causa, de a gente trabalhar para terceiros, ostentando o tal carimbo. Eu queria sempre continuar a labutar em meu próprio negócio. Se estive na direção de uma empresa nos tempos da Getúlio foi para ajudar um colega de classe - e consertei a empresa dele. Se fui parar na diretoria da EDITELE, foi para não apenas auxiliar o amigo Leonardo, proprietário da editora, como para não perder os seis meses de artigos já escritos por mim para a revista dessa empresa, a Nova Eletrônica, que, ao terceiro mês de vida e sob a direção inaugural, já se atrasava trinta dias nas bancas - lá o mesmo PERT com que consertei a primeira empresa consertou igualmente esta.

Parabéns, pois, pelo pouco ou quase nenhum valor que coloca em diplomas e currículos. Porém, como os outros colocam, já que são meio rápido de saberem ao menos algo sobre o estudo de alguém, foi por isso que lhe solicitei esses dados.

Aliás, você não me respondeu se autoriza ou não que eu coloque as nossas mensagens anteriores (e talvez esta) na página das Opiniões do meu site. Esse meu pedido estava no e-mail que você acaba de responder - por isso é que o repito agora, mesmo antes de receber sua resposta aos outros meus e-mails.

Se autorizar, por favor, escreva no e-mail como é que ficaria o seu nome, com essas qualificações, porquanto não sei transformar os dados que aqui me informa em qualificações corretamente apresentadas.

A página das Opiniões serve de amostra sobre o que lhe solicito (por exemplo: José da Silva, engenheiro químico).

Creia-me! estou muito feliz, mesmo, em saber que abrirá espaço para ler Géa e Geínha. Os outros livros, )que( e CCDB - Gravação Profissional também têm muitas idéias legais, desta cabeça velha aqui.

Pois é! Tal qual Kekulé, eu também sonhava e, nos sonhos, descobria ou inventava coisas. A guitarra sem cravelhas no cabo, mas com estas no corpo, e com chaves atrás do cabo (que acabei produzindo anos a fio mas não consegui patentear porque o pedido de patente foi mal redigido pela empresa de patentes), corpo de plástico de qualidade superior; esse instrumento com outros mais recursos me foi "apresentado" ou "apresentou-se" em sonho! Era azul, tinha um som magnífico. Ao acordar corri anotar o que poderia desde então colocar nos instrumentos musicais de minha manufatura - e se não terminei por fazer um igualzinho ao do sonho, ao menos tal sonho melhorou muito os que vinha produzindo.

Fora do sonho também inventava por vezes o que outros já tinham inventado e já até saíra de linha... Por exemplo, inventei o alto-falante iônico, sem saber que um francês de nome alemão (Klein) o inventara muitos anos antes e fora até fabricado e posto no mercado pela Electro Voice, com o nome de Ionovac.

Aguardo então a sua gentil resposta aos meus outros e-mails (mas não quero tomar demasiado seu tempo), bem como a sua autorização (ou não) para publicar estes nossos e-mails no site. Seria bem legal para os visitantes do site lerem mais essa "coincidência" entre as minhas idéias e as de outras pessoas. Isso e os e-mails contribuiriam para os editores acabarem resolvendo publicar-me os livros!
Obrigado por crer em mim, quanto ao caso dos universos, que na obra Géa chamo de Universo Fractálico, acrescentando pois a questão dos fractais.

Abraço forte e vasto, do

Cláudio!


Resposta do Marcio ao meu segundo pós-escrito:

 

Cláudio,

Nem era necessário este parêntesis. Acredito de longa data neste tipo de 'insight'. E deles está farta a história da ciência, para quem tem olhos curiosos de ver. Niels Bohr sonhou com o modelo de órbitas do átomo, esperando o trem , numa gare sueca, indo prá casa da universidade onde lecionava. Kekulé, como lhe disse no mail anterior, sonhou com a forma hexagonal da molécula de benzeno.

Em tempo, apesar de carioca da germa, nascido, criado e requentado, morei um tempinho perto da Venâncio Ayres, há muitos anos.

Curioso vc citar seu interesse por construir telescópios tb. Sempre tive vontade de construir um, desde a adolescência, mas, quero crer que eu seja dotado de duas mãos esquerdas, hehehe. Eu ficava hipnotizado, vendo a construção das lentes, o uso do carborundum. Isso é o que eu, intimamente, sempre chamei de demiurgia.

Marcio


Autorização do Marcio para publicação desta nossa troca de e-mails neste site:

 

Cláudio,

Autorizo sem ressalvas a publicação desta nossa correspondência privada.

Quanto ao meu nome, pode colocá-lo como lhe aparece no cabeçalho do mail. Marcio H. Saracuza (sendo o H. de Henrique).

Quanto à formação, conquanto já tenha lido como costuma aparecer na sua página de correspondências, não sei mesmo lhe dizer como possa colocar as minhas. Deixo ao seu alvitre e criatividade, que sobejam. Se preferir uma forma sucinta, use um 'fund manager'.

Em tempo, eu que me sinto bastante feliz pelo nosso contato, tantos anos depois daquele edifício sui generis, que quase caía em cima da piscina da Hebraica (lembra disso???).

abraço afetuoso

Marcio


Resposta do Marcio ao meu terceiro pós-escrito:

 

Cláudio,

Quero, sim, todo material para poder tomar uma postura a respeito das suas intenções de publicá-los. A respeito disso, torno a escrevê-lo mais tarde, e mais longamente, já que aproveitei um intervalo aqui para lhe escrever agora.

abraço e até mais tarde, sem falta

Marcio


Mensagem do Marcio sobre a grafia do nome Géa:

 

Em tempo, me perdoe por ter metido um i no meio de Géa. Não veja nisso displicência. Ainda estou me habituando à gramática.

abraço

Marcio


Minha resposta à resposta do Marcio ao meu terceiro pós-escrito:

 

Oi, Marcio!

Sim, vezes me parece que qualquer conversação é um tanto desnecessária, quando a gente está conectada na Mente Cósmica. Porém, que seria de nossos órgãos vocais e os dedos, os teclados, os computadores, os livros?... ;-)

Repitamo-nos então, que no torvelinho surge sempre algo novo.

Intuição, insight, sonho, temos recursos mil para percebermos além donde olho físico algum jamais esteve, em vida...

E quando em plena experiência mística nos visita alguém, de quem certa Voz diz: "- Este não tem corpo"?

Aqui a gente é brasileira de três estados! Nasci em São Paulo, num hospital perto da Pça. Marechal Deodoro; Dalgiza nasceu em casa de seus pais, na pequenina Carangola, em Minas Gerais; e Rafael é da cidade do Rio de Janeiro - carioca, pois, feito você! Estamos todos com você em família brasileira, pois, e unidos no Universo Fractálico.

Legal você ter morado perto da Venâncio, em Sampa. Que voltas estivemos dando; hem? quase nos esbarrando de corpo físico, pra só agora nos sincronizarmos via Internet, mais um "sentido" que nos foi dado pelo gênio humano.

Construir telescópios é muito gostoso. Acho que até vicia. Multidisciplinaríssimo trabalho, a gente adquire habilidade manual, que no meu caso teve ajuda no aeromodelismo também e resultou na facilidade em manufaturar as guitarras. Demora construir um telescópio óptico (há os radiotelescópios...), se nos pusermos a manufaturar os moldes para a fundição dos pés, da base, do berço, da engrenagem antes da usinagem e várias outras pequenas peças. Sem falar no tubo! quando existe - porque se for para fixar-se sob cúpula, em certas condições o tubo é dispensável. Os espelhos então levam a toda uma carreira. Nosso mestre, no Planetário, Diretor Técnico da A.A.A.S.P., foi José Scarel. Ele trabalhava na D. F. Vasconcelos e seu lazer era na A.A.A. e em dar sessões do planetário ao público, que Raphael Vilardi e eu imitávamos em casa, gravando com efeitos especiais cômicos: o Sol caindo no chão eram os talheres de minha mãe... porque o projetor do Sol no planetário Zeiss estava com folga nas engrenagens, e fazia um barulhinho toda vez que o astro se punha no horizonte... E assim por diante. Era um tempo muito feliz...

José Scarel se tornou amigo nosso, que nunca mais vimos. Em visita a sua casa modesta, vimos o projeto de uma Câmara Schmidt! Ele fazia até a lente frontal, muuuito difícil. O cara sabia tudo de óptica e lentes mesmo.

Fiz espelhos de dezesseis e de vinte centímetros de diâmetro, parabólicos. Um dia comprei um de trinta centímetros, com o secundário hiperbólico e mais um pequeno espelho para a saída lateral. Era para um telescópio Cassegrain! Com o espelho passado a metro e meio do gramado no quintal da casa da Venâncio, sob o sol, a grama era desintegrada, e os raios do Sol apareciam no vapor! Melhor que efeitos especiais de hoje!

Infelizmente, não cheguei a montar o Cassegrain: troquei os espelhos por um molde de injeção de zamag para certas peças das guitarras sólidas que manufaturava.

A gente usava carborundum oitenta para iniciar o desbaste. Findo o uso do carborundum, passávamos ao alundum. E então passávamos ao óxido de ferro, que passávamos a aplicar com ferramenta de vidro e breu, sobre o espelho, já no polimento. Nas várias etapas, se caísse um grão de pó mais grosso... tínhamos de voltar a esse pó, e ficar a orbitar a bancadinha fixa ao chão cimentado, no porão do planetário.

Vai ver essas órbitas nos preparavam para melhor contemplarmos aquelas dos astros...

Se você conseguir a coisa mais difícil - tempo - vale a pena construir um telescópio! Só não sei a quem recomendar para instrutor. Eu próprio já não me lembro mais de muita coisa. Tenho um manuscrito de um amigo que passou pela transição aos setenta e um anos, ex-Cliente CCDB. Ele era alemão e muito criterioso. O manuscrito era cópia que fez para mim, faz alguns anos - mas muito depois da época da A.A.A. - sobre construção de telescópios ópticos.

Acho que a Internet deve ter bastante coisa a respeito de construção de telescópios.

Demiurgia da de Platão, sim! éramos um tanto semidivinos, ao criarmos da matéria bruta, o vidro especial, aquelas lentes. Na acepção vulgar, então nossa demiurgia era mesmo uma arte; e, tal como a de manufaturar guitarras complementava com valor símil a arte do músico, manufaturar telescópios era a fase material da arte mais abstrata de observar o céu - tudo isso na espiral harmoniosa da evolução.

E vou ficando nesta volta da espira, antes que você me varra os átomos com o mouse!...

Cláudio


77 - Opinião e alerta de José F. Haydu sobre a página "A grávida e a cobra". José F. Haydu é Técnico em Telecomunicações - e, em minha opinião, mais que "Fotógrafo": um Artista em Fotografia. - CCDB

jose.haydu@om.netpoint.com.br

Caro senhor,
Por acaso encontrei o seu site, quando pesquisava assuntos referentes a serpentes. Sou fotógrafo e dedico-me a registrar imagem de pássaros, insetos, serpentes e o que aparecer. Para ter um registro fiel, sempre faço a classificação científica e olhando as fotos da serpente que o senhor capturou e depois devolveu à natureza, ocorreu-me que devia fazer um comentário. Trata-se de uma cobra muito comum, popularmente chamada de cobra-verde, cujo nome científico é Phylodrias olfersii. O senhor a menciona como não venenosa e eu mesmo a achava assim, até que um dia tive informações contrárias. A picada desta serpente deve ser considerada merecedora de cuidados médicos, pois embora ela não tenha os dentes incisivos inoculadores de veneno, ela pode causar estragos.Os dentes inoculadores são muito pequenos e localizam-se mais ao fundo da sua boca. As toxinas do veneno são descritas como semelhante às da jararaca e existem pelo menos 2 casos de óbito (ambos no R.G.do Sul) registrados. Os biólogos afirmam que os poucos casos relatados, felizmente se devem ao fato desta serpente não ser agressiva e não possuir os dentes inoculadores frontais, o que lhe deu o falso status de não venenosa.. Mas se a picada for nas mãos, principalmente entre os dedos, os dentes inoculadores podem alcançar os tecidos e causar envenenamento.

Estas informações que estou repassando, encontrei na internet justamente quando eu pesquisava os nomes científicos dos espécimes que fotografava. Vou ficando por aqui, para não tomar muito do seu tempo.

Um grande abraço e felicidades.

José Francisco Haydu Rolândia-PR.


Minha resposta a José:


Caro José:
muito grato por este e-mail ótimo. E parabéns pelo seu trabalho e seus conhecimentos herpetológicos!
O senhor me autorizaria colocar a cópia desta sua mensagem em meu site, na página A Grávida e a Cobra (a página que o senhor leu), e também na página "Opiniões sobre Géa e Geínha"?

Esta mensagem sua seria útil a todos os que visitassem essas páginas e corrigiria a falta de informação deste amante da natureza, um leigo que só procura ajudar. Assim, esses visitantes estariam mais alertados sobre o risco de contato mais próximo com a Phylodrias olfersii.

Autorizado pelo senhor a reproduzir esta sua mensagem, eu logo corrigiria aquele meu "não era cobra venenosa, não" que escrevi na página da aventura.

Com esta sua exposição, sinto-me ainda mais feliz, por ter evitado para Cris e sua filha um risco maior do que imaginava. Obrigado, em meu nome, no dela e no de toda a família.

Ah! a Phylodrias decerto também lhe agradece, pelo restabelecimento de seu status venenoso... se o senhor me permite brincar com assunto sério.

Qualquer nova mensagem sua será sempre um imenso prazer para mim. Nem cogite em estar tomando o meu tempo, que tempo é pra isso mesmo, e nada melhor do que investi-lo em amigos - pois amigo espero que doravante me considere e a todos aqui.

Aceite o meu abraço, forte pra Constrictor constrictor nenhuma botar defeito - que delas há muitas por aqui também - e já ajudei a salvar, com os bombeiros, duas delas, graúdas, com alguns metros cada, que estavam no fundo de um poço na casa do vizinho ao lado. Foram soltas naquela mata das fotos.

Cláudio


Segundo e-mail meu a José, antes de receber resposta:

 

Caro José F. Haydu:
mesmo antes de saber se me autoriza publicar no meu site o conteúdo de nossas mensagens, eu gostaria de lhe pedir, por favor, que me indicasse um endereço de site ou qualquer outra forma de acesso para que eu pudesse conhecer o seu trabalho fotográfico. Informo que por infelicidade (e falta de recursos financeiros) não tenho conexão rápida à Internet. Minha conexão é discada e falha, no máximo alcançando baixar dez megabytes/hora. Isso limitará meu acesso a fotos de alta resolução, mas gosto muito de fotografia e conquanto seja um amador e não tenha mais máquina que preste, seria um prazer e uma honra poder ver ao menos algumas das suas fotos. Caso me envie amostra, por favor, avise antes por e-mail e aguarde meu o.k. de mensagem recebida, se sua mensagem superar os quinhentos kilobytes.

Grande abraço e tudo de bom!

Cláudio


Segundo e-mail de José para mim:

 

Caro Cláudio,
Segue o link do FOTO CLUBE DE LONDRINA http://www.confoto.art.br/fotoclubelondrina/, do qual sou membro. No site é possivel filtrar pelo nome do autor e tem algumas fotos minhas. Meu site pessoal www.hayduphotos.com ainda está em construção e pretendo terminar neste ano. No momento só tem a minha foto que é a pior de todas. Minha especialidade são fotos de Beija-flores, que faço principalmente no jardim de casa, em Rolândia-PR. Vou selecionar algumas, adequar o tamanho e lhe enviar por Email, pois o site ainda demora um pouco. Tenho um registro fotográfico de cerca de 20 espécies diferentes desta aves, dentro da área urbana. Este registro foi feito durante pelo menos uns 15 anos, durante o qual fui adquirindo alguns conhecimentos de ornitologia também. Sem dúvida você pode divulgar no seu site, qualquer conteudo que eu lhe enviar. Quanto a informação sobre a Cobra-verde, confesso que tentei localizar novamente as fontes na internet, mas ainda não consegui. Às vezes este tipo de divulgação é retirado ou o GOOGLE não localiza como feito originalmente. Ontem enquanto eu pesquisava estas antigas fontes, acabei descobrindo em um site Argentino que a serpente conhecida por nós como Mussurana, possui características semelhantes às da cobra-verde (incisivos e veneno). Quem diria! Das "suas jibóias" não descobrí nenhum segredo ainda.

Minha profissão é Técnico de Telecomunicações, e trabalho na Brasil Telecom desde 1972. Pretendo me aposentar e me dedicar ao ramo de fotografia em tempo integral. Ainda não o fiz por motivos financeiros.O tipo de fotografia que gosto, destina-se a um mercado diferente que não pesquisei ainda. Enquanto isso, vou desenvolvendo como "hobby". Nascí, crescí e moro em Rolândia, norte do Paraná, cidade com cerca de 50.000 habitantes, próxima 25 km de Londrina Provavelmente no final de semana lhe enviarei algumas fotos e vou ler detalhadamente o conteúdo do seu site, afinal, acessei pela primeira vez ontem.

um abraço e até a próxima.

J.F.Haydu.


Minha resposta ao segundo e-mail:

 

Caro José!
Que e-mail ótimo este seu. Já que me autoriza, porei este no site, na página "Opiniões sobre Géa", onde estará a cópia do primeiro - esta irá igualmente para a página "A Grávida e a Cobra". Eu já estava meio preocupado que alguém se deixasse picar, achando que "não é venenosa, não", e este seu e-mail vem me permitir alterar, já, já, a página, picando mortalmente o meu engano.

Vou entrar agora nos links que me envia. Antes, quero lhe contar que tenho dois grandes amigos, Henrique Medina e Louisa Lepri, moradores de Londrina! Nunca os vi em pessoa, só por e-mails a gente se conheceu. Há mensagens de ambos na página das opiniões, supracitada. É ótimo saber que você mora em Rolândia, e que é perto de Londrina. Sinto-o mais perto de mim, então, por estar perto dos meus dois amigos.

Antes também de entrar no primeiro link, digo-lhe que aqui em casa vi pela vez primeira um beija-flor cuja espécie nunca vira antes: ele é do tamanho duma vespa-tarântula, pouco maior que um marimbondo daqueles marrons - isso, quando adulto. Só apareciam raramente, porém, agora temos uma plantinha com flores pequenas vermelhas e de cálice profundo, bem certas para os biquinhos deles - então se vêem cada vez mais a zumbirem qual insetos, furtando cores ao passarem por nós.

Agora vou ao primeiro link.

Ah! vibrantíssima a foto do Amazilia Lactea!!! Ele parece abrir asas cor de mar profundo e ter o firmamento constelado no papo! Parabéns.

Fotografei a maioria das imagens não criadas em computador presentes no meu site. A melhor máquina que tive foi uma Yashica 12, cópia da Rolleyflex. Mas conheci de perto a Hasselblad, que comprei para a EDITELE, quando dirigia essa editora. Nenhuma das minhas fotos se compara às suas, a não ser pelo modelo, Dalgiza, presente nalgumas delas. Fotografando Dalgiza qualquer um é profissional e só pode obter fotos magníficas.

Na "Anteos Clorinde" você captura o próprio Sol que embebe a folha. Posso sentir até a fotossíntese e o gosto da energia. Mais parabéns, pois! mesmo me repetindo - que "prolfaças" é sinônimo mas pode ser dúbio, a não ser se considerarmos fotos como prole sua, e que bela prole!

Eu gostaria de ter fotografado "Austria" e "Bimini". Sou perfeccionista, e essas fotos são o espelho do espírito que as bateu. Em "Austria", vê-se a própria cor nascer! Como se fôssemos gatos, animais noturnos, cujas retinas preferem a sensibilidade maior para a caçada e esta se acha no preto-e-branco - mas gatos que estivessem no limiar da mutação, já notando, pela vez primeira, a primeira cor! A foto é de arrepiar de belezas a alma.

Eu escreveria mais um livro se prosseguisse na descrição do que sinto e vejo. Sei que você mesmo também sabe; então, em lugar de citar cada foto, passo apenas a contemplar cada qual. E só lhe digo que estou felicíssimo em conhecer um artista feito você.

Clicando no outro link... "Em construção. Aguarde. Under construction. Just wait.". Sim, esperarei sedento de imagens.

Obrigado pela pequena biografia de um grande ser humano que conclui o seu e-mail.

Agora, corro ao computador de produção, o pobrezinho que está sem placa de vídeo... chiuf! e ali trabalharei nas páginas supramencionadas. Logo estarão no site, se o Beija-Flor do Universo mo conceder.

Um abraço e até a próxima!

Cláudio



78 - Opinião de - e oferta de publicação de meus livros por - Júlio C. Martins - Professor da UFES (no curso de Comunicação Social) de Produção de áudio e pesquisador em comunicação e semiótica na linha acústica e percepção sonora. Mestrado em comunicação e semiótica na PUC/SP (jcms1506@terra.com.br)

Minha resposta a mensagem anterior (não reproduzida aqui) de Júlio Martins (JM):

----- Original Message -----
From: Cláudio César Dias Baptista
To: Júlio Cesar M. da Silva - JM
Sent: Saturday, March 14, 2009 2:31 PM
Subject: Edição limitada - CCDB

Oi, Júlio.

Escrevo para preencher uma falha na minha resposta, e num ponto importante, que deixei de explicitar.

Você diz que na edição limitada de meus livros não haveria contrato. Acho importante que sempre haja contrato, por mínima que seja a associação para um trabalho, e esse não fugiria à regra, na hipótese de você fazer a edição limitada, tal como descrita nos e-mails imediatamente anteriores a este.
(Nota de CCDB para esta página: nas mensagens anteriores informo a JM que só aceitarei uma edição com tiragem limitada como me propõe nos e-mails aqui não reproduzidos, caso o maior grupo editorial português e um dos grandes editores brasileiros que vêm me analisando a obra completa não possam publicá-la)

Um contrato seria indispensável, não só para que evitasse dúvidas, como para o caso de aparecer editor desejoso de publicar em larga escala a obra.

Portanto, já que estamos esperando a manifestação dos dois editores grandes, o português e o brasileiro (aos quais não devo apressar de jeito nenhum, ou poderia entornar o caldo), gostaria que você fosse cogitando nas regras exatas para a edição limitada (o que depende de você conversar com aquele seu amigo da Editora Cultura) e, assim que você tivesse um modelo de contrato (onde deveria estar explícito que nos disporíamos a cessar a edição limitada caso algum editor se interessasse em publicar em larga escala - escala essa que também deverá ser explicitada no contrato). Assim, embora uma edição limitada retirasse aquele importante ineditismo à obra, teríamos no próprio contrato uma ferramenta para sossegar o possível editor de larga escala, quanto à concorrência da tal edição limitada. O contrato deveria prever também a autorização para a publicação concomitante, pela loja virtual que estou criando com Rá, dos meus livros e, ainda, que tenho o direito de publicá-los parcial ou integralmente em qualquer outra mídia, como por exemplo o que já está e o que poderia estar no meu site, e em filmes, televisão, jogos, videojogos, etc.).

O meu site tem as páginas "O objetivo deste site" (esta contém os requisitos sine qua non para um contrato de publicação de meus livros) e "Requisitos contratuais" (esta contém os requisitos que eu desejaria ver constando do contrato mas que não são sine qua non). Portanto, conviria você, por favor e se concordar com a existência do contrato - indispensável para a possível edição limitada - ler essas páginas do meu site com atenção e extrair o que fosse útil a tal contrato.

Abraços contractos, do

Cláudio! ;-)

 

Resposta de JM à minha mensagem logo acima:

 

----- Original Message -----
From: Julio C. Martins.S.
To: Cláudio César Dias Baptista
Sent: Saturday, March 14, 2009 3:57 PM
Subject: Re: Edição limitada - CCDB

OI Cláudio,
não quis dizer sem contrato, mas sem obrigação contratual de exclusividade.

Cara, sinceramente. Acho o cúmulo do absurdo alguém com a sua importância, com a sua dedicação, com a contribuição efetiva que vc deu ao áudio, estar pedindo dinheiro, expondo suas dificuldades...

Nada a ver com vergonha ou algo parecido de se expor, é pq o trabalho
tem uma enorme importância
... Tem enorme valor e está parado!... enquanto vc passa por necessidades... Inaceitável...

As pessoas que vêem o pedido de doação não têm a menor noção de quem está pedindo e de qual é o seu passado. Seu pedido se parece com o de outros sites que pedem colaboração.

Se publicado mesmo em pequenas tiragens o seu livro (gravação profissional, é o que pensei de imediato)
pode lhe propiciar um ganho IMEDIATO e um financiamento interessante da sua infra estrutura (computadores, acesso à internet por banda larga, etc.).

é isso...

Entendi o restante... isso ficará sendo como um plano B...
vou orçar a produção do livro.

... e nesse meio tempo vou verificar um modelo de contrato.
me diz quantas páginas tem e tamanho.

Além da capa tem alguma pág. com foto ou ilustração colorida?
Não pense que é uma edição limitada, num sentido restritivo e depreciativo...

A qualidade da impressão digital é exatamente igual às offsets com chapa.

a impressão digital permite tiragens pequenas a qualidade do acabamento para o leitor seria indiscernível de uma tiragem em larga escala.

Acredite, sou especialista em Produção Gráfica conheço um bocado sobre
os processos de impressão...

um abrc

Júlio

 

Minha resposta à mensagem logo acima, para JM:

 

Oi, Júlio.

Obrigado pelo esclarecimento sobre o contrato. Sim, exclusividade será só para o editor grande que lance em larga escala os livros e apenas para a mídia desses livros (a de papel impresso), liberando-me as outras (cinema, novelas, brinquedos, jogos, etc.), a não ser que o editor também atue numa ou mais dessas mídias; a(s) qua(is) nesse caso constará(ão) do contrato.

Não fique triste com a minha situação financeira e muito menos com o fato de eu me expor. Ao me meter na missão de escrever e divulgar o que penso ser útil a todos os que me entenderem (se um entender completamente já será uma vitória que nos coroará o esforço, de Giza, Rá e meu); ao me meter nisso, foi para o que desse e viesse.

Minha contribuição ao áudio e à manufatura dos instrumentos musicais, bem como à música por ter criado e sustentado os Mutantes (que, segundo Rita, conforme está no site em palavras dela, não teriam saído do quintal da Rua Venâncio Ayres); essa contribuição é minúscula se comparada com o conteúdo dos livros. Mas as pessoas só saberão do que está nos livros quando os lerem, e a maioria só dedica um horário específico para leituras que não sejam de cunho profissional caso sejam "obrigadas". Essa obrigação se dá (e se dará inevitavelmente com os meus livros) quando algum órgão de divulgação em massa e formador de opinião se puser a divulgá-los (o que com certeza também ocorrerá, seja porque adira a, seja porque contrarie aquilo que escrevi).

Amigos, parentes, pessoas que conhecem o Cláudio da "primeira encarnação"; ah! essas quase que só o querem de volta, para aqueles "bons tempos", porquanto não conhecem o porvir e não sabem que o novo Cláudio (que é o velho evolvido) escreveu algo tão bom quanto os melhores escritos da Terra, se não mais.

O meu passado estava adrede bem oculto em pouquíssimas páginas do meu site até que a visitação deste se elevou sobremaneira, já passando de trezentos mil visitantes (as páginas sobre estatísticas e visitação o comprovam, no site). Então chegou a hora de me apresentar melhor, para que de uma só vez a apresentação criasse peso e rolasse a bola de neve a favor do "novo Cláudio". Por isso, recentemente, ampliei o conteúdo das páginas que contam a minha história - você poderá vê-las, se me honrar com mais um tempinho, no primeiro subtítulo que se acha no rodapé da maioria das páginas (não na página principal nem na de abertura; sim, por exemplo, no rodapé da "Turnê rápida pelo site para editores".

O meu movimento planejei há longo tempo e venho executando tal qual planejado. A gente aqui em casa sabia o que aconteceria. E exemplos de retardo na resposta a grandes obras, principalmente as de muitos volumes, estão demasiados por aí. J.R.R Tolkien só teve o Silmarillion publicado post mortem e por seu filho. Seus livros, que viraram filmes de centenas de milhões de dólares, levaram décadas para surgirem à luz e se elevarem entre os melhores. E Géa, Geínha e )que( superam a obra de Tolkien.

Vergílio (ou Vergílio pra quem prefere esta grafia) pediu, moribundo, que não publicassem A Eneida, porque ainda não corrigira... E felizmente foi publicada. Levou um tempão pra virar até concorrente das Sagradas Escrituras, porque seu conteúdo, velado para não ofuscar o que Mecenas e César quereriam ver, supera em profundidade e verdade o que se acha na Bíblia, e sem alegorias, na passagem em que Enéas encontra seu pai, nos Campos Elíseos, a região dos felizardos, nos Infernos.
Cervantes comeu o pão que o diabo amassou... e assim por diante, não o quero cansar (mais...) com outros exemplos.

Portanto, a nossa dificuldade aqui é café pequeno perante a desses e de muitos outros autores.
Você pode nos ajudar, incentivando as pessoas (seus alunos, por exemplo) a que procurem conhecer (quando disponíveis os livros nas livrarias, ou desde já na visitação das ilustrações que contêm amostras do texto de Géa e noutras páginas de amostras do meu site) melhor o Cláudio desta nova "encarnação". Tenho certeza de que as pessoas que conheceram o Cláudio antigo se rejubilarão por dois motivos: o primeiro é que o velho Cláudio continua vivinho "da dias baptista" (cansei-me do "da silva"...); o segundo, que o novo Cláudio é melhor que o primeiro - muito melhor - e que Giza, Rá e eu não nos atiramos à luta sem propósito merecedor dos sacrifícios que vimos passando.

Só pensarei em tiragens limitadas de qualquer dos meus livros depois que receber resposta dos dois grandes editores que os estão a analisarem. Sei que uma publicação de tiragem limitada nos renderia algum dinheiro, mas poderá obstaculizar a publicação em larga escala. Isso vale para todos os livros, inclusive "CCDB - Gravação Profissional". Se passar de 2009, sempre poderei atualizá-lo novamente, porque Rá e eu nos mantemos atualizados no assunto da obra, além do que esse assunto é perene até certo ponto, quando trata da gravação e seus processos, já que o processo antigo sempre é útil conhecer para entender e aplicar o novo, tal como degrau inferior é útil para subir ao superior numa escadaria.

Sim, a publicação que gentilmente me oferece, em escala reduzida, fica mesmo como um plano B. Aliás, o capitão Kirk se safou de boas com seus "planos B"... por exemplo, no episódio em que se acha com seus oficiais num planeta onde se reproduzira o Império Romano... Se for preciso, então, chegaremos ao nosso Plano B!

Você tem o livro CCDB - Gravação Profissional no DVD que lhe enviei. Essa versão, não atualizada para 2009, tem as mesmas ilustrações (todas em preto-e-branco - não há coloridas senão nas capas) e o mesmo número de páginas (1010). Fiz questão de não mexer no número de páginas ao atualizar o texto e inserir as notas de rodapé das quais lhe falei no e-mail anterior.

Agradeço pelo orçamento que fará para a edição limitada.

Sei como sói ser a qualidade das edições limitadas. É normalmente tão boa quanto a da edição normal em larga escala. Mesmo assim agradeço por confirmar isso.

Também conheço os processos de impressão e os padrões editoriais - fui editor; lembra-se? e não só editei a revista Nova Eletrônica mas também vários livros técnicos na EDITELE. Sei também que dia a dia as novas impressoras oferecem recursos mais baratos e qualidade melhor; portanto, imagino muito bem como seria a pequena tiragem que sugere fazer dos meus livros.

Admiro e valorizo muito o seu conhecimento especializado, que com toda a certeza contribuirá para uma tiragem, caso ela venha a concretizar-se e na dependência do que já lhe expus, igual ou superior à que uma editora qualquer ofertaria numa publicação em larga escala.

Gostaria por favor de saber se me autoriza publicar na página "Opiniões sobre Géa e Geínha" esta sua mensagem e esta minha resposta.

Tudo de bom para você e os seus alunos!

Abraços saudosos e muito gratos, do

Cláudio!


DESTE PONTO EM DIANTE, JÁ COM OS LIVROS PUBLICADOS PARA LEITURA ON-LINE EM CCDB Livros!


79 - Opinião de Eusébio Pizutti


----- Original Message -----
From: Eusébio Pizutti
To: Cláudio César Dias Baptista
Sent: Thursday, June 18, 2009 12:36 PM
Subject: Re: Publicados! - CCDB

Bom dia, caríssimo frater Cláudio:

Estes últimos dias, andei pensando em ti, em como seria bom ler teus livros... Tenho partes deles gravadas, quando ficaram à disposição no site. Ao lê-las, achei meio complicado no começo, mas depois de algumas linhas, entrei nas estórias e me diverti muito! Inclusive gosto de utilizar as palavras diferentes como bases para senhas no computador: são fáceis de lembrar, e ninguém imagina o que estamos digitando. Algo como trezêmbilhos, poucos sabem!!

E agora todos os livros estão à nossa frente! Parabéns pela forma encontrada para disponibilizá-los!

Com esta opção de leitura, também estou visualizando uma oportunidade para mudar meus hábitos.

Como estou muito desorganizado, poderia utilizar a leitura dos livros para disciplinar os horários de minhas atividades. Já tentei recentemente, num curso de EAD, e deu certo. Mas deverá ser uma meta constantemente vigiada.

Essa situação me lembrou uma característica de alguns animais, quando agrupados para proteção mútua: ao se mexer um pouco em um deles, os que estão adjacentes a ele se mexem também, como uma fraca onda que se propaga. Se mexermos mais intensamente, todo o grupo se move. É isso que está ocorrendo, e espero que a intensidade aumente! (Se quiser presenciar este comportamento "ao vivo", existem alguns insetos grandes que sugam a seiva dos tomateiros que são assim, e também pulgões e determinadas lagartas. Até mesmo os leitões fazem isso!)

Novamente, parabéns, e paz profunda a todos vocês!
Grande Abraço!

Eusébio Pizutti



80 - Opinião de Raphael Vilardi.

Raphael comprou tempo de leitura on-line por meio de pagamento on-line com cartão de crédito em CCDB Livros.

rtvilardi@uol.com.br


Té, que maravilha!!

Eu sei a luta que você tem enfrentado para chegar a esta ponto, HERÓICA, para dizer o mínimo!!

Acabei de adquirir os direitos para 30 dias de leitura da Magna Obra. Como estou no meio do trabalho e com uma reunião iniciando, ligo pra você o mais rápido que puder. Não vejo a hora de poder mergulhar de cabeça nessa excitante (leitura ?) viagem!

Até breve e um grande abraço

Rapha

 


81 - Opinião de Afonso Villano Neto - engenheiro formado pela FEI (Faculdade de Engenharia Industrial) - São Paulo.

Afonso comprou tempo de leitura on-line por meio de boleto bancário em CCDB Livros.

villanetto@uol.com.br

 

----- Original Message -----
From: villanetto@uol.com.br
To: Cláudio César Dias Baptista
Sent: Saturday, June 20, 2009 12:48 PM
Subject: Re: Obrigado!!! - CCDB


Querido Té!

Ja vi o botão novo com a sombra, é bem legal e atraente!

Vou divulgar entre meus contatos, espero conseguir respostas positivas!

Parabéns pelo novo caminho de divulgação!

É muito prático e fácil!

Ótima idéia, Desejo a você Té, toda a sorte do mundo.

Voce merece!

Love!

Afonso

 


82 - Opinião de Rogério Morineau Fornari sobre o lançamento de CCDB Livros

turismoquerencia@uol.com.br

----- Original Message -----
From: turismoquerencia@uol.com.br
To: Cláudio César Dias Baptista
Sent: Saturday, June 20, 2009 10:43 PM
Subject: Re: Fw: Publicados! - CCDB

Querido Mestre e Amigo CCDB
Parabéns por mais esta etapa conquistada!

A sua Obra merece esta divulgação.

Tenho lido com vagar capítulo após outro.

Na verdade tem sido a única coisa que eu ainda leio, pois o trabalho no sítio me faz dormir bem cedo e acabo só lendo aqui na city e mesmo assim com vagar pois a minha vista está bem cansada e já estou precisando de mudar de óculos... Ficar velho pode ser até poético mas é uma merda!

A contrapartida é que as pernas ainda estão em dia o que me permite fazer minhas idas ao Pico com alguma frequência com os grupos.
Aqui vamos indo bem. Pouco frio e céu limpo.

Vocês sempre estão no meu(nosso) pensamento. Mande lembranças nossas para Dalgiza e o Rafa e creia que torcemos para que as coisas se encaminhem como vocês desejam.

Abraços a todos e muita PAZ.

Rogério


83 - Opinião do cineasta hollywoodiano Jeff McCarty sobre CCDB Livros

Novo e-mail: crackersred@gmail.com

I think your site looks fantastic! Man, I wish I knew Portuguese, for I would so love to read "Gea" (and "Geinha") The illustrations on the book covers are sublime...I think your online publishing idea is certainly a good one.

 


84 - Opinião de Luciano Pereira da Silva - Lifesound Amps - sobre CCDB Livros

----- Original Message -----
From: Lifesound Amps
To: Cláudio César Dias Baptista
Sent: Friday, June 26, 2009 11:18 AM
Subject: Re: Publicados! - CCDB


Oi meu prezado Cláudio

Mas desde quando um aluno esquece o mestre?

Eu não respondi os últimos e-mails porque eu estava em São Paulo, trabalhando em uma obra de meu outro emprego. Trabalho numa empresa que constrói teatros e estávamos concluindo um bem grande. Numa região que lhe é muito familiar. O bairro da Pompéia em São Paulo. Montamos um grande teatro, pra 1500 pessoas no Shopping Bourbom Pompéia. Foram 50 varas de cenário, 10 elétricas de luz, 2 cortinas, uma porta corta fogo, 480 canais de dimmer pra luz cênica e muito mais.

Caminhando por algumas ruas do bairro, ficava tentando imaginar por onde vocês (os Baptista) andaram naqueles efervescentes anos. Na semana que vem estarei lá de novo, então se puder me dizer algumas ruas interessantes pra eu fazer um "Mutantes Tour" eu agradeço.

E quanto à idéia de publicar os livros pela internet, eu achei simplesmente fantástica. Assim que eu voltar de São Paulo e voltar a ter algum tempo livre, farei questão de me cadastrar e começar a ler Géa e o livro seu com o Rá de gravação de áudio.
Pelo menos poderemos ler sua obra sem intermediários. Já que os editores viraram-lhe as costas, faremos a revolução direto entre autor e seus leitores.

E quanto ao amp com referência a Géa, ele ainda está nos planos. Só ainda não o fiz porque preciso terminar os vários amps encomendados que eu ainda não consegui terminar, devido ao outro trabalho, com os teatros.

Um grande abraço daquele que muito lhe admira e que deseja sempre o melhor pra você e pra sua família.

Luciano e família

PS. Se o senhor tiver uma conexão de internet rápida, pode ver meus últimos trabalhos em meu blog em http://lifesoundamps.blogspot.com

Minha resposta ao Luciano:

Oi, Luciano!
que ótimo receber mensagem sua! Eu não sou mestre, apenas um aprendiz. Ou, se sou mestre, você não o é menos.

Enquanto respondo, a página cujo link você me apresenta está se abrindo. Já vejo o fundo negro e os dizeres... Pronto!

Eis o comentário que eu gostaria de colocar no blog, mas ele só aceita usuários cadastrados - estou copiando o comentário da tentativa que fiz de colocar lá:

"Oi, Luciano!
Parabéns pelo Dynaplex Laranja!

Ele me lembra a mais bela ritmonave do universo: a Laranja, o disco voador de Clausar.

Imagino que o som seja tão belo quanto a imagem e fico na esperança de ouvi-lo.

Abraço forte, do amigo

Cláudio - CCDB"

Você poderia colocar por mim esse comentário lá no blog?

Parabéns pelo trabalho na construção do teatro!

As ruas mais caminhadas por mim na Pompéia eram a da minha residância, a lendária Rua Venâncio Ayres. Dela eu partia à noite subindo as ruas perpendiculares - e na excursão noturna (daí talvez o "Caminhante Noturno" dos Mutantes...) ia ao meu lado o saudosíssimo gato Limoeiro.

Na obra Géa está contada uma dessas excursões, no capítulo que antecede o capítulo "O Portal Laranja" (que é o portal do KSE, o LSD do planeta Géa). Limoeiro lá se chama "Citrusmônio" - e o Teorema de Clausar explica a semelhança.

Quando eu saía da Venâncio para comprar material na Santa Efigênia, não agüentava esperar o ônibus e começava a andar, daí a correr. Alcançava a Francisco Matarazzo, que eu subia a passos fáceis da corrida dos jovens, pegava a São João e colimava a agulha do Banco do Estado de São Paulo.

Chegava sem cansaço à Santa Efigênia, comprava o material... e voltava a correr pra casa. Adorava isso.

As correrias começaram quando eu partia da escola onde conheci Raphael Vilardi, em Vila Mariana e, em vez de voltar pra casa de ônibus ou de bonde, punha-me a correr avenida avante, alcançava e percorria a Av. Paulista, descia a Angélica, na praça Marechal Deodoro embicava pelo mesmo caminho que tomava quando voltava da Santa Efigênia, daí chegava à Turiassu, subia a Caiowaas... e estava na Venâncio - sempre descansado de tanto correr e respirar o ar ainda menos poluído de Sampa.

Todas as ruas da Pompeia eu percorria a pé. Quando não descia a Av. Pompéia pilotando o Simca Chambord de meu pai e matando de medo o irmão do Dinho, hoje repórter famoso das corridas de Fórmula I - vai ver pegou a mania de corridas por minha causa... hehehe.

Eu teria milhões de aventuras ocorridas nas corridas e a carreira que ali comecei... mas não o quero cumular de texto cheio de saudade.

Um grande abraço meu, da Giza e do Rá em você e na sua família! Que tudo de bom sempre lhes aconteça.

Cláudio
P.S.: em resposta a esta sua frase: " Já que os editores viraram-lhe as costas, ", gostaria que você soubesse que em muitos casos fui em quem virou as costas aos editores. Vários deles, até um nos EUA (Six Gallery Press) quiseram, sim, publicar-me os livros. Porém, os contratos pendem demasiado para o lado do editor e não me satisfizeram. Na própria página das Opiniões sobre Géa, você verá um dos editores portugueses* que tinha interesse em conhecer a obra e eu recusei enviar-lhe um DVD com meus livros. A página das Reportagens e a página dos Objetivos do site apresenta considerações minhas sobre os editores, os autores e o mercado editorial. Abraço grande, do gratíssimo Cláudio!

*ver acima, nesta mesma página.



A partir deste ponto, as opiniões específicas sobre CCDB Livros acham-se na página Opiniões sobre CCDB Livros


85 - Opinião de Eduardo Adauto sobre meus escritos presentes na seção tradicional deste site. Formado pela UFF-Universidade Federal Fluminense, em 1977, engenheiro eletricista, especialidade telecomunicações. Depois Engenharia Econômica, em 1983 e MBA, pela COPPEAD/UFRJ, em 1990. É também compositor, cantor e músico.

http://www.myspace.com/eduardoadauto

 

Olá Cláudio,

Desculpe a demora, estive viajando. Eu sou muito ruim de datas, mas acredito que em 2003, li capítulos ou referências que você mesmo colocou à disposição para nós na sua página. Eu como sou engenheiro e gosto de coisas ligadas a descobertas, novos mundos, universo e tudo mais, achei muito interessante.

Abraços, Eduardo.

 


86 - Opinião de Pedro Henrique Ribeiro da Silva, em 03-09-2009

Li alguns trechos de Géa e, apesar de não poder falar muito sobre afeições de personagens - Clausar, no caso -, gostei muito da sua estilística. Excelente, mesmo! Está de parabéns.

Pedro Henrique

 


87 - Opinião de Ronald Boeira, técnico em fibra de vidro, brasileiro morador nos EUA. boeiraronald@hotmail.com


Ola Claudio, ( desculpe-me, nao escrevo muito bem.. tao pouco tenho uma inteligencia a sua altura.....)

Antes de mais nada sou seu fa do tempo dos Mutantes e NE, embora seja leigo em eletronica, mas nao curioso por novas descobertas, Eu sempre
me perguntava por onde estarias Tu....

A alguns meses atraz o encontrei seu site (vasculhando coisas sobre o Mutantes) e realmente o achei de extrema coragem tua largar tudo q tinhas e dedicar-se a uma vida alternativa, com o profundo conhecimento em tudo q tens.. e tentar viver como escritor em nosso amado pais...

Mas o proposito deste email e simples, sou gaucho de Porto Alegre, atualmente estou aqui nos EUA ja algum tempo.. nao muito, vim tentar trabalhar por aqui ,mas tambem nao esta facil....

Quero te dizer achei lindo teu site, o romantismo da epoca dos Mut. sua familia etc.. mas me sinto envergonhado de nao poder ter colaborado (com uma praticidade) em um deposito ou tranfer bank.. talvez se tu abrir uma conta PAYPALL ficaria muito pratico, pois acredito q como eu muiiiiiiitos outros brazucas do exterior ja estao admirando GEA, mesmo sem ter lido...e eu sei q manter um site, tem um custo mesmo q seja um investimento futuro....

Grande abraço e um forte reconhcimento por suas obras tudo mais q fez e vens fazendo.

Ronald Boeira, (45 anos)

 

Minha resposta ao Ronald Boeira:

Oi, Ronald!
Você pode imaginar como esta sua mensagem me dá ânimo. Muuuuuito obrigado, meu amigo - espero que me honre aceitando-me como um amigo seu. Quanto a nossas inteligências, caso um de nós a tivesse superior, isso não seria "culpa" desse um, já que teríamos nascido assim. Porém, acho que o meu sucesso no artesanato se deve a outros fatores que não apenas a inteligência, principalmente o de trabalho imenso e dedicação total aos meus projetos, que sempre tiveram propósito luminoso em sua essência.

Sim, foi preciso a maior das coragens para a mudança de vida. Maior que a minha, foi a coragem de Dalgiza, minha mulher, e de nosso filho Rafael, que, junto comigo, aventuraram-se nessa vida difícil de escrever obras sérias no Brasil.

Nem pense nisso de vergonha por não ter podido colaborar. Este seu e-mail já é colaboração importante para nós três aqui.

O PayPal está nos meus planos. Porém, é preciso ter algum dinheirinho, no mínimo para fazer a ligação internacional exigida pelo PayPal para ativarem o tal "pino" mencionado no site deles e a conta fucionar. Como há notícias de dificuldades com a rigidez do PayPal (que vezes suspende a conta por até seis meses, sem darem oportunidade ao cliente de discutir), eu deveria ter ainda mais algum dinheiro de reserva para introduzir o PayPal em CCDB Livros, que é a nova seção do meu site onde nossos livros se podem ler on-line.

Há um meio de você ler os livros e colaborar: se você tiver um amigo que possa comprar tempo de leitura em CCDB Livros e lhe enviar o código de autenticação PagSeguro (simples número que pode ser remetido num e-mail), você poderia ler os livros estando em qualquer lugar do mundo onde acessasse a Internet. Seria grande prazer e honra para nós, se você lesse esses livros, ainda mais se os lesse inteiros e nos desse sua opinião. Publicada no site com sua autorização, essa opinião ajudaria a alavancar a leitura dos livros.

Por falar em autorização, você me autorizaria, por favor, a publicar esta sua mensagem magnífica no meu site? Em caso afirmativo, por gentileza diga-me quais qualificações (profissionais ou de qualquer tipo que você julgue útil ao site) eu deveria colocar ao lado do seu nome (sei que são rótulos e o que importa é o que a gente é de verdade, mas qualificações ajudam a convencer editores). Claro que também posso pôr seu nome sem qualificações - basta este seu e-mail para o visitante saber que se trata de pessoa com um grande coração. E se tiver um e-mail seu que eu possa colocar junto ao seu nome, seria ótimo.

Que você tenha sucesso em tudo aí nos EUA e alcance todos os seus objetivos é o meu sinceríssimo augúrio.

Grande, forte e grato abraço, do

Cláudio!

88 - Opinião de Marcos M. Moraes - Leitor on-line de meus livros em CCDB Livros, profissional autonomo, trabalha com vendas de insumos de informática. Guitarrista e vocalista da banda Sanchez` (Joinville - SC).
marcos.maia@gmail.com


Oi Sr. CCDB

Que bom que voce tem estes propósitos bem definidos. O Géa é mesmo supreendente, porém ainda estou lendo o "Gravação Profissional" e cada vez eu fico mais entusiasmado com o que eu leio.

Algo que eu tenho curiosidade de fato, são os amplificadores Turbo-Compressores e a tecnologia MEL. Eu tenho certeza que um deles irá aparecer para mim nesse percurso da vida.

Abraço e tudo de bom

Marcos Maia de Moraes


Minha resposta ao Sr. Marcos (por gentileza, quem lê esta página lembre-se de que, conforme afirmo em várias páginas deste site, não atendo consultas sobre áudio. O Sr. Marcos é Leitor de CCDB Livros, está lendo "CCDB - Gravação Profissional" e POR ESSE MOTIVO está recebendo estas respostas, em que teço comentários sobre meus produtos de áudio - CCDB):

Oi, Sr. Marcos!

O senhor me deixa muito feliz com o que diz nesta mensagem. O senhor me autorizaria, por favor, a colocá-la nas páginas de Opiniões sobre Géa e sobre CCDB Livros? Em caso afirmativo, por gentileza diga-me como deverei colocar as suas qualificações profissionais ou quaisquer outras que possam ser úteis para interessar os editores ainda mais no conteúdo da sua mensagem. Peço também que me autorize a publicar um endereço seu de e-mail junto ao seu nome. Sei que qualificações são rótulos e o que tem valor real é o que a gente é; todavia, qualificações servem para impressionar os editores que visitem o site.

O efeito MEL é de criação minha e o baseei num aparelho mais antigo, também de minha invenção, denominado de Cromatron, o qual não forneci a pessoa alguma e só existiu em meu laboratório-residência. O Cromatron tinha doze filtros muito estreitos (notch filters), cada qual sintonizado em um semitom. Quando se fazia um sinal passar pelo Cromatron, cujo nome vem de "escala cromática" e também lembra certa saudação mística, as fundamentais e os harmônicos que coubessem ressoavam nos filtros e produziam um efeito todo especial que poderia passar como reverberação mas não era. Quando manufaturei amplificadores valvulados descobri que as válvulas ressoavam fisicamente e que tais ressonâncias se acrescentavam ao som desses aparelhos. Medi essas ressonâncias nos amplificadores mais famosos e desejados do mercado e anotei-as. Do Cromatron aproveitei os filtros que melhor correspondiam a tais ressonâncias, e criei com estes o circuito MEL, cujo nome vem de "mellow" - já que essas ressonâncias davam a característica "mellow" ao som dos amplificadores valvulados. Claro que há outras características nesses amplificadores, como distorção de harmônicos pares, alguma compressão, etc., cujo resultado é o que alguns chamam de "som de válvula". Todas essas características podem ser sintetizadas nos recursos dos pré-amplificadores dos Turbo-Compressores CCDB. Estes aparelhos são de alta-fidelidade em seus estágios diretos de pré-amplificação, onde há circuitos integrados e inexistem válvulas, e nas seções de potência transistorizadas - isso torna tais aparelhos ótimos para amplificarem uma banda inteira (se se usarem boas caixas e cornetas), ou os teclados, ou o som do retorno, ou o contrabaixo. Com os efeitos do pré, entre eles o MEL, um Turbo-Compressor CCDB pode também amplificar uma ou mais guitarras, substituindo sozinho os vários aparelhos valvulados que o guitarrista teria de usar se quisesse o "som do Marshall", o "som do Vox", o "som do Ampeg", o "som do Fender", etc.. Por tudo isso e muito mais, os Turbo-Compressores CCDB foram um dos produtos mais vendidos durante os longos anos em que manufaturei artesanalmente os produtos de áudio CCDB.

Qualquer novo comentário seu sobre a leitura de qualquer dos meus livros ou daquele em co-autoria com o meu filho ou também a apostila de xadrez de meu filho será extremamente bem-vindo.

Abraço e tudo de bom!

Cláudio


Excreto da mensagem seguinte do Sr. Marcos:

Outras coisas percebo na obra Géa e nos produtos CCDB. Um orgulho e desejo de um Brasil melhor, Não simplesmente render-se a tudo que vem de fora, fazer coisas boas em seu próprio país.

Quanto ao Turbo-Compressor, sou sincero em dizer que nunca pluguei minha guitarra num amplificador transistorizado bom (1), e pelo que me parece, o sistema MEL foi o único sistema transistorizado que manteve a essência dos bons sons, tal qual um bom valvulado. Tenho dois amplificadores, um Giannini Tremendao 3 e um Delta de 1956. Ambos mudei todo o circuito e estão muito bons. Mas me resta uma dúvida, não existe hoje, em 2009, um perito em eletrônica autorizado e capaz de fazer um Turbo-Compressor CCDB para mim? Porque procuro sempre pelos produtos CCDB e a única coisa que tive acesso foi uma Régulus Semi-acústica que pertence ao Astronauta Pinguim de Porto Alegre.

(1) Nota de CCDB: O sr. Marcos nunca pôde experimentar um Turbo-Compressor CCDB e, portanto, a frase sobre amplificadores transistorizados não inclui o Turbo-Compressor CCDB.

Excerto da minha resposta seguinte ao Sr. Marcos:


Amplificadores transistorizados eram péssimos até que um apaixonado pelo áudio descobriu o motivo: a distorção de intermodulação de transientes, ou TIM. Daí em diante, foram criados novos circuitos, livres de TIM. Há vasta literatura técnica sobre isso.

Um amplificador transistorizado depois dessa época é de alta-fidelidade mesmo. Note que ele pode reproduzir com perfeição o som de um amplificador valvulado !!! Se isso não fosse verdade, não se ouviria o som dos valvulados em filmes, em televisão, em CDs, em DVDs, em iPods, em walkmen, etc. etc. etc.! Nem tampouco no sistema de som residencial, que na grande maioria (salvo no caso dos fanáticos pelas válvulas) é transistorizado.

O que o transistorizado não tem é o conjunto de distorções que, no valvulado específico para guitarras (há os valvulados de alta-fidelidade, cujo "som" não existe, é tão neutro e transparente ao programa como o dos amplificadores transistorizados) é útil para o guitarrista. O valvulado específico para guitarras é ao mesmo tempo amplificador e modificador de som, como ocorre com um pedal.

Esse conjunto de distorções se pode sintetizar num pré-amplificador transistorizado (ou com circuitos integrados, como é o caso do pré dos amplificadores Turbo-Compressor CCDB). O Efeito MEL sintetiza as ressonâncias que as válvulas triodo de pré-amplificação produzem quando imersas no som dos alto-falantes em amplificadores típicos para guitarras, como por exemplo Marshall, Fender, Vox, Ampeg, etc.. O overdriver sintetiza as distorções de harmônicos pares (ao contrário dos distorcedores tipo "fuzz" que produzem harmônicos ímpares). O compresssor-limitador-sustainer sintetiza a compressão que os valvulados para guitarras também produzem. E a equalização pesadíssima (paramétrico e gráfico) do pré de qualquer Turbo-Compressor sintetiza a curva de resposta do amplificador valvulado como um todo. Também as distorções do transformador de saída e dos alto-falantes específicos para guitarras que um "valvulado" cria, são sintetizáveis no pré de um Turbo-Compressor CCDB.

Descrever não é o mesmo que demonstrar. Durante mais de uma década forneci amplificadores Turbo-Compressor de vários modelos a Clientes CCDB e todos ouviram o que aqui descrevo - e todos adquiriram esses aparelhos para muitas finalidades, entre elas a de substituir amplificadores valvulados. Houve casos em que um Turbo-Compressor substituiu, para o mesmo guitarrista, uma série de amplificadores valvulados que este precisava carregar consigo ao palco, porque cada valvulado para guitarras tem seu "som", sua "personalidade" e não se faz o som do Vox com um Marshall nem o do Marshall com um Fender. O Turbo-Compressor pode sintetizar o som de qualquer deles e criar muitos outros sons.

Acima de tudo o Turbo-Compressor CCDB é um aparelho versátil. Ele começa como a "semente do sistema", amplificando a banda inteira se forem usadas caixas eficientes (com cornetas e multivias). Daí, quando a banda ganha dinheiro (com ajuda desse aparelho é fácil economizar), o Turbo-Compressor passa a fazer o som do retorno, e a banda adquire mesa e amplificadores para o P.A.. E assim por diante, até que o Turbo-Compressor vira o amplificador do guitarrista, ou do contrabaixista, ou do tecladista, num sistema grande e mais complexo.

Sim, orgulho-me feito você com os aparelhos que produzi e com os livros que escrevi (inclusive aquele em co-autoria com meu filho RDB), como produtos originais brasileiros.

Não conheço um técnico que possa montar qualquer aparelho dos que eu manufaturava, lamento. Talvez algum dia apareça alguém que se dedique a isso, mas teria de ser dedicação integral e com bom investimento de dinheiro. Seria bom se ocorresse enquanto estou neste corpo físico, ou muita informação que eu poderia transmitir será perdida.

Porém isso, a informação técnica, não é tão importante quanto eu transmitir o que se acha na obra Géa, no livro )que( e em Geínha. Esta informação é mais útil e será perene. Por isso é que me dedico a dá-la e a escrever. Por isso é que Giza e Rá não ganharam comigo o que teríamos auferido nestes quinze anos de dedicação aos livros, se tivéssemos continuado a manufaturar os produtos CCDB.

Lembranças ao Astronauta Pinguim! Tudo de bom para você e a Sanchez' !

Abraço grande, do

Cláudio!



89 - Opinião de Helena Pinheiro (profissional em admnistração de empresas e economia) usuária do byMK onde publico looks (ver CCDB no Mundo da Moda). Você pode se comunicar com Helena Pinheiro tornando-se usuário(a) do byMK e procurando por "HelenaPinheiro" no campo de usuários!


Eis a parte do e-mail que Helena me enviou, relativa à leitura do Livro Primeiro da obra Géa:


Aproveito para comentar com você o Livro Primeiro, que acabei de ler.
Nas primeiras páginas lidas tive a nítida impressão que seria uma leitura difícil,mas depois do segundo capitulo, essa impressão deixou de existir porque o entendimento aconteceu naturalmente.Incrível isso!
Notei também que o primeiro livro é feito de vários começos, achei muito interessante as histórias. Estou gostando demais mesmo.


Parte de minha resposta a Helena Pinheiro, sobre sua opinião a respeito de meus livros:


Sobre a sua leitura.
As primeiras páginas de Géa, que contam o começo e o término do livro de Rasek, foram escritas "por Clausar" (...). Elas têm o estilo um tanto difícil dele. Servem adrede como obstáculo iniciatório e também para, quem o ultrapassar, notar a mudança de clima e estilo quando quem escreve sou "eu".

No decorrer dos doze livros, há outros obstáculos, mas não desse mesmo tipo; geralmente quem escreve sou "eu". Eles serão do vernáculo; mas você é culta, não creio que terá problema algum.

Quanto aos termos alienígenas, vão se auto-explicando, e o Livro Treze serve pra dirimir dúvidas ou para até ser lido se gostar, porque não é um simples livro de consulta e baixa grátis. Tem mais caracteres que os doze livros de texto de Géa juntos e muita informação - mas não sugiro ler por ora; só depois de ler Géa ou se tiver mesmo muito tempo e gosto por essa parte da obra.

Nos livros seguintes, o centro da história está no nível do personagem Rá, filho de Clausar e Gia, bem como no dos subtrezêmbicos (submétricos), a quem muita gente dá pouco valor... Tóxia é a grande estrela desse nível, e há também a antênica ruiva, a zúmbia stíngea, o Kytelária e o Kyzúmbia. Seres de Luz entram em ação. Entram os aracnopólipos e Penta Ro Bolinei. Aparecem Talia, Douod e tal.

Só lá pelo Livro Quinto retoma-se a saga de Clausar, este aceita a existência e a ajuda do Kyenk e mergulha numa volta ao próprio passado; e no Livro Sexto a coisa pega, hehehe... Aí se unifica a maioria dos ramos dos "vários começos" e o nível se eleva em ação e em cogitações. Entra o Portal Laranja, entra Ansata, o Balé Ky, o começo da busca de Clausar por Ansata. - CCDB

Nota de CCDB: Helena Pinheiro leu o Livro Primeiro durante os primeiros trinta dias de tempo de leitura que comprou em CCDB Livros e já adquiriu tempo de leitura para continuar a ler "Géa", agora seguindo o Livro Segundo da obra! - CCDB 08-04-2010


90 - Opinião de Helena Pinheiro (profissional em admnistração de empresas e economia) usuária do byMK onde publico looks (ver CCDB no Mundo da Moda). Você pode se comunicar com Helena Pinheiro tornando-se usuário(a) do byMK e procurando por "HelenaPinheiro" no campo de usuários!


Eis a parte do e-mail que Helena me enviou, relativa à leitura do Livro Segundo e do Livro Terceiro da obra Géa:


A mesma sensação que tive no Livro Primeiro repetiu-se no Livro Segundo. Deparei-me com algumas dificuldades que me levaram a pensar que estava diante de uma leitura difícil, pois havia grande variação de temas,de ambiente, de personagens e isso poderia ser um desestímulo, mas não foi. Sinto-me completamente envolvida pela leitura.

Gostei muito do capítulo "KYS". A cada capítulo lido, uma lição aprendida!

Quanto ao Livro Terceiro, a leitura fluiu com mais naturalidade, pois já estava bem familiarizada com a variação de estilos e tal.

Adorei os capítulos:Longas Plumas Azuis" e "As Cavaleiras da Távola Reta". Adorei!

Estou superfeliz por ler GÉA! Interagir com o autor e ter a leitura acompanhada por ele é uma experiência única, inenarrável! Saber que você trabalhou horas a fio na confecção do visual do biquini de Gia,foi maravilhoso! Obrigada por tudo!

GÉA, é obra para ser lida mais de uma vez!



Aqui está parte da minha resposta a Helena


Muito grato pelos comentários sobre o Livro Segundo e o Livro Terceiro! Tirante os seriados, em que cada livro ou capítulo fecha uma história, nunca li obra com doze volumes, fora o dicionário, que fosse assim longa numa só história e possuísse tantos ambientes e personagens interagindo, mas ao mesmo tempo definisse bem os protagonistas. Géa é como um rio; começa pelos afluentes e eles vão se unindo até formar o rio principal que se torna um só e assim se lança ao mar, onde, se há um delta, não muda mais a identidade do rio.

Minha maior reclamação contra o ensino que recebi na escola foi justamente a de que inúmeros dados me eram fornecidos (e aos outros estudantes) sem que os professores apresentassem a meta final e o motivo de recebermos esses dados aparentemente sem nexo e sem rumo. Num livro, porém, se eu desse logo de início a chave da obra, apresentasse o alvo, descrevesse o clímax, em vez de obter o interesse de quem lê, retiraria a curiosidade, o suspense e a obra seria mais didática (no melhor sentido) e menos divertida; o entretenimento seria muito menor.

Enquanto a obra Géa inda não é conhecida, a companhia do autor na leitura substitui o que a fama trará: a confiança de que, embora haja obstáculos (que como lhe contei são propositais), eles são superáveis, são inicáticos, e aquele rio se unificará num caudal majestoso e útil.

Estou superfeliz com a sua leitura e com os seus comentários francos e perspicazes, bem como com a confiança que me vem dando e ao meu trabalho. Espero que Géa continue a lhe proporcionar bons momentos e que, assim como venho me aprimorando na interação com você, Géa lhe traga algo de proveitoso.

O biquíni de Gia foi uma delícia de criar. Foi um prenúncio do trabalho que hoje faço nos looks, onde minha mestra é você.

Você disse que Géa é obra para se ler mais de uma vez. Em Geadágio (o qual como sabe é uma série de adágios e pensamentos que escrevi antes das aberturas dos capítulos e no fim do Livro Treze de Géa), afirmo que ler Géa uma vez é ler o botão; ler a segunda é ler a rosa. Não, porque só na segunda se entenderá a obra; sim, porque novos aspectos surgirão, o tempo já não nos dominará e o que não perdemos da surpresa ao ler pela vez primeira se tornará consciência atemporal, parecida com a que Géa e Géo têm do Cosmo: leremos e profunda paz e desfrutaremos de cada episódio com a mesma perspectiva do autor! Essa qualidade de Géa é um dos grandes motivos pelos quais eu gostaria que fosse publicada em papel impresso, pois um livro impresso adquire-se uma só vez e, se o preservarmos, poderemos lê-lo mais vezes; enquanto que a leitura on-line é paga todas as vezes, embora o preço seja extremamente mais baixo. Pode ser que, quando Géa for publicada em papel impresso, eu invente um jeito de oferecer os livros on-line de CCDB Livros para leitura gratuita para quem já os tiver lido; o controle disso é difícil, porém. Ofertar para baixar aos computadores é problemático, pois sempre há como os crackers violarem e espalharem a obra pelo mundo, truncada e alterada como bem entenderem - foi um dos motivos que tive para só ofertar on-line.

Como me autorizou da outra vez, publicarei em meu site a parte desta mensagem que é comentário sobre Géa e agradeço muitíssimo por ter opinado!

- CCDB 30-05-2010

 


91 - Opinião de Helena Pinheiro (profissional em admnistração de empresas e economia) usuária do byMK onde publico looks (ver CCDB no Mundo da Moda). Você pode se comunicar com Helena Pinheiro tornando-se usuário(a) do byMK e procurando por "HelenaPinheiro" no campo de usuários!


Eis a parte do e-mail que Helena me enviou, relativa à leitura do Livro Quarto da obra Géa:

Terminei o Livro Quarto e adorei!

Gostaria de deixar registrado aqui a minha admiração pela sua habilidade de fazer seus leitores se prenderem à sua obra.

Estou totalmente presa à,Géa! Achei incrível a teia que as histórias criam, e com toda certeza será desembaraçada ao longo da leitura!

Helena


92 - Opinião de Helena Pinheiro (profissional em admnistração de empresas e economia) usuária do byMK onde publico looks (ver CCDB no Mundo da Moda). Você pode se comunicar com Helena Pinheiro tornando-se usuário(a) do byMK e procurando por "HelenaPinheiro" no campo de usuários!


Eis a parte do e-mail que Helena me enviou, relativa à leitura do Livro Quinto da obra Géa:

Oi, Cláudio!
Boa tarde!
Tudo bem com vocês? Aqui tudo ótimo.

O Livro Quinto de Géa foi muito gostoso de ler. Já familiarizada com os termos alienígenas, a leitura fluiu com leveza e prazer. Os personagens da obra são incríveis e a companhia do autor que algumas vezes se retira da narrativa para o personagem tomar conta dela, deixa o leitor superinteressado. Com o tempo as histórias vão se encontrando e ficam deliciosas de se ler. Gostei muito da volta de Clausar ao próprio passado, depois de aceitar a existência e a ajuda do Kyenk. Tenho certeza que Géa é o tipo de obra que muda nossa vida, dessas que, como já disse em outros comentários, é obra para ser lida mais de uma vez.

Beijos,
Helena

- CCDB 21-07-2010


93 - Opinião de Helena Pinheiro (profissional em admnistração de empresas e economia) usuária do byMK onde publico looks (ver CCDB no Mundo da Moda). Você pode se comunicar com Helena Pinheiro tornando-se usuário(a) do byMK e procurando por "HelenaPinheiro" no campo de usuários!


Eis o texto integral do e-mail que Helena me enviou, relativa à leitura do Livro Sexto da obra Géa:

Oi,Cláudio!
Tudo bom?

Parei um pouquinho no ByMK para comentar o Livro Sexto!

O Livro Sexto é supreendente! Fiquei presa à leitura desde a primeira página.

O romance de Clausar e Únia impressionou-me pela ingenuidade, leveza e beleza do amor juvenil.

A teia que o autor tece nos fascina, é inacreditável a forma que é colocada o uso de drogas, seus efeitos e danos. As alegorias tornam-se muito diferentes de tudo aquilo que estamos acostumados porque contracenam com os fatos acontecidos na vida real.

É um livro inesquecível, com história que constrói cumplicidades, cria expectativas, cultiva, diverte e faz pensar, e ao mesmo tempo nos deslumbra pela sua beleza.

Beijos,

Helena

- CCDB 07-08-2010

De um look no byMK:
http://www.bymk.com.br/looks/877651

Escrito por Helena Pinheiro
Nooooossa! Que beleza,Cláudio! O texto o set e o look ficaram mais-que-perfeitos! Ainda estou no Livro Sétimo... tenho viajado muito nos meus sonhos, fui parar em Géa, assistindo o balé Ky,dançado por Ansata... que maravilha! Adorei tudooo! FVT - Nota de CCDB: Helena já vai longe na leitura do Livro Sétimo; porém o sonho que ela teve se refere ao capítulo "Ansata", do Livro Sexto de Géa.

 


94 - Opinião de Helena Pinheiro (profissional em admnistração de empresas e economia) usuária do byMK onde publico looks (ver CCDB no Mundo da Moda). Você pode se comunicar com Helena Pinheiro tornando-se usuário(a) do byMK e procurando por "HelenaPinheiro" no campo de usuários!


Retirada a parte pessoal, eis o texto do e-mail que Helena me enviou, relativa à leitura do Livro Sétimo da obra Géa:

Oi,Cláudio!

O Livro Sétimo lê-se com muito entusiasmo.

O que é intrigante em toda obra, é que cada acontecimento, cada personagem é descrito com riqueza de detalhes, com vivacidade e acaba sendo incrível como não perdemos o fio da meada.

O Humor despretensioso com que o autor se exprime, leva-nos algumas vezes a gargalharmos, diante de certas situações.

Clausar é libertado da prisão por Nysio e um amigo, e recebe a iniciação na Irmandade Galáctica. Que ótimo!

Ah!O Livro sétimo é inesquecível, não se deve fazer batota. A obra deve ser lida por inteiro para que se possa deslumbrar com a sua magnitude.

Beijos para os três!

Helena


95 - Opinião de Helena Pinheiro (profissional em admnistração de empresas e economia) usuária do byMK onde publico looks (ver CCDB no Mundo da Moda). Você pode se comunicar com Helena Pinheiro tornando-se usuário(a) do byMK e procurando por "HelenaPinheiro" no campo de usuários!

Oi,Cláudio!

Bom dia!

Obrigada por ler comigo o Livro Nono!
- Nota de CCDB: Helena está lendo o Livro Nono, mas aqui comenta o Livro Oitavo.

Eis o meu comentário do Livro Oitavo:

O Livro Oitavo, assim como os anteriores, é deveras interessante.
Quando conclui a sua leitura, fechei os olhos e rememorei tudo que havia lido.

Que maravilha!

Estou a lembrar-me do capítulo que apaixonei, “Eu sou Ky”, e me marcou muito pela clareza, amor e elegância, enchendo de beleza a nossa leitura.

Como leitora entusiasta da obra, tenho a dizer que é admirável a precisão do autor na descrição de acontecimentos, de gestos, simultaneidades... um domínio perfeito no que se refere ao tempo.

Incrível!

Posso dizer também que Géa nos prende da primeira á última página.

Leio com muito entusiasmo!

Beijos pra você ,Giza e Rá!

Helena

 

Esta lista continuará ao serem recebidas novas opiniões.

Há algumas opiniões que os visitantes deste site preferiram colocar diretamente no Livro de Visitas (Livro de Mensagens). Fui obrigado a extinguir tal livro, onde gente mal-intencionada começou a inserir propaganda de sites de sexo, mas, conforme a Página Principal deste site, disponho-me a inserir na página que substituiu esse Livro de Visitas as mensagens que os Visitantes me dirigirem especificamente para esse fim. - CCDB.


96 - Opinião de Helena Pinheiro (profissional em admnistração de empresas e economia) usuária do byMK onde publico looks (ver CCDB no Mundo da Moda). Você pode se comunicar com Helena Pinheiro tornando-se usuário(a) do byMK e procurando por "HelenaPinheiro" no campo de usuários!

From: Helena Maria
Sent: Sunday, October 17, 2010 1:16 PM
To: ccdb@ccdb.gea.nom.br
Subject: Livro Nono!


Oi,Cláudio!
Boa tardeeeee!!!
Tudo bom,superamigo?

Peço mil desculpas pelo atraso deste comentário.

Eis uma daquelas obras consistentes, que me marcaram muito.

Antes de chegar ao fim do Livro Nono, uma certa angústia me assaltava, e quando acabar de ler,Géa? Quero ler mais!

O encontro de Clausar e Gia chega a ser comovente pela simplicidade e pela grandeza do sentimento que os uniu.

Esse amor foi sem dúvida nenhuma a razão dessa belíssima obra-prima!

Foi uma leitura fascinante!

Beijos,

Helena


Minha resposta a Helena:


Oi, Helena!
Boa tardeeeee!!! mais uma vez, superamiga!!!

Que comentário mirífico este seu! Soube dizer melhor do que eu o motivo que me levou a escrever. É justamente essa sensação, essa angústia, o desejo de ler mais, que é o de estar de novo no mundo que um livro descreve! Certas obras, até as infantis como as de Monteiro Lobato, nos cativam e nos dão um “lar”, ao qual sempre desejamos voltar, que se torna parte de nós.

Esse mundo é imaginário mas tem o poder de afetar a realidade e afeta!

É desse mundo que sai a vida que nós vivemos no dia-a-dia, é dele que saem as invenções e tudo mais. É o mundo da Imaginação; daí os Imaginátores que você conhecerá no Livro Doze de Géa...

Quanto ao amor de “Clausar e Gia” é bem como descreve: simples, grande no sentimento, origem principal da obra Géa desde os tempos da Nova Eletrônica, desde a inspiração que Giza me trouxe à vida inteira e ao meu trabalho!

Espero que nos reencontremos depois que terminar a sua leitura de Géa, seja na leitura do livro )que(, seja na de Geínha - cujo nome em diminutivo não deve diminuir a obra. Espero que esses livros tragam a você o mesmo sentimento tão bem descrito e a vontade de voltar a esse mundo que vezes supera o da matéria. Espero escrever novos livros e o que você me conta aqui é ótimo incentivo para tanto.

Vou publicar agorinha mesmo o seu comentário sobre o Livro Nono no “saiba mais” do site! Muitíssimo obrigado, MEEESMO!!!

Beijos,

Cláudio

 


Série de mensagens entre mim e meu grande amigo Raphael Vilardi, sobre a leitura de Géa - em que "Té" é meu apelido e "Rapha" o dele. Onde Rapha menciona "Helena", trata-se de Helena Pinheiro, minha Leitora cujas opiniões sobre a leitura tenho publicado neste site (como nas mensagens logo acima).

Minha primeira mensagem, desta série:

Oi, Rapha!
Fiquei maravilhado com as suas conquistas, feliz como se fossem minhas.

Sabe, contudo, qual é uma das coisas de que mais gostei durante a hospedagem? É algo que me levou aos tempos da infância, tanto ou mais do que a nossa ida à Venâncio: uma lata de manteiga "Aviação", a própria que havia em casa e que meu pai também adorava... Provei dela de manhãzinha antes de ver você e Pati; passei num pãozinho e comi: foi mais que gostoso, foi emocionante.

Procurei com a Giza aqui em Rio das Ostras; quando estávamos desistindo, eis que ela viu umas poucas "latinhas" dessa manteiga na prateleira do Supermercado Princesa! As embalagens eram de plástico, mas o rótulo me convenceu a experimentar.

O plástico não tirou o gosto! Acabo de experimentar a manteiga; e Giza, pela primeira vez. É a mesmíssima que conheci desde criança! Giza achou deliciosa e se lembrou de seu passado também.

Que mirífico é haver uma empresa mais velha do que eu cujo produto se mantém com as mesmas características décadas a fio a ponto de me proporcionar (e sabe-se lá a quanta gente mais) tamanho prazer e alegria.

Assim como Oliver Hardy dizia a Stan Laurel: "- Essa é mais uma enrascada em que você me meteu", digo-lhe: "Esta é mais uma alegria que você me deu!" Obrigado, Rapha!

Té!

Nota de CCDB: não tenho relação alguma, a não ser a descrita na mensagem acima, com a empresa que produz a manteiga supracitada, cuja marca é de sua propriedade.

97 - Resposta do Raphael Vilardi (rtvilardi@uol.com.br):

Té,
Você não imagina o quanto estou ansioso para responder a todos os seus e-mails e, principalmente, retomar a leitura de Géa! Mas estou absolutamente sem tempo. Passei a semana passada inteira em Washington e tenho que voltar neste domingo, devendo regressar na quinta ou sexta da outra semana. Estamos em “closing mode” para o projeto (ou vai ou racha) e a coisa fica meio desumana. Mas, quero dizer que já fui fisgado pela Obra e não vou parar até lê-la toda. Sinto muito a sua falta e precisamos remediar isso em breve. Um grande e saudoso abraço. By the way, estava lendo “CCDB, his books and his purpose” e tudo isso esta me interessando muito agora. Corrigindo, sempre me interessou, mas eu sempre encarei esta leitura como uma “viagem” para a qual estava me preparando.

Rapha

Parte da minha resposta:

Oi, Rapha!
Você sabe como esta sua resposta me faz feliz! Sei que é coisa pessoal nossa; mas, se fosse para publicar esta sua mensagem no site aposto que nos traria Leitores! Digo "nos" porque a Obra também é sua. Você é protagonista, salvou planeta, lutou pela salvação do Cosmo e, em "Géa", é o Amigo geóctone de Clausar parecido com o que eu tenho na Terra. Espero que no novo livro que estou me preparando para escrever eu consiga mostrar ainda melhor o valor de uma amizade. O "CCDB, his books and his purpose" está servindo de base para .....

..... Não só desejo; emito ao Cósmico o sucesso de seu trabalho e do projeto; será mais um ponto a favor do ditado "Deus ajuda a quem se ajuda", pois o que ignoro posso imaginar das dificuldades que você enfrenta. Sinto sua falta; vejo você por todo canto aqui em casa, amigo! E me vejo e ao Rá em todo canto aí em seu lar. Espero ver você na leitura de Géa e, se gostar, dos outros livros também! Boa viagem domingo a Washington e boas viagens pra nós dois nos livros!

Té!

Resposta do Raphael Vilardi (rtvilardi@uol.com.br):

98 - Te, quanta coisa, quanta coisa, tão pouco tempo!! A sua frase “Provei dela de manhãzinha antes de ver você e Pati; passei num pãozinho e comi: foi mais que gostoso, foi emocionante” cassete me deixou/ deixa emocionado, chorando mesmo. Pô, porque a gente não esta mais próximo mais tempo? Tempo, tempo, não há tempo. Estava relendo ontem o Géa. Como parei mais de uma semana, voltei à página 25 para recapturar o espírito e depois avancei até a 50. A quantidade não importa. Que qualidade pô!! Como você escreve magistralmente bem! Lendo o Livro, me veio uma grande saudade do Dr. Cesar e vi-o claramente quando me presenteou com um exemplar do “Amanhece o Dia.”

Estou aqui em frente com ele. Na primeira página a seguinte dedicatória: “ Ao querido Rafael Tadeu Vilardi da Silva, caráter de escol e inteligência privilegiada, oferece cordialmente o CESAR, 17-2-62” Meu Deus!!

Um enorme abraço com muita saudade e carinho ao meu querido Irmão Cósmico.

Rapha

Nota de CCDB: meu pai escreveu errado o nome do meu grande amigo; o nome correto é "Raphael Thadeu Vilardi da Silva".

Parte de minha resposta ao Raphael Vilardi:

Rapha...
quem chora agora sou eu... Obrigado, Amigo! Não há o que pague o que me escreveu aqui. .....

..... Acabo de receber um e-mail lindo de Helena Maria sobre o Livro Nono. Ela está lendo o Livro Décimo, e vou publicar (com autorização dela) esse e-mail na página que se abre clicando no link "saiba mais" do Livro Nono. Ela soube exprimir o que nem eu próprio vinha sabendo, sobre a sensação principal que me motivou a escrever. Estou enviando a você uma cópia, o e-mail é curtinho.

Por falar em autorização, você me permitiria publicar alguma opinião sua sobre a leitura de Géa? .....

..... Sim, o César! Ah, que saudade dele... assim como "vi seu pai", lá no shopping ao ver você parado à minha frente, vejo meu pai; não, o César triste da visão lisérgica que descrevi no capítulo "O Portal Laranja", Livro Sexto de Géa - você saberá quando lá chegar; sim, o César alegre e exuberante que conhecemos, o mesmo que escreveu a dedicatória copiada por você para cá! Obrigado por me enviar isso, Amigo! .....

..... O mesmo abraço, a mesma saudade, o mesmo carinho, Irmão Cósmico - "Irmão da Espira", como saberá o que é ao ler Géa...

Té!

Nota de CCDB: "Helena Maria" é a mesma "Helena Pinheiro" cujas mensagens venho reproduzindo neste site (ver acima, por exemplo).

Resposta do Raphael Vilardi (rtvilardi@uol.com.br):

99 - Oi, Té!!

Arranquei até a página 85. A imagem da Giza esta linda!! Estou adorando tudo e ficando cada vez mais intrigado e instigado!! Entendo bem a "angustia" que a Helena se referiu quando acabar de ler Géa. Estou tão no começo e já estou sentindo o mesmo!

Hoje eu sentei naquele canto do terraço onde você ficava lendo o Musashi e mergulhei na leitura. Nem sei o que dizer.... que viagem!, pegou fundo mesmo.

Claro que você pode utilizar como quiser o que eu lhe escrevo.

Um grade abraço,

Rapha

Parte de minha resposta ao Raphael:

Oi, Rapha!!
Acabo de chamar a Giza pra vir ler comigo este seu super-e-mail - que ela adorou, assim como eu! Muuuuito obrigado, amigo!!! Você me proporciona a alegria imensa com a qual sempre sonhei!

Que bom você me deixar publicar o que me escreve. Publicarei então esta .....

..... Aquele cantinho em seu terraço, onde eu ficava boa parte do dia lendo revistas de arquitetura e depois do seu presente lendo "Musashi", está para sempre gravado em mim. Acho que até nas próximas encarnações me lembrarei, será uma âncora, um marco, de existência para minhas existências, um porto seguríssimo, um Sanctum. .....

..... Ontem acrescentei um agradecimento a você e a Dra. Rita Furtado na página "Galeria de fotos da Família CCDB, Dalgiza e RDB". Vai ver foi enquanto você lia Géa!

Projeto-me ao cantinho inesquecível no seu terraço tão lindo e ali estarei muitas vezes, feito agora, para saudar você!

Grande abraço!

Té!

- CCDB 24-10-2010


100 - Opinião de Helena Pinheiro (profissional em admnistração de empresas e economia) usuária do byMK onde publico looks (ver CCDB no Mundo da Moda). Você pode se comunicar com Helena Pinheiro tornando-se usuário(a) do byMK e procurando por "HelenaPinheiro" no campo de usuários!

From: Helena Maria
Sent: Monday, November 22, 2010 8:08 PM
To: ccdb@ccdb.gea.nom.br
Subject: Livro Décimo!

Oi,Cláudio!
Boa noite!!!

É impressionante mas já estamos no fim do ano!

Fico surpresa com a rapidez do tempo, e ironicamente, estamos sem tempo para tudo que gostaríamos de fazer.

Peço desculpa pelo atraso deste comentário, superamigo!

O livro que acabo de ler é bem diferente dos anteriores.

Em Géa o autor recompõe boa parte da sua história pessoal e nos passa com clareza tudo que viveu, com certa pitada de humor e algumas curiosidades interessantes pelo meio.

A maior parte dos capítulos são pequenos aperitivos que nos cativam e enchem de encanto a nossa leitura.

O Livro Décimo é delicioso de se ler, parte de uma obra belíssima e a não perder.

Excelente semana!

Beijos,

Helena

Respondi por e-mail a Helena, agradecendo-lhe muito o ótimo comentário.

Notas de CCDB: Géa não deve ser lida como se fosse a minha biografia.

A semelhança de minha experiência de vida com a do personagem Clausar se explica pelo "Teorema de Clausar", que pode ser conhecido pela leitura da obra Géa e também pela da página Nem plágio nem coincidência, neste site.

Meus amigos e conhecidos, aqueles que sabem a história de minha vida, tendem a confundir-me com Clausar e a ver em Clausar a minha pessoa. Teriam melhor proveito na leitura de Géa e dos outros livros de minha autoria se visualizassem Clausar como outro alguém; aliás, eu próprio apareço na obra Géa e dialogo com Clausar, o que comprova sermos, mesmo na obra, pessoas distintas uma da outra.

O que ocorre com Clausar também sói ocorrer com Gia, Rá e outras das mais de mil personagens da obra Géa, quando se pareçam com gente do mundo "real", o mundo "objetivo". A imensa maioria das personagens foi puramente imaginada por mim e não se baseia em pessoa alguma da "vida real" - o que se comprova no arquivo PDF Lista de personagens dos livros de CCDB.

Helena não faz essa confusão; ela simplesmente conta que recomponho parte da minha história pessoal na obra Géa, o que é verdade. Apenas aproveito essa deixa para informar sobre o modo correto de ler Géa e meus outros livros, no que diz respeito a minha pessoa e à das outras que existam também no "mundo real" - e isso é bem importante informar, já que embora se assemelhem as histórias, há diferenças cruciais entre as das personagens fictícias e as das pessoas do mundo objetivo. Mais dados sobre a possível confusão, você lê em O objetivo deste site.

O Livro Décimo difere mesmo dos outros da obra Géa, porque eu o baseei na versão original de CCDB - Gravação Profissional, livro técnico que você pode ler aqui mesmo em CCDB Livros. Nessa versão, doze por cento das páginas continham histórias de personagens que apareceram pela vez primeira em meus artigos, publicados na revista Nova Eletrônica. Na versão atual (a que se acha em CCDB Livros), não existem mais essas histórias, acha-se apenas o conteúdo técnico. As mesmas histórias que havia em CCDB - Gravação Profissional se encontram ampliadas e melhoradíssimas no Livro Décimo de Géa.

- CCDB 22-11-2010


101 - Opinião de Rafael Konzen, estudante de mecatrônica em Manaus e muito apreciador de música.

From: Rafael Konzen
Sent: Tuesday, November 23, 2010 11:31 AM
To: ccdb@ccdb.gea.nom.br
Subject: Livro Nono!

Oi, Cláudio!

Sobre seu livro técnico em co-autoria de RDB sobre gravação, CCDB - Gravação Profissional, gostaria de dizer que o mesmo me deu uma visão muito ampla sobre gravação e sobre o que um estúdio (parte física) deve ter ou não ter para poder fazer uma boa gravação, além de como evitar alguns erros na gravação.

Antigamente quando eu visitava alguns estúdios aqui em Manaus, achava o máximo eles possuirem uma sala com revestimento acústico em todas as paredes e os equipamentos que achava indispensáveis. Depois da leitura de uma parte do livro (mesmo uma parte, sem ter conseguido ler totalmente o livro) já percebo como esses estúdios que eram o "máximo" já apresentam alguns probleminhas em gravações, tal como em sua maioria utilizam gravação digital que é encaminhada também nesse ótimo livro. Algumas das gravações têm vazamento bem perceptível dos amplificadores de instrumentos nos microfones de voz, idem bateria (não há separação da bateria em um aquário, na verdade não há separação alguma e os microfones e todos os equipamentos, e estes costumam estar muito próximos).

Outra coisa que se percebe nos estúdios é a falta de interação entre o Engenheiro de Gravação (que geralmente faz tudo dentro do estúdio pois é o dono) e o pessoal da banda que irá gravar. O dono do estúdio deixa o equipamento pronto para a gravação, mas geralmente não ouve a preferência dos músicos, mesmo os músicos dando uma opinião que resolveria melhor algum processo na gravação.

Entre esses e muitos outros problemas que vemos em estúdios, o livro também me trouxe uma boa teoria sobre áudio (como os cabos balanceados e os circuitos eletrônicos que o fazem, que podem ser percebidos em texto por quem conhece um pouco de eletrônica) e maior facilidade de encontrar os meus erros durante uma gravação. No porvir do livro, quando a faculdade e a rede daqui me deixarem ler ele completamente, creio que virão muitos e muitos assuntos mais que auxiliarão bastante, segundo o que você me informou e o que eu já vi em uma "folheada" no livro.

Grande abraço!

Rafael Konzen


Minha resposta a Rafael Konzen, para esta página:

Fico muito feliz (e meu filho e co-autor RDB idem) em saber que CCDB - Gravação Profissional o agrada e lhe é útil, bem como que poderá sê-lo aos seus colegas universitários quando a rede da universidade admitir acesso a meu site (www.ccdb.gea.nom.br) e a CCDB Livros!

Agrada-me sobremaneira a descrição que você faz das utilidades de CCDB - Gravação Profissional que lhe deram esse "insight" na matéria!

Espero que este seu comentário anime os(as) visitantes desta página a lerem esse livro!

Desejo-lhe tudo de bom!

Grande abraço,

Cláudio



102 - Opinião de Hugo Zanqueta, Engenheiro Mecânico, pós-graduado em acústica.

From: "Hugo Zanqueta" hzanqueta@gmail.com
Sent: Monday, January 24, 2011 8:52 PM
To: "Cláudio César Dias Baptista" <ccdb@ccdb.gea.nom.br>
Subject: Re: Obrigado!

Oi Cláudio

Obrigado pelo acompanhamento.

Sou engenheiro mecânico com mestrado em acústica, não trabalho no meio musical, mas às vezes faço algumas consultorias em projetos de
auditório.

Pretendo consultar bastante seu livro, pois o comentário de quem tem a primeira edição é muito bom...

Não se preocupe se eu for lendo num ritmo mais lento.

abraços

Hugo Zanqueta
Eng. Mecânico
(41) 9648-3547
http://www.hugo.eng.br
http://lattes.cnpq.br/8270427387321246

Minha resposta a Hugo:

Oi, Hugo!
Bom dia! - o meu começou bem com esta sua resposta.

Fico feliz e honrado em saber que você, com suas qualificações, lê “CCDB - Gravação Profissional”.

Espero que o livro lhe seja útil; foi escrito por um autodidata, cujo filho e co-autor é também autodidata. Perdoe-me, portanto, a forma leiga de tratar de assuntos técnicos.

Quem sabe, porém, essa perspectiva acrescente algo de bom.

Tudo bem; fique à vontade quanto ao ritmo de leitura. Estarei ao seu dispor para responder sobre qualquer assunto contido no livro.

Se me autorizar, publicarei esta sua mensagem Em CCDB Livros; seria um bom incentivo à leitura e portanto beneficiaria novos leitores e leitoras.

Caso autorize, diga-me como devo publicar suas qualificações (se, por exemplo, como as apresenta sob sua assinatura nesta resposta), ou como preferiria; se com endereço ou sem ele.

Abraços

Cláudio



103 - Opinião de Helena Pinheiro (profissional em admnistração de empresas e economia) usuária do byMK onde publico looks (ver CCDB no Mundo da Moda). Você pode se comunicar com Helena Pinheiro tornando-se usuário(a) do byMK e procurando por "HelenaPinheiro" no campo de usuários!

From: Helena Maria
Sent: Monday, March 21, 2011 11:54 PM
To: Cláudio César Dias Baptista
Subject: Res: Spamzinhos!!!

Oi,Cláudio!
Tudo bem ,superamigo?

Obrigadíssima pelos spamzinhos e pela nota!

Eis o comentário do Livro Onze:

O Livro Onze de Géa, como os anteriores, é pautado por um fino sentido de humor.

O grande diferencial do autor é revelado através de seus personagens, fazendo-nos conhecer e familiarizar com todos eles, e assim o nosso entusiasmo pela obra cresce assustadoramente.

Beijos pra você e Giza!

Helena

Respondi por e-mail a Helena, agradecendo-lhe muito o ótimo comentário.

Nota de CCDB: os “spamzinhos” mencionados por Helena são excertos que eu faço e lhe envio da parte que ela leu a cada dia de leitura. Costumo ler junto com quem lê os livros em CCDB Livros, o que faço após pesquisar na estatística deste site quais páginas o Leitor ou a Leitora terá lido.

- CCDB 22-03-2011



104 - Opinião de Wanderson (Wanderson V8)
Geógrafo e professor de geografia, cursando mestrado na Ufes

E logo hoje me caiu uma ficha, nem sei se é válida por ser uma observação externa à obras e não sobre o conteúdo dela, mas é o meu ponto de vista: dada a grandiosidade de Géa, ela fica muito, mas muito acima de obras como Harry Porter, Brumas de Avalon, e coisas que vez ou outra entram e saem de moda e somos obrigados a engolir. Géa é uma saga aqui do Brasil, coisa nossa! Isso, pra mim, já é extremamente significativo, pois sou Geógrafo, inclusive professor de geografia, e sei como as obras nacionais devem ser admiradas por brasileiros, que sempre se deixam levar por obras e coisas gringas.

Wanderson
(Wanderson V8)


Opinião de Leitora sobre o Livro Doze de Géa!

105 - Opinião de Helena Pinheiro (profissional em admnistração de empresas e economia) usuária do byMK onde publico looks (ver CCDB no Mundo da Moda). Você pode se comunicar com Helena Pinheiro tornando-se usuário(a) do byMK e procurando por "HelenaPinheiro" no campo de usuários!

From: Helena Maria
Sent: Monday, February 15, 2011 20:33 PM
To: Cláudio César Dias Baptista
Subject: Res: Spamzinhos!!!

Oi,Cláudio!

Tudo ótimo e você como está?

Também estou superfeliz por ter começado o último Livro de texto de Géa!

Obrigadíssima pelos spamzinhos!

Beijos nossos pra você e Giza!

Helena

Respondi por e-mail a Helena, agradecendo-lhe muito início da leitura do Livro Doze de Géa.

Nota de CCDB: os “spamzinhos” mencionados no título do e-mail (assunto) são excertos que faço e lhe envio da parte que ela leu a cada dia de leitura. Costumo ler junto com quem lê os livros em CCDB Livros, o que faço após pesquisar na estatística deste site quais páginas o Leitor ou a Leitora terá lido.

- CCDB 16-02-2011

COMO FICOU A LEITURA DE HELENA
Helena Pinheiro foi a mais assídua comentarista dos “looks” de minha autoria no site byMK (hoje Fashion.me) - ela os comentou a todos (e foram quase quinhentos).

Após compras de tempo de leitura em CCDB Livros que iniciaram em Março de 2010; depois de seiscentos e noventa e dois e-mails e numerosas mensagens via MSN, Helena deixou de dar notícias e de ler Géa sem que me informasse o motivo. O último e-mail que dela recebi data de 25-11-2011 e diz o seguinte:

Oi,Cláudio!
Bom dia,amigo!

Por aqui tudo bem e vocês como estão?

Não respondi seu e-mail ontem porque estava em ___ _____ _ ___ ____.

Obrigada por preocupar comigo!

Pretendo voltar a ler Gea e ao ByMK em breve.

Beijos nossos a você, Giza e Rá!

Helena

A última página que Helena leu de Géa foi a 3597 - e Géa termina na 3712 (versão Ilustrada, a que se lê em CCDB Livros); portanto, a apenas 115 páginas do final.

Nada houve em nossa comunicação que motivasse um afastamento - nem Helena possui o perfil de quem abandona um projeto quase no final.

Leia você também e descubra!
Leia você também Géa até a página 3597 e veja se descobre ali algum obstáculo ou uma iniciação “intransponível” que pudesse motivar a interrupção da leitura depois de todo o tempo que Helena investiu. E, se você gostar do que ler, prossiga! Leia até o fim e, caso ache oportuno, envie-me os seus comentários!

Houve quem lesse Géa inteira, sim!
Nem todos os Leitores de Géa e dos outros livros de minha autoria e de meu filho RDB, que se lêem em CCDB Livros, me autorizam a publicarem-lhes os comentários. Géa tem tido os mais variados tipos de Leitores; um deles a leu saltitando numa seqüência aleatória porém completa e, ao chegar ao final, lida a última página, me escreveu isto:

106 - de 23-11-2012, após concluída a leitura integral de Géa:
Bom dia Cláudio!!
Prezado Senhor.

Estou muitíssimo feliz com os ensinamentos de Géa e não pretendo parar.

Gostaria de saber se é uma boa ideia estudar também esoterismo junto;
parece que existe uma relação.

Ficaria mais feliz de vossa opinião a respeito.

Atenciosamente
____ ____ ____


(Nota de CCDB: na mensagem logo acima, onde o Leitor diz “não pretendo parar”, refere-se ao estudo místico e à leitura dos outros livros de minha autoria, pois esse Leitor leu Géa inteira.)

107 - E, de 30-11-2011:
Bom dia, Cláudio!!

Agradeço muito, muito, muito, muito; pela resposta a minha dúvida sobre estudo de esoterismo simultâneo com Géa.

Especialmente pela expressão "Do fundo da minha alma."

Isto também me emociona a ponto de sentir diferença nas minhas pernas. Estou receptivo a todo e qualquer tipo de sugestão sobre leitura de Géa caso ocorra algum impulso, desejo, de me comunicar qualquer coisa relacionada ao meu estudo desta obra tão maravilhosa.

Um grande abraço.

(Nota de CCDB: na mensagem logo acima, onde o Leitor menciona uma possível sugestão minha sobre leitura de Géa, ele se refere a releituras, porquanto leu Géa inteira, e ao estudo completo que fez dessa obra - note que esse Leitor considera a leitura de Géa como um estudo.)

108 - E, de 03-12-2011:
Fiquei meditando sobre aquele comentário a respeito de determinados leitores não ter uma garra ou uma fome de ler Géa
como a perfeita obra merece ser lida.

Lembrei-me dos comentários de Tóxia de como o Filho do Um escreve difícil, que não é o caso de Géa. Então pensei: o que me leva a ter uma vontade, um desejo, uma forca, uma beldade de ler e perceber o valor do conhecimento adquirido em Géa. E descobri que tem a ver com o comentário de Tóxia a peçonha mortal com relação ao livro do Filho do Um.

(Nota de CCDB: na mensagem logo acima, Tóxia e o Filho do Um são personagens dos livros de minha autoria. O termo “beldade” é uma variante da palavra “beldo”, que o Leitor aprendeu durante a leitura de Géa e significa “amor”, no idioma alienígena teruzês - e, não, a palavra homógrafa “beldade”, da língua portuguesa, que quer dizer “mulher muito bela; qualidade de belo; beleza”.)

- CCDB 21-06-2012

Agora com nome e endereço!

109 - Em 23 de Junho de 2012 recebi mensagem do mesmo Leitor que escreveu as mensagens 106 a 108 logo acima; nessa mensagem, ele me autoriza a publicar o seu nome e o seu endereço de e-mail. Aqui vai, pois, a cópia da sua mensagem:

From: Airton Airton <airtonfelurias@gmail.com>
Sent: Saturday, June 23, 2012 2:57 PM
To: Cláudio César Dias Baptista
Subject: Agradecimento II

Caro Claudio

Boa tarde

Muito emocionado fiquei em receber este email.

Claro que sim autorizo a divulgação de meu nome e email podendo melhorar o convencimento das pessoas acerca desta Magistral obra de estudo por meio de leitura sobre mundo superior elas não tem noção o quanto vale o conhecimento e o quanto uma leitura desta categoria pode tirar a humanidade da dormencia.

Um grande abraço fraternal

Airton Felipe Urias

23 06 2012

- CCDB 23-06-2012


110 - Opinião de Airton Felipe Urias sobre o Livro )que( após sua LEITURA COMPLETA e também a LEITURA COMPLETA de Géa em CCDB Livros!

From: Airton Airton<airtonfelurias@gmail.com>
Sent: Saturday, July 28, 2012 11:09 AM
To: Cláudio César Dias Baptista
Subject: Animo para dar um salto.

Oi, Cláudio
Bom dia!

ANIMO PARA DAR UM SALTO

Agradeço pela vossa atenção com respeito a esclarecimentos!

Acredito que tem uma pequena parte de escritos simbólicos para a perfeita inserção de fatos da nossa própria verdade tanto interna quanto externa.

Me emocionei muito com o final do
livro )que( onde é insistido a volta de Deus!!

Gostaria de saber como preparar meu corpo e ou a mente para ter experiencias semelhantes ou procedimentos corretos para inicializar, talvez exista um caminho mais curto ou mais longo do que consigo imaginar.

Espero não estar atrapalhando os objetivos dos ensinos de Géa com estas perguntas.

Cordialmente
Airton Felipe Urias
28 07 2012

 

Minha resposta a Airton (com cortes em temas sigilosos):

Oi, Airton!
Boa tarde!

Muito obrigado pela mensagem magnífica. Comove-me saber que a leitura de )que( lhe foi útil e você se emocionou com o final, que sempre me toca a alma também, quando releio.

O caminho mais curto para alcançar experiências semelhantes às que descrevo com alegorias e personagens nos livros de minha autoria (mas que, em essência, em próprio vivenciei) é o mais perigoso e não recomendo a pessoa alguma. Esse caminho está descrito no capítulo “O Portal Laranja”, Livro Sexto de Géa – e é mencionado noutras partes da obra, até no próprio começo do Livro Primeiro. Por meio de drogas lisérgicas, Clausar alcança a epifania, o contato direto com Géo, ou com o Um, que é outro nome para Deus. Mas “Géa” alerta, com o exemplo da tragédia de Ardo, sobre o que pode acontecer com quem não se prepara para a arriscadíssima viagem a qual, repito, não recomendo experimentar.

Os outros caminhos que conheço são vários; aqui vão os mais significativos, no caso do preparo da mente:

1 – a experiência vem por si mesma, durante a vida de alguém, mesmo quando esse alguém não se prepara, não pratica misticismo nem técnicas, nem lê, nem filosofa. Isso é muito raro, mas pode ocorrer e já ocorreu com alguns seres humanos. Imagino que possa ser um efeito químico, ou as circunstâncias da vida, ou até mesmo algo que esse alguém receba nos genes – alguns diriam que de outras encarnações; os cientistas quem sabe dissessem que da linha hereditária ou pela mutação.

2 – por meio da prática de técnicas místicas, como as que são ensinadas em Ordens Iniciáticas, religiões, seitas e tribos aborígines. Há inúmeras técnicas iniciáticas; elas produzem um estado de espírito propício e facilitam a experiência. Já lhe mencionei a Ordem ________ como sendo confiável, porque não é dogmática, apenas orienta os seus afiliados – mas, como toda organização humana, tem os problemas das organizações e teve, certa vez, de destituir um _________, porque, segundo a palavra oficial dessa Ordem, era corrupto.

Quanto ao preparo do corpo, as Monografias da _____ (_____ ________) dão alguma informação útil. E a frase “mens sana in corpore sano” é verdadeira. Qualquer programa de exercícios físicos para obter boa forma (sem exageros que possam provocar estafa e até perigo de vida) pode ajudar bastante a ter o corpo mais apto e com o cérebro e tudo mais a funcionar melhor, o que só ajuda na hora do estudo e da experiência psíquica. Passar fome, jejum e coisas semelhantes sugiro não experimentar; produzem estados propícios a certos fenômenos psíquicos, mas também produzem males ao corpo e à mente. Quando fui forçado a parar o trabalho na terra dos lotes de terrenos aqui de casa, porque a doutora que me operou a mão das Contraturas de Dupuytren (ver página “Galeria de Fotos da Família”, no site), isso me prejudicou a saúde e acabei engordando. Então comprei um Air-Climber e, em cento e oitenta dias de exercícios já feitos diariamente, estou em ótima forma, com o peso certo e apto a fazer coisas que me esfalfavam depois de ter parado com o trabalho na terra e perdido a forma física. Em verdade, estou até melhor do que no tempo do trabalho na terra, porque o exercício do Air-Climber (com a dieta que adaptei a insumos nacionais e à qual acrescentei alguns complementos para que não prenda o intestino) é um exercício completo – começando com o “Easy” e, já em melhor forma física, passando ao “Super Seven” – assim, é de admirarmos pessoas como Brenda Dygraf, a inventora do Air-Climber, que se inspirou no trabalho de ginástica de Jane Fonda, a imortal “Barbarella”.

Entre os três caminhos, o mais seguro é o número “2”, e não é o mais demorado, já que o número “1” pode jamais acontecer na vida de alguém. Ao menos, o número “2” possibilita a prática periódica e uma preparação para que, chegado o momento, a experiência ocorra. Neste caminho “2”, as tentativas são numerosas, os experimentos multiplicam-se; e não é incomum que se pratiquem centenas (sic) deles, sem aparentemente obtermos êxito algum. Mas um dia, ou uma noite... acontece o que aconteceu com Clausar, quando reviu Géo (mas sem a droga lisérgica, que no planeta dele é o KSE) e noutra noite, quando foi visitado, inesperadamente, por um Ser de Luz, que no livro “Géa”, chama-se Geárion.

Sobre o tempo que pode levar, praticando as técnicas a fundo e sem falhar, não posso lhe dar testemunho; simplesmente não sei. Cada pessoa é só ela, cada um terá experiência diferente, embora no fundo sejamos todos semelhantes. Essa semelhança torna válida a prática das mesmas técnicas por pessoas diferentes, e resultados parecidos se alcançam.

Não está atrapalhando, não, os objetivos do ensino de “Géa”, com suas perguntas, que gosto de responder.

A leitura integral e na seqüência natural dos livros de “Géa” pode ajudar mais do que esta resposta; continuo a convidá-lo a realizá-la dessa maneira, que é a melhor. Não existe “receita” para alcançar a Iluminação e as outras experiências místicas; mas afirmo que a leitura de “Géa”, do jeito que lhe sugiro, ajudará.

Cordialmente,

Cláudio

Nota: conforme afirmei no Resumo do Livro Doze de Géa, Airton já leu Géa inteira; porém, leu salteado; daí a minha sugestão de que a lesse (em verdade, relesse) inteira e na seqüência natural dos livros.

- CCDB 28-07-2012



111 - Opinião de Pablo Giagio Do Nascimento (via Facebook)

Cláudio César Dias Baptista publicou em Pablo Giagio Do Nascimento

Boa noite, Pablo! Eu gostaria de saber o que achou da leitura até o final de "Longas Plumas Azuis", Livro Terceiro de Géa! Agora há uma nova facilidade: CCDB Livros se lembra da última página lida e você pode acessar o livro onde houver parado, quando desejar! Abraços, Cláudio!

José Roberto Claro, Pablo Giagio Do Nascimento e outras 2 pessoas curtiram isso.

Pablo Giagio Do Nascimento: Oi Claudio! to achando a leitura genial no sentido de identificação, descoberta, beleza poetica. Principalmente tenho uma sensação, q não sei descrever bem, de um frescor, de coisa nova, q pode vir da total liberdade criativa se sustentando concomitantemente numa base concreta, aliada à uma originalidade extrema. Eu estou passando por um momento de transição, apos a estabilização pretendo continuar a leitura e assim poderemos discutir melhor e mais objetivamente, se for possivel, sobre Géa! Obrigado!

Cláudio César Dias Baptista: Oi, Pablo! Muito obrigado pela resposta. Sua opinião sobre a parte já lida de Géa me felicita, não só pelo reconhecimento da qualidade do trabalho como pelo nível elevado e cristalino com que você escreve. E que ótima notícia a da continuação da sua leitura, após a passagem por esse momento de transição, para o qual lhe desejo o melhor. Claro que será possível discutirmos melhor e mais objetivamente sobre Géa, sempre que você o desejar. Você me permitiria publicar esta sua opinião em meu site, páginas de opiniões sobre Géa? Se você preferir, poderemos pensar nisso para depois da sua leitura completa da obra - em qualquer caso, uma opinião sua, seja ao longo da leitura, seja após a conclusão (ou ambas) seria de grande valor para a divulgação de Géa e portanto benéfica a futuros Leitores. Obrigado mesmo por esta resposta que me emociona!

Pablo Giagio Do Nascimento: te dou total liberdade para publicar qq coisa q possa ser positiva e promova a obra, ficaria feliz em ajudar! Abraços!

Cláudio César Dias Baptista: Muitíssimo obrigado, Pablo! Uma opinião com a lucidez da sua vai ajudar de verdade! Abraços e tudo de bom para você!

- CCDB 03-03-2013



112 - Opinião da bailarina KELLEN LOMAZZI

17-06-2013 10:44 AM
alexcentrooeste@gmail.com

Bom dia Cláudio!

Muito obrigada por esclarecer minha dúvida. Estou consultando o Livro Treze agora (rsrs) o que está me ajudando bastante! Mas sinceramente estou fascinada pela leitura de Géa, muito mesmo!

Sim, creio que o Alex havia lhe dito que sou dançarina, a um tempo sem praticar, mas será uma ótima oportunidade para estar retomando com algo que para mim será único e pretendo dar o máximo para poder presentea-los. Fiquei encantanda com a dança e a sinfonia. Levará um tempo, creio eu, mas espero que meu desempenho os agrade.

Grande abraço!

Kellen Lomazzi

 


 

113 - Opinião de Heraldo Paarmann num post de Hélcio Aguirra no Facebook com autorização para publicar aqui

Cláudio César Dias Baptista sinto que o que você se refere a encarnação anterior é devido ao nosso saudosismo, somos da geração de músicos/instrumetitas vivíamos mais uma década de nadas, digamos, menos nadas do que as gerações anteriores. Naqueles tempos não havia literatura ( e ainda não há ) para nos lucidar como poderíamos melhorar nossa condição de músicos, instrumentistas e sobretudo técnicos de som e afins,você nos deu um caminho e uma doutrina por onde seguir.

Hoje graças ao Facebook muitos, mas muitos caras que leram seus artigos maravilhosos ficam alucinados em ter contato com você.

Além de você nos ensinar tudo sobre PA, Gravação, Efeitos e eletrônica você nos deu uma filosofia , onde a sua obra Géa sempre esteve presente, era uma forma absolutamente inovadora de falar de tecnologia sem estar ligada diretamente ao racional frio, você nos ensinou que tecnologia é uma arte e uma filosofia capaz de transformar o ambiente em que vivemos, de alguma forma sempre estivemos conectados com a obra Géa , pois você escreveu em vários artigos da Nova Eletrônica e hoje ela ganhou forma e uma vida nesta nova encarnação.

Portanto, nós apenas ficamos eufóricos por conseguirmos trocar algumas palavras com você, eu tive o privilégio de conhece-lo pessoalmente, porém imagino que outros tantos estão vibrando de ve-lo aqui no facebook. E vale um pedido de desculpas em nome de todos, pois muita gente está atrasado pela distância temporal e de comunicação a seu respeito.

É interessante que isso acontece com todos artistas, quando um trabalho novo é lançado todos querem ouvir o que já passou, pois de alguma forma o passado ficou tão fortemente significado que os fãs pecam por não verem o novo momento artístico, você tem toda razão !!!!

Somos admiradores do ser Claudio Cesar Dias Baptista o grande CCDB, vivemos muitas vidas numa vida só, somos muitos em um só viver, mas sempre seremos o mesmo ser !!!!

Obrigado em nome de todos nós !!!

 

Cláudio César Dias Baptista: Caro amigo Heraldo Paarmann: o seu texto é nobre, digno e lindo, porquanto profundo, sincero e assaz bem escrito. Que Géa e Géo (o Um) o ouçam e a beleza de suas letras ultrapasse palavras e alcance corações e psiques. Se algo de bom eu fiz, se CCDB é grande, tal bem e grandeza se devem ao relacionamento com quem me gerou, quem caminhou ao meu lado e quem gerei: pais, esposa, filhas, filho; sem eles e os Amigos nem Géa nem Guitarras nem Mutantes nem coisa alguma. E o que virá, se mais órbitas derredor do Sol me estiverem no rumo, acaba de receber maior impulso, centrípeto, para que eu cá permaneça e aqui trabalhe melhor e em paz. Muito obrigado! A você e a cada um que aqui me honrou. Concluo com um pedido: autoriza-me a publicar em meu site este escrito seu? Seria na página "Opiniões sobre Géa". Grande e vibrante abraço!


Heraldo Paarmann: Cláudio César Dias Baptista fique a vontade para utilizar o texto que escrevi no post do Hélcio Aguirra, ok? Fiz de coração e é nosso !!! Abrações

- CCDB 13-08-2013


 

114 - Opinião de Eusébio Pizutti

dada em 26-08-2013
(não autorizou colocar o seu e-mail)
Eusébio refere à leitura dos livros Primeiro a Terceiro de Géa, os lidos inteiros por ele até o momento.

Está cada vez mais emocionante a leitura!

A quantidade de ideias novas, que se fossem desdobradas, renderiam um número absurdo de filmes e romances, é impressionante!

A mente se abre, pouco a pouco, para um novo universo!

Parabéns!

- CCDB 27-08-2013


 

115 - Opinião de Eusébio Pizutti

 

dada em 08-02-2014
(não autorizou colocar o seu e-mail)
Eusébio refere à leitura dos livros Quarto e Quinto de Géa, também lidos inteiros por ele até o momento.

De todo modo, as aventuras tem me deliciado muito, várias vezes fazem relembrar situações guardadas há muito, como aquela que lhe contei.

Outro ponto que notei, creio que seja proposital, é o fluxo da leitura: muito lento e até difícil em certos pontos, e rápido e facílimo em outros. Mais ou menos como uma senóide. Ou talvez sejam portais...

Parabéns pelos livros, sempre que leio fico cheio de ideias, para tudo... Até parece haver melhorado minha determinação em certos dias.

- CCDB 12-02-2014



116 - Opinião de Sérgio Dieter Filho

MENSAGEM DE SÉRGIO DIETER FILHO 22-04-2014 11:30AM
sergiofilho@imofar.com.br


Re: Vídeo novíssimo!

Bom dia, amigo Cláudio! Fiquei muitíssimo feliz ao ler o seu e-mail, e mais ainda, em prestigiar seu novo vídeo de Ky. Está maravilhoso! Desde já agradeço a sua gentileza em me enviar esse email com tão valioso conteúdo. O áudio “arrancou” graves do meu sub doméstico, que eu não sabia serem capazes de se reproduzir nele (infelizmente não é um modelo CCDB, nem PSID*, ainda…). E o vídeo, me emocionou muito, cada movimento. Estou passando horas muito agradáveis de leitura no seu site, apreciando muito, e admirando cada vez mais o amigo, e sua forma tão peculiar de escrever, que vem me ensinando e entretendo tanto. É muita sabedoria para uma pessoa só! Mas afinal, não somos "todos uma pessoa só"? Brincadeiras a parte (não consegui me conter, hehehe) queria me colocar a sua disposição, bem como minha empresa, a Gravadora Jardim Elétrico, ativa desde o ano 2000, cujo nome foi obviamente inspirado no seu som, para ajudar a divulgar o seu trabalho de escritor. Portanto, tenha em mim um amigo sempre disposto a lhe ajudar no que puder, e não deixe de me contatar sempre que quiser (meus números de telefone seguem abaixo), me deixará muito feliz! Agradeça também ao RDB (ou Rá?) em meu nome, pela contribuição na sua obra bem como em seu site, adoro as ilustrações dele e as “piadinhas” nos comentários do livro de gravação profissional! E também a sua esposa, Dalgiza, que parece ser sua grande fonte de inspiração.
Muitíssimo obrigado pelo contato, e, realmente espero, que um editor (mas dos bons), venha a editar a sua obra na íntegra, o Brasil merece!

Grande abraço do amigo (que tem até nome de irmão!):

Sérgio Dieter Filho

Gravadora Jardim Elétrico

MINHA RESPOSTA A SERGIO DIETER FILHO

Bom dia, Sérgio, meu amigo!
Muito obrigado pela resposta magnífica ao meu e-mail onde o convidei para assistir ao novíssimo vídeo "Ky Hi-Tech dança Proust Lembrado". Fico feliz em saber que gostou e muito grato por descrever a sua emoção, que é minha também e agora ampliada pela sua, em sinergia! Idem, quanto à sua descrição ótima do resultado sonoro e dos movimentos do balé! Isso me paga em dobro o tempo investido na criação e lançamento do vídeo.

Você me autorizaria, por favor, a publicar esta sua mensagem com esta minha reposta em meu site principal, www.ccdb.gea.nom.br, na página do balé e também nas páginas de opiniões de Leitores? Autorizaria outrossim a publicar junto à sua mensagem o seu e-mail (sem os telefones, a não ser que você deseje isso)?

A sabedoria que me atribui é uma coisa só: amor pelo que faço - vejo que você também ama o seu trabalho e o felicito.

Sim, somos todos "uma pessoa só"; e a leitura de "Géa", se você a ler após "CCDB - Gravação Profissional", lhe mostrará o quanto vivi e vivo essa Verdade, desde muito antes da canção Mutante...

Agradeço sobremaneira a oferta de divulgação; aguardo pois uma idéia sua de como poderia fazê-la você, sobre minha obra escrita, que é o meu foco principal.

Tal como (embora todos sejamos Um...) não sou Clausar, Rafael (Rá) e Giza (Dalgiza) não devem ser confundidos com os personagens de "Géa", Rá e Gia. Para evitar isso é que nos incluí (a mim, a Giza e ao nosso filho Rá) na qualidade de personagens secundários na obra, onde interagem com Clausar, Gia e Rá geóctones. Essa diferenciação é importante e o motivo ficará bem claro se você me honrar coa leitura de "Géa".

RDB e Giza são mesmo ótimos e, sem dúvida, me inspiraram e inspiram ao extremo. Quando escrevi o primeiro artigo na Nova Eletrônica em que "Géa" é citada, foi porque me inspirei em Giza. Sem Giza, não teria havido Géa! Idem, RDB, a quem chamamos Rá, inspirou-me parte da personalidade do Rá geóctone. Como são milhares de personagens (três mil, quatrocentas e cinqüenta e cinco na obra completa); aquelas baseadas em gente do mundo objetivo terrestre, mesmo assim são entes diversos destes.

Agradeço a menção a Giza e Rá, que me comove, meu amigo! Obrigado mesmo! Direi a ambos o que você aqui me escreveu e tenho certeza de que se emocionarão também. Aliás, em tempo: Giza veio até mim e acaba de ler a sua mensagem e está de olhos brilhantes... Ganhei um beijo!

Quanto a um editor publicar-me a obra, penso que você se refira à publicação em papel impresso, porque já sabe da publicação (ou edição) feita por mim em CCDB Livros, e isso é edição da mesma forma que a impressa. Sim, caso apareça um editor capaz e responsável, que me ofereça contrato aceitável (recusei inúmeros, todos escorchantes e padronizados, até mesmo um dos EUA), aceitarei, sem dúvida, que me publiquem a obra em papel, sem que retire do ar a publicação on-line, a qual vai de vento em popa.

Grande abraço ao amigo que tem nome de irmão e me faz sentir a fraternidade mais importante, ao pé daquela do sangue.

Cláudio

RESPOSTA DE SÉRGIO DIETER FILHO

Olá amigo Cláudio! Que bom que ganhaste um beijo! É claro que eu autorizo a publicação do meu e-mail no seu site, será uma honra para mim! Venho indicando seus livros a amigos e colegas de trabalho, espero que não se importe. Para aqueles da área do áudio, que são vários amigos, indico seu excelente e super completo livro de gravação profissional, que acaba levando o leitor a “Géa”, já que estou louco pra começa-lo a ler, e o farei assim que terminar o “CCDB-Gravação profissional” (estou na página 764)… Espero que lhe rendam leitores! É claro que conheço sua obra já editada no CCDB livros, e sem dúvidas, lerei seu trabalho na íntegra através do site, como venho fazendo. Claro que vai demorar um pouquinho, devido ao tamanho da obra, mas já está sendo magnifico! Fico muito feliz em saber que o site vai indo bem, sem dúvidas, merece muito sucesso!
Mais um grande abraço, do amigo:

Sérgio Dieter Filho

* Sérgio se refere ao sistema de imagem e vídeo "PSID", descrito na obra "Géa".

- CCDB 22-04-2014



116 - Opinião de Sérgio Dieter Filho - Gravadora Jardim Elétrico sobre a leitura completa de CCDB - Gravação Profissional

From: Sérgio Dieter Filho
sergiofilho@imofar.com.br
Sent: Saturday, April 26, 2014 1:30 PM
To: Cláudio César Dias Baptista
Subject: Re: Obrigado!

Bom dia, amigo Cláudio!
Seu livro, o “CCDB - Gravação Profissional”, é excelente. Sem dúvidas, o melhor livro de áudio que já pude ler, incluindo os (muitos) estrangeiros. É leitura obrigatória a qualquer pessoa que queria trabalhar com música, não apenas para o engenheiro de áudio. Além do livro ser completo e abordar todos os temas relacionados ao assunto de forma detalhada e de estar todo ilustrado (obrigado RDB!). O leitor ainda pode baixar os vídeos e manuais gratuitamente no “cantinho dos prospectos e manuais”, para obter ainda mais informações de grande valor.

Infelizmente ele não me foi indicado por meus professores, nos cursos de áudio que já fiz, e sim, outros livros de autores estrangeiros, na sua maioria americanos, que nem mesmo somados, poderiam se comparar ao seu livro, que poderia inclusive, ser a “apostila” de um curso de áudio completo.

Escrevi essa manhã para o diretor e proprietário de uma escola de audio, cujos cursos frequentei e mais tarde fui convidado a lecionar, a abordar o seu livro nos cursos de engenharia de áudio e de produção musical, já que além de ser excelente, está no nosso idioma, diferente da maioria dos sugeridos nesses cursos. Assim que tiver resposta, lhes informarei o resultado desse email.

Por fim, agradeço aos amigos Cláudio e RDB, por disponibilizar esse maravilhoso conteúdo!
E, hoje, começarei a ler “Géa”!
Grande abraço, amigos!

Sérgio Dieter Filho

Autorizo CCDB e RDB a publicarem esse email no seu site, será uma honra!

Minha resposta a Sérgio Dieter:

Boa tarde, amigo Sérgio!
Que mensagem magnífica! Muuuito obrigado mesmo! Que bom ter gostado de "CCDB - Gravação Profissional" e ele lhe ter sido útil!

Vou publicar esta sua mensagem autorizada e o e-mail com imenso prazer no site www.ccdb.gea.nom.br .

Passarei ao meu filho RDB uma cópia desta mensagem - ele vai gostar!

Agradeço sobremaneira a indicação que fez ao diretor e proprietário de uma escola de áudio a respeito de "CCDB - Gravação Profissional"!

E exulto! com o início de sua leitura de "Géa"!!! Por favor, antes de entrar no texto, leia a Introdução (ver imagem anexa onde clicar e ver também texto anexo com detalhes, por favor).

Grande abraço e tudo de bom para você!

Cláudio

 


117 - OPINIÃO DE CECILIA MAIA, VIA FACEBOOK 02-06-2015 e em 10-06-2015
Eu é que agradeço amigo Cláudio César Dias Baptista!! Géa é simplesmente fantástico!! Estou adorando a leitura!!! Abraços!!

Cláudio César Dias Baptista Que bom você estar gostando da leitura de "Géa", Cecilia Maia! Fico super feliz quando leio o que me conta. Venho acompanhando a sua leitura e vi que acaba de conhecer aquela antênica! Abraços!!! Emoticon grin
Curtir · Responder · 1 · 8 h

Cláudio César Dias Baptista Posso publicar na página "Opiniões sobre Géa" este seu comentário, Cecilia Maia?

Cecilia Maia Claro que sim Cláudio César Dias Baptista!! Nem precisa perguntar!!! Abraços....
Descurtir · Responder · 1 · 3 h

Cláudio César Dias Baptista Muito obrigado, Cecilia Maia! Assim que desocupar o computador de trabalho, ora numa etapa da animação em que não se pode parar, acrescentarei o seu comentário à página "Opiniões sobre Géa". Abraços!

- CCDB 03-05-2015

 

CONVERSAÇÃO NO FACEBOOK SOBRE UMA "CURTIÇÃO" DE CECILIA MAIA A FOTOGRAMAS DA ANIMAÇÃO "KY DANÇA COM A MORTE", COM PERSONAGENS DE GÉA:

Cláudio César Dias Baptista Obrigado por ter "curtido", Cecilia Maia, Leitora de "Géa"! As personagens lhe enviam as melhores vibrações, inclusve Oég, porque ele sabe e pode - feito você verá, se continuar a honrar-nos em ler! Emoticon grin
35 min · Curtir · 1

Cecilia Maia Cláudio César Dias Baptista a honra é minha!!! Na verdade não consigo mais parar de ler Géa! rsrsrsrs ontem mesmo só parei porque meus olhos estavam doendo! kkkk Abraços amigo querido!!!! Emoticon heart

Cecilia Maia ....Géa só paro de ler depois que terminar!! rsrsrs (isso caso eu não resolva reler!).

- CCDB 14-06-2015

 


118 - OPINIÃO DE ROGER TERLIZZI VIA FACEBOOK 10-97-2015 SOBRE O TEXTO DE GÉA QUE DESCREVE IULIA, CLEONA E O BAILADO DAS DUAS ENTRE OS MASTROS DE ALTARÉ

Roger Terlizzi Rico, descritivo e grandioso o texto, Cláudio." Embarquei" nas sequencias! Meus parabéns!!
Descurtir · Responder · 1 · 1 h
Cláudio César Dias Baptista Que bom você ter gostado do texto, Roger Terlizzi - muuuito obrigado por me contar! Como venho dizendo, o texto de "Géa" supera as músicas e animações; falta motivar as pessoas para que o leiam e eternizem esse trabalho, em prol; não, de mim, que odeio a fama; sim, do indivíduo, da sociedade, do Brasil! Você me permite publicar este seu comentário nas páginas das Opiniões sobre Géa? Emoticon grin
Roger Terlizzi Claro, Cláudio! Com prazer!
Curtir · 7 h
Cláudio César Dias Baptista Muito obrigado, Roger! Publicarei ainda hoje. Abração! Emoticon grin
Curtir · Agora mesmoEsta lista continuará ao serem recebidas novas opiniões.

- CCDB 11-07-2015

 



119 - OPINIÃO DE CECILIA MAIA, VIA FACEBOOK, EM 13-O7-2015, SOBRE O CAPÍTULO “RECORDA-TE”,LIVRO QUINTO DE GÉA
Cecilia Maia

Querido amigo, são 2h e 35m, sim ainda estou acordada! O grande "culpado" por isso é seu livro GÉA!! Acabei de ler o capítulo "Recorda-te" do livro 5. Estou atônita, emocionada, sem palavras!!! Lindo, lindo, lindo e emocionante demais!! Nunca em momento algum eu duvidei de sua imensa luz!!! Paz do Agora pra você, sempre..... amigo querido!!! Pedi ao Cesar para ler.... não me contive!!! Abraços pra vc e sua iluminada família!!

Cláudio César Dias Baptista
Meu Géo... Que bom, Cecilia! Não lhe escrevi quando, ao acompanhar com carinho a evolução da sua leitura, notei que havia chegado (e depois ultrapassado) ao início do capítulo "Recorda-te!". É um ponto de grande "virada" no livro Géa e você pode imaginar como me foi dificílimo deixar esse ponto assim longe do começo da obra, porque a gente é tentada a iniciar com pontos impactantes, feito o começo do filme "Starwars", onde o espectador é lançado logo de cara em pleno combate de astronaves... Quando comecei Géa com os textos de Clausar, aquele jeito fechado e vezes maçante que ele tem de escrever, foi com certa dor no coração, pois foi preciso conter-me e impor esse e outros obstáculos, de modo a tornar Géa um crescendo em todos os sentidos e uma obra iniciática outrossim. Ficarei encantado e profundamente grato se Cesar conseguir um tempinho extra para ler Géa, seja inteira, seja nos pontos em que você lhe indicar - e lhe sou agradecido por essa indicação. Você me permitiria publicar nas páginas das Opiniões sobre Géa o seu comentário que ora respondo? Isso me ajudaria a divulgar a obra, cuja Luz não é minha; sim, da Géa que há no interior de cada ser. Paz do Agora para você! Paz do Agora para Cesar! Sempre. Agradeço em nome da família, e retribuo os abraços, amiga querida! Emoticon grin


Cecilia Maia
Obrigada mais uma vez pelo carinho e atenção querido amigo! Fique à vontade em publicar meu comentário, para mim é uma honra fazer parte disso. A leitura está realmente empolgante. Obrigada mais uma vez!!!


Cláudio César Dias Baptista
Quem agradece sou eu, pela autorização, amiga querida. O tempo que levei entre minha resposta imediatamente anterior e esta, empreguei na interrupção do trabalho na "Música de Altaré", para reler o capítulo "Recorda-te" até o ponto onde você o deixou, página 1352. Fiz isso em honra a você, em honra a Cesar. Fiz porque não escrevi Géa para o bem da sociedade, da humanidade ou de qualquer grupo: escrevi Géa para o indivíduo. Para a Leitora. Para o Leitor. Indivíduo é mais que sociedade: ele existe sem esta; não, vice-versa, tal qual autor é mais que editor, pois autor há sem editor; mas editor não, sem autor. Você faz parte, sim, disso! E, se vier a gostar da leitura té o fim, poderá apanhar a tocha quando cá eu não mais estiver e impedir que se enterre aquela Luz (que é da Géa) feito o livro daquele autor e o esqueleto daquela delicada bailarina... :D



120 - OPINIÃO DE CECILIA MAIA VIA FACEBOOK EM 27-07-2015 SOBRE O LIVRO QUINTO DE GÉA INTEIRO (APÓS TER LIDO TAMBÉM OS QUATRO ANTERIORES)
Cecilia Maia Amei o livro quinto Cláudio César Dias Baptista!!! Parabéns mais uma vez!! A leitura é muito inspiradora!! Me diverti muito com as aventuras na fazenda!! Super animada para o sexto livro!!! Abraços querido amigo!!! Emoticon heart
Descurtir · Responder · 1 · 9 h · Editado

Cláudio César Dias Baptista Bom dia, Cecilia! Que bom me é iniciar o dia lendo este seu comentário; ele faz bem, dá-me forças para continuar avante. Obrigado!!! O Livro Sexto de Géa, no capítulo seguinte ao que você está lendo, penso que será de muito agrado seu - entretanto a dona da razão e da emoção é você e aguardarei para saber, se quiser me contar, o resultado desse capítulo que vem, chamado "Selvespessa". Você me autorizaria, por favor, a publicar no site este seu comentário, páginas das opiniões? Abraços, amiga querida, de nós todos: as personagens, Giza (que me inspirou Géa láaaaa nos tempos da Nova Eletrônica) e eu. Abraços de todos nós no Cesar também. Emoticon heart Emoticon grin

Cláudio César Dias Baptista Obrigado também pela "curtida" nesta publicação, Cecilia Maia, Leitora de Géa e Minha Amiga! Emoticon grin
Curtir · Responder · 1 · 4 h

Cecilia Maia Olá querido amigo Cláudio César Dias Baptista! Estarei atenta à esse capítulo mencionado por você Selvespessa! Fique a vontade em publicar meus comentários como sempre!!! Forte abraço à todos vocês!!! Emoticon heart

Cláudio César Dias Baptista Oi, Cecilia Maia! Muito obrigado pela autorização e pela atenção que dará a "Selvespessa"! Abraço forte a você e Cesar! Emoticon grin Emoticon heart

- CCDB 28-07-2015



121 - COMENTÁRIO DE CECILIA MAIA VIA FACEBOOK SOBRE A LEITURA DO CAPÍTULO "SELVESPESSA", LIVRO SEXTO DE GÉA, EM 30-07-2015
Cláudio César Dias Baptista Muito obrigado, Cecilia Maia, por ser a primeiríssima (e até agora a única) a "curtir" isso. Você, que vem lendo Géa, sabe melhor que ninguém ao que me refiro na publicação acima, quanto ao conteúdo da obra escrita. Muito obrigado MESMO, por ler Géa!!! Emoticon grin
Curtir · Responder · 1 · 39 min

Cecilia Maia Eu é que agradeço por estar lendo Géa! Obra inspiradora, divertida, poética e muito mais! Cláudio César Dias Baptista, lendo ontem o capítulo (que ainda não terminei), posso te dizer que meu carro foi apelidado de Somaropi! rsrsrs
Descurtir · Responder · 1 · 34 min

Cláudio César Dias Baptista É uma honra para o Somaropi de Selvespessa, país Teruz, planeta Géa e para mim aqui na Terra (acho que estou aqui no momento...) que o seu carro receba esse apelido! Que todas as glórias vividas pelo Somaropi de Géa se acrescentem às que o seu carro já viveu, vive e viverá, minha Amiga Cecilia Maia! - o site se enriquecerá se você me autorizar a reproduzir este seu comentário nas páginas das Opiniões sobre Géa!
Curtir · Responder · Agora mesmo

Cecilia Maia Obrigada Cláudio César Dias Baptista! rsrsrs esteja sempre à vontade quanto aos comentários! Super abraço à você e também pra Giza!!
Descurtir · 1 · 39 min

Cláudio César Dias Baptista Que bom, Cecilia Maia! Obrigado! Vou considerar esta resposta como uma autorização válida para os comentários futuros, se me honrar com eles e, é claro, até quando você permitir. Abraço forte e grato de nós dois, Giza e eu, a você e a Cesar!
Curtir · 2 min

- CCDB 30-07-2015


122 - OPINIÃO DE CECILIA MAIA VIA FACEBOOK EM 09-08-2015 SOBRE A LEITURA COMPLETA DO LIVRO SEXTO DE GÉA, APÓS TER LIDO TODOS OS QUE O PRECEDEM
Cecilia Maia

Olá Claudio! Terminei agora o livro seis de Géa! Realmente esse livro foi muito inspirador!! Não sei dizer qual capítulo me deixou entusiasmada com a leitura! Recorda-te, Selvespessa, Sérias, Ardo, Nu! Todos maravilhosos!! Parabéns mais uma vez por esse seu trabalho tão completo e inspirador!! Começando agora o livro sete que tenho certeza absoluta que será tão maravilhoso quanto o seis! Obrigada por presentear a todos nós leitores com uma obra assim tão magnífica! Abraços caro amigo!!!

Hoje
Cláudio César Dias Baptista
09:25

Cláudio César Dias Baptista

Muitíssimo grato pelo comentário, Cecilia! Sua leitura me anima - e muito! a continuar o trabalho. Você me autorizaria, por favor, a publicar este seu comentário no site de CCDB Livros? Grande abraço, amiga querida; meu e das personagens todas, que adoram a sua companhia e dela respiram vida própria!!! Emoticon grin

Cecilia Maia

Olá Claudio!! Claro que sim!!! Pode publicar sempre que quiser!!!

- CCDB 15-08-2015

 


123 - OPINIÃO DE CECILIA MAIA SOBRE O LIVRO SÉTIMO DE GÉA APÓS TER LIDO TAMBÉM TODOS OS LIVROS PRECEDENTES DESSA OBRA. VIA FACEBOOK AGOSTO 2015
Cecilia Maia

Olá querido amigo!!!! Realmente, vc percebeu que eu consulto pouco meus e-mails! rsrsrs O livro Sétimo de Géa foi maravilhoso!! Adorei cada capítulo!! As aventuras de Clausar em busca de Ansata foi empolgante!!! Agora estou animada para começar o livro Oitavo!! Obrigada pela atenção de sempre!! Super abraço!!! Emoticon heart
Hoje

Cláudio César Dias Baptista
17:18
Cláudio César Dias Baptista

Oi, amiga querida!!!! Hoje estou muito feliz, com a sua leitura e a subida, ao site, da animação "Iulia e Cleona dançam em Altaré", feita agorinha mesmo. Que bom você ter gostado assim do LIvro Sétimo de Géa! Gostaria de publicar esta sua opinião com as outras que me concedeu, nas mesmas páginas - posso? O Sumário, no começo do Livro Oitavo, lhe mostra os títulos de capítulos mui belos, além de cruciais para a obra. De nada, é sempre um prazer sinceríssimo lhe dar atenção. Super abraço, idem a Cesar!!! Emoticon heart

Cecilia Maia

Querido amigo, publique meus comentários sempre que quiser!!! Somos amigos!! Sem cerimônias!! Tenho certeza que irei adorar o Livro Oitavo (como ser diferente?), obrigada e um abraço carinhoso meu e do Cesar à vocês!!!! Emoticon smile Emoticon heart

Cecilia Maia (emoticon de gatinho)
Cecilia Maia (emoticon de gatinho)
19:35
Cecilia Maia

Cláudio César Dias Baptista
21:55
Cláudio César Dias Baptista

Muito grato pela autorização, amiga querida!!! Quanto a ter certezas sobre "Géa", convém esperar a leitura completa - mesmo assim agradeço a confiança! Sou muito grato a você e a Cesar por tudo. Grande abraço de nós dois a vocês. Desculpe não ter um gatinho bonito nos emoticons, mas isso você imagina fácil! Emoticon grin

- CCDB 01-09-2015

 


124 - OPINIÃO DE CECILIA MAIA VIA FACEBOOK EM 10-09-2015 SOBRE "GÉA" E EM ESPECIAL SOBRE O LIVRO OITAVO, CAPÍTULO "KY", COMENTÁRIO NA MINHA PUBLICAÇÃO "GÉA" É O MELHOR LIVRO QUE EXISTE"
Cecilia Maia Sem dúvida!! Estou adorando, já no Oitavo livro acompanhando as aventuras dos personagens num capítulo que já classifico como um dos melhores, (Ky) entre muitos outros por lá!!
Descurtir · Responder · 1 · 11 h

Cláudio César Dias Baptista Muito obrigado por ter sido você a primeiríssima a "curtir" esta publicação, Cecilia Maia, Leitora de Géa! Ao ler você realiza o sonho do escritor, que é ser lido e, máxime, compreendido. Quando o Sistema de CCDB Livros me informou da sua leitura completa do capítulo "Ky" (que também considero um dos melhores de "Géa") e continuou avante no capítulo seguinte, "Eu sou Ky", tive o prazer de parar tudo o que vinha fazendo e reler exatamente essas mesmas páginas. Ali eu revivi o que ultrapassará esta minha encarnação, pois li a Verdade. Muito obrigado pelo comentário que, já tendo a sua autorização nos anteriores, publicarei nas páginas das Opiniões sobre Géa, sobre CCDB Livros e sobre o Livro Oitavo. Emoticon grin

- CCDB 11-09-2015

CONTINUAÇÃO DA CONVERSAÇÃO COM CECILIA MAIA SOBRE O CAPÍTULO "KY", COM MAIS UM COMENTÁRIO SEU QUE TERMINOU COM RETICÊNCIAS SEM MAIS EXPLICAÇÕES E A MINHA RESPOSTA. AGUARDO QUE SE MANIFESTE MAIS PARA PUBLICAR ISTO.

Cecilia Maia Sim , caro amigo e o capítulo Ky, foi emocionante e surpreendente!! Não espera...
Descurtir · Responder · 1 · 11 de setembro às 13:43

Cláudio César Dias Baptista Hoje não resisti, Cecilia Maia: li adiantado, o resto do capítulo "Eu sou Ky"...

- CCDB 07-10-2015

 


125 - OPINIÃO DE ROGER TERLIZZI VIA FACEBOOK EM 05-10-2-015 SOBRE LEITURA DE UM CAPÍTULO DO LIVRO )QUE( E DO LIVRO SÉTIMO DE GÉA
Hoje
Roger Terlizzi
19:10
Roger Terlizzi

Grande Cláudio! Nào resisti a dramática perseguicão dos Robocars!!!! Sei que seu trabalho é absolutamente original, mas minhas referências remeteram as peseguicões fantásticas de "Operacão Franca "e Bulitt"HEHEHE!. É uma referência muito personal minha!...Fantástico! Mais uma vez, muito obrigado!
Roger Terlizzi
5/10/2015 19:11
Roger Terlizzi

A leitura está sendo uma singular experiência para mim!

Abrí o trecho de )que( e estou viajando no tema!


Cláudio César Dias Baptista
19:14
Cláudio César Dias Baptista

"Legal", mesmo, a perseguição, 'né, Amigo! Ela deve parecer-se com inúmeras outras; a idéia ali não é a originalidade de uma perseguição, que ocorre todo dia em toda parte; sim, perspectivar a Irmandade Galáctica e cada fráter e sóror num ângulo único e inédito: o da comicidade, pois membros de Ordens Místicas são sempre retratados muito circunspetos. Ler com você, Grande Roger, é também uma experiência singular! Muito obrigado por ler o trecho de ")que(". Aos poucos o quebra-cabeças se vai formando, mas ele é singular: único jogo desses que se pode montar de inúmeras maneiras, a não ser que TODAS as pedras-palavras estejam em seus lugares; então, só UMA ÚNICA imagem se formará e só assim se poderá ver. Seja como for, qualquer leitura sua é uma bênção para mim, em meio a esta luta arduíssima de escritor.
Cláudio César Dias Baptista
19:15
Cláudio César Dias Baptista

Você me autoriza a publicar esta sua opinião no site, páginas Opiniões sobre Géa, Opiniões sobre )que( e "saiba mais" do Livro Sétimo de Géa?

Roger Terlizzi

Claro, Cláudio! Sempre é uma honra pra mim!

Viajei mesmo no Tema! Tens uma capacidade de transmitir as imagens de uma forma brilhante!

E tua linguagem literária, remete mesmo á umroteiro de cinema. Para mim, as imagens fluem magistralmente!

Daí remeter as minhas referências pessoais!

...

Pra nóix!

Ops! Pra noix foi errado....

Errei a mensagem...sorry! HUHUHU


Cláudio César Dias Baptista
19:24
Cláudio César Dias Baptista

Obrigado, amigão! Nóix, noix e o que mais escrever, pra mim está sempre certo.

CCDB 07-10-2015

 


126 - Opinião.....

 

 

 

 

Esta lista continuará ao serem recebidas novas opiniões.

Há algumas opiniões que os visitantes deste site preferiram colocar diretamente no Livro de Visitas (Livro de Mensagens). Fui obrigado a extinguir tal livro, onde gente mal-intencionada começou a inserir propaganda de sites de sexo, mas, conforme a Página Principal deste site, disponho-me a inserir na página que substituiu esse Livro de Visitas as mensagens que os Visitantes me dirigirem especificamente para esse fim. - CCDB.


 


Por que utilizo os serviços do Google?